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	<title>acesso Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>acesso Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Operação Contenção: Defensoria do Rio quer acesso a câmeras e perícias</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/operacao-contencao-defensoria-do-rio-quer-acesso-a-cameras-e-pericias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 11:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPRJ), após seis meses da Operação Contenção, ainda não teve acesso às imagens das câmeras corporais dos militares e aos laudos periciais do dia do ocorrido. Desde o início da operação, considerada a mais letal da história da capital fluminense, com 122 mortos, a DPRJ acompanha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPRJ), após seis meses da Operação Contenção, ainda não teve acesso às imagens das câmeras corporais dos militares e aos laudos periciais do dia do ocorrido.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Operacao-Contencao-Defensoria-do-Rio-quer-acesso-a-cameras-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Desde o início da operação, considerada a mais letal da história da capital fluminense, com 122 mortos, a DPRJ acompanha o caso e vem buscando acesso aos elementos que possam permitir a reconstrução dos fatos. </p>
<p>Para o coordenador de Defesa Criminal do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos da DPRJ, Marcos Paulo Dutra, a principal marca dessa ação é a ausência de respostas sobre o que ocorreu na mata, justamente onde se concentram as mortes.</p>
<p>“O que é fundamental verificar é o que aconteceu na mata, porque foi ali que houve as mortes. E, até o presente momento, rigorosamente nada foi apresentado que possa validar ou desacreditar a versão policial.”</p>
<p>De acordo com o defensor público, mesmo após determinações no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, a chamada ADPF das Favelas, persistem obstáculos para que haja controle e apuração da atividade policial naquele momento.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Operacao-Contencao-Defensoria-do-Rio-quer-acesso-a-cameras-e.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Câmeras corporais devem ser usadas por tropas de elite da polícia do Rio após determinação do STF. Foto: Philippe Lima/Governo do Rio" title="Philippe Lima/Governo do Rio"/></p>
<p>Câmeras corporais usadas por tropas do Rio após determinação do STF &#8211; Philippe Lima/Governo do Rio</p>
<p>Em manifestação recente, a Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o material encaminhado pelo estado do Rio apresentava inconsistências técnicas que inviabilizaram a perícia.</p>
<p>Entre os problemas apontados estavam a impossibilidade de download das imagens, a ausência de mecanismos técnicos para validação do material digital e inconsistências que impediram sua utilização como prova pericial. </p>
<p>“O material encaminhado foi considerado inconsistente. As imagens das câmeras portáteis da Polícia Militar não foram apresentas, apenas da polícia civil. Circunstâncias que impedem análise técnica capaz de permitir a responsabilização por eventuais excessos”, defende Marcos Dutra.</p>
<p>Na avaliação do Núcleo dos Direitos Humanos, a ação não alterou a dinâmica territorial apontada como motivação da operação e tampouco produziu ganhos para a sociedade, deixando como saldo as mortes e a ausência de responsabilização.</p>
<p>“A ausência de acesso às imagens e aos laudos não é apenas um entrave à apuração dos fatos, mas um obstáculo ao controle da atuação policial e ao direito da sociedade de conhecer o que ocorreu na operação mais letal da história do estado”, acrescentou Dutra.</p>
<p>A Polícia Militar questionada sobre o atraso de seis meses na entrega das câmeras corporais dos militares que participaram da Operação Contenção disse que “a demanda deveria ser encaminhada a Secretaria de Estado de Segurança Pública”.</p>
<p>A Secretaria de Segurança e a Polícia Civil não deram retorno nem sobre as câmeras nem sobre os laudos periciais feitos pelo Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/operacao-contencao-defensoria-do-rio-quer-acesso-cameras-e-pericias" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>VÍDEO: Rampa de acesso à Balsa Amarela cai no rio Negro em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/video-rampa-de-acesso-a-balsa-amarela-cai-no-rio-negro-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 20:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O acesso à Balsa Amarela cedeu e caiu no rio Negro na tarde desta segunda-feira, por volta das 15h, interrompendo a passagem de passageiros que desembarcavam das lanchas a jato no local. No momento do incidente, pessoas que trabalham na área, possivelmente carregadores, tentavam içar a passarela para restabelecer o fluxo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O acesso à Balsa Amarela cedeu e caiu no rio Negro na tarde desta segunda-feira, por volta das 15h, interrompendo a passagem de passageiros que desembarcavam das lanchas a jato no local.</p>
<p>No momento do incidente, pessoas que trabalham na área, possivelmente carregadores, tentavam içar a passarela para restabelecer o fluxo de travessia.</p>
