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	<title>avanços Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>avanços Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/infeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-falta-de-recursos-ameaca-avancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 22:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à Aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento.   Em todo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à Aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Infeccoes-e-mortes-por-HIV-caem-mas-falta-de-recursos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento.  </p>
<p>Em todo o mundo foram registradas 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 2010. Já o número de mortes por Aids no ano passado chegou a 570 mil.</p>
<p>Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% em resposta a esse aumento.</p>
<p>O relatório foi divulgado antes da abertura da 26ª Conferência Internacional de Aids, maior evento global sobre a doença, que começou nesta segunda-feira (27) no Rio de Janeiro. Esta é a primeira edição da conferência no Brasil.</p>
<h2>Fim da pandemia de Aids</h2>
<p>A diretora-executiva da Unaids Winnie Byanyima ressaltou que o fim da epidemia de Aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia pré-exposição (Prep) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses. </p>
<p>“Essa é uma das maiores oportunidades que nós temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a Aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles”, enfatizou. </p>
<p>A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à prep injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a Aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas ha algumas semanas. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Infeccoes-e-mortes-por-HIV-caem-mas-falta-de-recursos.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/07/2026 – A diretora-executiva do UNAIDS e subsecretária-geral das Nações Unidas, Winnie Byanyima, na coletiva de imprensa de abertura da 26° Conferência Internacional de AIDS.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p>A diretora-executiva do Unaids e subsecretária-geral das Nações Unidas, Winnie Byanyima, na coletiva de imprensa de abertura da 26° Conferência Internacional de AIDS. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</p>
<p>“Isso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais”, ressalvou Winnie. </p>
<p>“A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa fazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nós escolheremos acabar com a Aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 2 milhões de novas infecções, e 1,3 bilhão de mortes relacionadas com à Aids”, complementou a diretora-geral da Unaids.</p>
<p>O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. </p>
<p>Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o <em>Overseas Development Assistance </em>(ODA) caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.</p>
<p>Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.</p>
<h2>Estigmatização</h2>
<p>Outro aspecto destacado pela Unaids é o recrudescimento da discriminacao contra pessoas LGBTI+ e populações vulneráveis, como trabalhadores sexuais e usuários de entorpecentes. Pela primeira vez, a criminalização de pessoas que se relacionam com outras do mesmo sexo aumentou em 2025 ao invés de diminuir, chegando a 66 países. </p>
<p>A organização também identificou 14 países que criminalizam pessoas trans, além de 168 países onde diferentes aspectos do trabalho sexual são proibidos, e 152 que punem a posse de pequenas quantidades de drogas. </p>
<p>“Quando as pessoas temem a prisão, a violência, a discriminação, o estigma, elas evitam os serviços de saúde. O HIV se espalha quando direitos são negados. Os direitos humanos não estão separados da resposta ao HIV, eles são a resposta ao HIV” destacou a diretora-executiva da Unaids. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/infeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-falta-de-recursos-ameaca-avancos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>ECA completa 36 anos entre avanços e desafios para proteger crianças</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/eca-completa-36-anos-entre-avancos-e-desafios-para-proteger-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 00:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil comemorou nesta segunda-feira (13) os 36 anos da Lei 8.069, que instituiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A data abre a semana dedicada à legislação e estimula debates sobre políticas públicas voltadas às crianças e aos adolescentes. O ECA foi uma das primeiras leis aprovadas após a Constituição de 1988 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil comemorou nesta segunda-feira (13) os 36 anos da Lei 8.069, que instituiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A data abre a semana dedicada à legislação e estimula debates sobre políticas públicas voltadas às crianças e aos adolescentes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/ECA-completa-36-anos-entre-avancos-e-desafios-para-proteger.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O ECA foi uma das primeiras leis aprovadas após a Constituição de 1988 e consolidou o princípio da prioridade absoluta à proteção de crianças e adolescentes. Em situações específicas previstas na legislação, algumas medidas podem se estender até os 21 anos.</p>
<p>“Por causa do ECA, a gente consegue enxergar crianças e adolescentes como sujeitos de direitos”, resume a assistente social Andressa Ferreira Cândido, que trabalha na Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Paraná, onde promove clubes de leitura junto a adolescentes que estão internados no sistema socioeducativo do estado.</p>
<p>Segundo a especialista, há motivos para comemorar os 36 anos do ECA. Desde sua criação, o país reduziu a mortalidade infantil, universalizou o acesso ao ensino fundamental, aperfeiçoou as regras de adoção e estruturou uma rede nacional de conselhos tutelares eleitos pela população.</p>
<h2>Conquistas e lacunas</h2>
<p>Está incompleta, no entanto, a travessia para que crianças e adolescentes tenham garantidos e respeitados todos os seus direitos, pondera Maurício Cunha, presidente executivo do ChildFund Brasil, ONG com sede nos Estados Unidos e que tem como missão apoiar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>“Houve grandes avanços, mas quando a gente olha para os desafios, a gente vê que eles também cresceram muito”, lamenta o presidente do ChildFund Brasil.</p>
<p>“Andamos menos que deveríamos. Por exemplo, o tema do orçamento da criança adolescente: não temos o monitoramento do orçamento da criança. Não conseguimos mensurar o quanto que a gente consegue que está sendo investido de fato na criança e no adolescente, porque isso está espalhado em diversas rubricas, na saúde, na assistência social e na educação”, assinala Cunha que é especialista em política pública e defende a ampliação da oferta de creches. “Um terço das crianças ainda não tem acesso a creche.”</p>
<h2>Retrocessos e riscos digitais</h2>
<p>Para o presidente do ChildFund Brasil, além de faltar alguns passos na efetivação de direitos previstos no ECA, há retrocessos e novos riscos graves como à exposição à violência, ao abuso sexual e ao <em>bullying</em>.</p>
<p>“Tem um tema que eu afirmo que a gente regrediu. É o tema das violências, seja a violência física, psicológica ou sexual. Digo que houve regressão porque houve nesse período o advento da internet. Você tem centenas de milhares de criminosos navegando na rede, criando redes de pedofilia, acessando sites, trocando imagens, se passando por criança.”</p>
<p>Para Maurício Cunha, “o ECA digital, recentemente instituído, aponta caminhos para a melhoria. Ele traz um potencial grande de melhora ao responsabilizar as <em>big techs</em>. Ao impor mecanismos, por exemplo, de verificação de idade. Então, é um avanço significativo.”</p>
<p>Em sua percepção, “o ECA Digital precisa ser melhor regulamentado. Por exemplo, a gente ainda não sabe como vão funcionar esses mecanismos de verificação de idade.”</p>
<h2>Maioridade penal</h2>
<p>Além dos desafios do mundo virtual, o país ainda enfrenta problemas históricos, como o envolvimento de adolescentes em atos infracionais e a consequente internação no sistema socioeducativo. “O sistema é muito oneroso. Um menino parar nessa condição, chegar a essa condição, é a falência da sociedade”, lamenta.</p>
<p>“Mais importante seria trabalhar com políticas públicas eficazes, com o fortalecimento das capacidades protetivas familiares, e a prevenção para que um menino não precise chegar a qualquer forma de encarceramento.”</p>
<p>Para a assistente social Andressa Ferreira Cândido a “internação” no sistema socioeducativo, sob a responsabilidade do Estado, “tem estrutura de privação de liberdade, que é muito semelhante ao sistema penitenciário.”</p>
