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	<title>casos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>casos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Confederação aponta mais de 980 casos de ódio contra judeus em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 21:08:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório Anual sobre Antissemitismo no Brasil 2025, divulgado nesta segunda-feira pela Confederação Israelita do Brasil (Conib), destaca o registro de 989 denúncias de atos de ódio contra judeus em 2025 no país.  Apesar de o número ser inferior aos 1.788 casos contabilizados em 2024, o relatório de 2025 mostra que há permanência do ódio antijudaico no país. A entidade ressalta que o número superou em 149% o registrado em 2022, quando o volume de denúncias  era de 397 casos. “A leitura imediata esconde um dado que especialistas chamam de mais preocupante do que a própria escalada: a permanência. Em relação ao período que antecedeu o ataque do Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023, o ódio antijudaico não recuou, ele se instalou”, diz o texto do relatório. Segundo o documento, dos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Relatório Anual sobre Antissemitismo no Brasil 2025, divulgado nesta segunda-feira pela Confederação Israelita do Brasil (Conib), destaca o registro de 989 denúncias de atos de ódio contra judeus em 2025 no país. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Confederacao-aponta-mais-de-980-casos-de-odio-contra-judeus.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Apesar de o número ser inferior aos 1.788 casos contabilizados em 2024, o relatório de 2025 mostra que há permanência do ódio antijudaico no país. A entidade ressalta que o número superou em 149% o registrado em 2022, quando o volume de denúncias  era de 397 casos.</p>
<p>“A leitura imediata esconde um dado que especialistas chamam de mais preocupante do que a própria escalada: a permanência. Em relação ao período que antecedeu o ataque do Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023, o ódio antijudaico não recuou, ele se instalou”, diz o texto do relatório.</p>
<p>Segundo o documento, dos 989 casos registrados, 800 (80,8%)  ocorreram em plataformas digitais. O Instagram concentrou 37,1% das denúncias online, seguido pelo Twitter/X (13,9%) e Facebook (11,6%).</p>
<p>O levantamento ainda identificou, com uso de inteligência artificial, 115.970 manifestações classificadas como antissemitas na internet em 2025. O alcance potencial desse conteúdo, segundo o documento, atingiu 66 milhões de pessoas – mais de um terço da população adulta brasileira.</p>
<p>“O antissemitismo não é um problema restrito à comunidade judaica. Historicamente, ele antecipa processos de erosão democrática, naturalização da violência simbólica e enfraquecimento do estado de direito. Onde ele avança, outras formas de intolerância e autoritarismo tendem a se seguir”, destaca o documento.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/confederacao-aponta-mais-de-980-casos-de-odio-contra-judeus-em-2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Subnotificados, casos de Oropouche atingem 2% da população brasileira</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/subnotificados-casos-de-oropouche-atingem-2-da-populacao-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados sobre a Febre do Oropouche divulgados nesta terça-feira (24) indicam que a incidência real da doença é muito superior às ocorrências notificados, com até 200 casos reais para cada episódio conhecido. Entre 1960 e 2025 a doença já infectou 9,4 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe, das quais ao menos 5,5 milhões no Brasil. A febre do Oropouche é transmitida aos humanos pela picada de mosquitos do tipo Culicoides paraensis, conhecido na Região Norte como maruim ou mosquito-pólvora. Os dados foram reunidos por um consórcio de pesquisadores da University of Kentucky, Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). “[A doença] tem um ciclo silvestre muito bem esclarecido e, mais recentemente, a gente tem observado ciclos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados sobre a Febre do Oropouche divulgados nesta terça-feira (24) indicam que a incidência real da doença é muito superior às ocorrências notificados, com até 200 casos reais para cada episódio conhecido.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Subnotificados-casos-de-Oropouche-atingem-2-da-populacao-brasileira.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre 1960 e 2025 a doença já infectou 9,4 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe, das quais ao menos 5,5 milhões no Brasil.</p>
