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	<title>avançam Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>avançam Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Matrículas em creches avançam 36% em quase uma década</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-36-em-quase-uma-decada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, em 2025, 9,4 milhões de crianças de 0 a 5 anos de idade estavam matriculadas em escolas ou creches, de acordo com o módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em junho. Com base na PNAD-C, o Todos pela Educação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, em 2025, 9,4 milhões de crianças de 0 a 5 anos de idade estavam matriculadas em escolas ou creches, de acordo com o módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em junho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Matriculas-em-creches-avancam-36-em-quase-uma-decada.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com base na PNAD-C, o Todos pela Educação (organização da sociedade civil, sem fins lucrativos e suprapartidária fundada em 2006) construiu a série histórica a partir da idade escolar e observou que o acesso à educação infantil de crianças de 0 a 3 anos no Brasil tem seguido tendência de crescimento desde 2016 e atingiu 43,3% em 2025, o maior percentual da série histórica, com cerca de 4,5 milhões de bebês e crianças em creches.</p>
<p>O resultado de 2025 representa avanço de 11 pontos percentuais (36%) em relação a 2016, quando o atendimento alcançava apenas 31,8% das crianças, e alta de 2,2 pontos percentuais em comparação com 2024 (41,1%).</p>
<p>Apesar dos avanços, em todas as grandes regiões do país, o indicador ainda permanece abaixo da meta de 50% de atendimento, prevista para 2024 pelo Plano Nacional de Educação (PNE) que vigorou até dezembro de 2025.</p>
<p>Pela lei, embora a matrícula em creche não seja obrigatória, o atendimento às crianças de 0 a 3 anos é um direito assegurado ao cidadão. Portanto, cabe ao poder público garantir a oferta desse serviço a partir da demanda por vagas existente para essa etapa da educação básica.</p>
<p>Vale destacar que o novo PNE ampliou a meta nacional de oferta de educação infantil para atender, no decênio 2024-2034, no mínimo 60% das crianças de 3 anos.</p>
<h2>Análises e desafios</h2>
<p> A Agência Brasil conversou com Natália Fregonesi, coordenadora de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, organização da sociedade civil, sem fins lucrativos e suprapartidária fundada em 2006, sobre os índices educacionais divulgados em junho.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Matriculas-em-creches-avancam-36-em-quase-uma-decada.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 01/07/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Especialista analisa acesso à Educação Infantil no Brasil. Natália Fregonesi. Foto: Todos Pela Educação/Divulgação" title="Todos Pela Educação/Divulgação"/></p>
<p>Especialista Natália Fregonesi defende a necessidade de expansão de creches &#8211; Foto Todos Pela Educação/Divulgação</p>
<p>A entidade atua para melhorar a qualidade da educação básica pública no Brasil e propor ao poder público a formulação e implementação de políticas educacionais eficazes.</p>
<p>Apesar de classificar a alta do atendimento das crianças de 0 a 3 como avanço importante, a especialista aponta a necessidade de acelerar essa expansão das creches. Para Natália, os desafios são mais planejamento, financiamento adequado e gestão da oferta de vagas nas redes de ensino. </p>
<p>Natália Fregonesi destaca a importância do apoio técnico e financeiro aos municípios, os principais responsáveis pela educação infantil, por meio do regime de colaboração entre União, estados e municípios.</p>
<p>“Essa expansão precisa ser orientada pela demanda real das redes [de ensino] e deve priorizar a equidade na oferta, além de garantir a qualidade das creches”, disse.</p>
<p>Na avaliação do Todos pela Educação, o acesso a essa fase da educação básica deve ter ainda infraestrutura adequada, propostas pedagógicas consistentes e profissionais valorizados e bem formados.</p>
<h2>Pré-escola</h2>
<p>A Pnad-Contínua Educação revelou que, em 2025, a taxa de atendimento de crianças de 4 e 5 anos, na pré-escola, foi de 96,1%, o maior patamar já registrado no período 2016-2025 e bem próximo à universalização da oferta de vagas no país.</p>
<p>A pré-escola, destinada às crianças de 4 e 5 anos, é obrigatória desde 2009, a partir da Emenda Constitucional nº 59/2009.</p>
<p>O Todos Pela Educação destaca que cerca de 4% das crianças de 4 e 5 anos ainda permanecem fora da pré-escola, o que representam cerca de 219 mil crianças sem aulas.</p>
<p>Entre os 20% mais ricos, 0,4% não está em sala de aula por causa de alguma dificuldade de acesso, sendo esse percentual de 2,5% entre os 20% mais pobres.</p>
<h2>Desigualdades persistentes </h2>
<p>Apesar dos avanços atestados pela pesquisa por amostragem, persistem as desigualdades raciais, socioeconômicas e regionais no acesso à educação infantil, especialmente para as crianças mais pobres de 0 a 3 anos.</p>
