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	<title>ato Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>ato Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>SP: ato das mulheres pede fim da violência e defende fim da escala 6&#215;1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 20:52:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da forte chuva que caiu na tarde deste domingo (8) em São Paulo, milhares de mulheres se reuniram na Avenida Paulista em ato que marca o Dia Internacional da Mulher. Na capital paulista, elas saíram em caminhada da Avenida Paulista até a Praça Roosevelt, segurando sombrinhas e muitas faixas que pediam pelo fim da violência contra as mulheres no país. O ato ocorreu simultaneamente em várias cidades brasileiras. “Ô abre alas, que as mulheres vão passar. Com esta marcha muitas coisas vão mudar”, cantavam as manifestantes. Por causa da intensa chuva, algumas das mulheres preferiram não seguir em caminhada, permanecendo embaixo do vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). “[Estamos aqui pelo] combate efetivo do feminicídio e da violência contra a mulher como um todo, porque não basta só pacto, palavras,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da forte chuva que caiu na tarde deste domingo (8) em São Paulo, milhares de mulheres se reuniram na Avenida Paulista em ato que marca o Dia Internacional da Mulher. Na capital paulista, elas saíram em caminhada da Avenida Paulista até a Praça Roosevelt, segurando sombrinhas e muitas faixas que pediam pelo fim da violência contra as mulheres no país. O ato ocorreu simultaneamente em várias cidades brasileiras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SP-ato-das-mulheres-pede-fim-da-violencia-e-defende.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Ô abre alas, que as mulheres vão passar. Com esta marcha muitas coisas vão mudar”, cantavam as manifestantes.</p>
<p>Por causa da intensa chuva, algumas das mulheres preferiram não seguir em caminhada, permanecendo embaixo do vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp).</p>
<p>“[Estamos aqui pelo] combate efetivo do feminicídio e da violência contra a mulher como um todo, porque não basta só pacto, palavras, nota de apoio, a gente quer orçamento público e medidas efetivas. E isso a gente não viu avançar em nenhuma das esferas do executivo, do judiciário e do legislativo”, disse Alice Ferreira, uma das fundadoras e coordenadoras do Levante Mulheres Vivas.</p>
<p>Durante o ato na Avenida Paulista, as mulheres também fizeram algumas intervenções independentes. Em uma delas, posicionaram diversos sapatos femininos pela avenida, representando vítimas de feminicídio do país.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SP-ato-das-mulheres-pede-fim-da-violencia-e-defende.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="São Paulo – 08/-3/2026 – Ato pelo dia 8M em São Paulo. Fotos: Elaine Patrícia Cruz/ABr" title="Elaine Patrícia Cruz/ABr"/></p>
<p><h6 class="meta">Sapatos representam vítimas de feminicídio em instalação na Avenida Paulista &#8211; Elaine Patrícia Cruz/ABr</h6>
</p>
<p>“Tem também a das bonecas, que foi instalada em frente ao Fórum Pedro Lessa e que fala das crianças que também sofrem com toda essa misoginia, inclusive por conta do escândalo da quase legalização da pedofilia no judiciário, ressaltou Alice Ferreira, se referindo ao caso de um desembargador que absolveu homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos em Minas Gerai.</p>
<p>Segundo a coordenadora do Levante Mulheres Vivas, o ato também pretende reforçar a importância da aprovação de um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional que pretende tipificar a misoginia, que é conduta de ódio contra as mulheres, como crime.</p>
<p>“Enquanto o discurso feminista é boicotado pelas big techs, o discurso red pill [movimento de homens que usam a internet para promover discursos misóginos] é impulsionado. Então, criminalizar é o primeiro passo para começarmos a reverter essa lógica”, disse Alice Ferreira.</p>
<p>Só no estado de São Paulo, foram mortas 270 mulheres em 2025,  alta de 96,4% na comparação com 2021. Esse foi um número recorde de feminicídios desde que teve início a série histórica, em 2018.</p>
<h2>Outras pautas</h2>
