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	<title>alunas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>alunas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>VÍDEO: Diretor de escola infantil é preso suspeito de estuprar três alunas em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 20:56:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor de uma escola de educação infantil da rede privada, de 54 anos, foi preso preventivamente nesta quarta-feira (29) por suspeita de estupro de vulnerável contra três alunas, de 4, 6 e 7 anos, em Manaus. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), após [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O diretor de uma escola de educação infantil da rede privada, de 54 anos, foi preso preventivamente nesta quarta-feira (29) por suspeita de estupro de vulnerável contra três alunas, de 4, 6 e 7 anos, em Manaus. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), após a Justiça atender ao pedido da Polícia Civil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontam que os supostos abusos ocorreram dentro da própria instituição de ensino, onde as vítimas estudavam. O caso começou a ser apurado depois que familiares das crianças procuraram a polícia para denunciar comportamentos e relatos que indicavam a prática de atos libidinosos cometidos pelo diretor.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Polícia Civil, as investigações tiveram início após os responsáveis pelas vítimas relatarem os fatos à Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante a apuração, os policiais ouviram as mães das crianças e realizaram os chamados depoimentos especiais das vítimas, procedimento previsto em lei para evitar a revitimização de crianças e adolescentes durante investigações de violência sexual.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Depca, os elementos reunidos ao longo das diligências fortaleceram os indícios da prática dos crimes e embasaram o pedido de prisão preventiva apresentado à Justiça.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Após a expedição do mandado judicial, equipes da especializada iniciaram diligências para localizar o investigado. Ele foi encontrado no bairro Santo Antônio, na zona oeste de Manaus, onde a ordem de prisão foi cumprida sem resistência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O homem foi conduzido à sede da delegacia para os procedimentos legais e, posteriormente, será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.</p>
<p><video height="832" style="aspect-ratio: 464 / 832;" width="464" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Video-2026-07-29-at-13.27.54.mp4"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assaltante amarra funcionários e rouba R$ 37 mil em Mounjaro de drogaria em Manaus</p>
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		<title>Alunas vencem concurso internacional com projeto sobre câncer de mama</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/alunas-vencem-concurso-internacional-com-projeto-sobre-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equipe brasileira formada por alunas do 8º e 9º ano do Colégio Ser, de Jundiaí, no interior paulista, conquistou o primeiro lugar no ISS Journey, programa internacional que desafia estudantes a desenvolverem experimentos científicos para serem realizados em condições de microgravidade.  Nesta edição, mais de 70 equipes brasileiras participaram da competição e apenas dez chegaram à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Equipe brasileira formada por alunas do 8º e 9º ano do Colégio Ser, de Jundiaí, no interior paulista, conquistou o primeiro lugar no ISS Journey, programa internacional que desafia estudantes a desenvolverem experimentos científicos para serem realizados em condições de microgravidade. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Alunas-vencem-concurso-internacional-com-projeto-sobre-cancer-de-mama.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Nesta edição, mais de 70 equipes brasileiras participaram da competição e apenas dez chegaram à fase final. Esta foi a primeira vez que uma equipe brasileira vence, agora composta pelas alunas Beatriz Marques Herculano (14 anos), Giovanna Machado Tasso (14 anos), Lavínia Carboni Berti (14 anos) e Sara Lourenço Panico (15 anos), .</p>
<p>As alunas apresentaram a pesquisa com foco no câncer de mama e o projeto irá para experimento na Estação Espacial Internacional (ISS), em uma missão prevista para setembro e outubro de 2026. O ISS Journey é promovido pela International School, programa de ensino bilíngue da Arco Educação, em parceria com a The Michaelis Foudation. O objetivo é conectar estudantes à ciência espacial por meio da elaboração de experimentos reais que podem gerar contribuições para a pesquisa científica.</p>
<p>Chamado <em>Análise de células mesenquimais no secretoma e do ducto mamário</em>, o projeto vencedor busca investigar como a ausência de gravidade influencia a comunicação entre células relacionadas ao câncer de mama por meio do secretoma, conjunto de substâncias liberadas pelas células para se comunicar.</p>