<p>Cândido estranha quem defenda a prisão de adolescente e a redução da maioridade penal. Segundo ela, o risco é de serem recrutados por facções criminosas. “Indo para o sistema prisional comum, esse adolescente de 16, 17 anos, ele vai estar em contato com pessoas mais velhas, que vão utilizá-los. Eles vão acabar sendo aviãozinho dentro das penitenciárias.”<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/eca-completa-36-anos-entre-avancos-e-desafios-para-proteger-criancas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Rick Azevedo acredita que vitória contra 6&#215;1 permitirá mais avanços</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/rick-azevedo-acredita-que-vitoria-contra-6x1-permitira-mais-avancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 19:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Catalisador do movimento nacional pelo fim da semana com seis dias de trabalho e um de folga, a escala 6&#215;1, o vereador do Rio de Janeiro Rick Azevedo (Psol) comemorou a aprovação, pela Câmara dos Deputados, da proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca extinguir essa modalidade de trabalho. “[A proposta] passar na Câmara como passou, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Catalisador do movimento nacional pelo fim da semana com seis dias de trabalho e um de folga, a escala 6&#215;1, o vereador do Rio de Janeiro Rick Azevedo (Psol) comemorou a aprovação, pela Câmara dos Deputados, da proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca extinguir essa modalidade de trabalho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Rick-Azevedo-acredita-que-vitoria-contra-6x1-permitira-mais-avancos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“[A proposta] passar na Câmara como passou, com uma votação praticamente unânime [é sinal de que], com certeza, vamos conseguir passar no Senado”, avaliou Azevedo ao se referir, nas redes sociais, ao resultado da votação em dois turnos realizada nesta quinta-feira (28).</p>
<p>No segundo turno, a PEC recebeu 461 votos favoráveis e apenas 19 contrários. Apresentado pelo relator, Leo Prates (Republicanos-BA), o texto estabelece a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem perda salarial. A proposta ainda garante duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. O texto agora vai ser analisado pelo Senado.</p>
<p>&gt;&gt; Saiba como votaram os deputados na PEC que acaba com a escala 6&#215;1</p>
<p>Azevedo incentivou seus seguidores a continuarem pressionando a classe política, e principalmente os senadores, a aprovarem a proposta. E afirmou que entidades sindicais e movimentos sociais vão pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a agilizar o debate do tema na Casa.</p>
<p>“Vamos com tudo para cima do Alcolumbre. Não adianta quem quer que seja acreditar que vai conseguir enterrar nossa vitória na Câmara. Não vai!”, afirmou o vereador, manifestando confiança. “Tenho certeza de que esta vitória, esta luta, vai abrir portas para outras conquistas”.</p>
<p>Nascido em Tocantins, Rick Azevedo, de 32 anos, mudou-se para a capital fluminense há mais de uma década em busca de melhores condições de vida.</p>
<p>Trabalhou como auxiliar de serviços gerais, vendedor e frentista, mas foi como balconista de farmácia que sua vida deu uma guinada. Em setembro de 2023, Azevedo tornou-se nacionalmente conhecido após gravar um vídeo no qual desabafava sobre as consequências pessoais de um cenário comum à maioria dos trabalhadores brasileiros: jornadas longas e irregulares; baixos salários e falta de tempo para o lazer e o descanso.</p>
<p>“É uma escravidão moderna. Moderna não, ultrapassada”, argumentou o então balconista no vídeo, que viralizou e pautou intensos debates públicos sobre jornadas de trabalho, distribuição equitativa dos resultados obtidos com os avanços tecnológicos, a importância do tempo para o autocuidado e outros aspectos associados ao mundo laboral.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Rick-Azevedo-acredita-que-vitoria-contra-6x1-permitira-mais-avancos.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília-DF – 15/04/2026 – Reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para leitura do relatório do deputado Paulo Azi da proposta de emenda à Constituição (PEC 221/2019) que reduz a jornada de trabalho a 36 horas. A oposição pediu vistas.  ( Deputadas, Erika Hilton, Maria do rosário, deputado Reinaldo Lopes e o vereador, Rick Azevedo). Foto: Lula Marques/ Agência Brasil." title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Deputadas Erika Hilton e Maria do rosário, deputado Reinaldo Lopes e o vereador, Rick Azevedo. Foto: Lula Marques/Agência Brasil.</h6>
</p>
<h2>Movimento Vida Além do Trabalho</h2>
