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	<title>câncer Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Inca lança estudo para programa de rastreamento de câncer de pulmão</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/inca-lanca-estudo-para-programa-de-rastreamento-de-cancer-de-pulmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:47:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Câncer (INCA) anunciou nesta quarta-feira (1º) o início de um estudo inédito que avaliará a viabilidade da implementação de um programa de rastreamento de câncer de pulmão no Sistema Único de Saúde (SUS). O estudo, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, financiado pela biofarmacêutica AstraZeneca, busca implementar uma diretriz nacional para detecção precoce da doença, com o objetivo de reduzir a mortalidade. O estudo será conduzido pelo Inca, por um período de dois anos, com participação mínima de 397 pacientes, podendo ser expandido. Cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão estão associados ao consumo de derivados de tabaco. A seleção dos pacientes para a pesquisa será realizada por um processo colaborativo com a Secretaria Municipal de Saúde, pelo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Câncer (INCA) anunciou nesta quarta-feira (1º) o início de um estudo inédito que avaliará a viabilidade da implementação de um programa de rastreamento de câncer de pulmão no Sistema Único de Saúde (SUS). O estudo, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, financiado pela biofarmacêutica AstraZeneca, busca implementar uma diretriz nacional para detecção precoce da doença, com o objetivo de reduzir a mortalidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Inca-lanca-estudo-para-programa-de-rastreamento-de-cancer-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo será conduzido pelo Inca, por um período de dois anos, com participação mínima de 397 pacientes, podendo ser expandido. Cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão estão associados ao consumo de derivados de tabaco. A seleção dos pacientes para a pesquisa será realizada por um processo colaborativo com a Secretaria Municipal de Saúde, pelo seu Programa de Cessação de Tabagismo, que tem em torno de 50 mil participantes.</p>
<p>Por meio do rastreamento de câncer de pulmão, utilizando tomografia computadorizada de baixa dose (TCBD), reduz-se a mortalidade do câncer de pulmão em 20%, e, quando combinado com a cessação do tabagismo, essa redução chega a 38%, segundo o <em>Jornal Brasileiro de Pneumologia</em>.</p>
<p>Segundo o Inca, evidências internacionais indicam que o rastreamento da doença com o TCBD, quando direcionado a populações de alto risco, pode reduzir significativamente a proporção de diagnósticos em estágios avançados — de cerca de 90% para 30% dos casos. No Brasil, a estratégia ainda não integra diretrizes nacionais de rastreamento, o que reforça a importância de iniciativas que produzam evidências científicas para orientar futuras recomendações em saúde pública. </p>
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<p>O critério de elegibilidade de pacientes para participação no estudo será de acordo com o Consenso Médico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica, Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, que recomenda que o rastreamento do câncer de pulmão com TCBD seja realizado em pessoas entre 50 e 80 anos, fumantes ou ex-fumantes (que tenham parado de fumar nos últimos 15 anos), e com consumo de 20 cigarros por dia, todos os dias, ao longo de 20 anos.</p>
<p>Em caso de diagnóstico positivo para câncer de pulmão, pacientes serão acompanhados e tratados pelo Hospital do Câncer I (HC I), uma das unidades do Inca que é centro de referência para o tratamento do câncer no Rio de Janeiro e faz parte da rede de alta complexidade do SUS.</p>
<p>O estudo será liderado pelo médico epidemiologista do Inca, Arn Migowski. “A gente vai tentar detectar cedo, antes de ter sintomas, um câncer de pulmão, e que a pessoa pare de fumar”, disse em cerimônia realizada no auditório do Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro do Rio de Janeiro.</p>
<p>“Será um novo protocolo que tem ganhado corpo em evidências robustas que a gente quer implementar aqui e testar. Como funciona na realidade do SUS na vida real.? A gente consegue funcionar bem na nossa realidade, tem uma boa adesão, tem riscos. Vamos testar localmente para ir ampliando se for o caso em nível nacional”, acrescentou o pesquisador.</p>
<p>Para Danilo Lopes, diretor médico da AstraZeneca, as parcerias público-privadas podem ocupar diversos espaços, inclusive na pesquisa.</p>
<p>“O fortalecimento do SUS passa pela aproximação entre setor público e privado. A AstraZeneca é uma companhia privada que atua em câncer de pulmão, mas quer fazer mais do que entregar medicamentos, mas também mudar a história da doença no país”, afirmou.</p>
<p>O presidente da Aliança Brasileira de Combate ao Câncer de Pulmão, Gustavo Prado, explica que no tabagismo existe um desafio recente que, pela primeira vez em mais de 15 anos, houve aumento e mudança na prevalência dessa condição com a introdução dos dispositivos eletrônicos, os vapes. “Mais pessoas estão fumando hoje, especialmente os mais jovens de 18 a 24 anos. A gente precisa novamente intensificar as estratégias de prevenção e numa linguagem que atinja os jovens”,</p>
<h2>Câncer de pulmão</h2>
<p>O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no Brasil. De acordo com o Atlas de Mortalidade do Inca, em 2024 houve 32.465 óbitos decorrentes de câncer de brônquios e pulmão no Brasil. Esse número supera a soma das mortes por câncer de próstata (17.826) e de mama (20.849) no mesmo ano, os tipos de tumores mais incidentes na população brasileira. </p>
