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	<title>Cientistas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Cientistas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Cientistas da Fiocruz podem produzir vacina completa contra a malária</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cientistas-da-fiocruz-podem-produzir-vacina-completa-contra-a-malaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deram passo importante para obter uma vacina mais completa contra a malária. Os pesquisadores identificaram um conjunto inédito de fragmentos de proteínas do parasita Plasmodium que podem viabilizar o desenvolvimento de um imunizante capaz de proteger contra diferentes espécies e atuar em várias fases da doença. A descoberta foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deram passo importante para obter uma vacina mais completa contra a malária. Os pesquisadores identificaram um conjunto inédito de fragmentos de proteínas do parasita <em>Plasmodium</em> que podem viabilizar o desenvolvimento de um imunizante capaz de proteger contra diferentes espécies e atuar em várias fases da doença. A descoberta foi publicada nessa quarta-feira (1º) na revista  Nature.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Cientistas-da-Fiocruz-podem-produzir-vacina-completa-contra-a-malaria.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo adotou abordagem inovadora para entender como o sistema imunológico reconhece o parasita causador da malária. Em vez de focar apenas na produção de anticorpos, estratégia mais comum nas vacinas atuais, a equipe investigou o papel dos linfócitos T CD8+, células de defesa capazes de identificar e destruir diretamente as células infectadas.</p>
<p>“Há mais de 50 anos se busca desenvolver uma vacina contra a malária e, só recentemente, tivemos aprovados imunizantes com eficácia limitada, voltados principalmente para o P. falciparum e para crianças. Um dos principais desafios sempre foi encontrar bons alvos vacinais”, explica a pesquisadora Caroline Junqueira, da Fiocruz Minas, coordenadora do estudo.</p>
<p>Segundo ela, o diferencial da pesquisa foi justamente mostrar que as células T CD8+ também desempenham papel central no combate ao parasita e identificar quais as proteínas dele que são reconhecidas pelo sistema imune.</p>
<p>A investigação foi feita em etapas. Primeiro, os cientistas identificaram os peptídeos, pequenos fragmentos de proteínas do parasita exibidos na superfície das células infectadas e reconhecidos pelos linfócitos T CD8+. No total, foram identificados 453 peptídeos derivados de 166 proteínas do parasita.</p>
<p>Em seguida, o grupo mapeou a origem desses fragmentos e observou que a maioria vinha de proteínas chamadas housekeeping, responsáveis por funções básicas e indispensáveis à sobrevivência do parasita.</p>
<p>“Essas proteínas são necessárias em todos os estágios do ciclo de vida do parasita e altamente conservadas entre diferentes espécies. Isso as torna alvos muito interessantes para uma vacina universal”, explica a pesquisadora. Na prática, significa que uma vacina baseada nesses alvos teria mais chances de funcionar de forma ampla, atingindo o parasita em diferentes momentos da infecção e em suas diversas variantes.</p>
<h2>Resposta imune</h2>
<p>Na etapa seguinte, a equipe testou se esses peptídeos realmente eram combatidos pelo sistema imune. Os resultados mostraram que células de pacientes infectados, tanto por P. vivax quanto por P. falciparum, reagiram aos antígenos identificados.</p>
<p>Além disso, a resposta foi observada em outras três espécies de Plasmodium, incluindo aquelas que infectam primatas e camundongos. “Confirmamos a resposta imunológica em cinco espécies diferentes e em múltiplos hospedeiros, incluindo humanos naturalmente infectados, humanos submetidos à infecção experimental e modelos animais, tanto em camundongos quanto em primatas”, afirmou Caroline.</p>
<p>Os testes foram realizados tanto em amostras humanas quanto em modelos experimentais. Em primatas e camundongos, os antígenos também induziram resposta de células T, inclusive em órgãos-chave como o fígado, onde ocorre a etapa inicial da infecção, e no sangue. Em modelos animais, alguns desses alvos chegaram a demonstrar efeito protetor, reduzindo a carga do parasita.</p>
<p>“Não é só reconhecimento: vimos indícios de proteção, o que é fundamental para o desenvolvimento de uma vacina”, afirma a pesquisadora.</p>
<h2>Diferencial</h2>
