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	<title>ações Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>ações Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Ações de prevenção e protocolos ajudam a reduzir acidentes em obras, afirma especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 19:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aponta que acidentes em obras caíram 30% nos últimos anos. Especialistas afirmam que essa redução está diretamente ligada à adoção de medidas preventivas cada vez mais rigorosas. A técnica em Segurança do Trabalho da Tec Obras, Daniela Barros, reforça que protocolos bem definidos são fundamentais para garantir um canteiro produtivo e seguro. “Realizamos os ‘diálogos de segurança’ duas vezes por semana, sempre às segundas-feiras e quintas-feiras, reforçando orientações e alertando as equipes sobre riscos e medidas de proteção. Além disso, diariamente, são entregues os equipamentos de proteção individual aos trabalhadores e emitida a Permissão de Trabalho, que define as condições seguras para a execução das atividades”, explica. Inspeções constantes e controle rigoroso Segundo Daniela, a Tec Obras realiza inspeções contínuas nas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aponta que acidentes em obras caíram 30% nos últimos anos. Especialistas afirmam que essa redução está diretamente ligada à adoção de medidas preventivas cada vez mais rigorosas.</p>
<p>A técnica em Segurança do Trabalho da Tec Obras, Daniela Barros, reforça que protocolos bem definidos são fundamentais para garantir um canteiro produtivo e seguro.</p>
<p>“Realizamos os ‘diálogos de segurança’ duas vezes por semana, sempre às segundas-feiras e quintas-feiras, reforçando orientações e alertando as equipes sobre riscos e medidas de proteção. Além disso, diariamente, são entregues os equipamentos de proteção individual aos trabalhadores e emitida a Permissão de Trabalho, que define as condições seguras para a execução das atividades”, explica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Inspeções constantes e controle rigoroso</h2>
<p>Segundo Daniela, a Tec Obras realiza inspeções contínuas nas frentes de trabalho. Equipes de segurança acompanham as atividades em campo para garantir que protocolos sejam cumpridos e que os equipamentos de proteção sejam corretamente utilizados.</p>
<p>Entre os riscos mais críticos, estão as quedas durante trabalhos em altura. Para reduzir essas ocorrências, a empresa adota procedimentos específicos:</p>
<p>“O colaborador precisa estar apto no Atestado de Saúde Ocupacional, possuir capacitação para trabalho em altura e utilizar equipamentos como o cinto de segurança com duplo talabarte. Também fazemos a aferição da pressão arterial, antes da liberação para execução das atividades”, detalha.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Conscientização e cultura de segurança</h2>
<p>Além das medidas operacionais, a Tec Obras investe na conscientização das equipes por meio de reuniões e acompanhamento interno.</p>
<p>“As orientações são reforçadas nos ‘diálogos de segurança’ e também nas reuniões da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA). A partir dessas discussões, avaliamos possíveis melhorias e repassamos as orientações para as lideranças e equipes no canteiro de obras”, destaca Daniela.</p>
<p>Segundo a especialista, a aplicação dessas práticas impacta diretamente nos resultados:</p>
<p>“Com a aplicação desses protocolos e o acompanhamento constante das atividades, não registramos acidentes por queda nas operações e a produtividade segue sem intercorrências. Quando a segurança é tratada como prioridade, e não apenas como obrigação legal, cria-se um ambiente de trabalho mais seguro, com mais confiança entre as equipes e melhores resultados para todos”, comenta.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<title>Toffoli esclarece suspensão de ações por cancelamento de voos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/toffoli-esclarece-suspensao-de-acoes-por-cancelamento-de-voos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 22:29:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (10) esclarecer a decisão que determinou a suspensão nacional de ações judiciais que tratam de indenizações por atrasos e cancelamento de voos por motivos de força maior, como mau tempo. O ministro fez a determinação no ano passado.  O esclarecimento foi motivado por interpretações equivocadas de juízes, que passaram a suspender a tramitação de todos os processos sobre tema, inclusive os que envolvem falhas na prestação de serviços de transporte aéreo.  O ministro reafirmou que as ações suspensas tratam de restrições de pousos e decolagens decorrentes de condições meteorológicas ou por determinações das autoridades aeroportuárias. “Entendo ser o caso de integrar a decisão embargada para esclarecer, expressamente, que as hipóteses de caso fortuito ou força maior a que se refere a decisão...