<p>As estimativas do Inca apontam que o Brasil terá cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano no triênio 2026–2028, consolidando a doença como um dos maiores desafios de saúde pública no país. A elevada taxa de mortalidade do câncer de pulmão está diretamente relacionada ao diagnóstico tardio: cerca de 84% dos casos são identificados em estágios avançados, o que se reflete em uma taxa de sobrevida em cinco anos de aproximadamente 5,2%.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/inca-lanca-estudo-para-programa-de-rastreamento-de-cancer-de-pulmao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Butantan produzirá remédio contra câncer para o SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/butantan-produzira-remedio-contra-cancer-para-o-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 20:37:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Butantan e a farmacêutica norte-americana MSD firmaram uma parceria para que o laboratório público brasileiro passe a produzir medicamento avançado contra o câncer a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O acordo é resultado de um edital lançado em 2024 pelo Ministério da Saúde. O pembrolizumabe é uma terapia que estimula o sistema imunológico para identificar e combater as células cancerígenas. Além disso, é uma alternativa de tratamento menos tóxica do que a quimioterapia tradicional, e tem demonstrado grande eficácia.  O remédio já vem sendo comprado pelo Ministério de Saúde, diretamente da MSD, e é usado no SUS, para o tratamento de alguns pacientes com melanoma metastático, tipo de câncer de pele agressivo e que se espalha para outros órgãos. De acordo com a Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Butantan e a farmacêutica norte-americana MSD firmaram uma parceria para que o laboratório público brasileiro passe a produzir medicamento avançado contra o câncer a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O acordo é resultado de um edital lançado em 2024 pelo Ministério da Saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Butantan-produzira-remedio-contra-cancer-para-o-SUS.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O pembrolizumabe é uma terapia que estimula o sistema imunológico para identificar e combater as células cancerígenas. Além disso, é uma alternativa de tratamento menos tóxica do que a quimioterapia tradicional, e tem demonstrado grande eficácia. </p>
<p>O remédio já vem sendo comprado pelo Ministério de Saúde, diretamente da MSD, e é usado no SUS, para o tratamento de alguns pacientes com melanoma metastático, tipo de câncer de pele agressivo e que se espalha para outros órgãos.</p>
<p>De acordo com a Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri, aproximadamente 1,7 mil pessoas são atendidas por ano, a um custo de R$ 400 milhões. </p>
<p>A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS) vai avaliar a inclusão no tratamento de casos de câncer de colo do útero, esôfago, mama triplo-negativo e pulmão. A MSD calcula que isso aumente a demanda para cerca de 13 mil pacientes por ano. </p>
<p>Fernanda de Negri explica que um dos benefícios da parceria é a possibilidade de diminuição de custos, pois o contrato prevê a transferência gradual de tecnologia, para que, em alguns anos, o Butantan possa assumir a produção do medicamento. Outros benefícios são a prioridade no fornecimento e o desenvolvimento tecnológico. </p>
<p>&#8220;O objeto dessa parceria é uma molécula nova, e o Butantan vai desenvolver a capacidade de produzir esta molécula e acima de tudo desenvolver a competência para produzir outras moléculas similares no futuro.&#8221;</p>
<p>Segundo ela, a produção nacional deixa o paciente mais seguro. &#8220;A gente produzir aqui deixa o paciente brasileiro com mais garantias de que esse medicamento não vai faltar por conta de eventos externos que causem a interrupção de cadeias logísticas.&#8221;</p>
<h2>Concorrência</h2>
<p>A parceria é resultado de edital com o objetivo de promover a cooperação entre entidades privadas, públicas e científicas com o objetivo de desenvolver ou absorver tecnologias que favorecem o SUS. O edital faz parte de uma estratégia nacional que pretende nacionalizar a produção de 70% dos insumos de saúde utilizados no SUS, em até 10 anos. </p>
<p>O diretor executivo de Relações Governamentais da MSD Brasil, Rodrigo cruz, explica que o processo de transferência de tecnologia do pembrolizumabe para o Butantan vai começar assim que as novas inclusões do medicamento no SUS forem aprovadas. A incorporação das etapas de produção será feita gradualmente ao longo de dez anos. </p>
<p>&#8220;No começo, a é que eles aprendam como se faz a rotulagem, o envase, para depois passar para formulação e aí sim chegar à etapa final que é a produção do medicamento em si. Todas as etapas estão previstas dentro do projeto. Leva até oito anos para produzir o Ifa [ingrediente farmacêutico ativo] nacional e, a partir daí, finalizar o remédio 100% nacional.&#8221;</p>
<p>O anúncio da parceria foi feito durante o evento Diálogo Internacional &#8211; Desafios e Oportunidades para a Cooperação em Tecnologias em Saúde, realizado no Rio de Janeiro. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura de maneira remota, e ressaltou a importância das parcerias para o desenvolvimento do país.</p>
<p>&#8220;Não tem como enfrentar esses desafios sem forte cooperação internacional. A saúde deixou de ser apenas uma política social e passou também a ser um eixo central do desenvolvimento econômico, inovação tecnológica e geração de empregos qualificados.&#8221;</p>
<p>O ministro destacou ainda a cadeia estrutural do sistema público de saúde brasileiro. &#8220;O SUS não é apenas o maior sistema público universal do mundo, mas também um dos maiores mercados estruturados do planeta em escala, previsibilidade, demanda e capacidade de absorção tecnológica.&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/butantan-produzira-remedio-contra-cancer-para-o-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Março Azul: exames para rastrear câncer de intestino triplicam no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/marco-azul-exames-para-rastrear-cancer-de-intestino-triplicam-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de exames para detecção precoce do câncer de intestino realizados via Sistema Único de Saúde (SUS) triplicou ao longo da última década. Os dados fazem parte de levantamento feito no âmbito da campanha Março Azul e mostram que tanto a pesquisa de sangue oculto nas fezes quanto as colonoscopias registraram expansão significativa na rede pública de saúde. De acordo com o levantamento, entre 2016 e 2025, a pesquisa de sangue oculto nas fezes passou de 1.146.998 para 3.336.561 exames realizados no SUS – crescimento de aproximadamente 190%. Já as colonoscopias aumentaram de 261.214 para 639.924 procedimentos no mesmo período – avanço de cerca de 145%. Em 2025, o maior volume de pesquisas de sangue oculto nas fezes foi registrado no estado de São Paulo, com 1.174.403 exames, seguido por...