<p>A febre do Oropouche é transmitida aos humanos pela picada de mosquitos do tipo Culicoides paraensis, conhecido na Região Norte como maruim ou mosquito-pólvora.</p>
<p>Os dados foram reunidos por um consórcio de pesquisadores da University of Kentucky, Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam).</p>
<p>“[A doença] tem um ciclo silvestre muito bem esclarecido e, mais recentemente, a gente tem observado ciclos urbanos nas capitais, o que era pouco comum até pouco tempo”, explicou o diretor de Operações do Instituto Todos pela Saúde, Vanderson Sampaio.</p>
<p>Ele acrescentou que, pelo fato de a maior parte da população ainda não ter contato com a doença, é provável que ela possa avançar. </p>
<p>“Não sabemos ainda qual a quantidade de casos graves dessa doença nem condições de saber agora, pois temos um número muito baixo de casos registrados.”</p>
<p>Para investigar a existência de antígenos, como indicativo de que as pessoas tiveram contato com a doença, foram investigados dados sorológicos em amostras sangue coletadas em três momentos distintos (novembro de 2023, junho de 2024 e novembro de 2024). </p>
<p>Com o resultado foi possível afirmar que o alcance do surto de 2023 para 2024 foi semelhante ao do surto anterior no estado, em 1980-1981. Em ambos, o alcance em Manaus foi de cerca de 12,5%, chegando próximo de 15% no estado.</p>
<h2>Surtos</h2>
<p>O estudo revisou ainda os registros de surtos da doença, encontrando 32 deles desde a identificação da febre, em 1955, no Brasil, Peru, Guiana Francesa e Panamá. Somente no Brasil foram identificados 19 surtos. </p>
<p>“É possível sim a gente desenvolver técnicas de rastreio. Uma delas é a de vigilância de síndromes febris, analisando amostras dos pacientes a partir de análise genética”, destacou o especialista.</p>
<p>Manaus é o principal centro da região amazônica na dispersão da doença. Com sua população na casa de 2 milhões de pessoas e grande conexão, inclusive aérea, com outras cidades, age como um polo de dispersão, determinante para a expansão da doença para outros centros, como Espírito Santo e Rio de Janeiro, bastante impactados em 2024. </p>
<p>Segundo o estudo, a diferença entre casos confirmados e número real de infecções pode ser explicada pelo acesso limitado a serviços de saúde na bacia amazônica e pela provável alta proporção de casos assintomáticos ou leves, que os pesquisadores estimam que possa ser a grande maioria dos casos da doença, uma característica até então sem evidências claras.</p>
<p>Nesta década foram registrados mais de 30 mil casos, com o avanço de uma variante do vírus por toda a América Latina e Caribe, dado que segundo o estudo indica uma subnotificação notável de todos os serviços de saúde da região.</p>
<p>A infecção pode provocar um quadro febril semelhante ao da dengue e outras arboviroses, o que dificulta ainda mais a identificação e tratamento corretos. Os casos graves, geralmente aqueles que são corretamente diagnosticados, podem evoluir para doença neurológica, complicações materno-fetais e morte.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>Atualmente, não existem vacinas licenciadas nem antivirais específicos disponíveis, embora haja estudos nesta década sobre a eficácia de acridonas (moléculas isoladas a partir de um tipo de alcatrão) na doença, como o da pesquisadora Clarita Avilla, da Unesp de São José do Rio Preto.</p>
<p>Segundo a pesquisa, anticorpos adquiridos há décadas ainda são capazes de neutralizar a cepa recente do vírus, o que sugere imunidade de longa duração. Ainda assim, os pesquisadores alertam que, sem intervenções específicas, novos surtos continuarão ocorrendo em regiões onde o vetor esteja presente.</p>
<p>O grupo publica também nesta terça-feira (24) um segundo estudo, que identifica a predominância do vírus em áreas rurais e florestais, sendo os casos de transmissão de mosquitos urbanos, como o Aedes aegypti, uma minoria. </p>
<p>Neste trabalho os autores afirmam que as estratégias de controle vetorial focadas em mosquitos urbanos não são suficientes para conter a transmissão da doença, exigindo esforços adicionais de vigilância epidemiológica em áreas de contato com mata degradada. </p>
