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	<title>acesso Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Acesso à saúde reduz histórias de perdas em comunidade do Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 19:37:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Morador da zona rural de Carauari, no interior do Amazonas, Francisco Solivan Peres de Araújo perdeu a mãe quanto tinha 2 anos. Ela faleceu durante o parto de sua irmã. “Deu uma hemorragia. Na época, não tinha possibilidade nenhuma de chegar na cidade”, contou ele à reportagem, relembrando as condições de vida na região no final da década [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Morador da zona rural de Carauari, no interior do Amazonas, Francisco Solivan Peres de Araújo perdeu a mãe quanto tinha 2 anos. Ela faleceu durante o parto de sua irmã. “Deu uma hemorragia. Na época, não tinha possibilidade nenhuma de chegar na cidade”, contou ele à reportagem, relembrando as condições de vida na região no final da década de 80. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Acesso-a-saude-reduz-historias-de-perdas-em-comunidade-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A triste história de Solivan, atual presidente da Associação dos Moradores Agroextrativistas da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uacari (Amaru), é muito comum pela região. São relatos de perdas, sequelas e traumas provocados pela distância entre a zona rural e a zona urbana. Ou, até mesmo, pela falta de dinheiro para conseguir deslocar-se até a cidade para um atendimento em saúde.</p>
<p>Carauari é um município de grande extensão territorial, um dos maiores do Brasil, com mais de 25,7 mil quilômetros de área – maior até do que diversos países. Banhado pelo sinuoso Rio Juruá e cercado pela Floresta Amazônica, isso significa que ir da zona rural de Carauari, onde estão concentradas as populações ribeirinhas, até a zona urbana, onde há a estrutura pública fixa de saúde, pode levar horas ou dias de viagem. O trajeto depende do tipo de embarcação e da situação do rio. Se estiver em época de seca, o percurso pode ser ainda mais demorado.</p>
<p>Nos últimos dez dias, a reportagem da Agência Brasil participou de uma expedição para conhecer comunidades ribeirinhas de Carauari, instaladas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS Uacari). A viagem teve início com um deslocamento de cerca de 35 horas de lancha expressa de Manaus até a cidade. Depois, mais quatro horas de deslocamento até a comunidade de Bauana. De lá, mais quatro horas para percorrer comunidades localizadas até a região de Campina. A reportagem ouviu muitas histórias trágicas que, talvez, pudessem ter um desfecho diferente se, naquela época, houvesse políticas públicas para o atendimento à saúde da população ribeirinha.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Acesso-a-saude-reduz-historias-de-perdas-em-comunidade-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Amazonas 27/07/2026 - Projeto leva atendimento médico a comunidades ribeirinhas do Amazonas. (Francisco Solivan, presidente da Associação dos Moradores Agroextrativistas da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uacari (Amaru). Crédito:  Lucas Bonny/FAS" title=" Lucas Bonny/FAS"/></p>
<p>Francisco Solivan, presidente da Associação dos Moradores Agroextrativistas da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uacari (Amaru) &#8211;  Lucas Bonny/FAS</p>
<h2>Resgate</h2>
<p>Os relatos de mortes de moradores da região por falta de atendimento eram ainda mais comuns até os anos 90, quando a prefeitura instalou um sistema de lanchas de resgate que é utilizado para atender situações de gravidade ou de emergência. Mesmo assim, ainda persistem relatos de demora no atendimento por causa da imensa distância que precisa ser percorrida até a “cidade”, como os ribeirinhos chamam a área urbana de Carauari.</p>
<p>Adriana da Silva e Silva tem sequelas na perna após ter sido picada por uma cobra em janeiro de 2019, na comunidade de São José do Nachiqui, povoado ribeirinho tradicional situado às margens da Bacia do Rio Juruá.</p>
<p>“A gente chamou o resgate, só que no momento não estava disponível. Demorou mais de 24 horas para chegar o atendimento. Quando eu me desloquei da comunidade até a cidade, em razão das horas que eu passei, eu sofri muito devido ao veneno e não tinha soro. Aí minha perna inchou muito, ficou irreconhecível. Para não perder a perna, eles tiveram que fazer quatro cirurgias”, contou.</p>
<p>Naquele momento cogitaram levá-la à capital Manaus, onde sua perna seria amputada. Os médicos de Carauari, no entanto, conseguiram salvar o membro. Apesar disso, Adriana enfrenta diversas sequelas desse episódio.</p>
<p>“Às vezes, quando eu ando, eu perco o tato da perna. E se eu ficar muito tempo com a perna encolhida, eu tenho dificuldade para esticar e se eu ficar com ela esticada, eu tenho dificuldade para encolher. E ela incha muito”.</p>
<p>Raimundo Viana da Cunha, ex-morador da comunidade Mandioca e atualmente colaborador do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) também carrega as marcas de uma tragédia familiar.</p>
<p>“Até os anos 90, aqui no Médio Juruá, a gente tinha pouca assistência em vários sentidos, mas a da saúde era a mais carente. Em 1994, a gente morava na comunidade Mandioca e o meu irmão adoeceu. Nessa época, a gente não tinha apoio de governo e das organizações de base, que hoje têm esse trabalho fortalecido. A gente dependia de regatão [comerciante ambulante que navega pelos rios da Amazônia vendendo ou distribuindo suas mercadorias] para fazer um deslocamento até a sede do município para ter um atendimento médico. E o meu irmão esperou uma semana doente sem ter nenhum barco passando. A gente não tinha condições próprias na época”, acrescentou.</p>
<p>Quando finalmente sua mãe conseguiu uma carona no regatão, demorou uma semana para que ela e o filho doente conseguissem chegar até a cidade. Isso porque a prioridade do regatão era vender suas mercadorias pelo caminho.</p>
<p>“O fato é que, depois de duas semanas, meu irmão foi atendido e não teve mais condição de fazer nada pela saúde dele – e ele veio a óbito”, contou Raimundo.</p>
<p>Até hoje, ele não sabe o que provocou a morte do irmão. Só lembra que ele reclamava de dores na barriga.</p>
<p>“Essa era uma situação comum até os anos 1997, quando as organizações, já mais um pouco fortalecidas, buscaram nossos direitos. E aí começou a ter um olhar especial para o Médio Juruá e foi quando essa situação começou a ter outro sentido. Mas, até essa data, muitas famílias sofreram essas calamidades nessa questão de doenças porque a gente não tinha um atendimento. Isso causou uma evacuação do Médio Juruá, de famílias que, assim como a minha, foram para a cidade em busca de ter um atendimento melhorado, já que nós não tínhamos isso aqui”, lembrou.</p>
<h2>Saúde mais próxima</h2>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1785181037_135_Acesso-a-saude-reduz-historias-de-perdas-em-comunidade-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Amazonas 27/07/2026 - Projeto leva atendimento médico a comunidades ribeirinhas do Amazonas. ( suprimentos do posto de saúde de Bauana, em Carauari). Lucas Bonny/FAS" title="Lucas Bonny/FAS"/></p>
<p>Projeto leva atendimento médico a comunidades ribeirinhas do Amazonas. &#8211; Lucas Bonny/FAS</p>