<p>Além do fim da violência e do feminicídio, as mulheres também protestaram pelo fim da escala 6&#215;1, pelo fim da violência política e pelo fim do extremismo que busca controlar corpos e vozes femininas.</p>
<p>“O mote de São Paulo é pela vida das mulheres, pelo fim da escala 6 por 1 e em defesa da soberania e autodeterminação dos povos”, explicou Luana Bife, da direção da Central Única dos Trabalhadores (CUT) de São Paulo.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773003122_400_SP-ato-das-mulheres-pede-fim-da-violencia-e-defende.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="São Paulo – 08/-3/2026 – Ato pelo dia 8M em São Paulo. Fotos: Elaine Patrícia Cruz/ABr" title="Elaine Patrícia Cruz/ABr"/></p>
<p><h6 class="meta">Ato pelo dia 8M em São Paulo &#8211; Elaine Patrícia Cruz/ABr</h6>
</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, Luana Bife defendeu que o fim da escala 6&#215;1 e da redução da jornada de trabalho são temas extremamente importantes para as mulheres, principalmente porque muitas são responsáveis pelo cuidado e renda das famílias.</p>
<p>“A mulher tem uma escala 7 por 0. Então hoje, para a mulher trabalhadora, o fim da escala 6&#215;1 resulta não só em um período de descanso e autocuidado, mas também para ela decidir como quer estar no mundo”.</p>
<p>Para a ativista, problemas como a violência contra as mulheres e relacionados à falta de garantia de direitos devem ser enfrentados com políticas públicas.</p>
<p>“Tem que ser uma pauta permanente de defesa da vida das mulheres. E para isso são necessárias políticas públicas, que independem dos governos. A gente tem que ter firmes as políticas públicas e sociais que se destinam ao combate das violências contra as mulheres e as meninas”, ressaltou.</p>
<p>O ato, que recebeu o nome de <em>Em Defesa da Vida das Mulheres</em>, teve a participação de diversos movimentos sociais e sindicais entre eles, a União Nacional por Moradia Popular, o Movimento de Mulheres Camponesas, a União Nacional dos Estudantes (UNE), Marcha Mundial das Mulheres, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST), Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), entre outros.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/sp-ato-das-mulheres-pede-fim-da-violencia-e-defende-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ato contra feminicídio inaugura mural em homenagem a Tainara em SP</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ato-contra-feminicidio-inaugura-mural-em-homenagem-a-tainara-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 18:30:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um ato contra o feminicídio marcou na manhã deste domingo (1º) a inauguração, na capital paulista, de um mural de mais de 140 metros em homenagem a Tainara Souza Santos, de 31 anos, vítima de feminicídio, em novembro de 2025. A obra foi pintada por grafiteiras e artistas visuais. O ato inaugurou também a programação oficial do governo federal em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.  O local do mural, na Marginal Tietê, no Parque Novo Mundo, zona norte da cidade, é o mesmo onde Tainara foi atropelada e arrastada por Douglas Alves da Silva, de 26 anos, em 29 de novembro do ano passado. Após a agressão, a mulher foi internada com ferimentos graves, precisou amputar as duas pernas e morreu em 24 de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ato contra o feminicídio marcou na manhã deste domingo (1º) a inauguração, na capital paulista, de um mural de mais de 140 metros em homenagem a Tainara Souza Santos, de 31 anos, vítima de feminicídio, em novembro de 2025. A obra foi pintada por grafiteiras e artistas visuais. O ato inaugurou também a programação oficial do governo federal em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Ato-contra-feminicidio-inaugura-mural-em-homenagem-a-Tainara-em.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O local do mural, na Marginal Tietê, no Parque Novo Mundo, zona norte da cidade, é o mesmo onde Tainara foi atropelada e arrastada por Douglas Alves da Silva, de 26 anos, em 29 de novembro do ano passado. Após a agressão, a mulher foi internada com ferimentos graves, precisou amputar as duas pernas e morreu em 24 de dezembro, em decorrência das lesões.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Ato-contra-feminicidio-inaugura-mural-em-homenagem-a-Tainara-em.