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	<title>bebês Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>bebês Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Hospitais do Rio homenageiam bebês que nascem durante a Copa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:56:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a Copa do Mundo, bebês nascidos nas maternidades da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro voltam para casa com lembranças especiais. A equipe do Hospital Estadual da Mãe, em Mesquita, na Baixada Fluminense, por exemplo, preparou certificados de “Minha Primeira Copa”, touquinhas com a bandeira do Brasil e impressão de Árvore da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a Copa do Mundo, bebês nascidos nas maternidades da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro voltam para casa com lembranças especiais. A equipe do Hospital Estadual da Mãe, em Mesquita, na Baixada Fluminense, por exemplo, preparou certificados de “Minha Primeira Copa”, touquinhas com a bandeira do Brasil e impressão de Árvore da Vida nas cores da bandeira. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Hospitais-do-Rio-homenageiam-bebes-que-nascem-durante-a-Copa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Árvore da Vida é a impressão da placenta com informações sobre data, peso, altura, horário e local de nascimento, decorada com as cores na bandeira nacional.</p>
<p>Thayane Galdino, de 26 anos, teve a filha Mavie no Hospital Estadual da Mãe e conta que foi uma experiência incrível vivenciar o nascimento da bebê em pleno período de Copa do Mundo. Ela mora em Belford Roxo, também na Baixada Fluminense.</p>
<p>“Para mim, foi um momento maravilhoso, pois minha filha nasceu durante um período festivo, com saúde e todo o suporte necessário.”</p>
<h2> </h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Hospitais-do-Rio-homenageiam-bebes-que-nascem-durante-a-Copa.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 25/06/2026 - Bebês nascem na Copa do Mundo. Foto: Rodrigo Gorosito/SESRJ" title="Rodrigo Gorosito/SESRJ"/></p>
<p>Bebês nascem durante a Copa do Mundo e recebem lembranças em hospitais do Rio. Rodrigo Gorosito/SESRJ</p>
<h2>Fantoches</h2>
<p>No Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu, o teatro de fantoches da unidade entrou no clima do torneio da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Os bonecos que alegram as crianças e adultos durante a internação agora vestem a camisa da Seleção do Brasil.</p>
<p>A apresentação de fantoches alegrou a pequena Helena, de dois anos. Para a mãe da menina, Tainá Teixeira, moradora de Araruama, na Região dos Lagos, o teatro trouxe alívio durante o difícil momento de internação por estomatite e amigdalite.</p>
<p>A criança ficou sem comer por uma semana e precisou ser hospitalizada para receber medicamentos e hidratação por meio de soro. Tainá destacou a importância dos fantoches no hospital para distrair as crianças. </p>
<p>“Helena ficou muito tempo acamada e ligada ao soro. Agora, com mais liberdade, ela pôde brincar e ter contato com outras crianças. Essa atividade distrai e ajuda muito na recuperação delas.”</p>
<h2>Terapia</h2>
<p>Rainara Cruz, integrante da Comissão de Pele, responsável pelo cuidado de pacientes com lesões, é a profissional que dá vida aos bonecos Ricardinho e Mika. As apresentações do projeto “Plantão da Alegria, arte todo dia” são realizadas nas enfermarias, com perguntas sobre os jogos do Brasil na Copa do Mundo e os artilheiros da seleção. “É muito bom ver a alegria dos pacientes, principalmente das crianças. É muito gratificante.”</p>
<p>As ações promovidas têm funções terapêuticas, como explica a integrante da Assessoria de Humanização da secretaria Gleice Melo Moura.</p>
<p>&#8220;Elas têm um papel importante no processo de recuperação dos pacientes, contribuem para o bem-estar emocional, reduzem o estresse da internação e fortalecem os vínculos entre pacientes, parentes e equipes de saúde. São atividades que deixam o ambiente hospitalar mais acolhedor.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/hospitais-do-rio-homenageiam-bebes-que-nascem-durante-copa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>São Paulo tem três novos casos de sarampo confirmados em bebês</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sao-paulo-tem-tres-novos-casos-de-sarampo-confirmados-em-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 20:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo confirmou mais três casos de sarampo nesta sexta-feira (26), envolvendo crianças com idades entre 6 meses e 1 ano. Duas não possuíam histórico de vacinação. Os infectados são dois meninos e uma menina, sem registro de viagens recentes. Todos evoluíram para a cura. Com essas confirmações, o estado soma cinco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo confirmou mais três casos de sarampo nesta sexta-feira (26), envolvendo crianças com idades entre 6 meses e 1 ano. Duas não possuíam histórico de vacinação. Os infectados são dois meninos e uma menina, sem registro de viagens recentes. Todos evoluíram para a cura.