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	<title>ainda Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>ainda Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Omar Aziz e Roberto Cidade alinham início da transição: &#8216;não escolhi nem um secretário ainda&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 19:08:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governador eleito do Amazonas, Omar Aziz (PSD), deu o pontapé inicial para o período de transição antes de assumir o Governo do Amazonas a partir de janeiro. Ao lado do governador Roberto Cidade (UB), o senador disse, nesta quinta-feira (29), que vai comandar pessoalmente essa etapa. A agenda na sede do Governo, na Compensa, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O governador eleito do Amazonas, Omar Aziz (PSD), deu o pontapé inicial para o período de transição antes de assumir o Governo do Amazonas a partir de janeiro. Ao lado do governador Roberto Cidade (UB), o senador disse, nesta quinta-feira (29),  que vai comandar pessoalmente essa etapa. A agenda na sede do Governo, na Compensa, foi marcada por uma reunião de mais de 1 hora.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Porém, o governador eleito não quis antecipar nomes para o secretariado. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Eu não escolhi nem um secretário ainda, ninguém foi convidado para ser secretário de estado ainda por mim”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Omar também disse que aguardará a proclamação oficial do resultado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) para formalizar os procedimentos. A proposta inicial prevê três representantes indicados pelo governo atual e três pela equipe eleita, com possibilidade de participação de outros profissionais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Omar evitou listar  pedidos a Roberto Cidade. “Não acho que eu tenha o direito de chegar com o governador nesse momento e cobrar alguma coisa dele”,  ao referir-se a Roberto Cidade, com quem teve embates acalorados no primeiro turno.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Cidade disse que as portas do Estado estarão abertas, com acesso a dados e informações que possam nortear Omar antes da chegada efetiva ao comando.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Estamos à disposição para colaborar da melhor forma possível na transição do governo, para trabalhar em conjunto com a comissão e dar todas as informações para que o governador eleito e a vice-governadora eleita, possam, a partir do dia 6 de janeiro, trabalhar pelo nosso estado e fazer uma gestão que corresponda ao que o povo do estado do Amazonas lhes concedeu nas urnas”, disse o governador Roberto Cidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Omar volta ao comando do Amazonas após 12 anos. Alessandra Campelo é a primeira mulher eleita para o cargo na história do Amazonas. “Aquilo que nós pedimos ao governador foi ter espaço e abertura e transparência para a gente fazer a transição e o governador se comprometeu a gente fazer isso”, disse Omar. </p>
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		<title>Omar Aziz e Roberto Cidade acertam detalhes para início da transição: &#8216;não escolhi nem um secretário ainda&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 18:27:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governador eleito do Amazonas, Omar Aziz (PSD), deu o pontapé inicial para o período de transição antes de assumir o Governo do Amazonas a partir de janeiro. Ao lado do governador Roberto Cidade (UB), o senador disse que vai comandar pessoalmente essa etapa. A agenda na sede do Governo, na Compensa, foi marcada por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O governador eleito do Amazonas, Omar Aziz (PSD), deu o pontapé inicial para o período de transição antes de assumir o Governo do Amazonas a partir de janeiro. Ao lado do governador Roberto Cidade (UB), o senador disse que vai comandar pessoalmente essa etapa. A agenda na sede do Governo, na Compensa, foi marcada por uma reunião de mais de 1 hora.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A vice-governadora eleita, Alessandra Campêlo (PSD), foi o principal nome confirmado por Omar na equipe de transição, na qual Omar não quis antecipar nomes para o secretariado. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Eu não escolhi nem um secretário ainda, ninguém foi convidado para ser secretário de estado ainda por mim”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Omar evitou listar  pedidos a Roberto Cidade. “Não acho que eu tenha o direito de chegar com o governador nesse momento e cobrar alguma coisa dele”,  ao referir-se a Roberto Cidade, com quem teve embates acalorados no primeiro turno.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Cidade disse que as portas do Estado estarão abertas, com acesso a dados e informações que possam nortear Omar antes da chegada efetiva ao comando.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Aquilo que nós pedimos ao governador foi ter espaço e abertura e transparência para a gente fazer a transição e o governador se comprometeu a gente fazer isso”, disse.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Omar volta ao comando do Amazonas após 12 anos. Alessandra Campelo é a primeira mulher eleita para o cargo na história do Amazonas. </p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/omar-aziz-e-roberto-cidade-acertam-detalhes-para-inicio-da-transicao-nao-escolhi-nem-um-secretario-ainda/">Omar Aziz e Roberto Cidade acertam detalhes para início da transição: &#8216;não escolhi nem um secretário ainda&#8217;</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Um ano depois, mortes da Operação Contenção ainda são investigadas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/um-ano-depois-mortes-da-operacao-contencao-ainda-sao-investigadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 10:21:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda era madrugada, em 28 de outubro de 2025, quando mais de 2,5 mil policiais civis e militares começaram a se preparar para uma operação nos complexos de favelas do Alemão e da Penha. Entre as milhares de incursões em comunidades realizadas no Rio de Janeiro nos últimos 40 anos, aquela seria a mais letal. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/um-ano-depois-mortes-da-operacao-contencao-ainda-sao-investigadas/">Um ano depois, mortes da Operação Contenção ainda são investigadas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda era madrugada, em 28 de outubro de 2025, quando mais de 2,5 mil policiais civis e militares começaram a se preparar para uma operação nos complexos de favelas do Alemão e da Penha. Entre as milhares de incursões em comunidades realizadas no Rio de Janeiro nos últimos 40 anos, aquela seria a mais letal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Um-ano-depois-mortes-da-Operacao-Contencao-ainda-sao-investigadas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O que se viu ao longo do dia foram horas de confrontos armados, ônibus incendiados por criminosos nas ruas, e o avanço dos policiais pelas ruas e vielas das favelas. Em 29 de outubro, o balanço era de que 121 pessoas haviam perdido suas vidas, sendo quatro policiais. O número subiu para cinco em 22 de novembro, com a morte de um policial que estava internado.</p>
<p>As imagens de corpos alinhados em uma rua na Vila Cruzeiro, no bairro da Penha, rodaram o mundo. Segundo a polícia, as 117 pessoas que não eram policiais morreram durante troca de tiros com os agentes. Moradores das comunidades e parentes de pessoas que morreram, entretanto, relataram episódios de tortura e execução.</p>
<p>Passado um ano, ainda não há conclusão sobre as circunstâncias das mortes e sobre os responsáveis por elas, mesmo com investigações das polícias Civil e Federal e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).</p>
<h2> </h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Um-ano-depois-mortes-da-Operacao-Contencao-ainda-sao-investigadas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 - Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Operação Contenção</h2>
<p>Naquele dia, a Polícia Civil divulgou que se tratava de uma “megaoperação”, com o objetivo de capturar lideranças criminosas do Rio de Janeiro e de outros estados, que estariam atuando a partir daqueles complexos de favelas, na zona norte da cidade.</p>
<p>A entrada das forças de segurança nos complexos era parte de uma operação iniciada meses antes, a Contenção. </p>
<p>Segundo o governo do estado do Rio, a série de ações policiais buscava “ser uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho” e “desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa”.</p>
<p>&gt;&gt; Sob facções e operações, população de favelas vive traumas e adoece</p>
<h2>Investigações</h2>
<p>Coordenador do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do MPRJ, o promotor de Justiça Fabio Correa preside o Procedimento Investigatório Criminal (PIC) aberto para apurar as mortes ocorridas durante a operação dos dias 28 e 29 de outubro de 2025.</p>
<p>“É uma situação sui generis, como nunca aconteceu na história da segurança pública do Rio de Janeiro, tanto que é considerada a operação mais letal da história”, destaca o promotor.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1793096492_884_Um-ano-depois-mortes-da-Operacao-Contencao-ainda-sao-investigadas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção.&#13;&#10;Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Segundo ele, o MPRJ já colheu depoimentos de 255 policiais civis e militares que participaram da operação e de 61 pessoas que foram presas na ação. Os promotores também entraram em contato com parentes de todos os mortos e conseguiram ouvir 45 deles.</p>
<p>O MPRJ também acompanhou as necropsias realizadas pelo Instituto Médico-Legal (IML) e ainda analisa laudos periciais e imagens das câmeras corporais usadas pelos policiais no dia da ação.</p>
<p>Chega a 4 mil o total de horas de imagens gravadas pelas câmeras corporais obtidas. Não foi registrada, no entanto, toda a atuação de cada agente. Segundo as autoridades de segurança pública do Rio de Janeiro, as baterias se esgotaram depois de horas de realização da operação.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1793096492_490_Um-ano-depois-mortes-da-Operacao-Contencao-ainda-sao-investigadas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 30/10/2025 – Atendimento aos familiares durante o reconhecimento dos corpos dos mortos na Operação Contenção no Instituto Médico Legal. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Atendimento aos familiares durante o reconhecimento dos corpos dos mortos na Operação Contenção no Instituto Médico Legal. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Casos atípicos</h2>
<p>Inicialmente, pelo menos dois casos chamaram a atenção dos peritos do MPRJ e são considerados “atípicos”. Um deles foi uma morte por disparos efetuados a curta distância. O outro foi um caso de decapitação da vítima.</p>
<p>“[Os dois casos] não são conclusivos e permanecem ainda em apuração no bojo dessa investigação, que apura a totalidade das mortes, não só dos civis, como também dos policiais”, ressalta Corrêa. “É um elemento de prova, um elemento que vai ser trazido aos autos junto com os demais, com as demais análises sobre depoimentos, câmeras corporais [usadas pelos policiais]”.</p>
<p>Ele destaca, no entanto, que não foi possível realizar a perícia no local do crime, o que dificulta o entendimento do que aconteceu nesses casos. </p>
<p>“Então este é mais um elemento que entra na análise, de tudo que aconteceu”, afirma. “[Mas] o Ministério Público espera e pretende dar essas respostas definitivas sobre o que de fato aconteceu naquele dia”.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1793096492_624_Um-ano-depois-mortes-da-Operacao-Contencao-ainda-sao-investigadas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 30/10/2025 – Raquel Rodrigues se emociona ao fazer reconhecimento do corpo do filho, Yago Ravel Rodrigues Rosário, encontrado decapitado, um dos mortos na Operação Contenção, no Instituto Médico Legal. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p>Raquel Rodrigues se emociona ao fazer reconhecimento do corpo do filho, Yago Ravel Rodrigues Rosário, encontrado decapitado, um dos mortos na Operação Contenção, no Instituto Médico Legal. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</p>