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Sao Paulo (SP)-01/03/2026.  &#13;&#10;Um ato no domingo em memória de Tainara Souza&#13;&#10;Santos, de 31 anos, que morreu após ser atropelada e arrastada pelo ex-companheiro em São Paulo, irá marcar o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. &#13;&#10;Organizado pelo Ministério das Mulheres, o local escolhido para o ato é a Marginal Tietê, na zona norte da cidade de São Paulo, onde Tainara foi agredida, atropelada pelo ex-companheiro Douglas Alves da Silva e arrastada por mais de 1 quilômetro ao ficar presa ao carro dele, em 29 de novembro do ano passado. O ato contou com a presença das&#13;&#10;ministras Márcia Lopes, Marina Silva , Sônia Guanabara e do Ministro Paulo Teixeira e a mãe Luciane ( mãe da vítima Taynara). Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Ato faz homenagem à memória de Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu após ser atropelada e arrastada pelo ex-companheiro em São Paulo &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O ato contou com a presença de movimentos sociais, sindicais, moradores da comunidade do Parque Novo Mundo e parlamentares. Participaram também as ministras Márcia Souza, das Mulheres, Marina Silva, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Sonia Guajajara, dos Povos Indígenas, e o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira.</p>
<p>“A gente vai olhar para aquele muro pintado pelas grafiteiras e vai dizer: esse é o muro da restauração, da reparação, é o muro da transformação das nossas vidas, é o muro que vai ficar marcado neste território o que aconteceu como uma lição. Vamos ter a coragem de perguntar para cada menino, para cada menina, para cada jovem, para cada homem, o que está acontecendo?” disse Márcia Souza.</p>
<p>A ministra Marina Silva destacou a quantidade de mulheres assassinadas diariamente e reforçou a necessidade do combate ao feminicídio. “O que nós estamos fazendo aqui é um ato em defesa da vida, um ato em defesa da dignidade de todas as mulheres. A gente tem o assassinato de quatro mulheres por dia. São cerca de 1.500 mulheres que são assassinadas a cada ano e isso é algo que precisa ser combatido por todas as pessoas, por toda a sociedade, em todos os lugares, em todos os momentos”, afirmou.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772389821_139_Ato-contra-feminicidio-inaugura-mural-em-homenagem-a-Tainara-em.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Sao Paulo (SP)-01/03/2026.  &#13;&#10;Um ato no domingo em memória de Tainara Souza&#13;&#10;Santos, de 31 anos, que morreu após ser atropelada e arrastada pelo ex-companheiro em São Paulo, irá marcar o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. &#13;&#10;Organizado pelo Ministério das Mulheres, o local escolhido para o ato é a Marginal Tietê, na zona norte da cidade de São Paulo, onde Tainara foi agredida, atropelada pelo ex-companheiro Douglas Alves da Silva e arrastada por mais de 1 quilômetro ao ficar presa ao carro dele, em 29 de novembro do ano passado. O ato contou com a presença das&#13;&#10;ministras Márcia Lopes, Marina Silva , Sônia Guanabara e do Ministro Paulo Teixeira e a mãe Luciane ( mãe da vítima Taynara). Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Ato em homenagem à memória de Tainara Souza Santos, vítima de feminicídio em São Paulo, marca o início das comemorações do Dia Internacional da Mulher &#8211; Foto  Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A mãe de Tainara, Lúcia Aparecida da Silva, prestou homenagem à filha e falou sobre a dor da perda. “Ela era uma jovem cheia de vida que foi tirada de mim de um jeito que vocês mesmos viram, por um monstro. Foi atropelada, arrastada, presa embaixo de um carro, parecendo um saco de lixo, um animal. Perdeu as duas pernas, ficou sem a pele das costas, sem o glúteo. Gente, isso [o agressor] não é um ser humano”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/ato-contra-feminicidio-inaugura-mural-em-homenagem-tainara-em-sp" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ato-contra-feminicidio-inaugura-mural-em-homenagem-a-tainara-em-sp/">Ato contra feminicídio inaugura mural em homenagem a Tainara em SP</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Caso Tainara: ato vai marcar início da