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	<title>ciência Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>ciência Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Lei institui no Rio de Janeiro o Marco Legal Mães na Ciência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/lei-institui-no-rio-de-janeiro-o-marco-legal-maes-na-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 21:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro conta, a partir desta segunda-feira (8), com novo instrumento de promoção da equidade de gênero na produção científica. A Lei 11.213, que trata do assunto, foi sancionada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, já publicada no Diário Oficial do estado, que institui o Marco Legal Mães na Ciência. A legislação estabelece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro conta, a partir desta segunda-feira (8), com novo instrumento de promoção da equidade de gênero na produção científica. A Lei 11.213, que trata do assunto, foi sancionada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, já publicada no <em>Diário Oficial do estado,</em> que institui o Marco Legal Mães na Ciência.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Lei-institui-no-Rio-de-Janeiro-o-Marco-Legal-Maes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A legislação estabelece diretrizes para garantir apoio a mães e adotantes na graduação e na pós-graduação, assegurando condições mais justas para a permanência e para a progressão acadêmica.</p>
<p>A lei veda a adoção de critérios discriminatórios contra candidatas por motivo de gestação, parto, nascimento de filho, adoção ou guarda judicial para fins de adoção em todos os processos seletivos e de renovação de bolsas de pesquisa, ensino e extensão.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a lei proíbe a formulação de perguntas sobre planejamento familiar em entrevistas, avaliações ou documentos de inscrição, salvo quando a candidata manifestar a intenção de tratar do tema.</p>
<p>As universidades públicas estaduais, bem como a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), devem adotar mecanismos de equidade e reconhecimento no âmbito do Marco Legal Mães na Ciência.</p>
<p>A legislação vai observar autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira das instituições de ensino superior e os objetivos do Programa Estadual de Incentivo ao Protagonismo das Mulheres na Ciência.</p>
<p>A lei reconhece o trabalho de cuidado, especialmente da maternidade e da adoção, na avaliação de mérito acadêmico, produtividade científica e análise curricular, para fins de pontuação em processos seletivos de bolsas e editais de monitoria, iniciação científica, extensão, mestrado, doutorado e pós-doutorado.</p>
<h2>Fortalecimento</h2>
<p>Segundo o governo fluminense, por meio de sua assessoria de imprensa, a Faperj já mantém ações voltadas ao fortalecimento da participação feminina na ciência.</p>
<p>O Marco Legal Mães na Ciência vem reforçar, entre outras ações da Faperj, o Programa de Apoio às Cientistas Mães, destinado a pesquisadoras vinculadas a instituições de pesquisa do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>A iniciativa oferece auxílio de até R$ 120 mil por projeto para apoiar a retomada e a continuidade da produção científica por pesquisadoras que tiveram filhos nos últimos anos e também mães de crianças com deficiência.</p>
<p>Foram adotadas também pela Fundação medidas que consideram o período de licença-maternidade na avaliação de currículos acadêmicos, a concessão de licença-maternidade para bolsistas e a possibilidade de inclusão de despesas relacionadas ao cuidado infantil em determinados editais de fomento.</p>
<p>De acordo com a presidente da Faperj, Caroline Alves, “quando apoiamos uma mãe cientista, não estamos investindo apenas em uma pesquisadora. Estamos investindo em uma família, em uma geração futura e no fortalecimento de toda a ciência”. Admitiu que, durante longo tempo, as mulheres precisaram escolher entre a maternidade e a carreira acadêmica.</p>
<p>“Hoje, nosso compromisso é garantir que nenhuma mulher precise abrir mão de um sonho para realizar o outro”, afirmou Caroline.</p>
<h2>Mais incentivo</h2>
<p>Segundo a Faperj, o incentivo à participação feminina na ciência ocorre ainda por meio do Programa de Apoio à Jovem Cientista Mulher Dra. Tatiana Sampaio.</p>
<p>Esse programa é dirigido a pesquisadoras com até 12 anos de doutoramento e objetiva ampliar a presença de mulheres em posições de liderança científica. Em 2026, o edital recebeu investimento de R$ 10 milhões.</p>
<p>Além do fomento financeiro, a Faperj promove ações de valorização e visibilidade das pesquisadoras fluminenses, como o evento Mulheres na Ciência, que reúne pesquisadoras, gestoras e instituições para debater desafios e políticas públicas voltadas à equidade de gênero, e o Prêmio Mulheres na Ciência, que reconhece trajetórias de destaque em diversas áreas do conhecimento.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/lei-institui-no-rio-de-janeiro-o-marco-legal-maes-na-ciencia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Iniciativas tentam facilitar acesso e permanência de mães na ciência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 12:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há mais de 20 anos, o Brasil forma mais doutoras do que doutores e ainda assim as mulheres continuam sendo minoria entre os professores de graduação e pós-graduação. Além disso, elas recebem apenas um terço das bolsas de produtividade, destinadas a cientistas com maior destaque na carreira acadêmica.  O chamado &#8220;efeito tesoura&#8221;, que nomeia esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de 20 anos, o Brasil forma mais doutoras do que doutores e ainda assim as mulheres continuam sendo minoria entre os professores de graduação e pós-graduação. Além disso, elas recebem apenas um terço das bolsas de produtividade, destinadas a cientistas com maior destaque na carreira acadêmica. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O chamado &#8220;efeito tesoura&#8221;, que nomeia esse corte progressivo das mulheres conforme a carreira avança, é um fenômeno bastante conhecido, mas o impacto ainda maior sobre as mães só começou a ser debatido há poucos anos, de acordo com a pesquisadora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Fernanda Staniscuaski. </p>