<p>A expectativa é compreender se as alterações provocadas pela microgravidade podem abrir novos caminhos para pesquisas e tratamentos da doença, que afeta uma em cada oito mulheres ao longo da vida.</p>
<p>O experimento desenvolvido pelas estudantes será enviado à Estação Espacial Internacional (ISS), onde será realizado em condições de microgravidade. Paralelamente, um experimento controle será conduzido na Terra para permitir a comparação dos resultados.</p>
<p>A análise permitirá compreender como o ambiente espacial afeta a comunicação entre as células estudadas e poderá gerar informações relevantes para futuras pesquisas sobre o câncer de mama. Os resultados também podem contribuir para ampliar o conhecimento científico sobre os impactos da microgravidade em processos biológicos complexos.</p>
<p>Ao longo da jornada, as estudantes receberam mentoria especializada de um comitê científico da International School e apresentaram seus projetos durante o Science Days, evento que reuniu as equipes finalistas e especialistas da área.</p>
<p>Como parte da premiação, as alunas participaram na última semana de junho de uma imersão no Kennedy Space Center, nos Estados Unidos, onde tiveram contato com cientistas, especialistas da área aeroespacial e astronautas. A experiência ampliou a dimensão da conquista, que ultrapassa o âmbito escolar e passa a representar também a ciência brasileira em um cenário internacional.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/alunas-vencem-competicao-internacional-com-projeto-de-cancer-de-mama" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Dores menstruais tiram das aulas 4 em cada 10 alunas no país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seis em cada dez estudantes dos ensinos fundamental e médio que menstruam relatam ter cólicas fortes e moderadas que atrapalham sua rotina escolar e exigem uso de medicação. E cerca de quatro em cada dez alunas (37,1%) faltam às aulas mensalmente por dores menstruais. Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Alana em parceria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis em cada dez estudantes dos ensinos fundamental e médio que menstruam relatam ter cólicas fortes e moderadas que atrapalham sua rotina escolar e exigem uso de medicação. E cerca de quatro em cada dez alunas (37,1%) faltam às aulas mensalmente por dores menstruais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Alana em parceria com o Instituto Equidade.info e foi divulgada nesta quarta-feira (27), Dia Internacional da Dignidade Menstrual, celebrado nesta quinta-feira (28). A data tem o objetivo de promover a discussão e combater o estigma e a pobreza menstrual.</p>
<p>O levantamento foi feito em fevereiro deste ano com 2.551 estudantes – sendo 770 estudantes que menstruam –, 303 docentes e 181 gestores escolares, das redes pública e privada de ensino de todas as regiões do país.</p>
<h2>Sintomas menstruais</h2>
<p>A sondagem inédita revela que o principal sintoma menstrual que impede as alunas de irem às aulas é a cólica: mencionado por 57,7% das entrevistadas. As demais manifestações relacionadas à menstruação apontados são:</p>
<ul>
<li>cansaço e dores no corpo, citado por 30,1% das entrevistadas;</li>
<li>dores de cabeça (28%);</li>
<li>dor de barriga, por 20,1%;</li>
<li>vergonha e medo de vazamento, por 19,3%;</li>
<li>falta de banheiro ou produtos de higiene, por 8,2%.</li>
</ul>
<h2>Ausências e atrasos</h2>
<p>Os dados coletados revelam que os sintomas do fluxo menstrual podem levar a, aproximadamente, dois dias de falta por mês.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 27/05/2026 –  Líder da iniciativa de endometriose, dor pélvica e saúde menstrual do Alana Sofia Reinach. - Dor menstrual afeta rotina escolar de seis em cada 10 alunas; quatro em cada 10 faltam às aulas mensalmente.&#13;&#10;Foto: Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal" title="Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal"/></p>
<p>Brasília (DF), 27/05/2026 – Líder da iniciativa de endometriose, dor pélvica e saúde menstrual do Alana Sofia Reinach. &#8211; Dor menstrual afeta rotina escolar de seis em cada 10 alunas; quatro em cada 10 faltam às aulas mensalmente. Foto: Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal &#8211; Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal</p>
<p>A líder da iniciativa de Endometriose, Dor Pélvica e Saúde Menstrual do Instituto Alana, Sofia Reinach, explica que o absenteísmo (faltas ou do não cumprimento da carga horária escolar) nos dias de dor pode afetar a aprendizagem, o vínculo com a escola e as oportunidades educacionais ao longo da trajetória, por isso, deve ser tratado com seriedade.</p>
<p>“Quase 40% das meninas no Brasil estão perdendo pelo menos um dia de aula por mês por conta das dores [menstruais]: uma parcela muito grande da população que deve ser cuidada para que isso não signifique defasagem escolar e uma desvantagem crônica na aprendizagem”.</p>
<p>O estudo verificou que parte das ausências, quando associada a sintomas menstruais, ainda é tratada como questões individuais, privadas ou inevitáveis.</p>