<p>“Ao identificar quem já foi infectado, conseguimos prever com maior precisão quais populações permanecem em risco para futuros surtos”, afirma o professor Allyson Guimarães Costa, da Universidade Federal do Amazonas e do Hemoam.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/subnotificados-casos-de-oropouche-atingem-2-da-populacao-brasileira" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Amazonas registrou mais de 21 mil casos de câncer entre 2020 e 2024, aponta FVS-RCP</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/amazonas-registrou-mais-de-21-mil-casos-de-cancer-entre-2020-e-2024-aponta-fvs-rcp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 22:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) divulgou nesta quarta-feira (18) o boletim epidemiológico sobre neoplasias malignas no estado, referente ao período de 2020 a 2024. O movimento Março Lilás reforça a importância da informação, da prevenção e do diagnóstico precoce no enfrentamento do câncer. O levantamento reúne dados sobre diagnósticos, hospitalizações e óbitos, apoiando o planejamento das ações de saúde. O boletim completo está disponível em: www.fvs.am.gov.br. Diagnósticos de câncer no Amazonas Entre 2020 e 2024, o Amazonas registrou 21.257 casos de neoplasias malignas, com média superior a 4 mil diagnósticos por ano. Sexo feminino: 60,3% dos casos; Faixa etária predominante: 40 a 79 anos (77,6%). Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, o monitoramento auxilia políticas públicas e fortalece a rede...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) divulgou nesta quarta-feira (18) o boletim epidemiológico sobre neoplasias malignas no estado, referente ao período de 2020 a 2024.</p>
<p>O movimento Março Lilás reforça a importância da informação, da prevenção e do diagnóstico precoce no enfrentamento do câncer. O levantamento reúne dados sobre diagnósticos, hospitalizações e óbitos, apoiando o planejamento das ações de saúde. O boletim completo está disponível em: www.fvs.am.gov.br.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Diagnósticos de câncer no Amazonas</h2>
<p>Entre 2020 e 2024, o Amazonas registrou 21.257 casos de neoplasias malignas, com média superior a 4 mil diagnósticos por ano.</p>
<li>Sexo feminino: 60,3% dos casos;</li>
<li>Faixa etária predominante: 40 a 79 anos (77,6%).</li>
<p>Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, o monitoramento auxilia políticas públicas e fortalece a rede de atenção à saúde:</p>
<p>“Os dados do boletim ampliam a compreensão sobre como o câncer se distribui no Amazonas e ajudam a direcionar estratégias de saúde pública. A vigilância epidemiológica tem papel fundamental ao reunir e analisar informações que apoiam o planejamento das ações e estimulam a prevenção e o diagnóstico precoce.”</p>
<p>O diretor de Vigilância Epidemiológica, Alexsandro Melo, acrescenta:</p>
<p>“A vigilância epidemiológica trabalha para qualificar os registros e ampliar a análise dos dados. Isso contribui para compreender melhor o cenário das neoplasias e apoiar decisões que ampliem a oportunidade de cuidado.”</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mortalidade por câncer</h2>
<p>Entre 2020 e 2024, os óbitos passaram de 2.587 para 3.140, com maior concentração em pessoas acima de 50 anos.</p>
<li>Raça/cor: pardos (74,4%), brancos (18,1%), pretos (2,9%) e indígenas (2,8%).</li>
<li>Mulheres: óbitos relacionados principalmente a câncer de colo do útero e mama.</li>
<li>Homens: óbitos ligados a câncer de estômago, próstata, brônquios e pulmões.</li>
<p>O boletim também destaca fatores de risco modificáveis, como tabagismo, consumo de álcool, alimentação inadequada e sedentarismo.</p>
<p>“A adoção de hábitos saudáveis, aliada ao acompanhamento regular nos serviços de saúde e à participação em exames de rastreamento, contribui para reduzir riscos e favorecer o diagnóstico precoce”, reforça o boletim.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Apoio ao planejamento e vigilância</h2>
<p>A publicação integra as ações de análise da situação de saúde da FVS-RCP e fornece informações estratégicas para gestores e profissionais. Esses dados auxiliam no planejamento de estratégias de prevenção, vigilância e cuidado à população amazonense.</p>
<p>Leia mais: </p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/amazonas-registrou-mais-de-21-mil-casos-de-cancer-entre-2020-e-2024-aponta-fvs-rcp/">Amazonas registrou mais de 21 mil casos de câncer entre 2020 e 2024, aponta FVS-RCP</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sobe-para-140-numero-de-casos-confirmados-de-mpox-no-pais-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 23:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9). Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11). Mpox A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus,...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sobe-para-140-numero-de-casos-confirmados-de-mpox-no-pais-em-2026/">Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sobe-para-140-numero-de-casos-confirmados-de-Mpox-no.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).</p>
