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	<title>ANS Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>ANS Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Plano de saúde individual terá reajuste máximo de 5,11%, decide ANS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/plano-de-saude-individual-tera-reajuste-maximo-de-511-decide-ans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 15:59:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os planos de saúde individuais/familiares terão reajuste contratual anual máximo de 5,11%. O índice foi decidido nesta sexta-feira (29) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão do governo regulador do setor. Planos individuais são os contratados pelas próprias pessoas e dependentes diretamente com as operadoras, diferentemente dos empresariais e coletivos, que dependem de pessoas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os planos de saúde individuais/familiares terão reajuste contratual anual máximo de 5,11%. O índice foi decidido nesta sexta-feira (29) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão do governo regulador do setor.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Plano-de-saude-individual-tera-reajuste-maximo-de-511-decide.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Planos individuais são os contratados pelas próprias pessoas e dependentes diretamente com as operadoras, diferentemente dos empresariais e coletivos, que dependem de pessoas jurídicas.</p>
<p>O país tem cerca de 7,7 milhões de clientes de planos individuais, o que representa 14,5% dos 52,9 milhões de consumidores de planos de saúde.</p>
<p>O reajuste máximo de 5,11% é o menor autorizado pela ANS desde o ano 2000 (5,42%), com exceção de 2021, ano de pandemia de covid-19. Na época, o reajuste foi negativo (-8,19%), isto é, os planos ficaram mais baratos.</p>
<p>A explicação é que o período de isolamento causou redução no uso de serviços de saúde não emergenciais, baixando os custos dos planos.</p>
<h2>Veja os reajustes dos últimos anos:</h2>
<p>2022: 15,5%</p>
<p>2023: 9,63%</p>
<p>2024: 6,91%</p>
<p>2025: 6,06%</p>
<p>2026: 5,11%</p>
<h2>Data do reajuste</h2>
<p>O reajuste vale para os planos contratados a partir de 1º de janeiro de 1999 e a aplicação do aumento só pode ser feita no mês de aniversário do contrato ─ data de contratação.</p>
<p>A ANS explica que para os contratos com aniversário em maio e junho, a cobrança poderá começar em julho ou, no máximo em agosto, retroagindo até o mês de aniversário. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Plano-de-saude-individual-tera-reajuste-maximo-de-511-decide.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/05/2026 – Arte  REAJUSTE DE PLANOS DE SAÚDE.&#13;&#10;Arte ANS" title="Arte ANS"/></p>
<p>Os cálculos para reajuste dos planos foram feitos pela Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos e validados pelo Ministério da Fazenda, antes de aprovado definitivamente pela Diretoria Colegiada da ANS. A decisão segue agora para publicação no <em>Diário Oficial da União.</em></p>
<h2>Forma de cálculo</h2>
<p>A variação máxima de 5,11% fica acima da inflação acumulada dos últimos 12 meses. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, mostra que até maio o aumento do custo de vida em um ano ficou em 4,64%.</p>
<p>A ANS justifica que a inflação do plano de saúde não é a mesma que a inflação geral. O cálculo do reajuste leva em conta a frequência de utilização dos serviços de saúde e a variação das despesas assistenciais dos planos. Dessa forma, uso maior ou menor dos serviços e custos de equipamentos e insumos médicos influenciam nas contas.</p>
<p>De acordo, com o diretor-presidente da ANS, Wadih Damous, “o objetivo é sempre buscar o equilíbrio, garantindo a sustentabilidade do setor e a capacidade de pagamento dos beneficiários”.</p>
<p>A metodologia da ANS considera dois índices: Índice de Valor das Despesas Assistenciais (IVDA) e a inflação oficial (IPCA).</p>
<p>O IVDA, que representa custos das operadoras, tem peso de 80%, restando ao IPCA peso de 20%. O IVDA leva em conta também ganhos de eficiência das operadoras e os aumentos cobrados de clientes que mudam de faixa etária.</p>
<p>Além do reajuste anual contratual, os planos de saúde, individuais ou empresariais, estão sujeitos também ao aumento por variação de faixa etária. Essa outra variação é aplicada no mês de aniversário do cliente, em idades pré-determinadas, por exemplo, 59 anos.</p>
<h2>Planos empresariais e coletivos</h2>
<p>Os planos empresariais e coletivos têm os reajustes anuais decididos por meio de livre negociação entre a pessoa jurídica contratante e a operadora ou administradora do plano.</p>