<p>O Instituto Alana enfatiza ser preciso reconhecer a dor como problema coletivo e sugere a adoção de protocolos de faltas justificadas e orientação ao corpo docente. A expectativa é que as mudanças possam reduzir o constrangimento das alunas e melhorar o registro destes casos.</p>
<h2>Desigualdade racial na menstruação</h2>
<p>O estudo aponta para disparidade racial. Apesar das meninas negras falarem que sentem menos cólicas fortes, por outro lado, elas faltam mais às aulas.</p>
<p>Neste recorte racial, as alunas negras perdem até 1,5 vez mais dias de aula (dois a cinco dias por mês) que alunas brancas: 14,5% das alunas negras faltam de dois a cinco dias/mês por motivos menstruais. Entre as alunas brancas, o índice de faltas cai para 9,6%.</p>
<p>Quando observada a experiência de dor no período menstrual, também não há uniformidade entre os grupos raciais. As meninas brancas relatam ter mais dor intensa. Entre as entrevistadas brancas, 37,5% descrevem suas cólicas como fortes. Entre as meninas e adolescentes negras, esse índice é menor (25,9%). Ao mesmo tempo, 16% das meninas negras dizem não sentir cólicas menstruais, contra 8,5% das brancas que informam não sentir dor em intensidade alguma.</p>
<p>A porta-voz do Instituto Alana, Sofia Reinach, conclui que, na realidade, o indicador de dores fortes subestima o problema entre as alunas negras. Isto porque as meninas negras normalizam mais suas dores porque são ensinadas culturalmente a acreditar que a dor não deve ser considerada como algo que precisa de tratamento.</p>
<p>“As meninas negras nomeiam menos a sua dor como forte. Aparentemente, elas têm um limiar de dor maior, portanto, reconhecem menos como uma dor incapacitante. Mas, na prática, o impacto da dor as tira de suas atividades e da escola”, concluiu Sofia Reinach.</p>
<p>A especialista defende que os profissionais das áreas da educação e da saúde “desaprendam esse viés antigo de que corpos negros sentem menos dor” ou que são mais resilientes.</p>
<p>“É muito importante que essa percepção mude, porque as meninas negras estão sentindo dor, mas falam menos sobre ela. Os ouvidos dos profissionais têm que estar mais atentos. A escola deve fazer parte de uma rede de cuidado”, frisa Sofia.</p>
<p>Para que a menina negra seja acompanhada adequadamente e os impactos da dor sejam os menores possíveis, a especialista em saúde menstrual e dor pélvica destaca a necessidade de os professores perceberem a dor das alunas, de gestores escolares perguntarem a respeito e das famílias delas que devem ser acionadas.</p>
<h2>Assimetrias regionais</h2>
<p>As regiões Norte e Centro-Oeste sofrem mais com a falta de infraestrutura e produtos. Falta de banheiro e de produtos de higiene menstrual aparecem como motivos de ausências nas aulas especialmente no Norte (18,9%) e Centro-Oeste (30,2%).</p>
<p>O estudo considera que o acesso à infraestrutura adequada é condição básica de permanência escolar.</p>
<p>Em Brasília, a estudante de publicidade e propaganda Ana Clara Maimoni mobilizou os vizinhos e as pessoas conhecidas para arrecadar absorventes.</p>
<p>“Eu sempre achei um absurdo como os postos dão camisinha de graça, mas não dão absorventes e como isso afeta a nossa vida”.</p>
<p>Ana Clara conseguiu arrecadar cerca de 1 mil absorventes, que foram doados a uma escola na qual as alunas não tinham pleno acesso a eles. O estoque foi suficiente para atender às meninas por seis meses.</p>
<p>O Projeto Contra a Pobreza Menstrual contou também com palestra com profissionais de saúde para informar as estudantes, na Vila Planalto, no centro da capital federal. “As meninas adoraram e participaram bastante, fizeram várias perguntas”, disse Ana Clara.</p>
<p>Para a realizadora do projeto, a escola é um espaço estratégico para abordar essa questão, e é justamente da educação que essas meninas acabam sendo privadas quando não têm acesso ao mínimo necessário para a dignidade menstrual.</p>
<p>“Isso só escancara a nossa desigualdade, principalmente, porque os homens não passam por isso, pessoas que não menstruam não passam por isso e as mulheres acabam tendo que lidar sozinhas”, conta Ana Clara Maimoni.</p>
<p>“Muitas vezes, elas não falam sobre porque ainda é considerado um tabu em muitos lugares e essas meninas jovens que não tinham condição e muito pouco conhecimento”, ressalta.</p>
<p>O projeto foi pontual e acabou não tendo continuidade, mesmo assim, no entendimento de Ana Clara, é um passo para uma mudança maior. “É uma conquista, mesmo que pequena, porque eu consegui trabalhar só com uma escola, mas de pouquinho em pouquinho a gente conquista grandes coisas”, acrescentou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779970151_567_Dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/05/2026 – Ana Clara Maimoni, Ação do Projeto Contra a Pobreza Menstrual, no Centro de Ensino Vila Planalto.&#13;&#10;Foto: Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação" title="Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação"/></p>
<p>Rio de Janeiro (RJ), 27/05/2026 – Ana Clara Maimoni, Ação do Projeto Contra a Pobreza Menstrual, no Centro de Ensino Vila Planalto. Foto: Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação &#8211; Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação</p>
<h2>Menarca precoce e cólicas</h2>
