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	<title>aumenta Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>aumenta Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Programa CNH do Brasil aumenta pedidos de habilitação em mais de 200%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 22:29:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nos primeiros nove meses de vigência do programa CNH do Brasil, mais de 2 milhões de novos condutores foram habilitados. Além disso, houve um aumento de 216% nos requerimentos de nova habilitação em comparação com 2025. Se no ano passado foram 2,3 milhões de pedidos, este ano foram 7,3 milhões. O aumento no número de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos primeiros nove meses de vigência do programa CNH do Brasil, mais de 2 milhões de novos condutores foram habilitados. Além disso, houve um aumento de 216% nos requerimentos de nova habilitação em comparação com 2025. Se no ano passado foram 2,3 milhões de pedidos, este ano foram 7,3 milhões.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Programa-CNH-do-Brasil-aumenta-pedidos-de-habilitacao-em-mais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O aumento no número de solicitações e de novos condutores ocorreu a partir da implantação das novas regras para obtenção da carteira de motorista. A plataforma da CNH do Brasil reúne várias etapas da jornada da primeira habilitação em apenas um ambiente.</p>
<p>Entre as mulheres, o número de entradas no processo de habilitação cresceu 18%. Passou de 1,06 milhão em 2025 para 1,25 milhão em 2026 – acréscimo de pouco mais de 190 mil. A Região Nordeste registrou o maior indicador processos iniciados, com 54,7%. A segunda região com maior aumento foi o Norte, com 31,9%.</p>
<p>Segundo o Ministério dos Transportes, houve economia de quase R$ 10 bilhões para os condutores. Entra nesse cálculo a redução dos valores do curso teórico, da formação prática, da renovação do documento, dos exames médicos e dos deslocamentos evitados, já que algumas etapas podem ser feitas remotamente.</p>
<h2>Mudanças</h2>
<p>O programa reduziu os custos de emissão ao diminuir as exigências de aulas teóricas e práticas em autoescolas. O curso teórico passou a ser oferecido de maneira digital e gratuita. A quantidade mínima de aulas práticas reduziu de 20 horas para duas horas.</p>
<p>A possibilidade de contratação de instrutores autônomos passou a integrar a formação prática. Em 2026, cerca de 553 mil dos 4,2 milhões de cursos foram conduzidos por esses profissionais, o equivalente a 13,2% do total, enquanto os centros de formação responderam por 86,8%.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-09/programa-cnh-do-brasil-aumenta-pedidos-de-habilitacao-em-mais-de-200" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>SP: alta de casos de sarampo aumenta preocupação dos serviços de saúde</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sp-alta-de-casos-de-sarampo-aumenta-preocupacao-dos-servicos-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 19:06:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento dos casos de sarampo no estado de São Paulo &#8211; 15 já foram confirmados este ano &#8211; levou a recomendação por uma busca vacinal daqueles que não receberam imunização e por uma dose de reforço em crianças já vacinadas.  As cidades de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, todas na região [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento dos casos de sarampo no estado de São Paulo &#8211; 15 já foram confirmados este ano &#8211; levou a recomendação por uma busca vacinal daqueles que não receberam imunização e por uma dose de reforço em crianças já vacinadas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/SP-alta-de-casos-de-sarampo-aumenta-preocupacao-dos-servicos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As cidades de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, todas na região metropolitana, já estavam em atenção no começo da semana, quando o Ministério da Saúde recomendou a extensão da imunização para o público entre 6 e 59 anos, dentro da campanha de multivacinação que inicia na próxima segunda-feira, 03, e vai até o dia 1º de setembro. O governo estadual confirmou que esse grupo receberá imunização.</p>
<p>Em São Paulo a campanha ocorre em todos os 645 municípios. Além da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, podem ser atualizadas outras imunizações, dentro do calendário normal.</p>
<p>Além da vacina tríplice estão disponíveis imunizantes para: BCG; hepatite B; pentavalente; poliomielite inativada; rotavírus; pneumocócica 10-valente (conjugada); meningocócica C (conjugada); meningocócica ACWY (conjugada); influenza; Covid-19; febre amarela; varicela; DTP; hepatite A; e HPV.</p>
<p>Segundo a secretaria estadual de Saúde, dados preliminares de 2026 indicam cobertura de 77,5% para a primeira dose e de 65,5% para a segunda dose da tríplice viral no estado. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial de Saúde é 95% para cada uma das doses.</p>
<p>“A atualização da caderneta é fundamental para proteger crianças e adolescentes contra doenças imunopreveníveis. Diante do cenário do sarampo, a estratégia ampliada nos três municípios busca aumentar rapidamente a proteção da população e reduzir o risco de transmissão”, afirmou em nota Tatiana Lang, da secretaria estadual de Saúde.</p>
