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	<title>barrar Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>barrar Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>STF pode barrar medidas do Congresso para aumentar gastos, diz Gilmar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 00:04:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quarta-feira (10) que a aprovação de gastos pelo Congresso Nacional pode ser considerada inconstitucional pela Corte. Em uma postagem nas redes sociais, o decano do Supremo defendeu a responsabilidade fiscal e disse que a jurisprudência da Corte exige que despesas ou renúncias de receitas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quarta-feira (10) que a aprovação de gastos pelo Congresso Nacional pode ser considerada inconstitucional pela Corte.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/STF-pode-barrar-medidas-do-Congresso-para-aumentar-gastos-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em uma postagem nas redes sociais, o decano do Supremo defendeu a responsabilidade fiscal e disse que a jurisprudência da Corte exige que despesas ou renúncias de receitas devem levar em conta o impacto econômico das medidas. O ministro não citou um caso específico.</p>
<p>“Toda proposição legislativa que crie ou altere despesa obrigatória ou renúncia de receita deve vir acompanhada da estimativa do seu impacto orçamentário e financeiro. Ou seja, o Congresso precisa demonstrar quanto custa e de onde sai o dinheiro previamente à aprovação de novos gastos”, afirmou.</p>
<p>Mendes acrescentou que a ausência de estudos prévios de impacto financeiro pode gerar a anulação das medidas legislativas.</p>
<p>“É preciso, pois, ter responsabilidade fiscal e fidelidade à Constituição, evitando-se a criação de despesas casuísticas em inobservância às regras postas, o que pode gerar a invalidação da medida e, portanto, sua ineficácia”, completou.</p>
<p>Mais cedo, o Senado aprovou um projeto que autoriza a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos e geopolíticos, como a guerra no Irã. A medida pode ter grande impacto nas contas do governo federal. </p>
<p>Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o impacto da aprovação pode chegar a R$ 140 bilhões. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/stf-pode-barrar-medidas-do-congresso-para-aumentar-gastos-diz-gilmar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Supremo profere nova decisão para barrar criação de penduricalhos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/supremo-profere-nova-decisao-para-barrar-criacao-de-penduricalhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:23:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta sexta-feira (8) nova decisão para barrar a criação de novos benefícios, após a Corte limitar o pagamento de penduricalhos a juízes, membros do Ministério Público e outras carreiras.  Penduricalhos são benefícios concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta sexta-feira (8) nova decisão para barrar a criação de novos benefícios, após a Corte limitar o pagamento de penduricalhos a juízes, membros do Ministério Público e outras carreiras. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Supremo-profere-nova-decisao-para-barrar-criacao-de-penduricalhos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Penduricalhos são benefícios concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.</p>
<p>A nova decisão proíbe a reformulação da estrutura de cargos e de unidades funcionais do Judiciário, Ministério Público, Tribunais de Contas, Advocacia Pública e Defensoria Pública para justificar a implementação de novos benefícios.</p>
<p>A deliberação foi assinada pelos ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, relatores das ações que foram julgadas pelo Supremo.</p>
<p>A medida foi tomada após tribunais classificarem comarcas como seções de difícil provimento, criarem normas para plantões judiciais e gratificações de acúmulo de funções para driblar a deliberação do STF.</p>
<p>A determinação dos ministros também fixa que os pagamentos dos salários dos membros dos órgãos citados deverão ser feitos em contracheque único, que deve representar o valor efetivamente depositado na conta dos servidores.</p>
<p>&#8220;O modelo definido pelo Supremo Tribunal Federal busca impedir a reprodução de práticas fundadas em comparações remuneratórias entre órgãos distintos, com sucessivas pretensões de equiparação, incompatíveis com a racionalidade administrativa, com a responsabilidade fiscal e com o cumprimento uniforme das decisões desta Corte&#8221;, destacaram os ministros.</p>
<p>No dia 25 de março, por unanimidade, os ministros decidiram que as indenizações adicionais, gratificações e auxílios deverão ser limitados a 35% do valor do salário dos integrantes da Corte, que tem o teto como referência e é equivalente a R$ 46,3 mil.</p>
<p>Dessa forma, juízes, promotores e procuradores poderão ganhar pelo menos R$ 62,5 mil mensais, somando o teto e R$ 16,2 mil em penduricalhos.</p>
<h2>Acórdão </h2>