<h2>Mpox</h2>
<p>A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.</p>
<p>Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.</p>
<p>Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/sobe-para-140-numero-de-casos-confirmados-de-mpox-no-pais-em-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sobe-para-140-numero-de-casos-confirmados-de-mpox-no-pais-em-2026/">Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Novos casos de estupro por grupo de Copacabana são investigados no Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/novos-casos-de-estupro-por-grupo-de-copacabana-sao-investigados-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 20:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que investiga mais dois casos de estupro cometidos contra alunas adolescentes do Colégio Federal Pedro II e praticados por integrantes do mesmo grupo que estuprou uma estudante de 17 anos, em janeiro deste ano, em Copacabana. Uma das denúncias envolve uma menina que tinha 14 anos à época e que agora está com 17. À 12ª Delegacia de Copacabana, que investiga os casos, a segunda jovem disse, em depoimento, na segunda-feira (2), que os acusados sugeriram ter gravado imagens da violência, em 2023, como forma de chantageá-la a não denunciá-los.   A mãe dessa vítima ainda contou aos investigadores que, assim como a primeira vítima, a jovem conhecia um dos envolvidos, o único adolescente, da escola, o Colégio Pedro II.  O crime teria...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que investiga mais dois casos de estupro cometidos contra alunas adolescentes do Colégio Federal Pedro II e praticados por integrantes do mesmo grupo que estuprou uma estudante de 17 anos, em janeiro deste ano, em Copacabana.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Novos-casos-de-estupro-por-grupo-de-Copacabana-sao-investigados.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Uma das denúncias envolve uma menina que tinha 14 anos à época e que agora está com 17.</p>
<p>À 12ª Delegacia de Copacabana, que investiga os casos, a segunda jovem disse, em depoimento, na segunda-feira (2), que os acusados sugeriram ter gravado imagens da violência, em 2023, como forma de chantageá-la a não denunciá-los.  </p>
<p>A mãe dessa vítima ainda contou aos investigadores que, assim como a primeira vítima, a jovem conhecia um dos envolvidos, o único adolescente, da escola, o Colégio Pedro II. </p>
<p>O crime teria acontecido na casa de Matheus Veríssimo Zoel Martins, que se entregou à polícia civil nesta terça-feira (3), por ter participado do primeiro caso. Ele estava foragido.</p>
<p>&#8220;O que chamou a atenção da gente é que o modus operandi foi exatamente o mesmo: o adolescente infrator tinha a confiança da vítima, uma menina de 14 anos, à época, atraiu ela para um apartamento e lá, junto com ele estava o Matheus, preso aqui conosco, e mais uma terceira pessoa&#8221;, revelou o delegado responsável pelo caso, Antônio Lages.</p>
<p>A polícia pretende solicitar análise telemática para recuperar dados de celulares dos denunciados. </p>
<p>Um terceiro caso foi descoberto nesta terça-feira.  No depoimento à 12 Delegacia de Polícia, a mãe da vítima relatou que Vitor Hugo Oliveira Simonin teria estuprado a filha dela durante uma festa junina, em um salão de festas. </p>
<p>&#8220;Como está muito no começo das investigações ainda, não sei se o ato foi praticado pelo grupo inteiro ou por um deles apenas&#8221;, esclareceu o delegado. Ele não deu mais detalhes sobre o local e a vítima.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Novos-casos-de-estupro-por-grupo-de-Copacabana-sao-investigados.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/03/2026 – O delegado Angelo Lages, da 12ª DP, fala sobre as investigações do caso de estupro coletivo de uma adolescente ocorrido em Copacabana. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Delegado Angelo Lages, da 12ª DP, fala sobre as investigações do caso de estupro coletivo de uma adolescente ocorrido em Copacabana. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O delegado reforça o pedido para que eventuais vítimas dos estupradores procurem a polícia para denunciar os fatos. </p>
<p>&#8220;A adolescente que foi vítima [em Copacabana] saiu do apartamento muito abalada, mas ela conseguiu contar para o irmão, para a mãe, e a mãe não teve dúvida, procurou a polícia&#8221;. A corporação tentou fazer a prisão em flagrante, mas não encontrou os rapazes no dia.</p>
