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	<title>aulas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>aulas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Aulas serão suspensas no DF nas sextas-feiras antes das eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 20:29:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do Distrito Federal (GDF) decidiu suspender as aulas nas redes de ensino público e privada nas duas sextas-feiras que antecedem o primeiro e o segundo turno das eleições deste ano. Com isso, não haverá aulas nos dias 2 de outubro e 23 de outubro.  Se não houver segundo turno, a medida será cancelada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Distrito Federal (GDF) decidiu suspender as aulas nas redes de ensino público e privada nas duas sextas-feiras que antecedem o primeiro e o segundo turno das eleições deste ano. Com isso, não haverá aulas nos dias 2 de outubro e 23 de outubro. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Aulas-serao-suspensas-no-DF-nas-sextas-feiras-antes-das-eleicoes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Se não houver segundo turno, a medida será cancelada no dia 23 de outubro. O decreto do GDF foi publicado em edição extra do Diário Oficial. </p>
<p>A reposição de horas-aula na rede de ensino pública deve seguir as diretrizes da Secretaria de Estado de Educação. Nas instituições privadas, fica a critério de cada instituição de ensino.</p>
<p>Fica mantido o expediente dos responsáveis pela administração das instituições que funcionam como zonas eleitorais. Eles deverão se apresentar nas escolas a partir das 7h para receber as urnas eletrônicas que são distribuídas pela Justiça Eleitoral.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-09/aulas-serao-suspensas-no-df-nas-sextas-feiras-antes-das-eleicoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Falta de água altera aulas em 16 escolas de Manaus nesta quarta-feira (5); confira</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/falta-de-agua-altera-aulas-em-16-escolas-de-manaus-nesta-quarta-feira-5-confira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A manutenção programada no sistema de abastecimento de água de Manaus vai alterar a rotina de 16 escolas da rede estadual nesta quarta-feira (5). A interrupção no fornecimento ocorrerá das 6h às 18h para serviços no Complexo de Produção de Água Ponta do Ismael (PDI), no bairro Compensa, zona Oeste da capital. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus (AM) – A manutenção programada no sistema de abastecimento de água de Manaus vai alterar a rotina de 16 escolas da rede estadual nesta quarta-feira (5). A interrupção no fornecimento ocorrerá das 6h às 18h para serviços no Complexo de Produção de Água Ponta do Ismael (PDI), no bairro Compensa, zona Oeste da capital.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc), nas unidades afetadas as aulas do turno da manhã serão realizadas em tempo corrido, enquanto as atividades do turno da tarde foram suspensas. As aulas voltarão ao normal conforme o restabelecimento do abastecimento de água.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A manutenção também afetará bairros das zonas Norte, Sul, Centro-Sul, Oeste, Centro-Oeste e parte da zona Leste.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Escolas afetadas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As unidades que terão alterações no funcionamento são:</p>
<h3 class="wp-block-heading">CDE 1</h3>
<li>Escola Estadual Luizinha Nascimento (Praça 14);</li>
<li>Escola Estadual Santa Luzia (Praça 14);</li>
<li>Escola Estadual Augusto Carneiro (São Geraldo);</li>
<li>Centro de Educação de Jovens e Adultos (Ceja) Jacira Caboclo (Presidente Vargas);</li>
<li>Centro de Educação de Jovens e Adultos (Ceja) Paulo Freire (Presidente Vargas).</li>
<h3 class="wp-block-heading">CDE 3</h3>
<li>Escola Estadual Vicente Telles (São Geraldo);</li>
<li>Escola Estadual Alda Barata (Flores).</li>
<h3 class="wp-block-heading">CDE 4</h3>
<li>Escola Estadual Amélia Bittencourt Cardinale (Compensa);</li>
<li>Escola Estadual Duque de Caxias (Compensa);</li>
<li>Escola Estadual de Tempo Integral (EETI) Liberalina Weill (Santo Antônio);</li>
<li>Escola Estadual São Luiz de Gonzaga (São Raimundo).</li>
<h3 class="wp-block-heading">CDE 5</h3>
<li>Escola Estadual Demóstenes Belduque de Araújo (Jorge Teixeira).</li>
<h3 class="wp-block-heading">CDE 6</h3>
<li>Escola Estadual Francisca de Paula (Cidade Nova);</li>
<li>Escola Estadual Wilma Vitoriano (Nova Cidade).</li>
<h3 class="wp-block-heading">CDE 7</h3>
<li>Escola Estadual Arlindo Vieira e anexo (Novo Israel e Colônia Terra Nova).</li>
<h2 class="wp-block-heading">Abastecimento será retomado gradualmente</h2>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Águas de Manaus, o sistema será desligado às 6h para a realização de uma manutenção preventiva no Complexo Ponta do Ismael, responsável por abastecer grande parte da capital.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Após a conclusão dos trabalhos, prevista para as 18h, o fornecimento será restabelecido de forma gradual.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nas áreas mais próximas ao complexo e regiões centrais, a água deverá retornar em até 12 horas. Já nos bairros mais altos e distantes, a normalização poderá levar até 48 horas, com previsão de conclusão até sexta-feira (7).</p>
<p class="wp-block-paragraph">A concessionária orienta que os moradores armazenem água com antecedência e façam uso consciente durante o período de interrupção.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Manutenção terá 38 intervenções</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o sistema principal estiver desligado, equipes da concessionária executarão 38 intervenções simultâneas em diferentes pontos da rede de abastecimento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os serviços incluem:</p>
<li>troca de válvulas;</li>
<li>limpeza de equipamentos;</li>
<li>inspeções preventivas;</li>