<p>Segundo o levantamento oficial, em 2025, enquanto 14,2% das crianças brancas e amarelas estavam fora da escola por esse motivo, o percentual chegava a 19,6% entre crianças pretas, pardas e indígenas.</p>
<p>Quando o Todos pela Educação observa a renda das famílias, entre os 20% mais pobres, 24,2% das crianças não acessavam a escola por alguma dificuldade, percentual quatro vezes superior ao registrado entre os 20% mais ricos (6,4%).</p>
<p>A coordenadora de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação defende que, para superar as barreiras de acesso às vagas da educação infantil e garantir igualdade de oportunidades desde a primeira infância, é preciso identificar vulnerabilidades socioeconômicas, étnico-raciais e regionais.</p>
<p>“É necessário um levantamento preciso da demanda para identificar as particularidades territoriais, as das comunidades mais vulneráveis e, dessa forma, priorizar a abertura de vagas justamente nos territórios e para os grupos que enfrentam mais dificuldades de acesso”, disse Natália.</p>
<h2>Territórios desiguais</h2>
<p>Outro determinante das desigualdades de oportunidades de acesso à educação infantil é o território onde as crianças vivem com suas famílias.</p>
<p>Quando consideradas as unidades da federação, a diferença entre o estado com maior e menor acesso é de 49 pontos percentuais. Enquanto Santa Catarina atende a 58,4% das crianças de 0 a 3 anos em creches, os estados da Região Norte apresentam os menores percentuais do país, com destaque para o Amapá (9,4%), Acre (19,0%), Amazonas (20,9%) e Roraima (22,8%).</p>
<p>Natália avalia que é preciso um regime de colaboração federativa mais forte, com maior apoio técnico e financeiro aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios que enfrentam os maiores desafios, para garantir o direito à educação infantil.”</p>
<h2>Motivos de não frequência</h2>
<p>Na análise dos motivos para a não frequência, o Todos pela Educação identificou:</p>
<p>&#8211; opção dos pais</p>
<p>Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis.</p>
<p>Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões brasileiras. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%) fora da creche por decisão dos pais, enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%).</p>
<p>Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).</p>
<p>A analista de políticas educacionais considera importante respeitar a decisão dos responsáveis, mas recomenda que o poder público informe as famílias sobre os benefícios da educação infantil para o desenvolvimento da criança.</p>
<p>Natália afirma que a prioridade da autoridade nacional deve ser enfrentar a demanda represada.</p>
<p>“Atualmente, ainda são mais de 1,7 milhão de crianças nessa situação em que as famílias querem uma vaga e não conseguem por alguma dificuldade de acesso”..</p>
<p>&#8211; falta de creches, de vagas e idade da criança</p>
<p>O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança.</p>
<p>O IBGE mostra que entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%.</p>
<p>O Norte e o Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,5% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.</p>
<p>Assim como na faixa etária de 0 a 3 anos, o acesso à escola das crianças de 4 e 5 anos também apresenta grandes desigualdades entre os estados.</p>
<p>Em relação à taxa de atendimento das crianças de 4 a 5 anos, o melhor resultado é no Piauí, com 99,4% delas nas escolas e, no Ceará, o registro é de 98,9% de atendimento. No Amapá, apenas seis em cada 10 crianças na mesma faixa etária frequentam a escola.</p>
<p>O informe do IBGE sobre a PNAD-C observa que os dados demonstram maior deficiência na oferta de escola/creche ou disponibilidade de vagas na educação infantil nessas regiões.</p>
<h2>Compromisso Nacional </h2>
<p>Para assegurar o acesso universal à educação infantil, a partir do estímulo ao cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e das Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil, o Ministério da Educação (MEC) instituiu, há um ano, o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil (Conaquei);</p>
<p>Em 2026 e 2027, os investimentos para implementação das ações serão de mais de R$ 406 milhões nos estados e municípios que assinam um termo de compromisso para receber apoio técnico e financeiro da União.</p>