<p>Para todos esses ribeirinhos, a experiência comprovou que, se houvesse atendimento em saúde mais próximo de suas comunidades, essas histórias não seriam tão trágicas.</p>
<p>“Eu imagino que, há 38 anos, quando a minha mãe faleceu, era difícil, muito difícil. Meu pai não tinha sequer uma rabetinha para que pudesse se deslocar. Não tinha possibilidade nenhuma de um resgate como tem hoje, de levar a pessoa para a cidade por meio de [uma lancha a] motor”, disse Solivan.</p>
<p>Para muitos deles, estar mais próximo da cidade poderia significar um melhor atendimento em saúde. No entanto, isso afastaria as famílias de seu território e de um trabalho que é tradicional e contribui para a preservação das florestas brasileiras: o extrativismo e a agricultura familiar.</p>
<p>“A RDS Uacari, que a gente representa hoje como associação, tem 633 km de extensão. E ela é composta por 31 comunidades, um pouco mais de 409 famílias. E essas famílias vivem do extrativismo e da sociobiodiversidade”, disse Solivan.</p>
<p>Ele conta que lá são explorados o manejo do pirarucu sustentável, o látex da seringa e a cadeia das oleaginosas, como a andiroba, o açaí e a ucuba, além da agricultura familiar.</p>
<p>O ideal, defendem os ribeirinhos, seria que a saúde pudesse estar mais próxima dessa população, sem que elas precisassem deixar seus territórios. No entanto, é um desafio para o Poder Público instalar postos de saúde por todas as comunidades ribeirinhas, ainda mais diante do orçamento reduzido das prefeituras de cidades pequenas. Carauari, por exemplo, tem cerca de 28 mil habitantes, segundo o último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  A estimativa de orçamento para este ano de 2026 foi estabelecida em R$ 142 milhões.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1785181037_426_Acesso-a-saude-reduz-historias-de-perdas-em-comunidade-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Amazonas 27/07/2026 - Projeto leva atendimento médico a comunidades ribeirinhas do Amazonas. (Secretário de Saúde de  Carauari, Manoel Brito). Crédito:  Lucas Bonny/FAS" title=" Lucas Bonny/FAS"/></p>
<p>Secretário de Saúde de  Carauari, Manoel Brito &#8211;  Lucas Bonny/FAS</p>
<p>A solução encontrada até então pela prefeitura foi oferecer o resgate por lanchas, serviço que custa mensalmente entre R$ 40 mil e R$ 45 mil para os cofres municipais, segundo o secretário de saúde de Carauari, Manoel Brito. Há também a disponibilidade das Unidades Básicas de Saúde (UBS) fluviais, que percorrem as comunidades para atendimento em saúde. No entanto, pelo alto custo, isso só ocorre de forma eventual.</p>
<p> </p>
<p>“A prefeitura sozinha, com recursos próprios, não consegue [instalar unidades básicas de saúde pelas comunidades]. A arrecadação do município não comporta isso. Temos planejamento e temos conhecimento sobre esses territórios, sabemos dessas necessidades. Por isso as parcerias com o terceiro setor têm sido importantíssimas”, disse o secretário à Agência Brasil.</p>
<p>Procurado, o Ministério da Saúde também reconheceu a importância da atuação de organizações da sociedade civil nos territórios, em articulação com as diretrizes do SUS. E informou que tem buscado aumentar os investimentos voltados ao atendimento das populações ribeirinhas e demais comunidades que vivem em áreas de difícil acesso.</p>
<p>“Neste ano, estão sendo aplicados R$ 500 milhões para a implantação de Equipes de Saúde da Família Ribeirinha, que contam com médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem e profissionais de saúde bucal. Prefeituras de 2.690 municípios podem requisitar serviços específicos nas populações das águas — possibilidade que antes existia apenas para 784 municípios da Amazônia Legal e do Pantanal Sul-Mato-Grossense”, diz nota que foi encaminhada à reportagem pelo ministério.</p>
<p>Segundo a pasta, nas regiões que já contam com o serviço, existem 332 equipes de Saúde da Família Ribeirinha e 71 Unidades Básicas de Saúde Fluviais que levam atendimento de saúde às comunidades mais isoladas, “vencendo desafios históricos como barreiras geográficas, vazios assistenciais, dificuldades de fixação de profissionais e impactos das emergências climáticas”.</p>
<h2>Parceria com a sociedade civil</h2>
<p>Nesta última semana, uma parceria entre a prefeitura da cidade de Carauari e organizações da sociedade civil tornou possível a instalação de dois pontos de saúde mais próximos dessas comunidades ribeirinhas.</p>
<p>Chamado de SUS na Floresta, o modelo realizado em Carauari é resultado de um edital do programa Juntos pela Saúde. O projeto é executado pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS), em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Umane, com gestão do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) e apoio técnico da prefeitura de Carauari e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amazonas.</p>
<p>Os dois pontos foram instalados nas unidades de Bauana e Campina da Fundação Amazônia Sustentável e a expectativa é que, juntos, eles possam atender 56 comunidades ribeirinhas e beneficiar cerca de 4,7 mil pessoas com atendimento de atenção primária. </p>
<p>Cada uma dessas unidades foi equipada com consultórios para atendimentos presenciais e remotos, sala de triagem, consultório odontológico, conexão à internet, equipamentos de telessaúde e áreas para a permanência das equipes, de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>“Se naquela época tivesse esse sonho que estamos realizando hoje, que é um ponto de saúde [instalado nas comunidades ribeirinhas] e que dá a possibilidade de garantir uma vida melhor para os ribeirinhos, não tenho dúvida em Deus que minha mãe ainda estaria viva”, disse Solivan.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1785181038_215_Acesso-a-saude-reduz-historias-de-perdas-em-comunidade-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Amazonas 27/07/2026 - Projeto leva atendimento médico a comunidades ribeirinhas do Amazonas. ( o enfermeiro Antônio Carlos Bezerra e Valcléia Lima, superintendente-geral adjunta da FAS. Crédito:  Lucas Bonny/FAS&#13;&#10;" title=" Lucas Bonny/FAS"/></p>
<p>O enfermeiro Antônio Carlos Bezerra e Valcléia Lima, superintendente-geral adjunta da FAS.  &#8211;  Lucas Bonny/FAS</p>
<p>Na primeira semana de atendimento, muitos ribeirinhos da região buscaram atendimento. Entre eles, uma criança que havia se ferido com o anzol de sua vara de pescar. Houve também um caso grave de desnutrição infantil, que contou com um grande esforço da equipe de enfermagem da unidade de Campina. “Aqui nós conseguimos fazer o que elas só conseguiriam na cidade ou então em uma vinda da UBS fluvial, que vem aqui duas vezes por ano devido à logística”, contou o enfermeiro Antônio Carlos Alves Bezerra, atualmente trabalhando na unidade de Campina.</p>
<p>Segundo ele, trata-se de uma população que &#8220;vai muito pouco ao médico&#8221;. &#8220;Só vai mesmo quando chama resgate ou então quando a UBS Fluvial passa por aqui”, acrescentou o enfermeiro.</p>
<p>“Alguns pacientes que estiveram aqui com a gente relataram casos de antes do resgate e da existência desse ponto. Teve um paciente que perdeu dois filhos devido uma picada de cobra. Ele ficou 12 horas esperando [por socorro] e, nessa época, ainda não tinha essa tecnologia que tem hoje como aparelho celular. Mas como naquela época não tinha nem o resgate e nem o ponto, esse paciente veio a óbito”.</p>