<li>manutenção de estruturas do sistema.</li>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a gerente de Operações da Águas de Manaus, Jessica Candeia, a ação é realizada anualmente para preparar o sistema para o Verão Amazônico, período em que aumenta o consumo de água na cidade.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Serviços essenciais terão prioridade</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Durante a interrupção, caminhões-pipa serão utilizados para abastecer locais considerados essenciais, como hospitais, Unidades Básicas de Saúde (UBSs), escolas e demais serviços prioritários.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em caso de necessidade, a população poderá acionar a concessionária pelo 0800 092 0195 (WhatsApp e SAC) ou pelos canais oficiais de atendimento da Águas de Manaus.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Confira as áreas impactadas e o cronograma de restabelecimento do sistema:</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Abílio Nery | Abraham Pazzuelo | Adrianópolis | Agnus Dei | Ajuricaba | Aleixo | Aliança Com Deus | Alphaville I | Alvorada I, II e III | Amaral | Américo Medeiros | Araras | Arezo | Armando Mendes | Asturias | Augusto Montenegro I e II | Bairro Da União – PQ 10 | Baixada Fluminense | Beco Do Macedo | Beija Flor I, II, III e IV | Belvedere I e II | Betânia | Boas Novas | Bom Jardim | Bom Jesus | Cachoeirinha | Campo Dourado I e II | Campos Elíseos I, II e III | Canaã | Canaranas | Carlos Braga | Celebridade | Celetra | Cemitério Dos Índios | Centro Chapada | Cidadão I | Cidadão VI | Cidadão VII | Cidadão XII | Cidade Nova I | Cidade Nova II | Colina Do Aleixo | Colônia Oliveira Machado | Colônia Santo Antônio | Com. Ouro Verde | Comunidade Luis Otavio | Comunidade Monte Cristo | Comunidade Nobre | Comunidade Peniel | Comunidade Sharp | Conj Acariquara | Conj Adrianópolis | Conj Ajuricaba | Conj Alphaville | Conj Americo Medeiros | Conj Aripuanã | Conj Asteca | Conj Ayapuá | Conj Boas Novas | Conj Canaranas | Conj Carijo | Conj Carlos Braga | Conj Celetra | Conj Costa E Silva | Conj Déborah | Conj. De Flores I | Conj. De Flores II | Conj Der Am | Conj Eldorado | Conj Francisca Mendes | Conj Hileia I e II | Conj Ica Paraíba | Conj Itaporanga II | Conj Itapuã | Conj Jardim Amazonas | Conj Jardim Paulista | Conj Jardim Petropolis | Conj João Bosco II | Conj Kissia | Conj Manauense | Conj Manoa | Conj Morada Do Sol | Conj Mundo Novo | Conj Murici | Conj Omar Aziz | Conj Ouro Verde | Conj Ozias Monteiro | Conj Parque Das Samambaias | Conj Petros | Conj Renato Souza Pinto I | Conj Rio Maracana | Conj Rio Maracanã | Conj Sargento | Conj Sergio Pessoa Neto | Conj Sta Cruz | Conj Subtenente | Conj Tropical | Conj Uirapuru | Conjunto Álvaro Neves | Conj Vila Amazônia | Conj Vila Da Barra | Conj Vila Gaia | Conj Vila Verde I e II | Cophasa | Coroado I | Coroado III | Costa E Silva | Crespo | Cristo Rei | Dallas | Dalva Toledo | Da Paz | Deborah | Deus Proverá | Dom Pedro | Duque De Caxias | Eduardo Braga | Eduardo Gomes | Educandos | Eldorado | Elegance | Espaço Verde | Eucalipto | Fazendinha | Flamanal | Flores | Fortaleza | Francisca Mendes | Francisca Mendes II | Galiléia | Guaianás I | Guaianás Ii | Hiléia I e II | Huascar Angelim | Hydea III | Ica Paraíba | Ilha Do Campos Elíseos | Ilhas Gregas | Inv. João Paulo | Itacolomy | Itapuranga | Itapuranga III | Japiim | Japiinlândia | Jardim Brasil | Jardim Das Américas | Jardim Do Édem | Jardim Do Hiléia | Jardim Encontro Das Águas | Jardim Europa | Jardim Imperial I e II | Jardim Itaoca | Jardim Paulista | Jardim São Luis | Jardim Versalles I, II e III | Jerusalém | Jesus Me Deu | João Bosco | Joao Paulo Suhab 4 Etapa | Jonasa | José Bonifacio | Jurema | Juruá | Kíssia I e II | Lagoa Verde | Laranjeira II Premium | Laranjeiras I | Lion | Lírio Do Vale I e II | Lot Agnus Dey | Lot America Do Sul | Lot América Do Sul | Lot Canaa | Lot Canaã | Lot Fortaleza | Lot Raquel | Lot Sao Luiz | Luiz Otávio | Manauense | Manoel Nogueira | Marina Do Davi | Monte Cristo | Monte Das Oliveiras | Monte Pascoal | Monte Sinai | Morar Mais | Morrinho | Morro Da Liberdade | Mosaico Ponta Negra | Mundo Novo | Murici | Nobre | Nossa Senhora Das Graças | Nova Cidade | Nova Esperança I e II | Nova Jerusalém | Novo Israel | Nsra. Do Perpétuo Socorro | Nsra Perpétuo Socorro | Nucleo 10 | Nucleo 11 | Nucleo 12 | Nucleo 13 | Nucleo 14 | Nucleo 5 | Nucleo 6 | Nucleo 7 | Nucleo 8 | Nucleo 9 | Núcleo I | Núcleo Ix | Núcleo V | Núcleo VI | Núcleo VII | Núcleo VIII | Núcleo X | Núcleo XI | Núcleo XIII | Núcleo XIV | Omar Aziz | Orla Ponta Negra | Osvaldo Frota I e II | Parque 10 | Parque Aripuanã | Parque Centenário | Parque Das Laranjeiras – Av. Nilton Lins | Parque Dos Franceses | Parque Dos Rios II | Parque Eduardo Braga | Parque Eduardo Gomes | Parque Florestal | Parque Mosaico | Parque Residências | Parque Sabiá | Parque Santa Etelvina | Parques Das Nações | Paulo Nery | Peniel | Petrópolis | Planeta Dos Macacos | Ponta Negra | Praça 14 | Pró-Morar Alvorada | Pros. Cachoeirinha | Pros. Gilberto Mestrinho | Pros. Ipixuna | Raio De Sol | Raiz | Redenção | Renato Souza Pinto I e II | Res. Alphaville II | Res. Alphaville III | Res. Alphaville IV | Resd Parque Verde | Resd Stillus | Resd Turim | Residenza | Riacho Doce I, II e III | Ribeiro Junior | Rio Piorini I, II, III, IV e V | Samambaia | Santa Cruz | Santa Etelvina I e II | Santa Luzia | Santa Marta | Santa Rosa | Santa Tereza | Santa Terezinha | Santo Agostinho | Santos Dumont | São Francisco | São Jorge | Sao Jose I | São José II | Sao Lazaro | São Sebastião | Sapolândia | Senador João Bosco | Sergio Pessoa | Sharp | Sta Luzia | Sta Marta | Sta Tereza | Sta Terezinha | Suhab João Paulo Etapa Iv | Terra Nova I, II e III | Tiradentes | Tropical | Uirapuru Orquídea | União Da Vitoria | Vale Do Sinai | Vera Cruz | Vila Da Barra | Vila Dos Lírios | Vila Humaita | Vila Municipal | Vila Parque | Vila Real | Vila Verde I e II | Villa Cidades | Vista | Vista Alegre | Vista Bela | Vista Do Sol | Vitalli | Vitoria Regia | Viver Melhor III | Zumbi I | Zumbi III | Compensa, Vila marinho, Rio Xingu, Vila da Prata, Conjunto Vitória Regia, Glória, São Raimundo, conjunto Aruana, presidente vargas, Aparecida, Conjunto Tocantins, Vieiralves, Conjunto Pantoja, Santo Antônio, Porta do Rio Negro, Condomínio Paradaiso Sky, Paradaiso Sunrise, Paradaiso River, Life Flores, Flex Tapajos, Smart Tapajos, Conquista Torquato, Conquista Rubi, Alegro, Conjunto Planalto]</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Mais de 300 bairros de Manaus ficarão sem água na próxima quarta-feira (5); veja a lista</p>
