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	<title>aula Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>aula Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Evocar raízes culturais dos alunos transforma a aula, diz pesquisador</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/evocar-raizes-culturais-dos-alunos-transforma-a-aula-diz-pesquisador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 10:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sala de aula não pode ser espaço hermético de mera reprodução de pensamentos e que não encoraje a participação e ousadia dos alunos. Mais do que isso, todo professor tem a obrigação de privilegiar a raiz e o saber cultural dos estudantes. Essa é a visão que o artista e pesquisador pernambucano Lucas dos Prazeres, de 42 anos, tem levado Brasil afora em programas de capacitação que chegam a redes públicas de ensino.  “A brincadeira vira a base da pedagogia. É necessário promover a cultura de cada região para que os alunos possam reconhecer as raízes do seu próprio território”, afirma. As premissas do artista vão ao encontro do que exige a Lei nº 11.645/2008, que completou, em março, 18 anos. A legislação tornou obrigatório o estudo da história e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A sala de aula não pode ser espaço hermético de mera reprodução de pensamentos e que não encoraje a participação e ousadia dos alunos. Mais do que isso, todo professor tem a obrigação de privilegiar a raiz e o saber cultural dos estudantes. Essa é a visão que o artista e pesquisador pernambucano Lucas dos Prazeres, de 42 anos, tem levado Brasil afora em programas de capacitação que chegam a redes públicas de ensino. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Evocar-raizes-culturais-dos-alunos-transforma-a-aula-diz-pesquisador.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“A brincadeira vira a base da pedagogia. É necessário promover a cultura de cada região para que os alunos possam reconhecer as raízes do seu próprio território”, afirma.</p>
<p>As premissas do artista vão ao encontro do que exige a Lei nº 11.645/2008, que completou, em março, 18 anos. A legislação tornou obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena em estabelecimentos de ensino fundamental e médio, públicos e privados de todo o Brasil.</p>
<p>Lucas dos Prazeres afirma que a &#8220;tecnologia&#8221; que deve ser desenvolvida é a da rede de apoio comunitária típica dos povos tradicionais, em uma lógica de que cuidar da criança está além dos pais biológicos.</p>
<h2>Capacitação</h2>
<p>O artista, educador e mestre em cultura popular capacita, nesta semana 60 professores do Distrito Federal em um projeto promovido pela Caixa Cultural.</p>
<p>“É uma formação que se chama ‘Reaprender Brincando’. É um olhar que traz a cultura, as brincadeiras das tradições populares para dentro da ementa escolar”.</p>
<p>Ele defende a união de ensino e identidade sob uma proposta inclusiva, antirracista e representativa sem cair na ideia de que a arte deve ser apenas contemplada durante as atividades escolares.</p>
<p>Para o artista, a cultura está na dimensão cotidiana de cada lugar. Por isso, o caminho seria praticar todas as disciplinas com base nas histórias do município, do bairro e no modo de vida de cada comunidade. Lucas dos Prazeres afirma que seu grande aprendizado foi no  Morro da Conceição, onde nasceu e se criou. </p>
<p>“Lá é uma encruzilhada de saberes, onde a diversidade cultural de Pernambuco se encontra e convive harmoniosamente na mesma praça”,diz.</p>
<p>Ele conta que o início das proposições da mãe, Lúcia, e da tia, Conceição, está relacionado a uma história de 1981. A família tinha uma creche-escola comunitária que recebia material do governo do estado e da prefeitura. “O material didático não correspondia à realidade daquelas crianças”. Havia textos, por exemplo, que indicavam que uma criança havia visitado a fazenda do vovô. “Tinha bastante criança na escola, mas nenhuma delas tinha um familiar com fazenda”.</p>
<h2>Território</h2>
<p>Lucas dos Prazeres explica que cabe aos professores de todos os níveis da educação formal (e informal) incluir a arte em sala. Até em áreas menos conhecidas para essas ousadias, como as de exatas. Sejam adultos ou crianças. “É preciso, por exemplo, conectar a primeira infância com a sua própria história, com a sua própria cultura em termos de território nacional e construir identidade cultural desde o início”, defendeu. </p>