<p>Com a estrutura comprometida, passageiros ficaram impedidos de sair da Balsa Amarela e muitos acabaram retidos no local. Diante da dificuldade, alguns recorreram a pequenas embarcações e pagaram pela travessia para conseguir seguir viagem.</p>
<p>VEJA VÍDEO</p>
<p><video height="1024" style="aspect-ratio: 576 / 1024;" width="576" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-28-at-15.30.54.mp4"/></p>
<p>LEIA MAIS:</p>
<p>VÍDEO: Balsa se parte ao meio e afunda no Rio Amazonas durante comboio de cargas</p>
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		<item>
		<title>Nova lei amplia acesso a terapias e vacinas contra o câncer no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/nova-lei-amplia-acesso-a-terapias-e-vacinas-contra-o-cancer-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:13:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). A Lei nº 15.385, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Nova-lei-amplia-acesso-a-terapias-e-vacinas-contra-o.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Lei nº 15.385, publicada no <em>Diário Oficial da União</em> nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer.</p>
<p>O objetivo é modernizar o sistema e garantir acesso a inovações como terapias avançadas, vacinas e novos testes diagnósticos.</p>
<p>A norma foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na sexta-feira (10), quando inauguraram o Centro de Ensino, Simulação e Inovação (Cesin) do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. </p>
<p>O texto lista princípios e diretrizes relacionados à produção e à regulação sanitária de tecnologias contra o câncer no âmbito da política, tais como:</p>
<ul>
<li>redução da dependência de importações;</li>
<li>estímulo à transferência de tecnologia;</li>
<li>incentivo à formação de parcerias público-privadas;</li>
<li>valorização da produção nacional;</li>
<li>capacitação tecnológica e geração de inovação.</li>
</ul>
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<p>A norma elenca também os princípios e diretrizes relacionados à garantia do acesso universal e igualitário a vacinas, medicamentos e produtos de terapia avançada, no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.</p>
<p>Entre os principais pontos estão a gratuidade, a promoção de estratégias de educação em saúde, os critérios para verificação do potencial de resposta terapêutica, além da ampliação do acesso a tratamentos inovadores.</p>
<p>A lei prevê ainda o fortalecimento de parcerias com universidades e centros de pesquisa e o estímulo à criação de startups de biotecnologia voltadas a vacinas e medicamentos oncológicos, além do apoio à aplicação de inteligência artificial em atividades de pesquisa e incentivo à adoção do sequenciamento genético.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/nova-lei-amplia-acesso-a-terapias-e-vacinas-contra-o-cancer-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Pacientes recebem óculos e destacam acesso à saúde em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pacientes-recebem-oculos-e-destacam-acesso-a-saude-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 16:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes atendidos pela rede pública destacaram o acesso facilitado à saúde após participarem de um mutirão realizado pelo Governo do Amazonas, no sábado (11), em Manaus. A ação ocorreu no Centro Estadual de Convivência da Família Magdalena Arce Daou, na zona oeste da capital. “Hoje eu agradeço a Deus que eu estou bem, estou melhor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pacientes atendidos pela rede pública destacaram o acesso facilitado à saúde após participarem de um mutirão realizado pelo Governo do Amazonas, no sábado (11), em Manaus. A ação ocorreu no Centro Estadual de Convivência da Família Magdalena Arce Daou, na zona oeste da capital.</p>
<p>“Hoje eu agradeço a Deus que eu estou bem, estou melhor da diabetes e agora vou ver melhor a vida”, afirmou Rosemaire Figueiredo, de 53 anos.</p>
<p>Ela recebeu um dos 1.234 óculos entregues durante o mutirão oftalmológico. Ao todo, o programa já distribuiu mais de 8,2 mil unidades desde novembro de 2025.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mutirão amplia acesso a consultas e óculos</h2>
<p>A ação reuniu pacientes de diferentes idades, todos já atendidos anteriormente pela rede estadual.</p>
<p>Após passarem por consultas com especialistas, os pacientes receberam a prescrição e escolheram as armações. Em seguida, retornaram para retirar os óculos.</p>
<p>Além disso, o evento contou com a presença do governador interino Roberto Cidade.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Exames também foram oferecidos à população</h2>
<p>O mutirão incluiu serviços da Carreta da Saúde, com oferta de exames como:</p>
<li>Mamografia</li>
<li>Ultrassonografia de abdômen total e superior</li>
<li>Exames de tireoide</li>
<li>Avaliação da próstata (via abdominal)</li>
<li>Exames do aparelho urinário</li>
<li>Ultrassonografia transvaginal e pélvica</li>