<p>Do debate, surgiu o movimento Vida Além do Trabalho (VAT), que recolheu mais de 3 milhões de assinaturas de apoio ao fim da escala 6&#215;1. A ideia foi rapidamente encampada por políticos do campo progressista, como a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP), e pelo governo federal.</p>
<p>Em abril de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional, com urgência, o projeto de lei para reduzir o limite da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem perdas salariais.<br /> <br />Com a popularidade, em 2024, Azevedo elegeu-se vereador na cidade do Rio de Janeiro. Obteve 29.364 votos, tendo sido o candidato mais bem votado de seu partido.  </p>
<p>&#8220;Em 2023, me perguntei [no vídeo] quando a classe trabalhadora iria revolucionar esse país. Três anos depois, aqui estamos. Através de muita luta [&#8230;] conquistamos na Câmara a aprovação do maior direito trabalhista desde 1988&#8221;, escreveu Azevedo, ontem, em suas redes sociais, pouco após a Câmara aprovar a PEC. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1780083689_584_Rick-Azevedo-acredita-que-vitoria-contra-6x1-permitira-mais-avancos.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 25/02//2025  - Deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), parlamentares aliados e signatários, juntamente com representantes do Movimento Vida Além do Trabalho, durante coletiva à imprensa após protocolarem a PEC contra a Escala 6x1 . Foto: Lula Marques/Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), parlamentares aliados e signatários, juntamente com representantes do Movimento Vida Além do Trabalho, durante coletiva à imprensa após protocolarem a PEC contra a Escala 6&#215;1 . Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/rick-azevedo-acredita-que-vitoria-contra-6x1-permitira-mais-avancos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Estudo aponta avanços na educação infantil em linguagem e matemática</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-aponta-avancos-na-educacao-infantil-em-linguagem-e-matematica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 22:14:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As redes municipais de ensino, responsáveis pela gestão da educação infantil, adotam mais estratégias em letramento e experiências com a linguagem do que com a matemática. Os dados são do relatório Percepções e Desafios da Educação Infantil Pública e revelam que, enquanto quase metade (48%) dos municípios adota estratégias de letramento matemático na educação infantil, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As redes municipais de ensino, responsáveis pela gestão da educação infantil, adotam mais estratégias em letramento e experiências com a linguagem do que com a matemática. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Estudo-aponta-avancos-na-educacao-infantil-em-linguagem-e-matematica.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são do relatório <em>Percepções e Desafios da Educação Infantil Pública</em> e revelam que, enquanto quase metade (48%) dos municípios adota estratégias de letramento matemático na educação infantil, o avanço é maior quando se trata de práticas voltadas à linguagem e à cultura escrita, presentes em 76% dos municípios.</p>
<p>O levantamento revela ainda que 20% das secretarias municipais de educação dizem não contar com esse tipo de iniciativa para a primeira infância.</p>
<p>Concluído no final do ano passado, o relatório foi divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Itaú Social em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O diagnóstico detalha a realidade, os avanços e os gargalos da primeira etapa da educação básica no Brasil.</p>
<p>A pesquisa contou com a participação de 2.712 redes municipais de ensino (49% do total do país). Em cada região a pesquisa cobriu cerca de metade dos municípios, exceto no Norte (cobertura de 62%) e no Sudeste (cobertura de 33%).</p>
<p>Outro dado que chama a atenção é que 23% das prefeituras não sabem dizer se unidades conveniadas da pré-escola também adotam essas estratégias de letramento em matemática e linguagem. As conveniadas são unidades parceiras, contratadas quando o município precisa de agilidade para atender demandas locais por vagas.</p>
<p>A gerente de Desenvolvimento e Soluções do Itaú Social, Sonia Dias, aponta para a necessidade de mecanismos de acompanhamento, apoio técnico e padronização mínima para evitar desigualdades educacionais dentro da mesma rede de ensino.</p>