<p>A pesquisa demonstra que a menarca (primeira menstruação) é cada vez mais precoce no Brasil. Em média, 65,2% das meninas ouvidas menstruaram até os 11 anos e 36,5% até os 10 anos.</p>
<p>A prevalência de menarca precoce também varia por região: as maiores proporções estão no Nordeste (45,5%) e no Sul (43,9%) e a menor no Centro-Oeste (16,1%).</p>
<p>Na média nacional, a proporção de menarca precoce é semelhante entre as populações brancas e negras.</p>
<ul>
<li>Na região Sul, 64% das alunas negras e 32,9% das brancas tiveram menarca precoce.</li>
<li>No Sudeste, esse índice sobe para 61,6% entre as meninas negras e 5,3% das brancas.</li>
<li>No Nordeste, 53,9% das brancas e 35,4% das negras.</li>
</ul>
<p>O estudo ainda associa diretamente a menarca precoce a dores mais intensas. Entre as alunas que menstruaram aos 10 anos, 43% relataram cólicas fortes. O índice cai para 27% entre aquelas que menstruaram aos 11 ou 12 anos. Entre as estudantes que menstruaram aos 13 anos, um quarto diz sentir cólicas fortes. Quando contabilizadas as que tiveram a primeira menstruação aos 14 anos ou mais e sentiram dores, o percentual é 28%.</p>
<p>“Para muitas meninas, menstruar não significa apenas lidar com uma nova fase do corpo, mas também com dores que podem afetar a frequência às aulas, a concentração, a prática de esportes e a convivência com colegas”, informa o estudo do Instituto Alana.</p>
<h2>Educação menstrual</h2>
<p>Muitas estudantes chegam à primeira menstruação sem nenhuma orientação sobre o ciclo e, por este motivo, o Instituto Alana reforça a importância de falar sobre saúde menstrual antes da primeira menstruação.</p>
<p>“Precisamos antecipar os debates sobre saúde menstrual nas escolas para o ensino fundamental 1. Além disso, ter um olhar cuidadoso, ampliar as estratégias de cuidado para essa faixa etária, em especial, para que as meninas com muita dor com menarca precoce tenham um acompanhamento mais próximo”, prioriza Sofia Reinach.</p>
<h2>Trabalhadoras da educação</h2>
<p>As escolas brasileiras sofrem duplamente com as faltas tanto de alunas quanto professoras. No universo pesquisado, 28,3% das gestoras escolares confirmaram ter cólicas fortes e 16,9% das entrevistadas já faltaram ao trabalho por motivos menstruais.</p>
<p>Dentro de sala de aula, 15,8% das professoras descreveram ter cólicas fortes e uma em cada dez professoras (12,1%) faltou ao trabalho ao menos uma vez no último ano por motivos menstruais.</p>
<p>Considerando que 37,1% das alunas faltam mensalmente por menstruação e 64% relataram cólicas moderadas ou fortes, o estudo sugere que percentual mais reduzido entre as profissionais de educação, em relação às estudantes pode refletir, em parte, maior acesso a diagnósticos, acompanhamento e tratamento da dor entre as profissionais e a responsabilidade da vida adulta.</p>
<p>“As professoras faltam menos do que alunas. A cada momento da vida em que a responsabilidade aumenta e que as profissionais veem o seu trabalho ameaçado por conta das dores, as professoras se esforçam mais para conviver com essa dor no seu ambiente profissional”, observa o estudo.</p>
<p>Sofia Reinach defende a adoção de políticas de saúde menstrual no ambiente escolar que incluam estudantes e trabalhadoras, com protocolos adequados para cada perfil. “Precisamos entender que a dor menstrual tira meninas e mulheres do cotidiano escolar e torna isso um fenômeno cumulativo. As escolas estão sofrendo duplamente com essas faltas, tanto de alunas quanto professoras.”</p>
<h2>Desconhecimento dos meninos</h2>
<p>A menstruação ainda é pouco compreendida como uma questão coletiva dentro da escola. Os dados mostram que 36,8% dos estudantes do sexo masculino afirmam não pensar muito sobre o tema – quase duas vezes maior que o registrado entre as meninas, de 19,7%.</p>
<p>A diferença também aparece na percepção sobre os impactos do ciclo menstrual na rotina: cerca de um quarto dos meninos e adolescentes (23,7%) acredita que a menstruação pode atrapalhar a escola ou a prática esportiva, enquanto 41,2% das alunas reconhecem esse efeito negativo.</p>
<p>A liderança do Alana diz que é preciso envolver os meninos nos debates sobre a temática.</p>
<p>“É fundamental que o assunto menstruação deixe de ser um tabu. E para isso, a gente precisa trazer os meninos para as conversas cotidianas. Não tem mais como menstruação ser um assunto apenas de meninas e mulheres na sua intimidade”, constata Sofia.</p>
<p>A ideia é que os meninos e rapazes deixem de ser espectadores passivos ou agentes de constrangimento e passem a fazer parte de uma rede de apoio às meninas e jovens.</p>
<h2>Impactos da naturalização da dor</h2>
<p>Tratar a dor menstrual como algo normal na adolescência pode gerar impactos que vão além da trajetória escolar das meninas.</p>
<p>A invisibilidade das cólicas e dores que começa com faltas, afastamento de atividades físicas, perda de concentração e, consequentemente, da diminuição do rendimento escolar pode prejudicar a saúde, a renda e a qualidade de vida das mulheres.</p>
<p>A publicação relata que mulheres que aprenderam a conviver com dores intensas tendem a seguir trabalhando apesar dos sintomas menstruais.</p>
<h2>Atraso de diagnósticos</h2>
