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		<title>Anvisa e PF alertam para riscos e crime no uso de “canetas emagrecedoras” irregulares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:28:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Polícia Federal (PF) divulgaram nesta quarta-feira (06/05) uma nota técnica conjunta para orientar ações no combate à produção, importação e venda irregular de medicamentos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”. O documento reforça a atuação integrada entre os órgãos para conter riscos à saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Polícia Federal (PF) divulgaram nesta quarta-feira (06/05) uma nota técnica conjunta para orientar ações no combate à produção, importação e venda irregular de medicamentos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”.</p>
<p>O documento reforça a atuação integrada entre os órgãos para conter riscos à saúde pública e desarticular redes criminosas envolvidas na comercialização desses produtos. Segundo a Anvisa, medicamentos apreendidos serão analisados para identificar as substâncias presentes e avaliar possíveis danos à população.</p>
<p>De acordo com os órgãos, as principais irregularidades incluem contrabando de produtos sem registro no Brasil e manipulação em condições inadequadas, o que pode comprometer a eficácia e causar contaminações. A comercialização desses medicamentos é considerada crime, conforme o Código Penal.</p>
<p>Dados da Anvisa indicam aumento expressivo de efeitos adversos associados ao uso das canetas emagrecedoras. Entre 2018 e 2026, foram registradas cerca de 3 mil notificações, sendo quase metade apenas em 2025, incluindo casos graves e mortes sob investigação.</p>
<p>As apurações da Polícia Federal apontam para esquemas organizados, com atuação interestadual e uso de plataformas digitais para venda em larga escala. Em 2026, fiscalizações resultaram em 8 interdições entre 26 estabelecimentos vistoriados, além da apreensão de mais de 1,3 milhão de unidades irregulares.</p>
<p>Em operação conjunta realizada em abril, foram identificadas transações de R$ 4,8 milhões envolvendo substâncias como tirzepatida, além da apreensão de milhares de frascos manipulados ilegalmente. Também foi detectada a presença de compostos ainda não autorizados para uso.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>VÍDEO: Homem que exibiu pênis em supermercado de Manaus é punido pelo ‘tribunal do crime’</p>
<p>Operação destrói 50 dragas do garimpo ilegal no interior do Amazonas</p>
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		<title>Vírus sincicial também traz risco para idosos, alertam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 22:17:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento dos casos de influenza A tem causado preocupação, mas esse não é o único agente infecioso que ameaça a saúde dos brasileiros. No primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados do Ministério da Saúde, 18% dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) com identificação viral confirmada foram causados pelo vírus sincicial respiratório [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento dos casos de influenza A tem causado preocupação, mas esse não é o único agente infecioso que ameaça a saúde dos brasileiros. No primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados do Ministério da Saúde, 18% dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) com identificação viral confirmada foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), uma infecção ainda pouco conhecida. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Virus-sincicial-tambem-traz-risco-para-idosos-alertam-especialistas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Neste segundo trimestre, a expectativa é de aumento. De fevereiro a março, o VSR correspondeu a 14% dos casos de síndrome com vírus confirmados, de acordo com o Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). </p>
<p>De março a abril, essa proporção subiu para 19,9%. Em 2025, por 23 semanas consecutivas, de março a agosto, o VSR foi o vírus mais prevalente. </p>
<p>Já dados de laboratórios privados sobre pacientes com quadros leves e graves, mostram que, na semana encerrada em 4 de abril deste ano, 38% dos testes positivos para algum vírus acusaram o VSR. Essa proporção é 12 pontos maior do que a verificada na primeira semana de março, de acordo com informações reunidas pelo Intituto Todos pela Saúde.</p>