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de exames para detecção precoce do câncer de intestino realizados via Sistema Único de Saúde (SUS) triplicou ao longo da última década. Os dados fazem parte de levantamento feito no âmbito da campanha Março Azul e mostram que tanto a pesquisa de sangue oculto nas fezes quanto as colonoscopias registraram expansão significativa na rede pública de saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Marco-Azul-exames-para-rastrear-cancer-de-intestino-triplicam-no.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o levantamento, entre 2016 e 2025, a pesquisa de sangue oculto nas fezes passou de 1.146.998 para 3.336.561 exames realizados no SUS – crescimento de aproximadamente 190%. Já as colonoscopias aumentaram de 261.214 para 639.924 procedimentos no mesmo período – avanço de cerca de 145%.</p>
<p>Em 2025, o maior volume de pesquisas de sangue oculto nas fezes foi registrado no estado de São Paulo, com 1.174.403 exames, seguido por Minas Gerais, com 693.289, e Santa Catarina, com 310.391. Na outra ponta, os menores números ocorreram no Amapá, com 1.356 exames, no Acre, com 1.558, e em Roraima, com 2.984.</p>
<h2>Análise</h2>
<p>Para o presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), Eduardo Guimarães Hourneaux, o cenário está associado ao avanço de estratégias de conscientização e à maior mobilização promovida por entidades médicas no país. “A campanha Março Azul tem transformado o medo em atitude e esperança”.</p>
<p>“A cada ano, mais pessoas deixam de adiar o cuidado com a saúde do intestino e procuram os serviços de saúde para realizar exames, o que se reflete em um aumento expressivo de colonoscopias e testes de rastreamento justamente durante o mês de março.”</p>
<p>Segundo ele, esse movimento não acontece por acaso: &#8220;É fruto do compromisso de autoridades municipais, estaduais e federais, que abraçaram a causa, iluminaram prédios, organizaram mutirões e levaram a mensagem de prevenção para as ruas, escolas e unidades de saúde”.</p>
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<h2>Casos recentes</h2>
<p>O médico lembra que fatos públicos, como o adoecimento e a morte de pessoas públicas em decorrência da doença, trazem o assunto para conversas diárias e ajudam a levantar dúvidas nas pessoas a partir de sinais e sintomas que devem ser avaliados em exames.</p>
<p>Numa análise preliminar feita pela campanha, é possível perceber, por exemplo, que a trajetória da doença enfrentada pela cantora Preta Gil coincide com uma evolução nos números dos exames de diagnóstico. Entre a divulgação do diagnóstico da artista, em 2023, e a morte dela, dois anos depois, o total de pesquisas de sangue oculto nas fezes cresceu 18% no SUS, enquanto o volume de colonoscopias cresceu 23%.</p>
<p>“Ao tornarem público o diagnóstico de câncer de intestino, diversas pessoas famosas ajudaram a transformar a própria dor em alerta para milhões de outras pessoas. Nomes como Preta Gil, Chadwick Boseman, Roberto Dinamite e outros passaram a falar abertamente sobre sintomas, tratamento e, sobretudo, sobre a importância de não adiar a investigação quando algo não vai bem”, disse.</p>
<p>Ele destaca que cada entrevista, postagem ou depoimento dessas personalidades funciona como lembrete poderoso de que o câncer de intestino pode atingir qualquer pessoa, mas que a chance de cura é muito maior quando a doença é descoberta cedo.</p>
<h2>Campanha</h2>
<p>Promovida nacionalmente desde 2021, a campanha Março Azul é organizada pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva, pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG).</p>
<p>Este ano, a iniciativa conta ainda com o apoio institucional da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Conselho Federal de Medicina (CFM), além de outras sociedades de especialidades médicas.</p>
<p>A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é que as mortes prematuras (antes dos 70 anos) por câncer de intestino devem aumentar até 2030, tanto entre homens quanto entre mulheres. A projeção cita não apenas o envelhecimento populacional, mas também ao crescimento da incidência da doença entre jovens, o diagnóstico tardio e a baixa cobertura de exames de rastreamento.<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/marco-azul-exames-para-rastrear-cancer-de-intestino-triplicam-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Rastreamento para câncer colorretal pode ser implementado no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 20:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde pode ganhar um novo programa para o rastreamento do câncer colorretal, que atinge o intestino grosso e o reto e vem crescendo em número de casos e óbitos. Uma diretriz com as orientações para a testagem já foi elaborada por especialistas e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).  Nos próximos dias, a Comissão vai abrir uma consulta pública para receber contribuições da sociedade e depois disso decidirá, em caráter definitivo, se as novas medidas devem ser incorporadas ao SUS. A decisão final caberá ao Ministério da Saúde, que aguarda o andamento do processo para se posicionar, mas todos os representantes da pasta que compõem a comissão foram favoráveis.  A diretriz preconiza que todas as pessoas entre 50 e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde pode ganhar um novo programa para o rastreamento do câncer colorretal, que atinge o intestino grosso e o reto e vem crescendo em número de casos e óbitos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-SUS.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Uma diretriz com as orientações para a testagem já foi elaborada por especialistas e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). </p>
