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	<title>brasileiros Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>brasileiros Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Para 81% dos brasileiros, candidato precisa acreditar em Deus para merecer voto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 12:03:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma foto clássica, que viralizou em todo o Brasil, no ano de 2019, já mostrava o quanto a mistura entre religião e política é um ato presente no Brasil. O então líder da Bancada Evangélica, Silas Câmara, fez uma selfie orando ao lado do então presidente Jair Bolsonaro, em Camboriú, Santa Catarina. A imagem correu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Uma foto clássica, que viralizou em todo o Brasil, no ano de 2019, já mostrava o quanto a mistura  entre religião e política é um ato presente no Brasil. O então líder da Bancada Evangélica, Silas Câmara, fez uma selfie orando ao lado do então presidente Jair Bolsonaro, em Camboriú, Santa Catarina.  A imagem correu as redes sociais e gerou muito debate sobre onde colocar Deus enquanto se pede voto. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Nem a confissão de que fazia “rachadinha” no gabinete, ou o divórcio conturbado sob acusação de traição por parte da pastora Antônia Lúcia tirou de  Silas o domínio sobre a Igreja Assembleia de Deus, para onde ele leva políticos e grava vídeo afirmando que tem em mãos “a maior igreja do Amazonas”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Esta semana, uma pesquisa mostrou que oito em cada dez brasileiros e brasileiras (81%) afirmam ser fundamental que seus (suas) candidatos (as) nas eleições acreditem em Deus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">E os políticos sabem disso. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A eterna polêmica  do uso da fé para conseguir votos sempre existiu e permeia a política atual. Um dos personagens mais famosos envolvidos com esse assunto é o pastor Silas Malafaia, hoje um bolsonarista fervoroso, mas que também já “abençoou” Lula.</p>
<h2 class="wp-block-heading">MAIS POBRES DÃO MAIS VALOR A CANDIDATOS RELIGIOSOS</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Essa percepção é mais aguçada entre classes mais pobres (89% das pessoas cujos rendimentos não passam de um salário mínimo)  do que entre os mais ricos (57%, entre aqueles que ganham de 10 a 20 salários mínimos mensais).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Para-81-dos-brasileiros-candidato-precisa-acreditar-em-Deus-para.gif?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="4109900484" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Os dados integram levantamento inédito do Laboratório de Estudos Socioantropológicos em Política, Arte e Religião (LePar), da Universidade Federal Fluminense (UFF), apresentado nessa quarta-feira (19) na abertura do 1º Congresso Internacional e Multidisciplinar sobre Sociedade: religião, política e valores, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="429" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Para-81-dos-brasileiros-candidato-precisa-acreditar-em-Deus-para.webp?resize=740%2C429&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5517"   data-pagespeed-url-hash="3817158073" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">A análise mostra a figura do Deus cristão, sobretudo nos estratos mais pobres. Sete em cada dez pessoas ouvidas (74%) concordam que Deus faz as pessoas serem melhores (entre os que ganham até um salário mínimo, a taxa é de 86%). Já 82% defendem que as escolas devem ensinar crianças e adolescentes a acreditar em Deus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Mas, curiosamente, essa valorização significativa de Deus não se traduz em mais confiança nas instituições religiosas, sobretudo igrejas, que costuram o cotidiano religioso”, afirmou a socióloga Christina Vital, do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFF.</p>
<h2 class="wp-block-heading">IGREJA CATÓLICA LIDERA OS NÚMEROS</h2>
<p class="wp-block-paragraph">No estudo, 56% das pessoas disseram que confiam na Igreja Católica – a instituição com mais credibilidade no Brasil. Depois, apareceram as igrejas protestantes (51%) e os centros kardecistas (19%).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Christina avaliou que isso atinge a própria ideia de Estado: metade (54%) da amostra da pesquisa defende que o Estado não seja laico. “Existe confusão sobre o que é laicidade. Quando perguntadas sobre isso, ouvimos muitas coisas diferentes e que não se relacionam com a separação entre religião e Estado”, disse.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Michel Gherman, que lidera o Observatório das Crises das Democracias das Américas (UNLP) da UFRJ, esses números apontam como as extremas direitas instrumentalizaram as religiões a partir do desejo de retorno a uma espécie de tempo sagrado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Isso significa dizer que não foi a ascensão desse cristianismo protestante no Brasil que fortaleceu a extrema direita, mas, antes, foi ela quem conseguiu instrumentalizar alguns valores dessa percepção religiosa do mundo para o seu ‘projeto de passado’”, avaliou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ele citou como exemplo o fato de sete em cada dez candidatos a cargos políticos no Rio de Janeiro acreditarem (ou dizerem que acreditam) que existe uma espécie de conspiração progressista para degeneração moral das pessoas por meio da escola.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Como essas práticas religiosas têm certo desejo de ordem, elas produzem essas teorias de que ‘existe algo que não vemos’, mas que governa as coisas. E, daí, as extremas direitas se valem disso para se fortalecer”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: </p>
<p class="wp-block-paragraph">Christina Vital, da UFF, disse que existe uma retórica universal da perda de algo, no presente, que havia no passado. “E ela atravessa a cor da pele, as classes sociais, o gênero, etc.”. Esse medo não tem uma conformação política única, mas tem contornos mais à esquerda e outros mais à direita. “No campo do gênero, por exemplo, é de onde surge a ideia de que as mulheres adquiriram espaços sociais que não deviam”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Mas é um fato que existe regularidade estatística entre ser evangélico e votar na extrema direita. Isso significa uma relação de identidade: os brasileiros votam em quem julgam que se parecem com eles”, disse Lucio Rennó, cientista político da Universidade de Brasília (UnB).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Será que a religião pode ser decisiva nessas eleições?</p>