<h2>Dados subestimados</h2>
<p>Para a pneumologista e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Rosemeri Maurici, esses números são apenas &#8220;a ponta do iceberg&#8221; e o risco do VSR é subestimado, especialmente em adultos e idosos. </p>
<p>Ela explica que a testagem contra o VSR só começou a ser feita em maior escala, no Brasil, a partir da pandemia de covid-19, por isso, o impacto real da doença ainda não é totalmente conhecido. </p>
<p>&#8220;Muitos hospitais internam pacientes com síndrome respiratória aguda agrave, e eles até morrem, sem saber qual o agente que causou, porque não testaram ou testaram fora do prazo que é identificável.&#8221;</p>
<p>Dos cerca de 27,6 mil casos de SRAG registrados no primeiro trimestre deste ano, por exemplo, em apenas um terço, ou seja, em 9.079, o vírus causador foi identificado. E quase 17% não foram sequer testados. </p>
<p>Além disso, como o VSR é o principal causador da bronquiolite, uma inflamação nos pulmões que acomete principalmente os bebês, muitas pessoas acham que o vírus não atinge adultos. </p>
<p>De fato, dos 1.651 casos graves de infecção por VSR registrados de janeiro a março, 1.342 foram em menores de dois anos. Entre pessoas com mais de 50 anos, apenas 46 casos foram confirmados. </p>
<p>Mas a médica ressalva que, em pacientes adultos, a carga viral do VSR diminui após 72 horas da infecção, o que dificulta a detecção do vírus. Já as crianças demoram mais para eliminar o invasor, o que propicia janela maior de diagnóstico. Para ela, isso também influencia as estatísticas.</p>
<h2>Comorbidades</h2>
<p>Os dados de mortes, por outro lado, mostram uma relação bem menos desigual: foram 27 no total este ano, sendo 17 em bebês de até 2 anos, e sete entre idosos com 65 anos ou mais. De acordo com a geriatra Maisa Kairalla, o envelhecimento pesa nessa conta, assim com as comorbidades adquiridas ao longo da vida. </p>
<p>&#8220;Só com o avanço da idade, a gente já tem a imunosenescência, que é o declínio do sistema imunológico, ou seja, mais chance de ter doenças infecciosas. Acontece que, no Brasil, também se envelhece com doenças crônicas.” </p>
<p>Segundo a pneumologista, a essa população se soma muitos pacientes que por muito tempo fumaram e ingeriram bebida alcoólica.</p>
<h2>Idosos mais propensos</h2>
<p>Por esse conjunto de fatores, os idosos são mais propensos a desenvolver quadros mais graves de diversas doenças. Mas dados da literatura médica apresentados por Maísa, mostram que o VSR representa um risco especial. </p>
<p>O paciente idoso com VSR tem 2,7 vezes mais chance de desenvolver pneumonia, e duas vezes mais chances de precisar de UTI e intubação e de vir a óbito, na comparação com a influenza. </p>
<p>As duas especialistas participaram na última terça-feira (7), do seminário &#8220;Impacto do VSR na população 50+&#8221;, organizado pela farmacêutica GSK para jornalistas, em São Paulo. O evento também debateu algumas condições de saúde que inspiram ainda mais cuidados entre esse público. </p>
<p>O cardiologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Múcio Tavares ressaltou que mais de 60% dos casos graves associados à infecção pelo vírus essencial respiratório ocorrem em pacientes com alguma doença cardiovascular. </p>
<p>&#8220;As doenças virais respiratórias, costumam levar a eventos cardiovasculares e cérebro-vasculares, como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e piora da insuficiência cardíaca. Isso tudo acontece porque a infecção viral causa uma inflamação sistêmica no organismo&#8221;, explicou.</p>
<p>O endocrinologista Rodrigo Mendes também alertou para a maior vulnerabilidade dos pacientes com diabetes, pois a maior concentração de glicose no sangue torna o paciente mais suscetível a infecções e agravamentos. </p>
<p>&#8220;Muitas vezes, o paciente está com a doença controlada e o tratamento estável há algum tempo. Aí ele contrai uma infecção, que gera uma resposta inflamatória exacerbada e ele não só precisa ser hospitalizado como também passa a precisar de um tratamento mais complexo&#8221;, acrescenta. </p>
<p>Outro grupo de alto risco é o das pessoas com doenças respiratórias crônicas como asma grave e doença pulmonar obstrutiva (DPOC). De acordo com a professora da UFSC, Rosemeri Maurici, o impacto de uma internação em UTI aumenta em 70% a probabilidade desses pacientes morrerem em até três anos. </p>