<p>“Não quer dizer que, no município, estão criando duas redes de ensino paralelas. Mas, torna-se ainda mais importante o papel das secretarias de educação no acompanhamento do atendimento que é oferecido pelas redes conveniadas, assim como elas [secretarias] fazem nas suas próprias redes”, reforçou Sonia Dias.</p>
<h2>Rotina consolidada</h2>
<p>Sobre as Secretarias Municipais de Educação, a publicação aponta que:</p>
<ul>
<li>62% das redes apoiam as escolas no contato das crianças com a natureza e o meio ambiente;</li>
<li>58% oferecem formação continuada focada no desenvolvimento infantil;</li>
<li>56% realizam ações ativas para garantir o acesso e a permanência dos alunos.</li>
</ul>
<p>O presidente nacional da Undime e secretário de Educação de Nova Odessa (SP), Luiz Miguel Martins Garcia, reitera que a educação infantil é etapa decisiva da trajetória educacional que impacta toda a vida escolar e social das crianças.</p>
<p>“As redes municipais precisam planejar políticas públicas para a primeira infância que considerem a escuta da comunidade escolar, a análise das desigualdades de cada território e o compromisso permanente com a garantia do direito à educação de qualidade.”</p>
<h2>Regime de colaboração</h2>
<p>O estudo mostra também que 67% das redes municipais recebem algum apoio da respectiva secretaria estadual de educação para educação infantil, principalmente para as formações e apoios técnicos.</p>
<p>Porém, um terço dos municípios não recebe qualquer suporte da Secretaria Estadual para educação infantil. As principais necessidades apontadas são: apoio financeiro, formações e doação e/ou empréstimo de materiais didáticos.</p>
<p>Para a gerente Sonia Dias, a coordenação feita pela União, estados e municípios ainda precisa avançar para reduzir desigualdades regionais e apoiar redes menores e mais vulneráveis, em regime de colaboração.</p>
<p>Ela chama à responsabilidade os estados, para que distribuam seus recursos para apoiar municípios com necessidades mais específicas de financiamento e de assessoria técnica. </p>
<p>A especialista ainda citou iniciativas no âmbito federal como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e o Programa Dinheiro Direto na Escola.</p>
<p>“Além do repasse do recurso, é fundamental que escolas, municípios e secretarias de educação também possam ter acesso à assistência técnica e orientação sobre o uso desses recursos.”</p>
<h2>Organização pedagógica</h2>
<p>A maior parte dos municípios (63%) adota a matriz curricular estadual, em regime de colaboração na etapa infantil; 34% adotam um currículo próprio dentro de sala de aula; e 2% não têm currículo para educação infantil.</p>
<p>Na pré-escola, 78% dos municípios adaptaram o Projeto Político-Pedagógico (PPP) às diretrizes adotadas. O PPP é o documento que orienta a organização pedagógica de cada escola, define seus objetivos, metas e a forma como as diretrizes educacionais serão implementadas na prática.</p>
<p>Entre as secretarias municipais de educação que têm um PPP, 37% relatam dificuldades na adequação deste plano às normas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).</p>
<p>Na pré-escola conveniada, o não alinhamento do PPP ao currículo ocorre em maior número em comparação à rede direta.</p>
<p>“Todas as unidades de educação daquele município devem seguir o PPP ou o plano municipal de educação para ter a mesma diretriz curricular, com a supervisão da secretaria de educação”, defendeu Sonia Dias.</p>
<h2>Transição para o ensino fundamental</h2>
<p>De acordo com o relatório, a transição das crianças da pré-escola para o 1º ano do ensino fundamental ainda se mostra fragilizada.</p>
<p>O estudo revela que 17% das redes não realizam nenhum planejamento articulado entre as duas etapas e 13% não adotam estratégias de transição elementares, como o uso de portfólios de acompanhamento.</p>
<p>O relatório aponta dificuldades para fazer a passagem de um ambiente focado nas brincadeiras e interações, como na educação infantil, para um ambiente com maior rotina de conteúdos, como os anos iniciais do ensino fundamental.</p>
<p>As maiores dificuldades estão associadas a ações de acolhimento e gestão que orientem sobre o processo de transição.</p>
<p>A gerente do Itaú Social, Sonia Dias, explica que a falta de continuidade pedagógica entre essas duas etapas pode fragilizar significativamente o percurso educacional da criança, por exemplo, gerando traumas, resistência escolar e atrasos no processo de alfabetização.</p>
<p>“Esses processos de transição ajudam a facilitar esse momento que a criança vai acabar lidando na continuidade do seu percurso escolar. Se ela tiver um processo cuidadoso e acolhedor, vai facilitar sua transição de uma etapa para outra e, muitas vezes, de uma escola para outra.”</p>