<p>Dessa forma, os pacientes conseguiram realizar diferentes procedimentos no mesmo local.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pacientes destacam importância da ação</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776011554_262_Pacientes-recebem-oculos-e-destacam-acesso-a-saude-em-Manaus.jpeg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-459019"  /></p>
<p>Para muitos participantes, o atendimento representou mais do que acesso a serviços de saúde.</p>
<p>A dona de casa Rosemaire Figueiredo explicou que o cuidado chegou em um momento importante. “Quando eu descobri que tinha diabetes, fui ao oftalmologista. Hoje eu agradeço a Deus que estou melhor e agora vou ver melhor a vida”, disse.</p>
<p>Além disso, a aposentada Odineia Guimarães, de 72 anos, aproveitou a ação para realizar exames que ainda não havia feito.</p>
<p>“Houve a oportunidade para fazer a mamografia e eu me interessei porque ainda não tinha feito. Isso ajuda muito quem não tem condição de pagar particular”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Governo prevê ampliação dos atendimentos</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776011554_401_Pacientes-recebem-oculos-e-destacam-acesso-a-saude-em-Manaus.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-459022"  /></p>
<p>A ação faz parte de uma estratégia do Governo do Amazonas, em parceria com o Fundo de Promoção Social (FPS), para ampliar o atendimento oftalmológico.</p>
<p>Ao todo, estão previstos cerca de 12 mil atendimentos, contemplando pacientes de diferentes faixas etárias.</p>
<p><em>*Com informações da assessoria</em></p>
<p>Leia mais:</p>
<p>PIS/Pasep 2026: 3º lote será pago nesta semana</p>
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		<item>
		<title>CNJ lança programa para ampliar acesso à saúde no sistema prisional</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cnj-lanca-programa-para-ampliar-acesso-a-saude-no-sistema-prisional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 23:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou nesta sexta-feira (10), no Rio de Janeiro, o programa Cuidar, estratégia do plano Pena Justa voltado à ampliação do acesso à saúde no sistema prisional brasileiro. Para oficializar o programa, foi assinado um acordo de cooperação técnica entre o CNJ, os ministérios da Saúde e da Justiça e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou nesta sexta-feira (10), no Rio de Janeiro, o programa Cuidar, estratégia do plano Pena Justa voltado à ampliação do acesso à saúde no sistema prisional brasileiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/CNJ-lanca-programa-para-ampliar-acesso-a-saude-no-sistema.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para oficializar o programa, foi assinado um acordo de cooperação técnica entre o CNJ, os ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). </p>
<p>O objetivo é garantir cuidados básicos, prevenir a disseminação de doenças e integrar o atendimento prisional às políticas públicas de saúde já existentes.</p>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, Edson Fachin, destacou que o direito à saúde deve ser assegurado independentemente da condição de privação de liberdade.</p>
<p>&#8220;Quem está nesta situação, responde por um delito que cometeu e deve responder mesmo. Porém, privado de liberdade não quer dizer privado de humanidade, de dignidade e de condições básicas de saúde. O propósito desse programa é estabelecer o direito à saúde em todas as etapas do ciclo penal, desde a entrada no sistema prisional até o pós-cumprimento da pena&#8221;, disse Fachin.</p>
<p>&#8220;Isso assegura a continuidade do cuidado, a integração da atenção básica e o enfrentamento das desigualdades que afetam desproporcionalmente a população privada de liberdade&#8221;, completou.</p>
<p>Especialistas presentes no lançamento ressaltaram os desafios da saúde no contexto do encarceramento, como a alta incidência de doenças infecciosas, problemas de saúde mental e múltiplas vulnerabilidades. </p>
<p>Também defenderam uma atuação integrada e contínua, ao destacar que o investimento na saúde prisional tem impacto direto na saúde pública, ao reduzir a transmissão de doenças e proteger a coletividade.</p>
<p>A coordenadora de Controle de Doenças Transmissíveis da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Maria Jesus Sanchez, chamou atenção para a invisibilidade dessa população.</p>
<p>&#8220;Muitas vezes não há dados disponíveis sobre a saúde dessas pessoas. Precisamos entender que as prisões não são sistemas fechados. Temos um grande intercâmbio entre as pessoas privadas de liberdade, os funcionários e as famílias. Portanto, há intercâmbio de doenças. A saúde prisional não pode ficar como um ponto cego para o sistema de saúde. Tem que estar incorporada a ele&#8221;, defende Maria Jesus.</p>
<p>A pesquisadora da Fiocruz Alexandra Roma Sanchez destacou a tuberculose como exemplo de problema de saúde grave no sistema prisional.</p>
<p>&#8220;A chance de uma pessoa morrer de tuberculose na prisão é 17 vezes maior do que uma pessoa da mesma faixa etária e nível socioeconômico morrer em liberdade. Esse indicador dá a dimensão do acesso e da assistência prestada no sistema carcerário&#8221;, alerta Alexandra.</p>
<p>&#8220;Há dois principais desafios para controlar a tuberculose. Um é melhorar o ambiente carcerário. Não há luz solar direta, nem renovação de ar e há  superlotação. Tudo isso amplifica a transmissão e adoecimento pela hiperexposição das pessoas”,disse. </p>