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (10) esclarecer a decisão que determinou a suspensão nacional de ações judiciais que tratam de indenizações por atrasos e cancelamento de voos por motivos de força maior, como mau tempo. O ministro fez a determinação no ano passado. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Toffoli-esclarece-suspensao-de-acoes-por-cancelamento-de-voos.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O esclarecimento foi motivado por interpretações equivocadas de juízes, que passaram a suspender a tramitação de todos os processos sobre tema, inclusive os que envolvem falhas na prestação de serviços de transporte aéreo. </p>
<p>O ministro reafirmou que as ações suspensas tratam de restrições de pousos e decolagens decorrentes de condições meteorológicas ou por determinações das autoridades aeroportuárias.</p>
<p>“Entendo ser o caso de integrar a decisão embargada para esclarecer, expressamente, que as hipóteses de caso fortuito ou força maior a que se refere a decisão de suspensão nacional decorrente do Tema nº 1.417 são apenas aquelas previstas no art. 256, § 3º, do Código Brasileiro de Aeronáutica”, afirmou.</p>
<p>Em novembro do ano passado, os processos foram suspensos a partir de uma ação na qual a Azul Linha Aéreas foi condenada pela Justiça do Rio de Janeiro ao pagamento de indenização por danos morais e materiais pelo atraso e alteração do voo de um passageiro.</p>
<p>Na ocasião, o ministro ressaltou que é preciso uma decisão definitiva, diante do aumento da litigiosidade no setor aéreo e de decisões conflitantes da Justiça.</p>
<p>Não há prazo para o julgamento.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/toffoli-esclarece-suspensao-de-acoes-por-cancelamento-de-voos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Março de luta: ações intensificam combate à violência contra a mulher</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-a-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 18:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal iniciou, nesta semana, as mobilizações de luta que marcam todo o mês de março pelo Dia Internacional das Mulheres, celebrado no dia 8. Em 2026, o contexto mais evidenciado é o combate à violência contra a mulher, diante dos índices crescentes de feminicídios. O ato inaugural foi organizado pelo Ministério das Mulheres, no domingo (1º), em memória da jovem Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu em dezembro do ano passado, dias após ser atropelada pelo ex-companheiro, Douglas Alves da Silva, e ser arrastada por mais de 1 quilômetro na Marginal Tietê, na zona norte da cidade de São Paulo, ao ficar presa ao carro dele. Nesta quarta-feira (4), o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como Conselhão, realizou o Seminário “Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres”,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal iniciou, nesta semana, as mobilizações de luta que marcam todo o mês de março pelo Dia Internacional das Mulheres, celebrado no dia 8.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-a-violencia-contra-a.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em 2026, o contexto mais evidenciado é o combate à violência contra a mulher, diante dos índices crescentes de feminicídios.</p>
<p>O ato inaugural foi organizado pelo Ministério das Mulheres, no domingo (1º), em memória da jovem Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu em dezembro do ano passado, dias após ser atropelada pelo ex-companheiro, Douglas Alves da Silva, e ser arrastada por mais de 1 quilômetro na Marginal Tietê, na zona norte da cidade de São Paulo, ao ficar presa ao carro dele.</p>
<p>Nesta quarta-feira (4), o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como Conselhão, realizou o Seminário “Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres”, como parte das atividades do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio. </p>
<p>Os veículos da comunicação pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – Agência Brasil, TV Brasil e Rádio Nacional<em> </em>– entrevistaram a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, para entender melhor os principais desafios do país para pôr fim à violência contra as mulheres e para a promoção da igualdade de gênero.</p>
<p>Confira os principais trechos da entrevista: </p>