<p>Em 2025, a cobertura vacinal nacional alcançou 92,9% para a primeira dose (D1) da vacina tríplice viral e 78,3% para a segunda dose (D2). Nos municípios contemplados pela recomendação, Guarulhos registrou coberturas de 91,59% (D1) e 83,90% (D2), São Bernardo do Campo atingiu 90,84% (D1) e 83,62% (D2), e o município de São Paulo apresentou 90,79% (D1) e 83,63% (D2).</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/sp-alta-de-casos-de-sarampo-aumenta-preocupacao-dos-servicos-de-saude" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Desinformação sobre HIV dificulta tratamento e aumenta preconceito</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/desinformacao-sobre-hiv-dificulta-tratamento-e-aumenta-preconceito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 19:24:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A falha em combater o estigma social em torno do HIV pode causar cerca de 440 mil mortes evitáveis nesta década, segundo projeção de uma pesquisa internacional de opinião pública realizada pela iniciativa não governamental Tackle HIV.  “Esse estigma traz impactos enormes para a sociedade em geral: seja o medo de fazer o teste, o medo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A falha em combater o estigma social em torno do HIV pode causar cerca de 440 mil mortes evitáveis nesta década, segundo projeção de uma pesquisa internacional de opinião pública realizada pela iniciativa não governamental Tackle HIV. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Desinformacao-sobre-HIV-dificulta-tratamento-e-aumenta-preconceito.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Esse estigma traz impactos enormes para a sociedade em geral: seja o medo de fazer o teste, o medo de tomar os medicamentos ou o medo criado pelo preconceito de conviver com pessoas que vivem com HIV”, conta o representante e um dos idealizadores do projeto, Gareth Thomas. </p>
<p>Segundo a plataforma, os avanços científicos são históricos, porém, o medo afasta as pessoas da testagem e do início do tratamento. Embora novas infecções por HIV e mortes relacionadas à Aids tenham atingido os menores níveis globais em 2025, para 21 países em três regiões, entre eles o Brasil, o número de casos aumentou. </p>
<p>De acordo com informações do Boletim Epidemiológico HIV e Aids 2025, que coleta dados do ano anterior, foram notificados 39.216 casos de infecção pelo HIV no país. A maioria, 38,4%, na região sudeste.</p>
<p>O Thomas acredita que a pesquisa é um trabalho importante para entender como diferentes lugares respondem a uma situação semelhante, e, a partir disso, pensar soluções para demandas locais.</p>
<p>“Toda vez que vamos a um novo país ou a uma nova região, fazemos uma pesquisa com os moradores locais para entender o trabalho que precisamos realizar ali, seja focado em uma determinada característica ou em um grupo específico”, conta ele, após desembarcar no Rio de Janeiro para a 26ª Conferência Internacional de Aids, maior evento global sobre a doença, sediado pela primeira vez no Brasil. </p>
<h2>Desinformação</h2>
<p>A pesquisa aponta que, para 36% dos brasileiros entrevistados, homens héteros não correm risco de contrair o HIV, crença que se repete para 37% do grupo em relação a mulheres heterossexuais. Responderam a questionários online 2.006 adultos brasileiros.</p>
<p>Apenas 48% dos entrevistados, um pouco menos da metade, já haviam feito o teste de HIV. Entre 40% que cogitaram fazer, a maioria rejeitou a ideia alegando que “não se consideram em risco”.</p>
<p>Outra constatação foi que19% ainda acreditam que quem vive com HIV não pode manter uma vida sexual ativa, enquanto apenas 29% sabiam que pessoas sob tratamento eficaz e com carga viral indetectável não transmitem o HIV em relações sexuais. </p>
<h2>Unaids 2030</h2>
<p>Alinhado à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, o Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids prevê uma série de metas para os países visando a erradicação da Aids como ameaça de saúde pública.</p>
<p>Entre as etapas, estão as metas “95-95-95”, já alcançadas por países como Botsuana, Ruanda, República Unida da Tanzânia e Zimbábue. Isso significa que, nesses países, 95% das pessoas que vivem com HIV conhecem seu status sorológico; 95% das pessoas que sabem que vivem com HIV estão em tratamento antirretroviral; e 95% das pessoas em tratamento estão com a carga viral suprimida.</p>
<p>O Brasil alcançou em 2020 a primeira meta 95, com 95% das pessoas vivendo com HIV conhecendo seu diagnóstico. Em 2024, atingiu a terceira meta 95, referente à supressão da carga viral em 95% das pessoas em tratamento. </p>
<p>Na última terça-feira (28), o Governo Federal demonstrou interesse na profilaxia pré-exposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses, e estuda a possibilidade de incluir o método de prevenção ao SUS. </p>
<h2>Trackle HIV</h2>
<p>A Tackle HIV é uma campanha global de conscientização que visa combater o estigma, o preconceito e a desinformação em relação ao vírus, idealizada pelo ex-jogador de rugby galês Gareth Thomas em parceria com a ViiV Healthcare e organizações filantrópicas como a Terrence Higgins Trust.</p>