<p>Ela acrescenta que outro desafio é a disponibilização de métodos de diagnóstico de alta performance. “A gente precisa das melhores soluções para rastreamento e não tecnologias atrasadas&#8221;, completou.</p>
<p>O programa Cuidar integra o plano Pena Justa, política nacional voltada ao enfrentamento da crise no sistema prisional brasileiro. </p>
<p>Coordenado pelo CNJ e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, o plano foi determinado pelo STF no julgamento da ADPF 347, em 2023, que reconhece o estado de coisa inconstitucional no sistema carcerário, e reúne mais de 300 metas a serem cumpridas até 2027.</p>
<p>Entre os objetivos estão a redução da superlotação, melhoria das condições de saúde e higiene nas unidades, ampliação do acesso à educação e trabalho para pessoas privadas de liberdade e fortalecimento da gestão do sistema prisional.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/cnj-lanca-programa-para-ampliar-acesso-saude-no-sistema-prisional" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Autismo: pesquisa aponta baixo acesso a diagnóstico e terapias</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/autismo-pesquisa-aponta-baixo-acesso-a-diagnostico-e-terapias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:21:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[adiagnóstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo Mapa Autismo Brasil (MAB), primeiro perfil sociodemográfico nacional sobre pessoas autistas, divulgado nesta quinta-feira (9), revela que o acesso ao diagnóstico e a terapias no Brasil permanece limitado. Lançada pelo Instituto Autismos, a pesquisa ouviu autistas e cuidadores em todos os estados com o objetivo de identificar o perfil do autista brasileiro e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo Mapa Autismo Brasil (MAB), primeiro perfil sociodemográfico nacional sobre pessoas autistas, divulgado nesta quinta-feira (9), revela que o acesso ao diagnóstico e a terapias no Brasil permanece limitado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Autismo-pesquisa-aponta-baixo-acesso-a-diagnostico-e-terapias.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Lançada pelo Instituto Autismos, a pesquisa ouviu autistas e cuidadores em todos os estados com o objetivo de identificar o perfil do autista brasileiro e a que serviços ele tem acesso.</p>
<p>O estudo colheu 23.632 entrevistas <em>online</em> no período entre 29 de março e 20 de julho de 2025, incluindo respostas de 16.807 responsáveis por pessoas autistas e de 4.604 adultos autistas, além de 2.221 participantes que se identificam tanto como autistas quanto como responsáveis.</p>
<p>Os dados mostram que, apesar de cerca de 25% da população brasileira ter acesso a planos de saúde, 20,4% das pessoas entrevistadas informaram ter confirmado o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>O estudo indica também que apenas 15,5% dos entrevistados disseram realizar terapias pela rede pública de saúde, enquanto mais de 60% informaram usar planos de saúde ou pagar de forma particular para ter acesso ao serviço.</p>
<p>Em nota, o Instituto Autismos avalia que gargalo é ainda mais amplo.</p>
<p>“Os resultados do Mapa Autismo Brasil também revelam que 56,5% dos entrevistados (englobando quem usa SUS e a rede privada) informaram que a pessoa autista em questão (o próprio respondente ou a pessoa sob sua responsabilidade) faz até duas horas semanais de terapia, o que destoa do preconizado internacionalmente – que são terapias multidisciplinares e em carga semanal elevada.”</p>
<h2>Análise</h2>
<p>Em maio de 2025, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, pela primeira vez, dados do Censo Demográfico 2022, que mapeou 2,4 milhões de pessoas com TEA no Brasil – 1,2% da população brasileira.</p>
<p>“Diferentemente do Censo, o Mapa Autismo Brasil faz uma análise socioeconômica e de acesso a serviços de autistas e cuidadores de pessoas autistas, contribuindo com uma avaliação do cenário atual e apontando para demandas de melhorias nas políticas públicas”, destacou o Instituto Autismos.</p>
<h2>Perfil</h2>
<p>As 23.632 entrevistas colhidas traçam o seguinte perfil do autista brasileiro:</p>
<ul>
<li>60,8% são brancos; 32%, pardos; 5,2%, pretos; 1,1%, amarelo; e 0,25%, indígena;</li>
<li>65,3% são homens e 34,2%, mulheres;</li>
<li>72,1% estão na faixa etária até 17 anos, enquanto 27,9% têm entre 18 e 76 anos;</li>
<li>28,6% têm renda familiar até R$ 2.862; 37,9%, entre R$ 2.862 e R$ 9.540; e 20,33%, acima de R$ 9.540;</li>
<li>53,7% têm nível 1 de suporte (o mais baixo); 33,7%, nível 2 de suporte; e 12,6%, nível 3 de suporte (o que requer maior auxílio no dia a dia);</li>
<li>Como comorbidades, 51,5% têm transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH); 41,1%, transtorno de ansiedade; 27,9%, transtornos do sono; 23,2%, distúrbios gastrointestinais; 19,3%, transtorno do desenvolvimento da linguagem; 19,1%, altas habilidades/superdotação; 17,5%, transtorno depressivo; 16,4%, deficiência intelectual; e 12,1%, transtornos específicos da aprendizagem;</li>