<p>Lages disse que, nesse caso, o depoimento da vítima coincidiu com as lesões identificadas pelo exame de corpo de delito, o que acendeu o alerta da polícia para a gravidade do caso. &#8220;Ela tinha lesões no órgão sexual, nas costas, nas nádegas, inclusive, uma suspeita de fratura da costela, isso foi constatado pelo legista&#8221;, disse o delegado, sobre o estado em que a menina foi deixada.</p>
<h2>Acusados</h2>
<p>A previsão de Lages é que os dois envolvidos que ainda não se entregaram se apresentem à polícia entre esta terça e quarta-feira (4). </p>
<p>&#8220;Dois já se entregaram e estamos em tratativas para que os demais se entreguem nas próximas horas ou, no máximo, amanhã&#8221;. Todos eles, segundo as investigações, estão no país.</p>
<p>Vitor Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti são considerados foragidos. O primeiro, que está envolvido em pelo menos dois dos casos investigados, é filho do subsecretário de governança da Secretaria de Desenvolvimento e Direitos Humanos, José Carlos Simoni. </p>
<p>O governo do Estado disse que o subsecretário José Carlos Simonin será exonerado nesta terça-feira.</p>
<p>O adolescente infrator, que teria sido o responsável por atrair a vítima para emboscada, por conhecê-la no Pedro II, ainda não tem mandado de prisão expedido contra ele. </p>
<p>Já João Gabriel Xavier Bertho, reconhecido pela primeira vítima e réu, também se entregou.</p>
<p>Lages também ressalta a importância de os jovens, ao se relacionarem sexualmente, respeitarem os limites do outro. &#8220;O que deve ficar claro, principalmente para os meninos, é que não é não. Isso é fundamental. A vítima do primeiro caso deixou muito claro, a todo momento, que não se relacionaria com mais ninguém (além do adolescente) em vários momentos&#8221;, destacou. </p>
<p>Os acusados dos crimes podem se apresentar em qualquer delegacia de polícia do estado.</p>
<p>A Agência Brasil não conseguiu contato com as defesas dos réus. O espaço fica aberto para acréscimo de posicionamentos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/novos-casos-de-estupro-por-grupo-de-copacabana-sao-investigados-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Estupro de vulnerável representa 75% dos casos em SP em janeiro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estupro-de-vulneravel-representa-75-dos-casos-em-sp-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 23:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O balanço periódico da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, divulgado na tarde desta sexta-feira (27), revela que os estupros de vulnerável notificados representaram 75,3% do total de ocorrências no mês de janeiro no estado. O crime se configura quando praticado contra meninas menores de 14 anos e vítimas que não podem oferecer resistência. No período, as autoridades contabilizaram 1.182 ocorrências de estupro, o que repesenta uma redução de 8% em comparação com o mesmo mês de 2025. Desse total, 891 foram vulneráveis. Na categoria de estupro de vulnerável entram tanto pessoas com incapacidade por fatores como enfermidades quanto vítimas em estado alterado, como as alcoolizadas. O que conta é não poderem expressar consentimento. O levantamento aponta recuo de 8,9% na comparação com janeiro de 2024, nos registros de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O balanço periódico da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, divulgado na tarde desta sexta-feira (27), revela que os estupros de vulnerável notificados representaram 75,3% do total de ocorrências no mês de janeiro no estado. O crime se configura quando praticado contra meninas menores de 14 anos e vítimas que não podem oferecer resistência.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Estupro-de-vulneravel-representa-75-dos-casos-em-SP-em.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No período, as autoridades contabilizaram 1.182 ocorrências de estupro, o que repesenta uma redução de 8% em comparação com o mesmo mês de 2025. Desse total, 891 foram vulneráveis.</p>
<p>Na categoria de estupro de vulnerável entram tanto pessoas com incapacidade por fatores como enfermidades quanto vítimas em estado alterado, como as alcoolizadas. O que conta é não poderem expressar consentimento.</p>
<p>O levantamento aponta recuo de 8,9% na comparação com janeiro de 2024, nos registros de estupro de vulnerável. Naquele mês, 979 casos foram comunicados às autoridades. </p>