<p>As ações do Conaquei incluem a expansão da oferta de vagas na educação infantil e a promoção da permanência de bebês e crianças na escola.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/matriculas-em-creches-avancam-36%25-em-quase-uma-decada" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Matrículas em creches avançam 11% em quase uma década</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-11-em-quase-uma-decada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:56:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, em 2025, 9,4 milhões de crianças de 0 a 5 anos de idade estavam matriculadas em escolas ou creches, de acordo com o módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em junho. O levantamento mostra que o acesso à educação [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-11-em-quase-uma-decada/">Matrículas em creches avançam 11% em quase uma década</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, em 2025, 9,4 milhões de crianças de 0 a 5 anos de idade estavam matriculadas em escolas ou creches, de acordo com o módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em junho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Matriculas-em-creches-avancam-11-em-quase-uma-decada.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento mostra que o acesso à educação infantil de crianças de 0 a 3 anos no Brasil tem seguido tendência de crescimento desde 2016 e atingiu 43,3% em 2025, o maior percentual da série histórica (desde 2016), com cerca de 4,5 milhões de bebês e crianças em creches.</p>
<p>O resultado de 2025 representa avanço de 11%, em relação a 2016, quando o atendimento alcançava apenas 31,8% das crianças, e alta de 2,2 pontos percentuais em comparação com 2024 (41,1%).</p>
<p>Apesar dos avanços, em todas as grandes regiões do país, o indicador ainda permanece abaixo da meta de 50% de atendimento, prevista para 2024 pelo Plano Nacional de Educação (PNE) que vigorou até dezembro de 2025.</p>
<p>Pela lei, embora a matrícula em creche não seja obrigatória, o atendimento às crianças de 0 a 3 anos é um direito assegurado ao cidadão. Portanto, cabe ao poder público garantir a oferta desse serviço a partir da demanda por vagas existente para essa etapa da educação básica.</p>
<p>Vale destacar que o novo PNE ampliou a meta nacional de oferta de educação infantil para atender, no decênio 2024-2034, no mínimo 60% das crianças de 3 anos.</p>
<h2>Análises e desafios</h2>
<p> A Agência Brasil conversou com Natália Fregonesi, coordenadora de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, organização da sociedade civil, sem fins lucrativos e suprapartidária fundada em 2006, sobre os índices educacionais divulgados em junho.</p>
<p>A entidade atua para melhorar a qualidade da educação básica pública no Brasil e propor ao poder público a formulação e implementação de políticas educacionais eficazes.</p>
<p>Apesar de classificar a alta do atendimento das crianças de 0 a 3 como avanço importante, a especialista aponta a necessidade de acelerar essa expansão das creches. Para Natália, os desafios são mais planejamento, financiamento adequado e gestão da oferta de vagas nas redes de ensino. </p>
<p>Natália Fregonesi destaca a importância do apoio técnico e financeiro aos municípios, os principais responsáveis pela educação infantil, por meio do regime de colaboração entre União, estados e municípios.</p>
<p>“Essa expansão precisa ser orientada pela demanda real das redes [de ensino] e deve priorizar a equidade na oferta, além de garantir a qualidade das creches”, disse.</p>
<p>Na avaliação do Todos pela Educação, o acesso a essa fase da educação básica deve ter ainda infraestrutura adequada, propostas pedagógicas consistentes e profissionais valorizados e bem formados.</p>
<h2>Pré-escola</h2>
<p>A Pnad-Contínua Educação revelou que, em 2025, a taxa de atendimento de crianças de 4 e 5 anos, na pré-escola, foi de 96,1%, o maior patamar já registrado no período 2016-2025 e bem próximo à universalização da oferta de vagas no país.</p>
<p>A pré-escola, destinada às crianças de 4 e 5 anos, é obrigatória desde 2009, a partir da Emenda Constitucional nº 59/2009.</p>
<p>O Todos Pela Educação destaca que cerca de 4% das crianças de 4 e 5 anos ainda permanecem fora da pré-escola, o que representam cerca de 219 mil crianças sem aulas.</p>
<p>Entre os 20% mais ricos, 0,4% não está em sala de aula por causa de alguma dificuldade de acesso, sendo esse percentual de 2,5% entre os 20% mais pobres.</p>
<h2>Desigualdades persistentes </h2>
<p>Apesar dos avanços atestados pela pesquisa por amostragem, persistem as desigualdades raciais, socioeconômicas e regionais no acesso à educação infantil, especialmente para as crianças mais pobres de 0 a 3 anos.</p>
<p>Segundo o levantamento oficial, em 2025, enquanto 14,2% das crianças brancas e amarelas estavam fora da escola por esse motivo, o percentual chegava a 19,6% entre crianças pretas, pardas e indígenas.</p>
<p>Quando observada a renda das famílias, entre os 20% mais pobres, 24,2% das crianças não acessavam a escola por alguma dificuldade, percentual quatro vezes superior ao registrado entre os 20% mais ricos (6,4%).</p>
<p>A coordenadora de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação defende que, para superar as barreiras de acesso às vagas da educação infantil e garantir igualdade de oportunidades desde a primeira infância, é preciso identificar vulnerabilidades socioeconômicas, étnico-raciais e regionais.</p>
<p>“É necessário um levantamento preciso da demanda para identificar as particularidades territoriais, as das comunidades mais vulneráveis e, dessa forma, priorizar a abertura de vagas justamente nos territórios e para os grupos que enfrentam mais dificuldades de acesso”, disse Natália.</p>