<p>Nos próximos dias, a Comissão vai abrir uma consulta pública para receber contribuições da sociedade e depois disso decidirá, em caráter definitivo, se as novas medidas devem ser incorporadas ao SUS. </p>
<p>A decisão final caberá ao Ministério da Saúde, que aguarda o andamento do processo para se posicionar, mas todos os representantes da pasta que compõem a comissão foram favoráveis. </p>
<p>A diretriz preconiza que todas as pessoas entre 50 e 75 anos, sem fatores de risco, realizem teste imunoquímico, para a identificação de sangue oculto nas fezes, a cada dois anos. Em caso positivo, o paciente deve ser encaminhado a uma colonoscopia, para detectar qual a razão do sangramento, e receber o tratamento devido. </p>
<p>As medidas valem para as pessoas em geral, que não têm sintomas nem outras doenças intestinais. O objetivo é diagnosticar lesões pré-cancerígenas e tratá-las antes que evoluam para o câncer, ou mesmo a doença já instalada, mas em estágio inicial, o que aumenta muito as chances de cura. </p>
<p>De acordo com o epidemiologista do Instituto Nacional do Câncer (Inca) Arn Migowski, que compõe o grupo de trabalho, apesar desses exames já terem se mostrado eficazes para diminuir a mortalidade por câncer colorretal, a sua realização pela população em geral ainda é incipiente tanto na rede pública, quanto privada.</p>
<p>Ele complementa que a implementação de um programa de rastreio organizado pode ter ainda um benefício adicional.</p>
<p>&#8220;Ao contrário de doenças como o câncer de próstata ou de mama, que a gente faz o rastreamento, mas infelizmente só conseguimos detectar a doença no início, no caso do câncer colorretal, você pode detectar lesões pré-cancerosas. Ou seja, o objetivo principal é diminuir a mortalidade, mas a gente pode conseguir também diminui um pouco o número de novos casos&#8221;, explica. </p>
<p>Migowski é um dos autores de um estudo recente que estimou um aumento de quase 3 vezes nas mortes por esse tipo de câncer até 2030. Uma das razões que explicam a grande mortalidade da doença, é o fato da maioria dos pacientes só descobrir a doença em estágios avançados, justamente o que o rastreamento organizado quer impedir. </p>
<p>Apesar do texto inicial da diretriz já ter recebido parecer favorável, o grupo de trabalho continua discutindo a melhor maneira de implementar as medidas no sistema público brasileiro, o que deve ser feito de forma escalonada, ou seja, começando em alguns locais e expandindo progressivamente até chegar a todo o país.</p>
<p>De acordo com o especialista do Inca, isso é necessário para que o SUS consiga absorver a nova demanda, sem deixar de priorizar os pacientes com sintomas, que precisam ser atendidos com rapidez.  </p>
<p>&#8220;No modelo organizado você convoca ativamente a pessoa que está na faixa etária, e depois disso, ela precisa fazer o seguimento, receber o resultado do exame, ser encaminhada para a colonoscopia, se precisar, passar por atendimento especializado. E depois ela tem que ser reconvocada, quando chegar a vez de fazer o exame novamente. Todas essas questões têm que ser muito bem planejadas&#8221;, diz Migowski. </p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>A presidente da Associação de Gastroenterologia do Rio de Janeiro, Renata Fróes, também reforça a importância do rastreamento. </p>
<p>&#8220;O câncer colorretal ou de intestino não costuma apresentar sintomas precoces, pode ocorrer sangramento, mas não costuma ser visível&#8221;, explica. É esse &#8220;sangue oculto&#8221; que o exame imunoquímico nas fezes identifica. </p>
<p>Já durante a colonoscopia, o médico visualiza o interior do intestino, com o auxílio de um tubo flexível e uma câmera, e pode verificar se o paciente desenvolveu algum pólipo adenomatoso, tipo de lesão pré-cancerígena. </p>
<p>&#8220;Os pólipos são protuberâncias, que se assemelham até a pequenos cogumelos e que podem ser retirados por uma pinça que a gente introduz dentro dos colonoscópios. A retirada deles impede a progressão para o câncer&#8221;, explica Renata.</p>
<p>Por isso, a médica recomenda a realização da colonoscopia por todas as pessoas, já a partir dos 45 anos. </p>
<p>A gastroenterologista lembra que este mês é dedicado à campanha Março Azul, de conscientização sobre o câncer colorretal, e aponta sinais de alerta, que devem ser investigados com urgência, pois podem ser sintomas de câncer em estágio mais avançado:</p>
<p>&#8220;Além desse sangramento oculto, que pode dar uma anemia, fraqueza, cansaço, os outros sintomas são emagrecimento, dor abdominal e mudança do hábito intestinal. Pode ocorrer também fezes ‘em fitas’, mais estreitas, o que já significa algum grau de obstrução, porque o tumor cresceu e fica difícil para a comida passar pelo intestino&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Amazonas registrou mais de 21 mil casos de câncer entre 2020 e 2024, aponta FVS-RCP</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/amazonas-registrou-mais-de-21-mil-casos-de-cancer-entre-2020-e-2024-aponta-fvs-rcp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 22:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) divulgou nesta quarta-feira (18) o boletim epidemiológico sobre neoplasias malignas no estado, referente ao período de 2020 a 2024. O movimento Março Lilás reforça a importância da informação, da prevenção e do diagnóstico precoce no enfrentamento do câncer. O levantamento reúne dados sobre diagnósticos, hospitalizações e óbitos, apoiando o planejamento das ações de saúde. O boletim completo está disponível em: www.fvs.am.gov.br. Diagnósticos de câncer no Amazonas Entre 2020 e 2024, o Amazonas registrou 21.257 casos de neoplasias malignas, com média superior a 4 mil diagnósticos por ano. Sexo feminino: 60,3% dos casos; Faixa etária predominante: 40 a 79 anos (77,6%). Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, o monitoramento auxilia políticas públicas e fortalece a rede...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) divulgou nesta quarta-feira (18) o boletim epidemiológico sobre neoplasias malignas no estado, referente ao período de 2020 a 2024.</p>