<p>Agora, com esse atendimento primário mais próximo da população, a expectativa é que se diminuam em até 80% as chamadas para o resgate por lancha, estimou o enfermeiro Carlos. “Vamos salvar muito mais vidas e vamos evitar também os resgates. Se eles vierem aqui, faz-se o atendimento e só vai para cidade se for um caso de emergência mesmo. Mas já vai sair daqui estabilizado”.</p>
<p>Segundo Mickela Souza Costa, gerente do Programa Saúde na Floresta da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), o projeto SUS na Floresta pretende não só oferecer novas estratégias para as populações ribeirinhas, como também contribuir para que elas permaneçam em seus territórios com a garantia de que estarão tendo acesso ao seu direito à saúde.</p>
<p>“Se as pessoas começarem a decidir ir embora de seus territórios, isso vai ser catastrófico. Primeiro por que quem é que vai cuidar do que está aqui? E segundo: os centros urbanos não estão, em hipótese alguma, preparados para receber um êxodo rural. Você vai ter um <em>boom</em> de aumento em problemas sociais que já são latentes nos centros urbanos. Dentro das diversas Amazônias, a gente não pode esquecer que nós temos cidadãos brasileiros que precisam que as políticas cheguem. E se o governo, por um acaso, não está conseguindo interiorizar isso, é nossa obrigação apoiar”.</p>
<h2>Mais saúde</h2>
<p>O atendimento nas duas novas estruturas em sua primeira semana de funcionamento foi muito elogiado pelos moradores. “Esse ponto de saúde é muito importante para a vida dos comunitários porque a gente sofria muito com essa questão da logística de quando a pessoa adoece e precisava ir até a cidade para ser atendido. A UBS que passa nas comunidades não era suficiente para a gente ter um atendimento melhor na área da saúde&#8221;, disse Maria das Neves, moradora da comunidade Novo Horizonte e vice-presidente da Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc).</p>
<p>O colaborador do ICMBio, Raimundo Viana, concorda com ela. “Vejo isso como um ponto muito positivo porque hoje a gente vai ter um atendimento no Médio Juruá que, há 20 ou 30 anos atrás, a gente nem sonhava que poderia existir, Com a instalação desses postos, a vida de quem mora aqui vai ter outro sentido na área da saúde. A logística da Amazônia é complexa. Mas em se tratando do Médio Juruá, é ainda mais complexo porque a gente está mais distante dos grandes centros. E aqui o transporte é por rabetinha, uma canoa com motorzinho. Hoje o município oferece um resgate, mas isso ainda não atende toda a demanda, porque a demanda é grande”.</p>
<p>Segundo ele, com os pontos instalados em Bauana e em Campina, as distâncias para conseguir um atendimento em saúde serão bastante encurtadas. “Em vez de de gastar 12 horas de onde eles estão para chegar na sede do município, eles vão gastar quatro horas, dependendo do local que eles estão, para esses pontos que foram instalados no Médio Juruá. Essa é uma vantagem muito importante”, disse Raimundo.</p>
<p>Para Valcléia Lima, superintendente-geral adjunta da FAS, há ainda muitos desafios a serem enfrentados para que se consiga garantir saúde à população ribeirinha. “Um dos grandes desafios é o logístico e operacional: os custos de se estar aqui, de manter uma equipe de saúde aqui e que é responsabilidade da prefeitura. Também é desafiador captar recurso e conseguir convencer um parceiro [um financiador] de levar uma estrutura dessa para um lugar como esse. Muitas vezes ele quer investir em outras coisas e outras ações, mas isso aqui faz a diferença para quem está no território”, disse ela.</p>
<p>Outro desafio, destacou ela, diz respeito à manutenção desses espaços. “Infelizmente ainda tem uma prática no Brasil de que nem sempre o próximo gestor dá continuidade àquilo que o anterior está fazendo. Isso muitas vezes gera um retrocesso”. No entanto, destaca Valcléia, o projeto SUS na Floresta já demonstra que é possível direcionar melhor os recursos e os atendimentos, contribuindo até mesmo para uma economia de gastos pela prefeitura.</p>
<p>Os moradores, no entanto, sabem que é preciso ir muito além.</p>
<p>“É preciso implantar mais posto de saúde, tanto dentro da RDS quanto da Resex [Reserva Extrativista] do Médio Juruá. O que divide as duas unidades é somente o rio. Uma reserva de um lado, a outra reserva é do outro. Mas as pessoas são as mesmas, a dor das pessoas é a mesma. A dor de um é a dor do outro”, falou Solivan.</p>
<p><em>*A repórter viajou a convite do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) e da Fundação Amazônia Sustentável (FAS)</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/acesso-a-saude-reduz-historias-de-perdas-em-comunidade-do-amazonas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/acesso-a-saude-reduz-historias-de-perdas-em-comunidade-do-amazonas/">Acesso à saúde reduz histórias de perdas em comunidade do Amazonas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>David Almeida consegue na Justiça acesso total à pesquisa que colocou Maria do Carmo em primeiro lugar</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/david-almeida-consegue-na-justica-acesso-total-a-pesquisa-que-colocou-maria-do-carmo-em-primeiro-lugar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:18:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-prefeito de Manaus e o Avante conseguiram na Justiça acesso aos dados da pesquisa AtlasIntel que colocou a empresária Maria do Carmo Seffair (PL) em primeiro lugar na corrida pelo Governo do Amazonas no mês de maio. A pesquisa nº AM-09404/2026. De acordo com o TRE-AM, a AtlasIntel terá de fornecer documentos internos ao [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O ex-prefeito de Manaus e o Avante conseguiram na Justiça acesso aos dados da pesquisa AtlasIntel que colocou a empresária Maria do Carmo Seffair (PL) em primeiro lugar na corrida pelo Governo do Amazonas no mês de maio. A pesquisa nº AM-09404/2026.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o TRE-AM, a AtlasIntel terá de fornecer documentos internos ao ex-prefeito e ao partido. Entre os dados  de acesso estarão disponíveis  planilhas utilizadas pelos entrevistadores, mapas, relatórios, registros da pesquisa e demais documentos capazes de permitir auditoria sobre o levantamento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Homem grava vídeo arrancando adesivos de Maria do Carmo e Alberto Neto no interior: ‘eleitor não é burro’</p>
<p class="wp-block-paragraph">A empresa tem dois dias para fornecer os dados. A decisão é da juíza Maria Auxiliadora dos Santos Benigno.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisa, Maria do Carmo (PL) tinha 38,4%, seguida de Omar Aziz (PSD), com 27,5%, seguido de Roberto Cidade (União Brasil) – 13,7% e só então David Almeida (Avante), com  11,8%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Veja:</p>