<h2>Outros crimes</h2>
<p>Os relatos de execuções não foram os únicos excessos que teriam sido cometidos por policiais durante a operação Contenção. Algumas investigações sobre desvios de conduta, por exemplo, já foram concluídas pelo MPRJ.</p>
<p>Até junho deste ano, 27 policiais já tinham sido denunciados à Justiça pelo MPRJ por crimes como desvio de fuzis apreendidos, furtos de peças de carro e outros bens, invasões de domicílio e constrangimento de moradores. Apesar da interrupção de gravações por esgotamento das baterias, também foi constatado que várias câmeras foram intencionalmente desligadas ou obstruídas. </p>
<p>Um levantamento do MPRJ, com base na análise de 51 equipamentos de gravação usados pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope), apontou que pelo menos 17% dos equipamentos foram desligados propositalmente pelos policiais. Em 7,8%, há indícios de obstrução da lente para impedir a gravação em determinados momentos.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1793096493_166_Um-ano-depois-mortes-da-Operacao-Contencao-ainda-sao-investigadas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 06/11/2025 – Missa de sétimo dia em homenagem aos policiais civis e militares mortos na Operação Contenção, no Theatro Municipal. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Missa de sétimo dia em homenagem aos policiais civis e militares mortos na Operação Contenção, no Theatro Municipal. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Direitos Humanos</h2>
<p>Em março deste ano, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), divulgou um relatório mostrando alguns problemas na condução da operação e da investigação.</p>
<p>O documento aponta, por exemplo, a tática de encurralar os criminosos em uma área da comunidade, com uma estratégia militar chamada de “martelo e bigorna”, “cujo objetivo seria confinar o oponente, restringir rotas de fuga e exercer pressão convergente em perímetro delimitado até sua ‘neutralização’”.</p>
<p>O elevado número de mortos, inicialmente 121, sobrecarregou o Instituto Médico-Legal (IML). A CIDH descreveu “relatos de armazenamento inadequado dos corpos” e demora na liberação para os familiares.</p>
<p>O relatório apontou ainda restrições iniciais de acesso da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro aos laudos de autópsia e relatórios periciais, “o que limitou sua capacidade de acompanhar e fiscalizar os procedimentos forenses”, em nome das famílias em situação de vulnerabilidade representadas pelo órgão. Posteriormente, a Defensoria acabou tendo acesso aos documentos e ainda não terminou de mostrá-los às famílias.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1793096493_56_Um-ano-depois-mortes-da-Operacao-Contencao-ainda-sao-investigadas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção&#13;&#10;Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Dos 99 presos durante a ação, 17 tinham mandados de prisão expedidos contra eles. O relatório informa lesões em 17 detidos e outros 36 tiveram laudos inconclusivos para maus-tratos e tortura. Uma pessoa foi liberada da prisão sem sequer ter sido submetida a exames de corpo de delito.</p>
<p>A retirada dos corpos da área de mata foi feita pelos próprios moradores e, segundo o relatório, houve relatos de que alguns desses cadáveres “apresentavam marcas que poderiam ser indicativas de execução extrajudicial, tortura, maus-tratos ou lesões perfurocortantes”.</p>
<p>O relatório também apontou para a disparidade do número de mortos entre policiais (cinco) e não policiais (117). Para a CIDH, a desproporção acentuada suscita questionamentos quanto à finalidade dos disparos e indica a necessidade de exame rigoroso sobre se a força letal foi empregada como primeiro recurso, inclusive em situações nas quais a imobilização poderia ter sido viável. </p>
<p>“Ainda que se considere a hipótese de que civis estivessem armados e vinculados à organização criminosa, o padrão observado não se coaduna com cenário típico de confronto armado regular.”</p>
<p>A comissão interamericana acrescenta que havia corpos com múltiplos disparos na cabeça, na boca, nas costas, nas axilas e no tórax, em posições que não seriam compatíveis com troca de tiros. </p>
<p>“Foram relatados casos de pessoas vistas vivas sob custódia policial e posteriormente encontradas mortas, além de indícios de amarras, lesões perfurocortantes e disparos à queima-roupa”, descreve o relatório.</p>
<p>A CIDH também concluiu que “o modelo atual de investigação da violência policial no Brasil, particularmente no estado do Rio de Janeiro, apresenta deficiências estruturais que comprometem a independência, imparcialidade e eficácia das apurações”.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1793096493_443_Um-ano-depois-mortes-da-Operacao-Contencao-ainda-sao-investigadas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Agentes da prefeitura limpam rua onde os corpos da chacina foram levados antes de saírem para o IML, Operação Contenção.&#13;&#10;Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Agentes da prefeitura limpam rua onde os corpos da chacina foram levados antes de saírem para o IML, Operação Contenção. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Um ano depois</h2>
<p>Pesquisadoras ouvidas pelas equipes de reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) disseram que, apesar de todas as mortes e de o governo estadual ter apresentado a operação como bem-sucedida, não houve mudança significativa no controle territorial armado dos dois complexos de favelas.</p>
<p>“O que a gente percebe é o que percebemos em todas as operações violentas no Rio de Janeiro. O saldo é nulo ou negativo. A gente fala nulo porque nada mudou”,  afirma Maria Isabel Couto, do Instituto Fogo Cruzado </p>
<p>“A população continua submetida às mesmas rotinas violentas do Comando Vermelho após a operação. A liderança do Comando Vermelho é a mesma, as pessoas do Comando Vermelho que morreram foram substituídas por outras pessoas”.</p>
<p>Segundo ela, o saldo negativo é visto quando se analisa que essas operações geram ainda mais traumas para a população local. </p>