<p>Para o pesquisador, os gestores precisam entender que cultura na escola não é apenas levar um artista para fazer uma apresentação e cantar na festa. “É muito mais profundo do que isso. É necessário utilizar a cultura popular como ferramenta de aprendizado”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/evocar-raizes-culturais-dos-alunos-transforma-aula-diz-pesquisador" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Homem é indiciado após chamar a polícia por causa de aula sobre orixás</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/homem-e-indiciado-apos-chamar-a-policia-por-causa-de-aula-sobre-orixas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil de São Paulo indiciou por intolerância religiosa o pai de uma aluna que acionou a Polícia Militar (PM) em razão de a filha ter participado de uma atividade de aprendizado sobre os orixás – divindades da religião Iorubá. O caso ocorreu em novembro de 2025 na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Antônio Bento, em São Paulo. O indiciamento do pai foi feito pelo 34º Distrito Policial da Vila Sônia, zona Sul da capital paulista. O inquérito foi concluído e relatado ao Poder Judiciário em fevereiro. Policiais investigados Após o chamado do pai, quatro policiais militares entraram na escola armados para averiguar a queixa. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a ação dos policiais está sendo investigada por meio de Inquérito Policial...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil de São Paulo indiciou por intolerância religiosa o pai de uma aluna que acionou a Polícia Militar (PM) em razão de a filha ter participado de uma atividade de aprendizado sobre os orixás – divindades da religião Iorubá. O caso ocorreu em novembro de 2025 na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Antônio Bento, em São Paulo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Homem-e-indiciado-apos-chamar-a-policia-por-causa-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O indiciamento do pai foi feito pelo 34º Distrito Policial da Vila Sônia, zona Sul da capital paulista. O inquérito foi concluído e relatado ao Poder Judiciário em fevereiro.</p>
<h2>Policiais investigados</h2>
<p>Após o chamado do pai, quatro policiais militares entraram na escola armados para averiguar a queixa. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a ação dos policiais está sendo investigada por meio de Inquérito Policial Militar (IPM), que se encontra em fase de instrução.</p>
<p>“No âmbito do procedimento, são analisadas as imagens das câmeras corporais e colhidos os depoimentos dos envolvidos”, disse a pasta em nota. </p>
<p>De acordo com o Ministério da Igualdade Racial, a atividade de apresentação de orixás está em consonância com as leis Nº 10.639, de 2003, e Nº 11.645, de 2008, que determinam o ensino da história e cultura africana, afro-brasileira e indígena nas escolas.  </p>
<p>Segundo o ministério, o conteúdo amplia as possibilidades pedagógicas para o reconhecimento, a valorização e o fortalecimento das identidades negras, quilombolas, indígenas e afro-brasileiras no ambiente educacional. </p>
<p>“Esse conhecimento é essencial para a compreensão da nossa identidade brasileira, enquanto povo que se construiu a partir da cultura negra, afro-brasileira e indígena”, disse o ministério em nota, divulgada em novembro do ano passado.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/homem-e-indiciado-apos-chamar-policia-por-causa-de-aula-sobre-orixas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Histórias em quadrinho podem ajudar no debate racial em sala de aula</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/historias-em-quadrinho-podem-ajudar-no-debate-racial-em-sala-de-aula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 14:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fã de histórias em quadrinhos (HQ) desde a infância, a doutoranda e professora Fernanda Pereira da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano da Universidade Federal Fluminense (UFF), desenvolveu um estudo que confirma como as graphic novels podem provocar reflexões sobre questões étnico-raciais na formação de futuros professores do Curso Normal, fortalecendo a educação antirracista.  