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		<item>
		<title>Mais de 20 escolas permanecem sem aulas após vazamento de estireno em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mais-de-20-escolas-permanecem-sem-aulas-apos-vazamento-de-estireno-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 14:28:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O vazamento de monômero de estireno no Distrito Industrial continua provocando impactos na rotina de Manaus. Nesta sexta-feira (17), 22 escolas públicas permanecem com as aulas suspensas por medida preventiva, sendo 12 da rede estadual e 10 da rede municipal, enquanto as equipes seguem monitorando a área onde ocorreu o incidente. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus (AM) – O vazamento de monômero de estireno no Distrito Industrial continua provocando impactos na rotina de Manaus. Nesta sexta-feira (17), 22 escolas públicas permanecem com as aulas suspensas por medida preventiva, sendo 12 da rede estadual e 10 da rede municipal, enquanto as equipes seguem monitorando a área onde ocorreu o incidente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc-AM) informou que suspendeu as atividades nas escolas Antônio Lucena Bittencourt, Antóvila Mourão Vieira, Bom Pastor, Olavo Bilac, São Luiz de Gonzaga, Marquês de Santa Cruz, Pedro Silvestre, Nossa Senhora da Glória, Antônio Bettencourt, Joana Rodrigues, Liberalina Weill e Governador Melo e Póvoas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já a Secretaria Municipal de Educação (Semed) manteve suspensas as atividades em 10 escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) localizados nos bairros Parque Jardim Mauá, Mauazinho e Crespo. Segundo a Prefeitura, o retorno das aulas ocorrerá somente após a confirmação de que há condições seguras para o funcionamento das unidades.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Monitoramento continua</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Uma força-tarefa formada por órgãos de Segurança Pública, Saúde, Meio Ambiente e Defesa Civil segue atuando no Distrito Industrial desde o vazamento registrado na quarta-feira (15).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Embora o incidente tenha sido controlado rapidamente pelo Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), que iniciou a resposta poucos minutos após o acionamento, as equipes permanecem no local realizando o resfriamento preventivo do tanque onde ocorreu a reação química.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 35 bombeiros militares, com apoio da Polícia Militar, continuam monitorando a temperatura do reservatório para evitar novos riscos. Um raio de 300 metros ao redor da empresa permanece isolado e uma nova vistoria técnica definirá quando as atividades das indústrias vizinhas poderão ser retomadas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo os bombeiros, atualmente cerca de 80% do material liberado é composto por vapor d’água, reduzindo significativamente a concentração de estireno no ambiente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atendimentos sobem para 149</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) atualizou para 149 o número de pessoas atendidas após o incidente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Do total de pacientes:</p>
<li>140 receberam alta médica;</li>
<li>oito permanecem internados em observação;</li>
<li>um homem de 67 anos morreu, mas a SES-AM informou que, até o momento, não há comprovação de relação entre o óbito e a exposição ao estireno, já que o paciente apresentava doença respiratória crônica.</li>
<p class="wp-block-paragraph">A pasta orienta que pessoas com sintomas como irritação nos olhos, dor de garganta, dificuldade para respirar, tontura ou náuseas procurem imediatamente uma unidade de saúde ou acionem o Samu (192).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Qualidade do ar</h2>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Defesa Civil, as medições realizadas no entorno do Distrito Industrial apontam que a qualidade do ar permanece dentro dos parâmetros de segurança, com concentrações inferiores a 20 partes por milhão (ppm).</p>
<p class="wp-block-paragraph">No setor de serviços públicos, o PAC Studio 5, que havia suspendido o atendimento na quinta-feira, retomou o funcionamento normalmente nesta sexta-feira.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Empresa é multada em R$ 4,5 milhões por vazamento de gás tóxico em Manaus</p>
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		<item>
		<title>Vazamento de estireno suspende aulas em 19 escolas e creches de Manaus; veja lista</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/vazamento-de-estireno-suspende-aulas-em-19-escolas-e-creches-de-manaus-veja-lista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:56:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O vazamento de estireno registrado no Distrito Industrial levou à suspensão das atividades em 19 unidades de ensino de Manaus nesta quinta-feira (16). Ao todo, foram afetadas 16 escolas e creches da rede municipal e três escolas estaduais, como medida preventiva diante da permanência do forte odor da substância na região. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus (AM) – O vazamento de estireno registrado no Distrito Industrial levou à suspensão das atividades em 19 unidades de ensino de Manaus nesta quinta-feira (16). Ao todo, foram afetadas 16 escolas e creches da rede municipal e três escolas estaduais, como medida preventiva diante da permanência do forte odor da substância na região.