<p>“É uma população que viu seus entes queridos e pessoas conhecidas serem exterminadas. [Viram] em praça pública, os corpos enfileirados. A troco de nada, a gente vê pessoas que lidam há um ano com esse trauma, acumulado há tantos outros, de que essas vidas são entendidas pelo poder público como dispensáveis. Por quê? Porque, em nome de mudança nenhuma, pessoas são exterminadas”.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1793096494_794_Um-ano-depois-mortes-da-Operacao-Contencao-ainda-sao-investigadas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 - Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>&gt;&gt; Tiroteios constantes afetam desenvolvimento de crianças em comunidades</p>
<p>Pesquisadora do Grupo de Estudos de Novos Ilegalismos (Geni), da Universidade Federal Fluminense (UFF), Carolina Grillo concorda que essa operação, como tantas outras, não teve impacto significativo no cenário de segurança pública do Rio de Janeiro.</p>
<p>“Os moradores passaram por uma cena de filme de terror para nada. No segundo em que a polícia foi embora, o Comando Vermelho continuava controlando o território. Supostamente, essa operação era para prender o Doca [liderança criminosa local]. Segundo os moradores, todo mundo já sabia que ia ter operação e que o Doca já tinha saído na véspera”, afirma.</p>
<p>Carolina Grillo complementa que, além de colocar a população em risco e criar um caos na cidade, a operação foi incapaz de proteger os próprios policiais.</p>
<p>“A operação foi um verdadeiro desastre, que resultou em cinco policiais mortos, ou seja, sem um planejamento adequado, que pensasse em proteger seus próprios agentes”, ressalta. </p>
<p>“Foi uma operação que não teve nenhum compromisso com a vida. Cerca de 60 corpos foram largados na mata, porque era tanta gente que a polícia matou que eles não eram capazes de carregar os corpos das suas vítimas”.</p>
<p>A Agência Brasil pediu para entrevistar representantes das polícias Civil, Militar, Federal e da Secretaria Estadual de Segurança Pública. </p>
<p>A Polícia Militar respondeu que não seria possível realizar a entrevista. A Polícia Federal diz que não comenta investigações em andamento. A Polícia Civil e a Secretaria de Segurança não responderam ao pedido da reportagem.</p>
<p><em>*Repórter da TV Brasil.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/um-ano-depois-mortes-da-operacao-contencao-ainda-sao-investigadas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/um-ano-depois-mortes-da-operacao-contencao-ainda-sao-investigadas/">Um ano depois, mortes da Operação Contenção ainda são investigadas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>TSE: seções eleitorais ainda abertas devem manter votação até as 19h</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 21:23:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, decidiu há pouco, neste domingo (25), que somente as seções eleitorais que ainda estão abertas deverão ampliar a votação até as 19h.  A decisão foi tomada após a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou que a votação deverá ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, decidiu há pouco, neste domingo (25), que somente as seções eleitorais que ainda estão abertas deverão ampliar a votação até as 19h. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TSE-secoes-eleitorais-ainda-abertas-devem-manter-votacao-ate-as.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A decisão foi tomada após a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou que a votação deverá ser estendida por mais duas horas, após o horário oficial, que terminou às 17h em todo o país. </p>
<p><em>(Em atualização)</em></p>
<p> </p>
<p>Relacionadas</p>
<p>                    <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TSE-secoes-eleitorais-ainda-abertas-devem-manter-votacao-ate-as.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 25/10/2026 – Eleitores votam na EMEF Celso Ribeiro Leite Filho, no bairro da Bela Vista, durante o segundo turno das Eleições 2026. &#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p>
                    Ministros do TSE se reúnem a portas fechadas após decisão de Zanin                  </p>
<p>                    <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TSE-secoes-eleitorais-ainda-abertas-devem-manter-votacao-ate-as.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 25/10/2026 - Eleitores em dia de votação das Eleições 2026, na Escola Classe 01 do Varjão. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p>
                    Zanin manda ampliar horário de votação até as 19h em todo o país                  </p>
<p>                    <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1792963402_662_TSE-secoes-eleitorais-ainda-abertas-devem-manter-votacao-ate-as.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 24/03/2023 - Passageiros embarcam em ônibus na Luz no segundo dia de greve dos metroviários em São Paulo. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p>
                    PT notifica TRE-SP por falta de ônibus na cidade neste domingo                  </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/tse-secoes-eleitorais-ainda-abertas-devem-manter-votacao-ate-19h" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Local de votação ainda pode mudar; consulte de novo antes de ir à urna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 15:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo que o eleitor tenha consultado o local de votação com antecedência, ele deve verificar novamente a informação no dia da eleição, no domingo (25), antes de sair de casa. Outra dica é votar pela manhã, para ter mais tempo de se deslocar caso a seção eleitoral tenha mudado de lugar. A Justiça Eleitoral tem alertado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo que o eleitor tenha consultado o local de votação com antecedência, ele deve verificar novamente a informação no dia da eleição, no domingo (25), antes de sair de casa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Local-de-votacao-ainda-pode-mudar-consulte-de-novo-antes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Outra dica é votar pela manhã, para ter mais tempo de se deslocar caso a seção eleitoral tenha mudado de lugar.</p>