<p>&#8220;Além disso, ele começa a sofrer a perda da função pulmonar de forma acelerada. E esses pacientes, uma vez internando, a probabilidade de eles internarem novamente é muito grande.&#8221; </p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>O VSR, e especialmente o agravamento da infecção, pode ser prevenido com vacinação, mas os imunizantes contra o vírus para a população adulta, por enquanto, estão disponíveis apenas na rede privada. </p>
<p>Por enquanto, o Programa Nacional de Imunizações do Sistema Único de Saúde oferece apenas a vacina para gestantes, com o objetivo de proteger os bebês nos primeiros meses de vida. </p>
<p>A imunização é recomendada por entidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), para pessoas de 50 a 69 anos com comorbidades e para todos os idosos a partir dos 70 anos. </p>
<p>A professora da UFSC Rosemeri Maurici, que também é coordenadora da Comissão de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia sugere que as sociedades médicas indiquem os grupos prioritários à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS-Conitec, responsável por recomendar a adoção de novas terapias ao Ministério da Saúde. <br /> </p>
<p><em>*A repórter participou do seminário a convite da GSK</em><br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/virus-sincicial-tambem-traz-risco-para-idosos-alertam-especialistas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Especialistas alertam sobre cuidados para um carnaval seguro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/especialistas-alertam-sobre-cuidados-para-um-carnaval-seguro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 12:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidados e precauções para manter a saúde sempre em bom estado devem ser tomados diariamente. Mais ainda em época de carnaval, quando a alegria e os ânimos se avolumam, acompanhando os cortejos e blocos pela cidade. A nutricionista Anete Mecenas, coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Estácio, disse à Agência Brasil que a primeira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cuidados e precauções para manter a saúde sempre em bom estado devem ser tomados diariamente. Mais ainda em época de carnaval, quando a alegria e os ânimos se avolumam, acompanhando os cortejos e blocos pela cidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Especialistas-alertam-sobre-cuidados-para-um-carnaval-seguro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A nutricionista Anete Mecenas, coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Estácio, disse à Agência Brasil que a primeira coisa a lembrar é que o folião vai estar na rua em longos períodos de calor. Por isso, a hidratação é prioridade, para reduzir a perda de líquidos. A indicação é beber, no mínimo, dois litros de água por dia.</p>
<p>“O foco é aumentar a ingestão de água, água de coco, bebidas isotônicas, que vão prevenir mal-estar associado à desidratação. Outro ponto importante é não pular as refeições, ou seja, não ficar muitas horas sem comer. Porque isso pode contribuir para a queda de glicemia, para tontura. Fazer sempre refeições leves e regulares.”</p>
<p>Ela citou, por exemplo, iogurtes, frutas, sanduíches naturais, castanhas, barras de cereais orgânicas com menos conservantes e corantes. “Tentar ir alternando isso e não ficar muitas horas sem comer, porque isso vai gerar a possibilidade de tontura e hipoglicemia”. O folião deve preferir sempre alimentos de fácil digestão, porque são refeições mais simples, e evitar maioneses, pelo risco de má conservação e de contaminação.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Especialistas-alertam-sobre-cuidados-para-um-carnaval-seguro.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 04/02/2026 – Nutricionista Anete Mecenas . Especialistas alertam sobre cuidados para um carnaval seguro.&#13;&#10;Foto: Anete Mecenas/Arquivo pessoal" title="Anete Mecenas/Arquivo pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Nutricionista Anete Mecenas indica ingerir muita água. Foto: Anete Mecenas/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<p>As pessoas devem ficar atentas também a alimentos de procedência duvidosa, conservados em temperatura inadequada. Sanduíches naturais conservados no isopor por longos períodos, churrasquinhos vendidos na rua com carnes armazenadas em temperatura ambiente vão aumentar o risco de contaminação e infecção intestinal, ou gastroenterite, que é uma infecção bacteriana.</p>