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		<title>Cristo Redentor terá novas escadas e elevadores de acesso</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cristo-redentor-tera-novas-escadas-e-elevadores-de-acesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 01:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Petrobras e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) assinaram, nesta quarta-feira (1º), um acordo de cooperação ambiental para fortalecer a gestão do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Entre as principais medidas está a modernização do sistema de acesso ao Cristo Redentor, com a substituição das quatro escadas rolantes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) assinaram, nesta quarta-feira (1º), um acordo de cooperação ambiental para fortalecer a gestão do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Entre as principais medidas está a modernização do sistema de acesso ao Cristo Redentor, com a substituição das quatro escadas rolantes e a instalação de dois elevadores inclinados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Cristo-Redentor-tera-novas-escadas-e-elevadores-de-acesso.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As obras começam em agosto e devem ser concluídas em maio de 2027. Durante o período, será necessário reduzir o número de visitantes ao monumento, que é o ponto turístico mais visitado do país.</p>
<p>A Petrobras investirá R$ 15 milhões na compra e na instalação dos equipamentos. Caberá ao ICMBio acompanhar a execução, a fiscalização e o ordenamento das intervenções.</p>
<p>Os novos elevadores inclinados vão ampliar a acessibilidade para pessoas com deficiência, idosos e visitantes com mobilidade reduzida.</p>
<p>Gestão compartilhada</p>
<p>Também nesta quarta-feira, a Prefeitura do Rio de Janeiro e o ICMBio assinaram um termo de cooperação para a gestão compartilhada do Parque Nacional da Tijuca. O acordo prevê ações integradas de ordenamento público, conservação ambiental e proteção do patrimônio histórico, cultural e paisagístico da unidade de conservação.</p>
<p>Segundo o prefeito em exercício, Eduardo Cavaliere, a parceria permitirá maior integração entre os órgãos responsáveis pela gestão do parque.</p>
<p>&#8220;Esse termo de gestão compartilhada permite que a prefeitura, o Ministério do Meio Ambiente, o ICMBio e a administração do Parque Nacional da Tijuca atuem de forma integrada, dentro de um acordo de cooperação técnica&#8221;, afirmou.</p>
<p>O acordo terá vigência de cinco anos e envolve a participação de pelo menos 19 órgãos municipais, entre secretarias, fundações, companhias e gerências. As ações serão detalhadas em um plano de trabalho, com metas, cronograma e indicadores.</p>
<p>Para o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima em exercício, João Paulo Ribeiro Capobianco, a iniciativa fortalece a proteção de uma das principais unidades de conservação urbanas do país.</p>
<p>&#8220;Hoje estamos aqui, todos juntos, construindo uma solução. É um exercício de cidadania&#8221;, disse.</p>
<p>Com a parceria, a prefeitura ampliará os serviços de conservação e infraestrutura, incluindo limpeza, poda de árvores, drenagem e manutenção da iluminação pública. A Guarda Municipal reforçará o ordenamento em áreas de grande circulação de visitantes, como Vista Chinesa, Pedra Bonita e Mirante Dona Marta, além de intensificar o combate ao estacionamento irregular.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima fará o monitoramento da cobertura vegetal por satélite, promoverá o reflorestamento de áreas do entorno e desenvolverá ações de educação ambiental, com ampliação das visitas de estudantes da rede municipal ao Parque Nacional da Tijuca.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/cristo-redentor-tera-novas-escadas-e-elevadores-de-acesso" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Nova plataforma usa IA para facilitar acesso a dados públicos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/nova-plataforma-usa-ia-para-facilitar-acesso-a-dados-publicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 23:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal lançou, nesta terça-feira (30), a plataforma Informa.BR, para garantir aos cidadãos o acesso a informações públicas. A nova plataforma usa inteligência artificial (IA) para localizar, em portais do Poder Executivo, os dados procurados. Pela Lei de Acesso à Informação (LAI), qualquer pessoa física ou jurídica pode solicitar e receber dados públicos dos órgãos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal lançou, nesta terça-feira (30), a plataforma Informa.BR, para garantir aos cidadãos o acesso a informações públicas. A nova plataforma usa inteligência artificial (IA) para localizar, em portais do Poder Executivo, os dados procurados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Nova-plataforma-usa-IA-para-facilitar-acesso-a-dados-publicos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Pela Lei de Acesso à Informação (LAI), qualquer pessoa física ou jurídica pode solicitar e receber dados públicos dos órgãos e entidades de todos os Poderes, nas esferas federal, estadual e municipal, sem precisar justificar o motivo do pedido.</p>
<p>A nova plataforma, segundo o governo, vai facilitar o acesso a informações públicas do governo brasileiro. O <em>link</em> de acesso à informação que os órgãos públicos precisam disponibilizar na aba superior de seus <em>sites</em>, em cumprimento à LAI, terá um <em>link</em> direto para a nova ferramenta.</p>
<p>O Informa.BR, criado e gerenciado pela Controladoria-Geral da União (CGU), já está disponível.</p>
<h2>Melhorias</h2>
<p>Atualmente, para encontrar dados públicos do governo federal, o interessado precisa saber onde essas informações estão, por exemplo, se ficam disponíveis no Portal da Transparência, no Portal Brasileiro de Dados Abertos, ou, ainda, nos <em>sites</em> das instituições.</p>
<p>Na nova plataforma, o cidadão poderá encontrar informações públicas do governo federal descrevendo a demanda em um sistema de busca. Como resposta, o Informa.BR apresentará um resumo dos resultados encontrados, indicando <em>links</em> para cada uma delas.</p>
<p>Além disso, o portal apontará itens que têm relação com o pedido de informação dentro do Portal da Transparência, do Portal Brasileiro de Dados Abertos e de respostas a pedidos LAI já concedidas anteriormente.</p>
<p>Caso o cidadão não encontre o que procura, ele poderá realizar e acompanhar, no próprio Informa.BR, pedidos com base na LAI.</p>
<h2>Migração</h2>
<p>Atualmente os pedidos de acesso a dados pela LAI são feitos por meio do Fala.BR, também gerido pela CGU.</p>
<p>Segundo o governo, em um primeiro momento, os órgãos federais seguirão usando o Fala.BR para analisar e responder pedidos LAI. O Informa.BR poderá ser utilizado pelos cidadãos a partir desta terça. A migração completa será anunciada posteriormente.</p>