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		<title>Sete em cada dez brasileiros temem comprar remédios pela internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:43:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet. Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda online a responsabilidade pela oferta de medicamentos falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida. A sondagem foi feita por encomenda da Associação Brasileira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda <em>online</em> a responsabilidade pela oferta de medicamentos falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida.</p>
<p>A sondagem foi feita por encomenda da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e ouviu 2.024 pessoas que são responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio e com hábito de realizar compras pelo menos uma vez a cada três meses. As entrevistas foram realizadas entre 13 e 17 de julho, em todas as regiões do país.</p>
<p>Além da falsificação, 59% temem receber medicamentos vencidos ou armazenados de forma inadequada e 54% citam o risco de adquirir produtos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>Na percepção dos consumidores entrevistados, as regras para a comercialização digital de medicamentos deve estar obrigatoriamente vinculada a uma farmácia ou drogaria autorizada (82%), enquanto 71% avaliam que medicamentos não devem ser tratados como mercadorias comuns em plataformas digitais.</p>
<h2>Anvisa</h2>
<p>Neste mês de agosto, a Anvisa revogou medidas que proibiam a comercialização e a propaganda de medicamentos em plataformas como iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino, Americanas e Shopee.</p>
<p>A agência esclareceu, entretanto, que a decisão não representa autorização automática para a venda de medicamentos nesses canais.</p>
<p>A Lei nº 15.357/2026 passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico exclusivamente para fins de logística e entrega de medicamentos ao consumidor, desde que cumprida a regulamentação sanitária aplicável.</p>
<p>A implementação da medida não produz efeitos imediatos e ainda depende de regulamentação específica da Anvisa, destacou o CEO da Abrafarma, Sérgio Menna Barreto.</p>
<p>Segundo ele, a compra <em>online</em> de medicamentos está condicionada à existência de “regras claras, responsabilização e supervisão profissional, e não apenas à conveniência do canal”, uma vez que medicamentos exigem um nível de controle superior ao de outras categorias vendidas pela internet.</p>
<p>Para a Abrafarma, qualquer novo modelo de comércio deverá preservar integralmente as regras sanitárias aplicáveis à dispensa de medicamentos e as salvaguardas necessárias à proteção da saúde da população.</p>
<p>“A responsabilidade pela venda e pela assistência farmacêutica deve permanecer com farmácias e drogarias regularmente licenciadas, com garantia de orientação profissional, controle de prescrições, rastreabilidade, armazenamento e transporte adequados.”</p>
<p>No último dia 19, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, por unanimidade, a abertura de processo administrativo para regulamentar a contratação, por farmácias, de canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para fins de logística e entrega ao consumidor.</p>
<p>Procurada pela reportagem, a Anvisa informou que o aperfeiçoamento regulatório será feito para adequar as regras sanitárias à Lei 15.357/2026.</p>
<p>“Para a contratação de plataformas de comércio e canais digitais, como prevê a lei, a Anvisa ainda editará as normas. Assim, o artigo específico que trata deste item ainda depende de regulamentação”, concluiu a Agência.</p>
<p>Durante a 15ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada de 2026 da Agência, o relator da matéria, diretor Daniel Pereira, observou que a medida tem potencial para ampliar o acesso da população a medicamentos, contribuindo ainda para maior conveniência, rapidez e eficiência na entrega de produtos essenciais à manutenção da saúde.</p>
<p>Ele deixou claro, porém, que a inovação legislativa não afasta a existência de riscos sanitários relevantes.</p>
<h2>CFF</h2>
<p>Procurado pela Agência Brasil, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) ressaltou que a entrada das plataformas não representa a venda de medicamentos pela internet de forma aleatória.</p>
<p>O que será autorizado, após a regulamentação pela Anvisa, é a utilização das plataformas pelas farmácias para a sua operação. Esse posicionamento da Anvisa será cobrado pelo CFF durante o processo de regulamentação.</p>
<h2>Procon-RJ</h2>
<p>O diretor jurídico do Procon do estado do Rio de Janeiro (Procon-RJ) Silvio Romero explica que as farmácias e as plataformas de venda <em>online</em> são responsáveis, perante o consumidor, por quaisquer prejuízos que ele eventualmente tiver relacionado à qualidade e garantia dos medicamentos que vier a adquirir via internet. </p>
<p>Segundo ele, enquanto não houver a regulamentação da Anvisa, somente farmácias autorizadas podem fazer essa venda por plataformas digitais: </p>
<p>“A Anvisa está iniciando esse processo regulatório e a gente fica no aguardo de outras condições que ela eventualmente venha a colocar para continuar garantindo a qualidade dos produtos aos consumidores.”</p>
<p>No entender do diretor do Procon-RJ, as farmácias e drogarias devem buscar fornecedores legalizados, que assegurem “todas as garantias de que esse produto vai ser entregue ao consumidor nas condições estabelecidas pelo fabricante dos medicamentos”.</p>
<p>Silvio Romero destacou que quando a venda de remédios por plataformas digitais estiver regulamentada, o consumidor deve estar atento para verificar vários aspectos, dentre os quais o preço.</p>
<p>“Se ele identificar ofertas muito abaixo do valor de mercado, incompatíveis com o preço normalmente praticado pelas farmácias, este é um primeiro indício para ele desconfiar desse medicamento”.</p>
<p>Segundo ele, também será importante que o consumidor guarde todos os documentos referentes à compra, como comprovante de aquisição, nota fiscal, anúncio.</p>
<p>“Porque, caso ele venha a ter algum problema, terá mais condições de fazer essa reclamação para que os órgãos competentes possam fazer a sua investigação e, eventualmente, proceder à punição de fornecedores que estejam infringindo a legislação”.</p>
<p>Isso vale, por exemplo, para venda de produto com validade vencida, que é uma infração ao Código de Defesa do Consumidor e está sujeita à fiscalização e à instalação de processo administrativo no Procon-RJ. O mesmo acontece em relação à venda de produtos não autorizados.</p>