<h2>Territórios desiguais</h2>
<p>Outro determinante das desigualdades de oportunidades de acesso à educação infantil é o território onde as crianças vivem com suas famílias.</p>
<p>Quando consideradas as unidades da federação, a diferença entre o estado com maior e menor acesso é de 49 pontos percentuais. Enquanto Santa Catarina atende a 58,4% das crianças de 0 a 3 anos em creches, os estados da Região Norte apresentam os menores percentuais do país, com destaque para o Amapá (9,4%), Acre (19,0%), Amazonas (20,9%) e Roraima (22,8%).</p>
<p>Natália avalia que é preciso um regime de colaboração federativa mais forte, com maior apoio técnico e financeiro aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios que enfrentam os maiores desafios, para garantir o direito à educação infantil.”</p>
<h2>Motivos de não frequência</h2>
<p>&#8211; Opção dos pais</p>
<p>Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis.</p>
<p>Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões brasileiras. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%) fora da creche por decisão dos pais, enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%).</p>
<p>Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).</p>
<p>A analista de políticas educacionais considera importante respeitar a decisão dos responsáveis, mas recomenda que o poder público informe as famílias sobre os benefícios da educação infantil para o desenvolvimento da criança.</p>
<p>Natália afirma que a prioridade da autoridade nacional deve ser enfrentar a demanda represada.</p>
<p>“Atualmente, ainda são mais de 1,7 milhão de crianças nessa situação em que as famílias querem uma vaga e não conseguem por alguma dificuldade de acesso”..</p>
<p>&#8211; Falta de creches, de vaga e idade da criança</p>
<p>O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança.</p>
<p>O IBGE mostra que entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%.</p>
<p>O Norte e o Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,5% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.</p>
<p>Assim como na faixa etária de 0 a 3 anos, o acesso à escola das crianças de 4 e 5 anos também apresenta grandes desigualdades entre os estados.</p>
<p>Em relação à taxa de atendimento das crianças de 4 a 5 anos, o melhor resultado é no Piauí, com 99,4% delas nas escolas e, no Ceará, o registro é de 98,9% de atendimento. No Amapá, apenas seis em cada 10 crianças na mesma faixa etária frequentam a escola.</p>
<p>O informe do IBGE sobre a PNAD-C observa que os dados demonstram maior deficiência na oferta de escola/creche ou disponibilidade de vagas na educação infantil nessas regiões.</p>
<h2>Compromisso Nacional </h2>
<p>Para assegurar o acesso universal à educação infantil, a partir do estímulo ao cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e das Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil, o Ministério da Educação (MEC) instituiu, há um ano, o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil (Conaquei);</p>
<p>Em 2026 e 2027, os investimentos para implementação das ações serão de mais de R$ 406 milhões nos estados e municípios que assinam um termo de compromisso para receber apoio técnico e financeiro da União.</p>
<p>As ações do Conaquei incluem a expansão da oferta de vagas na educação infantil e a promoção da permanência de bebês e crianças na escola.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/matriculas-em-creches-avancam-11-em-quase-uma-decada" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Negros e mulheres avançam, mas topo do serviço público segue desigual</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/negros-e-mulheres-avancam-mas-topo-do-servico-publico-segue-desigual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença de mulheres e de pessoas negras em cargos de alto escalão do serviço público brasileiro aumentou ao longo do tempo, mas ainda é pequena. Segundo pesquisadores, entre 1999 e 2025, os homens ocuparam 75% dos cargos de direção no setor e as pessoas brancas, 78%. No período, pretos e pardos eram, respectivamente, cerca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença de mulheres e de pessoas negras em cargos de alto escalão do serviço público brasileiro aumentou ao longo do tempo, mas ainda é pequena. Segundo pesquisadores, entre 1999 e 2025, os homens ocuparam 75% dos cargos de direção no setor e as pessoas brancas, 78%. No período, pretos e pardos eram, respectivamente, cerca de 3% e 14%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Negros-e-mulheres-avancam-mas-topo-do-servico-publico-segue.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As informações fazem parte de três estudos que integram a pesquisa <em>Lideranças Públicas no Brasil: Mobilidade, Trajetórias e Perfil dos Cargos de Direção, Chefia e Assessoramento</em>, conduzida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com a entidade civil Movimento Pessoas à Frente e com a Fundação Lemann.</p>