As graphic novels são HQ com histórias completas, imagens e textos mais longos. Doutoranda Fernanda Pereira da Silva acredita que as HQs têm o poder de atrair as pessoas para essa discussão Foto: Divulgação/Arquivo pessoal Até o mestrado sobre relações étnico-raciais, baseado em heróis negros de HQs, Fernanda não tinha parado para falar de racismo.  “Me senti uma ignorante, porque nunca tinha parado para tratar de questões raciais. A questão é de todo mundo, independente da cor...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/historias-em-quadrinho-podem-ajudar-no-debate-racial-em-sala-de-aula/">Histórias em quadrinho podem ajudar no debate racial em sala de aula</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fã de histórias em quadrinhos (HQ) desde a infância, a doutoranda e professora Fernanda Pereira da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano da Universidade Federal Fluminense (UFF), desenvolveu um estudo que confirma como as <em>graphic novels</em> podem provocar reflexões sobre questões étnico-raciais na formação de futuros professores do Curso Normal, fortalecendo a educação antirracista. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Historias-em-quadrinho-podem-ajudar-no-debate-racial-em-sala.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As <em>graphic novels</em> são HQ com histórias completas, imagens e textos mais longos.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Historias-em-quadrinho-podem-ajudar-no-debate-racial-em-sala.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="19/02/2026 - 'Graphic novels' podem preparar professores para debate étnico-racial em sala de aula. Na foto a doutoranda Fernanda Pereira da Silva. Foto: Divulgação/arquivo pessoal" title="Divulgação/Arquivo pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Doutoranda Fernanda Pereira da Silva acredita que as HQs têm o poder de atrair as pessoas para essa discussão Foto: Divulgação/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<p>Até o mestrado sobre relações étnico-raciais, baseado em heróis negros de HQs, Fernanda não tinha parado para falar de racismo. </p>
<p>“Me senti uma ignorante, porque nunca tinha parado para tratar de questões raciais. A questão é de todo mundo, independente da cor da pele”, disse Fernanda (19) à Agência Brasil. </p>
<p>Por isso, ela acredita que as HQs têm o poder de atrair as pessoas para essa discussão.</p>
<p>Em 2018, no final do mestrado, quando o governo federal lançou HQs com os heróis negros Carolina, Cumbe e Angola Janga no Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), ela resolveu que se dedicaria, no doutorado, a pesquisar como as <em>graphic novels </em>poderiam contribuir para o debate racial na formação inicial dos professores do ensino fundamental. </p>
<p>“Vi a importância de trabalhar isso na formação inicial para que esses professores se estimulem no sentido de continuar o debate antirracista na sua formação posterior. Daí o meu interesse de inserir as HQs para trazer a discussão antirracista para dentro da sala de aula”. </p>
<p>A tese de doutorado de Fernanda tem o título <em>Cotidiano, escola e Graphic novel: O papel da mídia no fortalecimento da Educação para Relações Étnico-Raciais</em> e contou com orientação da professora da Faculdade de Educação da UFF, Walcéa Barreto Alves.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1771768852_8_Historias-em-quadrinho-podem-ajudar-no-debate-racial-em-sala.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="19/02/2026 - 'Graphic novels' podem preparar professores para debate étnico-racial em sala de aula. Na foto a doutoranda Fernanda Pereira da Silva interagindo com os alunos. Foto: Jean Barreto/ Divulgação" title="Jean Barreto/ Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta rtecenter">A doutoranda Fernanda Pereira da Silva interagindo com os alunos. Foto: Jean Barreto/ Divulgação</h6>
</p>
<h2>Em campo</h2>
<p>Fernanda realizou um trabalho de campo no Colégio Estadual Júlia Kubitschek com os alunos do segundo ano do ensino médio, dos quais a grande maioria (95%) eram negros. O que ela constatou foi que as escolas abordam o tema do racismo somente em novembro, mês da Consciência Negra, mas deixam de falar no assunto no resto do ano, enquanto os alunos vivenciam situações de racismo e discriminação cotidianamente, conforme relataram. Não existe também um planejamento escolar para falar da questão do racismo.</p>
