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	<title>ameaças Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>ameaças Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Jornalista da comunicação do Psol denuncia perseguição e ameaças</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/jornalista-da-comunicacao-do-psol-denuncia-perseguicao-e-ameacas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 18:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O jornalista Fernando Busian, integrante da equipe de comunicação do Partido Socialismo e Liberdade (Psol), denuncia que tem sido alvo de ameaças desde a última quarta-feira (25).  O caso foi registrado na segunda-feira (30) na Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo, e o comunicador acredita que a motivação é violência política. &#8220;Discurso bem de extrema-direita&#8221;, classifica em entrevista à Agência Brasil. Busian conta que os ataques começaram depois do envio de um comunicado à imprensa sobre a troca de comando da Federação PSOL-Rede. O texto foi enviado a uma lista com 1,7 mil destinatários de diferentes partes do país. No mesmo dia, mensagens sobre cemitérios e serviços funerários começaram a chegar, e um perfil falso em seu nome foi criado na plataforma GetNinjas, usada para a...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/jornalista-da-comunicacao-do-psol-denuncia-perseguicao-e-ameacas/">Jornalista da comunicação do Psol denuncia perseguição e ameaças</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Fernando Busian, integrante da equipe de comunicação do Partido Socialismo e Liberdade (Psol), denuncia que tem sido alvo de ameaças desde a última quarta-feira (25). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Jornalista-da-comunicacao-do-Psol-denuncia-perseguicao-e-ameacas.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O caso foi registrado na segunda-feira (30) na Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo, e o comunicador acredita que a motivação é violência política. &#8220;Discurso bem de extrema-direita&#8221;, classifica em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Busian conta que os ataques começaram depois do envio de um comunicado à imprensa sobre a troca de comando da Federação PSOL-Rede. O texto foi enviado a uma lista com 1,7 mil destinatários de diferentes partes do país.</p>
<p>No mesmo dia, mensagens sobre cemitérios e serviços funerários começaram a chegar, e um perfil falso em seu nome foi criado na plataforma GetNinjas, usada para a contratação de prestadores de serviços. A partir desse cadastro, ele relata que recebeu orçamentos de mais serviços funerários e de empresas de segurança.</p>
<p>&#8220;Bloqueei o primeiro [orçamento falso], o segundo. O terceiro já vio com um portfólio de serviços de segurança. Aí, disse, opa. Com cemitério e serviço de segurança, eu fiz o link&#8221;, conta.</p>
<p>A reportagem procurou a GetNinjas e aguarda retorno. Caso haja manifestação da empresa, será adicionada à matéria. </p>
<h2>Endereço e familiares</h2>
<p>A situação se agravou ainda na quinta-feira (26), quando mensagens anônimas no Whatsapp fizeram referência à região onde o jornalista mora e ao nome de sua mãe.</p>
<p>&#8220;Ela sabe que o filho dela é um lixo?&#8221;, dizia uma das mensagens, segundo o comunicador, que acredita que as ameaças tenham conotação política por conta de sua atuação profissional junto ao Psol. </p>
<p>&#8220;Só para começo de conversa: não sou filiado, nada. Inclusive, o pessoal me contratou por isso, porque já trabalhei para outros políticos, outras tendências políticas e tenho trânsito na imprensa. Então, tenho um bom nome, credibilidade. Não sou uma pessoa militante&#8221;, afirma. </p>
<h2>Violência contra jornalistas</h2>
<p>Em nota conjunta, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) classificam o caso como grave, por envolver ameaças de morte que se estendem a familiares do jornalista, além de vigilância e vazamento de dados pessoais. </p>
<p>&#8220;Trata-se de um episódio gravíssimo, que não pode ser naturalizado. O SJSP e a Fenaj prestam toda a solidariedade e apoio ao jornalista e cobrarão das autoridades a devida investigação, em especial no âmbito dos crimes virtuais e do uso indevido de dados pessoais, para que os responsáveis sejam identificados e punidos.&#8221;</p>
<p>Em seu último relatório sobre violência contra jornalistas, a Fenaj contabilizou 144 ataques contra esses profissionais em 2024, número que representa diminuição em relação aos anos anteriores. </p>