<p>O movimento Março Lilás reforça a importância da informação, da prevenção e do diagnóstico precoce no enfrentamento do câncer. O levantamento reúne dados sobre diagnósticos, hospitalizações e óbitos, apoiando o planejamento das ações de saúde. O boletim completo está disponível em: www.fvs.am.gov.br.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Diagnósticos de câncer no Amazonas</h2>
<p>Entre 2020 e 2024, o Amazonas registrou 21.257 casos de neoplasias malignas, com média superior a 4 mil diagnósticos por ano.</p>
<li>Sexo feminino: 60,3% dos casos;</li>
<li>Faixa etária predominante: 40 a 79 anos (77,6%).</li>
<p>Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, o monitoramento auxilia políticas públicas e fortalece a rede de atenção à saúde:</p>
<p>“Os dados do boletim ampliam a compreensão sobre como o câncer se distribui no Amazonas e ajudam a direcionar estratégias de saúde pública. A vigilância epidemiológica tem papel fundamental ao reunir e analisar informações que apoiam o planejamento das ações e estimulam a prevenção e o diagnóstico precoce.”</p>
<p>O diretor de Vigilância Epidemiológica, Alexsandro Melo, acrescenta:</p>
<p>“A vigilância epidemiológica trabalha para qualificar os registros e ampliar a análise dos dados. Isso contribui para compreender melhor o cenário das neoplasias e apoiar decisões que ampliem a oportunidade de cuidado.”</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mortalidade por câncer</h2>
<p>Entre 2020 e 2024, os óbitos passaram de 2.587 para 3.140, com maior concentração em pessoas acima de 50 anos.</p>
<li>Raça/cor: pardos (74,4%), brancos (18,1%), pretos (2,9%) e indígenas (2,8%).</li>
<li>Mulheres: óbitos relacionados principalmente a câncer de colo do útero e mama.</li>
<li>Homens: óbitos ligados a câncer de estômago, próstata, brônquios e pulmões.</li>
<p>O boletim também destaca fatores de risco modificáveis, como tabagismo, consumo de álcool, alimentação inadequada e sedentarismo.</p>
<p>“A adoção de hábitos saudáveis, aliada ao acompanhamento regular nos serviços de saúde e à participação em exames de rastreamento, contribui para reduzir riscos e favorecer o diagnóstico precoce”, reforça o boletim.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Apoio ao planejamento e vigilância</h2>
<p>A publicação integra as ações de análise da situação de saúde da FVS-RCP e fornece informações estratégicas para gestores e profissionais. Esses dados auxiliam no planejamento de estratégias de prevenção, vigilância e cuidado à população amazonense.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Mortes por câncer colorretal devem aumentar quase 3 vezes até 2030</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mortes-por-cancer-colorretal-devem-aumentar-quase-3-vezes-ate-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 19:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[até]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de mortes por câncer colorretal no Brasil deve aumentar quase três vezes no período de 2026 a 2030, em comparação com dados de 2001 a 2005. Pesquisadores de instituições brasileiras e do exterior estimam que cerca de 127 mil pessoas vão morrer por causa da doença ao longo desses cinco anos, contra 57,6 mil óbitos ocorridos no período de comparação.  Os dados foram publicados em artigo na revista The Lancet Regional Health Americas e mostram ainda que o aumento deve ser de 181% entre os homens e 165% entre as mulheres. Considerando todo o período, de 2001 a 2030, as mortes pela doença devem ultrapassar 635 mil.  A pesquisadora do Instituto Nacional do Câncer (Inca) Marianna Cancela explica que esse aumento da mortalidade acompanha a alta de casos da doença. O câncer colorretal é o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortes por câncer colorretal no Brasil deve aumentar quase três vezes no período de 2026 a 2030, em comparação com dados de 2001 a 2005. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mortes-por-cancer-colorretal-devem-aumentar-quase-3-vezes-ate.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Pesquisadores de instituições brasileiras e do exterior estimam que cerca de 127 mil pessoas vão morrer por causa da doença ao longo desses cinco anos, contra 57,6 mil óbitos ocorridos no período de comparação. </p>
<p>Os dados foram publicados em artigo na revista The Lancet Regional Health Americas e mostram ainda que o aumento deve ser de 181% entre os homens e 165% entre as mulheres. Considerando todo o período, de 2001 a 2030, as mortes pela doença devem ultrapassar 635 mil. </p>
<p>A pesquisadora do Instituto Nacional do Câncer (Inca) Marianna Cancela explica que esse aumento da mortalidade acompanha a alta de casos da doença.</p>
<p>O câncer colorretal é o segundo tipo de câncer mais incidente e o terceiro mais mortal no país. De acordo com Marianna Cancela, isso se deve ao envelhecimento da população, mas também a alguns hábitos nocivos. </p>
<p>A pesquisadora aponta o consumo excessivo de ultraprocessados e a falta de atividade física como fatores de risco importantes para a doença..</p>
<p>&#8220;E esse é um risco que tem iniciado cada vez mais cedo, já desde criança. Com isso, a gente vê não só o aumento dos casos de câncer colorretal, como também o aumento de casos em pacientes mais jovens&#8221;. </p>
<p>Outro fator que contribui para a alta mortalidade por esse tipo de câncer, de acordo com Marianna Cancela, é que cerca de 65% dos casos só são diagnosticados em estágios avançados, o que dificulta o tratamento. Isso se deve a características da doença, que não costuma manifestar sintomas no início, mas também a dificuldades de receber assistência adequada, especialmente na regiões mais remotas e menos desenvolvidas do país.  </p>
<p>Por isso, os pesquisadores defendem a redução dessas desigualdades e a adoção gradual de um programa de rastreamento, com a realização de exames preventivos que detectem a doença ou sinais de alerta antes do início dos sintomas. O grupo também ressalta a importância do diagnóstico precoce em casos sintomáticos e do tratamento adequado. </p>
<h2>Custos sociais e econômicos</h2>
<p>A pesquisa também mediu alguns custos sociais e econômicos da mortalidade por câncer colorretal, considerando estimativas de quanto tempo a mais esses pacientes poderiam viver. Em média, as mulheres brasileiras que morreram por este tipo de câncer perderam 21 anos de vida e os homens, 18. </p>