<p>O governo esclarece ainda que o Fala.BR permanecerá sendo o canal oficial para o registro e tratamento das manifestações de ouvidoria do governo federal. Somente os pedidos LAI passarão a ser realizados e acompanhados pelo Informa.BR. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/nova-plataforma-usa-ia-para-facilitar-acesso-dados-publicos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Enare: inscrições para residência de acesso direto terminam segunda</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/enare-inscricoes-para-residencia-de-acesso-direto-terminam-segunda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:25:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[Direto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As inscrições para o Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027 continuam até a segunda-feira (29) para as especialidades com acesso direto à residência médica. Já para as residências que exigem pré-requisito, como ano adicional de estudo e área de atuação para a residência em área profissional da saúde (multiprofissional e uniprofissional), as inscrições podem ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As inscrições para o Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027 continuam até a segunda-feira (29) para as especialidades com acesso direto à residência médica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Enare-inscricoes-para-residencia-de-acesso-direto-terminam-segunda.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Já para as residências que exigem pré-requisito, como ano adicional de estudo e área de atuação para a residência em área profissional da saúde (multiprofissional e uniprofissional), as inscrições podem ser efetuadas até 15 de julho.</p>
<p>As inscrições para esta sétima edição devem ser feitas exclusivamente na página do exame no portal da Fundação Getúlio Vargas, banca organizadora do processo seletivo.</p>
<p>O processo seletivo unificado tem o objetivo de democratizar o acesso à residência médica e otimizar a ocupação dessas vagas no país. </p>
<h2>Taxa de inscrição e pedidos de isenção</h2>
<p>O valor da taxa de inscrição será de R$ 330 para todas as especialidades de acesso direto da residência médica.</p>
<p>Para os demais programas de residência na área profissional da saúde, a taxa de inscrição foi fixada em R$ 220.</p>
<p>O boleto deve ser pago até 6 de julho. A Rede HU Brasil, antiga Ebserh, coordenadora do Enare, informa que as inscrições somente serão efetivadas após a comprovação de pagamento da taxa de inscrição.</p>
<h2>Vagas disponíveis</h2>
<p>Em 2025, este certame registrou mais de 138 mil inscritos e a oferta de mais de 12 mil vagas para residência médica distribuídas em 225 instituições participantes, entre hospitais, fundações universitárias e institutos.</p>
<p>O candidato pode consultar o mapa de vagas ofertadas por Unidade da Federaçã.</p>
<p>De abrangência nacional, o Enare terá as provas aplicadas em 60 cidades brasileiras, em 13 de setembro.</p>
<p>A etapa correspondente à prova objetiva será composta exclusivamente pela nota final obtida pelo candidato na prova do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), conforme a Teoria de Resposta ao Item (TRI), conforme definido pelo Inep.</p>
<h2>Enamed</h2>
<p>Desde a edição de 2025, o Enare conta com integração ao Enamed, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em parceria com a Rede HU Brasil.</p>
<p>Pela parceria, o resultado do Enamed poderá ser usado no Enare para as especialidades médicas de acesso direto. O Enamed é obrigatório para concluintes do curso de medicina.</p>
<p>Os médicos formados em anos anteriores também podem se inscrever no Enamed, caso tenham interesse em usar o resultado no Enare.</p>
<p>As inscrições do Enamed 2026 estão abertas exclusivamente no Sistema Enamed.</p>
<p>Notas obtidas em edições anteriores do Enamed podem ser aproveitadas desde que o candidato tenha alcançado nível de desempenho classificado como proficiente.</p>
<h2>Editais oficiais</h2>
<p>Os editais de seleção para ingresso em Programas de Residência Médica e de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde podem ser acessados na página oficial do Enare. </p>
<p>Os documentos detalham todas as normas para participação no certame, incluindo orientações sobre inscrição, etapas de avaliação, critérios de classificação, documentação exigida, prazos e demais procedimentos necessários.</p>
<h2>Dúvidas</h2>
<p>Para esclarecer dúvidas sobre editais, inscrições, locais de prova ou andamento do processo seletivo Enare, a FGV disponibiliza canais oficiais de suporte técnico e de atendimento ao candidato.</p>
<p>Os participantes podem acionar o serviço para resolver pendências ou obter orientações no site, por e-mail (exame.enare@fgv.br ) ou telefone 0800-591-3078.</p>
<p>A ligação é gratuita. O atendimento ao público é feito de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 18h (no horário de Brasília). </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/enare-inscricoes-para-residencia-de-acesso-direto-terminam-segunda" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Prefeitura de Limeira fecha acesso à Ponte do Esqueleto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:11:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prefeitura de Limeira reforçou nesta quarta-feira (17) as medidas de segurança na área da Ponte do Esqueleto, com o fechamento de acessos irregulares e o complemento de ações emergenciais já executadas antes. Segundo a prefeitura, uma intervenção mais ampla não havia sido executada antes devido às limitações operacionais por parte do governo federal, responsável [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A prefeitura de Limeira reforçou nesta quarta-feira (17) as medidas de segurança na área da Ponte do Esqueleto, com o fechamento de acessos irregulares e o complemento de ações emergenciais já executadas antes. Segundo a prefeitura, uma intervenção mais ampla não havia sido executada antes devido às limitações operacionais por parte do governo federal, responsável pela ponte. O acesso ao local configura crime, pois não se trata de área de acesso público permitido.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Prefeitura-de-Limeira-fecha-acesso-a-Ponte-do-Esqueleto.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A prefeitura informou que a administração municipal foi acionada pelo governo federal para prestar apoio na realização da interdição. As obras estruturais permanentes, incluindo a construção de muros de contenção, a manutenção das valetas e demais medidas de fechamento da área, permanecem sob responsabilidade da União. As medidas estão sendo tomadas até que se encontre a solução definitiva para evitar o acesso ao local.</p>
<p>As ações ocorrem depois da morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, no último sábado (13), ao ser arremessada da ponte, para um salto de <em>rope jump</em> (salto no vazio a partir de locais muito altos), sem estar presa às cordas do equipamento de segurança. Ela foi jogada de uma altura de cerca de 40 metros por instrutores de uma empresa privada.</p>
<p>A Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), discute com os governos locais a eventual remoção da ponte, que está localizada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo.</p>
<p>Em nota à imprensa, a SPU reafirmou que a transferência da propriedade da ponte para o Patrimônio da União foi oficializada em maio deste ano e que nunca autorizou nenhuma atividade no local.</p>
<h2>Reunião</h2>
<p>Na segunda-feira (15), os representantes da Secretaria do Patrimônio da União e a Advocacia Geral da União (AGU) estiveram no interior paulista e se reuniram com a prefeita de Cordeirópolis, Cristina Saad, e com o prefeito de Limeira, Murilo Félix, e suas equipes. A SPU confirmou que continuará discutindo com os governos locais uma solução definitiva para a ponte.</p>
<p>As duas prefeituras defenderam a demolição da estrutura de propriedade da União. De acordo com publicação na rede social da gestora de Cordeirópolis, Cristina Saad, esta medida deve ser imediata.</p>