<p>Ao divulgar os dados, nesta terça-feira (16), os pesquisadores destacaram que, embora estejam conquistando espaço crescente, as mulheres e os negros em geral continuam sub-representados no alto escalão do serviço público. Segundo eles, os avanços, principalmente entre as mulheres, que, hoje, já ocupam perto de 40% dos cargos de direção, se intensificaram a partir de 2022, mas ainda não refletem a pluralidade da sociedade brasileira.</p>
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<p>A maior diversidade é constatada justamente em ministérios como o da Igualdade Racial e das Mulheres. Além disso, para os pesquisadores, as indicações de pessoas de fora do serviço público têm funcionado como um dos caminhos para mais diversidade, já que mulheres e pessoas negras aparecem com mais frequência entre os ocupantes recrutados externamente. Tipo de contratação que, segundo os pesquisadores, foi majoritária até por volta do ano de 2004, quando passou a cair consistentemente, principalmente devido a leis que passaram a exigir percentuais mínimos de servidores de carreira nas chefias.</p>
<p>Paradoxalmente, a constatação do impacto do recrutamento externo para oxigenar a burocracia estatal e acelerar o processo de promoção das igualdades de raça e gênero no serviço público se choca com o mito de que, para escalar o cume do setor, bastaria ter uma indicação política.</p>
<p>Segundo um dos estudos apresentados nesta terça-feira, <em>As Várias Faces da Burocracia Dirigente: Perfil da Alta Liderança na Administração Federal Brasileira</em>, no período analisado (1999-2025), o alto escalão do setor público federal foi majoritariamente ocupado por servidores públicos concursados. Estes eram 63% do pessoal lotado nos antigos cargos de Direção e Assessoramento Especial (DAS) nível 5 ou de Natureza Especial, como secretarias executivas ou especiais e presidências ou diretorias de entidades autárquicas, entre outros. Destes, 75% já tinham experiência prévia no setor público antes de assumir a função de direção; 86% completaram o ensino superior (embora apenas 10% tivessem pós-graduação) e 16% estavam formalmente filiados a um partido político.</p>
<p>Um segundo estudo, <em>Perda ou Circulação de Lideranças? Trajetórias dos Dirigentes Públicos Brasileiros na RAIS, 2009-2023</em>, demonstra que, quando se observa a duração de episódios em um órgão e cargo específicos, a permanência é mais curta: 57% duram até dois anos e 37% se encerram já no primeiro ano. A trajetória na liderança, porém, vai bem além disso. Entre as pessoas que assumem a direção, 79% seguem em posições dirigentes em outro órgão após dois anos, 55% após quatro e cerca de 20% depois de dez anos. Além disso, 80% dos servidores que deixam um cargo de direção continuam no setor público no ano seguinte. </p>
<p>Outro fato que chamou a atenção dos pesquisadores é que, no âmbito federal, 44% dos dirigentes que deixam um determinado órgão público retornam a ele em algum momento – fenômeno que os estudiosos apelidaram de “efeito bumerangue”.</p>
<p>“Esses índices demonstram que uma parte considerável do que é entendido como rotatividade corresponde, na verdade, à circulação dessas lideranças dentro do próprio Estado, com ganho de experiência acumulada”, apontam os estudos, sugerindo a existência de uma elite burocrática capaz de acumular memória institucional e profissionalizar a gestão tecnicamente. Até porque, em média, os ocupantes dos antigos cargos DAS-5 tinham, em média, oito anos e quatro meses de experiência prévia em cargos comissionais, e os de nível 6, nove anos e meio, evidenciando que, na maioria das vezes, a subida ao topo é gradual.</p>
<p>Coordenador-geral do projeto de pesquisa e autor do terceiro estudo, <em>Mobilidade Vertical e Trajetória dos Dirigentes na Burocracia do Executivo Federal</em>, o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Felix Lopez destacou a importância dos achados.</p>
<p>“Toda discussão sobre capacidade estatal passa, em algum momento, por sabermos quem governa a máquina pública e qual a lógica de seleção das pessoas que ocupam posições dirigentes”, afirmou Lopez. Para ele, os resultados dos três estudos indicam uma realidade muito mais complexa e, em muitos aspectos, interessantes, do que o senso comum pressupõe.</p>
<p>“No ponto mais alto da burocracia [federal] há um ponto de convergência entre as demandas da autoridade política e o funcionamento cotidiano do Estado”, acrescentou Lopez. “Geralmente, os debates sobre os cargos públicos transitam entre dois extremos. De um lado, a concepção dos cargos como um cimento de coalizão política e trocas partidárias, preenchidas por aliados sem experiência, em detrimento de eficiência e continuidade administrativa. No outro extremo, em especial no Executivo federal, celebra-se o mérito de uma burocracia essencialmente técnica e profissional que formula e implementa políticas independentemente de pressões políticas de plantão. O problema é que nenhuma dessas duas imagens se aproxima de uma realidade que é muito mais complexa.”</p>
