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	<title>cada Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>cada Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>IBGE: Quatro em cada dez adolescentes já sofreram bullying na escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ibge-quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:23:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro em cada dez estudantes brasileiros de 13 a 17 anos afirmam já ter sido alvos de bullying, e 27,2% dos alunos nessa faixa etária já sofreram alguma forma de humilhação duas ou mais vezes. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), e se referem a depoimentos coletados em 2024 em escolas de todo o Brasil.  Com relação à pesquisa anterior, feita em 2019, houve um aumento de 0,7 ponto percentual no total de estudantes que declararam já ter sofrido bullying. Já a proporção de alunos que passaram por isso pelo menos duas vezes subiu mais de 4 pontos percentuais, ressalta o gerente da pesquisa, Marco Andreazzi. &#8220;O bullying já é caracterizado como algo persistente, intermitente… E nós observamos aqui...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ibge-quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na-escola/">IBGE: Quatro em cada dez adolescentes já sofreram bullying na escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro em cada dez estudantes brasileiros de 13 a 17 anos afirmam já ter sido alvos de bullying, e 27,2% dos alunos nessa faixa etária já sofreram alguma forma de humilhação duas ou mais vezes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IBGE-Quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), e se referem a depoimentos coletados em 2024 em escolas de todo o Brasil. </p>
<p>Com relação à pesquisa anterior, feita em 2019, houve um aumento de 0,7 ponto percentual no total de estudantes que declararam já ter sofrido bullying. Já a proporção de alunos que passaram por isso pelo menos duas vezes subiu mais de 4 pontos percentuais, ressalta o gerente da pesquisa, Marco Andreazzi.</p>
<p>&#8220;O bullying já é caracterizado como algo persistente, intermitente… E nós observamos aqui uma tendência de aumento, o que indica que mais estudantes passaram a vivenciar situações repetidas de violência&#8221;.</p>
<p>&#8220;O número dos que sofrem bullying permanece praticamente igual, porém, a persistência dos episódios e a intensidade deles aumentou&#8221;, complementa. </p>
<p>&gt;&gt; IBGE alerta para quadro preocupante na saúde mental de adolescentes</p>
<h2>Principais números</h2>
<ul>
<li>39,8% dos estudantes de 13 a 17 anos sofreram bullying na escola;</li>
<li>No caso das meninas, percentual sobe para 43,3%; </li>
<li>Aparência do rosto ou cabelo foi alvo em 30,2% dos casos;</li>
<li>13,7% assumiram ter praticado bullying;</li>
<li>16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas.</li>
</ul>
<h2>Aparência, raça e gênero</h2>
<p>Os estudantes agredidos disseram à pesquisa que a aparência do rosto ou do cabelo foi o principal alvo do bullying, o que se deu em 30,2% dos casos.</p>
<p>Em seguida, vêm a aparência do corpo, com 24,7%, e a violência por causa da cor ou raça, vivida por 10,6% deles. </p>
<p>“Há também um percentual alto, de 26,3%, de alunos que declaram que o bullying não teve motivo. Ou seja, uma grande parte daqueles que sofrem não sabem por que, e isso é natural, já que o bullying ocorre coletivamente, e aquele que está sofrendo não necessariamente vê uma razão para isso. Pelo contrário, se sente completamente injustiçado”, destaca o gerente da pesquisa. </p>
<p>A pesquisa identificou que as meninas são as mais atacadas ─ 43,3% delas já sofreram bullying, contra 37,3% dos meninos.</p>
<p>Além disso, 30,1% das estudantes adolescentes se sentiram humilhadas por provocações de colegas duas vezes ou mais. Essa proporção é quase 6 pontos percentuais maior que a dos alunos do sexo masculino. </p>
<h2>Perfil dos agressores</h2>
<p>Já os dados de quem comete bullying mostram uma relação inversa: 13,7% dos estudantes declararam ter praticado alguma violência do tipo, sendo 16,5% dos meninos e 10,9% das meninas. </p>
<p>O IBGE também perguntou qual a razão da agressão praticada e, novamente, a aparência do rosto, cabelo ou corpo e a cor ou raça foram os motivos mais citados.</p>
<p>No entanto, algumas diferenças significativas surgiram, com relação ao relatado pelas vítimas. Por exemplo, 12,1% dos autores declararam ter cometido bullying por causa do gênero ou orientação sexual dos colegas, mas apenas 6,4% dos alunos que sofreram bullying reconheceram que essa característica motivou a violência sofrida. </p>
<p>O mesmo ocorreu com o tópico da deficiência: enquanto 7,6% dos autores reconhecem que cometeram bullying por esse motivo, apenas 2,6% das vítimas associaram o ataque a essa característica.</p>
<p>Para os pesquisadores, isso pode indicar que muitas vítimas preferem silenciar sobre as circunstâncias do ocorrido por medo ou receio de serem estigmatizadas. </p>
<h2>Agressões físicas e virtuais</h2>
<p>A pesquisa também identificou que, em alguns casos, há agravamento dos conflitos entre os alunos: 16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas, proporção que sobe para 18,6% no caso dos meninos. </p>
<p>Nesse caso, também houve aumento com relação a 2019, quando 14% dos alunos haviam relatado alguma agressão física sofrida, sendo 16,5% entre os meninos.</p>
<p>O IBGE também destaca o crescimento na proporção de estudantes agredidos duas vezes ou mais, que passou de 6,5% para 9,6%. </p>
<p>Já os casos de bullying virtual, cometidos via redes sociais ou aplicativos, recuaram de 13,2% para 12,7%. Nesse caso, as meninas aparecem como vítimas em quantidade mais expressiva: 15,2% delas já se sentiram humilhadas ou ameaçadas por conteúdos postados nesses espaços, contra 10,3% dos meninos.</p>
<h2>Ações preventivas </h2>
<p>O IBGE também entrevistou gestores escolares para coletar informações sobre o suporte oferecido aos adolescentes e identificou que apenas 53,4% dos alunos estudavam em unidades que aderiram ao Programa de Saúde nas Escolas (PSE), que desenvolve uma série de ações para aumentar o bem-estar dos estudantes. </p>