<p>O mesmo cuidado deve ser tomado em relação a alimentos ultraprocessados, que são ricos em gordura, sódio e açúcar. “São refeições que podem até ter uma absorção mais rápida, mas não vão ter uma nutrição adequada. O indivíduo está desidratando, ingerindo uma quantidade de álcool e consumindo uma quantidade maior de açúcar e de gordura. A tendência é ficar com uma digestão mais lenta, fazer hiperglicemia com hipoglicemia e, consequentemente, o excesso de corantes e conservantes vai gerar distúrbio gastrointestinal, desconforto,. E sem nutrição”.</p>
<p>Daí a recomendação ser a de dar preferência a alimentos minimamente processados (frutas, verduras e legumes). Sempre que possível, fazer uma refeição mais completa.</p>
<p>“É melhor ir ao restaurante mais próximo e comer arroz, feijão, legume cozido e um frango, do que ingerir, por exemplo, um pacote de Trakinas ou uma lasanha pronta. São refeições mais leves, nutritivas e, consequentemente, vão contribuir para um equilíbrio maior”, indicou a nutricionista.</p>
<p>Em relação à ingestão de álcool, Anete Mecenas recomendou intercalar com ingestão de água, para afastar risco de desidratação, e evitar beber álcool em jejum, porque isso vai gerar mais desconforto. Sobre o período pós-folia, quando a pessoa procura recuperar o corpo, é o momento de buscar uma alimentação mais rica em proteína (frango, peixe), verduras, legumes e frutas para aumentar a ingestão de proteínas, vitaminas, minerais que podem atuar na reparação tecidual, na melhora do equilíbrio e na recuperação mesmo da saúde do indivíduo, concluiu.</p>
<h2>Controle de danos</h2>
<p>O cirurgião gastroenterologista Rodrigo Barbosa, do corpo clínico do hospital Sírio Libanês, endossou que a hidratação funciona como um controle de danos, como é chamado na medicina, em especial no carnaval, que é uma época do ano que impõe algumas combinações de fatores de risco bem conhecidos, como privação de sono, exposição a um calor intenso, muito sol, álcool, alimentação irregular, principalmente para quem está pulando nos blocos de rua, exposto a alimentos contaminados “muito comuns nas barraquinhas aqui no nosso Brasilzão”, afirmou à Agência Brasil.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1771072420_470_Especialistas-alertam-sobre-cuidados-para-um-carnaval-seguro.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 04/02/2026 –  Dr. Rodrigo Barbosa. Especialistas alertam sobre cuidados para um carnaval seguro.&#13;&#10;Foto: Rodrigo Barbosa/Arquivo pessoal" title="Rodrigo Barbosa/Arquivo pessoal"/></p>
<p>Rodrigo Barbosa alerta sobre cuidados que os foliões devem seguir. Foto: Rodrigo Barbosa/Arquivo pessoal</p>
<p>“Isso é um resultado que aparece nos prontos-socorros todos os anos. Diarreia, vômito, desidratação, refluxo intenso, crises fortíssimas de gastrite, muitas vezes hepatites alcoólicas, que são também coisas que acontecem bastante nessa época”. </p>
<p>Rodrigo Barbosa afirmou, porém, que algumas dessas coisas são evitáveis e pode-se tentar preveni-las ao máximo.</p>
<p>O mais importante, segundo o cirurgião, é a hidratação. Porque a perda hídrica pelo suor, por causa do álcool, pelos longos períodos em pé, reduz o fluxo sanguíneo gastrointestinal, favorece constipação, dor abdominal, queda da imunidade.</p>
<p>“Então, beber bastante água ao longo do dia é fundamental e existe sempre um valor mínimo, que é 35 ml de água por quilo de peso. Esse deve ser o mínimo do mínimo que uma pessoa deve beber, principalmente quando está exposto a algum risco de desidratação”, indicou.</p>
<p>O médico confirmou a dica da nutricionista sobre a importância disso ser feito intercalando a ingestão de água com álcool. “Você está tomando uma cerveja, está tomando um drinque ali na praia, deve intercalar com água, porque isso vai manter ali a viabilidade da hidratação das células”. Outra coisa muito boa de se fazer para hidratação é ingerir uma bebida isotônica, porque vai garantir que a pessoa não tenha um distúrbio eletrolítico, principalmente se está com fezes mais soltas, ou uma diarreia.</p>