<p>Um levantamento divulgado pela ANS no último dia 5 revelou que esses planos tiveram variação média de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026, menor alta em cinco anos. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/plano-de-saude-individual-tera-reajuste-maximo-de-511-decide-ans" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Prevenção e promoção da saúde são parâmetros imprescindíveis, diz ANS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 18:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ANS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana em que são lembrados o Dia Mundial da Saúde e o Dia Mundial de Combate ao Câncer, o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Damous, avalia que o modelo de assistência em saúde focado na reação ao problema e no tratamento de doenças precisa ser superado. “É um modelo reativo.” [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana em que são lembrados o Dia Mundial da Saúde e o Dia Mundial de Combate ao Câncer, o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Damous, avalia que o modelo de assistência em saúde focado na reação ao problema e no tratamento de doenças precisa ser superado. “É um modelo reativo.”<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ANS.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, Damous considera a prevenção e a promoção da saúde como parâmetros imprescindíveis e propõe diálogo um diálogo mais amplo com o setor no sentido de construir um novo modelo de assistência em saúde. “Até do ponto de vista de quem está no setor e quer garantir a sua lucratividade, barateia custos”.</p>
<p>A ANS é uma agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil. De forma simplificada, a regulação pode ser entendida como um conjunto de medidas e ações do governo que envolvem a criação de normas, o controle e a fiscalização do segmento.</p>
<p>O diretor-presidente da ANS defende o letramento em saúde como ferramenta para que beneficiários de planos possam tomar decisões mais conscientes e que as próprias operadoras possam participar desse processo. “Não consigo conceber a saúde suplementar como um mero aglomerado de empresas.”</p>
<p>“Em mais de 700 cidades brasileiras, diversos tipos de câncer já ultrapassaram, num <em>ranking</em> macabro, o primeiro lugar tradicional que era das doenças cardiovasculares. E a previsão, também macabra, é que, até 2029, o câncer encabece esse <em>ranking</em> de maior incidência de doenças no país”, disse. “Temos que nos preparar pra isso”, completou.</p>
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<p>Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista:</p>
<p>Agência Brasil: Esta semana lembramos o Dia Mundial da Saúde. Como o senhor avalia o modelo de assistência em saúde que foca na reação ao problema e no tratamento de doenças?</p>
<p>Wadih Damous: Esse modelo precisa ser superado. É um modelo reativo. E esse não é só o meu ponto de vista, é o ponto de vista de diversos especialistas da área médica, da área da saúde pública aqui no Brasil. Já se chegou à conclusão de que esse paradigma é oneroso e ineficiente. Grande parte das despesas assistenciais das operadoras se concentra no manejo de complicações que são evitáveis ou que são tratáveis desde que corretamente diagnosticadas e com a antecedência necessária, como diabetes, hipertensão, obesidade. E não é assim que acontece.</p>
<p>Nosso entendimento é que a saúde deve ser gerida com inteligência e isso vai exigir, de fato, uma mudança dessa cultura institucional. Entendo também que a gente deve transitar nesse modelo de pagamento por volume que é uma coisa que as operadoras reclamam tanto e que acaba incentivando o excesso de exames desnecessários e partir para a lógica de geração de valor em saúde, por meio de linhas de cuidado planejadas, prevenção. Isso barateia custos, preserva vida e garante uma qualidade de vida melhor.</p>
<p>Agência Brasil: Prevenção e promoção da saúde são hoje fatores inegociáveis para a sustentabilidade da saúde suplementar?</p>
<p>Damous: Como sou dirigente de uma agência reguladora e o meu âmbito é a saúde suplementar, não posso dizer que são inegociáveis. Tudo aqui, no nosso âmbito, se constrói a partir de negociações e diálogo. Mas eu diria que são parâmetros imprescindíveis. O que eu quero é promover um amplo diálogo com o setor, com as operadoras, com as prestadoras, incluindo hospitais, clínicas e afins, no sentido de construirmos esse novo modelo. Sou otimista e acredito que um diálogo baseado em evidências e em que se demostra que isso, até do ponto de vista de quem está no setor e quer garantir a sua lucratividade, barateia custos. Tenho a esperança de que essa nova visão sensibilize esses setores.</p>
<p>Agência Brasil: Qual a importância do letramento em saúde como ferramenta para que beneficiários de planos possam tomar decisões mais conscientes?</p>
<p>Damous: Essa não é uma questão restrita à saúde suplementar. É uma política pública de saúde que deve ser capitaneada pelo Ministério da Saúde e a ANS deve reverberar. Em que sentido? É um processo de convencimento do setor privado da saúde aqui no Brasil, que envolve mais de 53 milhões de usuários. É um setor imponente, que atinge uma parcela substancial da população brasileira. Precisamos integrar essa campanha de letramento e esclarecer a necessidade da prevenção. Quantas doenças que se tornam letais poderiam ser evitadas se houvesse prevenção?</p>