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sao-Paulo-tem-tres-novos-casos-de-sarampo-confirmados-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com essas confirmações, o estado soma cinco casos de sarampo em 2026. Os dois primeiros eram importados: um bebê de 6 meses e um homem de 42 anos, registrados em março e abril, respectivamente. Ambos não possuíam histórico de vacinação e também foram curados.</p>
<p>Diante desse cenário epidemiológico, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) recomendou a aplicação da dose zero da vacina tríplice viral para bebês de 6 a 11 meses e 29 dias na capital paulista e em Guarulhos. Pelo calendário regular, as crianças só recebem a primeira dose ao completar 1 ano. </p>
<p>A dose zero é uma estratégia adicional de proteção e não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. Portanto, mesmo que a criança receba a dose zero entre 6 meses e 11 meses, deverá manter o esquema de rotina, com a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral, aos 15 meses.</p>
<p>Segundo a Secretaria, além da dose zero para a faixa etária indicada, outras medidas já foram adotadas pelo Centro de Vigilância Epidemiológica para impedir a circulação do vírus. Entre elas, a vacinação de bloqueio, usada para imunizar rapidamente pessoas que tiveram contato com infectados, além de ações de intensificação da vacinação em áreas de grande circulação, como aeroportos, terminais de ônibus e estações de metrô e trens. A ideia é interromper cadeias de transmissão e reduzir o risco de reintrodução do vírus no estado.</p>
<p>“O risco de reintrodução do sarampo no Brasil, associado à ocorrência de casos nas Américas e ao fluxo internacional de viajantes, reforça a necessidade de manter a vacinação em dia. São Paulo atua de forma preventiva, com intensificação da vigilância e ampliação das ações de vacinação para proteger a população”, disse a diretora do CVE-SP, Tatiana Lang.</p>
<p>A SES-SP monitora continuamente o cenário epidemiológico do sarampo e reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra a doença. Atualmente, a cobertura vacinal contra o sarampo no estado é de 85,32% para a primeira dose e de 72,06% para a segunda dose.</p>
<h2>Sarampo</h2>
<p>Apesar dos casos esporádicos registrados, o Brasil mantém o status de país livre da doença, reconquistado em 2024. </p>
<p>O sarampo é uma doença viral infecciosa aguda altamente contagiosa e potencialmente grave. Sua transmissão acontece principalmente por via aérea ou gotículas respiratórias ao tossir, espirrar, falar ou respirar. O vírus causador da infecção pode se disseminar rapidamente em ambientes com grande concentração de pessoas.</p>
<p>Entre os sintomas figuram febre, tosse, coriza, perda de apetite e conjuntivite, com olhos vermelhos, lacrimejantes e fotofobia. </p>
<p>Há também manchas vermelhas na pele. Erupções começam no rosto, na região atrás da orelha, e se espalham pelo corpo. A pessoa também pode sentir dor de garganta.</p>
<p>A pele pode descamar, como se fosse queimadura. O sarampo pode causar condições graves como cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro).</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>A principal forma de prevenção contra a doença é a vacinação, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e que faz parte do calendário básico de vacinação infantil.</p>
<p>A primeira dose deve ser tomada aos 12 meses de idade, com o imunizante tríplice viral, que protege também contra a caxumba e a rubéola. A segunda dose é aplicada aos 15 meses.</p>