<p>Fernanda já era docente e pesquisadora quando decidiu se tornar mãe e precisou pisar no freio em plena ascensão profissional. Mas o que seria uma desaceleração momentânea acabou se prolongando por mais tempo do que ela esperava e depois se revelou a entrada para um ciclo difícil de romper. </p>
<p>&#8220;Quanto menos a mulher produz, menos ela vai ter oportunidade para ganhar financiamento, para conseguir bolsas para orientandos e obviamente isso vai fazer com que ela produza menos ainda. Existe essa pausa por causa da maternidade e ela tem que ser reconhecida. Mas a gente precisa das condições de retorno.&#8221;</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/05/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mães na ciência. Fernanda Staniscuaski. Foto: Gustavo Diehl/UFRGS" title="Gustavo Diehl/UFRGS"/></p>
<p><h6 class="meta">Fernanda Staniscuaski fundou, em 2016, o movimento <em>Parents in Science </em>para debater a parentalidade entre pesquisadores Foto: Gustavo Diehl/UFRGS</h6>
</p>
<p>Ao dividir suas angústias com amigas que também são cientistas e mães, ela se deu conta de que vivia uma realidade comum. Então fundou, em 2016, ao lado de outras seis mães e um pai, o movimento <em>Parents in Science </em>para debater a parentalidade entre pesquisadores. Este ano, a iniciativa completa uma década com mais de 90 cientistas associados, a maioria mulheres. </p>
<p>Uma das principais frentes do <em>Parents in Science </em>tenta preencher uma lacuna de dados sobre esse universo, já que o Brasil não tem uma contagem oficial sobre o número de pesquisadores e docentes que têm filhos, o que impede que o impacto na carreira seja devidamente medido. </p>
<p>Mas os números que comprovam o &#8220;efeito tesoura&#8221; já são um indicativo de como o cuidado com os filhos onera de maneira diferente homens e mulheres. Fernanda destaca que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, os padrões desiguais da sociedade também são reproduzidos entre acadêmicos. </p>
<p>&#8220;As mães carregam o ônus do cuidado. Existe uma mudança cultural em andamento, com uma participação maior dos pais, mas a gente está longe de ser uma sociedade onde o cuidado é totalmente dividido, não só entre mães e pais, mas como algo coletivo&#8221;, complementa a fundadora do Parents in Science. </p>
<h2>Números</h2>
<p>O documento mais recente publicado pelo grupo traz uma análise sobre a entrada e permanência na docência de pós-graduação. Para dar aulas nesses cursos, os pesquisadores precisam passar por um processo de credenciamento que avalia questões como a produtividade, refletida em artigos publicados, participações em congressos, orientações de estudantes etc. </p>
<p>Esse currículo é reavaliado periodicamente e o docente pode ser recredenciado ou deixar o programa. O levantamento com dados de cerca de mil docentes revela algumas diferenças significativas entre pais e mães, especialmente nos casos de descredenciamento. </p>
<p>Entre os pais, 43,7% deixaram o programa onde atuavam por iniciativa própria, enquanto 37,5% foram descredenciados por perda de produtividade. Já entre as mães, a ordem se inverte: apenas 24,6% saíram a pedido, enquanto 66,1% foram descredenciadas por não apresentarem mais a produção mínima exigida. </p>
<p>O levantamento também aponta maior dificuldade das mães para se reinserir no sistema depois do descredenciamento. Considerando apenas as pessoas que saíram por perda de produtividade, 38% das mães não conseguiram retornar, contra 25% dos pais. Já entre os docentes que saíram a pedido, 25% das mães não retornaram, o que aconteceu com apenas 7,1% dos pais. </p>
<p>&#8220;Existe uma questão de gênero que é bem clara, mas há também uma influência muito grande de raça. As mulheres pretas, pardas e indígenas continuam sendo o grupo mais sub-representado. Então, a gente precisa cruzar as diferentes barreiras que existem, como a questão das mães de filhos com deficiência, que também ocupam menos espaços&#8221;, destaca Fernanda. </p>
<h2>Acesso e permanência</h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779022709_893_Iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/05/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mães na ciência. Cris Derner. Foto: Cris Derner/Arquivo Pessoal" title="Cris Derner/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">A assistente social Cristiane Derne enfrentou dificuldades na graduação Foto: Cris Derner/Arquivo Pessoal</h6>
</p>
<p>Os percalços não aparecem apenas em pontos avançados da carreira acadêmica. A assistente social Cristiane Derne, que atualmente faz mestrado em Serviço Social na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/Rio), já era mãe quando entrou na graduação na Universidade Federal do Rio de Janeiro. </p>
<p>&#8220;Eu morava em Magé, na Baixada Fluminense, e tinha que ir pro Rio todo dia depois do trabalho. Chegava em casa meia-noite e muitas vezes eu pensei: ‘esse não é um lugar para mim’. Tem a cobrança de horas complementares, estágio, projeto de extensão&#8230; às vezes o filho adoece e a gente precisa faltar, às vezes não tem com quem deixar. Eu me deparei com muitas meninas que acabaram desistindo&#8221;, ela lembra. </p>
<p>A UFRJ concede um auxílio-educação de R$ 385 para as mães estudantes, mas apenas até que a criança complete seis anos, o que não contemplava Cristiane. Quem mais ajudou a assistente social a seguir com seus objetivos foi o coletivo de mães da UFRJ, tanto dividindo informações sobre direitos e benefícios, quanto oferecendo acolhimento emocional. </p>
