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	<title>acusados Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>acusados Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Acusados de matar Mãe Bernadete estão entre presos em operação na BA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 22:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Onze integrantes de uma organização criminosa na cidade de Simões Filho (BA), região metropolitana de Salvador, foram presos nesta terça-feira (17) pela Polícia Civil. Entre eles estão dois acusados de terem assassinado a ativista Maria Bernadete Pacífica, a Mãe Bernadete, em agosto de 2023. A ativista foi morta dentro de casa, com 25 tiros, na comunidade de Pitanga dos Palmares, em Simões Filho (BA). A polícia não divulgou os nomes dos presos. Segundo a assessoria do governo do Estado, as investigações foram realizadas pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC). Os agentes identificaram a estrutura de uma célula criminosa responsável pelo tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e participação em crimes violentos na região.  Os investigadores da morte de Bernadete, segundo a Polícia Civil e o Ministério Público da Bahia,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Onze integrantes de uma organização criminosa na cidade de Simões Filho (BA), região metropolitana de Salvador, foram presos nesta terça-feira (17) pela Polícia Civil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Acusados-de-matar-Mae-Bernadete-estao-entre-presos-em-operacao.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre eles estão dois acusados de terem assassinado a ativista Maria Bernadete Pacífica, a Mãe Bernadete, em agosto de 2023. A ativista foi morta dentro de casa, com 25 tiros, na comunidade de Pitanga dos Palmares, em Simões Filho (BA).</p>
<p>A polícia não divulgou os nomes dos presos. Segundo a assessoria do governo do Estado, as investigações foram realizadas pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC). Os agentes identificaram a estrutura de uma célula criminosa responsável pelo tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e participação em crimes violentos na região. </p>
<p>Os investigadores da morte de Bernadete, segundo a Polícia Civil e o Ministério Público da Bahia, chegaram à conclusão de que ela foi executada por se posicionar contra a expansão do tráfico no quilombo e defender a retirada da barraca de propriedade de Marílio dos Santos, conhecido como &#8220;Maquinista&#8221;, que era usada para comércio de drogas no local. </p>
<p>Marílio, Josevan Dionísio e Ydney Carlos dos Santos, acusados do crime contra a líder comunitária, estavam foragidos, segundo a Secretaria de Segurança Pública. A polícia não confirmou quais dos três foram presos.</p>
<h2>Caderno de anotações</h2>
<p>Nesta terça, a polícia informou que, durante as diligências, foram apreendidos cadernos de anotações relacionados a práticas criminosas, aparelhos celulares e documentos, que serão analisados para o avanço das investigações.</p>
<p>Na operação, também estão entre os presos uma mulher apontada como operadora financeira da organização e um homem identificado como responsável pela logística do grupo. Os outros nove alvos capturados são investigados por atuação direta no tráfico de drogas na região.</p>
<p>“Com o avanço das investigações, foram obtidos novos mandados de prisão contra investigados já custodiados, além de um alvo que se encontra foragido, todos apontados como participantes do crime”, escreveu em nota a polícia da Bahia.</p>
<h2>Julgamento marcado</h2>
<p>O julgamento de dois dos acusados da morte de Mãe Bernadete está previsto para o dia 13 de abril. Os réus Arielson da Conceição dos Santos, já preso, e Marílio dos Santos, foragido, são acusados de cometerem o crime de homicídio qualificado.</p>
<p>A sessão estava marcada para dia 24 de fevereiro na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Salvador, mas foi adiada a pedido da defesa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/acusados-de-matar-mae-bernadete-estao-entre-presos-em-operacao-na-ba" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Polícia indicia enfermeiros acusados de matar pacientes no DF</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policia-indicia-enfermeiros-acusados-de-matar-pacientes-no-df/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 19:07:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu as investigações sobre as mortes de três pacientes internados em um hospital particular de Taguatinga, em 2025, e indiciou os três técnicos de enfermagem investigados por suspeita de homicídio. Investigadores da Coordenação de Repressão a Homicídios e Proteção à Pessoa (CHPP) concluíram haver evidências suficientes de que Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, 24 anos; Amanda Rodrigues de Sousa, 28 anos, e Marcela Camilly Alves da Silva, 22 anos, assassinaram ao menos três pacientes do Hospital Anchieta, entre 19 de novembro e 1º de dezembro do ano passado. Araújo foi indiciado por três homicídios triplamente qualificados, com o emprego de veneno, traição/meio insidioso e dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima. Ele também responderá à Justiça pela...