<p>Convencer as pessoas a fazer exames periodicamente, a ir ao médico de forma periódica, a praticar exercícios físicos e aderir a uma alimentação mais saudável. Tudo isso é letramento em saúde. Agora, isso requer uma campanha bem organizada e que, de fato, traduza, numa linguagem simples, essa necessidade. E convencer as pessoas de que é assim, não é só tomando remédios e providências quando a doença já se instalou no corpo. Para que as pessoas possam entender que a prevenção pode ser a chave para uma vida longa, saudável e com boa qualidade.</p>
<p>Agência Brasil: Qual o papel das operadoras nessa estratégia de letramento em saúde?</p>
<p>Damous: Utilizar seus meios de comunicação, orientar seus credenciados, médicos, consultórios, hospitais, clínicas para que integrem essa campanha e esclareçam seus pacientes. E que isso esteja expresso nos produtos que são oferecidos por meio dos planos de saúde. Isso é algo que, no âmbito da saúde suplementar, quero organizar um projeto e submetê-lo às operadoras para que haja adesão. Para que seja também atraente para elas. Aí sim podemos agir como sistema. Porque eu entendo que a saúde suplementar é um sistema, assim como há o sistema público, há o sistema privado. Não consigo conceber a saúde suplementar como um mero aglomerado de empresas.</p>
<p>Agência Brasil: No início desta semana, foi publicada uma lei que prevê que empresas disponibilizem informações sobre campanhas de vacinação contra o HPV e sobre cânceres de mama, de colo do útero e de próstata. Quais os impactos dessa nova legislação na saúde suplementar?</p>
<p>Damous: Isso a gente vai ver com o tempo. O presidente Lula sancionou essa lei, inclusive, prevendo, no SUS [Sistema Único de Saúde], a incorporação de tratamentos de imunoterapia. Temos resolução normativa que estabelece e autoriza o tratamento imunoterápico em algumas modalidades de câncer. A lei trata de 40 tipos de câncer – bem mais amplo do que aquilo que está previsto no rol da ANS. Provavelmente, isso será incorporado ao nosso rol de procedimentos. A partir daí, teremos noção do impacto regulatório, do impacto na sustentabilidade do sistema. Mas foi um avanço no SUS e espero que seja um avanço também na saúde suplementar. Estamos tratando de vidas e de saúde.</p>
<p>O câncer, hoje, no Brasil, está crescendo em proporções epidêmicas. Em mais de 700 cidades brasileiras, diversos tipos de câncer já ultrapassaram, num <em>ranking </em>macabro, infelizmente, aquele primeiro lugar tradicional que era das doenças cardiovasculares. E a previsão, também macabra, é que, até 2029, o câncer encabece esse <em>ranking</em> de maior incidência de doenças no país, o que já acontece em algumas partes do mundo, como países industrializados, países com maior envelhecimento. Temos que nos preparar para isso.<br />A atuação conjunta entre a saúde suplementar e a saúde pública tem que ter, como um de seus pilares, o combate ao avanço de diversos tipos de câncer.</p>
<p>Agência Brasil: O direito do funcionário ao afastamento para realização de exames preventivos contribui para a detecção precoce e para a adesão ao tratamento contra o câncer?</p>
<p>Damous: Sem dúvida. Uma das questões que têm produzido esse avanço epidêmico do câncer é a falta de diagnóstico precoce, é o atendimento tardio no SUS e, às vezes, até na saúde suplementar. Muitas vezes, quando o tumor é constatado, já pode ser tarde demais, ele já está em uma fase de letalidade ou de sequelas irreversíveis. Repito: temos que tratar como política pública de saúde, na linha do cuidado e prevenção. Muitos desses tumores poderiam ser evitados, mitigando sua letalidade, se tratados a tempo, com exames periódicos que detectem a moléstia no seu início. Muitos desses cânceres são quase que 100% curáveis se detectados a tempo.</p>
<p>Agência Brasil: Como o senhor vê os debates sobre saúde mental e jornadas de trabalho no âmbito da saúde suplementar?</p>
<p>Damous: A Organização Mundial da Saúde [OMS] tem relatórios, envolvendo o mundo todo, dando conta do aumento de casos – e aumento em grau epidemiológico – de saúde mental, de Burnout em muitos países, gerando episódios de suicídio, de depressão profunda. E isso já se tornou caso de saúde pública. O setor de saúde suplementar não pode estar alheio a essa questão. Nesse sentido, apoiamos integralmente a proposta do governo do fim da escala 6&#215;1, que remete aspectos escravagistas, porque não permite que as pessoas tenham tempo maior de lazer, para passar com a família e com os amigos, para se instruir culturalmente e educacionalmente. Tudo isso diz respeito à saúde mental.</p>
<p>E a saúde física acompanha a saúde mental. Se a saúde mental se deteriora, consequentemente, as diversas doenças crônicas que as pessoas têm acabam se consolidando – hipertensão, diabetes, obesidade. Esse é um debate fundamental, atualíssimo e que deve ser tratado com toda a atenção, a partir de evidências técnico-científicas. Mas devemos ter claro que se trata de uma questão de saúde pública. e a saúde suplementar não pode estar alheia a esse cenário.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ans" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ans/">Prevenção e promoção da saúde são parâmetros imprescindíveis, diz ANS</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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