<p>O atleta, que defendeu a seleção do País de Gales, foi o primeiro jogador profissional de rugby em atividade a se declarar homossexual, em 2009. Dez anos depois, compartilhou publicamente seu diagnóstico de HIV positivo e desde então segue como uma voz ativa no combate a discriminação. </p>
<p>“É fundamental passar a mensagem importante de que receber um teste positivo, com todos os avanços da ciência e da medicina, não é mais uma sentença de morte. Testar positivo significa que você pode começar o tratamento assim que receber o diagnóstico e viver uma vida normal, feliz e saudável, sem limitações mentais ou físicas causadas pelo vírus”, finalizou.</p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Tâmara Freire. </em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/desinformacao-sobre-hiv-dificulta-tratamento-e-aumenta-preconceito" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Escócia lidera grupo do Brasil e aumenta pressão por vitória da Seleção na Copa; veja tabela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 16:12:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026 terminou com a Escócia na liderança isolada da chave do Brasil. A seleção europeia venceu o Haiti por 1 a 0 no sábado (13), no Gillette Stadium, em Boston, e chegou aos três pontos. Com o resultado, os escoceses aparecem na ponta da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026 terminou com a Escócia na liderança isolada da chave do Brasil. A seleção europeia venceu o Haiti por 1 a 0 no sábado (13), no Gillette Stadium, em Boston, e chegou aos três pontos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com o resultado, os escoceses aparecem na ponta da classificação. Já Brasil e Marrocos somam um ponto cada após o empate por 1 a 1 na estreia, enquanto o Haiti ocupa a última posição sem pontuar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além da liderança provisória, a vitória mantém viva a chance de a Escócia alcançar um feito inédito: avançar para o mata-mata de uma Copa do Mundo. A seleção disputa o torneio pela nona vez e nunca superou a fase de grupos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como ficou a tabela do Grupo C</h2>
<p class="wp-block-paragraph">1º Escócia – 3 pontos<br />2º Brasil – 1 ponto<br />3º Marrocos – 1 ponto<br />4º Haiti – 0 ponto</p>
<p class="wp-block-paragraph">A vantagem escocesa aumenta a importância da segunda rodada. Isso porque uma vitória sobre Marrocos pode deixar a seleção muito próxima da classificação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Próximos jogos</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A segunda rodada do Grupo C será disputada na sexta-feira (19).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, a Escócia enfrenta Marrocos, às 19h (de Brasília), em Boston. Em seguida, o Brasil encara o Haiti, às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Depois do empate na estreia, a Seleção Brasileira entra em campo pressionada a conquistar a primeira vitória no Mundial para não correr riscos na luta por uma vaga nas oitavas de final.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Escócia venceu com gol de McGinn</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O único gol da partida saiu ainda no primeiro tempo. Aos 27 minutos, John McGinn aproveitou rebote dentro da área e marcou para os escoceses.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Haiti, por sua vez, criou oportunidades e pressionou nos minutos finais. No entanto, a equipe caribenha não conseguiu superar a defesa adversária e estreou com derrota na competição.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Vini Jr salva Seleção: Brasil empata com Marrocos na estreia da Copa</p>
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		<title>Diagnosticar cardiopatias congênitas cedo aumenta qualidade de vida</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/diagnosticar-cardiopatias-congenitas-cedo-aumenta-qualidade-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:28:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 30 mil crianças com algum tipo de malformação no coração nascem no Brasil a cada ano, segundo o Ministério da Saúde. Nesta sexta-feira (12), quando se celebra o Dia Nacional de Conscientização sobre a Cardiopatia Congênita, a coordenadora da Divisão de Cardiologia da Criança e do Adolescente do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 30 mil crianças com algum tipo de malformação no coração nascem no Brasil a cada ano, segundo o Ministério da Saúde. Nesta sexta-feira (12), quando se celebra o Dia Nacional de Conscientização sobre a Cardiopatia Congênita, a coordenadora da Divisão de Cardiologia da Criança e do Adolescente do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), Renata Mattos, destaca que o acesso ao diagnóstico está aumentando no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Diagnosticar-cardiopatias-congenitas-cedo-aumenta-qualidade-de-vida.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Aqui, na Região Sudeste, a gente tem mais acesso do que na Região Norte, por exemplo. Mas, de forma geral, a gente vê que o diagnóstico está sendo feito e o acesso ao tratamento está cada vez melhor”, avalia a cardiologista pediátrica, que é especialista em hemodinâmica de cardiopatias congênitas.</p>