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu as investigações sobre as mortes de três pacientes internados em um hospital particular de Taguatinga, em 2025, e indiciou os três técnicos de enfermagem investigados por suspeita de homicídio.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Policia-indicia-enfermeiros-acusados-de-matar-pacientes-no-DF.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Investigadores da Coordenação de Repressão a Homicídios e Proteção à Pessoa (CHPP) concluíram haver evidências suficientes de que Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, 24 anos; Amanda Rodrigues de Sousa, 28 anos, e Marcela Camilly Alves da Silva, 22 anos, assassinaram ao menos três pacientes do Hospital Anchieta, entre 19 de novembro e 1º de dezembro do ano passado.</p>
<p>Araújo foi indiciado por três homicídios triplamente qualificados, com o emprego de veneno, traição/meio insidioso e dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima. Ele também responderá à Justiça pela acusação de falsificação de documento particular e uso de documento falso.</p>
<p>Marcela também foi indiciada pelas três mortes. Se forem julgados culpados, ela e Araújo poderão ser condenados a até 90 anos de prisão. Já Amanda foi indiciada por dois homicídios, também triplamente qualificados, e pode ser sentenciada a até 60 anos de reclusão.</p>
<p>Na última terça-feira (10), o Tribunal do Júri de Taguatinga converteu em preventiva as prisões provisórias do três técnicos de enfermagem, que já estavam detidos.</p>
<p>A reportagem da Agência Brasil não conseguiu contatar os advogados de Araújo, Amanda e Marcela, e segue aberta a suas manifestações.</p>
<h2>Motivações</h2>
<p>Na nota em que informa os pedidos de indiciamentos, a Polícia Civil lembra que o processo criminal tramita em sigilo judicial e não menciona qual teria sido a motivação dos investigados para matar a professora aposentada Miranilde Pereira da Silva, 75; o servidor público João Clemente Pereira, 63, e o também servidor público Marcos Moreira, 33 anos.</p>
<p>A Polícia Civil segue apurando outras mortes suspeitas ocorridas no Hospital Anchieta e em outros estabelecimentos onde Araújo e Amanda trabalharam – Marcela estava em seu primeiro emprego na área.</p>
<p>O caso só veio a público em meados de janeiro, dias após a Polícia Civil deflagrar a chamada Operação Anúbis e deter os três técnicos de enfermagem – que, àquela altura, já tinham sido demitidos pelo Hospital Anchieta, que já tinha denunciado à polícia as “circunstâncias atípicas” em que três pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) morreram.</p>
<p>Já na primeira entrevista coletiva que a Polícia Civil concedeu sobre o caso, em 19 de janeiro, o delegado Wisllei Salomão disse que as provas reunidas já indicavam que os três técnicos de enfermagem injetaram um medicamento indevido nas três vítimas, além de desinfetante em ao menos uma ocasião.</p>
<p>“É um medicamento comum, usado nas UTIs, mas que, se aplicado diretamente na veia [do paciente], como foi o caso, provoca parada cardíaca e a morte”, declarou o delegado.</p>
<p>Segundo Salomão, durante a apuração inicial, os investigadores analisaram imagens registradas pelo sistema de câmeras instalado na UTI do Hospital Anchieta, os prontuários dos pacientes e ouviram a outros funcionários do hospital.</p>
<p>“Constatamos que um técnico de enfermagem [Araújo] aproveitou que o sistema estava aberto, logado em nome de médicos, e, em ao menos duas ocasiões, receitou o medicamento [indevido], foi até a farmácia, pegou o medicamento, o preparou, escondeu a seringa no jaleco e a aplicou em três vítimas”, acrescentou o delegado, assegurando que Amanda e Marcela foram coniventes com a ação.</p>
