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	<title>bebês Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>bebês Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Brasil vacina mais de 1 milhão de gestantes contra VSR em bebês</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-vacina-mais-de-1-milhao-de-gestantes-contra-vsr-em-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:15:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana em que é celebrado o Dia da Mães, o Brasil conseguiu atingir a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês. A bronquiolite é uma doença respiratória que afeta crianças menores de dois anos e que é caracterizada pela inflamação dos bronquíolos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana em que é celebrado o Dia da Mães, o Brasil conseguiu atingir a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Brasil-vacina-mais-de-1-milhao-de-gestantes-contra-VSR.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A bronquiolite é uma doença respiratória que afeta crianças menores de dois anos e que é caracterizada pela inflamação dos bronquíolos, que são pequenas vias áreas dos pulmões. Os principais sintomas da doença são coriza, tosse, febre, espirros, chiado no peito e respiração rápida ou com dificuldade. Em casos mais graves, os bebês podem apresentar dificuldade para se alimentar, ter apneia (pausas respiratórias), vômitos e os lábios ou as pontas dos dedos podem ficar azulados ou arroxeados.</p>
<p>A vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) foi incluída no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025 e, segundo o ministério, representa um avanço para a saúde pública, principalmente porque, na rede privada, essa vacina pode custar até R$ 1,5 mil. A vacina estimula a produção de anticorpos pela mãe, que são transferidos ao bebê ainda durante a gestação. Essa proteção é fundamental nos primeiros meses de vida, fase em que as crianças são mais vulneráveis às complicações respiratórias. Estudos clínicos demonstraram eficácia de 81,8% da vacina na prevenção de doenças respiratórias graves em bebês nos primeiros 90 dias após o nascimento.</p>
<p>“O Brasil voltou a ser referência em vacinação. Alcançamos a maior cobertura vacinal infantil dos últimos nove anos e derrotamos o negacionismo daqueles que atacaram as vacinas e enfraqueceram o Programa Nacional de Imunizações. Em três anos e meio, reconstruímos o Programa Nacional de Imunizações (PNI), incorporamos novas vacinas e ampliamos, ano após ano, a proteção da população. Seguiremos fortalecendo o SUS para garantir mais acesso à imunização e mais saúde para todos os brasileiros”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em um evento realizado em Lauro de Freitas (BA).</p>
<p>Com o avanço da vacinação em gestantes, o Brasil já vem observando uma queda no número de internações de crianças menores de dois anos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada ao VSR. Segundo o ministério, até o dia 18 de abril de 2026 foi registrada uma queda de 52% nessas internações em comparação ao mesmo período de 2023, passando de 6,8 mil para 3,2 mil casos. Os óbitos também registraram queda de 63%, de 72 para 27 mortes.</p>
<h2>Maternidade municipal em Lauro de Freitas</h2>
<p>Em visita ao município Lauro de Freitas na manhã de hoje (7), o ministro assinou uma ordem de serviço para a construção da primeira maternidade municipal. O ato marcou o início das obras e a liberação imediata de R$ 103 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Saúde para a construção da unidade e aquisição de equipamentos. Com capacidade para 100 leitos, a maternidade atenderá mais de 3 mil pacientes do município e de cidades da região metropolitana de Salvador.</p>
<p>Segundo o ministério, a maternidade vai funcionar 24 horas por dia e vai oferecer assistência de média e alta complexidade, incluindo internações, atendimento ambulatorial e serviços de urgência e emergência ginecológica e obstétrica.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/brasil-vacina-mais-de-1-milhao-de-gestantes-contra-vsr-em-bebes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Manaus registra mais de 350 bebês com sífilis congênita em um ano</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manaus-registra-mais-de-350-bebes-com-sifilis-congenita-em-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Dados do Boletim Epidemiológico de 2026 revelam que 351 crianças menores de um ano foram diagnosticadas com sífilis congênita em Manaus durante o ano de 2025. O cenário continua preocupante em 2026, com o registro de 66 novos casos confirmados apenas nos primeiros meses deste ano. Os números foram divulgados pelo Comitê [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) –  Dados do Boletim Epidemiológico de 2026 revelam que 351 crianças menores de um ano foram diagnosticadas com sífilis congênita em Manaus durante o ano de 2025. O cenário continua preocupante em 2026, com o registro de 66 novos casos confirmados apenas nos primeiros meses deste ano.</p>