<p>Qualquer pessoa com até 59 anos que não tenha comprovante de imunização ou não tenha completado o esquema vacinal deve atualizar a carteira de vacinação. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/sao-paulo-tem-tres-novos-casos-de-sarampo-confirmados-em-bebes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Manaus registra mais de 350 bebês com sífilis congênita em um ano</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manaus-registra-mais-de-350-bebes-com-sifilis-congenita-em-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:32:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Dados do Boletim Epidemiológico de 2026 revelam que 351 crianças menores de um ano foram diagnosticadas com sífilis congênita em Manaus durante o ano de 2025. O cenário continua preocupante em 2026, com o registro de 66 novos casos confirmados apenas nos primeiros meses deste ano. Os números foram divulgados pelo Comitê [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) –  Dados do Boletim Epidemiológico de 2026 revelam que 351 crianças menores de um ano foram diagnosticadas com sífilis congênita em Manaus durante o ano de 2025. O cenário continua preocupante em 2026, com o registro de 66 novos casos confirmados apenas nos primeiros meses deste ano.</p>
<p>Os números foram divulgados pelo Comitê Municipal de Prevenção da Transmissão Vertical, vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). O órgão monitora a infecção que passa da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Falha no tratamento e diagnóstico tardio</h2>
<p>Um dado alarmante revelado pela enfermeira Ylara Enmily Costa, presidente do comitê, é que 90,5% das mães de crianças notificadas com sífilis congênita em 2025 apresentaram tratamento inadequado ou não realizado.</p>
<p>A investigação aponta que, embora as mulheres realizem o pré-natal, o diagnóstico ocorre tarde demais. Em 55,5% dos casos, a infecção só foi identificada no momento do parto ou curetagem. O ideal é que a detecção ocorra no primeiro trimestre da gravidez para garantir a cura antes do nascimento.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Barreiras no acompanhamento pré-natal</h2>
<p>O monitoramento da Semsa identificou diversos fatores que contribuem para a persistência da doença em Manaus:</p>
<li>Vulnerabilidades sociais: Questões socioeconômicas que dificultam o comparecimento regular às consultas.</li>
<li>Recusa da parceria: Parceiros que não buscam tratamento, causando a reinfecção da gestante.</li>
<li>Dificuldades de acesso: Falhas no seguimento laboratorial e na integração entre unidades de saúde e maternidades.</li>
<p>“É essencial identificar essas vulnerabilidades para construir estratégias de intervenção que corrijam as falhas na rede de assistência”, destaca Ylara Costa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Os riscos da sífilis para o bebê</h2>
<p>A sífilis é uma infecção causada pela bactéria <em>Treponema pallidum</em>. Quando não tratada durante a gestação, as consequências podem ser fatais ou deixar sequelas irreversíveis na criança, como:</p>
<li>Aborto, natimorto ou morte neonatal;</li>
<li>Cegueira e surdez;</li>
<li>Deficiência intelectual e alterações ósseas.</li>
<h2 class="wp-block-heading">Aumento de casos em gestantes</h2>
<p>Entre 2020 e 2025, Manaus notificou mais de 11 mil casos de sífilis em gestantes. Apenas no último ano, houve um aumento de 30% nas notificações em comparação a 2024. Já em relação à sífilis adquirida (população geral acima de 13 anos), o sexo masculino concentrou 63,7% dos casos em 2025.</p>
<p>A recomendação da Semsa é que a gestante realize o teste de sífilis em pelo menos quatro momentos: na primeira consulta (1º trimestre), no segundo e terceiro trimestres, e novamente no momento do parto. Todas as unidades de Atenção Primária de Manaus oferecem testes rápidos e tratamento gratuito.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Governo do Amazonas leva programa esportivo a Barcelos</p>
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		<title>Síndrome Respiratória Aguda Grave aumenta em bebês até 2 anos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aguda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país &#8211; Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.  De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país &#8211; Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sindrome-Respiratoria-Aguda-Grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator da elevação dos casos nessa faixa etária. </p>
<p>O levantamento se refere à Semana Epidemiológica 14 (SE 14), que abrange o período de 5 a 11 de abril. De acordo ainda com o boletim, os casos graves por covid-19 continuam em queda no país.</p>
<p>A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) Tatiana Portella esclareceu que o VSR é um dos principais responsáveis por internações por SRAG em crianças pequenas, além de constituir uma das principais causas de bronquiolite. </p>
<p>Por isso, ela considera essencial que gestantes a partir da 28ª semana tomem a vacina contra o vírus para proteger seus bebês nos primeiros meses de vida. </p>
<p>Com o aumento das hospitalizações por influenza A em diversos estados, a pesquisadora alerta que “também é fundamental que a população prioritária que ainda não se vacinou procure um posto de saúde o quanto antes para receber a dose anual da vacina”.</p>