<p>Considerando as iniciativas incluídas no PSE, apenas 43,2% dos alunos estavam em escolas que realizaram ações de prevenção de práticas de bullying, e somente 37,2% das unidades atuaram conforme o programa para prevenir brigas em suas dependências.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/ibge-quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>De cada 10 serviços digitais, 8 não checam idade na criação de conta</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/de-cada-10-servicos-digitais-8-nao-checam-idade-na-criacao-de-conta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 16:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O levantamento Práticas de aferição de idade em 25 serviços digitais usados por crianças no Brasil, de 2025, revela que 84% dos serviços digitais mais usados por crianças no Brasil não verificaram a idade no momento da criação da conta, correspondente a 21 das 25 plataformas analisadas. A realidade destacada na pesquisa é anterior à Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que começou a valer no Brasil nesta terça-feira (17).  &#62;&#62; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Estudo O estudo inédito foi realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). A versão preliminar foi divulgada durante o Seminário ECA Digital &#8211; Proteção de Crianças e Adolescentes: Perspectivas Globais e Multissetoriais para...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/de-cada-10-servicos-digitais-8-nao-checam-idade-na-criacao-de-conta/">De cada 10 serviços digitais, 8 não checam idade na criação de conta</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O levantamento <em>Práticas de aferição de idade em 25 serviços digitais usados por crianças no Brasil</em>, de 2025, revela que 84% dos serviços digitais mais usados por crianças no Brasil não verificaram a idade no momento da criação da conta, correspondente a 21 das 25 plataformas analisadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/De-cada-10-servicos-digitais-8-nao-checam-idade-na.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A realidade destacada na pesquisa é anterior à Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que começou a valer no Brasil nesta terça-feira (17). </p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2>Estudo</h2>
<p>O estudo inédito foi realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). A versão preliminar foi divulgada durante o Seminário ECA Digital &#8211; Proteção de Crianças e Adolescentes: Perspectivas Globais e Multissetoriais para a Implementação da Lei, nesta quarta-feira (18), em Brasília.</p>
<p>Os serviços avaliados incluem os específicos para crianças, como o Youtube Kids, e outros que podem ser acessados por esse público, como redes sociais, mensageria (WhatsApp e outros), inteligência artificial generativa e jogos online. </p>
<p>Também foram investigados os serviços destinados a adultos, sites de apostas, de relacionamentos e lojas virtuais de aplicativos.</p>
<p>Na maioria dos casos analisados, a aferição de idade ocorreu posteriormente, para liberar funcionalidades específicas, como transmissões ao vivo ou monetização.</p>
<h2>ECA Digital</h2>
<p>O ECA Digital ou Lei Felca é voltada à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, como redes sociais, jogos eletrônicos, serviços de vídeo e lojas virtuais de produtos e serviços voltados a esse público.</p>
<p>Entre as regras estabelecidas pela nova lei está a proibição da simples autodeclaração de idade, geralmente informando a data de nascimento ou marcando uma caixa de seleção.</p>
<p>Na prática, a plataforma não pode confiar apenas na palavra de quem está configurando a nova conta.</p>
<p>A partir desta semana, a nova legislação determina a supervisão parental e que os serviços de tecnologia da informação adotem mecanismos de aferição de idade para acesso aos conteúdos e uso de seus produtos e serviços.</p>
<h2>Verificação</h2>
<p>O estudo revela que quase metade das plataformas, ou seja, 11 de 25, incluindo redes sociais e IA generativas (Gemini e ChatGPT), usa empresas terceirizadas para fazer essa checagem em algum momento de navegação do usuário: na abertura do cadastro, em aferição posterior para acessar determinados recursos ou se for detectada alguma atividade suspeita.</p>
<p>O envio de documento oficial é o método de verificação mais comum feito por 13 dos 25 serviços analisados.</p>
<p>Para estimar a idade sem documentos, o uso de selfies (foto ou vídeo) é a prática de 12 das plataformas estudadas.</p>
<p>Outros métodos, como cartão de crédito, endereço de e-mail e consentimento parental, também são usados para verificação da idade.</p>
<h2>Idade mínima</h2>
<p>O estudo constata que a proteção de crianças e adolescentes ainda é reativa e fragmentada. A verificação da idade varia conforme o modelo de negócio.</p>
<p>A análise dos especialistas encontrou discrepâncias nas idades mínimas informadas ou recomendadas pelos próprios serviços e as idades exigidas pelas lojas de aplicativos.</p>
<p>Nos jogos online, embora a idade mínima exigida varia de 13 anos (Minecraft e Fortnite, por exemplo) a 18 anos (como Roblox e PlayStation), a proteção é baseada em ferramentas de supervisão parental e configurações por faixa etária.</p>
<p>As lojas de aplicativos (Apple Store e Google Play) relatam idades mínimas de 13 a 16 anos. Porém, não barram o acesso no cadastro, limitando-se a oferecer recursos de controle para que os pais e responsáveis monitorem os downloads.</p>
<p>Para acessar qualquer rede social (Facebook, Instagram, X, YouTube e Discord), o usuário deve ter pelo menos 13 anos. </p>
<p>Contudo, as redes não conferem a idade no cadastro, adotam a autodeclaração e permitem a autorização parental para funcionalidades e conteúdos o até usuário abaixo da idade mínima indicada completarem 18 anos.</p>
<p>Oficialmente, o serviço de mensageria WhatsApp exige 13 anos para uso do serviço de mensageria. Na prática, o acesso é permitido apenas com vinculação a número de uma linha de celular, sem nenhuma solicitação de informação sobre a idade do usuário.</p>
<p>As redes de marketplace (como Mercado Livre e Amazon) voltadas a adultos estabeleçam idade mínima de 18 anos. No entanto, a barreira da idade é facilmente contornável, porque o sistema considera válida a autodeclaração no momento do cadastro e não exige a aferição da idade. </p>
<p>Em casos de combate a fraudes financeiras, a verificação da identidade é feita posteriormente.</p>
<p>Os serviços relacionados à pornografia consideram apenas a autodeclaração para o caso de usuários espectadores. Mas, se o usuário quiser carregar (upload) conteúdos para seu dispositivo local (computador, celular) será cobrada a comprovação da idade.</p>
<p>Atualmente, a realidade é de porta de entrada aberta nos serviços de relacionamento, porque a maioria não exige prova de idade no cadastro, confiando apenas na autodeclaração do usuário.  </p>
<p>O bloqueio ou a exigência de documentos somente ocorre de forma proativa quando o sistema detecta comportamento suspeito ou denúncias de que o perfil pertence a um menor de 18 anos.</p>