<p>Há, ainda destaque para uma melhora nas taxas da Grande São Paulo. Em janeiro deste ano, os casos notificados de estupro apresentaram queda de 23,8%, na comparação com janeiro de 2024. Enquanto esses caíram de 268 para 204, os estupros de vulnerável diminuíram 25,5%, passando de 215 para 160.  </p>
<p>De acordo com a pasta, no mês passado, os homicídios dolosos (quando há intenção de matar) diminuíram até atingir o menor patamar em 26 anos. Ao todo, foram 190 casos, 11,6% a menos do que os 215 de janeiro de 2024. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/estupro-de-vulneravel-representa-75-dos-casos-em-sp-em-janeiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026; saiba como evitar a doença</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-registra-88-casos-de-mpox-em-2026-saiba-como-evitar-a-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os quadros leves a moderados predominam e não há óbitos. Em 2025, foram registrados no país 1.079 casos e 2 óbitos. Os dados são do Ministério da Saúde.  O que é Mpox e quais são os sintomas? Causada pelo vírus Monkeypox, a doença tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os quadros leves a moderados predominam e não há óbitos. Em 2025, foram registrados no país 1.079 casos e 2 óbitos. Os dados são do Ministério da Saúde. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Brasil-registra-88-casos-de-Mpox-em-2026-saiba-como.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<h2>O que é Mpox e quais são os sintomas?</h2>
<p>Causada pelo vírus Monkeypox, a doença tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal.</p>
<h2>Como a Mpox é transmitida?</h2>
<p>O vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo vaginal/anal; contato boca com boca; ou contato boca e pele, como no sexo oral ou mesmo o beijo na pele.</p>
<p>O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença. </p>
<h2>Em quanto tempo a doença se manifesta?</h2>
<p>O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox (período de incubação) é tipicamente de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.</p>
<p>Ao notar os sintomas, é preciso procurar uma unidade de saúde para fazer o exame laboratorial, que é a única forma de confirmação. O diagnóstico complementar deve ser realizado considerando as seguintes doenças: varicela zoster, herpes zoster, herpes simples, infecções bacterianas da pele, infecção gonocócica disseminada, sífilis primária ou secundária, cancróide, linfogranuloma venéreo, granuloma inguinal, molusco contagioso, reação alérgica e quaisquer outras causas de erupção cutânea papular ou vesicular.</p>
<p>“Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem cumprir isolamento imediato, não compartilhar objetos e material de uso pessoal, tais como toalhas, roupas, lençóis, escovas de dente, talheres, até o término do período de transmissão”, orienta o Ministério da Saúde.</p>
<h2>Qual é o tratamento?</h2>
<p>O tratamento consiste no alívio dos sintomas, na prevenção, no manejo das complicações e em evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Não há medicamento aprovado especificamente para Mpox.</p>
<p>A prevenção consiste em evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Caso seja necessário ter contato, a recomendação é a de utilizar luvas, máscaras, avental e óculos de proteção.</p>
<p>Também é recomendado lavar as mãos com água e sabão ou utilizar álcool em gel frequentemente. As medidas de higiene são especialmente importantes após o contato com a pessoa infectada, suas roupas, lençóis, toalhas e outros itens ou superfícies que possam ter entrado em contato com as erupções e lesões da pele ou secreções respiratórias.</p>
<p>“Lave as roupas de cama, roupas, toalhas, lençóis, talheres e objetos pessoais da pessoa com água morna e detergente. Limpe e desinfete todas as superfícies contaminadas e descarte os resíduos contaminados (por exemplo, curativos) de forma adequada”, alerta o Ministério.</p>
<h2>Mpox pode matar?</h2>
<p>Na maioria dos casos, os sintomas da doença desaparecem sozinhos em poucas semanas. Mas, em algumas pessoas, o vírus pode provocar complicações médicas e mesmo a morte. Recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão pré-existente correm maior risco de sintomas mais graves e de morte pela infecção.</p>
<p>Quadros graves causados pela Mpox podem incluir lesões maiores e mais disseminadas (especialmente na boca, nos olhos e em órgãos genitais), infecções bacterianas secundárias de pele ou infecções sanguíneas e pulmonares. As complicações se manifestam ainda por meio de infecção bacteriana grave causada pelas lesões de pele, encefalite, miocardite ou pneumonia, além de problemas oculares.</p>