<p>“Uma delas o auxiliou a buscar essa medicação na farmácia e também estava presente no momento em que o medicamento foi ministrado”, destacou o delegado. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/policia-indicia-enfermeiros-acusados-de-matar-pacientes-no-df" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Quatro acusados por campanha de ódio contra Maria da Penha viram réus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quatro-acusados-por-campanha-de-odio-contra-maria-da-penha-viram-reus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 23:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público (MP) do estado e tornou réus nesta segunda-feira (9) quatro suspeitos de participação em uma campanha de ódio contra a farmacêutica Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica. Os acusados são: O ex-marido da ativista, Marco Antônio Heredia Viveiros; O influenciador digital Alexandre Gonçalves de Paiva; O produtor do documentário A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha, Marcus Vinícius Mantovanelli e O editor e apresentador do documentário, Henrique Barros Lesina Zingano. Os quatro foram denunciados por atuar de forma organizada para atacar a honra da ativista e descredibilizar a lei que leva o nome dela. Entre os mecanismos utilizados estão perseguições virtuais, notícias falsas e um laudo de exame de corpo de delito forjado para sustentar a inocência de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público (MP) do estado e tornou réus nesta segunda-feira (9) quatro suspeitos de participação em uma campanha de ódio contra a farmacêutica Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Quatro-acusados-por-campanha-de-odio-contra-Maria-da-Penha.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os acusados são:</p>
<ul>
<li>O ex-marido da ativista, Marco Antônio Heredia Viveiros;</li>
<li>O influenciador digital Alexandre Gonçalves de Paiva;</li>
<li>O produtor do documentário <em>A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha, </em>Marcus Vinícius Mantovanelli e</li>
<li>O editor e apresentador do documentário, Henrique Barros Lesina Zingano.</li>
</ul>
<p>Os quatro foram denunciados por atuar de forma organizada para atacar a honra da ativista e descredibilizar a lei que leva o nome dela. </p>
<p>Entre os mecanismos utilizados estão perseguições virtuais, notícias falsas e um laudo de exame de corpo de delito forjado para sustentar a inocência de Heredia, já condenado por tentativa de homicídio contra Maria da Penha.</p>
<p>As investigações mostram que os denunciados promoviam a perseguição, <em>cyberbullying</em>, disseminação de conteúdos misóginos (ódio, desprezo ou preconceito contra mulheres ou meninas), deturpavam informações e atacavam Maria da Penha, em sites e redes sociais.</p>
<p>Para o MP, os riscos foram além das redes sociais, pois Alexandre Paiva se deslocou até a antiga residência de Maria da Penha, em Fortaleza, onde gravou vídeos e divulgou o conteúdo nas redes.</p>
<h2>Denúncias</h2>
<p>Marco Heredia foi denunciado por falsificação de documento público e Alexandre Paiva por <em>stalking</em> e <em>cyberstalking</em>.</p>
<p>Já Zingano e Mantovanelli respondem por uso de documento falso, ao utilizarem um laudo adulterado no documentário <em>A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha</em>, produzido pela Brasil Paralelo S/A.</p>
<p>O MP aponta que a peça difundiu informações sobre uma suposta fraude processual no caso que condenou Heredia e apresentou um laudo adulterado de um exame de corpo de delito do ex-marido de Maria da Penha. Ele alegava que o casal tinha sido vítima de assaltantes, e que a luta corporal com os prováveis bandidos teria provocado o disparo de tiro em Maria da Penha e lesões no queixo, mão e pescoço dele próprio.   </p>
<p>O material foi submetido à análise, que concluiu que o documento passou por uma montagem. </p>
<p>Entre as falsificações identificadas estão a inclusão de informações sobre lesões no pescoço e braço de Marco Heredia, que não estavam no documento original, diferenças nas assinaturas dos peritos e marcas de carimbos, numerais e rubricas compatíveis com montagem.</p>
<p>O laudo forjado foi utilizado no documentário e amplamente divulgado para corroborar com a tese de que Marco seria vítima e não autor da tentativa de assassinato da então esposa. As alterações no documento foram feitas tendo como base o laudo original do exame de corpo de delito.</p>
<p>Além disso, os investigados utilizavam grupos de WhatsApp para planejar estratégias da campanha de ódio nas redes sociais e para produzir o documentário.</p>
<p>Para o MP, o grupo buscava lucro com a desinformação. Extratos bancários de Alexandre Paiva, acessados com autorização judicial, revelaram depósitos da Google LLC e da Meta Platforms Ireland Limited, além de ganhos com publicidade.</p>
<p>O caso será julgado pela 9ª Vara Criminal de Fortaleza. Não há prazo para julgamento.</p>
<p>A Agência Brasil não conseguiu contato com a defesa de Marco Antonio. O espaço está aberto para manifestação. </p>
<h2>Operação    </h2>