<p>Os sites de apostas são os únicos que apresentam rigor inicial e já exigem a aferição se o internauta tem 18 anos logo no cadastro. As chamadas bets usam serviços terceirizados para aferição da idade do apostador.</p>
<p>No contexto dos serviços digitais voltados especificamente para o público infantil, o estudo revela um modelo de acesso mais flexível. Utiliza-se somente um mecanismo simples de estimativa etária, geralmente um desafio matemático básico de soma de números. </p>
<p>Nessa lógica, se o usuário consegue resolver a conta, ele tem maturidade cognitiva suficiente para ser o responsável.</p>
<h2>Ações</h2>
<p>O mapeamento concluiu que somente oito dos 25 serviços digitais declaram atuar proativamente na identificação de usuários abaixo da idade mínima.</p>
<p>Em caso de descumprimento de política de idade mínima, a suspensão da conta é relatada pelas plataformas como a principal sanção, o que ocorreu em 17 do total de serviços pesquisados.</p>
<p>No entanto, não é prática geral a exclusão de dados após suspensão da conta do usuário que não cumpriu a regra. Apenas três empresas o fizeram.</p>
<h2>Supervisão</h2>
<p>Sobre a supervisão da família de crianças e adolescentes, os dados do levantamento revelam que, embora a maioria dos serviços analisados (60%, ou 15 dos 25) já disponibilize mecanismos de controle para pais e responsáveis, o funcionamento dessas ferramentas ainda é passivo.</p>
<p>Em 14 dos 15 serviços que oferecem o recurso, a proteção não vem ativada por padrão. </p>
<p>Na prática, isso significa que a segurança exige que os pais ou responsáveis tomem a iniciativa de buscar, configurar e acionar ativamente as ferramentas dentro das plataformas para garantir o monitoramento dos menores.</p>
<h2>Transparência</h2>
<p>Apenas seis dos 25 serviços disponíveis publicaram relatórios de transparência com recorte sobre o Brasil.</p>
<p>O estudo aponta que apenas um relatório de transparência tem dados sobre a aplicação da política de idade mínima no Brasil.</p>
<p>Além das barreiras técnicas, o estudo destaca a dificuldade de compreensão das regras de uso devido a informações incompletas, dispersas em dezenas de páginas e fragmentadas, redirecionamento para links quebrados, além de textos com as políticas de uso sem tradução para a língua portuguesa.</p>
<p>O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) informou que deve disponibilizar, em breve, a versão completa do estudo <em>Práticas de aferição de idade em 25 serviços digitais usados por crianças no Brasil</em>.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/de-cada-10-servicos-digitais-8-nao-checam-idade-na-criacao-de-conta" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Três apostas acertam a Mega-Sena e levam R$ 34,8 milhões cada&#124; Agência Brasil</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/tres-apostas-acertam-a-mega-sena-e-levam-r-348-milhoes-cada-agencia-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 00:54:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Três apostas acertaram as seis dezenas do concurso 2.985 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (17) e vão receber o prêmio de R$ 34.856.052,53 cada.  As apostas vencedoras jogaram seis números em jogos simples. Os ganhadores são de: Camocim (CE) Catalão (GO) Presidente Castelo Branco (PR) Os números sorteados foram: 06 &#8211; 08 &#8211; 21 &#8211; 32 &#8211; 41 &#8211; 60 96 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 34.815,62 cada 4.494 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.225,92 cada &#62;&#62; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Apostas Para o próximo concurso, o prêmio está estimado em R$ 3,5 milhões. As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (19), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.  A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6....</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três apostas acertaram as seis dezenas do concurso 2.985 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (17) e vão receber o prêmio de R$ 34.856.052,53 cada. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Tres-apostas-acertam-a-Mega-Sena-e-levam-R-348-milhoes.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As apostas vencedoras jogaram seis números em jogos simples. Os ganhadores são de:</p>
<ul>
<li>Camocim (CE)</li>
<li>Catalão (GO)</li>
<li>Presidente Castelo Branco (PR)</li>
</ul>
<p>Os números sorteados foram: 06 &#8211; 08 &#8211; 21 &#8211; 32 &#8211; 41 &#8211; 60</p>
<ul>
<li>96 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 34.815,62 cada</li>
<li>4.494 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.225,92 cada</li>
</ul>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2>Apostas</h2>
<p>Para o próximo concurso, o prêmio está estimado em R$ 3,5 milhões.</p>
<p>As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (19), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. </p>
<p>A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/tres-apostas-acertam-a-mega-sena" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio, diz estudo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 23:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sete em cada dez mulheres dizem já ter sofrido assédio moral ou sexual, principalmente em ruas e espaços públicos. Os dados fazem parte da pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres, lançada nesta quinta-feira (5). O levantamento é de autoria do Instituto Cidades Sustentáveis e da Ipsos-Ipec, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. “A insegurança é uma regra na nossa vida, não é uma exceção. Há uma proporção alta de mulheres que seguem dizendo que já sofreram assédio”, alertou Patrícia Pavanelli, diretora de Opinião Pública e Política da Ipsos-Ipec, durante o lançamento da pesquisa, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP. Considerando...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sete em cada dez mulheres dizem já ter sofrido assédio moral ou sexual, principalmente em ruas e espaços públicos. Os dados fazem parte da pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres, lançada nesta quinta-feira (5).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento é de autoria do Instituto Cidades Sustentáveis e da Ipsos-Ipec, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.</p>
<p>“A insegurança é uma regra na nossa vida, não é uma exceção. Há uma proporção alta de mulheres que seguem dizendo que já sofreram assédio”, alertou Patrícia Pavanelli, diretora de Opinião Pública e Política da Ipsos-Ipec, durante o lançamento da pesquisa, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP.</p>