<p>Durante a pandemia de covid-19 e o governo de Jair Bolsonaro, os ataques chegaram ao patamar recorde de 430 casos, em 2021, número caiu para 181 em 2023.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/jornalista-da-comunicacao-do-psol-denuncia-perseguicao-e-ameacas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ameaças e juros abusivos sustentavam esquema milionário no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/ameacas-e-juros-abusivos-sustentavam-esquema-milionario-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 18:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[abusivos]]></category>
		<category><![CDATA[ameaças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas desarticulou um esquema milionário de agiotagem que cobrava juros superiores a 50% ao mês e ameaçava principalmente servidoras públicas no estado. A ação ocorreu durante a Operação Tormenta, deflagrada pelo 1º Distrito Integrado de Polícia. Ao todo, sete pessoas foram presas, entre empresários e cobradores. Outros três investigados seguem sendo procurados. Alvos eram servidoras públicas Primeiramente, as investigações começaram há cerca de 20 dias, após uma servidora denunciar ameaças feitas por integrantes de grupos ligados à prática de empréstimos clandestinos. A apuração identificou pelo menos quatro núcleos criminosos que atuavam de forma articulada. Os suspeitos ofereciam crédito informal com juros abusivos, que ultrapassavam 50% do valor da dívida mensalmente. Desse modo, os criminosos escolhiam as vítimas estrategicamente, com preferência por servidoras de tribunais estaduais, consideradas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas desarticulou um esquema milionário de agiotagem que cobrava juros superiores a 50% ao mês e ameaçava principalmente servidoras públicas no estado. A ação ocorreu durante a Operação Tormenta, deflagrada pelo 1º Distrito Integrado de Polícia.</p>
<p>Ao todo, sete pessoas foram presas, entre empresários e cobradores. Outros três investigados seguem sendo procurados.</p>
<h4>Alvos eram servidoras públicas</h4>
<p>Primeiramente, as investigações começaram há cerca de 20 dias, após uma servidora denunciar ameaças feitas por integrantes de grupos ligados à prática de empréstimos clandestinos. A apuração identificou pelo menos quatro núcleos criminosos que atuavam de forma articulada.</p>
<p>Os suspeitos ofereciam crédito informal com juros abusivos, que ultrapassavam 50% do valor da dívida mensalmente. Desse modo, os criminosos escolhiam as vítimas estrategicamente, com preferência por servidoras de tribunais estaduais, consideradas alvos com renda fixa.</p>
<p>Além das cobranças, o grupo utilizava ameaças graves e monitorava as vítimas nas proximidades de prédios públicos. Também há indícios de que investigados planejavam ataques contra veículos oficiais.</p>
<h4>Apropriação de bens e lavagem de dinheiro</h4>
<p>De acordo com a polícia, os envolvidos se apropriavam de veículos, joias, eletrônicos e imóveis das vítimas, além de reter documentos pessoais e cartões bancários. Em alguns casos, os suspeitos chegavam a administrar aplicativos bancários para retirar valores diretamente dos salários das vítimas.</p>
<p>Para ocultar os lucros obtidos de forma ilícita, o grupo utilizava empresas de fachada, direcionando recursos para contas vinculadas a essas estruturas para simular legalidade.</p>
<h4>Material apreendido</h4>
<p>Durante a operação, realizada entre os dias 11 e 12 de fevereiro, os policiais cumpriram:</p>
<ul>
<li>7 mandados de prisão preventiva</li>
<li>20 mandados de busca e apreensão</li>
<li>17 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros.</li>
</ul>
<p>A polícia apreendeu 30 veículos, R$ 17 mil em espécie, cinco armas de fogo, centenas de munições, além de grande quantidade de documentos pessoais pertencentes às vítimas. Ademais, as autoridades também recolheram computadores, celulares e contratos fraudulentos.</p>
<h4>Procedimentos e denúncias</h4>
<p>Os investigados responderão por associação criminosa, usura, extorsão, roubo majorado, falsidade ideológica, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, falsa identidade e lavagem de capitais. Todos permanecerão à disposição da Justiça após audiência de custódia.</p>
<p>Por fim, a Polícia Civil divulga imagens dos três foragidos e solicita apoio da população. Informações podem ser repassadas pelos números (92) 99118-9177, do 1º DIP; (92) 3667-7575 e 197, da Polícia Civil; ou 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas.</p>