<p>Considerada uma das principais causas de mortalidade infantil por malformações, a condição exige diagnóstico precoce e acompanhamento especializado para aumentar as chances de sobrevivência e a qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p>A estimativa mundial é que em torno de 1% de todas as crianças nascidas vivas vão ter algum tipo de cardiopatia, sendo que, desse total, 30% precisam de atenção logo na primeira infância.</p>
<p>Renata Mattos explicou à Agência Brasil que o nome cardiopatia congênita engloba várias doenças, com diferentes níveis de gravidade.</p>
<p>“É qualquer malformação no coração da criança que acontece quando o bebê está se formando ainda dentro da barriga da mãe. Então, o coração se forma com algum tipo de estrutura errada”.</p>
<h2>Diagnóstico fetal</h2>
<p>A cardiologista pediátrica explica que, quando o problema é detectado ainda dentro da barriga da mãe, durante a gestação, é possível que haja cirurgias para corrigi-lo em alguns casos. Entretanto, é raro que haja indicação para tal.</p>
<p>“Na grande maioria das vezes, quando a gente faz o diagnóstico ainda dentro da barriga, no feto, isso serve principalmente para a gente planejar como vai ser o fim da gestação, como vai ser o parto”.</p>
<p>Se, por exemplo, se detecta um tipo de cardiopatia que pode precisar de tratamento assim que o bebê nascer, esse parto precisa ocorrer em um lugar que tenha uma UTI, para que seja realizada uma cirurgia ou cateterismo. Já se for uma doença menos grave, a mãe pode seguir a gestação normalmente e ter o parto como estava planejado.</p>
<p>Em algumas doenças muito graves, se não houver tratamento nos primeiros dias de vida, o bebê pode não sobreviver. Já as cardiopatias menos graves podem apresentar sintomas ou alguma repercussão mais tarde.</p>
<h2>Atenção aos sinais</h2>
<p>Quando o bebê não é diagnosticado com uma cardiopatia grave ao nascer, as famílias devem prestar atenção a alguns sinais que podem indicar problemas cardíacos. </p>
<p>Durante o acompanhamento com o pediatra, é preciso ver se a criança está crescendo e ganhando peso dentro da curva esperada para ela. </p>
<p>“Se houver muita dificuldade de ganhar peso, tem que investigar se não é alguma coisa cardíaca”, indica a cardiologista.</p>
<p>Também é preciso atenção ao bebê que não consegue mamar, que mama pouco e cansa ou que apresenta uma respiração muito acelerada ou cansada. </p>
<p>“São sinais de atenção para que os pais procurem atendimento cardiológico para o filho”.</p>
<p>Outro sintoma, no caso de problemas de oxigenação do sangue, é a criança ficar arroxeada, principalmente na ponta do nariz e nos lábios. </p>
<p>Já crianças mais velhas podem relatar, por exemplo, dor no peito ou sensação de palpitação, que pode ser causada por alguma arritmia. </p>
<h2>Vida normal</h2>
<p>É comum que as cardiopatias congênitas sejam solucionadas com um único procedimento. Mas, em outros casos, o paciente tem que fazer várias cirurgias em sequência, desde o nascimento até a vida adulta.</p>
<p>“Quando você diagnostica direitinho, a possibilidade de a pessoa ter uma vida normal é imensa”, afirmou Renata Mattos. </p>
<p>Os profissionais que tratam esses pacientes têm de ficar atentos porque, à medida que eles envelhecem, além da cardiopatia congênita, eles passam a ter “os problemas de adulto”, como hipertensão ou colesterol alto. A médica destaca que os pacientes com cardiopatias estão cada vez mais sobrevivendo, trabalhando e tendo uma vida normal, com acompanhamento médico. </p>
<p>“Antigamente, a gente achava que essas crianças não podiam fazer nada, não podiam fazer nenhum esporte, e isso não é verdade. Hoje em dia, a gente até estimula que esses pacientes façam exercícios”.</p>
<h2>Três cirurgias</h2>
<p>Nathan Senna Alves foi diagnosticado com cardiopatia congênita grave ao nascer. Sua tia, que era enfermeira, o levou ainda bebê para a instituição Pró Criança Cardíaca, que atende a crianças com esse problema de saúde há 30 anos.</p>
<p>“A doutora Rosa [fundadora da instituição] me acolheu desde que eu nasci. Fiz meu acompanhamento todo e, com 2 anos, tive que operar pela primeira vez. Sempre me tratei lá. Foi a minha segunda casa, desde que eu nasci”, disse Nathan Senna Alves, hoje com 30 anos, à Agência Brasil.</p>
<p>Aos 6 e aos 18 anos de idade, ele operou mais duas vezes, para trocar válvulas do coração. “Operei com 18 anos, no dia do meu aniversário, que é 19 de maio”.</p>
<p>Nathan é casado, tem um filho de 12 anos e não teve complicações depois da terceira cirurgia. Atualmente, ele se trata na Policlínica Piquet Carneiro, vinculada à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). </p>
<p>A cardiologista pediátrica Rosa Célia, criadora do projeto, contou à Agência Brasil que histórias como a de Nathan mostram a importância do acesso à saúde.</p>
<p>“Quando há diagnóstico precoce e acesso ao tratamento adequado, a cardiopatia congênita não precisa definir os limites de uma vida”.</p>
<p>Ao longo dessas três décadas, a instituição atendeu mais de 16 mil crianças e adolescentes e realizou 130 mil atendimentos, garantindo cuidado completo e gratuito às famílias assistidas.</p>