<p>Essa experiência acabou se tornando objeto de estudo para Cristiane. &#8220;No trabalho de conclusão de curso, eu fiz um levantamento das políticas que a UFRJ oferecia e como a presença ou a ausência delas impactava as mulheres do coletivo. Agora no mestrado eu estou estudando esses coletivos em nível nacional&#8221;, ela explica. </p>
<h2>Atlas </h2>
<p>Uma iniciativa semelhante foi feita pelo Núcleo Virtual de Pesquisa em Gênero e Maternidade, que publicou na semana passada o Atlas da Permanência Materna, com um compilado das políticas de permanência oferecidas pelas universidades federais. O levantamento identificou que a principal medida existente é a assistência financeira, concedida por 63 das 69 instituições, com valor médio de cerca de R$ 370 por mês. </p>
<p>O Atlas mostrou ainda que a oferta de benefícios cai drasticamente na pós-graduação e apenas 13 instituições estendem o auxílio às alunas de mestrado e doutorado. Além disso, apenas oito universidades têm cuidotecas, espaços onde as crianças podem ficar enquanto as mães estudam. Em março deste ano, o Ministério da Educação lançou um edital no valor de R$ 20 milhões para a implantação de cuidotecas em outras unidades. </p>
<p>&#8220;Na prática, a insuficiência financeira devolve o ônus logístico do cuidado para a esfera privada, culminando em um esgotamento físico e mental que frequentemente empurra a estudante para a evasão antes da consolidação do seu rito de passagem para a vida intelectual&#8221;, criticam as autoras do Atlas, Kamila Abreu e Ivana Moura. </p>
<h2>Diversidade</h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro, 30/04/2026 – A pesquisadora e doutoranda em planejamento urbano, Lizie Calmon posa para foto em sua casa, na Lapa, região central do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Pesquisadora e doutoranda em planejamento urbano Lizie Calmon faz parte do coletivo de mães pesquisadoras Filhas de Sabah Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A professora de geografia Liziê Calmon, doutoranda no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano, e mãe de uma menina de 10 anos, muitas vezes se perguntou se deveria e conseguiria continuar com a carreira acadêmica.</p>
<p>&#8220;A gente acumula o trabalho remunerado, o não remunerado, o trabalho da pesquisa e às vezes acaba ficando um pouco para trás porque não consegue ter a mesma produtividade acadêmica, publicar artigo ou ir a congressos&#8230;&#8221;, explica.</p>
<p>Mas ela percebeu que tinha algo especial a oferecer para a ciência brasileira. “A experiência da maternidade traz para a gente um olhar mais apurado para algumas realidades que nem sempre estão sendo olhadas por outras pessoas.&#8221;</p>
<p>Na sua pesquisa de doutorado, por exemplo, ela estuda como mulheres moradoras da Vila Cruzeiro, na Zona Norte do Rio, que precisam se deslocar até bairros nobres distantes para trabalhar como empregadas domésticas, vivenciam a cidade.</p>
<p>“A ideia é entender o que elas percebem e, partindo disso, elaborar políticas públicas que realmente atendam a certas demandas”, Lizie complementa. </p>
<p>A professora e doutoranda também faz parte do coletivo de mães pesquisadoras Filhas de Sabah, que articulou com a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro a lei que institui o Marco Legal Mães na Ciência. A matéria foi aprovada nesta quinta-feira (14) e segue para sanção do governo estadual. </p>
<p>A principal novidade é que o trabalho de cuidado deverá contar como pontuação em processos seletivos de bolsas e editais. &#8220;Ao invés de olhar como um problema, isso vai ser visto como um ponto positivo, porque as habilidades que a gente desenvolve quando tem que cuidar de alguém não tem nenhuma outra experiência que se equipare&#8221;, defende Lizie. </p>
<h2>Editais</h2>
<p>O Rio de Janeiro já foi pioneiro em outra iniciativa para estimular a produção acadêmica de mães cientistas. Em 2024, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) lançou em parceria com o movimento <em>Parents in Science </em>e o Instituto Serrapilheira o primeiro edital de financiamento voltado especificamente para mães. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779022710_796_Iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 15/05/2026 -  Letícia de Oliveira, MÃES NA CIÊNCIA&#13;&#10;Foto: Letícia de Oliveira/Arquivo pessoal" title="Letícia de Oliveira/Arquivo pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Letícia de Oliveira diz que Faperj tem interesse que essas mulheres tenham condições de realizar suas pesquisas Foto: Letícia de Oliveira/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<p>A presidente da Comissão Permanente de Equidade, Diversidade e Inclusão da Faperj, Leticia de Oliveira, destaca que o edital conseguiu apoiar a produção de 134 mães cientistas. </p>
<p>Segundo ela, em março do ano que vem o edital deve ter uma nova edição. Além disso, a  Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco está prestes a lançar uma seleção semelhante, inspirada na experiência fluminense. </p>
<p>De acordo com Letícia, o edital exclusivo é uma ação &#8220;compensatória&#8221; necessária, considerando que essas pesquisadoras acabam sendo prejudicadas em seleções comuns. </p>
<p>&#8220;O que está sendo chamado de mérito? A produtividade, trocando em miúdos, é a quantidade de artigos publicados, de orientações de mestrado e doutorado&#8230; Mas as pessoas não partem do mesmo ponto. Quando a mulher tem um filho, é esperada uma queda, até porque ela fica de licença-maternidade e isso não tem a ver com qualidade dela como pesquisadora&#8221;, diz. </p>
<p>A Fundação implementou outra medida para tentar contornar a perda momentânea de produtividade nos editais gerais: se a candidata se tornou mãe nos cinco anos anteriores à inscrição, seu currículo será avaliado de forma estendida, englobando trabalhos publicados ao longo de sete anos, dois a mais do que os outros candidatos. </p>
<p>Letícia de Oliveira ressalta que é do interesse da Faperj que essas mulheres tenham condições de realizar suas pesquisas.</p>