<p>Outra constatação é que a Lei 10.639/2003, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana em estabelecimentos de ensino fundamental e médio, públicos e privados, não é cumprida em 71% dos municípios brasileiros, de acordo com pesquisa do Geledés Instituto da Mulher Negra e do Instituto Alana. Um dos argumentos para a não aplicação da lei é que os professores consideram o tema polêmico e difícil de trabalhar. “E não é polêmico. Faz parte da nossa história”.</p>
<p>Fernanda argumentou que a questão do racismo pode ser trabalhada de várias formas. </p>
<p>“Pode convidar pessoas para fazer palestras na escola. E uma estratégia que eu vi é buscar outros elementos para trabalhar a questão racial. Então, olhei para as HQs e perguntei: por que não levar a história da escritora Carolina Maria de Jesus e, através das <em>graphic novels</em>, apresentar para os estudantes e, contando a história daquela escritora, falar sobre educação antirracista?”, diz. </p>
<h2>Imersão</h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1771768852_556_Historias-em-quadrinho-podem-ajudar-no-debate-racial-em-sala.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="19/02/2026 - 'Graphic novels' podem preparar professores para debate étnico-racial em sala de aula. Na foto Professora da UFF Walcéa Barreto Alves. Foto: Divulgação/arquivo pessoal" title="Divulgação/Arquivo pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">A professora da UFF Walcéa Barreto Alves diz que o trabalho de campo fez uma ação interventiva. Foto: Divulgação/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<p>A professora Walcéa Barreto Alves, da Faculdade de Educação da UFF, destacou que Fernanda teve a atenção de fazer um trabalho de campo que não ficasse só no âmbito teórico, mas fez uma ação também interventiva. A partir dessa imersão em campo, Fernanda pôde observar o dia a dia desses estudantes, verificando se a escola debatia ou não temas de questões étnico-raciais para esses futuros professores e professoras. </p>
<p>“Ela constatou que não havia esse debate cotidianamente e que ele ficava reservado prioritariamente para novembro, que é o Mês da Consciência Negra”, afirmou Walcéa. </p>
<p>A partir das entrevistas e questionários formulados, Fernanda observou que os alunos vivenciam situações de racismo no seu cotidiano individual fora da escola e também no interior desses estabelecimentos.</p>
<p>A preocupação de Fernanda foi preparar esses futuros professores para quando forem lecionar para as novas gerações. “A ideia da Fernanda foi fazer uma prática interventiva, como fez com essas <em>graphic novels</em>, para eles terem acesso a esse material e terem possibilidade de desdobramento na sua prática docente”, destacou a professora Walcéa. </p>
<p>O objetivo foi escutar quem está de fato nesse cotidiano, acrescentou. Fernanda afirmou que essa é uma maneira mais atrativa para trabalhar o tema das relações étnico-raciais, a partir da história de personagens negros, “porque vai puxando várias discussões”.</p>
<p>Walcéa chamou a atenção para uma questão importante que a tese apresenta, que é olhar para a dimensão étnico-racial com uma perspectiva positiva e de liderança dos personagens e das pessoas negras, que foram os protagonistas da história. </p>
<p>“Em muitas obras, percebe-se que as pessoas negras são sempre colocadas de canto; são, no máximo, coadjuvantes. Não há um protagonismo, em especial em material didático, que coloque a identidade positiva da questão racial, da raça negra e indígena, dos povos originários do nosso país. A visão é muito colonialista mesmo”. Já o objetivo é trazer esse material em uma perspectiva decolonial para a visão do debate étnico-racial.</p>
<h2>Leveza</h2>
<p>Na avaliação da professora da UFF, as HQs constituem uma ferramenta essencial para que o debate sobre racismo seja mais amplificado. </p>
<p>“As HQs trazem uma leveza e, ao mesmo tempo, conseguem trabalhar o tema com profundidade, devido aos recursos visuais, à própria organização textual que facilitam a leitura da criança e do adolescente e, inclusive, dos adultos. Mas elas permitem também que haja um aprofundamento de algumas questões, que se levantem questões paralelas àquela história principal. Com certeza, elas são uma ferramenta importantíssima e muito valiosa”.</p>