<p>O STF também publicou nesta sexta-feira (8) o acórdão da decisão da Corte que limitou o pagamento dos penduricalhos. Com a divulgação do documento, as associações que representam os servidores afetados poderão recorrer da decisão. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/supremo-profere-nova-decisao-para-barrar-criacao-de-penduricalhos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Às vésperas da vinda de Lula ao AM, OC entra na Justiça para barrar BR-319</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/as-vesperas-da-vinda-de-lula-ao-am-oc-entra-na-justica-para-barrar-br-319/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um significativo baque no anúncio do Governo Lula (PT) que garantiu o recapeamento da BR-319 foi confirmado nesta sexta-feira (24). O Observatório do Clima (OC), cumpriu a promessa e entrou na Justiça contra a obra, afirmando que “os editais violam a Constituição Federal e princípios do Direito Ambiental e do Direito Administrativo. Eles também representam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um significativo baque no anúncio do Governo Lula (PT) que garantiu o recapeamento da BR-319 foi confirmado nesta sexta-feira (24).  O Observatório do Clima (OC), cumpriu a promessa e entrou na  Justiça contra a obra,  afirmando que  “os editais violam a Constituição Federal e princípios do Direito Ambiental e do Direito Administrativo. Eles também representam um enorme risco ao controle do desmatamento na Amazônia”.</p>
<p>A confirmação azeda o clima de festa dos apoiadores de Lula no Amazonas. Há duas semanas, os senadores Eduardo Braga (MDB), e Omar Aziz (PSD), gravaram vídeo confirmado a vinda do presidente, que estava prevista para o próximo dia 27 e agora foi postergada para maio.</p>
<p>De acordo com o OC, a obra é um risco. A retomada das obras na estrada foi anunciada no dia 31 de março pelo Dnit e pelo Ministério dos Transportes. Ao todo, o governo pretende pavimentar 339,4 quilômetros da rodovia, entre o km 250,7 e km 590,1, no chamado “trecho do meio”. </p>
<p>“A obra, no entanto, não tem a devida licença ambiental para ser executada. O processo de licenciamento está contestado na Justiça desde janeiro de 2024, quando o Observatório do Clima entrou com ação contra a Licença Prévia emitida durante o governo Bolsonaro“.</p>
<p>ARGUMENTOS CONTRA A PAVIMENTAÇÃO DA BR-319 </p>
<p>Ainda de acordo com o OC, “não houve consulta prévia, livre e informada às comunidades indígenas afetadas, conforme requerido pela Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho, da qual o Brasil é signatário”.</p>
<p>Tanto os senadores ligado a Lula, quanto senador Plínio Valério (PSDB), seguem nas redes  sociais defendendo a pavimentação da BR-319. Em ano eleitoral, o avanço dessa agenda é visto como “carta na manga” para os pré-candidatos.  </p>
<p>O senador tucano, inclusive, disse que obras na BR-319 são usadas para fins eleitoreiros.</p>
<p>O ´vídeo dele foi rebatido de forma indireta por Eduardo Braga.</p>
<p><video height="1280" style="aspect-ratio: 720 / 1280;" width="720" controls="" src="https://politicafranca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/AQOTeP3VdDb6uY-OTyTqLXUowoUqd53FohPufo7xRx9ww6oKAYl5PszvZfc0B7cRNJB3uNE1xOiykd0H5WYDfGF0YDo-Gw4HxMiQPiA.mp4"/></p>
<p>Para o OC, a pavimentação não pode ser politizada. </p>
<p>“Além disso, o Ibama ainda não emitiu a Licença de Instalação, necessária para o início da pavimentação, até mesmo porque o Dnit sequer protocolou os documentos necessários para a análise pela autarquia“, sustenta o OC. </p>
<p>Fica, agora, o ambiente de dúvida sobre o futuro de mais esse anúncio. “Ao longo do processo de licenciamento, técnicos do Ibama expressaram várias vezes a preocupação com os impactos do asfaltamento sobre a floresta. Em junho de 2025, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) emitiu uma nota técnica informando que a pavimentação pode resultar em um desmatamento até quatro vezes superior na região da BR-319  em comparação ao cenário sem o empreendimento, com emissão de 8 bilhões de toneladas de CO2 até 2050, o que inviabilizaria o alcance das metas climáticas do Brasil”, diz o Observatório. </p>
<p>IMPACTO AMBIENTAL</p>
<p>A obra é qualificada pela autarquia como de significativo impacto ambiental, razão pela qual o Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EIA) e respectivo Relatório de Impacto Ambiental (Rima) foram exigidos no processo. A necessidade do EIA/Rima é prevista expressamente pela Constituição Federal (artigo 225, § 1).  O governo, no entanto, não considera que o licenciamento ambiental seja mais requerido. </p>
<p>Para justificar o novo entendimento, o Planalto usa dispositivos da Nova Lei Geral do Licenciamento que haviam sido vetados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – vetos posteriormente derrubados pelo Congresso.</p>
<p>O dispositivo da nova lei que abre essa brecha é o Artigo 8º, inciso VII, que diz não estarem sujeitos ao licenciamento os empreendimentos enquadrados como de “<em>manutenção e melhoramento da infraestrutura em instalações preexistentes ou em faixas de domínio e de servidão, incluídas rodovias anteriormente pavimentadas e dragagens de manutenção</em>”. </p>
<p>Para Suely Araújo, coordenadora de Políticas Públicas do Observatório do Clima, está clara a inconstitucionalidade dos quatro editais publicados, já que, neste caso, o licenciamento ambiental está previsto na Constituição Federal.</p>
<p>“Se o empreendimento é qualificado pela autoridade licenciadora como de significativo impacto, tanto que foi exigido EIA, aplica-se o artigo 225, parágrafo primeiro, inciso IV, da Constituição, que não pode ser afastado na aplicação da Lei Geral do Licenciamento. Isto é, não importa o que está escrito no artigo 8º da Lei Geral nem a vontade do Dnit e dos políticos da região, tem de haver licenciamento”, diz.</p>