<p>Entre 2001 e 2030, as mortes pela doença somam 12,6 milhões de anos potenciais de vida perdidos e Int$ 22,6 bilhões em perdas de produtividade. A unidade monetária Int$ se refere ao dólar internacional, medida usada para comparar valores entre países, levando em conta o custo de vida local. Marianna ressalta que os dados são importantes para mostrar qual a dimensão do câncer para a sociedade, além das vidas perdidas.</p>
<p>&#8220;E também servem para embasar políticas públicas, porque a gente vê o quanto o país está perdendo por não conseguir avançar na prevenção, no rastreamento e no tratamento&#8221;, explica. </p>
<p>O estudo encontrou ainda diferenças regionais significativas nesses indicadores. Por um lado, as regiões Sul e Sudeste, que são mais populosas e têm maior proporção de idosos, concentram cerca de três quartos das mortes, e por isso sofrem maior impacto econômico. No entanto, os maiores aumentos relativos na mortalidade e na perda de produtividade devem ocorrer nas regiões Norte e Nordeste. </p>
<p>Para os pesquisadores, a principal explicação está nos &#8220;indicadores socioeconômicos e de infraestrutura piores em comparação com as demais regiões do país&#8221;. Mas eles também consideram que as populações dessas regiões progressivamente vêm adotando padrões de comportamento nocivos, já estabelecidos no Sul e Sudeste. O tabagismo é o único fator de risco cuja prevalência tem diminuído nas últimas décadas. </p>
<p>&#8220;O padrão alimentar no Brasil tem piorado nas últimas décadas, com redução do consumo de alimentos saudáveis e aumento do consumo de alimentos processados e ultraprocessados. Paralelamente, houve aumento da prevalência de consumo de álcool e de inatividade física&#8221;, alertam.</p>
<p>O estudo cita a promoção de estilos de vida saudáveis como política pública permanece um desafio, mas deve ser uma estratégia primária para prevenir e controlar o câncer colorretal, bem como outros cânceres e doenças crônicas não transmissíveis.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/mortes-por-cancer-colorretal-devem-aumentar-quase-3-vezes-ate-2030" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/anvisa-libera-medicamentos-para-diabetes-cancer-de-mama-e-angioedema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 01:03:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, para o câncer de mama e para o angioedema hereditário. Os registros foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira (9). A agência aprovou o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1, estágio 3, em pacientes adultos e pediátricos com 8 anos de idade ou mais que já estejam no estágio 2. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune grave e de longa duração, que costuma se manifestar na infância e pode gerar aumento de complicações, como doenças cardíacas, renais e oculares. Também foi aprovado o Datroway®, indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/anvisa-libera-medicamentos-para-diabetes-cancer-de-mama-e-angioedema/">Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, para o câncer de mama e para o angioedema hereditário. Os registros foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira (9).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Anvisa-libera-medicamentos-para-diabetes-cancer-de-mama-e-angioedema.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A agência aprovou o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1, estágio 3, em pacientes adultos e pediátricos com 8 anos de idade ou mais que já estejam no estágio 2. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune grave e de longa duração, que costuma se manifestar na infância e pode gerar aumento de complicações, como doenças cardíacas, renais e oculares.</p>
<p>Também foi aprovado o Datroway®, indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já tenham se submetido a terapia endócrina e a pelo menos uma linha de quimioterapia para doença irressecável (que não pode ser removida completamente por cirurgia) ou metastática (que se espalhou do local original para outras partes do corpo). </p>
<p>O Andembry® (garadacimabe) também teve o registro aprovado. O medicamento é indicado para prevenção do angioedema hereditário (AEH). A doença genética é considerada rara e causa inchaços (edemas) repentinos e dolorosos em diversas partes do corpo, que podem afetar de forma recorrente a pele, as mucosas e os órgãos internos.  </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/anvisa-libera-medicamentos-para-diabetes-cancer-de-mama-e-angioedema" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/anvisa-libera-medicamentos-para-diabetes-cancer-de-mama-e-angioedema/">Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 20:49:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo internacional sobre mortes por câncer no mundo estima que 43,2% dos óbitos provocados pela doença no Brasil poderiam ser evitados com medidas de prevenção, diagnóstico precoce e melhor acesso ao tratamento. A pesquisa estima que, dos casos de câncer diagnosticados no país em 2022, cerca de 253,2 mil devem resultar em morte até cinco anos após a detecção. Dessas, 109,4 mil poderiam ser evitadas. O estudo Mortes evitáveis por meio da prevenção primária, detecção precoce e tratamento curativo do câncer no mundo faz parte da edição de março da revista científica The Lancet, uma das publicações médicas mais conceituadas internacionalmente. O artigo está disponível na internet. O trabalho é assinado por 12 autores, oito deles vinculados à Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), ligada à Organização Mundial da Saúde...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis/">Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo internacional sobre mortes por câncer no mundo estima que 43,2% dos óbitos provocados pela doença no Brasil poderiam ser evitados com medidas de prevenção, diagnóstico precoce e melhor acesso ao tratamento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-Brasil-sao.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pesquisa estima que, dos casos de câncer diagnosticados no país em 2022, cerca de 253,2 mil devem resultar em morte até cinco anos após a detecção. Dessas, 109,4 mil poderiam ser evitadas.</p>