<h2>Acompanhamento no SUS</h2>
<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece acompanhamento integral às crianças com cardiopatia congênita, desde o ecocardiograma no pré-natal até cirurgias de alta complexidade. </p>
<p>Os principais pilares de atuação e prevenção no Brasil incluem:</p>
<ul>
<li>Ecocardiograma Fetal: Exame recomendado pelo ⁠Ministério da Saúde para ser realizado entre a 24ª e 28ª semana de gestação para detectar anomalias antes do nascimento;</li>
<li>Teste do Coraçãozinho (Oximetria de Pulso): Triagem neonatal obrigatória realizada nos recém-nascidos ainda na maternidade, entre 24 e 48 horas de vida, para identificar precocemente cardiopatias críticas.</li>
<li>Linha de Cuidado do SUS: Pacientes diagnosticados são encaminhados para a rede especializada, onde podem receber tratamento clínico ou cirúrgico custeado integralmente pelo Sistema Único de Saúde.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/diagnosticar-cardiopatias-congenitas-cedo-aumenta-qualidade-de-vida" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>SP: feminicídio aumenta 41%; violação de medida protetiva sobe 31,9%</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sp-feminicidio-aumenta-41-violacao-de-medida-protetiva-sobe-319/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 14:49:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo registrou 30 vítimas de feminicídio no mês de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher. Além de ser o maior da série histórica para o mês, o número representa aumento de 57,9% em relação a março do ano passado que somou 19 vítimas desse tipo de crime. No [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo registrou 30 vítimas de feminicídio no mês de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher. Além de ser o maior da série histórica para o mês, o número representa aumento de 57,9% em relação a março do ano passado que somou 19 vítimas desse tipo de crime.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/SP-feminicidio-aumenta-41-violacao-de-medida-protetiva-sobe-319.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No acumulado deste ano, foram 86 mulheres assassinadas em apenas três meses. O número revela aumento de 41% em relação a 2025, quando houve 61 vítimas do tipo de crime no primeiro trimestre do ano. Os dados são divulgados no portal da Secretaria da Segurança Pública do estado (SSP).</p>
<p>Os registros de descumprimento de medida protetiva de urgência, no contexto da violência doméstica, somaram 3.020 ocorrências no acumulado deste ano, de janeiro a março. O número revela uma alta de 31,9% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>Também cresceram os casos de agressão física no estado. Segundo as estatísticas criminais, foram 19.249 casos de lesão corporal dolosa contra mulheres no trimestre, o que representa aumento de 7,4% em relação ao primeiro trimestre de 2025, quando houve 17.926 registros.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/sp-feminicidio-aumenta-41-violacao-de-medida-protetiva-sobe-319" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Feriado de Tiradentes aumenta fluxo de passageiros em aeroportos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/feriado-de-tiradentes-aumenta-fluxo-de-passageiros-em-aeroportos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 19:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aeroportos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O feriado prolongado de Tiradentes vai aumentar o fluxo de viajantes nos aeroportos do país. Entre os principais terminais do país, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, o maior do país, estima uma movimentação em torno de 480 mil passageiros no período de 17 a 22 de abril. Guarulhos é o principal hub [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O feriado prolongado de Tiradentes vai aumentar o fluxo de viajantes nos aeroportos do país. Entre os principais terminais do país, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, o maior do país, estima uma movimentação em torno de 480 mil passageiros no período de 17 a 22 de abril. Guarulhos é o principal hub para voos internacionais e conexões domésticas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Feriado-de-Tiradentes-aumenta-fluxo-de-passageiros-em-aeroportos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No aeroporto de Congonhas, na capital paulista, a expectativa é que o terminal opere com o número máximo de slots, a janela de tempo concedida a empresas aéreas para pousar ou decolar em aeroportos congestionados. A movimentação esperada é de cerca de 210 mil passageiros.</p>
<p>O Aeroporto de Viracopos, em São Paulo, espera receber 191,2 mil passageiros ao longo do feriado. Estão previstos 1.717 pousos e decolagens desta sexta-feira até quarta-feira (22).</p>
<p>A concessionária disse que nesta sexta-feira devem passar pelo aeroporto 35,6 mil pessoas. Na terça-feira (21), o terminal deve movimentar 33,9 mil passageiros, e na quarta-feira 36,2 mil pessoas.</p>
<p>Estão previstos 1.837 voos entre 17 e 22 de abril, reforçando a conectividade de um dos principais hubs do país.</p>