<p>Divulgação/PC-AM</p>
<p> </p>
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		<title>Filho de Bolsonaro e aliados tramaram sanção contra STF antes de tornozeleira em Jair</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 18:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ameaças]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ethel Rudnitzki, da Agência Pública Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; A suspensão dos vistos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo o de Alexandre de Moraes, foi anunciada na última sexta-feira, 18 de julho, como resposta às medidas cautelares que ordenaram a tornozeleira em Jair Bolsonaro. Contudo, essa ação dos EUA já estava sendo articulada há semanas por bolsonaristas junto ao governo de Donald Trump, mostra apuração da Agência Pública. Além de buscar defender seu pai e retaliar o governo de Lula (PT), as sanções que Eduardo e cia buscam nos EUA, incluindo a aplicação da Lei Magnitsky, serviriam para pressionar o Congresso brasileiro para anistiar os envolvidos nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Em live transmitida dez dias antes, em 8 de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Ethel Rudnitzki, da Agência Pública</em></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/cliquenoticiasbrasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Clique Notícias Brasil (CNB)</a> &#8211; A suspensão dos vistos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo o de Alexandre de Moraes, foi anunciada na última sexta-feira, 18 de julho, como resposta às medidas cautelares que ordenaram a tornozeleira em Jair Bolsonaro.</p>
<p>Contudo, essa ação dos EUA já estava sendo articulada há semanas por bolsonaristas junto ao governo de Donald Trump, mostra apuração da Agência Pública. Além de buscar defender seu pai e retaliar o governo de Lula (PT), as sanções que Eduardo e cia buscam nos EUA, incluindo a aplicação da Lei Magnitsky, serviriam para pressionar o Congresso brasileiro para anistiar os envolvidos nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.</p>
<p>Em live transmitida dez dias antes, em 8 de julho, o blogueiro bolsonarista investigado por tentativa de golpe de Estado, Paulo Figueiredo Filho, já havia falado sobre a possibilidade do cancelamento de visto do ministro Luís Roberto Barroso, e disse que ministros estavam sendo monitorados pelo governo dos EUA.</p>
<blockquote><p>“Não pensem que vocês não estão sendo observados e, efetivamente, monitorados. Não pensem. A expectativa é que os senhores não insistam em apoiar Alexandre de Moraes, mas se insistirem, a floresta inteira vai queimar para que seja pego o bandido da Birmânia. Seja o STF, seja o Senado Federal, seja a Câmara dos Deputados, seja a PGR. Os nomes, os escritórios de advocacia, os seus associados, os seus familiares, todos estão mapeados. Todos. Veremos as cenas dos próximos capítulos”, ameaçou no vídeo.</p></blockquote>
<p>Desde o início do ano, ele e o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) têm atuado junto a autoridades americanas por sanções contra a Suprema Corte brasileira. Na semana passada, os dois viajaram à capital dos EUA, Washington, em meio às negociações sobre as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.</p>
<p>Ao invés de negociar para diminuição das taxas, ambos saíram de reuniões no Departamento de Estado e na Casa Branca com a certeza de mais sanções. “Muito provavelmente o Trump vai apertar outras alavancas para responder ao Brasil”, disse Eduardo Bolsonaro ao Jornal Nacional.</p>
<p>Mesmo após a suspensão dos vistos do ministro, ele garantiu que novas sanções viriam. “A medida de hoje é só o início”, publicou em suas redes sociais.</p>
<p>A principal delas seria a aplicação da Lei Magnitsky – mecanismo do governo americano usado para punir estrangeiros acusados de desrespeitar direitos humanos ou de envolvimento com corrupção. Os sancionados com essa lei são impedidos de entrar nos Estados Unidos e de fazer negócios com empresas americanas, além de ter os bens no país congelados. A Lei Magnitsky já foi aplicada contra pessoas envolvidas em casos de terrorismo e genocídio, como Min Aung Hlaing, comandante das forças armadas de Mianmar, Yahya Jammeh, ex-presidente da Gâmbia e Whang Mingshang, chefe do escritório de segurança pública da região de Zhu Hailun, na China.</p>