<p>&#8220;Se fosse só uma questão de justiça já seria suficiente, mas é muito mais do que isso. Vários trabalhos mostram que uma ciência diversa, feita por pessoas diversas, gera uma melhor ciência, porque você expande as perguntas e aumenta a capacidade de interpretação dos resultados. Então é também por excelência.&#8221;</p>
<h2>Ações nacionais</h2>
<p>&#8220;A inclusão é fundamental, se não por outros motivos, para que haja uma ciência melhor. Eu não tenho dúvida que o nosso parlamentos seria melhor do que ele é hoje, se tivesse uma presença feminina maior. E a ciência brasileira será melhor, porque a gente está trabalhando para isso&#8221;, diz a presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior &#8211; Capes, Denise Pires de Carvalho.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779022710_82_Iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 05/02/2026 - A presidente da Capes, Denise Pires de Carvalho, durante entrevista à Agência Brasil  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Presidente da Capes, Denise Pires de Carvalho, considera que o grande desafio é garantir que as mulheres permaneçam como pesquisadoras, inclusive se forem mães Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A mais recente medida lançada pela Capes é o programa Aurora, que publicou seu primeiro edital nesta terça-feira (12). Serão concedidas até 300 bolsas para que professoras de pós-graduação gestantes ou mães, possam agregar um pesquisador de pós-doutorado a suas equipes.  </p>
<p>O objetivo é que esse profissional atue como um assistente, dando continuidade às pesquisas e assumindo orientações durante a licença maternidade, por exemplo.</p>
<p>&#8220;É uma forma de não parar a produção acadêmica dessa mulher durante a chegada do filho. Mas beneficia também os orientandos&#8221;, diz a presidente da Capes.</p>
<p>Denise reforça que o grande desafio é garantir que as mulheres permaneçam como pesquisadoras, inclusive se forem mães. &#8220;Quando nós analisamos quem pede recursos financeiros para as agências de fomento, as mulheres pedem menos e ganham menos do que os homens&#8221;, ela complementa. </p>
<p>A presidente da Capes lembra que, no passado, muitas mulheres que pretendiam seguir a carreira científica evitavam ter filhos para poder se dedicar exclusivamente ao trabalho e conseguir vencer o preconceito. Por isso, para Denise, as iniciativas compensatórias são importantes não só para mitigar os efeitos da maternidade, mas também para combater o chamado &#8220;viés implícito&#8221;</p>
<p>&#8220;Para mim, é bastante explícito: quando escolhem um homem em igualdade de condições, ou até em condição inferior, por acharem que uma cientista mulher vai ter desempenho pior por ser mulher. O que não acontece efetivamente, né? O que acontece é o silenciamento, a falta de reconhecimento&#8230;&#8221;, explica Denise Pires de Carvalho. </p>
<p>Houve avanços também na legislação. Em julho de 2024, foi sancionada a lei que prorroga por seis meses a data de conclusão dos cursos de graduação e pós-graduação em caso de gestação de risco, parto, adoção ou guarda judicial de criança. Caso essa estudante seja bolsista, o prazo de concessão será estendido. </p>
<p>Já em abril de 2025, entrou em vigor a lei que proíbe a discriminação baseada na maternidade contra estudantes e pesquisadoras em processos de seleção ou renovação de bolsas. A legislação proíbe, inclusive, perguntas sobre o assunto nas entrevistas, além de ampliar em dois anos o período de avaliação de produtividade em casos de licença-maternidade.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-05/iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia/">Iniciativas tentam facilitar acesso e permanência de mães na ciência</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Amazonas entra no mapa global da ciência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/amazonas-entra-no-mapa-global-da-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 17:37:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Amazonas deixou de ser apenas cenário de pesquisas sobre a floresta para assumir destaque internacional na produção científica sobre a Amazônia. Com mais de R$ 1 bilhão investidos em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&#38;I), entre 2019 e 2026, o estado ampliou o acesso à pesquisa aos 62 municípios. Com isso, a Fundação de Amparo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Amazonas deixou de ser apenas cenário de pesquisas sobre a floresta para assumir destaque internacional na produção científica sobre a Amazônia. Com mais de R$ 1 bilhão investidos em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&amp;I), entre 2019 e 2026, o estado ampliou o acesso à pesquisa aos 62 municípios. Com isso, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) passou a figurar entre as cinco agências que mais financiam estudos sobre a Amazônia no mundo, segundo levantamento da plataforma Elsevier.</p>
<p>Essa política de expansão da ciência ganhou notabilidade durante a gestão do ex-governador e presidente estadual do União Brasil, Wilson Lima, com ampliação de programas de bolsas, editais, pesquisas estratégicas e parcerias internacionais. Os investimentos saltaram de R$ 127,2 milhões, em 2019, quando ele assumiu a administração estadual, para R$ 160,3 milhões em 2026, quando se desincompatibilizou do cargo. As ações seguem em curso na atual gestão do governador Roberto Cidade, também do União Brasil.</p>
<p>“Nós fizemos ações importantes para popularizar a ciência, criando oportunidades que vão desde pesquisadores com doutorado até crianças do ensino fundamental. Os resultados têm sido surpreendentes e mostram que o Amazonas está entre os estados brasileiros que mais investem em inovação”, afirma Wilson Lima.</p>
<p>Os números ajudam a dimensionar a transformação vivida pelo estado. Entre 2019 e 2026, mais de 210 editais foram lançados, beneficiando cerca de 32 mil pesquisadores. No período, o Amazonas implementou mais de 35 mil bolsas em diversas modalidades e apoiou a formação de aproximadamente 3 mil novos mestres e doutores.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Liderança nacional</h2>