<p>Agência Brasil: Em 2025, o Brasil registrou o número recorde de 1.548 feminicídios, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Em média, são quatro mulheres por dia e sabemos que as estatísticas são subnotificadas. O que falta para essas mulheres serem salvas e para terem o direito de continuar existindo?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: Sabemos que os processos de submissão, de subalternidade, de inferioridade, de discriminação das mulheres têm uma raiz estrutural. Desde a continuidade das várias formas da apropriação do corpo da mulher, da vida dela pelos homens e parceiros. O patriarcado cresce em todo o mundo e, com isso, o machismo, a misoginia.</p>
<p>Agência Brasil: Vivemos tempos mais difíceis?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: Recentemente, de 2016 a 2022, vivemos um processo total de destruição da democracia, das relações, de absoluto desrespeito à vida das mulheres. A intolerância total, a impaciência, valores [retrocederam] e certas atitudes passaram a ser cotidianas, normalizadas. Isso é uma porta aberta para todas as violências, inclusive na própria relação afetiva, por exemplo, de uma paquera entre os adolescentes.</p>
<p>Agência Brasil: Quais retrocessos foram observados?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: O que aconteceu no governo anterior foi péssimo, nós retrocedemos, porque aquilo que tínhamos avançado e feito para que os conselhos funcionassem, as conferências falassem, que tivessem as denúncias, que os serviços fossem ampliados, que a gente tivesse escala nacional retrocedeu. Todas nós adoecemos.</p>
<p>A partir de 2023, essa reconstrução que o presidente Lula assumiu não é simples. Desde então, voltamos ao processo de acordo, de negociação, de entendimento, de boa vontade.</p>
<p>Agência Brasil: Como reagir às violências que não recuam?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: Nós não podemos admitir nenhum tipo de retrocesso em relação às conquistas das mulheres. Esse é um embate permanente, porque ao mesmo tempo em que as mulheres passam a ser a comandante do avião, por exemplo, ou chegam à Presidência da República ou a qualquer outro cargo, por outro lado, isso ainda incomoda muitos homens que ficam indignados. Há um ressentimento mesmo.</p>
<p>Agência Brasil: A Lei Maria da Penha (nº 11.340/2006) estabelece medidas protetivas de urgência para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. No entanto, a falta ou a demora na concessão de medidas protetivas de urgência expõe as vítimas a riscos severos. Mesmo as mulheres que contam com esses recursos concedidos pelo Judiciário não estão totalmente protegidas. Porque os agressores ignoram o monitoramento de tornozeleiras eletrônicas e voltam a representar uma ameaça; rondam o lar ou o trabalho da vítima; e praticam violências. A falha nesse ponto reforça a sensação de impunidade?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: Depois da denúncia, há municípios em que a medida protetiva é concedida em quatro horas. Mas há lugares que demoram até 20 dias e isso interfere e custa a vida de mulheres. Comentaram comigo em uma localidade que, com a Patrulha Maria da Penha, não houve nenhum feminicídio com mulheres com medidas protetivas em execução.</p>
<p>Nós precisamos de delegacias especializadas que funcionem nos fins de semana, nos feriados, justamente quando mais acontecem as situações de violência. Às vezes, as mulheres vão às delegacias registrar queixa, os próprios agentes ou delegados perguntam: &#8220;Mas, você tem certeza que você quer denunciar? Isso não vai te prejudicar?” </p>
<p>Nós temos lacunas: precisamos de muito mais equipes da Patrulha Maria da Penha nos municípios, precisamos do sistema de justiça e de quem vai fazer o julgamento, que cumpra o protocolo de gênero.</p>
<p>Agência Brasil: Há cerca de um mês, os Três Poderes assinaram o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. Este compromisso representa a compreensão de que a violência contra mulheres exige ação contínua e conjunta, responsabilidade institucional e mudança de comportamentos?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: Nós temos leis, resoluções e regras importantíssimas, mas faltam, de fato, escala e uma postura de responsabilidade de todos os sistemas. Sem essa integração entre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, a gente não caminha. Por isso, esse Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio é tão importante e decisivo.</p>
<p>Agora, estamos fazendo esse mapeamento para saber qual é o fluxo, para onde a mulher tem que ser encaminhada, o que compete a cada área fazer nas localidades. Em cada estado é diferente.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-a-violencia-contra-a.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 27/12/2026 - Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, durante entrevista com a TV Brasil e Agência Brasil. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta"> Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, durante entrevista com a TV Brasil e Agência Brasil. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Agência Brasil: Muitos casos de feminicídios aparecem nas estatísticas como homicídios, sem considerar que está caracterizada ali a violência de gênero, a misoginia. Como mudar a realidade da subnotificação de casos para que os números reais contribuam para a construção de políticas públicas de proteção efetiva e de responsabilização dos agressores?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: A Lei do Feminicídio (Nº 13.104) de 2015 fez a tipificação do feminicídio, o que facilitou muito [o registro de casos]. Talvez, também por isso, os números [de feminicídios] tenham aumentado.</p>