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que interrompeu as aulas em unidades das zonas Leste e Sul para garantir a segurança de estudantes, professores e demais servidores. Segundo a pasta, os pais e responsáveis devem acompanhar os canais oficiais das escolas para receber informações sobre o retorno das atividades.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já a Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc-AM) suspendeu as aulas nas escolas estaduais Antônio Lucena Bittencourt, Antovila Mourão Vieira e Bom Pastor, que passarão por um processo de sanitização. A previsão é que as atividades sejam retomadas normalmente nesta sexta-feira (17).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Escolas municipais afetadas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As 16 unidades da rede municipal estão localizadas nos bairros Parque Jardim Mauá, Mauazinho, Santa Luzia, Crespo, Centro, Petrópolis e Vila Buriti.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Semed, a suspensão ocorreu exclusivamente por precaução, em razão da permanência do forte odor provocado pelo vazamento registrado em uma empresa do Distrito Industrial.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Unidades com atividades suspensas </p>
<p class="wp-block-paragraph">Parque Jardim Mauá  </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Escola municipal Ana Maria de Souza Barros </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Padre Luis Ruas </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Escola municipal Nova Vida </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Escola municipal Professora Maria Raimunda Marques Brasil </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Escola municipal Vila da Felicidade </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Escola municipal Poeta João Cabral de Melo Neto </p>
<p class="wp-block-paragraph">Mauazinho </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Creche municipal Manuel Octávio Rodrigues Souza </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Escola municipal Escritor Anísio Teixeira </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Fátima Maciel da Costa </p>
<p class="wp-block-paragraph">Santa Luzia </p>
<p class="wp-block-paragraph">Creche municipal Magdalena Arce Daou </p>
<p class="wp-block-paragraph"> Crespo </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Safira Barbosa da Silva </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Escola municipal Joaquim da Silva Pinto </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Escola municipal Thales Silvestre </p>
<p class="wp-block-paragraph"> Centro </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Jardim da Infância Casa da Criança </p>
<p class="wp-block-paragraph">Petropólis  </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Odete de Araújo Puga Barbosa </p>
<p class="wp-block-paragraph">Vila Buriti </p>
<p class="wp-block-paragraph">•       Creche municipal Almirante Victório José Barbosa da Lomba</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Honda suspende segundo turno nesta quinta-feira após vazamento de gás tóxico em Manaus</p>
<p class="wp-block-paragraph">Suframa cobra explicações da Innova após vazamento de estireno em Manaus</p>
<p class="wp-block-paragraph">Vazamento de gás tóxico fecha escolas, PAC e leva empresas a liberar funcionários em Manaus</p>
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		<title>STF: maioria é contra lei que permite pais vetarem aulas sobre gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:02:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por derrubar lei, no Maranhão, que concede aos pais e responsáveis o direito de não permitir a participação dos filhos em aulas sobre diversidade sexual, identidade de gênero e temas correlatos.  Até o momento, votaram nesse sentido seis ministros dos 11 ministros: Gilmar Mendes, Alexandre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por derrubar lei, no Maranhão, que concede aos pais e responsáveis o direito de não permitir a participação dos filhos em aulas sobre diversidade sexual, identidade de gênero e temas correlatos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/STF-maioria-e-contra-lei-que-permite-pais-vetarem-aulas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Até o momento, votaram nesse sentido seis ministros dos 11 ministros: Gilmar Mendes, Alexandre de Morares, Dias Toffoli, Edson Fachin, Cristiano Zanin e Flávio Dino. O julgamento ocorre em sessão virtual até as 23h59 desta sexta-feira (29). </p>
<p>O resultado fica confirmado se não houver pedido de vista (mais tempo de análise) ou destaque (remessa ao plenário físico). </p>
<p>O relator, ministro Gilmar Mendes, disse que o Supremo já derrubou lei do Espírito Santo sobre o mesmo assunto, e que deve manter o entendimento de que cabe somente à União propor leis sobre temas envolvendo gênero, identidade de gênero e orientação sexual nas escolas. </p>
<p>Zanin e Fachin acompanharam Mendes, com a ressalva de que a decisão obrigue as escolas a “assegurar a adequação pedagógica e metodológica dos conteúdos e abordagens relacionados às temáticas de gênero, identidade e orientação sexual às diferentes etapas, níveis de ensino e estágios de desenvolvimento físico, emocional e intelectual dos estudantes”. </p>
<p>Ainda não há maioria formada sobre se a decisão deve ou não trazer essa exigência às escolas. </p>