<p>A investigação, iniciada em 2024 pelo Núcleo de Investigação Criminal (Nuinc), resultou na operação “Echo Chamber”, realizada em duas fases. Em dezembro de 2024, buscas no Espírito Santo e Rio de Janeiro levaram à suspensão do perfil de Paiva e à proibição de contato e aproximação com Maria da Penha e suas filhas.</p>
<p>Em julho de 2025, buscas em Natal apreenderam documentos e eletrônicos, incluindo um pen drive com o laudo adulterado, e suspenderam a veiculação do documentário. Diante da gravidade dos ataques, Maria da Penha foi incluída no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos pelo Núcleo de Acolhimento às Vítimas de Violência (Nuavv) do MP do Ceará.  </p>
<h2>Maria da Penha</h2>
<p>A ativista foi vítima de dupla tentativa de homicídio em 1983, por parte do então esposo Marco Heredia. Primeiro, ele a feriu com um tiro nas costas enquanto ela dormia, que causou lesões na coluna e medula deixando-a paraplégica.</p>
<p>O marido declarou à polícia que o ataque teria sido uma tentativa de assalto, versão que foi posteriormente desmentida pela perícia. Quatro meses depois, quando Maria da Penha voltou para casa – após duas cirurgias, internações e tratamentos –, ele a manteve em cárcere privado durante 15 dias e tentou eletrocutá-la durante o banho.   </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/quatro-acusados-por-campanha-de-odio-contra-maria-da-penha-viram-reus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Policiais militares acusados de matar jovem em 2024 vão a júri popular</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policiais-militares-acusados-de-matar-jovem-em-2024-vao-a-juri-popular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 22:43:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) determinou que os policiais militares Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado, acusados de matar o universitário Marco Aurélio Cárdenas Acosta, de 22 anos, serão levados a júri popular. Desarmado, o jovem foi assassinado com um tiro à queima-roupa, na madrugada do dia 20 de novembro de 2024, no bairro Vila Mariana, na capital paulista. De acordo com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), os agentes começaram a perseguir o estudante de medicina depois de ele ter golpeado um espelho da viatura. Macedo dirigia o automóvel e, com a provocação, saiu para abordar Acosta, que correu para o hotel onde estava hospedado com uma mulher com quem tinha um relacionamento.  Na sequência, Acosta foi encurralado pelos policiais, ficando sob a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) determinou que os policiais militares Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado, acusados de matar o universitário Marco Aurélio Cárdenas Acosta, de 22 anos, serão levados a júri popular. Desarmado, o jovem foi assassinado com um tiro à queima-roupa, na madrugada do dia 20 de novembro de 2024, no bairro Vila Mariana, na capital paulista.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Policiais-militares-acusados-de-matar-jovem-em-2024-vao-a.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), os agentes começaram a perseguir o estudante de medicina depois de ele ter golpeado um espelho da viatura. Macedo dirigia o automóvel e, com a provocação, saiu para abordar Acosta, que correu para o hotel onde estava hospedado com uma mulher com quem tinha um relacionamento. </p>
<p>Na sequência, Acosta foi encurralado pelos policiais, ficando sob a mira da arma de Macedo. O colega de farda desferiu um chute no jovem, que tentou se desvencilhar. Macedo, então, atirou contra ele, atingindo seu abdômen.</p>
<p>Para o MPSP, a motivação do crime foi torpe. Segundo o órgão, a retaliação dos militares à pancada dada no veículo foi excessiva, já que empregaram força letal contra a vítima, desarmada e desestabilizada, o que configura abuso de autoridade. </p>
<p>O documento do TJSP que traz os relatos dos réus aponta que Macedo, ao depor, reconheceu ter deixado a taser, arma de eletrochoque usada pelas forças de segurança, no carro. A vítima deu entrada no Hospital Ipiranga, mas não resistiu ao ferimento.</p>
<p>&#8220;Desde esse dia, foi um inferno, uma desestruturação completa da nossa família, um sofrimento que não tem fim&#8221;, disse a mãe do jovem, a médica Silvia Cárdenas Prado</p>
<p>Ela passou a se organizar junto a movimentos de parentes de outras vítimas de violência policial. </p>
<p>&#8220;A pergunta que fica para a minha família, a pergunta que deve ficar para o Brasil inteiro é: essa é a mensagem que o Estado está passando, a mensagem que o estado de São Paulo está passando? A Polícia Militar pode tirar a vida de uma pessoa inocente, de quem quiser, que não vai ter nenhuma consequência imediata. Nós temos que refletir sobre qual valor tem uma vida para o Estado. Penso que, quando a Justiça demora ou parece branda, a mensagem, para mim, é clara: eles falam, nas entrelinhas, que tem vidas que valem menos e isso nos atinge a todos.&#8221; </p>