<h2>Consumidor digital</h2>
<p>O consumidor brasileiro não enfrenta resistência ao comércio eletrônico, pelo contrário, comprova a pesquisa da QualiBest e Abrafarma: 95% dos entrevistados já realizaram compras <em>online</em> e nove em cada dez afirmam que costumam avaliar a segurança do <em>site</em> antes de comprar, considerando principalmente a credibilidade do vendedor e a experiência de outros consumidores.</p>
<p>Mesmo com essas precauções, 69% relataram já ter enfrentado alguma experiência negativa em compras pela internet, como produto diferente do anunciado, atraso na entrega, produto danificado ou golpes em que a compra foi realizada, mas o item não foi recebido.</p>
<p>Quando a compra envolve medicamentos, a assistência profissional também aparece como fator de confiança, demonstra a sondagem. Para 78% dos entrevistados, a presença de um farmacêutico aumenta a confiança na compra de medicamentos.</p>
<p>Também a compra em uma plataforma de compras conhecida aumenta a percepção de que o produto é seguro para 52% dos consultados. Outros 56% disseram que teriam dificuldade para saber a quem recorrer caso enfrentassem algum problema com um medicamento adquirido nessas plataformas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Para 81% dos brasileiros, é fundamental que candidato acredite em Deus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/para-81-dos-brasileiros-e-fundamental-que-candidato-acredite-em-deus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 13:56:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oito em cada dez brasileiros e brasileiras (81%) afirmam ser fundamental que seus (suas) candidatos (as) nas eleições acreditem em Deus. Essa percepção é mais aguçada entre classes mais pobres (89% das pessoas cujos rendimentos não passam de um salário mínimo)  do que entre os mais ricos (57%, entre aqueles que ganham de 10 a 20 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Oito em cada dez brasileiros e brasileiras (81%) afirmam ser fundamental que seus (suas) candidatos (as) nas eleições acreditem em Deus. Essa percepção é mais aguçada entre classes mais pobres (89% das pessoas cujos rendimentos não passam de um salário mínimo)  do que entre os mais ricos (57%, entre aqueles que ganham de 10 a 20 salários mínimos mensais).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Para-81-dos-brasileiros-e-fundamental-que-candidato-acredite-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados integram levantamento inédito do Laboratório de Estudos Sócio Antropológicos em Política, Arte e Religião (LePar), da Universidade Federal Fluminense (UFF), apresentado nessa quarta-feira (19) na abertura do 1º Congresso Internacional e Multidisciplinar sobre Sociedade: religião, política e valores, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>A análise mostra a figura do Deus cristão, sobretudo nos estratos mais pobres. Sete em cada dez pessoas ouvidas (74%) concordam que Deus faz as pessoas serem melhores (entre os que ganham até um salário mínimo, a taxa é de 86%). Já 82% defendem que as escolas devem ensinar crianças e adolescentes a acreditar em Deus.</p>
<p>“Mas, curiosamente, essa valorização significativa de Deus não se traduz em mais confiança nas instituições religiosas, sobretudo igrejas, que costuram o cotidiano religioso”, afirmou a socióloga Christina Vital, do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFF.</p>
<p>No estudo, 56% das pessoas disseram que confiam na Igreja Católica – a instituição com mais credibilidade no Brasil. Depois, apareceram as igrejas protestantes (51%) e os centros kardecistas (19%).</p>
<p>Christina avaliou como isso atinge a própria ideia de Estado: metade (54%) da amostra da pesquisa defende que o Estado não seja laico. “Existe confusão sobre o que é laicidade. Quando perguntadas sobre isso, ouvimos muitas coisas diferentes e que não se relacionam com a separação entre religião e Estado”, disse.</p>
<p>Para Michel Gherman, que lidera o Observatório das Crises das Democracias das Américas (UNLP) da UFRJ, esses números apontam como as extremas-direitas instrumentalizaram as religiões a partir do desejo de retorno a uma espécie de tempo sagrado.</p>
<p>“Isso significa dizer que não foi a ascensão desse cristianismo protestante no Brasil que fortaleceu a extrema-direita, mas, antes, foi ela quem conseguiu instrumentalizar alguns valores dessa percepção religiosa do mundo para o seu ‘projeto de passado’”, avaliou.</p>
<p>Ele citou como exemplo o fato de sete em cada dez candidatos a cargos políticos no Rio de Janeiro acreditarem (ou dizerem que acreditam) que existe uma espécie de conspiração progressista para degeneração moral das pessoas por meio da escola.</p>
<p>“Como essas práticas religiosas têm certo desejo de ordem, elas produzem essas teorias de que ‘existe algo que não vemos’, mas que governa as coisas. E, daí, as extremas-direitas se valem disso para se fortalecer”.</p>
<p>Christina Vital, da UFF, disse que existe uma retórica universal da perda de algo, no presente, que havia no passado. “E ela atravessa a cor da pele, as classes sociais, o gênero, etc.”. Esse medo não tem uma conformação política única, mas tem contornos mais à esquerda e outros mais à direita. “No campo do gênero, por exemplo, é de onde surge a ideia de que as mulheres adquiriram espaços sociais que não deviam”.</p>
<p>“Mas é um fato que existe regularidade estatística entre ser evangélico e votar na extrema-direita. Isso significa uma relação de identidade: os brasileiros votam em quem julgam que se parecem com eles”, disse Lucio Rennó, cientista político da Universidade de Brasília (UnB).</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-08/para-81-dos-brasileiros-e-fundamental-que-candidato-acredite-em-deus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/para-81-dos-brasileiros-e-fundamental-que-candidato-acredite-em-deus/">Para 81% dos brasileiros, é fundamental que candidato acredite em Deus</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Candidato acreditar em Deus é fundamental para maioria dos brasileiros</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/candidato-acreditar-em-deus-e-fundamental-para-maioria-dos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 13:42:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Oito em cada dez brasileiros e brasileiras (81%) afirmam ser fundamental que seus (suas) candidatos (as) nas eleições acreditem em Deus. Essa percepção é mais aguçada entre classes mais pobres (89% das pessoas cujos rendimentos não passam de um salário mínimo)  do que entre os mais ricos (57%, entre aqueles que ganham de 10 a 20 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Oito em cada dez brasileiros e brasileiras (81%) afirmam ser fundamental que seus (suas) candidatos (as) nas eleições acreditem em Deus. Essa percepção é mais aguçada entre classes mais pobres (89% das pessoas cujos rendimentos não passam de um salário mínimo)  do que entre os mais ricos (57%, entre aqueles que ganham de 10 a 20 salários mínimos mensais).