<p>As versões finais dos três estudos apresentados hoje vão ser publicadas em breve em uma edição temática do Boletim de Análise Político-Institucional (Bapi) dedicada ao tema Dirigentes Públicos e Liderança Democrática no Brasil, que vai ser disponibilizado no <em>site</em> do Ipea.</p>
<p>De acordo com a responsável pela Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest), do Ipea, Luseni Aquino, as três análises se inserem em um amplo debate sobre lideranças e capacidades estatais no Brasil.</p>
<p>“Pessoas e lideranças são fundamentais na administração pública. Não só pelo seu papel na sustentação da máquina pública e dos processos de políticas públicas, mas também pelo seu potencial como atores de inovação e transformação do Estado. Acho que esta é uma chave cada vez mais relevante ao pensarmos gestão pública”, enfatizou Luseni.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/negros-e-mulheres-avancam-mas-topo-do-servico-publico-segue-desigual" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Obras no Cacau Pirêra avançam e moradores relatam fim de alagamentos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/obras-no-cacau-pirera-avancam-e-moradores-relatam-fim-de-alagamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 19:28:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Eduardo Braga voltou ao distrito do Cacau Pirêra, em Iranduba, nesta quinta-feira (1º), para fiscalizar o andamento das obras de infraestrutura na região. Esta foi a terceira visita do parlamentar ao local em 2026, reforçando o acompanhamento dos serviços e a cobrança pela conclusão das melhorias. As intervenções avançam com foco na solução [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Eduardo Braga voltou ao distrito do Cacau Pirêra, em Iranduba, nesta quinta-feira (1º), para fiscalizar o andamento das obras de infraestrutura na região. Esta foi a terceira visita do parlamentar ao local em 2026, reforçando o acompanhamento dos serviços e a cobrança pela conclusão das melhorias.</p>
<p>As intervenções avançam com foco na solução de um dos principais problemas históricos do distrito: os alagamentos causados pela deficiência no sistema de drenagem.</p>
<p>Durante anos, moradores conviveram com ruas tomadas pela lama e dificuldades de circulação, principalmente no período chuvoso. Agora, porém, os primeiros resultados começam a aparecer.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Moradores relatam melhorias após intervenções</h2>
<p>Segundo moradores, áreas que antes ficavam completamente alagadas já não registraram novos pontos de inundação durante a última chuva.</p>
<p>O comerciante William de Lima relatou a mudança na rotina da comunidade e os impactos positivos para o comércio local.</p>
<p>“Antes a gente estava numa situação delicada, muita lama, alagava tudo. Era muito difícil. Hoje a gente só tem a agradecer. Melhorou assim em questão de duas semanas, foi uma mudança muito grande. A gente saiu da lama. Agora está muito melhor, parou de alagar e a gente está vendo a obra avançar cada vez mais”, relatou.</p>
<p>Ele também destacou o reflexo direto na atividade comercial.</p>
<p>“Quando chovia e dava lama, eu perdi mais de 70% dos meus clientes. Agora, com essa melhoria, a expectativa é recuperar tudo de novo. Só tenho a agradecer.”</p>
<h2 class="wp-block-heading">Drenagem profunda e pavimento em concreto integram obra</h2>
<p>As equipes iniciaram a intervenção com a implantação da rede de drenagem profunda. Nesta fase, os trabalhadores fizeram escavações e instalaram tubulações ao longo das vias para corrigir os alagamentos históricos.</p>
<p>Na sequência, os serviços avançaram para a terraplanagem, construção da base estrutural e aplicação do pavimento em concreto rígido.</p>
<p>Diferentemente do asfalto, o concreto oferece maior durabilidade e resistência ao tráfego. Além disso, o material apresenta melhor desempenho em áreas com grande incidência de água, como o Cacau Pirêra.</p>
<p>Após a pavimentação, as equipes executam meio-fio, sarjetas e bocas de lobo, o que complementa o sistema de drenagem superficial.</p>
<p>Atualmente, cinco frentes de trabalho atuam simultaneamente no distrito. Até agora, cerca de um quilômetro de obras já foi executado entre drenagem, pavimentação e infraestrutura complementar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Eduardo Braga destaca avanço e reforça compromisso</h2>
<p>Durante a visita, Eduardo Braga destacou o avanço das obras e reafirmou o compromisso com a população do distrito.</p>
<p>“Estamos aqui acompanhando essa obra que já tem mais uma etapa concluída. Corrigimos a rede de drenagem, que era o principal problema, e estamos avançando com a pavimentação em concreto. Palavra dada é palavra cumprida. Estamos caminhando e melhorando a vida da população”, afirmou o senador.</p>
<p>Além disso, o parlamentar afirmou que seguirá acompanhando cada etapa até a conclusão dos serviços e garantiu a continuidade de investimentos para ampliar as melhorias no distrito.</p>