<li>Em termos de comunicação, 55,5% falam frases completas e longas; 29,5% fazem ecolalias (palavras e frases repetidas de forma repetitiva), 28,1% falam poucas palavras/frases, 7,65% não falam e não usam comunicação aumentativa e alternativa (CAA) ou escrita, 4,15% falam pouco e usam CAA, 3,51% não falam e usam CAA e 0,59% usam língua brasileira de sinais (Libras).</li>
</ul>
<p>Entre os respondentes responsáveis por pessoas autistas, 96% eram mãe ou pai – desses, 92,4% eram mães.</p>
<p>Entre os cuidadores, 55,2% informaram ter ensino superior completo ou pós-graduação. Do total, 30,47% dos cuidadores declararam não possuir renda ou estarem desempregados, enquanto parte expressiva disse estar inserida no mercado formal, sobretudo como servidores públicos (21,9%) e trabalhadores CLT (16%), além de modalidades informais e autônomas.</p>
<p>“A elevada proporção de cuidadores fora do mercado de trabalho sugere impacto direto das demandas de cuidado na trajetória profissional, ampliando vulnerabilidades econômicas e dependência de políticas de proteção social”, avaliou o Instituto Autismos.</p>
<p>Do total de entrevistados, 76,6% afirmaram utilizar algum tipo de benefício. No entanto, a maior parte é para acesso e identificação: 36,7% usam o cartão de identificação da pessoa com TEA, 30% usam atendimento preferencial em serviços e 20,7% usam vaga de estacionamento para pessoas com deficiência.</p>
<p>Apenas 16,6% informaram ter acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), 12,9% disseram usar passe livre para pessoas com deficiência e 7,7% informaram ter isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>O Mapa Autismo Brasil revela dificuldades de acesso ao diagnóstico de TEA pelo SUS e também atraso do diagnóstico de forma geral, o que dificulta intervenções precoces.</p>
<p>Os resultados indicam uma concentração de diagnósticos na faixa até 4 anos (51,7%), seguida pela faixa de 5 a 9 anos (17,1%) e pela faixa de 10 a 14 anos (6,1%).</p>
<p>“A diferença entre a mediana (4 anos) e a média (11 anos) revela que, embora a maior parte dos diagnósticos ocorra precocemente, ainda há um número relevante de diagnósticos realizados em idades mais avançadas, que elevam a média da amostra”, alertou o Instituto Autismos.</p>
<p>A pesquisa identificou também que os primeiros sinais de TEA são percebidos majoritariamente por familiares próximos (55,9%) ou pela própria pessoa autista (11,4%), enquanto médicos e professores alertaram sobre os primeiros sinais apenas em 7,3% e 9,4% dos casos, respectivamente.</p>
<p>Ainda segundo o estudo, neurologistas ou neuropediatras foram responsáveis pelo diagnóstico em 67% dos casos, seguidos por psiquiatras (22,9%), o que, para o Instituto Autismos, evidencia a necessidade de acesso a especialistas, nem sempre disponíveis nas redes públicas e mesmo privadas de algumas localidades.</p>
<p>Os dados mostram que 55,2% dos diagnósticos foram feitos na rede particular de saúde, 23% por plano de saúde e apenas 20,4% pelo SUS, sendo que as proporções variam quando consideradas as diferentes regiões do país – a pesquisa indica dependência maior do SUS para diagnóstico no Norte e no Nordeste.</p>
<h2>Terapias</h2>
<p>Entre as terapias mais frequentes, destacam-se psicoterapia (52,2%), terapia ocupacional (39,4%), fonoaudiologia (38,9%), psicopedagogia (30,8%) e terapia ABA (29,8%).</p>
<p>Em menor proporção, foram relatadas fisioterapia (12,5%), nutrição (10,2%), musicoterapia (11,0%), psicomotricidade (15,0%), equoterapia (4,3%) e estimulação precoce (3,7%).</p>
<p>Também se observa que 16,4% dos participantes declararam não realizar terapias.</p>
<p>Quando questionados sobre a rede utilizada para terapias, 15,5% disseram usar o SUS, enquanto 35,3% informaram usar o plano de saúde, 28,5% disseram fazer pela rede particular e 7,93% disseram usar associações como as associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes).</p>
<p>Entre usuários do SUS, apenas 33,8% fazem terapia ocupacional, em comparação com 64,5% dos usuários de planos de saúde. Usuários do SUS também relataram significativo menor acesso a sessões de psicoterapia, fonoaudiologia, terapia comportamental ABA, psicomotricidade e musicoterapia quando comparado ao acesso pelo plano de saúde.</p>
<p>Os resultados do MAB ainda indicam um investimento mensal em terapias concentrado principalmente nas faixas de R$ 501 a R$ 1 mil (24,8%), de R$ 1.001 a R$ 3 mil (22,2%) e de R$ 101 a R$ 500 (20,9%). Segundo os dados, 5,7% têm investimento mensal de até R$ 100.</p>
<p>Entre os respondentes, 4,3% relataram gastos superiores a R$ 5 mil por mês e 4,2% não souberam informar.</p>
<p>Considerando tanto quem usa a rede pública quanto quem usa a rede privada de saúde, a carga horária semanal informada de terapias, na avaliação do Instituo Autismos, é baixa. A maioria realiza uma hora (25,90%), nenhuma (18,13%) e duas horas (12,44%) semanais de terapia enquanto apenas 1,54% alcança 40 horas ou mais.</p>
<p>“A concentração em poucas horas semanais sugere limitações de acesso, custo e disponibilidade de serviços, indicando que grande parte das pessoas autistas recebe suporte terapêutico aquém do ideal para necessidades mais intensivas”, destacou o instituto.</p>
<h2>Escola e vida adulta</h2>