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Candidato-acreditar-em-Deus-e-fundamental-para-maioria-dos-brasileiros.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados integram levantamento inédito do Laboratório de Estudos Sócio Antropológicos em Política, Arte e Religião (LePar), da Universidade Federal Fluminense (UFF), apresentado nessa quarta-feira (19) na abertura do 1º Congresso Internacional e Multidisciplinar sobre Sociedade: religião, política e valores, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>A análise mostra a figura do Deus cristão, sobretudo nos estratos mais pobres. Sete em cada dez pessoas ouvidas (74%) concordam que Deus faz as pessoas serem melhores (entre os que ganham até um salário mínimo, a taxa é de 86%). Já 82% defendem que as escolas devem ensinar crianças e adolescentes a acreditar em Deus.</p>
<p>“Mas, curiosamente, essa valorização significativa de Deus não se traduz em mais confiança nas instituições religiosas, sobretudo igrejas, que costuram o cotidiano religioso”, afirmou a socióloga Christina Vital, do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFF.</p>
<p>No estudo, 56% das pessoas disseram que confiam na Igreja Católica – a instituição com mais credibilidade no Brasil. Depois, apareceram as igrejas protestantes (51%) e os centros kardecistas (19%).</p>
<p>Christina avaliou como isso atinge a própria ideia de Estado: metade (54%) da amostra da pesquisa defende que o Estado não seja laico. “Existe confusão sobre o que é laicidade. Quando perguntadas sobre isso, ouvimos muitas coisas diferentes e que não se relacionam com a separação entre religião e Estado”, disse.</p>
<p>Para Michel Gherman, que lidera o Observatório das Crises das Democracias das Américas (UNLP) da UFRJ, esses números apontam como as extremas-direitas instrumentalizaram as religiões a partir do desejo de retorno a uma espécie de tempo sagrado.</p>
<p>“Isso significa dizer que não foi a ascensão desse cristianismo protestante no Brasil que fortaleceu a extrema-direita, mas, antes, foi ela quem conseguiu instrumentalizar alguns valores dessa percepção religiosa do mundo para o seu ‘projeto de passado’”, avaliou.</p>
<p>Ele citou como exemplo o fato de sete em cada dez candidatos a cargos políticos no Rio de Janeiro acreditarem (ou dizerem que acreditam) que existe uma espécie de conspiração progressista para degeneração moral das pessoas por meio da escola.</p>
<p>“Como essas práticas religiosas têm certo desejo de ordem, elas produzem essas teorias de que ‘existe algo que não vemos’, mas que governa as coisas. E, daí, as extremas-direitas se valem disso para se fortalecer”.</p>
<p>Christina Vital, da UFF, disse que existe uma retórica universal da perda de algo, no presente, que havia no passado. “E ela atravessa a cor da pele, as classes sociais, o gênero, etc.”. Esse medo não tem uma conformação política única, mas tem contornos mais à esquerda e outros mais à direita. “No campo do gênero, por exemplo, é de onde surge a ideia de que as mulheres adquiriram espaços sociais que não deviam”.</p>
<p>“Mas é um fato que existe regularidade estatística entre ser evangélico e votar na extrema-direita. Isso significa uma relação de identidade: os brasileiros votam em quem julgam que se parecem com eles”, disse Lucio Rennó, cientista político da Universidade de Brasília (UnB).</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-08/candidato-acreditar-em-deus-e-fundamental-para-maioria-dos-brasileiros" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Vivências de brasileiros na pandemia são tema de mostra em São Paulo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/vivencias-de-brasileiros-na-pandemia-sao-tema-de-mostra-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 18:20:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de passar por Brasília, a exposição itinerante A Infinita Memória da Pandemia: a História da Covid-19 por Todos Nós, Brasileiros desembarcou em São Paulo. Concebida para ampliar o acesso do público ao acervo Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, a mostra ficará em cartaz até o dia 9 de agosto no Centro Cultural São Paulo (CCSP). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de passar por Brasília, a exposição itinerante <em>A Infinita Memória da Pandemia: a História da Covid-19 por Todos Nós, Brasileiros</em> desembarcou em São Paulo. Concebida para ampliar o acesso do público ao acervo Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, a mostra ficará em cartaz até o dia 9 de agosto no Centro Cultural São Paulo (CCSP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Vivencias-de-brasileiros-na-pandemia-sao-tema-de-mostra-em-Sao-Paulo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Memorial Digital é um repositório digital responsável por preservar as memórias da pandemia de covid-19, reunindo e organizando um amplo conjunto de registros produzidos pela sociedade brasileira ao longo da pandemia.</p>
<p>Já a exposição é um desdobramento desse projeto. Concebida como um projeto expográfico modular, a mostra convida o público a refletir sobre os impactos da pandemia e da preservação da memória coletiva. Para isso, utiliza instalações imersivas, relatos de pessoas, fotografias, vídeos, cartas e testemunhos, transformando os registros digitais em uma experiência sensorial e coletiva.</p>
<p>O objetivo é fazer o visitante pensar sobre temas como isolamento social, luto, ciência, desinformação, solidariedade e memória coletiva.</p>
<p>Na capital paulista, a exposição também contará com uma programação paralela que vai incluir debates e atividades educativas sobre memória, preservação digital, ciência e saúde pública. No período da tarde, entre as 15h30 e as 20h, haverá ainda uma mediação realizada em Libras.</p>