<h2>Desvios de conduta</h2>
<p>Em nota encaminhada à Agência Brasil, a Secretaria da Segurança Pública diz não aceitar desvios de conduta e defende punição &#8220;em casos comprovados&#8221;, nos termos da lei. </p>
<p>&#8220;No caso citado, o Inquérito Policial Militar foi concluído e encaminhado à Justiça Militar, podendo resultar na exclusão dos policiais, que seguem afastados do serviço operacional. Paralelamente, o inquérito do DHPP [Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa] foi enviado à Justiça em janeiro de 2025, com pedido de prisão preventiva por homicídio doloso eventual, e o caso já passou por audiência de instrução.&#8221;</p>
<p>A reportagem procurou a defesa dos policiais, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/policiais-militares-acusados-de-matar-jovem-em-2024-vao-juri-popular" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>PGR pede condenação de cinco acusados do assassinato de Marielle</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pgr-pede-condenacao-de-cinco-acusados-do-assassinato-de-marielle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 16:14:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acusados]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-procurador-geral da república Hindemburgo Chateaubriand pediu a condenação dos cinco acusados do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O julgamento teve início nesta terça-feira (24), na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os acusados de participação no crime são o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula; e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente. Na avaliação da Procuradoria-Geral da República (PGR), os acusados “constituíram e participaram ativamente de organização criminosa armada” que, com a ajuda de milícias, praticaram crimes de associação estruturada, com clara divisão...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-procurador-geral da república Hindemburgo Chateaubriand pediu a condenação dos cinco acusados do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O julgamento teve início nesta terça-feira (24), na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/PGR-pede-condenacao-de-cinco-acusados-do-assassinato-de-Marielle.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os acusados de participação no crime são o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula; e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente.</p>
<p>Na avaliação da Procuradoria-Geral da República (PGR), os acusados “constituíram e participaram ativamente de organização criminosa armada” que, com a ajuda de milícias, praticaram crimes de associação estruturada, com clara divisão de tarefas no Rio de Janeiro, com o objetivo de obter “vantagens econômicas, sempre mediante a prática de crimes graves”.</p>
<p>Segundo a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de fazer os disparos de arma de fogo contra a vereadora e o motorista, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como os mandantes do crime.</p>
<p>Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime. Ronald é acusado de fazer o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo. Robson Calixto teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa.</p>
<h2>Acusação</h2>
<p>De acordo com o procurador, os acusados não só praticaram ocupação ilícita do solo urbano como impuseram domínio territorial por meio de milícias, o que “permitiu-lhes a constituição de fortes currais eleitorais dentro dos quais obtiveram monopólio de atos de campanha eleitoral”.</p>
<p>Segundo ele, a contrapartida para esses grupos milicianos foi o “acesso aos benefícios que o poder político lhes poderia proporcionar, inclusive por meio da ocupação de cargos em comissão e funções de confiança em órgãos do poder público”.</p>
<p>Na avaliação de Chateaubriand, há nos autos “provas robustas de que a organização criminosa composta pelos denunciados e por integrantes de milícias, praticava de forma sistemática os crimes de distorção de usura e de parcelamento irregular do solo”.</p>
<p>Embora a organização fosse intelectualmente liderada pelos irmãos Brazão, Robson Calixto Fonseca, também conhecido por Peixe, “desempenhava, ali, papel fundamental” para a organização criminosa, de acordo coma acusação. Segundo a PGR, ele atuava como intermediário entre os irmãos e as milícias que atuavam na região, inclusive viabilizando candidaturas nas eleições, bem como para a ocupação de cargos públicos.</p>
