<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>aborda Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<atom:link href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/aborda/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Portal de Notícias</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Mar 2026 10:48:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/01/cropped-logo-v2-27-01-2025-14-58-29-27-01-2025_15-21-26.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>aborda Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">240766857</site>	<item>
		<title>Caminhos da Reportagem aborda riscos do consumo de ultraprocessados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 10:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aborda]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
		<category><![CDATA[ultraprocessados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O consumo de ultraprocessados pelos brasileiros mais do que dobrou desde os anos de 1980, passando de 10% para 23% do total de calorias ingeridas na alimentação. Um fenômeno que não acontece apenas no Brasil. Dados internacionais foram publicados em uma série de artigos na revista científica The Lancet por mais de 40 pesquisadores do mundo todo, liderados por cientistas da Universidade de São Paulo (USP). Foi justamente na USP que o conceito de ultraprocessados foi criado. Naquele momento, em 2009, o pesquisador Carlos Monteiro, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens), estava preocupado com o aumento de obesidade, sobrepeso e doenças crônicas associadas ao consumo de alimentos com alto nível de processamento. O pesquisador e sua equipe, então, desenvolveram a classificação NOVA, que organiza os alimentos...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados/">Caminhos da Reportagem aborda riscos do consumo de ultraprocessados</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de ultraprocessados pelos brasileiros mais do que dobrou desde os anos de 1980, passando de 10% para 23% do total de calorias ingeridas na alimentação. Um fenômeno que não acontece apenas no Brasil. Dados internacionais foram publicados em uma série de artigos na revista científica <em>The Lancet </em>por mais de 40 pesquisadores do mundo todo, liderados por cientistas da Universidade de São Paulo (USP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Caminhos-da-Reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Foi justamente na USP que o conceito de ultraprocessados foi criado. Naquele momento, em 2009, o pesquisador Carlos Monteiro, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens), estava preocupado com o aumento de obesidade, sobrepeso e doenças crônicas associadas ao consumo de alimentos com alto nível de processamento.</p>
<p>O pesquisador e sua equipe, então, desenvolveram a classificação NOVA, que organiza os alimentos em quatro grupos: (1) alimentos <em>in natura</em> ou minimamente processados, como frutas, arroz ensacado, feijão ensacado; (2) ingredientes culinários processados, como azeite, manteiga, sal; (3) alimentos processados, a exemplo de milho em lata, sardinha em lata, pão de padaria; e (4) alimentos e bebidas ultraprocessados, como bolachas recheadas, achocolatados de caixinha, refrigerantes e bebidas açucaradas.</p>
<p>De acordo com Carlos Monteiro, antes da classificação NOVA, as explicações para o aumento de obesidade, sobrepeso e doenças crônicas eram muito relacionadas à escolha individual das pessoas. Segundo ele, era como se as pessoas comessem muito açúcar, sal e muita gordura por um “defeito de força de vontade”.</p>
<p>“Não existe uma epidemia de falta de força de vontade, as pessoas são as mesmas. O que mudou foi o sistema alimentar. O sistema alimentar hoje é muito não saudável e acaba estimulando as pessoas a quase compulsoriamente consumir alimentos ultraprocessados”, afirma o pesquisador.</p>
<p>O programa <em>Caminhos da Reportagem</em> exibe o episódio <em>Ultraprocessados na Mesa dos Brasileiros</em> nesta segunda-feira (30), a partir das 23h, na TV Brasil. O programa apresenta como e por que foi criado o conceito de ultraprocessado, explica como identificar se um produto é resultado de alto nível de processamento e discute as consequências sociais e para a saúde do consumo desses produtos.</p>
<p>Também serão apresentados exemplos de quem mudou hábitos alimentares com foco em diminuir o consumo desses produtos e de uma escola em Águas Lindas de Goiás que investe em comida de verdade e em educação, como parte do Programa Nacional de Alimentação Escolar, uma política pública mundialmente reconhecida.</p>
<p>Um levantamento conduzido pela Fiocruz Brasília e pelo Nupens indica que o consumo de produtos ultraprocessados é responsável por um custo de mais de R$ 10 bilhões à saúde e à economia no Brasil. Segundo o pesquisador Eduardo Nilson, da Fiocruz Brasília, estudos mostraram que até 57 mil mortes ao ano poderiam ser evitadas se o consumo de ultraprocessados fosse eliminado.</p>