<p>A mostra tem entrada gratuita e pode ser visitada de terça a domingo, no Centro Cultural São Paulo. Após a temporada na capital paulista, a exposição seguirá para Fortaleza, Manaus e Porto Alegre.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/vivencias-de-brasileiros-na-pandemia-sao-tema-de-mostra-em-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Dor crônica afeta até 40% dos brasileiros e exige atenção médica</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dor-cronica-afeta-ate-40-dos-brasileiros-e-exige-atencao-medica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 19:50:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A dor crônica faz parte da rotina de milhões de brasileiros e representa um desafio para a saúde pública. Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, entre 30% e 40% dos adultos no país convivem com dores persistentes, condição que compromete o sono, o trabalho, a autonomia e a qualidade de vida. Diante desse cenário, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A dor crônica faz parte da rotina de milhões de brasileiros e representa um desafio para a saúde pública. Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, entre 30% e 40% dos adultos no país convivem com dores persistentes, condição que compromete o sono, o trabalho, a autonomia e a qualidade de vida.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, a Afya Educação Médica lançou, em Manaus, a pós-graduação em Clínica da Dor. O curso é voltado para médicos que desejam aprofundar conhecimentos sobre os diferentes mecanismos da dor e oferecer tratamentos individualizados aos pacientes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Clínica da Dor amplia abordagem sobre dores persistentes</h2>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o coordenador nacional da pós-graduação em Clínica da Dor da Afya, Carlos Trindade, a especialidade propõe uma mudança na forma como a dor é tratada na assistência à saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A Clínica da Dor trata a dor como um problema em si, e não apenas como um sintoma de outra condição. Isso muda a conduta, porque o médico passa a investigar o mecanismo da dor — se ela é inflamatória, causada por lesão de nervo ou por uma sensibilização do sistema nervoso — e direciona o tratamento a partir disso”, explica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, a dor crônica é um dos principais problemas de saúde pública devido à elevada prevalência e aos impactos sociais e econômicos. A dor lombar, por exemplo, está entre as principais causas de incapacidade no mundo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, no Brasil, a condição está relacionada ao afastamento do trabalho, à perda de produtividade, às aposentadorias por invalidez, ao uso frequente dos serviços de saúde e à realização de exames que nem sempre resultam em melhora clínica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pacientes enfrentam longa busca por diagnóstico</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Para Carlos Trindade, um dos principais desafios é o percurso enfrentado por quem convive com dor persistente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A maioria dos pacientes com dor persistente passa pelo sistema de saúde sem resposta, faz exames que não explicam o que sente, tenta um medicamento após o outro e continua com dor. A Clínica da Dor organiza esse cuidado, dá método ao raciocínio e devolve função e qualidade de vida a quem já tinha desistido de melhorar”, afirma.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os quadros mais atendidos pelos especialistas estão dores musculoesqueléticas, como lombalgia e cervicalgia, além de dores nos ombros, joelhos e quadris. Também são frequentes as dores neuropáticas, como neuropatia diabética, dor após cirurgias e alterações provocadas por lesões nos nervos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fibromialgia e dores nociplásticas exigem investigação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Outro grupo que demanda atenção é o das dores nociplásticas, caracterizadas pela amplificação dos sinais de dor pelo sistema nervoso. A fibromialgia está entre os exemplos mais conhecidos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“São pacientes que podem sentir dor em várias partes do corpo, muitas vezes com exames sem alterações significativas, e acabam sendo incompreendidos. Na verdade, existe um mecanismo de dor definido que precisa ser investigado e tratado”, acrescenta o coordenador.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além dos sintomas físicos, a dor crônica pode provocar dificuldades para dormir, redução da produtividade, limitação das atividades diárias e impactos emocionais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A dor crônica vai reduzindo a vida aos poucos. A pessoa deixa de fazer atividades que antes eram importantes, perde autonomia e passa a evitar movimentos por medo. Por isso, o tratamento não deve olhar apenas para a intensidade da dor, mas para a recuperação da função, do sono e da qualidade de vida”, ressalta.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Cresce demanda por médicos especializados em dor</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo Carlos Trindade, o envelhecimento da população e a procura por tratamentos mais específicos aumentam a necessidade de profissionais qualificados na área. Ao mesmo tempo, a Medicina da Dor vem conquistando maior reconhecimento como campo específico de atuação médica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A pós-graduação em Clínica da Dor da Afya Educação Médica foi desenvolvida para médicos de diferentes especialidades, entre elas clínica médica, anestesiologia, ortopedia, neurologia, reumatologia e fisiatria.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A formação aborda avaliação clínica, diagnóstico e estratégias terapêuticas para diferentes tipos de dor, com uma abordagem integrada do paciente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Dor crônica raramente é resolvida com uma única intervenção. O médico atua na investigação e no tratamento, enquanto outros profissionais ajudam na recuperação do movimento, na adaptação emocional e na retomada das atividades. Quando existe integração real, os resultados são melhores”, destaca.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Curso está disponível em Manaus</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Em Manaus, a Afya Educação Médica está localizada na Avenida André Araújo, nº 2.767, bairro Aleixo. A instituição dispõe de sete salas de aula, 18 ambulatórios e duas salas destinadas a pequenos procedimentos para a formação de médicos especialistas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os interessados em obter mais informações sobre a pós-graduação em Clínica da Dor podem entrar em contato pelo telefone (92) 99222-1977.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia Mais:</p>
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		<item>