<p>O estado também se consolidou, pelo quinto ano consecutivo, como líder nacional em investimentos na formação de recursos humanos altamente qualificados, especialmente mestres e doutores, fortalecendo uma rede científica que conecta universidades, institutos de pesquisa e centros internacionais.</p>
<p>Outro fator decisivo para ampliar a presença do Amazonas no cenário científico mundial foi a expansão das parcerias institucionais. Ao todo, foram firmadas cooperações com 289 instituições, sendo 143 no Amazonas, 86 em outros estados brasileiros e 57 internacionais. As conexões fortaleceram pesquisas ligadas à bioeconomia, biodiversidade, mudanças climáticas, inovação e desenvolvimento sustentável da Amazônia.</p>
<p>Um dos principais diferenciais dessa política pública foi a interiorização da ciência. Pela primeira vez, programas de incentivo à pesquisa e inovação passaram a alcançar os 62 municípios. O número de projetos apoiados no interior cresceu de forma expressiva e chegou a quase 900 iniciativas no último ano. As pesquisas estimularam soluções voltadas diretamente à realidade amazônica, incluindo estudos sobre agricultura sustentável, manejo ambiental, saúde, educação e tecnologias sociais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Salas de aula</h2>
<p>A transformação também chegou às salas de aula. Por meio do Programa Ciência na Escola, o estado concedeu mais de 23 mil bolsas para estudantes da rede pública, aproximando crianças e adolescentes do universo científico desde os primeiros anos da educação básica. “Estamos dando sequência aos projetos que transformaram a ciência no Amazonas. Nosso compromisso é manter os investimentos, ampliar oportunidades e garantir que esse avanço tenha continuidade em todos os municípios”, declara o governador Roberto Cidade.</p>
<p>Para o segundo vice-presidente estadual do União Brasil, Marcellus Campêlo, que comandou por sete anos a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e a Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), os resultados refletem uma política pública construída com planejamento e continuidade. “Os números mostram que houve planejamento, execução e compromisso. O Amazonas hoje é referência, porque houve decisão política de investir em conhecimento e inovação e, agora, podemos colher esses frutos”, frisa Campêlo.</p>
<p><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
<p>Leia Mais:</p>
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		<title>Médicos do futuro unem IA, saúde digital e ciência de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 21:53:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os médicos do futuro já começam a se preparar para uma realidade cada vez mais conectada à inteligência artificial, análise de dados e tecnologias digitais. Segundo pesquisa da Afya em parceria com a Conexa, 78% dos médicos brasileiros já utilizam inteligência artificial na rotina profissional. Além disso, o avanço das ferramentas digitais vem transformando a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os médicos do futuro já começam a se preparar para uma realidade cada vez mais conectada à inteligência artificial, análise de dados e tecnologias digitais. Segundo pesquisa da Afya em parceria com a Conexa, 78% dos médicos brasileiros já utilizam inteligência artificial na rotina profissional.</p>
<p>Além disso, o avanço das ferramentas digitais vem transformando a forma como diagnósticos, tratamentos e atendimentos acontecem na área da saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Médicos do futuro terão formação voltada para IA</h2>
<p>De acordo com Eduardo Moura, a formação acadêmica será essencial para garantir o uso seguro da tecnologia na medicina.</p>
<p>“A tecnologia já está incorporada à rotina médica, mas o uso qualificado ainda depende de formação. Entender como funcionam os sistemas de IA é fundamental para garantir segurança e qualidade no cuidado ao paciente”, afirma.</p>
<p>Diante desse cenário, a Afya passou a oferecer aos estudantes de Medicina a possibilidade de cursar simultaneamente uma graduação em Ciência de Dados e Saúde Digital.</p>
<p>O curso tecnólogo tem duração de até dois anos e inclui disciplinas como:</p>
<li>Big Data;</li>
<li>Analytics;</li>
<li>Inteligência Artificial;</li>
<li>interpretação de dados clínicos;</li>
<li>otimização de processos na saúde.</li>
<p>Além disso, os alunos aprendem a utilizar tecnologias que auxiliam decisões diagnósticas e fortalecem o atendimento médico.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ciência de dados redefine a formação médica</h2>
<p>Segundo Luiz Cláudio Pereira, a medicina já vive uma transformação irreversível.</p>
<p>“A medicina já mudou. O aluno que entra hoje na faculdade vai atuar num ambiente em que dados e tecnologia fazem parte do diagnóstico e do tratamento”, destaca.</p>
<p>Além disso, a médica Bruna Borges afirma que o domínio da tecnologia se tornou um diferencial estratégico para os profissionais da saúde.</p>
<p>Segundo ela, o estudante deixa de apenas acompanhar a digitalização da medicina e passa a atuar diretamente na inovação do setor, validando ferramentas de inteligência artificial com rigor científico e ético.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Vestibular de Medicina da Afya segue com inscrições abertas</h2>
<p>A Afya segue com inscrições abertas até o dia 13 de maio para o vestibular unificado de Medicina 2026.2.</p>
<p>A prova será aplicada em 17 de maio, de forma online. Além disso, os candidatos poderão concorrer a vagas em até três unidades diferentes com apenas uma inscrição.</p>
<p>Ao todo, a instituição oferece vagas em 31 unidades distribuídas em 14 estados brasileiros, incluindo Amazonas, Pará, Bahia, Pernambuco, Minas Gerais e Rio de Janeiro.</p>
<p>Os interessados também podem utilizar:</p>
<li>nota do Enem;</li>
<li>transferência externa;</li>
<li>outras modalidades de ingresso.</li>
<h2 class="wp-block-heading">Formação tecnológica ganha espaço na saúde</h2>