<p>Além de Moraes e ministros, eles alegam que o procurador Geral da República, Paulo Gonet, e até os presidentes da Câmara e do Senado poderiam entrar na lista de atingidos pela lei. Também levantam a possibilidade de novas sanções econômicas ao Brasil.</p>
<p>POR QUE ISSO IMPORTA?</p>
<p>A aplicação de sanções dos EUA ao Brasil impacta na economia brasileira, e as declarações de Donald Trump sobre as decisões no julgamento de Jair Bolsonaro não têm respaldo no processo jurídico brasileiro.<br />
A Pública enviou questionamentos a Eduardo Bolsonaro e Figueiredo, que não responderam até a publicação da reportagem.A atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos é alvo de investigação no STF pelos supostos crimes de coação, obstrução de investigação e abolição violenta do Estado democrático de Direito.</p>
<p>A ideia de aplicar a Lei Magnitsky é uma estratégia de Eduardo Bolsonaro e Figueiredo para pressionar os presidentes do Senado e da Câmara pela aprovação de projeto de lei que pretende dar anistia para presos pelos atos golpistas de 8 de janeiro. “Aos interessados em resolver o problema, a pauta número um de vocês é a anistia ampla, geral e irrestrita, porque é o único caminho de se abrir uma mesa de negociação”, afirmou Eduardo Bolsonaro em live transmitida pelo canal de Paulo Figueiredo no YouTube em 16 de julho.</p>
<p>Na gravação, feita junto à plataforma de vídeos da extrema-direita Rumble, bloqueada no Brasil e parceira da rede social de Trump, a Truth Social, ambos se dirigiram diretamente aos presidentes da Câmara e do Senado Federal e os convidaram para as negociações nos Estados Unidos. “Presidente Hugo Motta e Davi Alcolumbre, os senhores são mais do que bem-vindos aqui para contribuir com a solução desse problema. Porque o Congresso tem papel de protagonista nisso tudo”, acenou o deputado licenciado.</p>
<p>A pressão foi endossada pela juíza afastada Ludmila Lins Grilo, que também tem atuado pela aprovação de sanções contra o Supremo Tribunal Federal nos Estados Unidos. “Além do Moraes que eu não vejo como possa se livrar da Magnitsky, Hugo Motta e Alcolumbre passam a ficar na mira também. E assim sucessivamente todos que estão no caminho dessa pacificação que passa pela anistia e pelo impeachment de Alexandre de Moraes e pelas eleições limpas”, disse em vídeo do seu canal de YouTube no dia 14 de julho.</p>
<h2>Bolsonaristas usam tarifas para criar pânico em empresários brasileiros</h2>
<p>As ameaças de novas sanções financeiras contra o Brasil são usadas por Paulo Figueiredo para gerar pânico e angariar apoio do empresariado brasileiro. “Prestem atenção! Tenham medo! O medo é necessário. Há possibilidade sim de sanções ao mercado financeiro brasileiro, como há em outros países. Basta olhar o que os Estados Unidos fizeram com outros países. As sanções ao país e ao sistema financeiro são parte do arsenal e o Trump não tem medo de usá-las”, afirmou Figueiredo em vídeo no YouTube.</p>
<p>Entre as novas punições, ele menciona o aumento das tarifas sobre a importação de produtos brasileiros para até 500% e a exclusão do país do sistema de transferências SWIFT – aos moldes do que foi feito com o Irã e com a Rússia em retaliação a guerras.</p>
<p>Nenhuma das duas, no entanto, pode vir diretamente da Casa Branca. A primeira depende da aprovação de um projeto de lei no Congresso Americano que propõe a sobretaxa a países que negociam com a Rússia. Já a segunda dependerá da colaboração de outros países, uma vez que o sistema SWIFT tem um conselho de administração composto por diferentes nacionalidades.</p>
<p>Apesar disso, Figueiredo garante que empresários têm procurado por informações sobre as negociações de Washington. “Há empresários vindo em nossa direção. E o que nós estamos dizendo para eles é que o único caminho para pacificação do Brasil passa – e não se resolverá somente com ela – mas passa pela anistia, ampla, geral e irrestrita. E que vocês devem pressionar os seus contratados dos escritórios de advocacia dos ministros para que eles permitam que o Congresso aprove uma anistia”, continuou.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/pf-cumpre-mandados-na-casa-de-jair-bolsonaro-que-usara-tornozeleira/">PF cumpre mandados na casa de Jair Bolsonaro, que usará tornozeleira</a></li>
</ul>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/filho-de-bolsonaro-e-aliados-tramaram-sancao-contra-stf-antes-de-tornozeleira-em-jair/">Filho de Bolsonaro e aliados tramaram sanção contra STF antes de tornozeleira em Jair</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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