<p>A Justiça Eleitoral tem alertado que o local das seções eleitorais pode mudar até o próximo domingo (25), dia do segundo turno. Na última sexta-feira (17), chegava a 4 mil o número de seções alteradas após o primeiro turno, mas nova divulgação na segunda-feira (19) informou um número menor, de 444 seções.</p>
<p>“Até o dia da realização do segundo turno, cada um dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais divulgará, por todos os meios de comunicação disponíveis, os locais de votação eventualmente modificados”, diz nota conjunta dos TREs.</p>
<h2>Onde conferir o local de votação</h2>
<p>O eleitor deve conferir o local de votação apenas nos canais oficiais da Justiça Eleitoral, seja no botão “onde votar” do aplicativo e-Título, ou nos portais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos TREs.</p>
<p>Nos últimos dias, têm circulado diversas mensagens em grupos de <em>WhatsApp </em>ou nas redes sociais com links não oficiais sobre locais de votação que não são confiáveis.</p>
<p>O eleitor não deve consultar o local de votação em links que não sejam os oficiais da Justiça Eleitoral.</p>
<h2>TREs explicam mudanças</h2>
<p>Em nota conjunta, os TREs alegam que as mudanças nos locais de votação ocorrem apenas quando é “absolutamente necessário”</p>
<p>“Os motivos são sempre extraordinários e estão relacionados a situações climáticas extremas, problemas não identificados previamente nas estruturas dos prédios utilizados como locais de votação e questões de segurança pública”, diz nota dos presidentes dos 27 TREs do país.</p>
<p>Ainda segundo a nota do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), o TSE não tem ingerência sobre essas alterações.</p>
<h2>Alterações confundem eleitor</h2>
<p>As mudanças nos locais de votação nos últimos dias podem confundir os eleitores, avaliou o advogado especialista em direito eleitoral Alberto Rollo.</p>
<p>“Realmente, mudar de 4 mil para 400 seções modificadas é uma coisa esquisita, mas eu não vejo nenhum tipo de dolo [má-fé] para atrapalhar o eleitorado. Eu acho que é desencontro de informação”, explicou.</p>
<p>Rollo acrescentou que é comum ocorrerem mudanças excepcionais de locais de votação antes do pleito, devido a mudanças no clima ou na estrutura das escolas.  </p>
<p>“Sempre lembrando que o Brasil é muito grande, então, pode ser que chova hoje no Sul ou no Norte, e a escola fica prejudicada para domingo. Com isso, é atualizada a informação, mas vão ser algumas seções eleitorais, só em algumas escolas, e não baixar de 4 mil para 400”, acrescentou.</p>
<p>Ainda segundo o especialista, a Justiça Eleitoral não teria condição de informar as mudanças em local de votação individualmente, para cada eleitor, por causa dos cadastros, que não são completos, com e-mail ou número de telefone.</p>
<p>“Não daria para fazer a comunicação para essas pessoas individualmente. Mas a Justiça Eleitoral pode fazer essa comunicação via grande imprensa, colocar nos jornais de papel, colocar nas televisões abertas, nas rádios. Isso dá para melhorar”, concluiu. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/local-de-votacao-ainda-pode-mudar-consulte-de-novo-antes-de-ir-urna" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/local-de-votacao-ainda-pode-mudar-consulte-de-novo-antes-de-ir-a-urna/">Local de votação ainda pode mudar; consulte de novo antes de ir à urna</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Vírus respiratórios ainda estão em alta no país, alerta Fiocruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 20:56:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por vírus respiratório demonstram que o rinovírus, o metapneumovírus e o Sars-CoV-2 apresentam tendência de aumento em nível nacional. Porém, novos casos semanais de SRAG por covid-19 estão baixos no país.  O alerta está no boletim semanal InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (8).  [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por vírus respiratório demonstram que o rinovírus, o metapneumovírus e o Sars-CoV-2 apresentam tendência de aumento em nível nacional. Porém, novos casos semanais de SRAG por covid-19 estão baixos no país. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Virus-respiratorios-ainda-estao-em-alta-no-pais-alerta-Fiocruz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O alerta está no boletim semanal InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (8). </p>
<p>Os pesquisadores ressaltam que “a população prioritária verifique se está em dia com a vacinação contra a covid-19”. </p>
<p>“No caso das gestantes, é fundamental também se vacinar contra o Virus Sincicial Respiratório [VSR]”, recomendam. </p>
<p>Em nível nacional, segundo o boletim, observa-se um leve sinal de retomada do crescimento dos casos de SRAG nas crianças e adolescentes de 2 a 14 anos de idade e estabilização dos casos nas demais faixas etárias.</p>
<p>O boletim aponta ainda que “os casos de SRAG por VSR e influenza B estão em queda e as hospitalizações por influenza A estão estáveis em níveis baixos de incidência”.</p>
<h2>SRAG</h2>
<p>Em nível regional, o boletim alerta que Alagoas, Roraima e Sergipe apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas com indícios de crescimento nas últimas seis semanas.</p>
<p>O aumento de SRAG nesses estados ocorre principalmente em crianças e adolescentes. Em Alagoas e Sergipe esse incremento está associado ao metapneumovírus. Em Roraima, ainda não há dados suficientes para determinar o vírus responsável pela doença.</p>
<p>O estudo aponta ainda que cinco unidades também apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.</p>
<p>Cinco das 27 capitais &#8211; Aracaju, Porto Alegre, Rio Branco, São Luís e Vitória &#8211; apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas.</p>
<h2>Mortalidade</h2>