<p>A expectativa é que novas ruas sejam entregues nas próximas semanas. Com isso, moradores aguardam a consolidação de uma mudança esperada há anos, principalmente no combate à lama e aos alagamentos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1777663738_407_Obras-no-Cacau-Pirera-avancam-e-moradores-relatam-fim-de.jpeg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-463459"  /></p>
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		<title>Obras do complexo viário Passarão avançam na Zona Oeste de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/obras-do-complexo-viario-passarao-avancam-na-zona-oeste-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 21:55:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), avança com ritmo intenso nas obras do complexo viário Passarão. O projeto, considerado um dos mais importantes da mobilidade urbana da capital, ultrapassa 25 mil metros quadrados e vai transformar o tráfego na zona Oeste. Além disso, a intervenção promete reorganizar a circulação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), avança com ritmo intenso nas obras do complexo viário Passarão. O projeto, considerado um dos mais importantes da mobilidade urbana da capital, ultrapassa 25 mil metros quadrados e vai transformar o tráfego na zona Oeste.</p>
<p>Além disso, a intervenção promete reorganizar a circulação viária com uma estrutura moderna e de grande porte, ampliando a fluidez e a segurança no trânsito.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estrutura terá três níveis e novas conexões viárias</h2>
<p>O complexo viário será implantado em três níveis distintos: trincheira subterrânea, via em superfície e um elevado de 276 metros. O projeto inclui ainda uma trincheira adicional de 266 metros e uma rotatória totalmente reconfigurada.</p>
<p>Dessa forma, a proposta busca melhorar a organização do tráfego e reduzir pontos de congestionamento na região.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Obra fica em ponto estratégico da cidade</h2>
<p>A intervenção está localizada no cruzamento das avenidas Brasil e Coronel Teixeira, um dos principais eixos viários de Manaus. Assim, o projeto conecta diretamente os bairros Compensa, Santo Agostinho e Nova Esperança.</p>
<p>Com isso, o complexo será o quarto viaduto entregue pela atual gestão, que já executou obras de mobilidade nas zonas Norte, Leste e Centro-Sul.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Etapas incluem demolição e preparação do solo</h2>
<p>Nesta fase, as equipes realizam a demolição de estruturas existentes para a criação de desvios. Além disso, também executam remoção de meio-fio e calçadas.</p>
<p>Paralelamente, os trabalhos avançam com aterro, compactação do solo e aplicação de concreto rolado, etapa essencial para garantir a base da nova estrutura. Ao mesmo tempo, seguem as vistorias técnicas e sondagens, que asseguram a qualidade e a durabilidade da obra.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prefeitura destaca impacto na mobilidade urbana</h2>
<p>O secretário municipal de Infraestrutura, Madson Lino, destacou a importância do empreendimento para a cidade.</p>
<p>“Estamos executando uma obra que vai mudar definitivamente a mobilidade da zona Oeste. Cada etapa é conduzida com rigor técnico e planejamento, seguindo a determinação do prefeito Renato Junior de entregar soluções modernas, seguras e eficientes. O complexo viário Passarão não é apenas uma obra de trânsito, é um investimento direto na qualidade de vida da população”, explica Madson Lino.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto integra pacote de mobilidade da capital</h2>
<p>O complexo viário Passarão faz parte de um conjunto de ações estruturantes voltadas à mobilidade urbana em Manaus. Assim, a proposta busca reduzir congestionamentos, melhorar o fluxo de veículos e ampliar a segurança de motoristas, pedestres e usuários do transporte público.</p>
<p>Por fim, a iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Manaus com a modernização da infraestrutura urbana e com um modelo de mobilidade mais eficiente e sustentável.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Obras do Complexo Viário Passarão avançam com sondagem do solo na avenida Coronel Teixeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:14:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus iniciou uma nova etapa do projeto do Complexo Viário Passarão, com os serviços de sondagem do solo na avenida Coronel Teixeira, no bairro Nova Esperança, zona Oeste da capital. A atividade começou na sexta-feira (13/03) e integra os estudos técnicos necessários para a execução da obra. Os trabalhos são realizados por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus iniciou uma nova etapa do projeto do Complexo Viário Passarão, com os serviços de sondagem do solo na avenida Coronel Teixeira, no bairro Nova Esperança, zona Oeste da capital. A atividade começou na sexta-feira (13/03) e integra os estudos técnicos necessários para a execução da obra.</p>