mobilização do Dia das Mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 18:39:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um ato no domingo (1º) em memória de Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu após ser atropelada e arrastada pelo ex-companheiro em São Paulo, irá marcar o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. Organizado pelo Ministério das Mulheres, o local escolhido para o ato é a Marginal Tietê, na zona norte da cidade de São Paulo, onde Tainara foi agredida, atropelada pelo ex-companheiro Douglas Alves da Silva e arrastada por mais de 1 quilômetro ao ficar presa ao carro dele, em 29 de novembro do ano passado.​​​ O crime ocorreu em 29 de novembro do ano passado e a violência mutilou as pernas da jovem, que veio a falecer na véspera do Natal. O agressor está preso e responde por feminicídio. O anúncio do ato foi feito pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes, em...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ato no domingo (1º) em memória de Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu após ser atropelada e arrastada pelo ex-companheiro em São Paulo, irá marcar o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1772044790_666_Caso-Tainara-ato-vai-marcar-inicio-da-mobilizacao-do-Dia.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Organizado pelo Ministério das Mulheres, o local escolhido para o ato é a Marginal Tietê, na zona norte da cidade de São Paulo, onde Tainara foi agredida, atropelada pelo ex-companheiro Douglas Alves da Silva e arrastada por mais de 1 quilômetro ao ficar presa ao carro dele, em 29 de novembro do ano passado.​​​</p>
<p>O crime ocorreu em 29 de novembro do ano passado e a violência mutilou as pernas da jovem, que veio a falecer na véspera do Natal. O agressor está preso e responde por feminicídio. O anúncio do ato foi feito pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes, em entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministra</em>,produzido pelo Canal Gov, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</p>
<p>“O ato não só é uma homenagem à memória da Tainara, que foi brutalmente assassinada, que sofreu esse feminicídio, mas a todas às mulheres do Brasil. Vamos começar o mês de março marcando esse processo de solidariedade e de consciência que cada vez mais os parlamentares, os prefeitos e prefeitas, governadores e governadoras, todo o sistema de Justiça, toda a sociedade e a mídia estejam juntas e juntos para gente enfrentar o que ainda é um desafio imenso do Brasil e do mundo”, afirmou.</p>
<p>A ministra antecipou que grafiteiras realizarão intervenções artísticas em muros de prédios da região (Correios e da prefeitura) para homenagear Tainara. Além disso, haverá a instalação de um mastro com mensagens contra o feminicídio e um trio elétrico acompanhará o trajeto com a presença da família da vítima e de movimentos sociais.</p>
<h2>Pacto contra o feminicídio</h2>
<p>A ministra das Mulheres mencionou que 19 estados já aderiram ao Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio e que visitará, em março, as localidades que ainda não firmaram compromisso com a iniciativa federal. Márcia Lopes enfatiza a necessidade de integração e padronização das políticas entre a União, os estados e municípios para a prevenção ao feminicídio, que é o assassinato de uma mulher, menina ou jovem por discriminação ou menosprezo à condição de mulher.</p>
<p>“É preciso que a gente se integre e leve a sério isso para implantar no Brasil um Sistema Nacional de Política para as Mulheres. Temos que ter os órgãos gestores, os conselhos funcionando, ter esta rede de serviços conhecida pela população. Muitas vezes, as mulheres não denunciam porque não acreditam, não confiam ou não têm certeza do sigilo. Elas têm medo de serem perseguidas. Então, temos que ter formação, engajamento, consciência, profissionalismo das nossas polícias, de todos os profissionais.”</p>
<p>Em 2025, o Brasil atingiu número recorde de 1.518 vítimas de feminicídios, com uma média de 4 mortes por dia. </p>
<h2>Educação preventiva</h2>