<p>A naturalização da dor também pode atrasar o diagnóstico de condições mais graves. “A normalização da dor faz com que uma menina aprenda que cólica é normal. Ela para de reclamar e, no entorno, os adultos param de investigar se essa dor poderia ter um tratamento ou não”, relata Sofia.</p>
<p>O estudo destaca que as dores incapacitantes tratadas como “normais”, que começam ainda na adolescência e podem piorar com o tempo, somente serão investigadas na vida adulta, quando já podem ter evoluído para uma doença ginecológica ou outra condição que afeta diferentes dimensões da vida de uma mulher.</p>
<p>O estudo exemplifica as ocorrências de endometriose, doença inflamatória causada pela presença de tecido do endométrio em outras regiões do corpo. A endometriose – geralmente com início silencioso na adolescência – afeta uma em cada dez mulheres e pode levar até 12 anos para ser diagnosticada.</p>
<p>Por fim, com base na análise dos dados apurados, o Instituto Alana reafirma que investir em saúde menstrual nas escolas é essencial, tanto para garantir o direito à aprendizagem quanto para reduzir desigualdades que começam no corpo e se acumulam na trajetória escolar.</p>
<p>“Incluir saúde menstrual nos protocolos, no currículo e na infraestrutura, priorizando as estudantes mais afetadas, é uma oportunidade de promover equidade e favorecer uma escola que reconhece a realidade de todas as crianças e adolescentes”, destaca a instituição.</p>
<p><em>*Colaborou Alice Rodrigues, estagiária da Agência Brasil no Rio de Janeiro</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Professor é investigado por assediar alunas e enviar mensagens sexuais no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/professor-e-investigado-por-assediar-alunas-e-enviar-mensagens-sexuais-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 04:33:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tapauá (AM) – Um professor da rede pública de ensino, de 54 anos, está sendo investigado pela Polícia Civil do Amazonas sob a suspeita de cometer assédio sexual contra alunas adolescentes no município de Tapauá (a 449 quilômetros de Manaus). Nesta segunda-feira (11), foram cumpridos mandados de busca e apreensão e a quebra de sigilo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tapauá (AM) – Um professor da rede pública de ensino, de 54 anos, está sendo investigado pela Polícia Civil do Amazonas sob a suspeita de cometer assédio sexual contra alunas adolescentes no município de Tapauá (a 449 quilômetros de Manaus). Nesta segunda-feira (11), foram cumpridos mandados de busca e apreensão e a quebra de sigilo de dados telemáticos do suspeito.</p>
<p>As investigações, conduzidas pela 64ª DIP, começaram após denúncias encaminhadas pelo Conselho Tutelar. Segundo o delegado Alexandre Assis, o professor utilizava sua posição de autoridade e o ambiente escolar para aliciar as menores.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Modus Operandi e Mensagens Libidinosas</h2>
<p>De acordo com a polícia, o suspeito seguia um padrão de comportamento para cercar as vítimas: o envio de mensagens de cunho libidinoso por aplicativos, além de abordagens físicas e atitudes inapropriadas tanto dentro da escola quanto em vias públicas.</p>
<p>“Até o momento, identificamos duas vítimas. O indivíduo se valia da função de educador para realizar esses aliciamentos”, explicou o delegado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Investigação Avança</h2>
<p>Com a autorização da Justiça, os policiais realizaram buscas na residência do professor e apreenderam dispositivos que passarão por perícia. O objetivo da quebra de sigilo é extrair mensagens e mídias que possam revelar a real extensão dos crimes e identificar se há outras adolescentes que também foram vítimas do suspeito.</p>
<p>“Nossa meta é garantir a proteção integral dessas jovens e dar uma resposta firme à comunidade de Tapauá contra esse tipo de comportamento no ambiente de ensino”, afirmou Alexandre Assis.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Procedimentos</h2>
<p>O material apreendido será analisado e o professor segue sendo investigado no âmbito do inquérito policial. A Polícia Civil reforça a importância de que outras possíveis vítimas ou testemunhas procurem a delegacia local para formalizar novas denúncias.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Condenado por levar criança de 10 anos a motel e estuprá-la é preso em Manaus</p>
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		<title>Melqui Galvão é transferido para SP após prisão por denúncias de abuso sexual contra alunas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/melqui-galvao-e-transferido-para-sp-apos-prisao-por-denuncias-de-abuso-sexual-contra-alunas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 23:35:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O lutador e professor de jiu-jitsu Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, amplamente conhecido como Melqui Galvão, foi transferido do Amazonas para o estado de São Paulo nesta quinta-feira (7). A transferência foi confirmada pela Polícia Civil e autorizada pela Justiça após o treinador ser preso no fim de abril, acusado de abuso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O lutador e professor de jiu-jitsu Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, amplamente conhecido como Melqui Galvão, foi transferido do Amazonas para o estado de São Paulo nesta quinta-feira (7). A transferência foi confirmada pela Polícia Civil e autorizada pela Justiça após o treinador ser preso no fim de abril, acusado de abuso sexual.</p>