<p>A ação direita de inconstitucionalidade (ADI) questionando a lei maranhense foi aberta por três entidades: Aliança Nacional LGBTI+, da Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas e do Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/stf-maioria-e-contra-lei-que-permite-pais-vetarem-aulas-sobre-genero" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Dores menstruais tiram das aulas 4 em cada 10 alunas no país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:09:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seis em cada dez estudantes dos ensinos fundamental e médio que menstruam relatam ter cólicas fortes e moderadas que atrapalham sua rotina escolar e exigem uso de medicação. E cerca de quatro em cada dez alunas (37,1%) faltam às aulas mensalmente por dores menstruais. Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Alana em parceria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis em cada dez estudantes dos ensinos fundamental e médio que menstruam relatam ter cólicas fortes e moderadas que atrapalham sua rotina escolar e exigem uso de medicação. E cerca de quatro em cada dez alunas (37,1%) faltam às aulas mensalmente por dores menstruais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Alana em parceria com o Instituto Equidade.info e foi divulgada nesta quarta-feira (27), Dia Internacional da Dignidade Menstrual, celebrado nesta quinta-feira (28). A data tem o objetivo de promover a discussão e combater o estigma e a pobreza menstrual.</p>
<p>O levantamento foi feito em fevereiro deste ano com 2.551 estudantes – sendo 770 estudantes que menstruam –, 303 docentes e 181 gestores escolares, das redes pública e privada de ensino de todas as regiões do país.</p>
<h2>Sintomas menstruais</h2>
<p>A sondagem inédita revela que o principal sintoma menstrual que impede as alunas de irem às aulas é a cólica: mencionado por 57,7% das entrevistadas. As demais manifestações relacionadas à menstruação apontados são:</p>
<ul>
<li>cansaço e dores no corpo, citado por 30,1% das entrevistadas;</li>
<li>dores de cabeça (28%);</li>
<li>dor de barriga, por 20,1%;</li>
<li>vergonha e medo de vazamento, por 19,3%;</li>
<li>falta de banheiro ou produtos de higiene, por 8,2%.</li>
</ul>
<h2>Ausências e atrasos</h2>
<p>Os dados coletados revelam que os sintomas do fluxo menstrual podem levar a, aproximadamente, dois dias de falta por mês.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 27/05/2026 –  Líder da iniciativa de endometriose, dor pélvica e saúde menstrual do Alana Sofia Reinach. - Dor menstrual afeta rotina escolar de seis em cada 10 alunas; quatro em cada 10 faltam às aulas mensalmente.&#13;&#10;Foto: Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal" title="Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal"/></p>
<p>Brasília (DF), 27/05/2026 – Líder da iniciativa de endometriose, dor pélvica e saúde menstrual do Alana Sofia Reinach. &#8211; Dor menstrual afeta rotina escolar de seis em cada 10 alunas; quatro em cada 10 faltam às aulas mensalmente. Foto: Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal &#8211; Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal</p>
<p>A líder da iniciativa de Endometriose, Dor Pélvica e Saúde Menstrual do Instituto Alana, Sofia Reinach, explica que o absenteísmo (faltas ou do não cumprimento da carga horária escolar) nos dias de dor pode afetar a aprendizagem, o vínculo com a escola e as oportunidades educacionais ao longo da trajetória, por isso, deve ser tratado com seriedade.</p>
<p>“Quase 40% das meninas no Brasil estão perdendo pelo menos um dia de aula por mês por conta das dores [menstruais]: uma parcela muito grande da população que deve ser cuidada para que isso não signifique defasagem escolar e uma desvantagem crônica na aprendizagem”.</p>
<p>O estudo verificou que parte das ausências, quando associada a sintomas menstruais, ainda é tratada como questões individuais, privadas ou inevitáveis.</p>
<p>O Instituto Alana enfatiza ser preciso reconhecer a dor como problema coletivo e sugere a adoção de protocolos de faltas justificadas e orientação ao corpo docente. A expectativa é que as mudanças possam reduzir o constrangimento das alunas e melhorar o registro destes casos.</p>
<h2>Desigualdade racial na menstruação</h2>
<p>O estudo aponta para disparidade racial. Apesar das meninas negras falarem que sentem menos cólicas fortes, por outro lado, elas faltam mais às aulas.</p>
<p>Neste recorte racial, as alunas negras perdem até 1,5 vez mais dias de aula (dois a cinco dias por mês) que alunas brancas: 14,5% das alunas negras faltam de dois a cinco dias/mês por motivos menstruais. Entre as alunas brancas, o índice de faltas cai para 9,6%.</p>
<p>Quando observada a experiência de dor no período menstrual, também não há uniformidade entre os grupos raciais. As meninas brancas relatam ter mais dor intensa. Entre as entrevistadas brancas, 37,5% descrevem suas cólicas como fortes. Entre as meninas e adolescentes negras, esse índice é menor (25,9%). Ao mesmo tempo, 16% das meninas negras dizem não sentir cólicas menstruais, contra 8,5% das brancas que informam não sentir dor em intensidade alguma.</p>
<p>A porta-voz do Instituto Alana, Sofia Reinach, conclui que, na realidade, o indicador de dores fortes subestima o problema entre as alunas negras. Isto porque as meninas negras normalizam mais suas dores porque são ensinadas culturalmente a acreditar que a dor não deve ser considerada como algo que precisa de tratamento.</p>
<p>“As meninas negras nomeiam menos a sua dor como forte. Aparentemente, elas têm um limiar de dor maior, portanto, reconhecem menos como uma dor incapacitante. Mas, na prática, o impacto da dor as tira de suas atividades e da escola”, concluiu Sofia Reinach.</p>
<p>A especialista defende que os profissionais das áreas da educação e da saúde “desaprendam esse viés antigo de que corpos negros sentem menos dor” ou que são mais resilientes.</p>
<p>“É muito importante que essa percepção mude, porque as meninas negras estão sentindo dor, mas falam menos sobre ela. Os ouvidos dos profissionais têm que estar mais atentos. A escola deve fazer parte de uma rede de cuidado”, frisa Sofia.</p>
<p>Para que a menina negra seja acompanhada adequadamente e os impactos da dor sejam os menores possíveis, a especialista em saúde menstrual e dor pélvica destaca a necessidade de os professores perceberem a dor das alunas, de gestores escolares perguntarem a respeito e das famílias delas que devem ser acionadas.</p>
<h2>Assimetrias regionais</h2>
<p>As regiões Norte e Centro-Oeste sofrem mais com a falta de infraestrutura e produtos. Falta de banheiro e de produtos de higiene menstrual aparecem como motivos de ausências nas aulas especialmente no Norte (18,9%) e Centro-Oeste (30,2%).</p>