<p>Além da prática clínica tradicional, os médicos do futuro precisarão lidar diariamente com plataformas digitais, análise de grandes volumes de dados e ferramentas automatizadas.</p>
<p>Por isso, especialistas apontam que a integração entre medicina e tecnologia deve crescer cada vez mais nos próximos anos. Dessa forma, universidades e instituições de ensino começam a adaptar os currículos para acompanhar as mudanças no setor da saúde.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<title>Plantas medicinais: projeto alia ciência e saber tradicional em Itacoatiara</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/plantas-medicinais-projeto-alia-ciencia-e-saber-tradicional-em-itacoatiara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 20:00:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itacoatiara, em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), desenvolve um projeto sobre plantas medicinais. A iniciativa vai gerar uma cartilha com orientações de uso seguro, voltada à comunidade local. “A proposta é fortalecer o diálogo entre ciência e tradição, ampliando o acesso à informação e incentivando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itacoatiara, em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), desenvolve um projeto sobre plantas medicinais. A iniciativa vai gerar uma cartilha com orientações de uso seguro, voltada à comunidade local.</p>
<p>“A proposta é fortalecer o diálogo entre ciência e tradição, ampliando o acesso à informação e incentivando práticas seguras no uso de plantas medicinais da região amazônica”, destaca Soraia Tatikawa, diretora geral da Afya.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estudo e catalogação das espécies</h2>
<p>O projeto “Etnobotânico de Plantas Medicinais da região de Itacoatiara” é coordenado pela professora Francenilda Gualberto. Estudantes de Medicina e pesquisadores realizam a coleta, identificação e análise das espécies usadas pelas comunidades locais.</p>
<p>O objetivo é catalogar as plantas e analisar suas propriedades químicas e biológicas, combinando conhecimento tradicional com evidência científica. “O projeto parte da escuta das comunidades e do conhecimento tradicional para, a partir disso, realizar a identificação das espécies e a análise de suas propriedades com base na literatura científica”, explica a professora.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Cartilha e divulgação</h2>
<p>A cartilha apresentará as principais plantas medicinais identificadas, com orientações sobre preparo, indicações e uso seguro. A previsão é que o material seja concluído até junho, após o depósito das espécies em herbário.</p>
<p>Depois, o conteúdo será compartilhado online, por meio de grupos de WhatsApp de moradores e redes sociais institucionais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Benefícios e cuidados</h2>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<p>Segundo Francenilda Gualberto, as plantas oferecem benefícios como ação antioxidante, anti-inflamatória e antimicrobiana. Algumas espécies também ajudam na digestão, têm efeito calmante e auxiliam na hidratação.</p>
<p>No entanto, a professora alerta: “Enquanto o uso no dia a dia está associado ao hábito cultural, o uso medicinal possui finalidade terapêutica e exige cuidados específicos quanto à dose, preparo e tempo de uso”.</p>
<p>Ela reforça que o consumo inadequado pode causar irritações gástricas, sobrecarga hepática e reações alérgicas. Gestantes e pessoas com doenças crônicas devem redobrar a atenção.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Integração entre saber popular e ciência</h2>
<p>“Hoje, existe um reconhecimento crescente da importância de integrar o saber popular com a validação científica, garantindo segurança e eficácia no uso das plantas medicinais”, ressalta Francenilda.</p>
<p>Na região amazônica, algumas espécies já possuem respaldo científico, como:</p>
<li>Anador (Justicia pectoralis) – ação analgésica e anti-inflamatória</li>
<li>Boldo chinês (Plectranthus barbatus) – auxilia na digestão</li>
<li>Capim-santo (Cymbopogon citratus) – efeito calmante e antioxidante</li>
<p>Outras plantas de destaque incluem hortelã grande, hortelãzinho, mangarataia, pitanga, pobre-velho e saratudo, todas associadas a efeitos terapêuticos tradicionais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Formação de futuros profissionais de saúde</h2>
<p>O projeto também envolve estudantes de Medicina, oferecendo experiência prática em pesquisa e extensão. Dessa forma, eles aprendem a valorizar o conhecimento local e a atuar na atenção integral à saúde da população.</p>
<p>Além disso, a Afya contribui para a formação de médicos capacitados a prevenir, diagnosticar e cuidar de condições que impactam a qualidade de vida na Amazônia.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Lula e Macron tratam de defesa, ciência e tecnologia e comércio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/lula-e-macron-tratam-de-defesa-ciencia-e-tecnologia-e-comercio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 19:33:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua visita à Índia a convite do primeiro-ministro do país, Narendra Modi, se reuniu nesta quinta-feira (19) com o presidente da França, Emmanuel Macron, e outros líderes. Eles se encontraram à margem da Cúpula sobre Impacto da Inteligência Artificial, em Nova Délhi, que tratou sobre a segurança, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua visita à Índia a convite do primeiro-ministro do país, Narendra Modi, se reuniu nesta quinta-feira (19) com o presidente da França, Emmanuel Macron, e outros líderes. Eles se encontraram à margem da Cúpula sobre Impacto da Inteligência Artificial, em Nova Délhi, que tratou sobre a segurança, governança e colaboração global da tecnologia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Lula-e-Macron-tratam-de-defesa-ciencia-e-tecnologia-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com nota do Palácio do Planalto, os dois líderes trataram de temas da agenda bilateral, em especial cooperação nas áreas de defesa, ciência e tecnologia e comércio. Na avaliação dos dois presidentes, o intercâmbio comercial US$ 10,3 bilhões, ainda que recorde, permanece aquém do potencial das duas economias.</p>