<p>Considerando o total de mulheres da amostra (2.066), 71% delas disseram já ter sofrido algum tipo de assédio em pelo menos um dos seis locais pesquisados: ruas e espaços públicos, transporte público, ambiente de trabalho, ambiente doméstico, bares/casas noturnas ou transporte particular.</p>
<p>“O espaço público e o transporte público se destacam como os lugares mais hostis para as mulheres, sendo esse um problema recorrente e que limita a nossa liberdade, o nosso direito à cidade”, ressaltou Patrícia.</p>
<h2>Proporção elevada</h2>
<p>Apesar da queda em relação a 2014, quando o índice ficou em 74%, e das variações de acordo com as capitais, as entidades realizadoras do estudo consideram que a proporção de mulheres que sofreram assédio permanece elevada e persistente nas dez cidades.</p>
<h2>Assédio nas ruas</h2>
<p>Ruas e espaços públicos – como praças, parques e praias – são os lugares onde mais ocorrem assédios, sendo citados por 54% das mulheres. Em seguida, aparece o transporte público (citado em 50% das respostas) e, em outro patamar, o ambiente de trabalho (citado por 36% mulheres).</p>
<p>Bares e casas noturnas foram citados por 32%; o ambiente familiar aparece em 26% das menções; e transporte particular como táxi e ou por aplicativo, em 19% das respostas.</p>
<p>A parcela de 5% das mulheres relatou que já sofreu assédio em todos os seis espaços mensurados na pesquisa. </p>
<p>“Embora pareça pouco, a gente está falando de mulheres que vivem em 10 capitais que [concentram] 33 milhões de habitantes, e 5% delas dizem que já sofreram algum tipo de assédio em todos os locais [mencionados]”, acrescentou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio-diz-estudo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Violência sexual na internet atinge 1 em cada 5 adolescentes no Brasil</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/violencia-sexual-na-internet-atinge-1-em-cada-5-adolescentes-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 17:21:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[atinge]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cada]]></category>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um em cada cinco adolescentes brasileiros foi vítima de alguma forma de violência sexual em meios digitais. Isso representa cerca de três milhões de pessoas, que passaram por alguma das situações investigadas pelo menos uma vez em um período de um ano, quando tinham entre 12 e 17 anos de idade.  O dado alarmante é do relatório Disrupting Harm in Brazil: Enfrentando a violência sexual contra crianças facilitada pela tecnologia, lançado nesta quarta-feira (4) pelo Fundo das Nações Unidas pela Infância (Unicef), em parceria com a organização internacional ECPAT e a Interpol, e financiado pela Safe Online.  A pesquisa questionou famílias de todo o Brasil a respeito de experiências de abuso e exploração sexual “facilitados” por tecnologias digitais. Isso compreende diversas situações em que os meios digitais são usados para aliciar, extorquir,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um em cada cinco adolescentes brasileiros foi vítima de alguma forma de violência sexual em meios digitais. Isso representa cerca de três milhões de pessoas, que passaram por alguma das situações investigadas pelo menos uma vez em um período de um ano, quando tinham entre 12 e 17 anos de idade. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Violencia-sexual-na-internet-atinge-1-em-cada-5-adolescentes.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O dado alarmante é do relatório Disrupting Harm in Brazil: Enfrentando a violência sexual contra crianças facilitada pela tecnologia, lançado nesta quarta-feira (4) pelo Fundo das Nações Unidas pela Infância (Unicef), em parceria com a organização internacional ECPAT e a Interpol, e financiado pela Safe Online. </p>
<p>A pesquisa questionou famílias de todo o Brasil a respeito de experiências de abuso e exploração sexual “facilitados” por tecnologias digitais. Isso compreende diversas situações em que os meios digitais são usados para aliciar, extorquir, produzir, armazenar ou disseminar material de abuso, ocorridas totalmente no ambiente virtual, ou de forma presencial, combinada com o uso da internet. </p>
<p>Em 66% dos relatos, a violência ocorreu apenas em meios digitais, principalmente via redes sociais, aplicativos de mensagens ou plataformas de jogos <em>online</em>. O Instagram e o WhatsApp aparecem como as ferramentas mais utilizadas pelos abusadores para abordar as vítimas. A especialista em Proteção Contra as Violências do Unicef no Brasil, Luiza Teixeira, explicou o percurso mais comum desses casos.</p>
<p>“Muitas vezes, agressores buscam as vítimas em plataformas que permitem perfis abertos ou públicos. Depois de fazer contato, criar conexão com a vítima e estabelecer uma relação de confiança.&#8221; </p>
<p>Depois de conseguir a relação de confiança, os agressores acabam migrando para plataformas de conversa fechadas, onde conseguem ter mais segurança para realizar o abuso ou exploração.”</p>
<p>A violência mais recorrente, relatada por 14% dos entrevistados, foi a exposição a conteúdo sexual não solicitado. De acordo com o relatório, essa é uma estratégia usada pelos abusadores para gradualmente habituar a vítima a conteúdo sexual, e facilitar o escalonamento dos abusos. Além disso:</p>
<ul>
<li>9% dos adolescentes receberam pedidos para compartilhar imagens de suas partes íntimas. </li>
<li>5% receberam ofertas de dinheiro ou presentes em troca de imagens íntimas</li>
<li>4% sofreram ameaças de divulgação de conteúdos íntimo</li>
<li>4% receberam propostas de conversas de cunho sexual </li>
<li>3% tiveram imagens íntimas compartilhadas sem consentimento </li>
<li>3% receberam ofertas de dinheiro ou presentes em troca de encontros sexuais</li>
<li>3% tiveram imagens manipuladas com uso de inteligência artificial para a criação de conteúdo sexual falso</li>
<li>2% foram ameaçados ou chantageados para realizar atos sexuais</li>
</ul>
<p>A pesquisa também identificou que em quase metade dos casos (49%), a violência foi cometida por alguém conhecido da vítima, principalmente amigos, membros da família e namorados ou pretendentes.  Considerando apenas esses casos, 52% das vítimas receberam o primeiro contato do agressor por meio online, mas 27% foram abordadas antes na escola e 11% em suas próprias casas.  </p>
<p>O levantamento também mostra que um terço dos adolescentes que sofreram alguma violência não contaram sobre o ocorrido para ninguém, principalmente por não saberem onde buscar ajuda ou a quem poderiam recorrer. As outras principais razões apontadas para o silêncio foram os sentimentos de constrangimento e vergonha, e o receio de não serem credibilizadas, além do medo diante das ameaças feitas pelo agressor. </p>