<p>Em Brasília, que também aniversaria no dia 21 de abril, a movimentação esperada no Aeroporto Internacional de Brasília &#8211; Presidente Juscelino Kubitschek é que cerca de 268 mil passageiros passem pelo terminal em aproximadamente 1.837 pousos e decolagens.</p>
<p>Entre os destinos mais procurados pelos passageiros que embarcam na capital federal estão São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Campinas.</p>
<p>O Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, espera movimentar cerca de 505,8 mil passageiros entre os dias 17 e 26 de abril, período que abrange o feriado prolongado de Tiradentes e o feriado estadual de São Jorge (23). O volume representa um crescimento de aproximadamente 13% em relação ao mesmo intervalo de 2025.</p>
<p>Do total estimado, 342,9 mil passageiros em voos domésticos, enquanto 162,9 mil em operações internacionais. Estão previstos 3.199 voos no período, número 12% superior ao registrado no ano anterior.</p>
<p>Ainda no Rio de Janeiro, no Aeroporto Santos Dumont a projeção da Infraero é de 108 mil passageiros em 866 voos programados entre os dias 17 e 22 de abril.</p>
<p>No mesmo período, o Aeroporto de Confins, em Minas Gerais, administrado pela BH aiport, estima um fluxo de cerca de 185 mil passageiros. </p>
<p>Os aeroportos de Salvador e Recife, administrados pela Aena, indicam uma movimentação conjunta de cerca de 283 mil passageiros, sendo Recife o aeroporto com maior volume, cerca de 180 mil, devido à sua malha de conexões.</p>
<p>Em Fortaleza, a Faport, concessionária que administra o terminal, estima um fluxo de 115 mil a 125 mil passageiros entre esta sexta-feira e o dia 22 de abril.</p>
<p>Em Porto Alegre, também administrado pela Fraport, a estimativa é de uma movimentação de 110 mil passageiros. Em Curitiba, a CCR Aeroportos estima que cerca de 105 mil passageiros passarão pelo terminal Afonso Pena, com pico de movimentação esperado para a tarde desta sexta-feira (17) e a noite de terça-feira (21).</p>
<p>Em Belém, a administradora NOA Airports prevê 364 voos, entre domésticos e internacionais, com cerca de 49 mil passageiros no aeroporto Val-de-Cans. </p>
<p>No Aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus, são esperados 62 mil passageiros, de acordo com a Vinci Airports.</p>
<p>Em Goiânia, o Aeroporto Santa Genoveva deve movimentar 58 mil pessoas no período. A CCR Aeroportos projeta um fluxo intenso devido à conexão com o Nordeste e o interior de Goiás. </p>
<p>Em Cuiabá, o fluxo previsto é de 45 mil passageiros.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/feriado-de-tiradentes-aumenta-fluxo-de-passageiros-em-aeroportos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Manaus aumenta emissão de certidões urbanísticas em 2026</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manaus-aumenta-emissao-de-certidoes-urbanisticas-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 02:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Prefeitura de Manaus ampliou a emissão de Certidões de Informação Técnica (CITs) em 2026. O Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) registrou alta de 9% em março, com 240 documentos emitidos, contra 220 no mesmo período de 2025. No primeiro trimestre de 2026, o crescimento foi de 4%, totalizando 657 certidões. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Prefeitura de Manaus ampliou a emissão de Certidões de Informação Técnica (CITs) em 2026. O Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) registrou alta de 9% em março, com 240 documentos emitidos, contra 220 no mesmo período de 2025.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2026, o crescimento foi de 4%, totalizando 657 certidões. Desde 2021, o município já expediu 11.710 documentos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Certidão orienta uso legal dos imóveis</h2>
<p>A certidão de uso e ocupação do solo funciona como um dos principais instrumentos do planejamento urbano. Ela indica como um imóvel pode ser utilizado, conforme as regras do Plano Diretor.</p>
<p>O documento informa se o espaço pode receber atividades comerciais, industriais, residenciais ou mistas. Além disso, define parâmetros como altura da construção, número de pavimentos, recuos e taxa de ocupação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Documento é essencial para licenciamento</h2>
<p>A engenheira Islane Rodrigues explicou que a certidão viabiliza processos importantes.</p>
<p>Segundo ela, o documento permite a emissão de alvarás e o início do licenciamento ambiental, tudo de forma digital pelo sistema municipal.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Processo digital agiliza solicitações</h2>
<p>O Implurb utiliza o Sistema de Licenciamento Integrador Municipal (Slim) para receber e analisar pedidos.</p>
<p>O solicitante precisa informar corretamente a localização do imóvel e detalhar as atividades conforme o Cadastro Nacional de Atividades Econômicas (Cnae). Quanto mais completos os dados, mais rápida ocorre a análise.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Documento garante segurança jurídica</h2>
<p>A CIT orienta proprietários, investidores e profissionais técnicos sobre o uso legal do imóvel.</p>
<p>Com isso, o documento evita irregularidades e garante que projetos respeitem o zoneamento urbano da cidade.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prefeitura facilita acesso ao serviço</h2>