<p>Os resultados ainda trazem uma fotografia sobre o acesso à educação. Do total, 83,7% informaram que frequentam uma instituição de ensino, sendo 52,26% escola pública e 31% estabelecimento particular, enquanto 16% disseram não frequentar nenhuma instituição.</p>
<p>Em relação aos recursos de acessibilidade e inclusão, 39,9% informaram não receber nenhum tipo de apoio. Entre os apoios mais frequentes, destacam-se educador social, monitor ou tutor (23,8%), acompanhamento especializado, como mediador escolar ou acompanhante terapêutico (18,8%), adaptações pedagógicas (18,8%) e sala de recursos (18,1%).</p>
<p>“Os dados mostram que a presença na escola não garante, por si só, a inclusão efetiva. A elevada proporção de estudantes sem apoios básicos sugere fragilidade na implementação das políticas de educação inclusiva e desigualdade no acesso aos recursos educacionais previstos em lei”, avaliou o Instituto Autismos.</p>
<p>Na faixa de 18 e 76 anos, 29,9% dos respondentes autistas afirmaram estar desempregados ou sem renda, o que, para o instituto, evidencia um desafio estrutural de inclusão.</p>
<p>Entre os que afirmaram estar empregados, 21,1% atuam como servidores públicos, 20% têm emprego com carteira assinada, 8,1% trabalham de forma autônoma, 6,7% atuam como pessoa jurídica e 5,9% exercem atividades sem carteira assinada.</p>
<p>Há ainda 4,1% que dependem de auxílio governamental, 3,5% que recebem aposentadoria ou pensão e 0,35% que integram a carreira militar.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/autismo-pesquisa-aponta-baixo-acesso-a-diagnostico-e-terapias" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Câmara aprova texto que dá a ANP acesso a dados para combater fraudes</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/camara-aprova-texto-que-da-a-anp-acesso-a-dados-para-combater-fraudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 00:15:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (7) o projeto de Lei Complementar (PLP) 109/25 que autoriza a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a acessar dados fiscais dos agentes regulados pela agência, relacionados à produção, comercialização, movimentação, estoques e preços dos derivados de petróleo e gás natural, combustíveis fósseis (gasolina e diesel, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (7) o projeto de Lei Complementar (PLP) 109/25 que autoriza a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a acessar dados fiscais dos agentes regulados pela agência, relacionados à produção, comercialização, movimentação, estoques e preços dos derivados de petróleo e gás natural, combustíveis fósseis (gasolina e diesel, por exemplo), biocombustíveis (etanol e biodiesel) e combustíveis sintéticos. A proposta passará por análise do Senado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Camara-aprova-texto-que-da-a-ANP-acesso-a-dados.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O objetivo é melhorar o ambiente de regulação e a fiscalização, evitar fraudes, adulteração de combustíveis, sonegação de impostos, além de outras práticas ilícitas.</p>
<p>A medida pretende reduzir custos de fiscalização dos agentes regulares e nivelar a concorrência ao eliminar vantagens competitivas de agentes irregulares.</p>
<p>De acordo com o texto, a ANP passará a ter acesso, de forma permanente, a dados e informações das Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) de operações comerciais, incluindo Notas Fiscais ao Consumidor Eletrônicas (NFC-e) e Conhecimentos de Transporte Eletrônicos (CT-e). O projeto prevê ainda que a ANP deverá preservar o sigilo fiscal das informações obtidas.</p>
<p>Ainda de acordo com a proposta, a agência reguladora deverá comunicar à Receita Federal ou à secretaria da Fazenda estadual ou do Distrito Federal quando instaurar processo sancionador que possa ter repercussão na esfera tributária. A comunicação dependerá do tipo de tributo envolvido daquela unidade da federativa.</p>
<h2>Transição</h2>
<p>Os deputados aprovaram ainda o projeto de lei (PL) 396/07 que estabelece regras mínimas para o processo de transição de governo no período entre o resultado final da eleição e a data da posse. A proposta será enviada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para elaboração da redação final.</p>
<p>O texto estabelece que passa a ser dever da administração que sai do governo facilitar a transição administrativa para o novo governante, sob pena de ser responsabilizada</p>
<p>Pela proposta, caberá ao chefe do Executivo permitir e facilitar o acesso dos administradores eleitos ou de seus representantes legitimamente constituídos às instalações materiais e a todas as informações administrativas pertinentes à gestão que se encerra, inclusive as relativas à prestação de serviços de terceiros.</p>
<p>O texto determina ainda a obrigação de prestar apoio técnico e administrativo necessário aos trabalhos da equipe de transição.</p>
<p>Caso as medidas não sejam tomadas, o texto prevê sanções administrativas e legais aplicáveis e multa, além da obrigação de reparar os danos causados.</p>
<p>Entre outros pontos, o projeto considera como circunstâncias agravantes sonegar informações de forma deliberada; inutilizar bancos de dados ou equipamentos de informática ou danificar patrimônio público material ou imaterial com o intuito de dificultar a transição, mesmo se praticada desde o início do período eleitoral até o final da transição.</p>