<h2>Cenário nacional</h2>
<p>Os casos de SRAG apresentam estabilidade nas tendências de curto e longo prazo no Brasil. Em relação aos estados, o novo Boletim aponta que 14 continuam com incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica 14. </p>
<p>São eles Acre, Pará e Tocantins (Norte); Maranhão, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Bahia (Nordeste); Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás (Centro-Oeste); e Minas Gerais e Rio de Janeiro (Sudeste).</p>
<p>O quadro de crescimento relativo ao vírus sincicial respiratório (VSR) foi constatado em todo o Centro-Oeste e Sudeste, além de Acre, Pará, Tocantins e Roraima (Norte) e Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia (Nordeste).</p>
<p>O boletim mostra também que as ocorrências com relação à influenza A continuam aumentando em boa parte da região centro-sul (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e em alguns estados do Nordeste (Paraíba, Alagoas e Sergipe) e do Norte (Amapá, Acre e Rondônia). </p>
<p>Em contrapartida, os casos de SRAG associados à influenza A se mantêm em queda nos estados do Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco (Nordeste), além do Pará e do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na maior parte do país, o levantamento revela que os casos de SRAG associados ao rinovírus apresentam sinal de interrupção da evolução ou queda na maior parte do país, embora continuem aumentando no Pará e Mato Grosso.</p>
<p>Em relação às capitais, 14 apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a SE 14. </p>
<p>São elas: Rio Branco, Belém, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, São Luís, Teresina, João Pessoa, Recife, Aracaju, Maceió, Belo Horizonte, Vitória e Rio de Janeiro.</p>
<h2>Incidência e mortalidade</h2>
<p>Nas últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência e a mortalidade semanais médias mantêm o padrão característico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. </p>
<p>A incidência de SRAG é mais elevada nas crianças pequenas e está associada principalmente ao VSR e ao rinovírus. Já a mortalidade é maior entre os idosos, liderado pela influenza A e covid-19.</p>
<p>Em relação aos casos de SRAG por influenza A, a incidência tem impactado mais crianças de até 4 anos e idosos, enquanto a mortalidade continua apresentando maior impacto na população a partir de 65 anos de idade.</p>
<p>Referente ao ano epidemiológico 2026, já foram notificados 37.244 casos, sendo 15.816 (42,5%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório; 14.723 (39,5%) negativos e pelo menos 3.990 (10,7%) aguardando resultado. </p>
<p>Entre os casos positivos do ano corrente, os pesquisadores do Boletim InfoGripe verificaram que 41,1% foram de rinovírus; 25,5% de influenza A; 17,4% de VSR; 10,2% de Sars-CoV-2 (covid-19); e 1,7% de influenza B.</p>
<p>Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos foi de 33% para rinovírus; 32,2% para influenza A; 26,3% para VSR; 5,5% para Sars-CoV-2 (covid-19); e 2,4% para influenza B. </p>
<p>Entre os óbitos, no mesmo recorte de tempo, a presença desses mesmos vírus entre os positivos atingiu 40,8% para influenza A; 26,9% para rinovírus; 23,3% para Sars-CoV-2 (Covid-19); 5,3% para VSR; e 4,1% para influenza B.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Pobreza afeta desenvolvimento de bebês desde 6 meses, mostra pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 10:48:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bebês em lares pobres têm prejuízos no desenvolvimento motor. A constatação é de estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que relacionou a variedade de movimentos dos pequenos com as condições de vida. O resultado foi publicado na revista cientifica Acta Psychologica, no início de fevereiro. Ao companhar 88 bebês no interior de São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bebês em lares pobres têm prejuízos no desenvolvimento motor. A constatação é de estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que relacionou a variedade de movimentos dos pequenos com as condições de vida. O resultado foi publicado na revista cientifica <em>Acta Psychologica</em>, no início de fevereiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ao companhar 88 bebês no interior de São Paulo, o estudo mostrou que, desde os seis meses, é possível observar atrasos naqueles que vivem na pobreza. Eles só conseguiam agarrar objetos, virar e sentar mais tarde do que os demais que viviam em melhores condições socioeconômicas.</p>