<p>Para ampliar o acesso, o Implurb disponibiliza um passo a passo para emissão da certidão.</p>
<p>O cidadão pode iniciar o processo pelo portal oficial. Caso não consiga concluir a análise online ou tenha o pedido indeferido, pode formalizar a solicitação pelo sistema de Fiscalização Urbana.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Crescimento reflete avanço do planejamento urbano</h2>
<p>O aumento na emissão das certidões mostra maior procura por regularização e planejamento.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Prefeitura fortalece o controle urbano e incentiva o desenvolvimento organizado da cidade.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Regularização de imóveis cresce e Manaus emite 500 mil m² de Habite-se</p>
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		<item>
		<title>Síndrome Respiratória Aguda Grave aumenta em bebês até 2 anos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aguda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país &#8211; Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.  De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país &#8211; Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sindrome-Respiratoria-Aguda-Grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator da elevação dos casos nessa faixa etária. </p>
<p>O levantamento se refere à Semana Epidemiológica 14 (SE 14), que abrange o período de 5 a 11 de abril. De acordo ainda com o boletim, os casos graves por covid-19 continuam em queda no país.</p>
<p>A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) Tatiana Portella esclareceu que o VSR é um dos principais responsáveis por internações por SRAG em crianças pequenas, além de constituir uma das principais causas de bronquiolite. </p>
<p>Por isso, ela considera essencial que gestantes a partir da 28ª semana tomem a vacina contra o vírus para proteger seus bebês nos primeiros meses de vida. </p>
<p>Com o aumento das hospitalizações por influenza A em diversos estados, a pesquisadora alerta que “também é fundamental que a população prioritária que ainda não se vacinou procure um posto de saúde o quanto antes para receber a dose anual da vacina”.</p>
<h2>Cenário nacional</h2>
<p>Os casos de SRAG apresentam estabilidade nas tendências de curto e longo prazo no Brasil. Em relação aos estados, o novo Boletim aponta que 14 continuam com incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica 14. </p>
<p>São eles Acre, Pará e Tocantins (Norte); Maranhão, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Bahia (Nordeste); Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás (Centro-Oeste); e Minas Gerais e Rio de Janeiro (Sudeste).</p>
<p>O quadro de crescimento relativo ao vírus sincicial respiratório (VSR) foi constatado em todo o Centro-Oeste e Sudeste, além de Acre, Pará, Tocantins e Roraima (Norte) e Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia (Nordeste).</p>
<p>O boletim mostra também que as ocorrências com relação à influenza A continuam aumentando em boa parte da região centro-sul (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e em alguns estados do Nordeste (Paraíba, Alagoas e Sergipe) e do Norte (Amapá, Acre e Rondônia). </p>
<p>Em contrapartida, os casos de SRAG associados à influenza A se mantêm em queda nos estados do Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco (Nordeste), além do Pará e do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na maior parte do país, o levantamento revela que os casos de SRAG associados ao rinovírus apresentam sinal de interrupção da evolução ou queda na maior parte do país, embora continuem aumentando no Pará e Mato Grosso.</p>
<p>Em relação às capitais, 14 apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a SE 14. </p>
<p>São elas: Rio Branco, Belém, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, São Luís, Teresina, João Pessoa, Recife, Aracaju, Maceió, Belo Horizonte, Vitória e Rio de Janeiro.</p>
<h2>Incidência e mortalidade</h2>
<p>Nas últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência e a mortalidade semanais médias mantêm o padrão característico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. </p>
<p>A incidência de SRAG é mais elevada nas crianças pequenas e está associada principalmente ao VSR e ao rinovírus. Já a mortalidade é maior entre os idosos, liderado pela influenza A e covid-19.</p>
<p>Em relação aos casos de SRAG por influenza A, a incidência tem impactado mais crianças de até 4 anos e idosos, enquanto a mortalidade continua apresentando maior impacto na população a partir de 65 anos de idade.</p>
<p>Referente ao ano epidemiológico 2026, já foram notificados 37.244 casos, sendo 15.816 (42,5%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório; 14.723 (39,5%) negativos e pelo menos 3.990 (10,7%) aguardando resultado. </p>
<p>Entre os casos positivos do ano corrente, os pesquisadores do Boletim InfoGripe verificaram que 41,1% foram de rinovírus; 25,5% de influenza A; 17,4% de VSR; 10,2% de Sars-CoV-2 (covid-19); e 1,7% de influenza B.</p>
<p>Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos foi de 33% para rinovírus; 32,2% para influenza A; 26,3% para VSR; 5,5% para Sars-CoV-2 (covid-19); e 2,4% para influenza B. </p>