<p>O estudo considera que o acesso à infraestrutura adequada é condição básica de permanência escolar.</p>
<p>Em Brasília, a estudante de publicidade e propaganda Ana Clara Maimoni mobilizou os vizinhos e as pessoas conhecidas para arrecadar absorventes.</p>
<p>“Eu sempre achei um absurdo como os postos dão camisinha de graça, mas não dão absorventes e como isso afeta a nossa vida”.</p>
<p>Ana Clara conseguiu arrecadar cerca de 1 mil absorventes, que foram doados a uma escola na qual as alunas não tinham pleno acesso a eles. O estoque foi suficiente para atender às meninas por seis meses.</p>
<p>O Projeto Contra a Pobreza Menstrual contou também com palestra com profissionais de saúde para informar as estudantes, na Vila Planalto, no centro da capital federal. “As meninas adoraram e participaram bastante, fizeram várias perguntas”, disse Ana Clara.</p>
<p>Para a realizadora do projeto, a escola é um espaço estratégico para abordar essa questão, e é justamente da educação que essas meninas acabam sendo privadas quando não têm acesso ao mínimo necessário para a dignidade menstrual.</p>
<p>“Isso só escancara a nossa desigualdade, principalmente, porque os homens não passam por isso, pessoas que não menstruam não passam por isso e as mulheres acabam tendo que lidar sozinhas”, conta Ana Clara Maimoni.</p>
<p>“Muitas vezes, elas não falam sobre porque ainda é considerado um tabu em muitos lugares e essas meninas jovens que não tinham condição e muito pouco conhecimento”, ressalta.</p>
<p>O projeto foi pontual e acabou não tendo continuidade, mesmo assim, no entendimento de Ana Clara, é um passo para uma mudança maior. “É uma conquista, mesmo que pequena, porque eu consegui trabalhar só com uma escola, mas de pouquinho em pouquinho a gente conquista grandes coisas”, acrescentou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779970151_567_Dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/05/2026 – Ana Clara Maimoni, Ação do Projeto Contra a Pobreza Menstrual, no Centro de Ensino Vila Planalto.&#13;&#10;Foto: Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação" title="Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação"/></p>
<p>Rio de Janeiro (RJ), 27/05/2026 – Ana Clara Maimoni, Ação do Projeto Contra a Pobreza Menstrual, no Centro de Ensino Vila Planalto. Foto: Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação &#8211; Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação</p>
<h2>Menarca precoce e cólicas</h2>
<p>A pesquisa demonstra que a menarca (primeira menstruação) é cada vez mais precoce no Brasil. Em média, 65,2% das meninas ouvidas menstruaram até os 11 anos e 36,5% até os 10 anos.</p>
<p>A prevalência de menarca precoce também varia por região: as maiores proporções estão no Nordeste (45,5%) e no Sul (43,9%) e a menor no Centro-Oeste (16,1%).</p>
<p>Na média nacional, a proporção de menarca precoce é semelhante entre as populações brancas e negras.</p>
<ul>
<li>Na região Sul, 64% das alunas negras e 32,9% das brancas tiveram menarca precoce.</li>
<li>No Sudeste, esse índice sobe para 61,6% entre as meninas negras e 5,3% das brancas.</li>
<li>No Nordeste, 53,9% das brancas e 35,4% das negras.</li>
</ul>
<p>O estudo ainda associa diretamente a menarca precoce a dores mais intensas. Entre as alunas que menstruaram aos 10 anos, 43% relataram cólicas fortes. O índice cai para 27% entre aquelas que menstruaram aos 11 ou 12 anos. Entre as estudantes que menstruaram aos 13 anos, um quarto diz sentir cólicas fortes. Quando contabilizadas as que tiveram a primeira menstruação aos 14 anos ou mais e sentiram dores, o percentual é 28%.</p>
<p>“Para muitas meninas, menstruar não significa apenas lidar com uma nova fase do corpo, mas também com dores que podem afetar a frequência às aulas, a concentração, a prática de esportes e a convivência com colegas”, informa o estudo do Instituto Alana.</p>
<h2>Educação menstrual</h2>
<p>Muitas estudantes chegam à primeira menstruação sem nenhuma orientação sobre o ciclo e, por este motivo, o Instituto Alana reforça a importância de falar sobre saúde menstrual antes da primeira menstruação.</p>
<p>“Precisamos antecipar os debates sobre saúde menstrual nas escolas para o ensino fundamental 1. Além disso, ter um olhar cuidadoso, ampliar as estratégias de cuidado para essa faixa etária, em especial, para que as meninas com muita dor com menarca precoce tenham um acompanhamento mais próximo”, prioriza Sofia Reinach.</p>
<h2>Trabalhadoras da educação</h2>
<p>As escolas brasileiras sofrem duplamente com as faltas tanto de alunas quanto professoras. No universo pesquisado, 28,3% das gestoras escolares confirmaram ter cólicas fortes e 16,9% das entrevistadas já faltaram ao trabalho por motivos menstruais.</p>
<p>Dentro de sala de aula, 15,8% das professoras descreveram ter cólicas fortes e uma em cada dez professoras (12,1%) faltou ao trabalho ao menos uma vez no último ano por motivos menstruais.</p>
<p>Considerando que 37,1% das alunas faltam mensalmente por menstruação e 64% relataram cólicas moderadas ou fortes, o estudo sugere que percentual mais reduzido entre as profissionais de educação, em relação às estudantes pode refletir, em parte, maior acesso a diagnósticos, acompanhamento e tratamento da dor entre as profissionais e a responsabilidade da vida adulta.</p>
<p>“As professoras faltam menos do que alunas. A cada momento da vida em que a responsabilidade aumenta e que as profissionais veem o seu trabalho ameaçado por conta das dores, as professoras se esforçam mais para conviver com essa dor no seu ambiente profissional”, observa o estudo.</p>
<p>Sofia Reinach defende a adoção de políticas de saúde menstrual no ambiente escolar que incluam estudantes e trabalhadoras, com protocolos adequados para cada perfil. “Precisamos entender que a dor menstrual tira meninas e mulheres do cotidiano escolar e torna isso um fenômeno cumulativo. As escolas estão sofrendo duplamente com essas faltas, tanto de alunas quanto professoras.”</p>