<p>A ministra antecipou também que o projeto Maria da Penha vai à escola será regulamentada em março pelo Ministério da Educação (MEC) com o objetivo de educar estudantes e profissionais sobre a prevenção da violência doméstica e familiar contra a mulher. “As meninas e os meninos precisam aprender o que é igualdade de gênero e, assim, construiremos uma sociedade de iguais, de fato, e não permitiremos que se banalize, que seja naturalizado ou considerado normal falar das mulheres, inferiorizá-las e desvalorizar as mulheres.”</p>
<h2>Futebol contra a violência de gênero</h2>
<p>Durante a entrevista, a ministra também repudiou as declarações do zagueiro do time Red Bull Bragantino, Gustavo Marques, contra a árbitra de futebol Daiane Muniz, que apitou o jogo das quartas de final do Campeonato Paulista, no último sábado (21), contra o São Paulo.</p>
<p>“Esse é mais um caso de violência de gênero, de absoluto desprezo, de absoluto machismo. Infelizmente. É inadmissível.  As mulheres não precisam provar mais nada do ponto de vista da sua capacidade de exercer qualquer cargo no setor público e privado”</p>
<p>Sobre a realização da Copa do Mundo Feminina no Brasil, em 2027, Márcia frisou que o ministério reforça a parceria com a CBF, esportistas e instituições organizadoras para garantir que o evento seja um marco de mobilização e respeito às mulheres no esporte. “O esporte não pode ser crime, tem que ser para uma vida saudável.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/dia-da-mulher-ter%C3%A1-ato-em-memoria-de-tainara-atropelada-e-morta-em-sp" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Caso Tainara: ato vai marcar início da mobilização do Dia das Mulheres</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 16:32:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um ato no domingo (1º) em memória de Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu após ser atropelada e arrastada pelo ex-companheiro em São Paulo, irá marcar o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. Organizado pelo Ministério das Mulheres, o local escolhido para o ato é a Marginal Tietê, na Zona Norte da cidade de São Paulo, onde Tainara foi agredida, atropelada pelo ex-companheiro Douglas Alves da Silva, e arrastada por mais de 1 quilômetro ao ficar presa ao carro dele, em 29 de novembro do ano passado.​​​ O crime ocorreu em 29 de novembro do ano passado e a violência mutilou as pernas da jovem, que veio a falecer na véspera do Natal. O agressor está preso e responde por feminicídio. O anúncio do ato foi feito pela ministra das Mulheres, Márcia...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/caso-tainara-ato-vai-marcar-inicio-da-mobilizacao-do-dia-das-mulheres/">Caso Tainara: ato vai marcar início da mobilização do Dia das Mulheres</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ato no domingo (1º) em memória de Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu após ser atropelada e arrastada pelo ex-companheiro em São Paulo, irá marcar o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. Organizado pelo Ministério das Mulheres, o local escolhido para o ato é a Marginal Tietê, na Zona Norte da cidade de São Paulo, onde Tainara foi agredida, atropelada pelo ex-companheiro Douglas Alves da Silva, e arrastada por mais de 1 quilômetro ao ficar presa ao carro dele, em 29 de novembro do ano passado.​​​<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Caso-Tainara-ato-vai-marcar-inicio-da-mobilizacao-do-Dia.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O crime ocorreu em 29 de novembro do ano passado e a violência mutilou as pernas da jovem, que veio a falecer na véspera do Natal. O agressor está preso e responde por feminicídio. O anúncio do ato foi feito pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes, em entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministra</em>,produzido pelo Canal Gov, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</p>
<p>“O ato não só é uma homenagem à memória da Tainara, que foi brutalmente assassinada, que sofreu esse feminicídio, mas a todas às mulheres do Brasil. Vamos começar o mês de março marcando esse processo de solidariedade e de consciência que cada vez mais os parlamentares, os prefeitos e prefeitas, governadores e governadoras, todo o sistema de Justiça, toda a sociedade e a mídia estejam juntas e juntos para gente enfrentar o que ainda é um desafio imenso do Brasil e do mundo”, afirmou.</p>