<p>Os trabalhos são realizados por equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Manaus (Seminf), responsável pelo planejamento e execução das obras de infraestrutura da cidade. A sondagem consiste na perfuração do solo para análise das características do terreno, como composição, resistência e profundidade das camadas.</p>
<p>Essas informações são utilizadas por engenheiros para definir as soluções estruturais mais adequadas para a construção do complexo viário.</p>
<p>De acordo com o vice-prefeito e secretário municipal de Obras, Renato Junior, a etapa é fundamental para garantir que o projeto seja executado com segurança e planejamento.</p>
<p>“Estamos nas primeiras fases desse grande projeto, que começa justamente com os estudos técnicos necessários para garantir uma obra segura e eficiente. A sondagem do solo permite que nossas equipes planejem cada detalhe da intervenção. A gestão do prefeito David Almeida segue investindo em projetos que vão transformar a mobilidade urbana da nossa cidade, e o complexo viário Passarão será mais um marco importante para Manaus”, afirmou Renato Junior.</p>
<p>Segundo a prefeitura, o Complexo Viário Passarão faz parte de um conjunto de obras estruturantes voltadas para melhorar a mobilidade urbana na capital. A expectativa é que a intervenção contribua para reduzir congestionamentos, aumentar a segurança no trânsito e melhorar o fluxo de veículos na zona Oeste da cidade.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mudanças no trânsito</h2>
<p>Por causa do avanço dos trabalhos na avenida Coronel Teixeira, o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) informou que uma nova etapa de intervenções viárias será iniciada nos próximos dias na região.</p>
<p>Durante esse período, o retorno localizado na avenida Coronel Teixeira, no sentido de quem trafega da região do DB Ponta Negra em direção ao bairro Ponta Negra, será interditado.</p>
<p>Como alternativa, o órgão implantará um novo ponto de retorno no semáforo próximo ao DB da Ponta Negra, onde atualmente não há essa possibilidade de conversão.</p>
<p>Agentes de trânsito estarão no local para orientar os motoristas durante o período de adaptação às mudanças. O instituto orienta que os condutores redobrem a atenção à sinalização provisória e sigam as orientações para garantir a segurança e a fluidez no trânsito da área.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Prefeitura divulga 192 contemplados do Morar Melhor 13 em Manaus</p>
<p>Castramóvel abre agendamento nesta segunda no Shopping Ponta Negra; confira</p>
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		<title>Obras na avenida Autaz Mirim avançam para fase de reaterro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/obras-na-avenida-autaz-mirim-avancam-para-fase-de-reaterro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 12:51:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus avançou para a fase de reaterro nas obras da avenida Autaz Mirim, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste da capital. A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) executa os serviços de forma contínua neste domingo (8), dentro do cronograma emergencial de recuperação viária. Nesta etapa, as equipes aplicam cerca de cem carradas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Prefeitura de Manaus avançou para a fase de reaterro nas obras da avenida Autaz Mirim, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste da capital. A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) executa os serviços de forma contínua neste domingo (8), dentro do cronograma emergencial de recuperação viária.</p>
<p>Nesta etapa, as equipes aplicam cerca de cem carradas de barro. O objetivo é nivelar o trecho afetado e preparar a base para a nova pavimentação asfáltica. Antes disso, a prefeitura substituiu os tubos antigos por estruturas de concreto armado, mais resistentes e adequadas ao grande volume de águas pluviais.</p>
<p>Além disso, as condições climáticas favoráveis permitiram acelerar os trabalhos. Por isso, as equipes atuam inclusive aos fins de semana. O prefeito em exercício e secretário de Obras, Renato Junior, destacou o empenho dos trabalhadores e a prioridade da gestão em devolver a via à população com segurança.</p>
<p>As intervenções se tornaram necessárias após danos provocados por construções irregulares sobre a rede de drenagem e pelo descarte inadequado de lixo. Esses fatores comprometeram o sistema e agravaram os transtornos durante o período chuvoso.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a obra inclui contenção de talude com rip-rap, implantação de nova drenagem superficial, meio-fio, sarjeta, calçada e uma nova caixa coletora. Assim, o sistema passa a garantir o escoamento correto da água e prevenir novos danos.</p>
<p>Por fim, a Seminf seguirá atuando até a conclusão total dos serviços. A meta é devolver a avenida Autaz Mirim totalmente recuperada, segura e com trafegabilidade restabelecida para motoristas, pedestres e moradores da região.</p>
</div>
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