<h2>Infraestrutura deficitária</h2>
<p>O estudo também ouviu os dirigentes municipais sobre os três principais desafios na gestão da educação infantil. A infraestrutura física inadequada das unidades de ensino lidera as respostas dos entrevistados, apontada por 23%.</p>
<p>As queixas envolvem repasses para manutenção e funcionamento das creches e pré-escolas, falta de recursos ou investimentos escassos em infraestrutura, aquisição de materiais pedagógicos e na ampliação de vagas em creches.</p>
<h2>Inclusão e diversidade</h2>
<p>Outro entrave pedagógico descrito por 15% dos gestores da educação ouvidos na pesquisa é a inclusão de crianças com deficiência e ou neurodivergências.</p>
<p>O estudo sugere que políticas de expansão do acesso à educação infantil precisam ser acompanhadas de estratégias de qualificação dos ambientes, que envolvem acessibilidade arquitetônica, compra de materiais adaptados e consolidação de práticas inclusivas no cotidiano para garantir condições efetivas de aprendizagem deste público.</p>
<p>“Dependendo da deficiência apresentada, a criança pode ter a necessidade de ser acompanhada de um auxiliar para fazer esse atendimento e dar apoio ao professor em sala de aula. Isso demanda recursos, infraestrutura e onera bastante os municípios, que estão empenhados em fazer esse atendimento especializado com qualidade, mas eles precisam muito de apoio e de recursos.”</p>
<p>Na oferta educacional para populações historicamente vulnerabilizadas, apenas 28% das secretarias municipais conseguem implementar propostas voltadas para as modalidades de educação do campo, indígena e quilombola.</p>
<h2>Formação continuada</h2>
<p>Dentre os maiores desafios das redes municipais de ensino na educação infantil, destacam-se:</p>
<ul>
<li>falta de formação adequada para professores e gestores escolares sobre o desenvolvimento infantil;</li>
<li>falta de equipes para ministrar formações continuadas;</li>
<li>baixa adesão de profissionais nas formações continuadas oferecidas;</li>
</ul>
<p>Ainda sobre a formação docente, a pesquisa revela que temáticas com frequência mensal estão mais relacionadas ao âmbito pedagógico. Já as formações com temas de inclusão e diversidade são trabalhadas semestralmente.</p>
<p>Apesar das formações continuadas ocorrerem majoritariamente no formato bimestral ou mensal, 20% das redes de ensino não oferecem qualquer tipo de formação às suas unidades conveniadas ou esta formação tem duração menor, se comparada às unidades próprias.</p>
<p>A especialista Sonia Dias reforça a necessidade de políticas que garantam formação continuada incluindo as unidades conveniadas, inclusive para corrigir deficiências da formação inicial dos docentes, sobretudo pelo alto número de professores formados exclusivamente no ensino a distância (EAD), com pouca carga horária dentro da escola</p>
<p>“A formação continuada é necessária. Mas que esta possa ter mais de aprofundamento e não seja somente para compensar a formação inicial deficiente, quando for o caso”.</p>
<h2>Expansão do Tempo integral</h2>
<p>O relatório conclui que as políticas públicas nacionais, que antes focavam apenas na abertura de vagas, precisam urgentemente ser substituídas por políticas de qualificação dos ambientes.</p>
<p>Os recortes sobre o gerenciamento de novas vagas em creches e a expansão do tempo integral na educação infantil aparecem empatados com 8% das menções sobre os principais desafios na gestão da educação nos municípios brasileiros.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-05/estudo-aponta-avancos-na-educacao-infantil-em-linguagem-e-matematica" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Em carta, indígenas veem avanços, mas cobram demarcações e proteção</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/em-carta-indigenas-veem-avancos-mas-cobram-demarcacoes-e-protecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os representantes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), entidade que coordena o Acampamento Terra Livre em Brasília (DF), levaram, nesta quinta-feira (9), para a Secretaria-Geral da Presidência e para o Ministério das Minas e Energia, uma carta de sete páginas que reconhece avanços nas políticas públicas, mas que traz reclamações sobre a demora nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os representantes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), entidade que coordena o Acampamento Terra Livre em Brasília (DF), levaram, nesta quinta-feira (9), para a Secretaria-Geral da Presidência e para o Ministério das Minas e Energia, uma carta de sete páginas que reconhece avanços nas políticas públicas, mas que traz reclamações sobre a demora nas demarcações dos territórios. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Em-carta-indigenas-veem-avancos-mas-cobram-demarcacoes-e-protecao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&gt;&gt; Confira a carta entregue ao governo</p>