<p>Incorrer nessas circunstâncias resulta no aumento de um terço da penalidade. O mesmo se aplica para os casos de intimidação de servidor ou agente público para que descumpra as regras do projeto, sem prejuízo de outras sanções administrativas, civis ou penais cabíveis; e causar dano irreparável ou irrecuperável.</p>
<p>O texto concede o prazo de 72 horas para a formação da equipe de transição, em composição paritária. O prazo correrá a partir da proclamação do resultado da eleição.</p>
<p>Os membros da equipe de transição não serão remunerados, exceto se forem servidores públicos, aos quais serão asseguradas as remunerações e vantagens que já recebiam.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/camara-aprova-texto-que-da-anp-acesso-dados-para-combater-fraudes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>CGU recorre à IA para facilitar acesso à plataforma Fala.BR</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cgu-recorre-a-ia-para-facilitar-acesso-a-plataforma-fala-br/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> A Plataforma Fala.BR, principal canal de ouvidoria do governo federal, terá um novo formato, a partir de segunda-feira (6). Gerenciado pela Controladoria-Geral da União (CGU), o sistema passará a empregar Inteligência Artificial (IA) para facilitar o acesso dos cidadãos, reduzindo dúvidas e tornando o processo mais rápido e acessível. Segundo a Ouvidoria-Geral da União (OGU), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> A Plataforma Fala.BR, principal canal de ouvidoria do governo federal, terá um novo formato, a partir de segunda-feira (6). Gerenciado pela Controladoria-Geral da União (CGU), o sistema passará a empregar Inteligência Artificial (IA) para facilitar o acesso dos cidadãos, reduzindo dúvidas e tornando o processo mais rápido e acessível.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/CGU-recorre-a-IA-para-facilitar-acesso-a-plataforma-FalaBR.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a Ouvidoria-Geral da União (OGU), a interface mais simples será especialmente benéfica para aqueles que utilizam a plataforma em telas menores, por meio de dispositivos móveis, e que hoje representam a maioria dos usuários do Fala.BR.</p>
<p>O novo sistema será capaz de identificar automaticamente se a mensagem enviada por qualquer cidadão é um elogio, sugestão, solicitação, reclamação ou denúncia, registrando-a corretamente. Além disso, em breve, a tecnologia também conseguirá sugerir ao cidadão a classificação da demanda por “assunto”, “órgão destinatário” e “serviço público”.</p>
<p>De acordo com a CGU, as mudanças vão reduzir erros no registro, uma vez que, hoje, é o usuário quem precisa identificar a natureza de sua interação, escolhendo as classificações em uma lista com várias opões.</p>
<p>“A aplicação de IA no Fala.BR vai permitir que o acesso às ouvidorias do governo do Brasil seja ainda mais fácil”, afirma o ministro da CGU, Vinicius Marques de Carvalho.</p>
<p>“Queremos que a população consiga falar com a administração federal de forma simples e ágil, porque as manifestações dos cidadãos são insumos para melhorarmos a infraestrutura e os serviços públicos; nas escolas, hospitais e estradas, por exemplo”, acrescentou o ministro, destacando que a participação social é um “pilar fundamental de um país forte”.</p>
<p>Em nota, a ouvidora-geral da União, Valdirene Paes de Medeiros, também destacou a expectativa de que as facilidades possibilitem e estimulem a maior participação social.</p>
<p>“O novo formato reduz dúvidas e torna o processo mais rápido e acessível, inclusive para usuários com menor familiaridade digital. Como resultado, há um estímulo à participação social, já que o cidadão encontra menos barreiras para se comunicar com o poder público, além de ter uma experiência mais simples, eficiente e confiável ao utilizar os serviços de ouvidoria”, sustenta Valdirene.</p>
<p>O sistema também passou por melhorias que contemplam a gestão das informações prestadas pelas ouvidorias de órgãos públicos. “Agora é possível que as ouvidorias incluam os seus relatórios de gestão diretamente no Fala.BR, facilitando a divulgação de suas atividades e de seus avanços em um único lugar. Isso otimiza a capacidade das ouvidorias de responder de forma mais assertiva para o cidadão”, afirmou o coordenador de Dados e Sistemas de Ouvidoria da CGU, Fernando Simões Vassoler.</p>
<h2>Acesso</h2>
<p>O Fala.BR, ou Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação do Poder Executivo Federal, está em operação desde 2019. Por meio do sistema, os cidadãos podem enviar quaisquer tipos de manifestações para o governo federal e para estados e municípios que aderem à ferramenta. Na plataforma, os solicitantes podem acompanhar a tramitação das manifestações, com prazos definidos para o recebimento de respostas dos órgãos responsáveis.</p>
<p>Além de municiar a administração pública com informações sobre as prioridades da população, manifestações feitas pelos cidadãos por meio do Fala.BR também podem contribuir no combate à corrupção. Recentemente, uma operação contra desvios de recursos da educação em um município baiano, realizada pela CGU e pela Polícia Federal (PF), teve origem em uma manifestação feita pela plataforma.</p>