		<title>Doença falciforme afeta até 100 mil brasileiros e exige atenção</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/doenca-falciforme-afeta-ate-100-mil-brasileiros-e-exige-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 10:47:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Considerada uma das principais doenças hereditárias do país, a Doença Falciforme afeta entre 60 mil e 100 mil brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. A condição genética, mais frequente entre pessoas pretas e pardas devido à sua origem africana, pode comprometer funções vitais do organismo quando não é diagnosticada e tratada adequadamente. O tema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Considerada uma das principais doenças hereditárias do país, a Doença Falciforme afeta entre 60 mil e 100 mil brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. A condição genética, mais frequente entre pessoas pretas e pardas devido à sua origem africana, pode comprometer funções vitais do organismo quando não é diagnosticada e tratada adequadamente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O tema ganhou destaque durante o Dia Mundial de Conscientização da Doença Falciforme, data criada para ampliar a informação sobre a enfermidade e incentivar o diagnóstico precoce.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que é a doença falciforme?</h2>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o hematologista Felipe Furtado, a doença provoca alterações na estrutura das células sanguíneas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Em pessoas com doença falciforme, as hemácias deixam de ter o formato arredondado e assumem o aspecto de foice, tornando-se mais rígidas e dificultando o transporte de oxigênio para órgãos importantes como cérebro, pulmões e rins”, explica o especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essa alteração pode causar obstruções nos vasos sanguíneos e desencadear diversas complicações ao longo da vida.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sintomas e riscos da condição</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os sintomas mais frequentes estão as crises de dor intensa nos ossos, que podem surgir ainda na infância.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Sem acompanhamento médico adequado, a doença pode provocar:</p>
<li>Anemia crônica;</li>
<li>Retardo no crescimento;</li>
<li>Infecções recorrentes;</li>
<li>Infartos pulmonares;</li>
<li>Acidente vascular cerebral (AVC);</li>
<li>Inflamações;</li>
<li>Úlceras e outras complicações graves.</li>
<p class="wp-block-paragraph">Estudos indicam que, sem assistência médica, apenas cerca de 20% das crianças com doença falciforme chegam aos cinco anos de idade.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico precoce é fundamental</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A identificação precoce da doença é considerada decisiva para o sucesso do tratamento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais exames estão o Teste do Pezinho, realizado nos primeiros dias de vida do bebê, e a Eletroforese de Hemoglobina, que detecta a presença da hemoglobina S no sangue.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de controlar a doença e evitar complicações futuras”, alerta Felipe Furtado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tratamento melhora qualidade de vida</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O tratamento da doença falciforme é contínuo e deve ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos específicos, o Transplante de Medula Óssea pode ser indicado, embora nem todos os pacientes sejam candidatos ao procedimento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos, o controle da enfermidade é realizado por meio de acompanhamento médico regular, exames laboratoriais periódicos e monitoramento dos níveis de hemoglobina.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo especialistas, o tratamento adequado reduz complicações, aumenta a expectativa de vida e proporciona mais qualidade de vida aos pacientes.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>*Com informações da assessoria</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Prefeitura intensifica recuperação viária no Nova Esperança em Manaus</p>
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		<title>PF restitui documentos imperiais brasileiros ao Arquivo Nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:36:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) restituiu nesta quarta-feira (17) ao acervo do Arquivo Nacional documentos históricos de natureza pública da época do Brasil Império, que haviam sido identificados em lotes anunciados em leilão. Entre os bens restituídos está um documento datado de 1876, assinado por Duque de Caxias, patrono do Exército Brasileiro, e outro por José [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) restituiu nesta quarta-feira (17) ao acervo do Arquivo Nacional documentos históricos de natureza pública da época do Brasil Império, que haviam sido identificados em lotes anunciados em leilão. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PF-restitui-documentos-imperiais-brasileiros-ao-Arquivo-Nacional.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre os bens restituídos está um documento datado de 1876, assinado por Duque de Caxias, patrono do Exército Brasileiro, e outro por José Thomaz Nabuco Filho, pai do abolicionista Joaquim Nabuco, datado de 1865.</p>
<p>As peças foram avaliadas por uma equipe técnica do Arquivo Nacional, que reconheceu a proveniência e destinação pública, interditando a comercialização, com acautelamento dos itens para fins de preservação do patrimônio histórico brasileiro. O laudo descreve documentos dos anos de 1824, 1865 e 1876 originários de repartições públicas.</p>
<p>Entre os documentos restituídos, está um conjunto do ano de 1876, relacionado ao Ministério dos Negócios da Guerra. Uma das folhas é datada de 25 de setembro de 1876 e assinada por Duque de Caxias, que à época chefiava o ministério. O documento trata da ciência de ofício referente à inauguração de comunicação entre a Paraíba e Pernambuco.</p>
<p>No mesmo conjunto, há ainda uma peça de 27 de junho de 1876, oriunda da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra, assinada por José Maria Lopes da Costa, relacionada ao encaminhamento da Coleção de Leis da Província da Paraíba.</p>
<p>A PF restituiu também um documento histórico datado de 1824, assinado pelo comandante e tenente-coronel Simplício José da Silva. O item tem origem na Junta do Governo Temporário da Província do Piauí e trata de uma comunicação relacionada à decisão do Imperador sobre punição rigorosa àqueles que ofendessem o governo.</p>