<p>Estudos como esse são um alerta e preocupam cientistas brasileiros, organizações da sociedade civil e todos que defendem “comida de verdade” e reivindicam uma política fiscal mais agressiva para os produtos ultraprocessados. A última reforma tributária foi publicada em dezembro de 2023, mas a transição começou neste ano de 2026 e vai até 2033.</p>
<p>Os produtos ultraprocessados ficaram de fora do imposto seletivo e não estarão sujeitos à cobrança criada para desestimular o consumo de itens nocivos à saúde ou ao meio ambiente. Apenas as bebidas açucaradas, como os refrigerantes, receberam a taxa extra na reforma.</p>
<p>A coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição na Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Kelly Santos, explica que, no novo desenho fiscal do Brasil, um conjunto importante de alimentos saudáveis terá alíquotas zero de imposto, e os alimentos considerados não saudáveis terão alíquotas de imposto maior.</p>
<p>Sobre as bebidas açucaradas, a coordenadora explica que o país precisa ainda aprovar uma lei complementar para definir a alíquota de imposto que tornará o refrigerante mais caro. “É uma medida já aplicada em outros países, como México e Chile, que nos inspiram a desenvolvê-la aqui no Brasil também”, diz.</p>
<p>Outras medidas para tentar frear o crescimento do consumo de ultraprocessados são educação e estratégias regulatórias de publicidade. A diretora executiva da organização ACT Promoção da Saúde, Paula Johns, lembra que impor limites na publicidade do cigarro foi uma estratégia bem-sucedida.</p>
<p>“Você vê aqueles biscoitos recheados com várias alegações de que eles têm vitaminas. Então, tem todo um contexto de promoção desses alimentos que cria uma impressão de que eles são muito bons”, afirma. “É mais importante você ter um marcador que indique que aquilo é um alimento ultraprocessado”, defende.</p>
<p>A chefe da área de Saúde e Nutrição do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Luciana Phebo, ressalta que o problema é ainda maior na vida de uma criança, que está em pleno desenvolvimento.</p>
<p>“Desenvolvimento do sistema nervoso, do sistema imunológico, do sistema digestivo, enfim, de todo o corpo, das suas dinâmicas. Ser desde cedo afetado por ultraprocessado vai levar esse corpo a muitas outras doenças crônicas”, alerta Luciana.</p>
<p>O estudante Luan Bernardo Marques Gama tem 13 anos. Por conviver com asma, ele faz acompanhamento no Hospital da Criança em Brasília. Há dois anos, Luan desenvolveu pré-diabetes e foi encaminhado ao Programa de Atenção à Criança e ao Adolescente com Sobrepeso ou Obesidade do hospital.</p>
<p>“Eu era tipo uma formiga. Era bala, chocolate, presunto, suco de caixinha, refrigerante, aqueles biscoitos.” A mãe de Luan, Cecília Marques, conta que ficou em alerta quando ele desenvolveu pré-diabetes, ela se sentiu mal com hipertensão e o pai do adolescente quase teve um infarto. Cecília conseguiu ficar mais tempo em casa para cuidar da alimentação da família e contou com a ajuda da nutricionista do Hospital da Criança.</p>
<p>“As compras são um processo dessa educação nutricional, leitura de rótulo, ver também que a criança consegue fazer esporte. O Luan aderiu supercerto. Ele demorou apenas um ano dentro do programa e recebeu alta”, conta a nutricionista Ana Rosa da Costa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados/">Caminhos da Reportagem aborda riscos do consumo de ultraprocessados</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20554</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Livro aborda escravidão infantil no século 19 e reflexos na atualidade</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/livro-aborda-escravidao-infantil-no-seculo-19-e-reflexos-na-atualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 10:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aborda]]></category>
		<category><![CDATA[atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[reflexos]]></category>
		<category><![CDATA[século]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/livro-aborda-escravidao-infantil-no-seculo-19-e-reflexos-na-atualidade/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na segunda metade do século 19, no Espírito Santo, duas meninas escravizadas, com idades de 12 e 14 anos, decidem recorrer à Justiça para denunciar os donos por abuso e violência. Nenhuma delas teve êxito, mas o caso chamou a atenção pela ousadia e pelas possibilidades de resistência em um contexto de exploração extrema. O cotidiano e as lutas de crianças negras no período escravista são o tema principal do livro Sobre a vida delas, que será lançado na próxima quinta-feira (19) pela historiadora Silvana Santus, no Museu Capixaba do Negro (Mucane), em Vitória. Historiadora Silvana Santus lança livrosobre escravidão infantil no Brasil. Foto: Maria Panzeri/Divulgação O evento também terá a exposição de 14 fotos e gravuras do período, que retratam o uso da mão de obra infantil escravizada entre...