<p>Melqui, que também é servidor efetivo da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), estava detido em uma cela especial na Delegacia Geral, em Manaus, desde que se apresentou às autoridades.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Investigação e denúncias graves</h2>
<p>O caso começou a ser apurado pela 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo após a denúncia de uma ex-aluna de 17 anos. A adolescente, que atualmente vive nos Estados Unidos, relatou ter sido vítima de atos libidinosos não consentidos durante uma competição internacional.</p>
<p>De acordo com as investigações:</p>
<li>Três vítimas confirmadas: Até o momento, três mulheres formalizaram denúncias.</li>
<li>Vítima de 12 anos: Um dos relatos detalha abusos ocorridos quando a vítima tinha apenas 12 anos.</li>
<li>Gravação comprometedora: A polícia teve acesso a um áudio onde o investigado admitiria indiretamente os fatos e tentaria subornar as vítimas com compensações financeiras para evitar a denúncia.</li>
<h2 class="wp-block-heading">Ação Policial em dois estados</h2>
<p>O mandado de prisão temporária foi expedido pela Justiça paulista, mas Melqui viajou para o Amazonas menos de 24 horas antes da ordem ser cumprida. Após articulação entre as polícias civis de SP e AM, ele se entregou em Manaus.</p>
<p>Simultaneamente à prisão, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao treinador em Jundiaí (SP). Em Manaus, a PC-AM continua colhendo depoimentos virtuais e presenciais para identificar se houve crimes cometidos também na capital amazonense.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Afastamento da Polícia Civil</h2>
<p>Melqui Galvão atuava como instrutor de defesa pessoal no setor de capacitação da Polícia Civil do Amazonas. Devido à gravidade das acusações, a instituição confirmou o afastamento cautelar do servidor de suas funções até que as investigações sejam concluídas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quem é Melqui Galvão?</h2>
<p>Referência mundial no jiu-jitsu, Melqui é faixa preta e líder de uma renomada academia na Zona Norte de Manaus. Ele é conhecido por formar atletas de elite no cenário internacional da modalidade.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Campeã de jiu-jitsu faz nova denúncia contra Melqui Galvão: “foram 14 anos de abuso”</p>
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		<title>Treinador de jiu-jitsu Melqui Galvão é preso em Manaus suspeito de abuso sexual contra alunas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/treinador-de-jiu-jitsu-melqui-galvao-e-preso-em-manaus-suspeito-de-abuso-sexual-contra-alunas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 00:14:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O treinador de jiu-jitsu Melqui Galvão foi preso suspeito de cometer crimes sexuais contra alunas, incluindo menores de idade. A prisão ocorreu na noite de segunda-feira (27) em Manaus. O investigado, que também é policial civil no Amazonas, entregou-se às autoridades após a expedição de um mandado de prisão temporária. Investigação e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O treinador de jiu-jitsu Melqui Galvão foi preso suspeito de cometer crimes sexuais contra alunas, incluindo menores de idade. A prisão ocorreu na noite de segunda-feira (27) em Manaus. O investigado, que também é policial civil no Amazonas, entregou-se às autoridades após a expedição de um mandado de prisão temporária.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Investigação e denúncias de abusos</h2>
<p>A 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo conduz o caso. Até o momento, os investigadores reuniram relatos de pelo menos três vítimas. O escândalo veio à tona quando uma adolescente de 17 anos, ex-aluna do técnico, denunciou atos libidinosos não consentidos durante uma competição internacional.</p>
<p>A vítima, que hoje reside nos Estados Unidos, foi ouvida pelas autoridades. Segundo a polícia, os denunciantes entregaram uma gravação onde o investigado admite os fatos de forma indireta e tenta oferecer compensação financeira para evitar que o caso avançasse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Vítimas em outros estados</h2>
<p>Durante as diligências, a polícia identificou outras duas possíveis vítimas em diferentes estados brasileiros. Em um dos depoimentos mais graves, uma das mulheres afirmou que tinha apenas 12 anos na época em que os abusos começaram.</p>
<p>Além da prisão, as equipes cumpriram três mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao treinador na cidade de Jundiaí (SP). Melqui Galvão, conhecido como o “Treinador dos Campeões”, é uma figura influente no esporte e pai do multicampeão Mica Galvão.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Repercussão no esporte e na política</h2>