<p>O outro documento datado de 1865, assinado por José Thomaz Nabuco de Araújo Filho, então Ministro dos Negócios da Justiça. A peça tem origem ministerial e aborda tema relacionado à Guarda Nacional Imperial, instituição de grande relevância para a organização político-administrativa e militar do Império.</p>
<p>Com a restituição, os documentos retornam à guarda do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, órgão responsável pela preservação, tratamento técnico e acesso ao patrimônio documental público federal, assegurando a conservação e destinação adequada ao interesse histórico e cultural da sociedade brasileira.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/pf-restitui-documentos-imperiais-brasileiros-ao-arquivo-nacional" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Um em cada quatro brasileiros não sabe que o câncer pode ser prevenido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:06:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um em cada quatro brasileiros desconhece que o câncer é uma doença que pode ser prevenida. A informação faz parte do relatório Mais Dados Mais Saúde &#8211; Percepções da população brasileira sobre fatores de risco para o câncer, divulgada nesta quarta-feira (3).  O estudo investigou de que forma a população percebe e se relaciona com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um em cada quatro brasileiros desconhece que o câncer é uma doença que pode ser prevenida. A informação faz parte do relatório Mais Dados Mais Saúde &#8211; Percepções da população brasileira sobre fatores de risco para o câncer, divulgada nesta quarta-feira (3). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Um-em-cada-quatro-brasileiros-nao-sabe-que-o-cancer.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo investigou de que forma a população percebe e se relaciona com alguns fatores de risco para o câncer como tabagismo, bebidas alcoólicas, alimentos ultraprocessados e sedentarismo. </p>
<p>De acordo com Instituto Nacional de Câncer (Inca), são estimados 781 mil casos novos de câncer por ano no triênio 2026/2028. O volume representa aumento de 10,9% em relação ao período anterior, impulsionado pelo envelhecimento da população e por hábitos de vida.  </p>
<p>A pesquisa é a primeira edição de abrangência nacional que investiga o conhecimento dos brasileiros em relação à prevenção do câncer, incluindo o que pensam e fazem sobre o assunto. O estudo foi realizado pelas organizações Umane e Vital Strategies, com apoio do Instituto Devive e parceria técnica do Inca. Foram entrevistadas 6,5 mil pessoas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.  </p>
<h2>Fatores de risco  </h2>
<p>Enquanto alguns hábitos, como o fumo e a exposição solar sem proteção são mais percebidos pela população como perigosos, outros não são vistos como fatores de risco para o câncer. É o caso do sedentarismo, por exemplo, que aparece nas últimas posições dessa lista. Menos da metade dos brasileiros (48,3%) acha que a falta de atividade física favorece o desenvolvimento da doença.  </p>
<p>Na avaliação da Chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do Inca, Luciana Grucci Moreira, percebe-se uma melhora no Brasil em termos de percepção da população, especialmente em comparação aos estudos internacionais.  </p>
<p>O maior exemplo disso é o fumo, que apresenta reconhecimento de fator de risco bastante elevado entre a população adulta brasileira: 90,5% disseram saber que fumar causa câncer. Os outros dois fatores com maior índice de percepção são herança genética (89,4%) e exposição solar excessiva (88,3%).  </p>
<p>Já outros fatores não são percebidos da mesma forma pela população como bebidas alcoólicas, apontadas como fator de risco por 71,3%, bem como alimentos embutidos como presunto e salsicha (70,7%), e ultraprocessados como macarrão instantâneo, salgadinhos e sorvete (65,6%). </p>
<p>Para a especialista, a principal diferença para os distintos graus de percepção são políticas públicas e campanhas informativas, como as implementadas em relação ao cigarro nas últimas décadas.  </p>
<p>“Advertências em embalagens, impostos para elevar o preço do tabaco, ambientes restritos de fumo. Ou seja, um conjunto de políticas públicas e muita campanha informativa, de comunicação, que já foram desenvolvidas acerca do tabaco”, compara.  </p>
<p>Ela acredita que para ampliar a percepção da população, é preciso avançar em ações semelhantes para os outros fatores de risco.  </p>
<p>O estudo mostra, ainda, que a população desconhece que o aleitamento materno é um fator de proteção para o desenvolvimento do câncer de mama. A cada 10 entrevistados, 4 não sabiam dessa informação.  </p>
<p>“A mulher que amamenta tem uma proteção maior contra o câncer de mama quando comparada com aquela mulher que não tem oportunidade de amamentar”. </p>
<h2>Obesidade </h2>
<p>Já o sobrepeso e a obesidade são conhecidos como fator de risco para o câncer por apenas 54,1% da população. O mesmo ocorre em relação ao consumo de bebidas adoçadas (refrigerantes), baixa ingestão de frutas e verduras e o sedentarismo, que são associados ao câncer por somente 55,3%, 53,3% e 48,3% dos adultos brasileiros, respectivamente. A carne vermelha é reconhecida como item que aumenta a chance de desenvolver câncer por menos de três em cada dez brasileiros, ou 27,5%. </p>
<p>“Lembrando que não é só a informação que é determinante para uma escolha alimentar. Existem outras questões como o acesso ao alimento, renda, preço dos alimentos, marketing. A gente precisa avançar em outras políticas públicas também conjuntamente para promover não só essa percepção, como a melhora das escolhas mais saudáveis por parte da população”, defende. </p>
<p>Ela reforça a necessidade de políticas públicas para prevenir fatores ambientais e comportamentais que aumentam a chance de se desenvolver um câncer, como por exemplo a atividade física e a alimentação adequada.  </p>
<p>“Não é só falar: ‘faça atividade física’. A rua em que a pessoa mora tem que estar iluminada, com segurança, para ela praticar exercício. A política pública tem esse papel de dar a opção de melhores escolhas para todos esses fatores de risco”, explica. </p>
<h2>Comportamentos </h2>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Um-em-cada-quatro-brasileiros-nao-sabe-que-o-cancer.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="obesidade infantil" title="Marcello Casal Jr./Agência Brasil"/></p>
<p>Consumo de ultraprocessados é fator de risco para o câncer &#8211; Marcello Casal Jr./Agência Brasil</p>