<p>Para Luiza Teixeira, esses dados reforçam que o acolhimento constante é essencial nessa fase da vida.</p>
<p>“A gente vê aí a sensação de que se ela contar, ninguém vai acreditar, ninguém vai dar importância. E estamos falando de pessoas em condição peculiar de desenvolvimento, que quando deparadas com esse tipo de violência sofrem um impacto muito profundo.” </p>
<p>A falta de informação também aparece nos relatos: 15% das vítimas disseram desconhecer que essas situações configuram crime e 12% achavam que o ocorrido não foi “grave o suficiente” para ser denunciada, o que para a especialista do Unicef mostram a “naturalização” e a “banalização” da violência <em>online</em>. </p>
<p>Por outro lado, entre aqueles que contaram sobre a violência, a maior parte (24%) preferiu recorrer a um amigo e apenas 12% procurou a mãe ou outra mulher que ocupa função de cuidadora e 9% revelaram ao pai, ou algum homem em papel semelhante. </p>
<p>“Se as crianças sofrem esse tipo de violência e não comunicam,  fica muito difícil ter uma visão real da incidência desse tipo de caso no país, buscar apoio para as vítimas e responsabilizar os agressores. </p>
<p>Segundo Luiza Teixeira, a prevenção e a resposta para esse tipo de violência dependem das crianças conversarem, contarem, e das famílias também acolherem essas vítimas”, afirmou a especialista em Proteção Contra as Violências do Unicef no Brasil</p>
<p>A pesquisa mostrou ainda como os adolescentes estão vulneráveis na rede. O acesso aos meios digitais é praticamente universal entre os entrevistados e 45% podem utilizar a Internet sempre, enquanto 12% são restringidos pelos pais e 14% pelos professores. Com esse uso intenso, 37% dos adolescentes acabaram sendo expostos a conteúdo sexual de forma acidental, principalmente em posts nas redes sociais e propagandas. </p>
<p>O relatório também elaborou orientações para os diversos entes que podem contribuir para a proteção das crianças e adolescentes. </p>
<h2>Governo e Sistema de Justiça</h2>
<ul>
<li>Fortalecer e investir mais no Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente</li>
<li>Padronizar protocolos de atendimento centrados na criança e no adolescente em todo o país</li>
<li>Atualizar as leis de proteção à infância e adolescência diante dos desafios das tecnologias emergentes</li>
<li>Enfrentar vulnerabilidades que aumentam o risco de abuso e exploração sexual</li>
</ul>
<h2>Famílias e Cuidadores</h2>
<ul>
<li>Oferecer informação, orientação e serviços especializados de apoio</li>
<li>Promover ambientes familiares baseados no diálogo, na confiança e na escuta ativa</li>
<li>Fortalecer a educação sobre consentimento, autonomia corporal e relacionamentos saudáveis</li>
<li>Escolas e Profissionais do Sistema de Garantia de Direitos</li>
<li>Integrar a educação sobre consentimento e proteção digital no ambiente escolar</li>
<li>Capacitar profissionais para prevenir, identificar e responder a casos de abuso e exploração sexual</li>
</ul>
<h2>Setor de Tecnologia e Plataformas Digitais</h2>
<ul>
<li>Fortalecer a cooperação entre empresas de tecnologia para prevenção e resposta à violência</li>
<li>Implementar salvaguardas eficazes nas plataformas digitais</li>
</ul>
<h2>Sociedade em geral</h2>
<ul>
<li>Ampliar a divulgação de canais de denúncia acessíveis, seguros e acolhedores</li>
<li>Promover uma cultura de proteção e responsabilidade coletiva</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/violencia-sexual-na-internet-atinge-1-em-cada-5-adolescentes-no-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Uma em cada cinco crianças e adolescentes tem sobrepeso ou obesidade</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/uma-em-cada-cinco-criancas-e-adolescentes-tem-sobrepeso-ou-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[cada]]></category>
		<category><![CDATA[cinco]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2026 revelam &#8211; no Dia Mundial da Obesidade, lembrado hoje (4) &#8211; que 20,7% das crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos em todo o planeta vivem com sobrepeso ou obesidade – o equivalente a um em cada cinco, totalizando 419 milhões. A previsão da Federação Mundial de Obesidade é que, até 2040, o número salte para 507 milhões de crianças e adolescentes no mundo com sobrepeso ou obesidade. Em nota, a entidade alerta que a obesidade e o sobrepeso na infância levam a condições semelhantes às observadas em adultos, incluindo quadros como hipertensão e doença cardiovascular. A estimativa é que, até 2040, 57,6 milhões de crianças apresentem sinais precoces de doença cardiovascular e que 43,2 milhões apresentem sinais de hipertensão. “O...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2026 revelam &#8211; no Dia Mundial da Obesidade, lembrado hoje (4) &#8211; que 20,7% das crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos em todo o planeta vivem com sobrepeso ou obesidade – o equivalente a um em cada cinco, totalizando 419 milhões. A previsão da Federação Mundial de Obesidade é que, até 2040, o número salte para 507 milhões de crianças e adolescentes no mundo com sobrepeso ou obesidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Uma-em-cada-cinco-criancas-e-adolescentes-tem-sobrepeso-ou.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a entidade alerta que a obesidade e o sobrepeso na infância levam a condições semelhantes às observadas em adultos, incluindo quadros como hipertensão e doença cardiovascular. A estimativa é que, até 2040, 57,6 milhões de crianças apresentem sinais precoces de doença cardiovascular e que 43,2 milhões apresentem sinais de hipertensão.</p>
<p>“O atlas mostra como as ações para enfrentar a obesidade infantil permanecem inadequadas em todo o mundo, com muitos países aquém do conjunto de políticas necessárias para prevenção, monitoramento, rastreamento e manejo”, destacou a federação, ao cobrar medidas firmes para reverter as tendências atuais.</p>
<p>Entre as ações a serem implementadas, a entidade destaca impostos sobre bebidas adoçadas com açúcar; restrições ao marketing direcionado a crianças, incluindo plataformas digitais; implementação das recomendações globais de atividade física para crianças; proteção do aleitamento materno; padrões mais saudáveis de alimentação escolar e integração da prevenção e do cuidado aos sistemas de atenção primária.</p>
<h2>Brasil</h2>
<p>Os números revelam que, no Brasil, 6,6 milhões de crianças com idade entre 5 e 9 anos estão com sobrepeso ou obesidade. O número sobe para 9,9 milhões quando considerados crianças e adolescentes com idade entre 10 e 19 anos, totalizando 16,5 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos vivendo com sobrepeso ou obesidade no país.</p>
