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	<title>atingem Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Subnotificados, casos de Oropouche atingem 2% da população brasileira</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/subnotificados-casos-de-oropouche-atingem-2-da-populacao-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados sobre a Febre do Oropouche divulgados nesta terça-feira (24) indicam que a incidência real da doença é muito superior às ocorrências notificados, com até 200 casos reais para cada episódio conhecido. Entre 1960 e 2025 a doença já infectou 9,4 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe, das quais ao menos 5,5 milhões no Brasil. A febre do Oropouche é transmitida aos humanos pela picada de mosquitos do tipo Culicoides paraensis, conhecido na Região Norte como maruim ou mosquito-pólvora. Os dados foram reunidos por um consórcio de pesquisadores da University of Kentucky, Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). “[A doença] tem um ciclo silvestre muito bem esclarecido e, mais recentemente, a gente tem observado ciclos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados sobre a Febre do Oropouche divulgados nesta terça-feira (24) indicam que a incidência real da doença é muito superior às ocorrências notificados, com até 200 casos reais para cada episódio conhecido.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Subnotificados-casos-de-Oropouche-atingem-2-da-populacao-brasileira.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre 1960 e 2025 a doença já infectou 9,4 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe, das quais ao menos 5,5 milhões no Brasil.</p>
<p>A febre do Oropouche é transmitida aos humanos pela picada de mosquitos do tipo Culicoides paraensis, conhecido na Região Norte como maruim ou mosquito-pólvora.</p>
<p>Os dados foram reunidos por um consórcio de pesquisadores da University of Kentucky, Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam).</p>
<p>“[A doença] tem um ciclo silvestre muito bem esclarecido e, mais recentemente, a gente tem observado ciclos urbanos nas capitais, o que era pouco comum até pouco tempo”, explicou o diretor de Operações do Instituto Todos pela Saúde, Vanderson Sampaio.</p>
<p>Ele acrescentou que, pelo fato de a maior parte da população ainda não ter contato com a doença, é provável que ela possa avançar. </p>
<p>“Não sabemos ainda qual a quantidade de casos graves dessa doença nem condições de saber agora, pois temos um número muito baixo de casos registrados.”</p>
<p>Para investigar a existência de antígenos, como indicativo de que as pessoas tiveram contato com a doença, foram investigados dados sorológicos em amostras sangue coletadas em três momentos distintos (novembro de 2023, junho de 2024 e novembro de 2024). </p>
<p>Com o resultado foi possível afirmar que o alcance do surto de 2023 para 2024 foi semelhante ao do surto anterior no estado, em 1980-1981. Em ambos, o alcance em Manaus foi de cerca de 12,5%, chegando próximo de 15% no estado.</p>
<h2>Surtos</h2>
<p>O estudo revisou ainda os registros de surtos da doença, encontrando 32 deles desde a identificação da febre, em 1955, no Brasil, Peru, Guiana Francesa e Panamá. Somente no Brasil foram identificados 19 surtos. </p>
<p>“É possível sim a gente desenvolver técnicas de rastreio. Uma delas é a de vigilância de síndromes febris, analisando amostras dos pacientes a partir de análise genética”, destacou o especialista.</p>
<p>Manaus é o principal centro da região amazônica na dispersão da doença. Com sua população na casa de 2 milhões de pessoas e grande conexão, inclusive aérea, com outras cidades, age como um polo de dispersão, determinante para a expansão da doença para outros centros, como Espírito Santo e Rio de Janeiro, bastante impactados em 2024. </p>
<p>Segundo o estudo, a diferença entre casos confirmados e número real de infecções pode ser explicada pelo acesso limitado a serviços de saúde na bacia amazônica e pela provável alta proporção de casos assintomáticos ou leves, que os pesquisadores estimam que possa ser a grande maioria dos casos da doença, uma característica até então sem evidências claras.</p>
<p>Nesta década foram registrados mais de 30 mil casos, com o avanço de uma variante do vírus por toda a América Latina e Caribe, dado que segundo o estudo indica uma subnotificação notável de todos os serviços de saúde da região.</p>
<p>A infecção pode provocar um quadro febril semelhante ao da dengue e outras arboviroses, o que dificulta ainda mais a identificação e tratamento corretos. Os casos graves, geralmente aqueles que são corretamente diagnosticados, podem evoluir para doença neurológica, complicações materno-fetais e morte.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>Atualmente, não existem vacinas licenciadas nem antivirais específicos disponíveis, embora haja estudos nesta década sobre a eficácia de acridonas (moléculas isoladas a partir de um tipo de alcatrão) na doença, como o da pesquisadora Clarita Avilla, da Unesp de São José do Rio Preto.</p>