<p>A Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Esportivo (CBJJE) anunciou o afastamento imediato do professor:</p>
<p>“A CBJJE tomou conhecimento de denúncias de conduta inadequada e mandado de prisão envolvendo o professor Melqui Galvão. Reafirmamos: não há espaço para qualquer forma de abuso ou assédio dentro do jiu-jitsu. Como medida imediata, o professor está afastado de todas as atividades vinculadas à confederação”, diz o comunicado.</p>
<p>A deputada estadual Alessandra Campelo (PSD), procuradora da Mulher na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), reagiu com indignação ao caso.</p>
<p>“Estamos diante de uma situação extremamente grave. Quando alguém se aproveita do esporte para cometer crimes dessa natureza, isso precisa ser tratado com máxima seriedade e rigor”, afirmou a parlamentar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Canais de denúncia</h2>
<p>A Polícia Civil segue investigando para identificar se existem outras vítimas. A Procuradoria da Mulher da Aleam colocou-se à disposição para oferecer apoio jurídico e psicossocial. Casos de violência podem ser denunciados pelos números 100, 180 ou pelo WhatsApp da Procuradoria: (92) 99400-0093.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Sargento da Força Nacional morre em grave acidente na Transamazônica</p>
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		<item>
		<title>Zanin condena acusado de participar de trote misógino contra alunas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/zanin-condena-acusado-de-participar-de-trote-misogino-contra-alunas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 23:37:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (30) condenar o médico Matheus Gabriel Braia ao pagamento de danos morais por participar de um trote universitário misógino, em 2019. O ministro aceitou recurso do Ministério Público para anular decisões das instâncias inferiores que absolveram o acusado da imputação de promover discurso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (30) condenar o médico Matheus Gabriel Braia ao pagamento de danos morais por participar de um trote universitário misógino, em 2019.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Zanin-condena-acusado-de-participar-de-trote-misogino-contra-alunas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O ministro aceitou recurso do Ministério Público para anular decisões das instâncias inferiores que absolveram o acusado da imputação de promover discurso para expor calouras a tratamento humilhante e ofender a dignidade das mulheres.</p>
<p>O caso ocorreu no curso de medicina da Universidade de Franca (Unifran), em 2019. De acordo com o processo, o acusado, que é ex-aluno da faculdade, foi responsável por escrever um discurso de “juramento” que deveria ser lido pelas calouras do curso.</p>
<p>O texto dizia que as alunas “deveriam estar à disposição dos veteranos” e “nunca recusar a uma tentativa de coito de um veterano”.</p>
<p>Após ser processado pelas falas, uma juíza absolveu o acusado e disse que o discurso não causou ofensa às mulheres. Para justificar a absolvição, a magistrada disse que a acusação retratava uma “panfletagem feminista”.</p>
<p>A segunda instância também manteve a absolvição e entendeu que as alunas não rechaçaram “a brincadeira proposta”. Em seguida, o STJ reconheceu que as declarações são “moralmente reprováveis”, mas não alterou o entendimento.</p>
<p>Ao decidir a questão, Zanin criticou as decisões anteriores e disse que a proteção aos direitos das mulheres deve ser garantida em todas as instâncias do Judiciário.</p>
<p>“Vê-se que, no julgamento em primeira instância, decidiu-se que o feminismo foi o provocador das falas impróprias contra as mulheres. Já em segunda instância, a culpa foi das calouras, que não se recusaram a entoar o juramento infame”, escreveu o ministro.</p>
<p>Com a condenação, o acusado deverá pagar 40 salários mínimos em danos coletivos, valor equivalente a R$ 64,8 mil.</p>
<p>Cabe recurso contra a decisão. </p>
<p>A Agência Brasil entrou em contato com o escritório de advocacia que faz a defesa do médico e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/zanin-condena-acusado-de-participar-de-trote-misogino-contra-alunas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/zanin-condena-acusado-de-participar-de-trote-misogino-contra-alunas/">Zanin condena acusado de participar de trote misógino contra alunas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Professor é preso por estupro e importunação de alunas adolescentes em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/professor-e-preso-por-estupro-e-importunacao-de-alunas-adolescentes-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 17:51:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um professor de matemática, de 34 anos, foi preso por estupro de vulnerável e importunação sexual contra três adolescentes, de 13 e 14 anos. As vítimas eram alunas do autor em uma escola pública, segundo a Polícia Civil. Conforme a delegada Kássia Evangelista, o caso chegou ao conhecimento da da Delegacia Especializada em Proteção à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um professor de matemática, de 34 anos, foi preso por estupro de vulnerável e importunação sexual contra três adolescentes, de 13 e 14 anos. As vítimas eram alunas do autor em uma escola pública, segundo a Polícia Civil.</p>