<p>Se toda morte de mulher for imediatamente registrada como feminicídio, isso nos ajuda, porque depois, com a investigação e com o processo concluído, é possível dizer se foi feminicídio ou não. Toda vez que viajo para um estado, nossa equipe [do MMulheres] conversa com as autoridades para entender como os registros são feitos em cada município.</p>
<p>Agência Brasil: O relatório &#8220;Mulheres, Empresas e o Direito&#8221;, publicado anualmente pelo Banco Mundial, com cerca de 190 países, revela que nenhuma economia do planeta garante igualdade plena de direitos profissionais e econômicos entre mulheres e homens. Mesmo nos países com melhor desempenho, as mulheres detêm, no máximo, dois terços dos direitos legais concedidos aos homens.</p>
<p>O relatório estima que fechar essa lacuna de gênero poderia aumentar o PIB &#8211; (Produto Interno Bruto &#8211; riqueza produzida no país) global em mais de 20%. Embora tenha havido, no mundo, evolução na criação de leis (como a de igualdade salarial no Brasil), existem problemas graves na implementação e na execução dessas políticas como fiscalização e transparência. O que acontece no Brasil e o que tem sido feito para reparar os desequilíbrios, ministra?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: A Lei de igualdade salarial é uma responsabilidade dos Ministérios das Mulheres e do Trabalho e Emprego e outras pastas. O quarto relatório [de Transparência Salarial] mostra uma diferença de 21,2% de salário a menor para as mulheres que têm a mesma função dos homens. Não tem razão para isso.</p>
<p>O presidente Lula falou: &#8220;A lei é clara, é a mesma função, o mesmo salário. Se não tiver isso, tem que pagar multa, tem que ser penalizado.” Isso é uma responsabilidade.</p>
<p>Agência Brasil: A independência financeira contribui para que a mulher saia de um relacionamento abusivo e possa garantir sua sobrevivência e a de seus dependentes. Mas, sozinha não é suficiente para romper ciclos de violência. Quais são as alternativas?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: O Brasil tem criado mecanismos e espaços. Outra lei federal determina que todas as empresas que ganham licitação de órgãos públicos, 8% das contratações têm que ser para as mulheres vítimas de violência. Agora, precisa ser absorvido, ser assimilado pela economia, pela sociedade. Como ter um compromisso ético-político. Senão, as mesmas pessoas que reclamem e que criticam o feminicídio e as violências, ajudam a reproduzir essas mesmas violações, se não cumprirem aquilo que lhe cabe enquanto empresários, agentes públicos ou parlamentares. A defesa da igualdade de gênero tem que ser uma meta, um desejo, um compromisso de toda a sociedade.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772650625_671_Marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-a-violencia-contra-a.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Sao Paulo (SP)-01/03/2026.  &#13;&#10;Um ato no domingo em memória de Tainara Souza&#13;&#10;Santos, de 31 anos, que morreu após ser atropelada e arrastada pelo ex-companheiro em São Paulo, irá marcar o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. &#13;&#10;Organizado pelo Ministério das Mulheres, o local escolhido para o ato é a Marginal Tietê, na zona norte da cidade de São Paulo, onde Tainara foi agredida, atropelada pelo ex-companheiro Douglas Alves da Silva e arrastada por mais de 1 quilômetro ao ficar presa ao carro dele, em 29 de novembro do ano passado. O ato contou com a presença das&#13;&#10;ministras Márcia Lopes, Marina Silva , Sônia Guajajara e do Ministro Paulo Teixeira e a mãe Luciane ( mãe da vítima Taynara). Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta rtecenter">Ato em memória de Tainara Souza Santos marcou o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p><em>*Com Kelly Oliveira, repórter da TV Brasil; e</em></p>