<p>Atualmente, as vacinas disponíveis contra a malária têm eficácia parcial e são direcionadas principalmente ao P. falciparum, atuando na fase inicial da infecção. Além disso, sua proteção tende a diminuir com o tempo.</p>
<p>O novo estudo aponta caminho diferente: uma vacina capaz de atuar em múltiplos estágios do parasita, tanto no fígado quanto no sangue, e eficaz contra diferentes espécies.</p>
<p>“Hoje, as vacinas não cobrem completamente todas as fases da infecção. Nosso trabalho mostra que esses antígenos estão presentes em vários momentos, o que atende a uma demanda importante da Organização Mundial da Saúde”, explicou Caroline.</p>
<p>Apesar do avanço ainda há um longo caminho até o desenvolvimento de um imunizante. Os achados precisam passar por novas etapas de validação e testes clínicos.</p>
<p>“Nosso objetivo foi mostrar que existem caminhos diferentes e promissores. Agora, outros grupos podem explorar esses alvos e avançar no desenvolvimento de uma vacina realmente eficaz contra a malária”, concluiu a pesquisadora.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/cientistas-da-fiocruz-podem-produzir-vacina-completa-contra-malaria" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Cientistas brasileiros são premiados por pesquisas sobre Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 13:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas de todo o mundo tentam encontrar novas abordagens para a doença de Alzheimer, e dois laboratórios brasileiros têm se destacado nessa corrida. Recentemente, os pesquisadores Mychael Lourenço, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Wagner Brum, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foram premiados por organizações internacionais por suas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas de todo o mundo tentam encontrar novas abordagens para a doença de Alzheimer, e dois laboratórios brasileiros têm se destacado nessa corrida. Recentemente, os pesquisadores Mychael Lourenço, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Wagner Brum, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foram premiados por organizações internacionais por suas contribuições ao tema. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Cientistas-brasileiros-sao-premiados-por-pesquisas-sobre-Alzheimer.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Lourenço foi contemplado com o <em>ALBA-Roche Prize for Excellence in Neuroscience Research</em>, oferecido pela organização Alba a cientistas em meio de carreira que já alcançaram conquistas excepcionais. Já Brum foi escolhido como o <em>Next “One to Watch</em>” (&#8220;O próximo para ficar de olho&#8221;, em tradução livre), prêmio concedido pela organização americana <em>Alzheimer’s Association</em> a jovens cientistas promissores. </p>
<p>&gt;&gt; Pesquisas brasileiras avançam no diagnóstico de Alzheimer</p>
<p>&gt;&gt; Estudo mostra que inflamação no cérebro pode ser chave do Alzheimer</p>
<p>&gt;&gt; Riscos modificáveis estão associados a quase 60% dos casos de demência</p>
<p>A doença de Alzheimer é considerada um dos grandes desafios da medicina, já que até hoje poucos tratamentos se mostraram eficazes para retardar a sua evolução, e nenhuma cura foi encontrada.</p>
<p>O sintoma mais reconhecido é a perda de memória recente, mas, conforme a doença progride, o paciente adquire dificuldades de raciocínio, comunicação e até de movimentação, se tornando completamente dependente. </p>
<h2>Dados sobre os brasileiros</h2>
<p>O professor da UFRJ Mychael Lourenço estuda o Alzheimer desde a sua graduação em Biologia, e foi apurando esse interesse durante o mestrado, doutorado e pós-doutorado, até assumir a docência e fundar o Lourenço Lab, grupo de pesquisa dedicado às demências.</p>
<p>&#8220;Eu sempre me interessei por coisas misteriosas. Por exemplo: &#8216;como é que o cérebro funciona?&#8217;. Não tenho resposta até hoje, mas continua sendo um objeto de interesse bastante grande&#8221;, ele brinca. </p>
<p>Mas Lourenço não é movido apenas pela curiosidade.</p>
<p>&#8220;Nós temos hoje no mundo em torno de 40 milhões de pessoas com doença de Alzheimer. Dessas, umas 2 milhões devem estar no Brasil, um número que pode ser subestimado por causa de problemas de acesso à saúde e diagnóstico. E nós temos uma população que está envelhecendo cada vez mais, mas a maior parte dos estudos são feitos no Norte global. Nós precisamos de dados para entender a doença no Brasil&#8221; </p>