<p>Os números foram divulgados pelo Comitê Municipal de Prevenção da Transmissão Vertical, vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). O órgão monitora a infecção que passa da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Falha no tratamento e diagnóstico tardio</h2>
<p>Um dado alarmante revelado pela enfermeira Ylara Enmily Costa, presidente do comitê, é que 90,5% das mães de crianças notificadas com sífilis congênita em 2025 apresentaram tratamento inadequado ou não realizado.</p>
<p>A investigação aponta que, embora as mulheres realizem o pré-natal, o diagnóstico ocorre tarde demais. Em 55,5% dos casos, a infecção só foi identificada no momento do parto ou curetagem. O ideal é que a detecção ocorra no primeiro trimestre da gravidez para garantir a cura antes do nascimento.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Barreiras no acompanhamento pré-natal</h2>
<p>O monitoramento da Semsa identificou diversos fatores que contribuem para a persistência da doença em Manaus:</p>
<li>Vulnerabilidades sociais: Questões socioeconômicas que dificultam o comparecimento regular às consultas.</li>
<li>Recusa da parceria: Parceiros que não buscam tratamento, causando a reinfecção da gestante.</li>
<li>Dificuldades de acesso: Falhas no seguimento laboratorial e na integração entre unidades de saúde e maternidades.</li>
<p>“É essencial identificar essas vulnerabilidades para construir estratégias de intervenção que corrijam as falhas na rede de assistência”, destaca Ylara Costa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Os riscos da sífilis para o bebê</h2>
<p>A sífilis é uma infecção causada pela bactéria <em>Treponema pallidum</em>. Quando não tratada durante a gestação, as consequências podem ser fatais ou deixar sequelas irreversíveis na criança, como:</p>
<li>Aborto, natimorto ou morte neonatal;</li>
<li>Cegueira e surdez;</li>
<li>Deficiência intelectual e alterações ósseas.</li>
<h2 class="wp-block-heading">Aumento de casos em gestantes</h2>
<p>Entre 2020 e 2025, Manaus notificou mais de 11 mil casos de sífilis em gestantes. Apenas no último ano, houve um aumento de 30% nas notificações em comparação a 2024. Já em relação à sífilis adquirida (população geral acima de 13 anos), o sexo masculino concentrou 63,7% dos casos em 2025.</p>
<p>A recomendação da Semsa é que a gestante realize o teste de sífilis em pelo menos quatro momentos: na primeira consulta (1º trimestre), no segundo e terceiro trimestres, e novamente no momento do parto. Todas as unidades de Atenção Primária de Manaus oferecem testes rápidos e tratamento gratuito.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Governo do Amazonas leva programa esportivo a Barcelos</p>
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		<title>Síndrome Respiratória Aguda Grave aumenta em bebês até 2 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:15:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país &#8211; Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.  De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país &#8211; Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sindrome-Respiratoria-Aguda-Grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator da elevação dos casos nessa faixa etária. </p>
<p>O levantamento se refere à Semana Epidemiológica 14 (SE 14), que abrange o período de 5 a 11 de abril. De acordo ainda com o boletim, os casos graves por covid-19 continuam em queda no país.</p>
<p>A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) Tatiana Portella esclareceu que o VSR é um dos principais responsáveis por internações por SRAG em crianças pequenas, além de constituir uma das principais causas de bronquiolite. </p>
<p>Por isso, ela considera essencial que gestantes a partir da 28ª semana tomem a vacina contra o vírus para proteger seus bebês nos primeiros meses de vida. </p>
<p>Com o aumento das hospitalizações por influenza A em diversos estados, a pesquisadora alerta que “também é fundamental que a população prioritária que ainda não se vacinou procure um posto de saúde o quanto antes para receber a dose anual da vacina”.</p>
<h2>Cenário nacional</h2>