<p>Entre os óbitos, no mesmo recorte de tempo, a presença desses mesmos vírus entre os positivos atingiu 40,8% para influenza A; 26,9% para rinovírus; 23,3% para Sars-CoV-2 (Covid-19); 5,3% para VSR; e 4,1% para influenza B.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Violência sexual aumenta riscos cardiovasculares em mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 19:36:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As meninas e mulheres vítimas de violência sexual não sofrem apenas os danos físicos e psicológicos imediatos. Esses eventos podem aumentar em 74% a chance de que elas desenvolvam problemas cardíacos, de acordo com um estudo baseado em dados oficiais brasileiros.  A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e traz também uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As meninas e mulheres vítimas de violência sexual não sofrem apenas os danos físicos e psicológicos imediatos. Esses eventos podem aumentar em 74% a chance de que elas desenvolvam problemas cardíacos, de acordo com um estudo baseado em dados oficiais brasileiros. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Violencia-sexual-aumenta-riscos-cardiovasculares-em-mulheres.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e traz também uma análise por doenças de forma individualizada. Mulheres que sofreram violência sexual apresentaram maiores níveis de infarto do miocárdio e arritmias, em comparação com mulheres que não sofreram. Já nos casos de angina e insuficiência cardíaca não houve discrepâncias significativas. </p>
<p>O pesquisador do programa de pós-graduação em Saúde Pública da Universidade Federal do Ceará, Eduardo Paixão, explica que as conclusões foram obtidas aplicando ferramentas estatísticas aos dados da Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019. </p>
<p>A Pesquisa Nacional de Saúde é o principal levantamento oficial sobre a saúde da população brasileira, feito a partir de mais de 70 mil entrevistas que são representativas da população brasileira. Entre os diversos assuntos, investigou tanto a ocorrência de violência sexual, quanto de doenças cardíacas, o que possibilitou o cruzamento dessas duas variáveis. </p>
<p>Como diversas questões podem influenciar a ocorrência de doenças cardiovasculares, a equipe de pesquisa também usou ferramentas estatísticas para bloquear a interferência da idade, cor da pele, orientação sexual, escolaridade e região de habitação. Assim, foi possível ter certeza de que o aumento observado foi provocado pela violência sofrida. </p>
<h2>Impactos</h2>
<p>Eduardo Paixão diz que, na maioria das vezes, as pessoas pensam apenas na saúde mental, quando querem investigar os efeitos da violência sexual, mas o trauma pode repercutir em outras áreas.</p>
<p>“A gente sempre pensa em explicações biológicas para as doenças, mas a saúde humana perpassa por muitas interações sociais que impactam o nosso bem-estar. Estudo em outros países já vinham mostrando uma associação muito forte,  especialmente quando essa violência ocorre na infância e adolescência, às vezes com repercussões ao longo da vida”, explica Paixão. </p>
<p>A hipótese do grupo de pesquisa é que a violência aumente o risco cardiovascular por uma combinação de fatores biológicos e comportamentais, a começar pelos quadros de ansiedade e depressão, comuns em vítimas, e que têm relação com males cardíacos. Esse estresse também causa efeitos fisiológicos. </p>
<p>“Ele aumenta a inflamação do nosso organismo, com a ativação de toxinas que podem acelerar esse processo de doença cardiovascular. Experiências traumáticas também podem alterar a pressão arterial e a frequência cardíaca”, explica o pesquisador.  </p>
<p>Paixão também relata que quem vivencia experiências de violência, sejam de forma isolada ou repetitiva, pode ter maior chance de desenvolver atos danosos para a saúde, como tabagismo, alcoolismo, uso de entorpecentes, alimentação inadequada, sedentarismo, que também aumenta os. riscos cardiovasculares.</p>
<p>O pesquisador ressalta que a violência sexual, em si, se revela um problema de saúde pública no Brasil. À PNS, por exemplo, 8,61% das mulheres relataram ter sofrido ao menos alguma violência do tipo ao longo da vida, contra 2,1% dos homens. </p>
<p>Mas esse tipo de violência ainda é bastante subnotificada, especialmente entre homens, porque nem todas as pessoas reconhecem o que sofreram ou se sentem confortáveis para admitir, ele ressalva. Essa é a principal razão para a pesquisa não ter identificado aumento na ocorrência de doenças cardiovasculares também em homens vítimas, na opinião do pesquisador.</p>
<p>Para ele, o grande benefício da pesquisa é apontar um fator que merece a atenção tanto de quem trabalha com vítimas de violência, quanto dos profissionais que atendem pessoas com doenças cardiovasculares.</p>
<p>“E essas são as doenças com a maior carga global. São muitas internações e gastos com procedimentos. Talvez, se a gente conseguir intervir em fatores de vida modificáveis, a gente consiga diminuir essa incidência”, conclui o pesquisador. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/violencia-sexual-aumenta-riscos-cardiovasculares-em-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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