<p>Com o título de “Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”, o documento aponta que o atual governo foi construído com apoio do movimento indígena para “reconstruir condições de institucionalidade e democracia”.</p>
<p>“É preciso reconhecer que houve mudanças importantes neste período”, diz.</p>
<p>Entre essas mudanças, foram citadas a criação do Ministério dos Povos Indígenas, a presença de autoridades indígenas em posições de destaque no Poder Público e a reconstrução de espaços de diálogo. </p>
<p>No entanto, os representantes consideram que as ações ainda estão aquém do necessário.</p>
<p>“Reconhecemos avanços, mas eles ainda não respondem à urgência histórica nem à dívida do Estado brasileiro com os nossos povos”.</p>
<h2>Cenário de violência</h2>
<p>Os indígenas dizem que há um cenário de aumento de invasão dos territórios, violência e criminalização de povos, lideranças e organizações indígenas. </p>
<p>“Houve reconstrução de parte da institucionalidade e mudanças no discurso, mas a proteção concreta dos territórios e da vida dos povos indígenas ainda precisa ganhar consistência e continuidade”, afirma a carta.</p>
<p>Os indígenas argumentam que os direitos às políticas públicas são obrigações permanentes do Estado. </p>
<p>A carta cobra medidas para seis áreas: “demarcação e proteção dos territórios”, “consulta, participação e autodeterminação”, “orçamento e governança permanente”, “vida, segurança e bem viver”, “clima, transição ecológica e vedação à espoliação”, “memória, reparação e futuro dos povos”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/em-carta-indigenas-veem-avancos-mas-cobram-demarcacoes-e-protecao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Prêmio Finep de Inovação mostra avanços na regionalização dos recursos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/premio-finep-de-inovacao-mostra-avancos-na-regionalizacao-dos-recursos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 12:10:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, celebrou na tarde de dessa terça-feira (17) a edição 2025 do Prêmio Finep de Inovação, retomado após uma década.  A cerimônia, realizada em Brasília, apresentou 40 projetos destacados entre os que receberam recursos da empresa pública nos anos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, celebrou na tarde de dessa terça-feira (17) a edição 2025 do Prêmio Finep de Inovação, retomado após uma década. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Premio-Finep-de-Inovacao-mostra-avancos-na-regionalizacao-dos-recursos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A cerimônia, realizada em Brasília, apresentou 40 projetos destacados entre os que receberam recursos da empresa pública nos anos de 2023 e 2024.</p>
<p>Com nove categorias e um prêmio especial, a cerimônia apresentou vencedores distribuídos nas cinco regiões do país, com presença de empresas privadas e de projetos nascidos ou em operação em universidades públicas federais.</p>
<p>“Os projetos vencedores mostram que a ciência, tecnologia e inovação devem estar no centro de um Brasil mais justo, sustentável e soberano”, afirmou a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.</p>
<p>“Este prêmio dialoga diretamente com a Nova Indústria Brasil, destacando missões, como agricultura sustentável, saúde, bioeconomia, transformação digital, defesa e descarbonização”, destacou a ministra.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Premio-Finep-de-Inovacao-mostra-avancos-na-regionalizacao-dos-recursos.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 11/03/2026 - A ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participa do programa Bom dia, ministra. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></p>
<p>A ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou que os projetos premiados &#8220;mostram que a ciência, tecnologia e inovação devem estar no centro de um Brasil mais justo&#8221;. Foto-arquivo: Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</p>
<h2>Premiados</h2>
<p>Os dez vencedores foram selecionados a partir de 116 projetos apoiados recentemente pela Finep. A avaliação considerou a qualidade de apresentação dos projetos, seu potencial de inovação, o impacto ao resolver problemas e gerar benefícios sociais.</p>