<p>Pacientes com Mpox grave podem precisar de internação, cuidados intensivos e medicamentos antivirais para reduzir a gravidade das lesões e encurtar o tempo de recuperação. Dados disponíveis mostram que entre 0,1% e 10% das pessoas infectadas pelo vírus morreram, sendo que as taxas de mortalidade podem divergir por conta de fatores como acesso a cuidados em saúde e imunossupressão subjacente.</p>
<h2>São Paulo</h2>
<p>Apesar dos números apresentados pelo governo federal, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo (SES-SP) afirma que o número de casos no estado é de 50. A capital paulista é a cidade com maior número de casos: 31. Campinas, Paulínia, Sumaré, Hortolândia, Sorocaba, Várzea Paulista, Araquaquara, Osasco, Cotia, Jandira, Serrana, Arujá, Santos, Guarulhos e Pradópolis registram um caso. Em Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes, são dois em cada. No ano passado, em janeiro foram registrados 79 casos e em fevereiro 47 casos, totalizando, 126 casos nos dois primeiros meses do ano.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/brasil-registra-88-casos-de-mpox-em-2026-saiba-como-evitar-doenca" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-registra-88-casos-de-mpox-em-2026-saiba-como-evitar-a-doenca/">Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026; saiba como evitar a doença</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>AM já registra mais de 4 mil casos de dengue em 2025</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/am-ja-registra-mais-de-4-mil-casos-de-dengue-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CLIQUE NOTÍCIAS BRASIL]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 13:09:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; O estado do Amazonas já registrou 4.092 casos prováveis de dengue, em 2025, mostram dados do Ministério da Saúde (dados até 31/05/2025). No período, foi registrado um óbito em decorrência da doença. Diante disso, autoridades de saúde e a população precisam continuar mobilizadas na prevenção aos focos do mosquito transmissor da dengue e atentos aos sintomas da dengue. É o que ressalta o secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Fabiano Geraldo Pimenta Junior. “Que numa ação sinérgica, apoiados pelo Ministério da Saúde, estados e municípios, nós possamos garantir a continuidade das ações de orientação da população, avaliando se tem criadouros potenciais do mosquito aedes aegypti, para que quando retornarem as chuvas e outras condições mais favoráveis à transmissão da doença, nós tenhamos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; O <strong>estado do Amazonas já registrou 4.092 casos prováveis de dengue, em 2025, <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aedes-aegypti/monitoramento-das-arboviroses" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">mostram dados do Ministério da Saúde</a> (dados até 31/05/2025)</strong>. No período, foi registrado um óbito em decorrência da doença.</p>
<p>Diante disso, <strong>autoridades de saúde e a população precisam continuar mobilizadas na prevenção aos focos do mosquito transmissor da dengue e atentos aos sintomas da dengue</strong>. É o que ressalta o secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.</p>
<p>“Que numa ação sinérgica, apoiados pelo Ministério da Saúde, estados e municípios, nós possamos garantir a continuidade das ações de orientação da população, avaliando se tem criadouros potenciais do mosquito aedes aegypti, para que quando retornarem as chuvas e outras condições mais favoráveis à transmissão da doença, nós tenhamos baixa infestação e, portanto, menor possibilidade de ocorrência de epidemias.”</p>
<p>A <strong>campanha nacional contra a dengue realizada pelo Ministério da Saúde reforça: estar atento aos sintomas que o corpo emite é essencial para uma resposta rápida e eficaz</strong>. O atendimento de um profissional de saúde logo após o surgimento dos primeiros sintomas é fundamental para evitar que a dengue se agrave.</p>
<p>O Ministério da Saúde destaca ainda que o uso de remédios deve ser feito após a orientação de um profissional de saúde. Tomar medicação por conta própria pode mascarar os sintomas e atrasar o tratamento adequado.</p>
<p>O secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Fabiano Geraldo, faz um alerta especial para os grupos mais vulneráveis, como idosos, pessoas com doenças crônicas – como diabetes e hipertensão – e para indivíduos com baixa imunidade:</p>
<p>“Chamamos atenção para aquelas pessoas que têm diabetes, hipertensão, idosos, aquelas pessoas que têm alguma doença que nós chamamos de doenças com problemas no sistema imunológico, então isso é muito importante que isso seja observado, porque esses sinais de alertas exigem um cuidado muito mais urgente.”</p>