<p>A ministra antecipou que grafiteiras realizarão intervenções artísticas em muros de prédios da região (Correios e da prefeitura) para homenagear Tainara. Além disso, haverá a instalação de um mastro com mensagens contra o feminicídio e um trio elétrico acompanhará o trajeto com a presença da família da vítima e de movimentos sociais.</p>
<h2>Pacto contra o feminicídio</h2>
<p>A ministra das Mulheres mencionou que 19 estados já aderiram ao Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio e que visitará, em março, as localidades que ainda não firmaram compromisso com a iniciativa federal. Márcia Lopes enfatiza a necessidade de integração e padronização das políticas entre a União, os estados e municípios para a prevenção ao feminicídio, que é o assassinato de uma mulher, menina ou jovem por discriminação ou menosprezo à condição de mulher.</p>
<p>“É preciso que a gente se integre e leve a sério isso para implantar no Brasil um Sistema Nacional de Política para as Mulheres. Temos que ter os órgãos gestores, os conselhos funcionando, ter esta rede de serviços conhecida pela população. Muitas vezes, as mulheres não denunciam porque não acreditam, não confiam ou não têm certeza do sigilo. Elas têm medo de serem perseguidas. Então, temos que ter formação, engajamento, consciência, profissionalismo das nossas polícias, de todos os profissionais.”</p>
<p>Em 2025, o Brasil atingiu número recorde de 1.518 vítimas de feminicídios, com uma média de 4 mortes por dia. </p>
<h2>Educação preventiva</h2>
<p>A ministra antecipou também que o projeto Maria da Penha vai à escola será regulamentada em março pelo Ministério da Educação (MEC) com o objetivo de educar estudantes e profissionais sobre a prevenção da violência doméstica e familiar contra a mulher. “As meninas e os meninos precisam aprender o que é igualdade de gênero e, assim, construiremos uma sociedade de iguais, de fato, e não permitiremos que se banalize, que seja naturalizado ou considerado normal falar das mulheres, inferiorizá-las e desvalorizar as mulheres.”</p>
<h2>Futebol contra a violência de gênero</h2>
<p>Durante a entrevista, a ministra também repudiou as declarações do zagueiro do time Red Bull Bragantino, Gustavo Marques, contra a árbitra de futebol Daiane Muniz, que apitou o jogo das quartas de final do Campeonato Paulista, no último sábado (21), contra o São Paulo.</p>
<p>“Esse é mais um caso de violência de gênero, de absoluto desprezo, de absoluto machismo. Infelizmente. É inadmissível.  As mulheres não precisam provar mais nada do ponto de vista da sua capacidade de exercer qualquer cargo no setor público e privado”</p>
<p>Sobre a realização da Copa do Mundo Feminina no Brasil, em 2027, Márcia frisou que o ministério reforça a parceria com a CBF, esportistas e instituições organizadoras para garantir que o evento seja um marco de mobilização e respeito às mulheres no esporte. “O esporte não pode ser crime, tem que ser para uma vida saudável.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/caso-tainara-ato-vai-marcar-inicio-da-mobilizacao-do-dia-das-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ministérios repudiam ato de machismo contra árbitra no Brasileirão</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ministerios-repudiam-ato-de-machismo-contra-arbitra-no-brasileirao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 21:18:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Ministérios das Mulheres e do Esporte disseram repudiar com veemência as declarações do zagueiro Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino, e manifestaram solidariedade à árbitra Daiane Muniz, que apitou o jogo do time contra o São Paulo, nas quartas de final do Campeonato Paulista, neste sábado (21). O Red Bull Bragantino perdeu por 2 a 1 na partida apitada por por Muniz. Após a partida, o zagueiro disse que uma mulher não deveria apitar um jogo envolvendo grandes times. Ele alegou que o Bragantino foi prejudicado pela arbitragem. “Muniz é uma árbitra FPF/CBF/FIFA altamente qualificada e um homem na mesma posição jamais seria desqualificado pelo fato de ser homem. Ainda que houvesse discordância sobre sua atuação, sua competência não seria questionada por ser homem. Esse é o ponto central...