<p>Desse total, quase 1,4 milhão foram diagnosticados, em 2025, com hipertensão atribuída ao Índice de Massa Corporal (IMC), enquanto 572 mil foram diagnosticados com hiperglicemia atribuída ao IMC; 1,8 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e 4 milhões com doença hepática esteatótica metabólica (quando há acúmulo de gordura no fígado).</p>
<p>A previsão é que, até 2040, os números no Brasil passem a ser os seguintes: mais de 1,6 milhão de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos diagnosticados com hipertensão atribuída ao IMC; 635 mil com hiperglicemia atribuída ao IMC; 2,1 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e 4,6 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e doença hepática esteatótica metabólica.</p>
<h2>Análise</h2>
<p>Para o vice-presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), Bruno Halpern, o atlas mostra “crescimento assustador” nos índices de obesidade e sobrepeso infantil em todo o mundo, sobretudo em países de média e baixa renda.</p>
<p>“A alimentação à base de alimentos pouco ricos nutricionalmente, ultraprocessados e baratos vem crescendo exponencialmente. Isso afeta mais crianças de classes socioeconômicas mais baixas dentro desses países.”</p>
<p>“O Brasil não é exceção. Há dois anos, a gente já sabia que, em dez anos, metade das crianças e adolescentes no Brasil teria sobrepeso ou obesidade. Os dados estão se confirmando. Os índices estão crescendo, são alarmantes”, completou.</p>
<p>Halpern, que também é membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e presidente eleito da Federação Mundial de Obesidade para o biênio 2027-2028, lembra que a obesidade é problema de todos. “Temos 8 bilhões de razões para agir – a população do mundo”.</p>
<p>“Temos que sair da ideia de que a obesidade é um problema individual e entender que, hoje, é também um problema socioeconômico”, disse. “Se metade das crianças vai ter obesidade ou sobrepeso em alguns anos, não é problema dos outros, é problema de todos nós. Se não for o seu filho, vai ser o filho da sua irmã ou alguém muito próximo vivendo com isso”, completou.</p>
<p>“Precisamos ter estratégias de taxação de ultraprocessados e refrigerantes, a gente precisa diminuir a propaganda infantil. A gente precisa trabalhar também a obesidade materna, que é um ponto que o atlas focou bem. Se a gente tratar a obesidade nas mães, pode ser uma forma de prevenir a obesidade dessas crianças no futuro”, concluiu.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/um-em-cada-cinco-criancas-e-adolescentes-tem-sobrepeso-ou-obesidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Uma em cada quatro pessoas vive em áreas de risco em Juiz de Fora</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/uma-em-cada-quatro-pessoas-vive-em-areas-de-risco-em-juiz-de-fora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 14:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[áreas]]></category>
		<category><![CDATA[cada]]></category>
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		<category><![CDATA[fora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prefeita de Juiz de Fora (MG), Margarida Salomão, afirmou, nesta sexta-feira (27), que uma em cada quatro pessoas da cidade mora em área de risco e que é preciso fazer intervenções por toda a cidade para evitar novas tragédias. Deslizamentos e enchentes, causados pelas fortes chuvas que atingem a Zona da Mata mineira desde segunda-feira (23), deixaram 64 mortos: 58 em Juiz de Fora e seis no município de Ubá. “Essa triste tragédia é, de certo modo, um chamado da natureza para que todos nós prestemos atenção. A cidade é – como Petrópolis [RJ], Angra [dos Reis -RJ], e tantas cidades aqui dessa região – construída na serra. As pessoas vão ocupando as encostas e não são só as pessoas pobres, mesmo a população mais afortunada, classe média alta, vive em...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/uma-em-cada-quatro-pessoas-vive-em-areas-de-risco-em-juiz-de-fora/">Uma em cada quatro pessoas vive em áreas de risco em Juiz de Fora</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prefeita de Juiz de Fora (MG), Margarida Salomão, afirmou, nesta sexta-feira (27), que uma em cada quatro pessoas da cidade mora em área de risco e que é preciso fazer intervenções por toda a cidade para evitar novas tragédias.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Uma-em-cada-quatro-pessoas-vive-em-areas-de-risco.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Deslizamentos e enchentes, causados pelas fortes chuvas que atingem a Zona da Mata mineira desde segunda-feira (23), deixaram 64 mortos: 58 em Juiz de Fora e seis no município de Ubá.</p>
<p>“Essa triste tragédia é, de certo modo, um chamado da natureza para que todos nós prestemos atenção. A cidade é – como Petrópolis [RJ], Angra [dos Reis -RJ], e tantas cidades aqui dessa região – construída na serra. As pessoas vão ocupando as encostas e não são só as pessoas pobres, mesmo a população mais afortunada, classe média alta, vive em lugares que são de risco.”</p>
<p>Em entrevista ao programa <em>Alô Alô Brasil</em>, da Rádio Nacional, Margarida contou que, nesta quinta-feira (27), por exemplo, houve desmoronamento de uma casa considerada mansão, porém, construída numa encosta. Uma pessoa morreu. Segundo a prefeita, há muita dificuldade para as pessoas deixarem essas localidades.</p>
<p>“Convencer as pessoas a largarem as suas casas é quase que pedir a elas que se arranquem dos seus próprios corpos. Muitas vezes, essa casa é conquista de uma vida inteira. É um esforço, de fato, monstruoso esse que nós estamos fazendo; tem que ter muita paciência, muita capacidade de acolhimento, de escuta para conseguir que as pessoas saiam.”</p>
<p>Visita de Lula</p>
<p>Neste sábado (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita e sobrevoa a região afetada. Está prevista reunião com lideranças locais na prefeitura de Juiz de Fora. </p>
<p>“[Ele] vai estar aqui amanhã para oferecer conforto à população de Juiz de Fora, de Ubá e de Matias Barbosa, que são as áreas mais atingidas, e trazer recursos para que a gente possa reconstruir a cidade”, disse durante a entrevista.</p>
<p>A Defesa Civil Nacional já reconheceu o estado de calamidade pública nos três municípios e o governo federal liberou mais de R$ 3 milhões para atendimento e reconstrução das cidades. A partir desta sexta-feira, os moradores também poderão solicitar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor a ser retirado é limitado a R$ 6.220.</p>