<p>O estudo <em>Mortes evitáveis por meio da prevenção primária, detecção precoce e tratamento curativo do câncer no mundo</em> faz parte da edição de março da revista científica The Lancet, uma das publicações médicas mais conceituadas internacionalmente. O artigo está disponível na internet.</p>
<p>O trabalho é assinado por 12 autores, oito deles vinculados à Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS) e sediada em Lyon, na França.</p>
<p>Os pesquisadores dividem as quase 110 mil mortes por câncer evitáveis no Brasil em dois grupos: 65,2 mil são preveníveis, ou seja, a doença poderia nem ter ocorrido, e as outras 44,2 mil são classificadas como evitáveis por diagnóstico precoce e acesso adequado a tratamento.</p>
<h2>Mundo</h2>
<p>O levantamento apresenta um olhar global sobre mortes por câncer. O estudo apurou informações sobre 35 tipos de câncer em 185 países.</p>
<p>Em termos mundiais, o percentual de óbitos evitáveis é de 47,6%. Isso representa que, dos 9,4 milhões de mortes causadas pela doença, quase 4,5 milhões poderiam não ter acontecido.</p>
<p>O grupo de pesquisa detalha que, do total de mortes, uma em cada três (33,2%) é prevenível, e 14,4% poderiam não acontecer caso houvesse diagnóstico precoce e acesso a tratamento.</p>
<p>Ao estimar quantas mortes poderiam ser evitadas por medidas de prevenção, os pesquisadores apontam cinco fatores de risco: </p>
<ul>
<li>tabaco;</li>
<li>consumo de álcool;</li>
<li>excesso de peso;</li>
<li>exposição à radiação ultravioleta;</li>
<li>e infecções (causadas por vírus como o do HPV e o da hepatite e pela bactéria Helicobacter pylori).</li>
</ul>
<h2>Disparidades</h2>
<p>Ao comparar países, regiões geográficas e nível de desenvolvimento, o estudo identifica disparidades ao redor do mundo.</p>
<p>Os países do norte da Europa apresentam percentual de mortes evitáveis bem próximo de 30%. O mais bem posicionado é a Suécia (28,1%), seguido por Noruega (29,9%) e Finlândia (32%). Isso significa que, de cada dez mortes, apenas três poderiam ser evitadas.</p>
<p>Já no outro extremo, as dez maiores proporções de mortes evitáveis estão em países africanos. A pior situação é em Serra Leoa (72,8%). Em seguida, figuram Gâmbia (70%) e Malaui (69,6%).</p>
<p>Nesses países, sete em cada dez mortes poderiam ser evitadas com mais prevenção, melhor diagnóstico e acesso a tratamento.</p>
<p>Menores índices de mortes evitáveis:</p>
<ul>
<li>Austrália e Nova Zelândia: 35,5%;</li>
<li>Norte da Europa: 37,4%;</li>
<li>América do Norte: 38,2%.</li>
</ul>
<p>Maiores proporções:</p>
<ul>
<li>África Oriental: 62%;</li>
<li>África Ocidental: 62%;</li>
<li>África Central: 60,7%.</li>
</ul>
<p>A América do Sul tem 43,8% de mortes por câncer evitáveis, indicador bem parecido com o do Brasil.</p>
<h2>IDH</h2>
<p>As desigualdades também aparecem quando os países são agrupados por Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), um indicador da Organização das Nações Unidas (ONU) que leva em consideração os níveis de saúde, educação e renda.</p>
<p>Nos países de baixo IDH, que significa pior qualidade de vida, seis em cada dez (60,8%) mortes por câncer poderiam ter sido evitadas.</p>
<p>Em seguida, situam-se os grupos de IDH alto (57,7%), médio (49,6%) e muito alto (40,5%). O Brasil é considerado um país de IDH alto.</p>
<p>A pesquisa revela que no grupo de países com baixo e médio IDH, o câncer de colo de útero é o primeiro na lista de mortes evitáveis.</p>
<p>Já nos grupos de IDH alto e muito alto, esse tipo de câncer sequer aparece entre os cinco principais tipos da doença em número de mortes evitáveis.</p>
<p>Outra forma de enxergar a disparidade entre os países é a diferença entre as taxas de mortalidade por câncer do colo do útero. Em países com IDH muito alto, a proporção é de 3,3 de vítimas da doença a cada 100 mil mulheres. Já nos de IDH baixo, essa relação sobe para 16,3 por 100 mil.</p>
<h2>Tipos de câncer</h2>
<p>O estudo publicado na The Lancet estima que 59,1% das mortes evitáveis são relacionadas aos cânceres de pulmão, fígado, estômago, colorretal e colo do útero.</p>
<p>Quando se observa apenas os casos de câncer que poderiam ser evitados por medidas preventivas, o maior causador do óbito é o câncer de pulmão. Foram 1,1 milhão de mortes, correspondendo a 34,6% de todas as mortes preveníveis por câncer.</p>
<p>Já o câncer de mama nas mulheres foi o que teve mais mortes tratáveis, ou seja, pessoas que poderiam sobreviver recebendo diagnóstico no tempo certo e acesso a tratamento adequado. Foram 200 mil, o que representa 14,8% de todas as mortes em casos tratáveis.</p>
<h2>Combate</h2>
<p>Os pesquisadores apontam caminhos para diminuir o número de mortes evitáveis. Um deles é a realização de campanhas e ações que diminuam a incidência do tabagismo e do consumo de álcool, além de aumento de preço desses produtos, como forma de desestimular o consumo.</p>
<p>O estudo direciona atenção também ao excesso de peso. “O crescente número de pessoas com excesso de peso representa desafios consideráveis para a saúde global”, apontam os autores.</p>
<p>Eles sugerem iniciativas como intervenções “que regulam a publicidade, a rotulagem e [majoração] de impostos sobre alimentos e bebidas não saudáveis”.</p>
<p>Os pesquisadores enfatizam a importância da prevenção a infecções que são associadas ao câncer, como o HPV, que é prevenível por vacinação.</p>
<p>Os autores apontam ainda a necessidade de focar em metas relacionadas à detecção do câncer de mama.</p>
<p>“Alcançar as metas da OMS de que pelo menos 60% dos cânceres de mama sejam diagnosticados nos estágios um ou dois [escala que vai até zero a cinco] e que mais de 80% dos pacientes recebam diagnóstico dentro de 60 dias após a primeira consulta”.</p>
<p>“São necessários esforços globais para adaptar a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer a fim de enfrentar as desigualdades nas mortes evitáveis, especialmente em países com baixo e médio IDH”, conclui o estudo.</p>