<h2>Marielle</h2>
<p>Diante desse cenário, o procurador afirmou que a vereadora Marielle representava ameaça aos “currais eleitorais dos irmãos, apresentando perspectiva de revogação fundiária que contrariava um padrão de poder territorial que já estava consolidado pelas milícias, por meio de grilagem”.</p>
<p>O procurador explicou que as dificuldades colocadas por Marielle contra o grupo criminoso ocorriam já nos primeiros dias de mandato. </p>
<p>“Tão logo empossada, MarielLe se opôs de forma veemente é um projeto de lei de iniciativa de João Francisco. Projeto que, de acordo com dados técnicos apresentados pela Polícia Federal, teria impacto primordial em áreas de influência dos irmãos Brazão”, disse.</p>
<p>Chateaubriand reforçou que Marielle &#8220;ameaçava os currais eleitorais&#8221; dos irmãos Brazão. </p>
<p>“E, no exercício sua pauta parlamentar, na esfera de habitação e urbanismo, Marielle ameaçou os currais eleitorais dos irmãos, apresentando uma perspectiva de revogação fundiária que contrariava o já consolidado padrão de poder territorial das milícias, criando obstáculos de limitação de projetos de lei que interessava a organização criminosa”, acrescentou.</p>
<h2>Quadro probatório</h2>
<p>Tendo por base todas essas contextualizações, o procurador afirmou que a versão apresentada por Roni Lessa sobre a motivação dos homicídios “encontra-se amplamente demonstrada”.</p>
<p>“Posto assim, com o quadro probatório demonstrado, não há dúvida de que estão comprovadas a materialidade e autoria delitiva dos homicídios praticados contra Marielle Franco e Anderson Gomes, na forma consumada; e contra Fernanda Gonçalves Chaves, na forma tentada, por motivo torpe e mediante promessas de recompensa”, acrescentou.</p>
<p>O procurador lembrou que, durante a intervenção federal no Rio de Janeiro, a Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça produziu um relatório que também fazia menção a “uma grande organização criminosa com a atuação em todo o estado, em especial na capital, formada principalmente para explorar jogos de azar, com empregos de violência”, o que reforçou ainda mais as suspeitas contra a organização criminosa.</p>
<p>“A milícia monopolizou o uso da violência, sendo responsável por diversos homicídios, no interesse da organização. E a Polícia Civil, por meio da divisão de homicídios, assumiu o papel de garantir a impunidade do grupo, de modo que os crimes de homicídios vinculados à contravenção não fossem devidamente investigados”, acrescentou, ao ressaltar o papel de Rivaldo Barbosa na organização.</p>
<p>O procurador disse não ter dúvidas em afirmar a responsabilidade de Rivaldo Barbosa pelos crimes de homicídio que lhe foram imputados.</p>
<p>Com base nas provas apresentadas contra, o procurador disse que o major da Polícia Militar Ronald de Paula era miliciano com a atuação preponderante em Rio das Pedras.</p>
<p>“Nos termos a denúncia, Ronald teria sido responsável pelo monitoramento da rotina de Marielle antes dos homicídios, em cargo que recebera do próprio grupo”, disse Chateaubriand ao citar várias situações de monitoramento comprovadas durante as investigações.</p>
<p>O procurador pediu a procedência da ação, o que inclui também o pagamento de indenização por danos morais e materiais às famílias das vítimas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/pgr-pede-condenacao-de-cinco-acusados-do-assassinato-de-marielle" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pgr-pede-condenacao-de-cinco-acusados-do-assassinato-de-marielle/">PGR pede condenação de cinco acusados do assassinato de Marielle</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Justiça do Rio absolve PMs acusados de matar jovem na Cidade de Deus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-do-rio-absolve-pms-acusados-de-matar-jovem-na-cidade-de-deus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:40:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal do Júri do Rio de Janeiro absolveu, no final da noite desta quarta-feira (11), os policiais militares Aslan Wagner Ribeiro de Faria e Diego Pereira Leal acusados de homicídio qualificado contra o adolescente Thiago Menezes Flausino, de 13 anos, que aconteceu em agosto de 2023, na Cidade de Deus, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Os agentes, que eram do Batalhão de Choque, também foram absolvidos da tentativa de homicídio de Marcos Vinicius de Sousa Queiroz. Thiago e Marcos estavam juntos em uma moto quando foram atacados com tiros de fuzil. Marcos Vinicius foi atingido na mão, mas sobreviveu ao ataque. Ele prestou depoimento e confirmou que Thiago não estava armado no dia em que foi morto. O julgamento tenso durou dois dias e foi marcado por...