<p>A incidência e mortalidade semanal média, nas últimas oito semanas epidemiológicas, segundo o InfopGripe, mantém o cenário típico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. Enquanto a incidência de SRAG apresenta impacto mais elevado nas crianças até os 2 anos de idade, os casos de mortalidade impactam a população a partir de 65 anos de idade.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-10/virus-respiratorios-ainda-estao-em-alta-no-pais-alerta-fiocruz" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/virus-respiratorios-ainda-estao-em-alta-no-pais-alerta-fiocruz/">Vírus respiratórios ainda estão em alta no país, alerta Fiocruz</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Mais de 100 mil clientes ainda estão sem energia após vendaval no Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mais-de-100-mil-clientes-ainda-estao-sem-energia-apos-vendaval-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 19:35:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois dias após o vendaval que atingiu o estado do Rio de Janeiro na quarta-feira (29), 80 mil clientes continuavam sem o fornecimento de energia na área de concessão da Light na tarde desta sexta-feira (31). A empresa é responsável pela capital e municípios da Baixada Fluminense, Região Metropolitana, Vale do Paraíba, em outras regiões. Já na área de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mais-de-100-mil-clientes-ainda-estao-sem-energia-apos-vendaval-no-rio/">Mais de 100 mil clientes ainda estão sem energia após vendaval no Rio</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois dias após o vendaval que atingiu o estado do Rio de Janeiro na quarta-feira (29), 80 mil clientes continuavam sem o fornecimento de energia na área de concessão da Light na tarde desta sexta-feira (31).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Mais-de-100-mil-clientes-ainda-estao-sem-energia-apos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A empresa é responsável pela capital e municípios da Baixada Fluminense, Região Metropolitana, Vale do Paraíba, em outras regiões.</p>
<p>Já na área de concessão da Enel Rio, 25 mil clientes continuavam sem energia às 15h desta sexta. A concessionária atende a outras cidades da Região Metropolitana, à Região dos Lagos, à Região Serrana, ao Sul Fluminense, à Costa Verde, à Baixada Litorânea, ao Norte e ao Noroeste Fluminense. </p>
<p>Entre as cidades mais impactadas em sua rede está Paraty, onde fica a pousada da norte-americana Kristin Lena Muller. Ela enfrenta transtornos desde quarta-feira.</p>
<p>A Pousada Casa Ecológica Paraty, instalada no bairro Caborê, fica perto do Centro Histórico, o grande atrativo turístico da cidade. Lá, a energia chegou a voltar em apenas uma fase ainda na quarta-feira, ficou oscilando, mas, sumiu desde quinta.</p>
<p>“Toda vez, eles mandam um aviso no telefone falando que a previsão é uma e, aí, mandam outra, mais para a frente, mais para a frente. Estão fazendo isso há dois dias, enrolando a gente com novas previsões. Agora, estão falando duas e pouca. Vamos ver o que vai acontecer”, reclamou em entrevista à Agência Brasil no início desta tarde.</p>
<p>Enquanto isso, os prejuízos vão se avolumando.</p>
<p>“Já estragou tudo na geladeira. Não posso alugar assim. Fechei meu calendário. Imagina se alguém vem e não pode usar nada? A gente perde negócio, perde comida e não pode usar várias coisas na pousada para fazer manutenção. Não podemos lavar roupa. Está tudo parado” contou, acrescentando que a pousada tem capacidade para receber até 20 pessoas nos seis quartos de três bangalôs.</p>
<p>“Também pega muito mal para a cidade em geral, porque o cliente fica sabendo que pode chegar em Paraty e não ter infraestrutura básica que precisa É bem complicado”.</p>
<p>Lena apontou outra preocupação de quem é responsável por locais de hospedagem na cidade. “Hoje em dia, se vê anúncios de pousadas com gerador, como se fosse um luxo ter luz. Agora, tem que ter gerador ou algum sistema próprio, porque não pode contar com um serviço básico de uma cidade”, pontuou.</p>
<p>A jornalista e publicitária Flávia Carrijo, que é vizinha de Lena, também não vê hora do fornecimento de energia voltar ao normal.</p>
<p>“Aqui, estamos sem luz há mais de 30 horas. Já perdemos tudo da geladeira e temos problemas para trabalhar online, banho frio etc. Teve muita árvore caída. A prefeitura foi até rápida na limpeza, mas a Enel não”, afirmou à Agência Brasil, confirmando também que as previsões de retorno não são cumpridas.</p>
<p>Flávia lembrou que, durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), realizada na semana passada, já tinha ocorrido um problema de falta de energia, que não foi causado por ventos fortes.</p>
<p>“Aconteceu de ficar sem luz, sem ventania e sem nada. A gente ficou sete horas sem luz na cidade inteira. Só algumas coisas da Flip funcionaram porque tinha gerador”.</p>
<h2>Enel Rio</h2>
<p>Segundo a concessionária, a situação é mais grave nas cidades de Niterói e Paraty, onde estão concentrados 3,5 mil clientes sem luz. “Esses são os casos mais complexos, que exigem a reconstrução de trechos inteiros da rede elétrica, danificados pela queda de árvores de grande porte durante o evento climático, com a substituição de postes, transformadores e, por vezes, recondução de quilômetros de cabos”, explicou.</p>
<p>“A Enel Rio mantém a mobilização de equipes em campo para recompor sua infraestrutura elétrica e estima concluir na tarde de hoje (31) o atendimento às ocorrências causadas pelo vendaval”, concluiu na nota.</p>
<h2>Light</h2>
<p>A concessionária afirma que foi montada uma força-tarefa com mais de 2 mil profissionais que trabalham ininterruptamente para a normalização da energia. O serviço se concentra nesse momento em tarefas mais complexas, na engenharia para a reconstrução da rede elétrica.</p>
<p>“Em diversos pontos, os danos exigem a substituição de postes, cabos e outros equipamentos, além da remoção de árvores e objetos que caíram sobre a fiação, como telhas e até caixas-d’água”, apontou em nota.</p>
<p>A Light informou ainda que em consequência do forte vendaval que atingiu o Rio de Janeiro, cerca de 220 árvores caíram na capital. “Muitas atingiram diretamente a rede elétrica da companhia, causando desligamentos e danos em diversas regiões”.</p>
<p>Os trabalhos de recuperação, de acordo com a companhia, continuam nas áreas mais prejudicadas da Zona Oeste e da Baixada Fluminense. Na capital, os bairros com maior impacto são Campo Grande, Bangu, Jacarepaguá, Santa Cruz e Recreio. Já na Baixada, os municípios com trechos mais atingidos são Nova Iguaçu e Duque de Caxias.</p>
<h2>Estágio 2</h2>
<p>O Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio (COR-Rio) manteve o município em Estágio 2 nesta sexta-feira (31) “por conta de ocorrências que ainda estão em andamento pela cidade.</p>