<p>A pesquisa também investigou hábitos da população relacionados aos fatores de risco para o câncer, como o consumo de alimentos embutidos, ultraprocessados, carne vermelha e bebidas adoçadas. E também questionou os entrevistados se havia intenção ou não de reduzir o consumo. </p>
<p>Cerca de 45% dos indivíduos relataram consumir produtos ultraprocessados e ter tentado reduzir o consumo, enquanto 33% afirmam não consumir e 15% consomem e não têm intenção de reduzir esse hábito. Em relação aos refrigerantes e demais bebidas adoçadas, aproximadamente 53% relataram consumo com tentativa de redução, 27% não consomem e cerca de 15% não querem reduzir a ingestão. </p>
<p>Em relação à carne vermelha, foi observada maior proporção de indivíduos que relataram consumir sem ter tentado reduzir (cerca de 45%), seguida por aqueles que consomem e tentam reduzir (aproximadamente 40%), enquanto o não consumo é menos frequente (em torno de 10%). </p>
<p>Em contrapartida, 86,3% da população afirmou consumir frutas, legumes e verduras. Entre os que não consomem, 8,3% disseram ter intenção de começar. </p>
<h2>Jovens  </h2>
<p>O relatório revela que os jovens até 24 anos são os que mais consomem os alimentos mais relacionados como fatores de risco sem a intenção de reduzir. Esse comportamento foi acusado por 32,3% com relação aos ultraprocessados, 24,4% quando se trata de bebidas adoçadas, 29,5% embutidos e 49,1% em relação à carne vermelha. </p>
<p>Sobre bebidas alcoólicas, substância associada a pelo menos oito tipos de câncer, metade da população (50,1%) relatou não consumir enquanto 32,5%, entre os que consomem já tentaram reduzir o hábito. Os jovens até 24 anos são maioria entres os que declaram beber e não ter a intenção de reduzir (16,9%), mesma resposta dada por 8,7% das pessoas de 25 a 59 anos e por 7,1% daqueles com mais de 60 anos. </p>
<h2>Sedentarismo </h2>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1780488396_592_Um-em-cada-quatro-brasileiros-nao-sabe-que-o-cancer.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Academia, exercício físico" title="José Cruz/Agência Brasil"/></p>
<p>Prática de atividades físicas é fator de prevenção do câncer &#8211; José Cruz/Agência Brasil</p>
<p>Em relação ao sedentarismo, 52,2% disseram que praticam atividade física e 39% manifestaram querer começar a se exercitar. Os mais ricos são os que mais sabem da importância da atividade física na prevenção do câncer. Cerca de 45% dos que recebiam até R$ 2 mil apresentaram menor proporção de conhecimento sobre o sedentarismo como fator de risco em comparação àqueles com renda igual ou superior a R$ 10 mil (59,6%). </p>
<p>Indagados sobre o peso corporal, 48,8% se declararam com peso saudável. Entre os que reconhecem ter excesso de peso, 31% afirmaram estar fazendo algo a respeito, mas esse número cai para 22,9% entre pessoas com renda menor que R$ 2 mil, contra mais de 40% entre os de renda acima de R$ 3 mil. </p>
<h2>Estratégias </h2>
<p>Na avaliação da gestora do Inca, Luciana Moreira, o resultado do estudo permite pensar e planejar quais esforços devem ser feitos para levar informação de qualidade para população.  </p>
<p>“Se a população hoje não reconhece, por exemplo, que as carnes processadas aumentam o risco de câncer, essa informação é muito importante para nós, que trabalhamos com ações de prevenção e com criação de políticas públicas, de que é preciso investir em estratégias de comunicação”, afirma. </p>
<p>Luciana Sardinha, da Vital Strategies, acredita que o estudo tem um efeito muito positivo para despertar na população o interesse pelo assunto. “Ao dar visibilidade aos resultados, eles chamam a atenção da população para os fatores de risco para o câncer”. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/um-em-cada-quatro-brasileiros-nao-sabe-que-o-cancer-pode-ser-prevenido" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasileiros pediram mais de mil toneladas de hambúrguer em cinco meses</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasileiros-pediram-mais-de-mil-toneladas-de-hamburguer-em-cinco-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:58:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 99Food divulgou um levantamento sobre o consumo de hambúrguer entre os usuários da plataforma. O estudo indica que o lanche segue entre os preferidos dos brasileiros e, ao mesmo tempo, reforça a força do delivery no país. No Brasil, o hambúrguer aparece como o segundo prato mais pedido em capitais como Rio de Janeiro, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A 99Food divulgou um levantamento sobre o consumo de hambúrguer entre os usuários da plataforma. O estudo indica que o lanche segue entre os preferidos dos brasileiros e, ao mesmo tempo, reforça a força do delivery no país.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o hambúrguer aparece como o segundo prato mais pedido em capitais como Rio de Janeiro, Recife e Manaus. Esses dados fazem parte de uma pesquisa do Instituto Locomotiva.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o levantamento da 99Food destaca o Dia Mundial do Hambúrguer, celebrado em 28 de maio, como referência para a análise do comportamento de consumo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">São Paulo concentra maior volume de pedidos</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Entre janeiro e maio de 2026, usuários da 99Food consumiram mais de mil toneladas de hambúrguer em 16 das mais de 70 cidades onde o serviço atua.</p>
<p class="wp-block-paragraph">São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia lideraram os pedidos no período. Ainda assim, a capital paulista respondeu por 65% da demanda total.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, São Paulo registrou volume três vezes maior do que o Rio de Janeiro, que ocupou a segunda posição no ranking.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Finais de semana impulsionam consumo de hambúrguer</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também mostra mudanças no comportamento dos consumidores ao longo da semana. Em geral, os usuários concentram os pedidos de hambúrguer nos finais de semana.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Principalmente, o jantar de sábado aparece como o momento mais procurado para o consumo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, cerca de 60% dos pedidos ocorrem durante o período noturno, o que reforça a preferência por refeições no fim do dia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, as madrugadas também apresentam crescimento nas solicitações. Esse movimento se intensifica após a meia-noite, especialmente depois de bares, festas e eventos noturnos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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