<p>Segundo a pesquisa, anticorpos adquiridos há décadas ainda são capazes de neutralizar a cepa recente do vírus, o que sugere imunidade de longa duração. Ainda assim, os pesquisadores alertam que, sem intervenções específicas, novos surtos continuarão ocorrendo em regiões onde o vetor esteja presente.</p>
<p>O grupo publica também nesta terça-feira (24) um segundo estudo, que identifica a predominância do vírus em áreas rurais e florestais, sendo os casos de transmissão de mosquitos urbanos, como o Aedes aegypti, uma minoria. </p>
<p>Neste trabalho os autores afirmam que as estratégias de controle vetorial focadas em mosquitos urbanos não são suficientes para conter a transmissão da doença, exigindo esforços adicionais de vigilância epidemiológica em áreas de contato com mata degradada. </p>
<p>“Ao identificar quem já foi infectado, conseguimos prever com maior precisão quais populações permanecem em risco para futuros surtos”, afirma o professor Allyson Guimarães Costa, da Universidade Federal do Amazonas e do Hemoam.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/subnotificados-casos-de-oropouche-atingem-2-da-populacao-brasileira" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Temporais atingem o estado do Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/temporais-atingem-o-estado-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 12:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[estado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 30 alertas alertas extremos de chuva, risco de inundações e deslizamentos foram enviados para os municípios mais afetados no estado do Rio. Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba e Rio das Ostras receberam os avisos na tarde dessa quinta-feira (26). O Corpo de Bombeiros do Rio foi acionado para mais de 80 ocorrências relacionadas às chuvas desde quinta-feira (26), sendo 33 apenas na madrugada e início da manhã desta sexta-feira (27) – a maioria de inundações, alagamentos e deslizamentos. Não há registro de vítimas graves. A corporação informou que permanece em alerta máximo, com equipes mobilizadas, viaturas operacionais, ambulâncias, embarcações, drones e aeronaves. Nesse período, 65 estações de sirenes foram acionadas para aviso de chuva e 30 de mobilização de comunidades, até o momento, em Angra dos Reis, Mangaratiba, Bom Jardim, Barra Mansa, Magé,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 30 alertas alertas extremos de chuva, risco de inundações e deslizamentos foram enviados para os municípios mais afetados no estado do Rio. Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba e Rio das Ostras receberam os avisos na tarde dessa quinta-feira (26).</p>
<p>O Corpo de Bombeiros do Rio foi acionado para mais de 80 ocorrências relacionadas às chuvas desde quinta-feira (26), sendo 33 apenas na madrugada e início da manhã desta sexta-feira (27) – a maioria de inundações, alagamentos e deslizamentos. Não há registro de vítimas graves.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Temporais-atingem-o-estado-do-Rio.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A corporação informou que permanece em alerta máximo, com equipes mobilizadas, viaturas operacionais, ambulâncias, embarcações, drones e aeronaves.</p>
<p>Nesse período, 65 estações de sirenes foram acionadas para aviso de chuva e 30 de mobilização de comunidades, até o momento, em Angra dos Reis, Mangaratiba, Bom Jardim, Barra Mansa, Magé, Barra do Piraí, Teresópolis e Duque de Caxias.</p>
<p>O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden-RJ) informa que, neste momento, é muito alto o risco hidrológico em Macaé, Rio das Ostras, Paraty, Mangaratiba, Angra dos Reis, Santo Antônio de Pádua e Bom Jardim, e alto em Barra Mansa, Cachoeiras de Macacu, Silva Jardim, Cabo Frio, Armação dos Búzios, Porciúncula, Sumidouro, Sapucaia, São Sebastião do Alto e Campos dos Goytacazes.</p>
<p>Também é muito alto o risco geológico em Angra dos Reis e Mangaratiba e alto em Paraty, Nova Friburgo, Bom Jardim, Resende, Três Rios, Comendador Levy Gasparian e Macaé.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Estado de Defesa Civil, para as próximas horas, ainda são esperadas chuvas moderadas nas regiões da Baixada Fluminense, Baixada Litorânea, Serrana e Metropolitana. Para as demais regiões há previsão de chuvas fracas a moderadas.</p>
<p>O Sistema Alerta Rio informou que nesta sexta-feira, o tempo na capital fluminense segue instável devido à influência de um sistema de baixa pressão no litoral do estado. A previsão é de céu nublado a encoberto e ao longo do dia, com chuva moderada em alguns pontos neste início de manhã e acumulados pontualmente significativos nas últimas 12h e 24h. </p>
<p>A partir da tarde, a chuva variará entre fraca e moderada, com ventos moderados, ocasionalmente fortes. As temperaturas estarão em declínio, com máxima prevista de 29°C.<br /> <br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/temporais-atingem-o-estado-do-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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