<p>O pesquisador explica que, desde quando Alois Alzheimer descreveu a doença, em 1906, já se sabia que ela causava placas no cérebro, mas somente na década de 80 cientistas descobriram que essas placas são compostas por beta-amiloide, fragmentos de proteína que se acumulam por alguma razão.</p>
<p>Contudo, drogas eficazes na remoção dessas placas não conseguiram reverter a doença, mostrando que há um hiato entre causa e efeito que a ciência ainda precisa preencher. </p>
<p>&#8220;A gente continua tentando entender o que faz com que o cérebro se torne vulnerável e desenvolva a doença, inclusive olhando para o que a gente chama de resiliência para o Alzheimer. Tem pessoas como a Fernanda Montenegro, por exemplo, com 96 anos, e completamente lúcida e ativa. E tem pessoas que desenvolvem a placa de beta-amiloide no cérebro e não apresentam sintoma cognitivo. O que elas têm de diferente?&#8221;</p>
<p>Em paralelo, o Lourenço Lab também está testando em animais substâncias que podem evitar o acúmulo da beta-amiloide e de outra proteína, chamada tau, que também está envolvida na formação das placas.</p>
<p>&#8220;Possivelmente, essas proteínas têm tendência a se acumular, mas as células têm um sistema natural de degradação que a gente chama de proteassoma. Mas, no Alzheimer, é como se a companhia de lixo parasse de funcionar. Então, aumentar a atividade desse sistema seria uma forma de tentar melhorar esse fluxo&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Cientistas-brasileiros-sao-premiados-por-pesquisas-sobre-Alzheimer.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 12/03/2026 – Entrevista com o pesquisador da UFRJ Mychael Lourenço, que estuda Alzheimer e recebeu o prêmio ALBA-Roche Prize for Excellence in Neuroscience Reserach em 2026. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta"> Entrevista com o pesquisador da UFRJ Mychael Lourenço, que estuda Alzheimer e recebeu o prêmio ALBA-Roche Prize for Excellence in Neuroscience Reserach em 2026. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Diagnóstico precoce</h2>
<p>Outra linha de pesquisa é voltada para o diagnóstico precoce da doença, o que pode possibilitar que ela seja controlada antes de causar danos irreversíveis ao cérebro.</p>
<p>Lourenço coordena uma pesquisa que busca identificar se marcadores biológicos encontrados no sangue de pessoas com Alzheimer em outros países também são válidos para os brasileiros, e se a nossa população apresenta algum marcador específico. </p>
<p>&#8220;A doença de Alzheimer não aparece quando os sintomas aparecem: ela começa a se desenvolver muito tempo antes. Então, a gente está tentando pegar essa janela, em que a doença está se desenvolvendo, mas os sintomas ainda não apareceram tão claramente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Talvez a gente nunca vai conseguir curar o paciente que já está num estágio muito avançado. Mas a gente pode conseguir interromper a doença antes disso&#8221;, ele acrescenta.</p>
<p>As pesquisas com biomarcadores também foram responsáveis por colocar o médico Wagner Brum sob os holofotes. Hoje, ele faz doutorado na UFRGS e é pesquisador do Zimmer Lab, grupo de pesquisa sobre Alzheimer. Sua verve científica se manifestou desde cedo. </p>
<p>&#8220;Eu estudei numa escola pública bem tradicional do Rio Grande do Sul, chamada Fundação Liberato, que organiza uma feira de ciências que é a maior da América Latina. Eu cresci com a minha mãe me levando nessa feira, então, quando eu entrei no ensino médio, eu já comecei a trabalhar com pesquisa. Na faculdade, eu escolhi a UFRGS por ser uma faculdade com muita tradição em pesquisa, onde eu ia poder me desenvolver como médico pesquisador&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774187319_738_Cientistas-brasileiros-sao-premiados-por-pesquisas-sobre-Alzheimer.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 20/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO -  O pesquisador de Alzheimer, Wagner Brum. Foto: AAIC/Divulgação" title="AAIC/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">O pesquisador Wagner Brum foi premiado pela organização americana <em>Alzheimer’s Association </em>. Foto: AAIC/Divulgação</h6>
</p>
<p>O trabalho de maior projeção de Brum foi o desenvolvimento de protocolos para a implementação clínica de um exame de sangue que consegue diagnosticar a doença de Alzheimer, a partir da presença da proteína p-tau217, um dos principais biomarcadores da doença. </p>