<p>Walcéa defendeu que haja um trabalho de conscientização e acesso a esse material, porque pode ser usado em qualquer disciplina para debater, esclarecer e valorizar a questão étnico-racial dentro e fora da escola desde os anos iniciais. Ela reforçou ainda a necessidade de se avançar e usar as HQs no planejamento das escolas, bem como na prática pedagógica. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/historias-em-quadrinho-podem-ajudar-no-debate-racial-em-sala-de-aula" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/historias-em-quadrinho-podem-ajudar-no-debate-racial-em-sala-de-aula/">Histórias em quadrinho podem ajudar no debate racial em sala de aula</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Alunos vão parar no hospital após professor reutilizar agulha em aula</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/alunos-vao-parar-no-hospital-apos-professor-reutilizar-agulha-em-aula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 20:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; Cerca de 44 alunos de uma escola pública de Laranja da Terra (ES) foram parar no hospital após um professor reutilizar a mesma agulha em todos os adolescentes durante testes de tipagem sanguínea. O caso ocorreu durante uma aula de química com estudantes do 2º e 3º anos do ensino médio, na última sexta-feira (15). Em nota, a Secretaria de Educação (Sedu) informou que os alunos estão bem e frequentando as aulas normalmente. Todos os estudantes foram submetidos a testes rápidos de diagnóstico de infecção, com resultados negativos para todas as doenças testadas. Além disso, na manhã desta terça-feira (18), os alunos realizaram testes complementares para testar a imunidade contra hepatite B e C. Alunos testados e professor demitido Na ocasião, os estudantes das 2ª e 3ª...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; Cerca de 44 alunos de uma escola pública de Laranja da Terra (ES) foram parar no hospital após um professor reutilizar a mesma agulha em todos os adolescentes durante testes de tipagem sanguínea. O caso ocorreu durante uma aula de química com estudantes do 2º e 3º anos do ensino médio, na última sexta-feira (15).</p>
<p>Em nota, a Secretaria de Educação (Sedu) informou que os alunos estão bem e frequentando as aulas normalmente. Todos os estudantes foram submetidos a testes rápidos de diagnóstico de infecção, com resultados negativos para todas as doenças testadas.</p>
<p>Além disso, na manhã desta terça-feira (18), os alunos realizaram testes complementares para testar a imunidade contra hepatite B e C.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Alunos testados e professor demitido</h2>
<p>Na ocasião, os estudantes das 2ª e 3ª séries do ensino médio, com idades entre 16 e 17 anos, participavam de uma aula de Práticas Experimentais com Ciências sobre observação de células sanguíneas, realizada pelo professor de química.</p>
<p>No entanto, ainda conforme a Sedu, a atividade foi ministrada sem a devida autorização da coordenação pedagógica. O órgão complementou afirmando que, após tomar conhecimento do ocorrido, todas as medidas necessárias foram tomadas e os alunos realizarão novos testes em 30 dias.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Os alunos serão submetidos a novos testes em 30 dias. Além disso, a escola promoveu um encontro com pais e alunos, contando com a presença da Semus, para prestar esclarecimentos. Os alunos serão submetidos a novos testes em 30 dias”, disse o órgão.</p>
<p>Ainda em nota, a Sedu disse que o contrato com o professor foi encerrado e o caso designado para a corregedoria da pasta.</p>
<p>O prefeito de Laranja da Terra, Joadir Lourenço (PSDB), afirmou que a escola é administrada pelo Estado e que o município ofereceu assistência de saúde aos estudantes. “Estamos realizando o acompanhamento. Eles fizeram o exame rápido, que não deu nada por enquanto, tudo pela Secretaria Municipal de Saúde”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Segundo a Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), o caso seguirá sob investigação da Delegacia de Polícia de Laranja da Terra e, no momento, não serão divulgados detalhes da investigação.</p>
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