<p>Após o encontro, o prefeito Murilo Félix confirmou que a área apresenta riscos conhecidos há muitos anos e que, mesmo interditada, a construção continuava atraindo pessoas. Na reunião, a prefeitura de Limeira relatou que havia sido aberta uma valeta para impedir o acesso ao local e que a vala foi fechada sem conhecimento de sua administração.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/prefeitura-de-limeira-fecha-acesso-ponte-do-esqueleto" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde, diz estudo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/tarifa-zero-pode-garantir-mais-acesso-a-servicos-de-saude-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 17:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A auxiliar de serviços gerais Núbia Sales Veras, de 52 anos, moradora da Cidade Ocidental, município goiano no Entorno do Distrito Federal, utiliza diariamente o transporte público para cruzar o limite com a capital do país e chegar até a empresa onde trabalha, no Lago Sul, bairro de elite de Brasília, a cerca de 50 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A auxiliar de serviços gerais Núbia Sales Veras, de 52 anos, moradora da Cidade Ocidental, município goiano no Entorno do Distrito Federal, utiliza diariamente o transporte público para cruzar o limite com a capital do país e chegar até a empresa onde trabalha, no Lago Sul, bairro de elite de Brasília, a cerca de 50 quilômetros (km) de casa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Tarifa-zero-pode-garantir-mais-acesso-a-servicos-de-saude.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A distância, o custo da tarifa do ônibus e a baixa qualidade do transporte urbano criam limitações para que ela acesse serviços essenciais da sua vida, como o tratamento que faz para fibromialgia, uma síndrome crônica que causa dores musculares e articulares em várias partes do corpo.</p>
<p>&#8220;Já perdi compromisso, já perdi consulta do meu tratamento no [hospital] Sarah [instituição de saúde focada em reabilitação motora e neurológica], tudo por causa da demora do ônibus e do valor da passagem&#8221;, contou à Agência Brasil.</p>
<p>A reportagem conversou com Núbia, na tarde da última sexta-feira (12), quando ela passava pela Rodoviária do Plano Piloto, o principal terminal de transporte público urbano do Distrito Federal e região metropolitana, localizada no centro da capital do país.</p>
<p>Outro problema relatado pela trabalhadora é o valor da passagem, que chega a custar R$ 18 por dia, custo que limita sua vida social.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Tarifa-zero-pode-garantir-mais-acesso-a-servicos-de-saude.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 13/06/2026 - Núbia Sales Veras fala sobre tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil" title="Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Núbia afirma que filhas perderam oportunidades por causa do preço da passagem. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>&#8220;Muitas vezes não pude utilizar para a cultura, para colocar minhas filhas em uma escola melhor, mas mais distante, por causa desse valor da passagem&#8221;, afirmou.</p>
<p>A experiência de Núbia, bem como de milhares de pessoas que usam o transporte público rodoviário para transitar pelas grandes cidades do país reflete as conclusões de um novo estudo desenvolvido por pesquisadores vinculados ao Instituto de Ciência Polícia da Universidade de Brasília (UnB).</p>
<p>O artigo intitulado <em>Quem pode circular? Tarifa zero, mobilidade e desigualdades raciais no acesso à cidade e aos serviços</em> aponta que o custo tarifário e a precariedade do transporte, incluindo superlotação, insegurança e imprevisibilidade, geram obstáculos concretos à continuidade do cuidado em saúde, resultando no atraso de diagnósticos, faltas a consultas agendadas e prejuízos no acompanhamento preventivo de doenças crônicas.</p>
<h2>Racismo estrutural</h2>
<p>O texto, publicado no formato<em> policy paper</em> (um tipo de relatório técnico), destaca que os tempos de deslocamento prolongados em regiões metropolitanas &#8220;atuam como severos agravantes de sofrimento psíquico, estresse crônico e exaustão, potencializando quadros de ansiedade e depressão&#8221;.</p>
<p>Esses efeitos, de acordo com a pesquisa, tendem a ser particularmente significativos quando observados sob a perspectiva das desigualdades raciais. Isso porque a população negra está sobrerrepresentada entre os grupos de menor renda, residentes em territórios periféricos e mais dependentes do transporte público.</p>
<p>&#8220;Isso significa que as barreiras econômicas e territoriais à mobilidade incidem de forma desproporcional sobre essa população, limitando seu acesso à cidade e aos seus serviços&#8221;, aponta o estudo.</p>
<p>Também na Rodoviária do Plano Piloto, a aposentada Helena Simão, mulher negra de 72 anos, caminhava devagar e com dificuldade quando parou para conversar com a reportagem, pouco antes de embarcar no ônibus para chegar a Samambaia, região administrativa do DF, distante cerca de 30 quilômetros do centro da capital.</p>
<p>Ela contou que convive há anos com osteoporose, uma doença que reduz a densidade e enfraquece os ossos do corpo. Apesar de não pagar mais a tarifa, por ter gratuidade de pessoa idosa, Helena reclama da baixa circulação de ônibus na periferia.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781372263_215_Tarifa-zero-pode-garantir-mais-acesso-a-servicos-de-saude.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 13/06/2026 - Helena Simão fala sobre tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil" title="Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Helena Simão não paga mais passagem, mas lamenta a pouca frequência de ônibus na periferia  Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>&#8220;Eu já não pago o transporte, mas demora muito para passar e já perdi consulta médica&#8221;, denunciou Helena. </p>
<p>Dados do DataSUS citados na pesquisa demonstram, por exemplo, que mulheres negras enfrentam o dobro do risco de morte materna em relação a mulheres brancas, &#8220;uma disparidade que se conecta diretamente às restrições materiais e espaciais de locomoção impostas pela segregação urbana&#8221;.</p>
<p>&gt;&gt;Livro debate tarifa zero e mobilidade urbana como qualidade de vida</p>
<h2>Transporte universal</h2>
<p>Um dos focos do estudo é demonstrar que a remoção da principal barreira econômica ao transporte público, que é o custo da tarifa, por meio da implantação da tarifa zero universal, tem potencial para atuar como uma política estruturante de redução de desigualdades, indo muito além de uma simples medida de transporte público.</p>
<p>&#8220;Tem potencial de transformar a relação da sociedade com uma política pública, tal qual o Sistema Único de Saúde (SUS) propiciou, mas agora do ponto de vista do transporte&#8221;, observa Paíque Duques Santarém, pesquisador da UnB (Universidade de Brasília) e um dos autores do artigo.</p>
<p>Essa desoneração integral do custo da tarifa, na análise dos pesquisadores, constituiria uma ferramenta estratégica para garantir o acesso efetivo aos equipamentos públicos, assegurar a continuidade do cuidado terapêutico e &#8220;tensionar, de forma definitiva, os padrões históricos de exclusão territorial e racial que fragmentam as cidades brasileiras&#8221;.</p>