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/livro-aborda-escravidao-infantil-no-seculo-19-e-reflexos-na-atualidade/">Livro aborda escravidão infantil no século 19 e reflexos na atualidade</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda metade do século 19, no Espírito Santo, duas meninas escravizadas, com idades de 12 e 14 anos, decidem recorrer à Justiça para denunciar os donos por abuso e violência. Nenhuma delas teve êxito, mas o caso chamou a atenção pela ousadia e pelas possibilidades de resistência em um contexto de exploração extrema.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Livro-aborda-escravidao-infantil-no-seculo-19-e-reflexos-na.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O cotidiano e as lutas de crianças negras no período escravista são o tema principal do livro <em>Sobre a vida delas</em>, que será lançado na próxima quinta-feira (19) pela historiadora Silvana Santus, no Museu Capixaba do Negro (Mucane), em Vitória.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Livro-aborda-escravidao-infantil-no-seculo-19-e-reflexos-na.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 16/03/2026 – Livro investiga escravidão infantil no século 19 - Historiadora Silvana Santus lança livrosobre escravidão infantil no Brasil.&#13;&#10;Foto: Maria Panzeri/Divulgação" title="Maria Panzeri/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Historiadora Silvana Santus lança livrosobre escravidão infantil no Brasil. Foto: Maria Panzeri/Divulgação</h6>
</p>
<p>O evento também terá a exposição de 14 fotos e gravuras do período, que retratam o uso da mão de obra infantil escravizada entre 1870 e 1888. As imagens são de domínio público, parte delas pertencentes ao acervo do Instituto Moreira Sales (IMS).</p>
<p>“As crianças eram comercializadas, vendidas, trocadas ou alugadas. O valor, na maioria das vezes, era menor do que o pago pelo escravizado adulto. Elas trabalhavam nas propriedades, no campo ou dentro das casas, desempenhando as mesmas tarefas que um adulto”, diz Silvana.</p>
<p>“Estavam dentro desse contexto de escravidão, vivendo uma não infância e um processo de invisibilidade, exploração e apagamento”, complementa.</p>
<p>Na obra, a autora procura debater como as crianças eram vistas pela sociedade e como eram tratadas politicamente, a partir de um recorte temporal (entre 1869 e os anos posteriores à abolição da escravidão, em 1888) e regional (Espírito Santo).</p>
<p>Um dos exemplos é a lei provincial nº 25, de 1869, que destinava um valor para libertar meninas de 5 a 10 anos de idade, desde que fossem educadas para causar menos problemas para a sociedade. O texto foi aprovado, mas, segundo a historiadora, teve alcance muito limitado: apenas 50 meninas foram contempladas.</p>
<h2>Diálogo com o presente</h2>
<p>A historiadora explica que um dos objetivos da pesquisa é contribuir para um debate mais amplo sobre os desafios das crianças negras no passado e no presente.</p>
<p>Ela lembra o caso do menino negro Miguel Santana da Silva, de apenas 5 anos, que aconteceu em 2020. Ele caiu do 9º andar de um edifício de luxo, no Recife, depois de ser deixado pela patroa de sua mãe dentro de um elevador.</p>
<p>“Quando uma mulher branca coloca uma criança negra dentro de um elevador, sozinha, abandonada à própria sorte, revela uma atitude desumana e que essa criança negra não tem importância ou tem menos valor, algo herdado desse passado escravista”, reflete Silvana.</p>
<p>A autora defende uma atuação mais eficiente do poder público em relação às crianças negras, especialmente nos problemas enfrentados no ambiente escolar.</p>
<p>“Minha proposta é voltarmos nosso olhar para o lugar que a criança preta vem ocupando na sociedade, a partir de reflexões que passam por proposições de políticas públicas mais justas e inclusivas”, diz Silvana.</p>
<p>“Também é preciso reformular os currículos escolares, para que estes ajudem a transformar as estatísticas que colocam a criança negra em um lugar de invisibilidade e a tornam sujeita a violências já na primeira infância, na educação infantil, quando adentram o espaço escolar e são vitimadas pela violência do racismo”.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p>Lançamento do livro: <em>Sobre a vida delas</em></p>
<ul>
<li>Autora: Silvana Santus, historiadora</li>
<li>Local: Museu Capixaba do Negro (Mucane) &#8211; Avenida República, 121, Centro, Vitória/ES</li>
<li>Data: 19 de março, 18h</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/livro-aborda-escravidao-infantil-no-seculo-19-e-reflexos-na-atualidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/livro-aborda-escravidao-infantil-no-seculo-19-e-reflexos-na-atualidade/">Livro aborda escravidão infantil no século 19 e reflexos na atualidade</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">19293</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