<p>O Sistema Alerta Rio informou que a entrada de ventos úmidos do oceano permanecerá influenciando o tempo na cidade. A previsão é de céu nublado a parcialmente nublado. Os ventos estarão moderados e as temperaturas estáveis, com mínima prevista de 15°C e máxima prevista de 29°C.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/mais-de-100-mil-clientes-ainda-estao-sem-energia-apos-vendaval-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mais de 510 mil imóveis ainda estão sem luz no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 11:09:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 510 mil imóveis do Rio de Janeiro continuam sem energia elétrica, desde o vendaval que atingiu o estado na tarde desta quarta-feira (29), com ventos que chegaram a atingir mais de 100 quilômetros por hora (km/h) na capital fluminense. De acordo com a concessionária Light, 44 árvores caíram sobre a rede elétrica e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 510 mil imóveis do Rio de Janeiro continuam sem energia elétrica, desde o vendaval que atingiu o estado na tarde desta quarta-feira (29), com ventos que chegaram a atingir mais de 100 quilômetros por hora (km/h) na capital fluminense. De acordo com a concessionária Light, 44 árvores caíram sobre a rede elétrica e cortaram o abastecimento de 370 mil clientes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Mais-de-510-mil-imoveis-ainda-estao-sem-luz-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A ventania provocou também cinco desabamentos no estado, entre eles um muro na zona sul da cidade do Rio, que deixou dois mortos. De acordo com nota divulgada na noite de quarta-feira, pela Secretaria Estadual de Defesa Civil, bombeiros tiveram que resgatar 31 pessoas. Na estação meteorológica do Galeão, foram registrados ventos de até 105 km/h. Foram ainda feitas buscas para localizar uma pessoa que teria desaparecido no litoral de Angra dos Reis, na localidade de Mambucaba.</p>
<h2>Áreas mais afetadas</h2>
<p>Entre os bairros mais afetados pela falta de luz na manhã desta quinta-feira (30) estão Campo Grande, Bangu, Anchieta, Tijuca, Catumbi, Jacarepaguá, Santa Cruz e Recreio dos Bandeirantes. A Light informou que suas equipes estão mobilizadas, com a prioridade de normalizar o serviço para os clientes afetados o mais rapidamente possível.</p>
<p>Já a concessionária Enel informou que 142 mil imóveis continuavam sem fornecimento de energia na manhã de hoje. A empresa destacou que na região sul do estado, especialmente em Paraty, Angra dos Reis e Mangaratiba, dezenas de árvores caíram sobre ruas e rodovias, danificando a rede elétrica e bloqueando o acesso das equipes a diferentes pontos de atendimento.</p>
<p>Durante o vendaval, houve desligamentos, pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), na rede de distribuição e transmissão a partir das 15h57, impactando a área do Rio.  As cargas foram 100% normalizadas às 17h35, de acordo com o ONS.</p>
<p>Além disso, vários sistemas de transporte foram afetados pelos fortes ventos, como os Aeroportos Santos Dumont e o Internacional Tom Jobim (Galeão), o metrô carioca e os trens do Grande Rio.</p>
<p>De acordo com a concessionária TrensRJ, que opera o sistema ferroviário da região metropolitana, os ventos impactaram dois ramais, com a circulação de trens suspensas em alguns trechos de Japeri (entre Comendador Soares e Japeri, incluindo a extensão Paracambi) e a necessidade de troca de composição na estação Campos Elíseos, para quem circula entre Gramacho e Saracuruna, no ramal Saracuruna.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/ventania-causa-2-mortos-e-deixa-mais-de-510-mil-imoveis-sem-luz-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ribeirão Preto ainda enfrenta falta de energia após temporal na sexta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:09:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A região de Ribeirão Preto, no interior paulista, ainda enfrenta falta de energia elétrica neste domingo (26) após o forte temporal que atingiu a área na madrugada da última sexta-feira (24). De acordo com boletim da concessionária CPFL Paulista, divulgado às 6h, 2% das casas afetadas em Ribeirão Preto ainda estavam sem energia, e cerca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A região de Ribeirão Preto, no interior paulista, ainda enfrenta falta de energia elétrica neste domingo (26) após o forte temporal que atingiu a área na madrugada da última sexta-feira (24).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Ribeirao-Preto-ainda-enfrenta-falta-de-energia-apos-temporal-na.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com boletim da concessionária CPFL Paulista, divulgado às 6h, 2% das casas afetadas em Ribeirão Preto ainda estavam sem energia, e cerca de 15 mil residências nas cidades vizinhas (Taquaritinga, Dumont e Guariba) continuavam sem luz. A situação é pior no município de Guariba, onde 13 mil casas permaneciam sem energia.</p>
<p>A CPFL Paulista informou que está concentrando esforços na reconstrução de 54 torres de transmissão e na substituição de mais de 250 postes danificados pelo temporal.</p>
<p>Segundo a Defesa Civil Nacional, na madrugada desta sexta-feira, um temporal com chuvas intensas, fortes rajadas de vento de até 70 km/h e descargas atmosféricas, atingiu Ribeirão Preto, causando danos significativos à infraestrutura urbana. Uma pessoa morreu após uma estrutura cair sobre a residência, e outra ficou ferida em um desabamento. Até ontem (25), eram registradas 370 famílias desalojadas e duas famílias desabrigadas.</p>
<p>Foram registrados diversos destelhamentos, quedas de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica, comprometimento no abastecimento de água, bloqueios de vias públicas e danos em unidades de saúde e demais edificações públicas. O Corpo de Bombeiros atendeu aproximadamente 250 ocorrências relacionadas ao desastre.</p>
<p>Segundo a prefeitura de Ribeirão Preto, 41 escolas sofreram danos estruturais – 5 delas foram danificadas com severidade. Na área da saúde, 29 prédios foram atingidos, sendo 20 edifícios de unidades básicas de saúde (UBS). Segundo a administração municipal, os recursos para a reconstrução dos prédios públicos superam o disponível no orçamento da cidade.</p>