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ministerios-repudiam-ato-de-machismo-contra-arbitra-no-brasileirao/">Ministérios repudiam ato de machismo contra árbitra no Brasileirão</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Ministérios das Mulheres e do Esporte disseram repudiar com veemência as declarações do zagueiro Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino, e manifestaram solidariedade à árbitra Daiane Muniz, que apitou o jogo do time contra o São Paulo, nas quartas de final do Campeonato Paulista, neste sábado (21).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Ministerios-repudiam-ato-de-machismo-contra-arbitra-no-Brasileirao.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Red Bull Bragantino perdeu por 2 a 1 na partida apitada por por Muniz. Após a partida, o zagueiro disse que uma mulher não deveria apitar um jogo envolvendo grandes times. Ele alegou que o Bragantino foi prejudicado pela arbitragem.</p>
<p>“Muniz é uma árbitra FPF/CBF/FIFA altamente qualificada e um homem na mesma posição jamais seria desqualificado pelo fato de ser homem. Ainda que houvesse discordância sobre sua atuação, sua competência não seria questionada por ser homem. Esse é o ponto central que precisa ser enfrentado”, diz a nota conjunta.</p>
<p>Os ministérios destacam ainda que o respeito às mulheres é inegociável e que mulheres devem estar onde quiserem: no campo, na arbitragem, na gestão, na imprensa ou em qualquer outro espaço. Ser mulher não diminui competência, autoridade ou capacidade.</p>
<p>“Seguiremos firmes na promoção da igualdade e no enfrentamento de qualquer forma de discriminação no esporte brasileiro. Vamos acompanhar atentamente os desdobramentos do caso na Justiça Desportiva, confiando na apuração dos fatos e na responsabilização cabível”, ressaltam as pastas.</p>
<h2>Nota da FPF</h2>
<p>A Federação Paulista de Futebol afirmou que recebeu a entrevista do atleta com profunda indignação e revolta e que a declaração em relação à árbitra Daiane Muniz reflete uma visão primitiva, machista, preconceituosa e misógina, incompatível com os valores que regem a sociedade e o futebol.</p>
<p>“É absolutamente estarrecedor que um atleta, em qualquer circunstância, questione a capacidade de um árbitro com base em seu gênero. A FPF tem orgulho de contar em seu quadro com 36 árbitras e assistentes e continua trabalhando ativamente para que este número cresça”, diz a nota publicada no site da instituição.</p>
<p>A FPF destaca que Daiane Muniz é uma árbitra FPF/CBF/FIFA “da mais alta qualidade técnica, correta e de caráter” e que reforça todo apoio a ela e a todas as mulheres que atuam ou desejam atuar em qualquer área do futebol.</p>
<p>“Nosso trabalho diário é para garantir que o futebol seja um ambiente seguro e justo para todas as mulheres. A FPF encaminhará tais declarações à Justiça Desportiva, para que esta tome todas as providências cabíveis”.</p>
<h2>Pedido de desculpas</h2>
<p>Em sua manifestação no site do clube, o Red Bull Bragantino reforçou o pedido de desculpas a todas as mulheres e, principalmente, à árbitra, dizendo que não compactua e repudia a fala machista do zagueiro.</p>
<p>&#8220;Ainda no estádio, o jogador e o diretor esportivo do clube, Diego Cerri, se dirigiram até o vestiário da arbitragem para pedir desculpas pessoalmente em nome da instituição e reconhecer o erro. Sabemos que o peso de uma eliminação é frustrante, mas nada justifica o que foi dito. Seja no futebol ou em qualquer meio da sociedade. O clube vai estudar nos próximos dias a punição que será aplicada ao atleta”.</p>
<p>Em suas redes sociais Marques escreveu um pedido de desculpas e disse que estava com a cabeça quente e muito frustrado com resultado obtido pela equipe e acabou falando o que não deveria nem podia. O jogador disse estar muito triste, que espera sair desse episódio sendo uma pessoa melhor e promete aprender com esse erro.</p>
<p>“Isso não justifica minha atitude e peço desculpas a todas as mulheres e em especial a Daiane, o que já fiz pessoalmente no estádio. Reconheço meu erro e a infelicidade da minha declaração”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/ministerios-repudiam-ato-de-machismo-contra-arbitra-no-brasileirao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ministerios-repudiam-ato-de-machismo-contra-arbitra-no-brasileirao/">Ministérios repudiam ato de machismo contra árbitra no Brasileirão</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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