<p>Segundo a prefeita, mais de 500 pessoas estão nos abrigos do município e cerca de 5 mil estão desalojadas, muitos em casa de parentes. Aqueles que não puderem retornar para suas casas entrarão para o programa de moradia da prefeitura, inicialmente com aluguel social até uma solução definitiva.</p>
<p>“Nesse momento, o esforço é de reparação, de atendimento à emergência, mas ao mesmo tempo estamos nos preparando para fazer as intervenções que a cidade exige de nós, para que ela seja defendida como um espaço de convivência e de segurança.”</p>
<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o alerta de perigo para chuvas intensas até às 23h59 desta sexta-feira na Zona da Mata, com chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 mm/dia e ventos intensos (60-100 km/h). Permanece o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.</p>
<p>Veja mais detalhes no programa <em>Alô Alô Brasil</em>, da Rádio Nacional:</p>
</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/uma-em-cada-quatro-pessoas-vive-em-areas-de-risco-em-juiz-de-fora" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Um em cada quatro alunos da rede pública estuda em tempo integral</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/um-em-cada-quatro-alunos-da-rede-publica-estuda-em-tempo-integral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 17:18:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta quinta-feira (26) os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2025. O levantamento indica um crescimento na cobertura da educação em tempo integral, em todas as etapas da educação básica, nos últimos quatro anos. É considerada matrícula em tempo integral quando o aluno fica na escola 7 horas ou mais por dia, ou 35 horas semanais. De acordo com os dados, o percentual de matrículas presenciais em tempo integral cresceu 10,7 pontos percentuais na rede pública de ensino, entre 2021 a 2025. O atendimento passou de 15,1% para 25,8% dos alunos. Com esse resultado, o Brasil atinge a meta prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, que previa a ampliação da modalidade...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta quinta-feira (26) os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2025. O levantamento indica um crescimento na cobertura da educação em tempo integral, em todas as etapas da educação básica, nos últimos quatro anos. É considerada matrícula em tempo integral quando o aluno fica na escola 7 horas ou mais por dia, ou 35 horas semanais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Um-em-cada-quatro-alunos-da-rede-publica-estuda-em.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com os dados, o percentual de matrículas presenciais em tempo integral cresceu 10,7 pontos percentuais na rede pública de ensino, entre 2021 a 2025. O atendimento passou de 15,1% para 25,8% dos alunos.</p>
<p>Com esse resultado, o Brasil atinge a meta prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, que previa a ampliação da modalidade para atender pelo menos 25% dos alunos da educação básica da rede pública em tempo integral. </p>
<p>A modalidade tem como finalidade a perspectiva do desenvolvimento e formação integral de bebês, crianças e adolescentes a partir de um currículo intencional e integrado, que amplia e articula diferentes experiências educativas, sociais, culturais e esportivas em espaços dentro e fora da escola com a participação da comunidade escolar. </p>
<p>O maior aumento se deu no ensino médio, em que as matrículas em tempo integral passaram de 16,7%, em 2022, para 26,8%, em 2025. O ensino fundamental anos finais (6° ao 9º ano) registrou 23,7%, os anos iniciais (1º ao 5º ano) 20,9%. Já na pré-escola, as matrículas em tempo integral representam 18,3% do total. </p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Para a superintendente do Itaú Social, Patricia Mota Guedes, os dados apontam um avanço muito significativo. </p>
<p>&#8220;São 923 mil novas matrículas em um único ano, ultrapassando 8,8 milhões de estudantes na rede pública. Esse crescimento consistente desde 2022 indica que o país está consolidando o tempo integral como uma estratégia estruturante para enfrentar os desafios da aprendizagem e das desigualdades educacionais'&#8221;, afirma.</p>
<p>No entanto, ela destaca que não é suficiente apenas ampliar o tempo de permanência na escola. É necessário que as escolas desenvolvam projetos pedagógicos que ampliem as oportunidades de aprendizagem real, usando esse tempo extra de forma estratégica. </p>
<p>&#8220;Isso significa organizar um currículo diversificado, que inclua atividades artísticas, esportivas e culturais, que dialogue com o território e com a realidade dos estudantes, e que fortaleça tanto as aprendizagens cognitivas quanto o desenvolvimento socioemocional. A ampliação do tempo precisa estar a serviço de experiências formativas mais ricas e significativas”, aponta. </p>
<h2>Investimentos</h2>
<p>Segundo o MEC, os dados são resultado do investimento de R$ 4 bilhões do MEC no Programa Escola em Tempo Integral, criado em 2023, para apoiar redes de ensino na expansão de matrículas em tempo integral, abrangendo todas as etapas e modalidades da educação básica.</p>
<h2>Sobre o Censo Escolar </h2>
<p>O levantamento, realizado anualmente pelo Inep, abrange dados sobre todas as escolas da educação básica, professores, gestores e turmas, além das características dos estudantes. As informações incluem todas as etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.</p>
<p>Participam escolas públicas e privadas de todas as etapas da educação básica de todas as redes de ensino no país.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/um-em-cada-quatro-alunos-da-rede-publica-estuda-em-tempo-integral" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 20:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo internacional sobre mortes por câncer no mundo estima que 43,2% dos óbitos provocados pela doença no Brasil poderiam ser evitados com medidas de prevenção, diagnóstico precoce e melhor acesso ao tratamento. A pesquisa estima que, dos casos de câncer diagnosticados no país em 2022, cerca de 253,2 mil devem resultar em morte até cinco anos após a detecção. Dessas, 109,4 mil poderiam ser evitadas. O estudo Mortes evitáveis por meio da prevenção primária, detecção precoce e tratamento curativo do câncer no mundo faz parte da edição de março da revista científica The Lancet, uma das publicações médicas mais conceituadas internacionalmente. O artigo está disponível na internet. O trabalho é assinado por 12 autores, oito deles vinculados à Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), ligada à Organização Mundial da Saúde...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis/">Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo internacional sobre mortes por câncer no mundo estima que 43,2% dos óbitos provocados pela doença no Brasil poderiam ser evitados com medidas de prevenção, diagnóstico precoce e melhor acesso ao tratamento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-Brasil-sao.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pesquisa estima que, dos casos de câncer diagnosticados no país em 2022, cerca de 253,2 mil devem resultar em morte até cinco anos após a detecção. Dessas, 109,4 mil poderiam ser evitadas.</p>