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal do Júri do Rio de Janeiro absolveu, no final da noite desta quarta-feira (11), os policiais militares Aslan Wagner Ribeiro de Faria e Diego Pereira Leal acusados de homicídio qualificado contra o adolescente Thiago Menezes Flausino, de 13 anos, que aconteceu em agosto de 2023, na Cidade de Deus, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Justica-do-Rio-absolve-PMs-acusados-de-matar-jovem-na.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os agentes, que eram do Batalhão de Choque, também foram absolvidos da tentativa de homicídio de Marcos Vinicius de Sousa Queiroz.</p>
<p>Thiago e Marcos estavam juntos em uma moto quando foram atacados com tiros de fuzil. Marcos Vinicius foi atingido na mão, mas sobreviveu ao ataque. Ele prestou depoimento e confirmou que Thiago não estava armado no dia em que foi morto.</p>
<p>O julgamento tenso durou dois dias e foi marcado por debates acalorados entre acusação e defesa. A maioria dos sete jurados decidiu absolver os policiais, que também respondem outro processo, por fraude processual.</p>
<p>Na leitura da sentença, o juiz Renan Ongaratto, que presidiu a sessão, disse que, embora o Judiciário não seja indiferente à &#8220;dor que transcende a família das vítimas&#8221;, a decisão do tribunal corresponde à &#8220;voz da sociedade&#8221;</p>
<p>Em nota, a Anistia Internacional manifestou indignação com o resultado do julgamento e disse que o foco foi desviado ao tratar Thiago como criminoso em vez de vítima da letalidade policial.</p>
<h2>Crime</h2>
<p>Thiago Menezes foi atingido por disparos de fuzil depois de cair de moto, junto com Marcos Vinicius, em uma via de acesso à comunidade Cidade de Deus. No momento do ataque, os policias estavam em um carro particular, descaracterizado, e saíram do veículo atirando.</p>
<p>O menino, que sonhava em ser jogador de futebol, foi atingido pelas costas, primeiro, nas pernas, depois, no tronco. Ele não tinha passagem pela polícia e os boletins escolares atestavam mais de 90% de frequência. À época do crime, várias manifestações de amigos e familiares foram feitas em homenagem ao menino no Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo a denúncia do Ministério Público estadual, os policiais agiram com torpeza no crime, em uma operação de tocaia ilegal, com arma de alta energia.</p>
<p>Já a defesa dos policiais alegou que os jovens seriam integrantes do tráfico de drogas e que teriam atirado contra os agentes, que apenas revidaram.</p>
<p>Embora o tempo da ação – entre a queda da moto e os disparos dos policiais – sugira que não houve confronto, a defesa sustentou a tese e apresentou uma pistola que teria sido usada por Thiago e teria sido recolhida pelos policiais, na cena do crime.</p>
<p>A alegação dos policiais foi contestada pelas testemunhas e pela perícia. A acusação também sustentou que o depoimento dos policiais foi marcado por várias trocas de versão, com a intenção de omitir as circunstâncias do crime.</p>
<p>Primeiro, os PMs alegaram que não estavam no local. Depois, disseram que o carro de onde saíram era uma viatura da polícia com sirene, e não um veículo particular.</p>
<p>&#8220;Temos aqui dois réus que afirmaram ter atirado na vítima&#8221;, disse disse o defensor público Pedro Cariello, que atuou junto com o Ministério Público.</p>
<p>&#8220;Temos alteração da narrativa pelos réus por duas vezes, ou seja, [os policias] mentiram&#8221;, frisou Cariello, que também questionou a existência de qualquer norma da PM que autorize policiais a usarem o próprio carro em operações: &#8220;isso é impossível, não é normal.&#8221;</p>
<h2>Testemunhas</h2>
<p>Durante o julgamento, foram ouvidos Marcos Vinicius, o sobrevivente; a mãe de Thiago, Priscila Menezes; vizinhos que presenciaram e filmaram a ocorrência, além do comandante da operação, que sustentou a versão dos PMs, dentre outros.</p>
<p>A mãe insistiu que o menino era &#8220;educado, carinhoso, sorridente e feliz&#8221;. Ele frequentava duas escolas de futebol e era um aluno assíduo no colégio.</p>
<p>&#8220;Thiago nunca me deu trabalho, nunca me trouxe preocupação&#8221;, disse a mãe, em depoimento na terça-feira (10), primeiro dia do julgamento.</p>
<p>&#8220;Ele era um menino que gostava de ir pra escola, né? Tinha responsabilidade de acordar e ir pra escola, não precisava cobrar isso dele&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/justica-do-rio-absolve-pms-acusados-de-matar-jovem-na-cidade-de-deus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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