<div>
<p>Conforme a delegada Kássia Evangelista, o caso chegou ao conhecimento da da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) há 20 dias, quando as adolescentes e as suas mães denunciaram que o professor estava praticando os crimes contra elas dentro da instituição de ensino.</p>
<p>Segundo a delegada, em depoimento especial, as vitimas da importunação sexual são as de 14 anos e elas contaram que o homem as abordava no interior da escola e costumava passar a mão no corpo delas e tentava agarra-las a força.</p>
<p>Ainda de acordo com a delegada, já a vitima do estupro de vulnerável é a de 13 anos e ela relatou que o professor a agarrou a força e a beijou na boca dentro de uma das salas da escola, além de ter passado a mão nas partes íntimas dela.</p>
<p>Diante dos fatos, foi representado pelo mandado de prisão preventiva em nome do autor e ele foi preso no bairro Gilberto Mestrinho, zona leste.</p>
<p>O homem responderá por estupro de vulnerável e importunação sexual e ficará à disposição da Justiça.</p>
<figure class="wp-block-video"><video src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Video-2025-09-19-at-11.29.29.mp4" controls="controls" width="300" height="150"><strong>Leia mais </strong></p>
<p>Professor é procurado suspeito de estuprar aluna de 12 anos em Manacapuru</p>
<p><!-- CONTENT END 1 --></p>
<p></video></figure>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/professor-esfaqueia-diretor-dentro-de-escola-em-manacapuru-veja-video/">Professor esfaqueia diretor dentro de escola em Manacapuru; veja vídeo</a></li>
</ul>
</div>
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		<title>Professor é preso por estupro e favorecimento à prostituição de alunas no Amazonas</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 22:51:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; Um professor de 30 anos foi preso, na quarta-feira (9), por estupro de vulnerável, favorecimento à prostituição e armazenamento de pornografia infantil. A ação, batizada de Operação Coração de Isca, foi coordenada pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), em Manaus. As vítimas eram alunas de 8 anos do [&#8230;]</p>
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<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; Um professor de 30 anos foi preso, na quarta-feira (9), por <strong>estupro de vulnerável, favorecimento à prostituição e armazenamento de pornografia infantil</strong>. A ação, batizada de <strong>Operação Coração de Isca</strong>, foi coordenada pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), em Manaus.</p>
<p>As vítimas eram <strong>alunas de 8 anos</strong> do suspeito, que lecionava na rede municipal de Manaus. Durante a operação, a polícia cumpriu <strong>mandados de prisão temporária, busca e apreensão e quebra de sigilo telemático</strong>.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Professor aliciava mães para chegar às crianças</strong></h2>
<p>Em coletiva de imprensa na quinta-feira (10), a delegada <strong>Déborah Ponce</strong>, adjunta da Depca, detalhou que o professor <strong>se relacionava com mães de alunos</strong> para se aproximar das vítimas.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Ele ofereceu dinheiro a uma mulher, sem ligação com as vítimas, para conseguir fotos das alunas. Isso configura favorecimento à prostituição infantil. Essa mulher também está sendo investigada”</em>, afirmou Ponce.</p></blockquote>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Celular tinha pornografia infantil</strong></h3>
<p>Ao analisar o celular do suspeito, a polícia encontrou <strong>arquivos de pornografia infantil</strong>. A descoberta resultou em <strong>prisão em flagrante</strong> por violação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).</p>
<p>O professor já responde na Justiça por <strong>estupro de uma menina de 11 anos</strong> e é suspeito de outros crimes contra crianças e adolescentes.</p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Crimes e próximos passos</strong></h4>
<p>O homem responderá por:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Estupro de vulnerável (art. 217-A do CP)</li>
<li>Favorecimento à prostituição infantil (art. 218-B do CP)</li>
<li>Armazenamento de pornografia infantil (art. 241-C do ECA)</li>
</ul>
<p>Ele permanece preso à disposição da Justiça.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/psicologa-e-vitima-de-estupro-coletivo-dentro-de-condominio/">Psicóloga é vítima de estupro coletivo dentro de condomínio</a></li>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/professor-de-jiu-jitsu-preso-por-estupro-de-alunas-usava-faccao-para-ameacar-vitimas-em-novo-airao/">Professor de jiu-jítsu, preso por estupro de alunas, usava facção para ameaçar vítimas em Novo Airão</a></li>
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</ul>
</div>
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