<p>Os casos de SRAG apresentam estabilidade nas tendências de curto e longo prazo no Brasil. Em relação aos estados, o novo Boletim aponta que 14 continuam com incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica 14. </p>
<p>São eles Acre, Pará e Tocantins (Norte); Maranhão, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Bahia (Nordeste); Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás (Centro-Oeste); e Minas Gerais e Rio de Janeiro (Sudeste).</p>
<p>O quadro de crescimento relativo ao vírus sincicial respiratório (VSR) foi constatado em todo o Centro-Oeste e Sudeste, além de Acre, Pará, Tocantins e Roraima (Norte) e Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia (Nordeste).</p>
<p>O boletim mostra também que as ocorrências com relação à influenza A continuam aumentando em boa parte da região centro-sul (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e em alguns estados do Nordeste (Paraíba, Alagoas e Sergipe) e do Norte (Amapá, Acre e Rondônia). </p>
<p>Em contrapartida, os casos de SRAG associados à influenza A se mantêm em queda nos estados do Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco (Nordeste), além do Pará e do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na maior parte do país, o levantamento revela que os casos de SRAG associados ao rinovírus apresentam sinal de interrupção da evolução ou queda na maior parte do país, embora continuem aumentando no Pará e Mato Grosso.</p>
<p>Em relação às capitais, 14 apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a SE 14. </p>
<p>São elas: Rio Branco, Belém, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, São Luís, Teresina, João Pessoa, Recife, Aracaju, Maceió, Belo Horizonte, Vitória e Rio de Janeiro.</p>
<h2>Incidência e mortalidade</h2>
<p>Nas últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência e a mortalidade semanais médias mantêm o padrão característico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. </p>
<p>A incidência de SRAG é mais elevada nas crianças pequenas e está associada principalmente ao VSR e ao rinovírus. Já a mortalidade é maior entre os idosos, liderado pela influenza A e covid-19.</p>
<p>Em relação aos casos de SRAG por influenza A, a incidência tem impactado mais crianças de até 4 anos e idosos, enquanto a mortalidade continua apresentando maior impacto na população a partir de 65 anos de idade.</p>
<p>Referente ao ano epidemiológico 2026, já foram notificados 37.244 casos, sendo 15.816 (42,5%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório; 14.723 (39,5%) negativos e pelo menos 3.990 (10,7%) aguardando resultado. </p>
<p>Entre os casos positivos do ano corrente, os pesquisadores do Boletim InfoGripe verificaram que 41,1% foram de rinovírus; 25,5% de influenza A; 17,4% de VSR; 10,2% de Sars-CoV-2 (covid-19); e 1,7% de influenza B.</p>
<p>Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos foi de 33% para rinovírus; 32,2% para influenza A; 26,3% para VSR; 5,5% para Sars-CoV-2 (covid-19); e 2,4% para influenza B. </p>
<p>Entre os óbitos, no mesmo recorte de tempo, a presença desses mesmos vírus entre os positivos atingiu 40,8% para influenza A; 26,9% para rinovírus; 23,3% para Sars-CoV-2 (Covid-19); 5,3% para VSR; e 4,1% para influenza B.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos/">Síndrome Respiratória Aguda Grave aumenta em bebês até 2 anos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Pobreza afeta desenvolvimento de bebês desde 6 meses, mostra pesquisa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 10:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bebês em lares pobres têm prejuízos no desenvolvimento motor. A constatação é de estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que relacionou a variedade de movimentos dos pequenos com as condições de vida. O resultado foi publicado na revista cientifica Acta Psychologica, no início de fevereiro. Ao companhar 88 bebês no interior de São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bebês em lares pobres têm prejuízos no desenvolvimento motor. A constatação é de estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que relacionou a variedade de movimentos dos pequenos com as condições de vida. O resultado foi publicado na revista cientifica <em>Acta Psychologica</em>, no início de fevereiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ao companhar 88 bebês no interior de São Paulo, o estudo mostrou que, desde os seis meses, é possível observar atrasos naqueles que vivem na pobreza. Eles só conseguiam agarrar objetos, virar e sentar mais tarde do que os demais que viviam em melhores condições socioeconômicas.</p>