<h2>Desconhecimento dos meninos</h2>
<p>A menstruação ainda é pouco compreendida como uma questão coletiva dentro da escola. Os dados mostram que 36,8% dos estudantes do sexo masculino afirmam não pensar muito sobre o tema – quase duas vezes maior que o registrado entre as meninas, de 19,7%.</p>
<p>A diferença também aparece na percepção sobre os impactos do ciclo menstrual na rotina: cerca de um quarto dos meninos e adolescentes (23,7%) acredita que a menstruação pode atrapalhar a escola ou a prática esportiva, enquanto 41,2% das alunas reconhecem esse efeito negativo.</p>
<p>A liderança do Alana diz que é preciso envolver os meninos nos debates sobre a temática.</p>
<p>“É fundamental que o assunto menstruação deixe de ser um tabu. E para isso, a gente precisa trazer os meninos para as conversas cotidianas. Não tem mais como menstruação ser um assunto apenas de meninas e mulheres na sua intimidade”, constata Sofia.</p>
<p>A ideia é que os meninos e rapazes deixem de ser espectadores passivos ou agentes de constrangimento e passem a fazer parte de uma rede de apoio às meninas e jovens.</p>
<h2>Impactos da naturalização da dor</h2>
<p>Tratar a dor menstrual como algo normal na adolescência pode gerar impactos que vão além da trajetória escolar das meninas.</p>
<p>A invisibilidade das cólicas e dores que começa com faltas, afastamento de atividades físicas, perda de concentração e, consequentemente, da diminuição do rendimento escolar pode prejudicar a saúde, a renda e a qualidade de vida das mulheres.</p>
<p>A publicação relata que mulheres que aprenderam a conviver com dores intensas tendem a seguir trabalhando apesar dos sintomas menstruais.</p>
<h2>Atraso de diagnósticos</h2>
<p>A naturalização da dor também pode atrasar o diagnóstico de condições mais graves. “A normalização da dor faz com que uma menina aprenda que cólica é normal. Ela para de reclamar e, no entorno, os adultos param de investigar se essa dor poderia ter um tratamento ou não”, relata Sofia.</p>
<p>O estudo destaca que as dores incapacitantes tratadas como “normais”, que começam ainda na adolescência e podem piorar com o tempo, somente serão investigadas na vida adulta, quando já podem ter evoluído para uma doença ginecológica ou outra condição que afeta diferentes dimensões da vida de uma mulher.</p>
<p>O estudo exemplifica as ocorrências de endometriose, doença inflamatória causada pela presença de tecido do endométrio em outras regiões do corpo. A endometriose – geralmente com início silencioso na adolescência – afeta uma em cada dez mulheres e pode levar até 12 anos para ser diagnosticada.</p>
<p>Por fim, com base na análise dos dados apurados, o Instituto Alana reafirma que investir em saúde menstrual nas escolas é essencial, tanto para garantir o direito à aprendizagem quanto para reduzir desigualdades que começam no corpo e se acumulam na trajetória escolar.</p>
<p>“Incluir saúde menstrual nos protocolos, no currículo e na infraestrutura, priorizando as estudantes mais afetadas, é uma oportunidade de promover equidade e favorecer uma escola que reconhece a realidade de todas as crianças e adolescentes”, destaca a instituição.</p>
<p><em>*Colaborou Alice Rodrigues, estagiária da Agência Brasil no Rio de Janeiro</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas-no-pais/">Dores menstruais tiram das aulas 4 em cada 10 alunas no país</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Luta antimanicomial: UFJF e UFMG se desculpam por cadáveres em aulas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/luta-antimanicomial-ufjf-e-ufmg-se-desculpam-por-cadaveres-em-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:57:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo menos duas instituições públicas de ensino superior se retrataram por terem menosprezado pessoas confinadas em hospitais psiquiátricos, ao utilizar seus cadáveres em cursos de saúde. A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou nota relacionada ao assunto nesta segunda-feira (18), seguindo o exemplo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que se manifestou no mês passado. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos duas instituições públicas de ensino superior se retrataram por terem menosprezado pessoas confinadas em hospitais psiquiátricos, ao utilizar seus cadáveres em cursos de saúde. A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou nota relacionada ao assunto nesta segunda-feira (18), seguindo o exemplo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que se manifestou no mês passado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luta-antimanicomial-UFJF-e-UFMG-se-desculpam-por-cadaveres-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A UFJF inicia a mensagem assumindo sua conivência &#8220;em dos momentos mais sensíveis da história da saúde pública do país&#8221;. O texto destaca que a segregação social feita em nome de uma suposta segurança coletiva resultou não apenas no isolamento dessas pessoas, mas em vários tipos de violências. Todo aquele que não se enquadrasse no padrão era submetido &#8220;a condições mínimas de sobrevivência e a práticas punitivas&#8221;.</p>
<p>&#8220;A partir desse contexto, a chamada &#8216;loucura&#8217; passou a ser associada à ideia de incapacidade e periculosidade, vinculada a uma identidade social deteriorada e desumanizada. Esse processo contribuiu para a consolidação de estigmas e práticas discriminatórias&#8221;, diz a nota, enumerando como alguns dos quesitos para hierarquizar as pessoas, no período, gênero, classe social, orientação sexual e raça.</p>
<p>Conforme lembra a instituição, o desprezo por essas pessoas tomou conta do país todo e faz parte da história brasileira, &#8220;de modo incontornável&#8221;. A universidade menciona, ainda, o Hospital Colônia de Barbacena (foto), por sua marcante contribuição nesse cenário de marginalização e invisibilização dos pacientes.</p>