<p>Os dois líderes também conversaram sobre integração transfronteiriça e os esforços conjuntos para o combate ao narcotráfico, ao garimpo ilegal e a outras formas de crime transnacional na fronteira entre o Amapá e a Guiana Francesa.</p>
<p>Lula e Macron também trataram de temas da agenda global, como paz, segurança e inteligência artificial. Nesse contexto, o presidente francês convidou Lula a participar da Cúpula do G7, em Evian, na França, programado para 15 e 16 de junho.</p>
<h2>Mercosul</h2>
<p>O presidente brasileiro também se reuniu com o primeiro-ministro da Croácia, Andrej Plenković, com quem conversou sobre a implementação do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.</p>
<p>Ao contrário de Macron, que é abertamente contra o acordo, Lula e Plenković manifestaram sua expectativa de que o instrumento possa entrar em vigor o mais breve possível. </p>
<p>“Ambos concordaram com a importância estratégica do acordo no atual momento de recrudescimento do unilateralismo e do protecionismo comercial”, diz a nota da Presidência.</p>
<p>Após mais de 20 anos de negociação, o acordo foi assinado por representantes dos dois lados em janeiro deste ano, em Assunção, no Paraguai. O acordo estabelece a maior zona de livre comércio do mundo, com a eliminação gradual de tarifas de importação para mais de 90% do comércio bilateral, envolvendo bens industriais como máquinas, ferramentas, automóveis e outros produtos e equipamentos e produtos agrícolas.</p>
<p>Celebrado por setores industriais, o acordo é objeto de críticas e protestos de agricultores europeus, entre eles os franceses, que temem a concorrência dos produtos sul-americanos, já que, entre outras medidas, eliminará tarifas alfandegárias.</p>
<p>Apesar da assinatura formal entre os dois blocos, a internalização do acordo precisa ser feita pelos congressos nacionais de cada um dos países do Mercosul, bem como do Parlamento Europeu. No caso dos europeus, no entanto, o encaminhamento do acordo para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia pode atrasar em até dois anos essa etapa final.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Lula-e-Macron-tratam-de-defesa-ciencia-e-tecnologia-e.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="19.02.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião Bilateral com Presidente do Sri Lanka, Anura Kumara Dissanayake.&#13;&#10;Nova Délhi - Índia.&#13;&#10;&#13;&#10;Foto: Ricardo Stuckert / PR" title="Ricardo Stuckert / PR"/></p>
<p><h6 class="meta">Presidente Lula cumprimenta o presidente do Sri Lanka, Anura Kumara Dissanayake, durante reunião bilateral &#8211; Foto: Ricardo Stuckert / PR</h6>
</p>
<h2>Agenda</h2>
<p>Em Nova Délhi, o presidente Lula ainda conversou com o presidente do Sri Lanka, Anura Kumara Dissanayake, sobre os cenários econômicos dos dois países. Eles concordaram com a necessidade de aumentar a corrente comercial e se comprometeram a elaborar uma pauta abrangente de cooperação, incluindo os setores de turismo, agricultura e comércio.</p>
<p>Em 2025, o comércio bilateral entre Brasil e Sri Lanka chegou a US$ 188 milhões, patamar inferior ao recorde de US$ 210 milhões alcançado em 2016.</p>
<p>O presidente Lula convidou o presidente cingalês a visitar o Brasil em data a ser definida.</p>
<h2>Convite</h2>
<p>Lula desembarcou na capital indiana nesta quarta-feira (18), a convite do primeiro-ministro do país, Narendra Modi, e tem uma série de compromissos na agenda. Além da cúpula sobre inteligência artificial, ele participa de um fórum empresarial e será recebido por Modi para uma visita de Estado, com a previsão de assinatura de diversos acordos.</p>
<p>O presidente Lula fica em Nova Délhi até sábado (21) e, de lá, segue para Seul, na Coreia do Sul. Entre os dias 22 e 24 de fevereiro, o presidente se reunirá com o presidente sul coreano, Lee Jae Myung, e com executivos de grandes empresas do país asiático.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/lula-e-macron-tratam-de-defesa-ciencia-e-tecnologia-e-comercio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>SBPC entrega prêmio a pesquisadoras de destaque na ciência brasileira</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sbpc-entrega-premio-a-pesquisadoras-de-destaque-na-ciencia-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 13:05:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência entrega, nesta quarta-feira (11) &#8211; Dia Mundial das Mulheres e Meninas na Ciência &#8211; o prêmio Carolina Bori Ciência &#38; Mulher a pesquisadoras com trajetória de destaque em três grandes áreas do conhecimento: Humanidades; Ciências Biológicas e da Saúde; e Engenharias, Exatas e Ciências da Terra. A entrega será [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência entrega, nesta quarta-feira (11) &#8211; Dia Mundial das Mulheres e Meninas na Ciência &#8211; o prêmio Carolina Bori Ciência &amp; Mulher a pesquisadoras com trajetória de destaque em três grandes áreas do conhecimento: Humanidades; Ciências Biológicas e da Saúde; e Engenharias, Exatas e Ciências da Terra. A entrega será à tarde, em São Paulo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/SBPC-entrega-premio-a-pesquisadoras-de-destaque-na-ciencia-brasileira.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A data foi criada em 2015, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), para conscientizar a sociedade de que a ciência é construída também por meio da igualdade de gênero.</strong></p>
<p><strong>Neste ano, uma das homenageadas na categoria Ciências Biológicas e da Saúde é Luísa Lina Villa, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e colaboradora do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp).</strong></p>
<blockquote>