<p>&#8220;A principal constatação da pesquisa é que, esses bebês, aos seis meses, apresentam menor desenvolvimento motor, ou seja, têm um repertório menor de movimento&#8221;, explicou a autora, Caroline Fioroni Ribeiro da Silva.</p>
<p>Segundo ela, eles variam menos os movimentos na hora de sentar, de pegar um brinquedo, às vezes, nem conseguem. O trabalho de Caroline contou com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>A investigação acende uma alerta porque, segundo estudos já existentes, atrasos no desenvolvimento infantil podem produzir crianças que aprendem menos.</p>
<p>&#8220;A literatura indica que, pela falta de recursos e de estímulo aos bebês, podem ocorrer prejuízos na vida escolar, como déficit de atenção com hiperatividade [TDAH] e transtornos de coordenação&#8221;, disse Carolina, que é fisioterapeuta. Ela pondera, no entanto, que mais estudos são necessários para comprovar a relação.</p>
<p>Por outro lado, a pesquisa da UFSCar revelou que a reversão dos atrasos motores pode ocorrer rápido, com estímulos certos. Aos oito meses, bebês avaliados já não tinham problemas significativos. A melhora é atribuída, principalmente, ao engajamento das mães, que reproduziram exercícios simples, como colocar a criança de barriga para baixo (tummy time), usaram papel amassado como brinquedo, conversaram ou cantaram para o bebê.  </p>
<p>&#8220;Quando conversamos com o bebê, ele tem a oportunidade de observar os movimentos que a gente faz; quando está de barriga para baixo, está livre para se movimentar e explorar movimento, assim como quando brinca com um papel de presente, que é chamativo  [pelo barulho e textura]&#8221;, explicou a fisioterapeuta. &#8220;Não são necessários brinquedos caros, apenas orientação&#8221;, completou.</p>
<p>Nas visitas às famílias, a pesquisadora conta que era estimulada a interação entre a mãe e bebê. &#8220;Falávamos muito para fazerem leitura de livros, cantar, conversar e colocar o bebê de barriga para baixo&#8221;, revelou . O chão é o espaço mais seguro para o bebê, porque não tem perigo de ele cair e pode explorar os movimentos, lembrou..</p>
<p>Os momentos em que os bebês ficam de bruços sobre uma superfície segura, com supervisão, servem para fortalecer os músculos da cabeça, pescoço, ombros, costas e braços e prepará-los para movimentos mais complexos. Com esse exercício, é possível também desenvolver a coordenação, fazendo com o que ele possa rolar, sentar, engatinhar e ficar de pé no tempo certo.</p>
<p>A pesquisadora destacou que a maioria das mães expostas à pobreza era adolescente e não sabia estimular os filhos. Nesses casos, ajuda especializada, com visitas de agentes de saúde e fisioterapeutas, são determinantes, afirmou.</p>
<p>&#8220;Como não é possível eliminar a pobreza ou a gravidez na adolescência, eu recomendaria visitas de profissionais de saúde para orientar sobre os estímulos nessa fase da vida&#8221;.</p>
<p>Nas casas mais pobres, a pesquisa constatou que os bebês passavam mais tempo presos em carrinhos ou contidos e tinham menos oportunidades de explorar o ambiente. Isso ocorria, na maioria das vezes, por falta de espaço.</p>
<p>A presença de mais adultos no mesmo domicílio, em vez de estimular os bebês, também foi apontada como fator negativo. A pesquisa levantou a hipótese de esses lares serem mais &#8220;caóticos&#8221;, com menos espaços seguros ou  oportunidades para os bebês se movimentarem.</p>
<p>A presença de pais ou mães no mesmo endereço esteve associada a melhores resultados, ao lado da maior escolaridade materna.</p>
<p>&#8220;Os responsáveis solo acabam mais sobrecarregados e com menos tempo para brincar e estimular o bebê&#8221;, analisou Caroline. &#8220;Então, o fato de ter outra pessoa amparando ajuda muito no desenvolvimento&#8221;.</p>
<p>Entre outros fatores que contribuem para o desenvolvimento dos pequenos está o uso de brinquedos que estimulam a motricidade fina, mesmo aqueles improvisados e mais econômicos, como chocalhos &#8211; que podem ser confeccionados de grãos de arroz ou feijão e garrafas pet.</p>
<p>Cerca de 400 milhões de crianças vivem na pobreza em todo mundo, segundo o relatório “Situação Mundial das Crianças 2025: Erradicar a Pobreza Infantil – Nosso Dever Comum”, publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em novembro de 2025. Eles estão submetidos a severas privações para saúde, desenvolvimento e bem-estar.</p>
<p>https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/direitos-humanos/audio/2025-11/mais-de-400-milhoes-de-criancas-do-mundo-estao-na-pobreza</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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