<p>Para o cirurgião, não há dúvida de que o álcool seja o elemento que mais irrita a mucosa gástrica, aumenta o risco de gastrite e refluxo, altera a motilidade do intestino, facilita a permeabilidade do intestino para infecções transitórias. No item álcool, chamou a atenção para bebidas vendidas nos blocos, cuja procedência é ignorada muitas vezes.</p>
<p>“Porque essas bebidas não são distribuídas por vendedores legais. Você não sabe a procedência delas. Então, ter atenção com o que você está tomando, onde você está tomando, é muito importante, até porque as intoxicações por metanol podem ter consequências muito graves”, lembrou o médico.</p>
<p>Ele disse também que o folião deve procurar dormir bem “porque muitas vezes fica querendo ir para todas as festas possíveis e imagináveis e acaba bebendo demais sem dormir bem. E a perda do sono também aumenta a permeabilidade intestinal e pode causar alguns problemas”.</p>
<p>Barbosa destacou que tem que ter muito cuidado com a ingestão de remédios, principalmente com anti-inflamatórios e antiácidos em excesso. “Porque os anti-inflamatórios podem causar úlceras, piorar a gastrite, causar sangramentos digestivos, e os antiácidos, muitas vezes, mascaram esses sintomas e você acaba piorando do quadro”. Ele ressaltou ainda a necessidade de atenção para a procura de um pronto-socorro e não tentar normalizar o que está sentindo, como se fosse coisa típica do carnaval.</p>
<p>“Se a diarreia está persistindo por mais de 48 horas, estiver com vômitos, febre, sangue nas fezes ou dor abdominal que está progredindo, pronto-socorro na hora, para poder cuidar, muitas vezes tomar uma hidratação na veia, tomar um antibiótico, e controlar melhor os sintomas para que não venha a piorar”, apontou.</p>
<h2>Complicações cardiovasculares</h2>
<p>O cardiologista Leandro da Silva Elias, médico emergencista e professor do Instituto de Educação Médica (Idomed), ressaltou que o calor excessivo, próprio do período do carnaval, pode sobrecarregar o coração e o sistema circulatório, ampliando o risco de complicações cardiovasculares.</p>
<p>Daí, o corpo precisa trabalhar mais para dissipar o calor e manter a temperatura estável. Os principais efeitos das temperaturas elevadas são aumento da frequência cardíaca, queda da pressão arterial, desidratação e desequilíbrio de eletrólitos, maior esforço cardíaco e aumento do risco de coágulos e acidente vascular cerebral (AVC).</p>
<p>O grupo de maior risco é integrado pelas crianças, bebês, idosos e pessoas que têm comorbidades, como obesos, diabéticos, cardiopatas, doentes renais crônicos. “Essas pessoas precisam ter um cuidado maior”.</p>
<p>Um dos perigos principais que se deve ter bastante atenção é a desidratação, sustentou Elias. “O nosso sistema cardiovascular sofre muito com essa perda de líquidos. Isso causa uma repercussão muito grande. Associada ao álcool, propicia até uma piora ainda mais importante dessa desidratação e pode desencadear problemas como arritmias, desmaios, tonturas, problemas que têm possibilidade de levar o folião ao hospital”.</p>
<p>Suor excessivo pode ser um sinal de alerta. Do mesmo modo, tonteiras, falta de ar, cansaço fora do comum. “Alguns pacientes desmaiam sem mesmo ter antecedentes de hipotensão”. Por isso, o cardiologista reafirmou que ao sentir dor de cabeça, sensação de desmaio ou de tonteira, o folião precisa se preocupar com o que está acontecendo e aumentar a quantidade de líquido para se hidratar.</p>
<p>O médico destacou que a pessoa, em um quadro de temperatura excessiva e sol, pode sofrer insolação, também chamada de golpe de calor. É uma condição grave, causada pela exposição excessiva ao calor e à radiação solar, quando o corpo não consegue mais regular sua temperatura. Isso faz com que a temperatura corporal ultrapasse 40°C, podendo levar a danos cerebrais, falência de órgãos e até morte, se não tratada rapidamente.</p>
<p>O médico alertou ainda para o uso de drogas no carnaval.</p>
<p>“A gente sabe que embora seja prejudicial, muitos foliões tomam muita droga nesse período de festas. Isso também afeta bastante o coração e pode aumentar palpitações. Quando associada com à falta de líquido, pode acelerar o quadro. A gente sabe que o uso de drogas nos carnavais acontece, e isso traz um prejuízo muito grande para a saúde do folião. É preciso ter muito cuidado”, recomendou o médico. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/especialistas-alertam-sobre-cuidados-para-carnaval-seguro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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