<p>O estudo <em>Mortes evitáveis por meio da prevenção primária, detecção precoce e tratamento curativo do câncer no mundo</em> faz parte da edição de março da revista científica The Lancet, uma das publicações médicas mais conceituadas internacionalmente. O artigo está disponível na internet.</p>
<p>O trabalho é assinado por 12 autores, oito deles vinculados à Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS) e sediada em Lyon, na França.</p>
<p>Os pesquisadores dividem as quase 110 mil mortes por câncer evitáveis no Brasil em dois grupos: 65,2 mil são preveníveis, ou seja, a doença poderia nem ter ocorrido, e as outras 44,2 mil são classificadas como evitáveis por diagnóstico precoce e acesso adequado a tratamento.</p>
<h2>Mundo</h2>
<p>O levantamento apresenta um olhar global sobre mortes por câncer. O estudo apurou informações sobre 35 tipos de câncer em 185 países.</p>
<p>Em termos mundiais, o percentual de óbitos evitáveis é de 47,6%. Isso representa que, dos 9,4 milhões de mortes causadas pela doença, quase 4,5 milhões poderiam não ter acontecido.</p>
<p>O grupo de pesquisa detalha que, do total de mortes, uma em cada três (33,2%) é prevenível, e 14,4% poderiam não acontecer caso houvesse diagnóstico precoce e acesso a tratamento.</p>
<p>Ao estimar quantas mortes poderiam ser evitadas por medidas de prevenção, os pesquisadores apontam cinco fatores de risco: </p>
<ul>
<li>tabaco;</li>
<li>consumo de álcool;</li>
<li>excesso de peso;</li>
<li>exposição à radiação ultravioleta;</li>
<li>e infecções (causadas por vírus como o do HPV e o da hepatite e pela bactéria Helicobacter pylori).</li>
</ul>
<h2>Disparidades</h2>
<p>Ao comparar países, regiões geográficas e nível de desenvolvimento, o estudo identifica disparidades ao redor do mundo.</p>
<p>Os países do norte da Europa apresentam percentual de mortes evitáveis bem próximo de 30%. O mais bem posicionado é a Suécia (28,1%), seguido por Noruega (29,9%) e Finlândia (32%). Isso significa que, de cada dez mortes, apenas três poderiam ser evitadas.</p>
<p>Já no outro extremo, as dez maiores proporções de mortes evitáveis estão em países africanos. A pior situação é em Serra Leoa (72,8%). Em seguida, figuram Gâmbia (70%) e Malaui (69,6%).</p>
<p>Nesses países, sete em cada dez mortes poderiam ser evitadas com mais prevenção, melhor diagnóstico e acesso a tratamento.</p>
<p>Menores índices de mortes evitáveis:</p>
<ul>
<li>Austrália e Nova Zelândia: 35,5%;</li>
<li>Norte da Europa: 37,4%;</li>
<li>América do Norte: 38,2%.</li>
</ul>
<p>Maiores proporções:</p>
<ul>
<li>África Oriental: 62%;</li>
<li>África Ocidental: 62%;</li>
<li>África Central: 60,7%.</li>
</ul>
<p>A América do Sul tem 43,8% de mortes por câncer evitáveis, indicador bem parecido com o do Brasil.</p>
<h2>IDH</h2>
<p>As desigualdades também aparecem quando os países são agrupados por Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), um indicador da Organização das Nações Unidas (ONU) que leva em consideração os níveis de saúde, educação e renda.</p>
<p>Nos países de baixo IDH, que significa pior qualidade de vida, seis em cada dez (60,8%) mortes por câncer poderiam ter sido evitadas.</p>
<p>Em seguida, situam-se os grupos de IDH alto (57,7%), médio (49,6%) e muito alto (40,5%). O Brasil é considerado um país de IDH alto.</p>
<p>A pesquisa revela que no grupo de países com baixo e médio IDH, o câncer de colo de útero é o primeiro na lista de mortes evitáveis.</p>
<p>Já nos grupos de IDH alto e muito alto, esse tipo de câncer sequer aparece entre os cinco principais tipos da doença em número de mortes evitáveis.</p>
<p>Outra forma de enxergar a disparidade entre os países é a diferença entre as taxas de mortalidade por câncer do colo do útero. Em países com IDH muito alto, a proporção é de 3,3 de vítimas da doença a cada 100 mil mulheres. Já nos de IDH baixo, essa relação sobe para 16,3 por 100 mil.</p>
<h2>Tipos de câncer</h2>
<p>O estudo publicado na The Lancet estima que 59,1% das mortes evitáveis são relacionadas aos cânceres de pulmão, fígado, estômago, colorretal e colo do útero.</p>
<p>Quando se observa apenas os casos de câncer que poderiam ser evitados por medidas preventivas, o maior causador do óbito é o câncer de pulmão. Foram 1,1 milhão de mortes, correspondendo a 34,6% de todas as mortes preveníveis por câncer.</p>
<p>Já o câncer de mama nas mulheres foi o que teve mais mortes tratáveis, ou seja, pessoas que poderiam sobreviver recebendo diagnóstico no tempo certo e acesso a tratamento adequado. Foram 200 mil, o que representa 14,8% de todas as mortes em casos tratáveis.</p>
<h2>Combate</h2>
<p>Os pesquisadores apontam caminhos para diminuir o número de mortes evitáveis. Um deles é a realização de campanhas e ações que diminuam a incidência do tabagismo e do consumo de álcool, além de aumento de preço desses produtos, como forma de desestimular o consumo.</p>
<p>O estudo direciona atenção também ao excesso de peso. “O crescente número de pessoas com excesso de peso representa desafios consideráveis para a saúde global”, apontam os autores.</p>
<p>Eles sugerem iniciativas como intervenções “que regulam a publicidade, a rotulagem e [majoração] de impostos sobre alimentos e bebidas não saudáveis”.</p>
<p>Os pesquisadores enfatizam a importância da prevenção a infecções que são associadas ao câncer, como o HPV, que é prevenível por vacinação.</p>
<p>Os autores apontam ainda a necessidade de focar em metas relacionadas à detecção do câncer de mama.</p>
<p>“Alcançar as metas da OMS de que pelo menos 60% dos cânceres de mama sejam diagnosticados nos estágios um ou dois [escala que vai até zero a cinco] e que mais de 80% dos pacientes recebam diagnóstico dentro de 60 dias após a primeira consulta”.</p>
<p>“São necessários esforços globais para adaptar a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer a fim de enfrentar as desigualdades nas mortes evitáveis, especialmente em países com baixo e médio IDH”, conclui o estudo.</p>
<p>Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) fazem campanhas regulares de prevenção e diagnóstico precoce.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis/">Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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