<p>Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) fazem campanhas regulares de prevenção e diagnóstico precoce.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis/">Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Anvisa indica vacina contra o HPV para prevenir mais tipos de câncer</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/anvisa-indica-vacina-contra-o-hpv-para-prevenir-mais-tipos-de-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 18:18:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nova indicação terapêutica para a vacina Gardasil 9, que passa a valer também para a prevenção de cânceres de orofaringe, cabeça e pescoço associados ao HPV. &#62;&#62; Vacinação reduz internações por doenças causadas pelo HPV, diz estudo Até então, o imunizante era indicado para a prevenção de cânceres do colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus; de lesões pré-cancerosas ou displásicas; de verrugas genitais e infecções persistentes causadas pelo vírus. A nova indicação foi aprovada para crianças, homens e mulheres de 9 a 45 anos. A orientação da Anvisa é que a imunização seja feita antes do início da vida sexual, já que o HPV é transmitido por meio de relações sexuais.  “A nova indicação é fundamentada na prevenção da infecção persistente pelos tipos de HPV oncogênicos, reconhecidos...</p>
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<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nova indicação terapêutica para a vacina Gardasil 9, que passa a valer também para a prevenção de cânceres de orofaringe, cabeça e pescoço associados ao HPV.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Anvisa-indica-vacina-contra-o-HPV-para-prevenir-mais-tipos.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&gt;&gt; Vacinação reduz internações por doenças causadas pelo HPV, diz estudo</p>
<p><strong>Até então, o imunizante era indicado para a prevenção de cânceres do colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus</strong>; de lesões pré-cancerosas ou displásicas; de verrugas genitais e infecções persistentes causadas pelo vírus.</p>
<p>A nova indicação foi aprovada para crianças, homens e mulheres de 9 a 45 anos. A orientação da Anvisa é que a imunização seja feita antes do início da vida sexual, já que o HPV é transmitido por meio de relações sexuais. </p>
<p>“A nova indicação é fundamentada na prevenção da infecção persistente pelos tipos de HPV oncogênicos, reconhecidos como principais causadores desses cânceres, bem como na demonstração de resposta imunológica robusta contra esses tipos virais”, destacou a agência.</p>
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<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/anvisa-indica-vacina-contra-o-hpv-para-prevenir-mais-tipos-de-cancer" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Golpista que usava foto de menino com câncer é preso</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/golpista-que-usava-foto-de-menino-com-cancer-e-preso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 22:32:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; A Polícia Civil da Bahia prendeu hoje (18), um homem suspeito de se passar por pai de uma criança com câncer e pedir dinheiro para o tratamento da doença nas redes sociais. O suspeito, que não teve a identidade revelada, criou um perfil chamado ”Salve o Daniel”. Ele fazia campanhas de arrecadação, levando vítimas a se sensibilizarem pela história e a fazerem transferências bancárias. Homem dizia que a suposta criança tinha leucemia e precisava do medicamento Vesanoid. ”Não é fácil, estou mais uma vez implorando por ajuda, restou apenas 3 cápsulas do remédio e ainda não consegui o valor para comprar mais uma caixa para esse mês”, escreveu em uma das postagens. Investigação e prisão do homem Polícia descobriu que imagens usadas eram de uma...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; A Polícia Civil da Bahia prendeu hoje (18), um homem suspeito de se passar por pai de uma criança com câncer e pedir dinheiro para o tratamento da doença nas redes sociais.</p>
<p>O suspeito, que não teve a identidade revelada, criou um perfil chamado ”Salve o Daniel”. Ele fazia campanhas de arrecadação, levando vítimas a se sensibilizarem pela história e a fazerem transferências bancárias.</p>
<p>Homem dizia que a suposta criança tinha leucemia e precisava do medicamento Vesanoid. ”Não é fácil, estou mais uma vez implorando por ajuda, restou apenas 3 cápsulas do remédio e ainda não consegui o valor para comprar mais uma caixa para esse mês”, escreveu em uma das postagens.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Investigação e prisão do homem</h2>
<p>Polícia descobriu que imagens usadas eram de uma criança dos EUA. Segundo a investigação, tratava-se de um menino que também teve câncer e morreu em abril de 2024.</p>
<p>Autoridades já identificaram algumas pessoas que caíram no golpe. A delegacia orienta que outras vítimas entrem em contato pelo WhatsApp (75) 99171-8782, enviem os comprovantes de pagamento e agendem os depoimentos.</p>
<p>Além de crimes virtuais, golpista foi preso por tráfico de drogas. Durante o cumprimento do mandado de prisão preventiva pelo estelionato, os agentes encontraram 95 comprimidos de ecstasy e uma CNH falsificada com o suspeito.</p>
<p>Exclusão do perfil falso foi solicitada à Justiça. Também foram apreendidos documentos, réplicas de cédulas de R$ 50 e R$ 100, computadores e celulares, que devem auxiliar na investigação. Até a publicação desta reportagem, o perfil permanecia no ar no Instagram.</p>
<p><strong>Leia mais: </strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/bebe-de-11-meses-e-internado-com-fraturas-e-pais-sao-presos-por-tortura-e-tentativa-de-homicidio/">Bebê de 11 meses é internado com fraturas e pais são presos por tortura e tentativa de homicídio</a></li>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/pai-e-preso-por-estuprar-duas-filhas-adolescentes-no-am-uma-delas-deficiente/">Pai é preso por estuprar duas filhas adolescentes no AM; uma delas deficiente</a></li>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/pai-e-preso-por-torturar-filhos-com-choques-e-veneno-de-rato-em-manaus/">Pai é preso por torturar filhos com choques e veneno de rato em Manaus</a></li>
</ul>
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