<h2>Apoio </h2>
<p>O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, esteve neste sábado (25) em Ribeirão Preto e informou que, com o reconhecimento do Estado de Emergência dos municípios da região, o governo federal iniciará os aportes às prefeituras para a reconstrução das áreas afetadas.</p>
<p>De acordo com Alckmin, serão destinados recursos para cobrir a ajuda humanitária (alimentos, colchões, kit de limpeza, kit dormitório), a reconstrução de prédios públicos e também de moradias civis, como unidades de habitação. O vice-presidente ainda informou que as famílias afetadas pelo temporal poderão solicitar na Caixa a liberação de 50% dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).</p>
<p>“O governo não manda a cesta de alimentos, não manda o colchão, ele manda o dinheiro e deposita para a prefeitura. Quem faz as compras é o município”, destacou Alckmin.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/ribeirao-preto-ainda-enfrenta-falta-de-energia-apos-temporal-na-sexta" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Sistema de notificação de desastre evoluiu, mas ainda tem fragilidades</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sistema-de-notificacao-de-desastre-evoluiu-mas-ainda-tem-fragilidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 20:47:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na madrugada deste sábado (20), uma invasão ao sistema Defesa Civil Alerta chamou a atenção para a fragilidade na segurança de uma das principais ferramentas de proteção da população em casos de desastres naturais, ao transmitir uma mensagem de Alerta Extremo falsa para milhões de aparelhos celulares em várias regiões do país.  A falha foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na madrugada deste sábado (20), uma invasão ao sistema Defesa Civil Alerta chamou a atenção para a fragilidade na segurança de uma das principais ferramentas de proteção da população em casos de desastres naturais, ao transmitir uma mensagem de Alerta Extremo falsa para milhões de aparelhos celulares em várias regiões do país. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sistema-de-notificacao-de-desastre-evoluiu-mas-ainda-tem-fragilidades.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A falha foi reconhecida pelo secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, Wolnei Wolff, em entrevista à imprensa.</p>
<p>“Já se encontra em desenvolvimento dentro do Ministério da Integração, dentro da nossa [equipe] de TI, uma nova versão do sistema pensando exatamente em melhorar a segurança. Eu não conseguiria afirmar exatamente que dia que essa versão vai ser concluída e estar no ar”, afirma Wolff.</p>
<h2>Tecnologia</h2>
<p>O esforço constante do órgão em aperfeiçoar o sistema de alerta partiu de uma determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que, em 2023, definiu a migração da distribuição das mensagens de emergência por SMS (Serviço de Mensagens Curtas, na sigla em inglês) para a tecnologia Cell Broadcast.</p>
<p>A ferramenta de envio de alertas de emergência utiliza sistema de transmissão por meio de telefonia celular para emitir alertas sonoros e visuais com o objetivo de informar sobre iminência de risco de desastres como inundações, deslizamentos, tufão e rompimento de barragens. O objetivo é preservar vidas.</p>
<h2>Funcionamento</h2>
<p>O acionamento do sistema se dá a partir de uma previsão informada por órgãos de monitoramento do clima, por exemplo. O agente credenciado e capacitado cadastra o alerta no sistema, que transmite diretamente aos aparelhos de celulares da região afetada.</p>
<p>O recurso não depende de pacote de dados e funciona mesmo se o usuário não estiver conectado a uma rede de Wi-Fi.</p>
<p>O alerta que pode ser classificado como severo ou extremo. Quando severo indica necessidade de ações preventivas. Já o extremo indica risco grave para a vida e a propriedade, por isso emite um sinal sonoro que só é interrompido após liberação do usuário.</p>
<p>Os alertas emitidos nessa madrugada estavam classificados como extremo.</p>
<h2>Vantagens</h2>
<p>Entre as vantagens do atual sistema estaria a dispensa de cadastro prévio de usuários e a rapidez no envio simultâneo para milhões de dispositivos, sem o risco de sobrecarregar a rede de telecomunicação.</p>
<p>Ainda em 2023, a regulamentação do sistema foi publicada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), atribuindo à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil a responsabilidade pela gestão do serviço.</p>
<h2>Segurança</h2>
<p>Na prática, o sistema só poderia se acessado por pessoas treinadas por equipes do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres. Por essa razão, a invasão está sendo tratada pelo órgão como um “incidente de segurança cibernética”.</p>
<p>A precisão sobre a entrega dos alertas apenas às populações em áreas atingidas pelos desastres seria mais uma vantagem da tecnologia. Nos alertas emitidos nesta madrugada, no entanto, as mensagens foram distribuídas de forma aleatória.</p>
<p>Por essa razão há uma dificuldade em quantificar o número de pessoas atingidas: “Por se tratar de um acionamento não autorizado, o comportamento dos disparos não seguiu o padrão operacional do Defesa Civil Alerta”, diz nota do MIDR.</p>
<h2>Anatel</h2>
<p>De acordo com os órgãos responsáveis, os falsos alertas ainda precisam passar por melhorias, mas isso não descarta a relevância da ferramenta na proteção das populações, conforme destacou comunicado da Anatel.</p>
<p>“A Agência reforça a relevância do sistema de alertas por Cell Broadcast, apto a cumprir seu propósito de apoiar as ações de prevenção e resposta a desastres, contribuindo para a proteção da população e a preservação de vidas”, reforça.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/sistema-de-notificacao-de-desastre-evoluiu-mas-ainda-tem-fragilidades" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sistema-de-notificacao-de-desastre-evoluiu-mas-ainda-tem-fragilidades/">Sistema de notificação de desastre evoluiu, mas ainda tem fragilidades</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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