<p>&#8220;Estima-se que mais de 60 mil pessoas tenham morrido no local ao longo do século XX, muitas delas classificadas como indigentes, conforme relatado no livro <em>Holocausto Brasileiro</em>, da jornalista Daniela Arbex. A obra também registra que 1.853 corpos de internos foram comercializados para instituições de ensino da área da saúde, para uso em aulas de anatomia&#8221;, pontua.</p>
<p>Desse total de corpos, o Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFJF, indicam os registros, recebeu, entre os anos de 1962 e 1971, 169 deles, para serem estudados em aulas de anatomia humana. Como forma de reparação simbólica, a instituição comprometeu-se a lançar e manter iniciativas como ações educativas sobre direitos humanos e saúde mental e buscar apoio para a criação de um memorial. Também planeja organizar pesquisas documentais sobre conexões entre a instituição e o Hospital de Barbacena.</p>
<p>&#8220;Desde 2010, o Departamento de Anatomia do ICB iniciou a implementação do Programa de Doação Voluntária de Corpos – Sempre Vivo. Desde então, todos os corpos recebidos pela instituição são provenientes exclusivamente de doações voluntárias, além de ações de conscientização e sensibilização à sociedade e a todos alunos ingressantes dos cursos da saúde sobre a importância da doação voluntária de corpos em conformidade com as normas vigentes e com o respeito à dignidade humana previsto em lei&#8221;, ressalta o comunicado.</p>
<p>Com teor parecido, a UFMG, também pelos vínculos sombrios com o Hospital Colônia de Barbacena, formalizou pedido de desculpas. A universidade disse que o reconhecimento público de sua responsabilidade pelas atrocidades cometidas é acompanhado de ações de memória em conjunto com grupos da luta antimanicomial, restauração do livro histórico de registro de cadáveres e inclusão do tema em disciplinas de anatomia da Faculdade de Medicina.</p>
<p>&#8220;Ao falecerem, muitas dessas pessoas foram enterradas como indigentes ou tiveram seus corpos destinados a uma das 17 instituições de ensino médico para viabilizar aulas de anatomia&#8221;, assinala no informe.</p>
<p>&#8220;Desde 1999, a UFMG conta com um programa de doação de corpos para estudo de anatomia, que funciona de forma voluntária e consentida e é uma prática legal e ética, alinhada a padrões internacionais.&#8221;</p>
<h2>Loucura e cultura</h2>
<p>Há hoje uma imensidade de obras sobre o tema. Uma das mais famosas é o conto <em>O Alienista</em>, do escritor Machado de Assis, um dos principais autores negros do Brasil. No <em>site</em> do Museu Imagens do Inconsciente, localizado no Rio de Janeiro, é possível conhecer mais sobre o trabalho da psiquiatra Nise da Silveira, que revolucionou os tratamentos para transtornos mentais ao aliar cuidados humanizados e arte.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/luta-antimanicomial-ufjf-e-ufmg-se-desculpam-por-cadaveres-em-aulas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Prefeitura reforça cuidados com saúde infantil no retorno às aulas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 14:25:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a retomada das aulas, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), reforça a importância dos cuidados com a saúde das crianças. A orientação é que pais e responsáveis adotem medidas preventivas para garantir um ano letivo mais seguro. De acordo com o subsecretário municipal de Gestão da Saúde, Djalma [&#8230;]</p>
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<p>Com a retomada das aulas, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), reforça a importância dos cuidados com a saúde das crianças. A orientação é que pais e responsáveis adotem medidas preventivas para garantir um ano letivo mais seguro.</p>
<p>De acordo com o subsecretário municipal de Gestão da Saúde, Djalma Coelho, é essencial observar sinais de doenças comuns no ambiente escolar. Entre elas estão síndromes respiratórias e infestação por piolhos. Caso a criança apresente sintomas, a recomendação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e, se necessário, afastá-la temporariamente das aulas para evitar contágio.</p>
<p>Além disso, o subsecretário destaca a importância da hidratação adequada, alimentação equilibrada e fortalecimento da imunidade. Ele também chama atenção para o cuidado com a saúde mental, sobretudo nesse período de adaptação.</p>
<p>A médica generalista Natália Sampaio explica que o convívio em grupo facilita a transmissão de gripe, Covid-19 e doenças gastrointestinais. Por isso, orienta que, em caso de coriza ou espirros, os pais realizem lavagem nasal com soro fisiológico, mantenham a criança hidratada e observem possíveis sinais de febre. Se a febre persistir, o atendimento médico deve ser buscado.</p>
<p>Segundo a médica, crianças com rinossinusite alérgica podem frequentar a escola, pois a condição não é contagiosa. Entretanto, nos casos de síndrome respiratória confirmada, o ideal é manter isolamento de três a cinco dias.</p>
<p>A higienização frequente das mãos também é apontada como medida fundamental. A prática ajuda a prevenir infecções respiratórias, diarreias e parasitoses. Outro ponto essencial é manter a carteira de vacinação atualizada, requisito para matrícula na rede municipal.</p>
<h3>Piolhos</h3>
<p>A pediculose, comum entre estudantes, exige atenção redobrada. O contágio ocorre por contato direto ou compartilhamento de objetos pessoais. O tratamento inclui pente fino, remoção manual das lêndeas e uso de loções específicas, conforme orientação médica. Em alguns casos, pode haver indicação de medicação oral. O procedimento deve ser repetido após sete dias para evitar reinfestação.</p>
<h3>Alimentação e apoio emocional</h3>
<p>A Semsa também reforça a necessidade de refeições balanceadas, com frutas, legumes e proteínas. Uma boa alimentação contribui para o aprendizado e o desenvolvimento infantil.</p>
<p>Por fim, a secretaria destaca o papel da família no apoio emocional. Mudanças de escola, turma ou rotina podem gerar ansiedade. Portanto, o diálogo e o incentivo são fundamentais para que a criança se sinta acolhida e segura no novo ano letivo.</p>
<h3/>
<p> </p>
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