<p><em>*Com informações da Ascom/CGU</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/cgu-recorre-ia-para-facilitar-acesso-plataforma-falabr" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>MPF quer acesso a laudos de mortos na Operação Contenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso aos laudos necroscópicos dos mortos durante a Operação Contenção, deflagrada em outubro do ano passado.  A operação foi deflagrada pelas polícias civil e militar e terminou com a morte de 118 pessoas que seriam ligadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso aos laudos necroscópicos dos mortos durante a Operação Contenção, deflagrada em outubro do ano passado. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPF-quer-acesso-a-laudos-de-mortos-na-Operacao-Contencao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A operação foi deflagrada pelas polícias civil e militar e terminou com a morte de 118 pessoas que seriam ligadas à organização criminosa Comando Vermelho (CV), além de quatro policiais. </p>
<p>O MPF afirmou que solicitou o acesso a informações do caso, mas o órgão não obteve resposta das autoridades estaduais.</p>
<p>Segundo o MPF, há “obstáculos” para acesso aos laudos também pelos familiares, Defensoria Pública, organizações da sociedade civil e das próprias instituições de Justiça. </p>
<p>“Essa atuação, contrária aos padrões internacionais de proteção às vítimas de violência policial, simboliza revitimização e mais uma violação de direito”, alegou o MPF.</p>
<h2>PF</h2>
<p>No mês passado, Moraes determinou que o governo do estado do Rio de Janeiro envie à Polícia Federal (PF) as imagens capturadas durante a operação. </p>
<p>A corporação será responsável pela perícia do material.</p>
<p>A decisão do ministro foi tomada no processo conhecido como ADPF das Favelas &#8211; Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635.</p>
<p>Na ação, a Corte já determinou diversas medidas para redução da letalidade durante operações em comunidades do Rio de Janeiro. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/mpf-quer-acesso-laudos-de-mortos-na-operacao-contencao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Saiba como funciona o acesso ao atendimento para crianças autistas no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-como-funciona-o-acesso-ao-atendimento-para-criancas-autistas-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 19:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O ingresso na rede de atendimento ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Amazonas começa pelas unidades satélites, responsáveis pela avaliação inicial dos critérios de elegibilidade e encaminhamento para acompanhamento especializado. Entre os pontos de entrada estão o Caic Edson Melo, com atendimento pelo WhatsApp (92) 99135-4969, e o Caic José Carlos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O ingresso na rede de atendimento ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Amazonas começa pelas unidades satélites, responsáveis pela avaliação inicial dos critérios de elegibilidade e encaminhamento para acompanhamento especializado.</p>
<p>Entre os pontos de entrada estão o Caic Edson Melo, com atendimento pelo WhatsApp (92) 99135-4969, e o Caic José Carlos Mestrinho, pelo número (92) 99136-3327.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o acesso ao atendimento TEA</h2>
<p>Após a avaliação inicial nas unidades satélites, as crianças são encaminhadas para os Centros de Atenção Integral à Criança com TEA (Caic TEA), onde passam a receber acompanhamento terapêutico especializado.</p>
<p>O fluxo de atendimento é estruturado para garantir diagnóstico, triagem e encaminhamento de forma organizada, facilitando o acesso das famílias à rede pública de saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atendimento multidisciplinar especializado</h2>
<p>Nos Caic TEA, os pacientes recebem terapias com equipe multidisciplinar, incluindo psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicopedagogia e atendimento médico especializado.</p>
<p>O foco é o desenvolvimento cognitivo, social e comportamental das crianças, promovendo mais autonomia e qualidade de vida.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Acompanhamento e suporte às famílias</h2>
<p>Além do atendimento às crianças, a rede também oferece orientação às famílias, que recebem suporte contínuo durante todo o processo terapêutico.</p>
<p>Com isso, o cuidado se estende para dentro de casa, fortalecendo o desenvolvimento dos pacientes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Resultados já percebidos na prática</h2>
<p>Com o acompanhamento contínuo, famílias relatam avanços na comunicação, interação social e independência das crianças atendidas pela rede estadual.</p>
<p>O modelo reforça a importância do diagnóstico precoce e do acesso rápido ao tratamento especializado.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Wilson Lima vistoria obras do segundo Caic TEA em Manaus</p>
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