<p><em>*Sayonara Moreno, repórter da Rádio Nacional.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-violencia-contra-mulher" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-a-violencia-contra-a-mulher/">Março de luta: ações intensificam combate à violência contra a mulher</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Justiça bloqueia ações do BRB ligadas a Banco Master</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-bloqueia-acoes-do-brb-ligadas-a-banco-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 01:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça do Distrito Federal determinou o bloqueio e o arresto de ações do Banco de Brasília (BRB) pertencentes a investigados na Operação Compliance Zero, que apura irregularidades envolvendo o Banco Master. A decisão, em caráter liminar, foi concedida pela 13ª Vara Cível do DF após pedido do próprio BRB. A medida atinge participações acionárias avaliadas em cerca de R$ 376,4 milhões e impede a alienação dos ativos. Embora o processo corra sob sigilo, o BRB divulgou fato relevante nesta noite informando o ajuizamento do pedido de bloqueio. O bloqueio atinge ações vinculadas a pessoas físicas e a fundos de investimento, entre eles Deneb Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, Borneo Fundo de Investimento, Siracusa Fundo de Investimento, Delta Fundo de Investimento e Asterope Fundo de Investimento, além de empresas...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-bloqueia-acoes-do-brb-ligadas-a-banco-master/">Justiça bloqueia ações do BRB ligadas a Banco Master</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça do Distrito Federal determinou o bloqueio e o arresto de ações do Banco de Brasília (BRB) pertencentes a investigados na Operação Compliance Zero, que apura irregularidades envolvendo o Banco Master.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Justica-bloqueia-acoes-do-BRB-ligadas-a-Banco-Master.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A decisão, em caráter liminar, foi concedida pela 13ª Vara Cível do DF após pedido do próprio BRB. A medida atinge participações acionárias avaliadas em cerca de R$ 376,4 milhões e impede a alienação dos ativos.</p>
<p>Embora o processo corra sob sigilo, o BRB divulgou fato relevante nesta noite informando o ajuizamento do pedido de bloqueio.</p>
<p>O bloqueio atinge ações vinculadas a pessoas físicas e a fundos de investimento, entre eles Deneb Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, Borneo Fundo de Investimento, Siracusa Fundo de Investimento, Delta Fundo de Investimento e Asterope Fundo de Investimento, além de empresas como Blue Solutions Asset Management e Casamata Administração e Participações.</p>
<p>Segundo o Portal Metrópoles, o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; o ex-sócio Maurício Quadrado; o investidor Nelson Tanure; e o fundador da Reag, João Carlos Mansur, tornaram-se sócios do BRB após adquirirem ações por meio de terceiros apontados como “laranjas”. Com as aquisições, o grupo Master/Reag passou a deter cerca de 25% do capital do banco público do Distrito Federal.</p>
<h2>Ressarcimento e investigação interna</h2>
<p>No fato relevante divulgado nesta quinta-feira (26), o BRB informou que ajuizou tutela cautelar com pedido liminar “visando o bloqueio e arresto de participações societárias detidas pelos réus no capital social do próprio BRB”.</p>
<p>Segundo o banco, a medida tem como objetivo possibilitar o futuro ressarcimento de prejuízos causados à instituição em razão de operações envolvendo o Banco Master, que está em liquidação extrajudicial.</p>
<p>O BRB declarou no processo que os empresários investigados teriam ingressado no capital social “de forma ilegal”.</p>
<p>A instituição também comunicou que enviou relatório preliminar da investigação interna à Polícia Federal. A apuração é conduzida pelo escritório Machado Meyer, com apoio da consultoria Kroll.</p>
<h2>Prejuízo bilionário</h2>
<p>O BRB é investigado pela aquisição de mais de R$ 12 bilhões em carteiras do Banco Master com indícios de fraude. A estimativa inicial é de prejuízo de ao menos R$ 5 bilhões, mas o valor exato deverá ser conhecido com a divulgação do balanço, prevista para março.</p>
<p>Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a Operação Compliance Zero. O então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi afastado pela Justiça e posteriormente demitido.</p>
<h2>Compra rejeitada</h2>
<p>Em 3 de setembro de 2025, o Banco Central (BC) rejeitou oficialmente a compra do Banco Master pelo BRB, após mais de cinco meses de análise. A operação previa a aquisição de 49% das ações ordinárias, 100% das preferenciais e 58% do capital total do Master.</p>
<p>O negócio, anunciado em março daquele ano, já enfrentava resistência no mercado devido ao modelo de captação considerado arriscado e à qualidade questionada de parte dos ativos da instituição.</p>
<p>O Ministério Público Federal havia recomendado ao BRB que comprovasse a lisura e a fidedignidade dos ativos antes de qualquer aquisição, alertando para possíveis passivos ocultos e ativos inflados.</p>