<p>&#8220;A principal constatação da pesquisa é que, esses bebês, aos seis meses, apresentam menor desenvolvimento motor, ou seja, têm um repertório menor de movimento&#8221;, explicou a autora, Caroline Fioroni Ribeiro da Silva.</p>
<p>Segundo ela, eles variam menos os movimentos na hora de sentar, de pegar um brinquedo, às vezes, nem conseguem. O trabalho de Caroline contou com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>A investigação acende uma alerta porque, segundo estudos já existentes, atrasos no desenvolvimento infantil podem produzir crianças que aprendem menos.</p>
<p>&#8220;A literatura indica que, pela falta de recursos e de estímulo aos bebês, podem ocorrer prejuízos na vida escolar, como déficit de atenção com hiperatividade [TDAH] e transtornos de coordenação&#8221;, disse Carolina, que é fisioterapeuta. Ela pondera, no entanto, que mais estudos são necessários para comprovar a relação.</p>
<p>Por outro lado, a pesquisa da UFSCar revelou que a reversão dos atrasos motores pode ocorrer rápido, com estímulos certos. Aos oito meses, bebês avaliados já não tinham problemas significativos. A melhora é atribuída, principalmente, ao engajamento das mães, que reproduziram exercícios simples, como colocar a criança de barriga para baixo (tummy time), usaram papel amassado como brinquedo, conversaram ou cantaram para o bebê.  </p>
<p>&#8220;Quando conversamos com o bebê, ele tem a oportunidade de observar os movimentos que a gente faz; quando está de barriga para baixo, está livre para se movimentar e explorar movimento, assim como quando brinca com um papel de presente, que é chamativo  [pelo barulho e textura]&#8221;, explicou a fisioterapeuta. &#8220;Não são necessários brinquedos caros, apenas orientação&#8221;, completou.</p>
<p>Nas visitas às famílias, a pesquisadora conta que era estimulada a interação entre a mãe e bebê. &#8220;Falávamos muito para fazerem leitura de livros, cantar, conversar e colocar o bebê de barriga para baixo&#8221;, revelou . O chão é o espaço mais seguro para o bebê, porque não tem perigo de ele cair e pode explorar os movimentos, lembrou..</p>
<p>Os momentos em que os bebês ficam de bruços sobre uma superfície segura, com supervisão, servem para fortalecer os músculos da cabeça, pescoço, ombros, costas e braços e prepará-los para movimentos mais complexos. Com esse exercício, é possível também desenvolver a coordenação, fazendo com o que ele possa rolar, sentar, engatinhar e ficar de pé no tempo certo.</p>
<p>A pesquisadora destacou que a maioria das mães expostas à pobreza era adolescente e não sabia estimular os filhos. Nesses casos, ajuda especializada, com visitas de agentes de saúde e fisioterapeutas, são determinantes, afirmou.</p>
<p>&#8220;Como não é possível eliminar a pobreza ou a gravidez na adolescência, eu recomendaria visitas de profissionais de saúde para orientar sobre os estímulos nessa fase da vida&#8221;.</p>
<p>Nas casas mais pobres, a pesquisa constatou que os bebês passavam mais tempo presos em carrinhos ou contidos e tinham menos oportunidades de explorar o ambiente. Isso ocorria, na maioria das vezes, por falta de espaço.</p>
<p>A presença de mais adultos no mesmo domicílio, em vez de estimular os bebês, também foi apontada como fator negativo. A pesquisa levantou a hipótese de esses lares serem mais &#8220;caóticos&#8221;, com menos espaços seguros ou  oportunidades para os bebês se movimentarem.</p>
<p>A presença de pais ou mães no mesmo endereço esteve associada a melhores resultados, ao lado da maior escolaridade materna.</p>
<p>&#8220;Os responsáveis solo acabam mais sobrecarregados e com menos tempo para brincar e estimular o bebê&#8221;, analisou Caroline. &#8220;Então, o fato de ter outra pessoa amparando ajuda muito no desenvolvimento&#8221;.</p>
<p>Entre outros fatores que contribuem para o desenvolvimento dos pequenos está o uso de brinquedos que estimulam a motricidade fina, mesmo aqueles improvisados e mais econômicos, como chocalhos &#8211; que podem ser confeccionados de grãos de arroz ou feijão e garrafas pet.</p>
<p>Cerca de 400 milhões de crianças vivem na pobreza em todo mundo, segundo o relatório “Situação Mundial das Crianças 2025: Erradicar a Pobreza Infantil – Nosso Dever Comum”, publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em novembro de 2025. Eles estão submetidos a severas privações para saúde, desenvolvimento e bem-estar.</p>
<p>https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/direitos-humanos/audio/2025-11/mais-de-400-milhoes-de-criancas-do-mundo-estao-na-pobreza</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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