<p>“Estou nessa categoria e me sinto muito orgulhosa e feliz por estar sendo homenageada pela Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência, sobretudo porque há muitas mulheres no nosso país merecedoras desse prêmio”, disse ela, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>Luísa diz que receberá o prêmio com gratidão e vai procurar reconhecer todos os alunos, colaboradores e colegas que, ao seu lado, perseguem esse caminho da ciência no Brasil.</p>
<p><strong>A trajetória científica da professora começou na infância, quando ela já gostava de observar o mundo utilizando uma lupa. Dessa curiosidade infantil, Luísa começou a se dedicar às carreiras acadêmica e científica, passando a se tornar referência internacional em pesquisas sobre o Papilomavírus Humano (HPV), um vírus associado ao câncer do colo do útero e também à infecção sexualmente transmissível mais comum do mundo.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Desde muito jovem, eu tinha vontade de fazer pesquisa. Eu me interessava muito por micróbios, queria aprender mais sobre vírus. E finalmente, após passar por um doutorado, onde estudei leveduras, passei a estudar os HPVs já no começo dos anos 800, afirmou</p>
</blockquote>
<p>A partir desses estudos, segundo ela,  foi estabelecida uma carreira, uma linha de pesquisa tanto no Instituto Ludwig, de pesquisas sobre o câncer, onde permaneceu por quase 30 anos, quanto em outras instituições que se seguiram, como na Faculdade de Medicina da USP, onde pôde dar continuidade às pesquisas envolvendo esses pequenos vírus que podem causar doenças benignas, como verrugas, mas também malignas, como o câncer em diferentes sítios anatômicos.</p>
<p><strong>Seus estudos sobre o vírus contribuíram, por exemplo, para a comprovação da eficácia da vacina.</strong></p>
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<p>“Um dos principais aspectos do meu trabalho que foram considerados para que eu alcançasse esse prêmio foram os estudos com o HPV e a participação nas pesquisas que demonstraram a segurança, a imunogenicidade e eficácia das vacinas contra o vírus”, lembrou a professora.</p>
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<p>Ela disse que as pesquisas, feitas com muitos alunos e colaboradores, levaram a compreender como os HPVs podem causar doenças. &#8220;Inicialmente, nos dedicamos a entender essa história natural em mulheres e tivemos contribuições significativas para definir quais eram os riscos, já que não são todos que têm HPV que podem desenvolver tumores”, explicou. “Nosso grupo foi um dos primeiros a descobrir que as infecções que duram por mais tempo, as persistentes por HPV, são aquelas que determinam a maior probabilidade de desenvolver algum tumor maligno relacionado ao vírus , principalmente no colo do útero”.</p>
<p>Seus estudos analisaram não somente o comportamento do vírus em mulheres, mas também em homens.</p>
<p>“Os estudos em homens permitiram que descobríssemos quais são as taxas de HPV entre homens, que são ainda mais elevadas que em mulheres”, afirmou.</p>
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<p>“Eles podem transmitir o vírus para seus parceiros e parceiras, mas também podem ter risco aumentado de desenvolver lesões no pênis, no canal anal e na orofaringe, que é uma localização no fundo da garganta, próxima das amígdalas”, explicou.</p>
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<p><strong>Com esse trabalho e as pesquisa, foi possível não só descrever as doenças causadas por HPV, mas também como evitá-las.</strong> “O ponto forte a se discutir, em termos de políticas públicas, é que isso permitiu conhecer a forma de prevenção dessas infecções. Por exemplo, evitando múltiplos parceiros e atividade sexual desprotegida. Mas sobretudo, ao longo dos anos, de como prevenir essas infecções a partir do uso de vacinas profiláticas contra o vírus”, ressaltou.</p>
<p><strong>Atualmente, a vacinação contra o HPV é oferecida de forma gratuita no Brasil por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). </strong>A vacina é aplicada em crianças e adolescentes de 9 a 14 anos de idade, tanto meninas quanto meninos, além de mulheres e homens que vivem com HIV, transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos na faixa etária de 9 a 45 anos.</p>
<p>“Essas vacinas, já aprovadas desde 2006 nos Estados Unidos e que começaram a ser administradas em meninas a partir de 2014 no Brasil, agora vêm ampliando a sua cobertura em todo o mundo. Isso tem levado a uma redução das infecções e doenças por HPV, inclusive de câncer de colo de útero em vários países e, no Brasil, isso também já começa a ser observado”, disse a professora. “É importante observar que, passados dez anos de sua implementação em vários países, houve redução significativa tanto de verrugas genitais quanto de doenças precursoras, como o próprio câncer em alguns locais do corpo”, ressaltou.</p>
<h2>Prêmio</h2>
<p><strong>Além de Luísa Lina Villa, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência também reconheceu a trajetória da professora emérita da Universidade de São Paulo (USP) Ana Mae Tavares Bastos Barbosa, na categoria Humanidades, e da professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Iris Concepcion Linares de Torriani, na área de Exatas e Ciências da Terra.</strong></p>
<p>A 7ª edição do Prêmio Carolina Bori Ciência &amp; Mulher também concedeu três menções honrosas. Na área de Humanidades, foi reconhecida Maria Arminda do Nascimento Arruda, professora da Universidade de São Paulo. Em Exatas e Ciências da Terra, a homenagem foi concedida a Marilia Oliveira Fonseca Goulart, docente da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Na área de Ciências Biológicas e da Saúde, a menção honrosa foi atribuída a Nísia Verônica Trindade Lima, professora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
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<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/sbpc-entrega-premio-pesquisadoras-de-destaque-na-ciencia-brasileira" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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