<p>Em um estudo anterior, o mesmo grupo de pesquisa envolvido no projeto sobre tarifa zero e suas possibilidades de expansão no Brasil aponta que a implementação da gratuidade no transporte público nas 27 capitais brasileiras também representaria uma injeção de R$ 60,3 bilhões anuais na economia do país e poderia ter um efeito semelhante ao do Bolsa Família.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/tarifa-zero-pode-garantir-mais-acesso-servicos-de-saude-diz-estudo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>UEA e SES-AM qualificam profissionais para ampliar o acesso ao Implanon no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/uea-e-ses-am-qualificam-profissionais-para-ampliar-o-acesso-ao-implanon-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Uma parceria entre a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) e o Ministério da Saúde está ampliando o acesso das mulheres amazonenses a métodos contraceptivos e fortalecendo a saúde sexual e reprodutiva no estado. Por meio da oficina “Qualificação para inserção do implante subdérmico contraceptivo na Atenção Primária à Saúde (APS)”, realizada com a participação do Núcleo de Apoio à Saúde Sexual e Reprodutiva (Nuasser) da UEA, profissionais da saúde estão sendo capacitados para inserção do método contraceptivo de longa duração Implanon, além de desenvolver abordagens voltadas ao diálogo e acolhimento das pacientes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A oficina está em sua etapa prática, iniciada em 1º de junho e realizada até esta quarta-feira (3/6), na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA) da UEA. Ao todo, 108 médicos e enfermeiros de 36 municípios participaram da capacitação. Entre os profissionais estão representantes de municípios como Santo Antônio do Içá, Benjamin Constant, Beruri e outras cidades do interior. A expectativa é que a iniciativa alcance os 62 municípios amazonenses.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Implanon passou a ser ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025, destinado prioritariamente a adolescentes e pessoas em situação de vulnerabilidade social, como mulheres em situação de rua. As pacientes-modelo, que participaram da qualificação, foram selecionadas voluntariamente, estavam em idade reprodutiva e em condições de vulnerabilidade. Durante a capacitação, cerca de 324 implantes foram inseridos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Prof.ª Dra. Lihsieh Marrero da UEA, que atua na coordenação ao lado da Prof.ª Ma. Milaine Gomes, o núcleo apoia as capacitações desde novembro de 2025. Esta é a terceira formação realizada, e a expectativa é que novas turmas sejam ofertadas em parceria com a SES-AM.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A UEA tem um olhar especial para o interior. A gente sabe o quanto nós podemos colaborar com a formação desses profissionais para que as nossas mulheres tenham acesso ao Implanom, e com isso a gente reduz a mortalidade materna, a mortalidade neoatal, o número de gravidezes não intencionais. Essa é a nossa missão enquanto instituição formadora: contribuir para que eles sejam habilitados para a realização do procedimento. E que levem o acesso à saúde para população do interior”, disse a docente Lihsieh Marrero.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A secretária executiva adjunta de Políticas de Saúde da SES-AM, Diana Lima, destacou a importância da parceria entre as instituições e agradeceu à UEA por disponibilizar a estrutura necessária para a realização da ação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa iniciativa vai proporcionar que os nossos profissionais dos 62 municípios do estado estejam habilitados e capacitados para fazer a inserção do implante nas mulheres dos seus territórios. Desde o ano passado, o Ministério da Saúde implantou essa política. O Implanon é recente dentro do planejamento reprodutivo. Temos mais uma oportunidade de contraceptivo para as nossas mulheres”, reforçou Diana Lima.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Criado como uma modalidade de extensão universitária, o Nuasser da UEA tem como objetivo prestar serviços voltados à qualificação profissional na área. A equipe do núcleo é responsável por conduzir as orientações teóricas e práticas dos participantes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Experiências</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as participantes da atividade estava Thayana Lima, de 35 anos. Mãe de uma menina, ela buscou o método para evitar uma gravidez pelos próximos três anos, período de eficácia do implante, enquanto prioriza seus objetivos profissionais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A experiência foi ótima, porque teve o acompanhamento de um profissional que já conhece o processo na prática. É uma equipe acolhedora que vai contribuir bastante nesse processo, principalmente para pessoas de baixa renda que precisam desses métodos e às vezes não têm condições”, reforçou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira Eduarda Rocha, coordenadora da Saúde da Mulher em Santo Antônio do Içá, integrou a equipe responsável pelo atendimento e acompanhamento da voluntária. Para ela, a capacitação representa uma oportunidade de ampliar o acesso aos métodos contraceptivos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1780517768_667_UEA-e-SES-AM-qualificam-profissionais-para-ampliar-o-acesso-ao.jpeg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4114"   data-pagespeed-url-hash="2000710195" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">“É uma coisa muito boa que a gente pode levar para o nosso município. Ofertar mais uma opção de contraceptivo para as mulheres e, também, ser multiplicador na nossa cidade, capacitando mais profissionais, mais médicos, mais enfermeiros, assim, dar uma qualidade melhor da saúde da mulher no município”, ressaltou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Sobre o Implanon</p>
<p class="wp-block-paragraph">O implante subdérmico, conhecido como Implanon, é um método contraceptivo de longa duração e alta eficácia. Inserido sob a pele do braço que atua por até três anos sem necessidade de manutenção durante esse período. Após o prazo de validade, o dispositivo deve ser retirado e, caso a paciente deseje, um novo implante pode ser inserido pelo SUS. A fertilidade retorna rapidamente após a remoção.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Implanon faz parte dos métodos contraceptivos gratuitos oferecidos pelo SUS, que inclui preservativos externos e internos, DIU de cobre, anticoncepcionais orais combinado e de progestagênio, pílulas de emergência, injetáveis hormonais mensal e trimestral, laqueadura tubária bilateral e vasectomia. Entre todos os métodos disponíveis, apenas os preservativos oferecem proteção contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).</p>