<p>Com a rejeição do Banco Central e o avanço das investigações, o BRB busca recompor sua liquidez e seus índices de capitalização, enquanto tenta assegurar eventual ressarcimento judicial dos prejuízos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/justica-bloqueia-acoes-do-brb-ligadas-banco-master" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Governo intensifica ações de combate a coqueluche na TI Yanomami</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-intensifica-acoes-de-combate-a-coqueluche-na-ti-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 16:45:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde reuniu uma equipe emergencial para reforçar o atendimento na base polo de Surucucu, na Terra Indígena (TI) Yanomami, em Roraima. A iniciativa divulgada na última quarta-feira (18) é uma resposta do Governo Federal ao aumento das infecções por coqueluche entre crianças da região, que já soma oito casos e três óbitos.  A coqueluche é uma infecção respiratória bacteriana e contagiosa, cujos primeiros sintomas são crises de tosse seca. A equipe enviada pelo Ministério da Saúde chegou à região na última segunda (16) e foi acompanhada por especialistas do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS, com experiência na contenção de possíveis surtos ou aumento de casos de doenças infecciosas. O grupo vai atuar em conjunto com o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Yanomami, que já estava...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde reuniu uma equipe emergencial para reforçar o atendimento na base polo de Surucucu, na Terra Indígena (TI) Yanomami, em Roraima. A iniciativa divulgada na última quarta-feira (18) é uma resposta do Governo Federal ao aumento das infecções por coqueluche entre crianças da região, que já soma oito casos e três óbitos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Governo-intensifica-acoes-de-combate-a-coqueluche-na-TI-Yanomami.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A coqueluche é uma infecção respiratória bacteriana e contagiosa, cujos primeiros sintomas são crises de tosse seca. A equipe enviada pelo Ministério da Saúde chegou à região na última segunda (16) e foi acompanhada por especialistas do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS, com experiência na contenção de possíveis surtos ou aumento de casos de doenças infecciosas.</p>
<p>O grupo vai atuar em conjunto com o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Yanomami, que já estava em Surucucu realizando coletas de material e trabalhos de prevenção com aldeias adjacentes. Ao todo, 50 profissionais vão reforçar a prevenção de novos casos e a assistência local.</p>
<p>As crianças infectadas estão em tratamento em hospitais de Boa Vista, capital do estado. Duas já foram liberadas para suas respectivas aldeias, e todos os casos suspeitos seguem em investigação e acompanhamento. </p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>A vacinação é o principal meio de prevenção contra a coqueluche, e, no Brasil, a vacina é disponibilizada através do SUS para crianças de até 7 anos e gestantes, em Unidades Básicas de Saúde. </p>
<p>De acordo com o Dsei Yanomami, o esquema vacinal completo das crianças com menos de 1 ano de idade quase dobrou entre 2022 e 2025, passando de 29,8% para 57,8%. Entre os menores de 5 anos, esse índice passou de cerca de 52% para 73% no mesmo período. </p>
<h2>Desafios</h2>
<p>Em 2023, o Governo Federal decretou estado de emergência na Terra Indígena Yanomami, por causa do alto índice de desnutrição, malária e mortes por causas diversas.</p>
<p>A partir disso, foram instituídas ações para combater a crise sanitária, resultante do garimpo ilegal. A iniciativa envolveu os ministérios da Saúde, Defesa e Povos Indígenas, para estruturar os serviços de saúde pública e segurança. </p>
<p>Foram tomadas medidas como fechamento de garimpos ilegais e destinação de recursos para controle do espaço aéreo, além ações para despoluição dos rios, tratamentos de água potável e construção de unidades especializadas de saúde.</p>
<p>Em 2023, o Dsei contava com 690 profissionais. Desde então, mais 1.165 profissionais foram contratados ─ um crescimento de 169%.</p>
<p>Segundo dados de 2025 do Ministério da Saúde, desde a decretação do estado de emergência, a mortalidade na região caiu 27,6%. Lideranças indígenas reforçam, entretanto, que ainda existem muitos desafios a serem ultrapassados.</p>
<p>Com uma população de mais de 30 mil pessoas e cerca de 376 comunidades, a TI Yanomami é o maior território indígena do país.</p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Tâmara Freire.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/governo-intensifica-acoes-de-combate-coqueluche-na-ti-yanomami" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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