<p>Gabriel Inhamuns, gestor Comercial e de Marketing do Grupo Klar, uma das iniciativas premiadas, disse à Agência Brasil que o apoio da Finep foi um divisor de águas para transformar a Nuclearis &#8220;de uma solução promissora em uma realidade no mercado brasileiro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mais do que o aporte financeiro, que foi fundamental para investirmos em infraestrutura de dados e na contratação de pesquisadores especializados, a Finep nos trouxe credibilidade institucional, destacou Gabriel.</p>
<p>“Ganhar um prêmio dessa magnitude funciona como um ‘selo de qualidade’ que abre portas, validando ainda mais nossa tecnologia de Biobancos Digitais com IA e, acima de tudo, mostra que é segura e viável&#8221;, completou.</p>
<p>Os vencedores do Prêmio Finep de Inovação, por categoria, foram:</p>
<ul>
<li>Cadeias Agroindustriais Sustentáveis: a empresa Ourofino Saúde Animal, com seu processo de desenvolvimento contínuo de produtos fármacos e biológicos;</li>
<li>Complexo Econômico Industrial da Saúde: a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, com sua Plataforma de terapia gênica para tratar epilepsias refratárias e mTORpatias, condições associadas a autismo e atrasos no neurodesenvolvimento;</li>
<li>Infraestrutura, Saneamento, Moradia e Mobilidade Sustentáveis: a empresa Aeroviver, que desenvolveu um barco voador adaptado às condições de navegação da região amazônica;</li>
<li>Transformação Digital da Indústria para Ampliar a Produtividade: a empresa Nuclearis Sistemas Em Medicina Nuclear Ltda, que desenvolveu Biobancos digitais voltados para gestão epidemiológica e medicina personalizada;</li>
<li>Bioeconomia, Descarbonização, Transição e Seguranças Energéticas: a empresa ClarkTecnologia Quimica, Industria e Comércio, com seu sistema de produção de hidrogênio verde;</li>
<li>Tecnologias de Interesse para a Soberania e a Defesa Nacionais: a empresa Visiona Tecnologia Espacial, com um satélite de baixo custo de produção nacional;</li>
<li>Deep Tech: a empresa Nintx Pesquisa e Desenvolvimento chegou à etapa pré-clínica do desenvolvimento de um tratamento para doença inflamatória intestinal a partir de um extrato de plantas nacionais;</li>
<li>Ambiente de Inovação: o Núcleo de Gestão do Porto Digital, pela consolidação do pólo de empresas inovadoras conhecido como Armazém da Criatividade em Caruaru (PE);</li>
<li>Infraestrutura de P&amp;D em ICTs: a Universidade Federal de Minas Gerais/ICEx &#8211; Laboratório de Instrumentação Óptica Aplicada à Saúde, pela estruturação do Centro Temático de instrumentação científica em espectroscopia óptica aplicada à saúde;</li>
<li>Destaque Especial: Melhor Projeto Coordenado Por Mulheres: a Universidade Federal de Goiás, pelo projeto Cell4vision, uma plataforma biológica de células tronco voltada para tratamentos regenerativos em oftalmologia, aplicável a doenças da córnea e retina.</li>
</ul>
<p>O presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, destacou em sua fala a importância de cada proposta recebida para o desenvolvimento de áreas estratégicas do país.</p>
<p>“Recebemos centenas de propostas disruptivas, capazes de mudar setores estratégicos da economia, gerar empregos qualificados, reduzir desigualdades e principalmente melhorar a qualidade de vida da nossa sociedade. Ao fomentar a inovação, certamente estamos melhorando o nosso processo de inserção na cadeia global, com mais intensidade tecnológica e valor agregado aos produtos”, afirmou.</p>
<h2>Finep pelo Brasil</h2>
<p>A terça-feira (17) também teve uma das fases de apresentação de editais para empresas e Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs), na Universidade de Brasília (UnB), no Distrito Federal.</p>
<p>A iniciativa faz parte do Finep pelo Brasil, programa de articulação nos territórios, que prevê 100 eventos de divulgação e qualificação de parceiros. Entre as iniciativas foram detalhados os 13 editais de apoio, que somam R$ 3,3 bilhões em recursos não reembolsáveis, a partir do compromisso de fomentar a modernização tecnológica do setor produtivo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/premio-finep-de-inovacao-mostra-avancos-na-regionalizacao-dos-recursos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/premio-finep-de-inovacao-mostra-avancos-na-regionalizacao-dos-recursos/">Prêmio Finep de Inovação mostra avanços na regionalização dos recursos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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