<p>À época do veto, Lula alegou que a regra agora usada pelo governo poderia “excluir do processo de licenciamento empreendimentos anteriormente executados de forma irregular, ratificando a ilegalidade e o dano ambiental”. Parece ter mudado de opinião: até planeja visitar parte do trecho que será asfaltado.</p>
<p>Segundo Marcio Astrini, secretário executivo do Observatório do Clima, o argumento do Dnit de que se trata de uma obra de manutenção e melhoramento da infraestrutura em instalações preexistentes não se sustenta. Além disso, se for executada sem as devidas salvaguardas socioambientais, como parece ser o caso, a obra coloca em xeque a política de controle do desmatamento na Amazônia.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="371" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/As-vesperas-da-vinda-de-Lula-ao-AM-OC-entra.webp.webp?resize=740%2C371&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3392"   data-pagespeed-url-hash="2470236004" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p>“As pessoas daquela região têm o direito de se locomover com dignidade. Porém, a obra não pode ser feita às custas da destruição da floresta. É obrigação do governo encontrar este equilíbrio, mas não é isso que estamos vendo. Da forma como está, a estrada causará um impacto gigantesco – vai fazer explodir o desmatamento e beneficiará, e muito, o crime ambiental”, afirma Astrini.</p>
<p>O impasse segue  sem data para acabar. </p>
<p>Sobre o Observatório do Clima – Fundado em 2002, é a principal rede da sociedade civil brasileira com atuação na agenda climática. Reúne hoje 161 integrantes, entre organizações socioambientais, institutos de pesquisa e movimentos sociais. Seu objetivo é ajudar a construir um Brasil descarbonizado, igualitário, próspero e sustentável. O OC publica desde 2013 o SEEG, estimativa anual das emissões de gases de efeito estufa no país.</p>
<p>LEIA MAIS: Eduardo Braga ironiza crítica de Plínio Valério sobre ponte na BR-319: ‘falar até papagaio fala’</p>
<p>LEIA MAIS: Plínio Valério mostra ponte novinha interditada na BR-319: ‘fechada para o Lula inaugura’</p>
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		<title>Justiça nega pedido de Careca do INSS para barrar apelido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 20:04:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça do Distrito Federal negou o recurso do empresário Antonio Carlos Camilo Antunes para não ser identificado como &#8220;Careca do INSS&#8221;. Antunes é um dos investigados na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF), que apura descontos indevidos de mensalidades associativas nos benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão foi proferida, na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça do Distrito Federal negou o recurso do empresário Antonio Carlos Camilo Antunes para não ser identificado como &#8220;Careca do INSS&#8221;.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Justica-nega-pedido-de-Careca-do-INSS-para-barrar-apelido.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Antunes é um dos investigados na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF), que apura descontos indevidos de mensalidades associativas nos benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>
<p>A decisão foi proferida, na quinta-feira (16), pela Terceira Turma do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que julgou um recurso da defesa de Antunes para derrubar uma decisão de primeira instância que manteve a liberdade de menção ao apelido.</p>
<p>Por unanimidade, o colegiado entendeu que a citação ao apelido não pode ser entendida como ofensa e se caracteriza como exercício regular da atividade jornalística.</p>
<p>“A expressão mencionada nas reportagens corresponde a apelido amplamente utilizado na mídia, sem demonstração de finalidade ofensiva”, justificou o colegiado.</p>
<p>A defesa de Antunes apresentou uma queixa-crime contra os proprietários de um site de notícias do DF. Segundo os advogados, a publicação teria cometido os crimes de calúnia, injúria e difamação ao escrever que o acusado comprou uma mansão em Trancoso (BA) com &#8220;dinheiro vivo&#8221;, fato que poderia caracterizar lavagem de dinheiro.</p>
<p>Além disso, os advogados alegaram que o termo &#8220;Careca do INSS&#8221; tem teor pejorativo e ofende a reputação de seu cliente.</p>
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<h2>Entenda</h2>
<p>Em abril de 2025, a PF e a CGU deflagraram a Operação Sem Desconto. As investigações identificaram a existência de irregularidades relacionadas a descontos de mensalidades associativas aplicados sobre benefícios previdenciários, principalmente aposentadorias e pensões, concedidos pelo INSS.</p>
<p>A estimativa é que entidades investigadas tenham descontado de aposentados e pensionistas cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. À época, pelo menos seis servidores públicos foram afastados de suas funções.</p>
<p>De acordo com balanço do INSS divulgado em março, mais de 6,4 milhões de pessoas já contestaram as cobranças e 4.401.653 aderiram ao acordo, resultando na devolução de quase R$ 3 bilhões aos segurados em todo o país.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/justica-nega-pedido-de-careca-do-inss-para-barrar-apelido" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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