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		<title>Plataforma inteligente vai simplificar acesso a informações da União</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 00:33:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para simplificar o acesso a informações do governo federal, como despesas e investimentos, a Controladoria-Geral da União (CGU) anunciou a criação do Informa.BR, plataforma que utiliza inteligência artificial. De acordo com o governo, a ferramenta facilita também contratos, compromissos de autoridades, dados sobre políticas públicas, entre outros registros. O ministro Vinicius Marques de Carvalho anunciou a plataforma na abertura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para simplificar o acesso a informações do governo federal, como despesas e investimentos, a Controladoria-Geral da União (CGU) anunciou a criação do Informa.BR, plataforma que utiliza inteligência artificial.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Plataforma-inteligente-vai-simplificar-acesso-a-informacoes-da-Uniao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o governo, a ferramenta facilita também contratos, compromissos de autoridades, dados sobre políticas públicas, entre outros registros.</p>
<p>O ministro Vinicius Marques de Carvalho anunciou a plataforma na abertura da Semana de Governo Aberto 2026, em Brasília. O promessa é de que o portal estará disponível a partir de junho.</p>
<p>“O pronto acesso à informação é uma das formas mais eficientes de fortalecer o exercício da cidadania, permitindo às pessoas fiscalizar o uso de recursos públicos, acompanhar políticas públicas e acessar informações necessárias ao exercício de seus direitos”, destacou a secretária nacional de Transparência e Acesso à Informação da CGU, Livia Sobota.  </p>
<p>Atualmente, há diferentes canais oficiais que reúnem informações públicas, que tornam a busca fragmentada.</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp​</p>
<h2>Acesso</h2>
<p>Com o Informa.BR, será possível escrever a demanda de informação em linguagem simples e a plataforma vai utilizar inteligência artificial para fazer uma varredura em  fontes oficiais e confiáveis, para apresentar ao cidadão as informações já existentes sobre o assunto de interesse e links diretos para respostas já disponíveis. </p>
<p>A plataforma vai apresentar um resumo sobre onde os dados buscados podem ser encontrados e mostrar três abas que apresentam mais resultados: como o Portal da Transparência, o Portal de Dados Abertos e as principais respostas encontradas em pedidos da Lei de Acesso à Informação (LAI) já existentes. </p>
<p>O ministro da CGU, Vinicius Marques de Carvalho, conta que o Brasil já implementava ações de governo aberto antes mesmo do termo ser criado, por exemplo, com o Portal da Transparência, que entrou em operação em 2004. O número de visitas à plataforma vem crescendo e chegou a 30,4 milhões em 2025. Hoje, o portal permite o rastreamento de trilhões de reais do orçamento público.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/plataforma-inteligente-vai-simplificar-acesso-informacoes-da-uniao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mais de meio milhão de pessoas bloquearam acesso a sites de apostas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mais-de-meio-milhao-de-pessoas-bloquearam-acesso-a-sites-de-apostas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 19:52:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 574 mil pessoas já usaram a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, do governo federal, para impedir o próprio acesso a sites de apostas autorizados a funcionar no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, 207 mil usuários da ferramenta, ou 41% dos pedidos, apontaram a perda de controle sobre o jogo e/ou eventuais danos à saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 574 mil pessoas já usaram a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, do governo federal, para impedir o próprio acesso a <em>sites</em> de apostas autorizados a funcionar no Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mais-de-meio-milhao-de-pessoas-bloquearam-acesso-a-sites.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, 207 mil usuários da ferramenta, ou 41% dos pedidos, apontaram a perda de controle sobre o jogo e/ou eventuais danos à saúde mental como principal razão para solicitar o bloqueio.</p>
<p>Riscos com vazamento de dados (18%) e problemas financeiros (12%) aparecem logo em seguida. Quatorze por cento dos usuários não informaram o motivo da autoexclusão e 13% asseguraram que tomaram a decisão de forma voluntária.</p>
<p>Desenvolvido pelo Secretaria de Prêmios e Apostas, do Ministério da Fazenda, e lançado em dezembro de 2025, o sistema federal centralizado de autoexclusão permite que os interessados bloqueiem o próprio acesso a todos os <em>sites</em> de apostas autorizados com um único pedido.</p>
<p>Ao optar pela autoexclusão, o usuário deve informar os dados pessoais e optar por bloquear o acesso aos<em> sites</em> por tempo indeterminado ou por um período pré-determinado, que pode variar entre um e 12 meses.</p>
<p>Até o momento, 69% das pessoas optaram por tempo indeterminado. Segundo os dados, 31% escolheram um prazo específico, sendo um ano o período mais selecionado. O período mínimo para a autoexclusão é de um mês.</p>
<p>Além do bloqueio simultâneo de todas as contas vinculadas ao CPF do usuário, a autoexclusão impede novos cadastros e suspende o envio de publicidade direcionada sobre o assunto.</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2>Autoteste</h2>
<p>Além de permitir ao cidadão interessado restringir o próprio acesso, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão reúne informações sobre saúde mental e orientações e <em>links</em> de atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) para quem está sofrendo as consequências do uso problemático de jogos de apostas.</p>
<p>A ferramenta também conta com <em>links</em> para a lista de empresas legalizadas; um questionário da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para a pessoa interessada em avaliar sua saúde financeira e um autoteste elaborado pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>“Estamos criando instrumentos modernos para enfrentar um problema contemporâneo com respostas concretas, baseadas em evidências e orientadas pela proteção da população”, sustenta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota.</p>
<p>De acordo com o ministro, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão integra uma estratégia governamental mais ampla de prevenção, cuidado e redução de danos. O que inclui investimento em pesquisas sobre o impacto das bets na saúde dos brasileiros.</p>
<p>Nesta terça-feira (26), a pasta assinou um Termo de Execução Descentralizada (TED) que prevê o repasse de R$ 6 milhões para a realização da primeira pesquisa nacional sobre apostas e saúde mental no âmbito do SUS. O estudo será conduzido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e permitirá mensurar e analisar os impactos dessa prática no cotidiano da população brasileira. A previsão é que esse levantamento tenha início ainda em 2026.</p>
<p>A recomendação é que, em caso de problemas, as pessoas procurem apoio especializado nas unidades básicas de saúde (UBS), nos centros de Atenção Psicossocial (CAPS) ou de profissionais de saúde da sua confiança. Endereços de serviços de saúde pública podem ser pesquisados na página do SUS Digital.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/mais-de-meio-milhao-de-pessoas-bloquearam-acesso-sites-de-apostas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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