<p>Atenção: <strong>se estiver com febre, dor de cabeça e/ou atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo são sintomas de dengue</strong>. Percebeu os sintomas? Beba bastante água e procure um serviço de saúde mais próximo.</p>
<p>Saiba mais em <a href="http://gov.br/mosquito" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">gov.br/mosquito</a> ou ligue 136.<br />
Fonte: <a href="https://brasil61.com/n/amazonas-estado-registra-mais-de-4-mil-casos-provaveis-de-dengue-em-2025-aede253218?email=isacsharlon@gmail.com&amp;utm_source=email_individual&amp;utm_medium=email_individual&amp;utm_campaign=email_individual" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Brasil 61</a></p>
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		<title>Número de casos de Mpox sobe para 35 no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/numero-de-casos-de-mpox-sobe-para-35-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 01:22:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Casos de Mpox aumentaram para 35 no Amazonas, segundo o novo boletim epidemiológico divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM). O relatório, publicado nesta quarta-feira (5), abrange o período de 1º de janeiro a 07 de maio de 2025 e aponta 94 notificações da doença, com 35 confirmações e 40 casos descartados. Até o momento, não há registro de óbitos. As informações são atualizadas semanalmente, sempre às quartas-feiras, e estão disponíveis no site oficial da FVS-RCP: www.fvs.am.gov.br. Rede de atendimento está mobilizada A SES-AM orienta que qualquer pessoa com sintomas suspeitos — como febre, lesões na pele ou cansaço extremo — procure imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. O isolamento domiciliar...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/numero-de-casos-de-mpox-sobe-para-35-no-amazonas/">Número de casos de Mpox sobe para 35 no Amazonas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Casos de Mpox aumentaram para 35 no Amazonas, segundo o novo boletim epidemiológico divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM).</p>
<p>O relatório, publicado nesta quarta-feira (5), abrange o período de 1º de janeiro a 07 de maio de 2025 e aponta 94 notificações da doença, com 35 confirmações e 40 casos descartados. Até o momento, não há registro de óbitos.</p>
<p>As informações são atualizadas semanalmente, sempre às quartas-feiras, e estão disponíveis no site oficial da FVS-RCP: <a class="" href="https://www.fvs.am.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">www.fvs.am.gov.br</a>.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Rede de atendimento está mobilizada</h2>
<p>A SES-AM orienta que qualquer pessoa com sintomas suspeitos — como febre, lesões na pele ou cansaço extremo — procure imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. O isolamento domiciliar é recomendado como medida de prevenção contra a transmissão da doença.</p>
<p>Casos considerados mais graves, bem como gestantes e crianças, são encaminhados às Unidades de Referência para coleta de amostras. Nos casos mais delicados, os pacientes devem ser direcionados à Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em Manaus.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Medidas de prevenção continuam essenciais</h2>
<p>Para evitar o contágio e reduzir o risco de disseminação da Mpox, a FVS-RCP reforça algumas orientações importantes:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Evite contato direto com lesões, crostas ou fluidos de pessoas infectadas;</li>
<li>Lave as mãos frequentemente com água e sabão ou utilize álcool em gel;</li>
<li>Pratique sexo seguro, com uso de preservativos, e observe sinais suspeitos;</li>
<li>Cubra a boca e o nariz ao tossir ou espirrar;</li>
<li>Use máscara em locais fechados e com pouca ventilação;</li>
<li>Mantenha rigor na higiene pessoal e na limpeza de objetos de uso individual.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading">Monitoramento segue em todo o estado</h2>
<p>A FVS-RCP segue monitorando os casos de Mpox no Amazonas. A fundação reitera seu compromisso com a transparência das informações e com a adoção de medidas preventivas que protejam a saúde da população.</p>
<p>Leia mais:</p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/manaus-tem-reducao-de-88-nos-casos-de-hepatite-a/">Manaus tem redução de 88% nos casos de hepatite A</a></li>
</ul>
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