<p>Apesar de o teste ter se mostrado preciso durante as pesquisas, era preciso criar os padrões de leitura para que ele fosse adotado na rotina diagnóstica. E foi isso que Brum fez. </p>
<p>&#8220;Em pacientes com medição muito alta ou muito baixa, claramente a gente poderia saber, apenas com o exame de sangue, se a pessoa tem ou não a doença. Mas tem cerca de 20% a 30% que ficam numa faixa intermediária, e esses precisam de um exame adicional&#8221;.</p>
<h2>Do laboratório para o SUS</h2>
<p>De acordo com Brum, o protocolo aumenta a confiabilidade do exame, e já está sendo usado por laboratórios na Europa e Estados Unidos. Infelizmente, no Brasil, apenas poucos laboratórios privados já incorporaram a tecnologia. Mas o Zimmer Lab continua suas pesquisas, almejando facilitar o diagnóstico da doença em larga escala. </p>
<p>&#8220;Para ele ser implementado no SUS, que é o nosso grande objetivo, são necessários estudos mostrando que a introdução desses exames pode melhorar tanto a confiança diagnóstica quanto mudar o tratamento do paciente. O que se tem visto em outros países é que esses exames fazem isso&#8221;</p>
<p>Testes com essa pretensão já estão sendo feitos no Rio Grande do Sul e depois serão expandidos para outras cidades do Brasil. Brum ressalta que, atualmente, o diagnóstico do Alzheimer é feito principalmente a partir dos sintomas, com a análise clínica feita pelo médico e o auxílio de exames não totalmente precisos.</p>
<p>&#8220;O que se acaba fazendo, mais comumente, são exames de imagem estrutural, tomografia ou ressonância, que conseguem informar quais partes do cérebro já apresentam uma atrofia. Mas até o processo do envelhecimento causa atrofia natural, assim como outras doenças neurodegenerativas. Existem padrões mais típicos ao Alzheimer, mas esses exames não são específicos&#8221; </p>
<p>Os dois testes precisos já existentes são o exame de líquor, que examina material retirado da coluna vertebral, e a Tomografia por Emissão de Positrons (PET-CT), mas ambos são caros e pouco acessíveis. </p>
<p>Brum acredita que a adoção do exame de sangue poderia não só facilitar o diagnóstico, como aumentar a confiança dos médicos em suas condutas. No futuro, exames de biomarcadores também podem detectar a doença, antes que os sintomas apareçam.</p>
<p>&#8220;É muito bom ver que a comunidade de pesquisa internacional presta atenção no que a gente faz e valoriza o que a gente faz. Tem muita gente fazendo pesquisa de excelência no Brasil, em muitas áreas diferentes, e que merece visibilidade.&#8221;</p>
<p>Os dois pesquisadores premiados trabalham com recursos de instituições de pesquisa como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), Fundação Serrapilheira e Instituto Idor de Pesquisas.  </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/cientistas-brasileiros-sao-premiados-por-pesquisas-sobre-alzheimer" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Observatório lança edital do programa Meninas Cientistas do ON</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/observatorio-lanca-edital-do-programa-meninas-cientistas-do-on/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 11:32:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Observatório Nacional (ON), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, lançou, no dia 11 deste mês, em celebração ao Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, o primeiro edital do Programa “Meninas Cientistas do ON”, voltado exclusivamente para estudantes do ensino médio que se identificam com o gênero feminino. As inscrições seguem abertas, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Observatório Nacional (ON), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, lançou, no dia 11 deste mês, em celebração ao Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, o primeiro edital do Programa “Meninas Cientistas do ON”, voltado exclusivamente para estudantes do ensino médio que se identificam com o gênero feminino.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Observatorio-lanca-edital-do-programa-Meninas-Cientistas-do-ON.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As inscrições seguem abertas, e a seleção marca a primeira vez que a instituição cria uma iniciativa de iniciação científica dedicada especificamente à formação de meninas na ciência.</p>
<p>O foco do programa é despertar a vocação científica e tecnológica em jovens estudantes, incentivar novos talentos e proporcionar contato direto com métodos e técnicas de pesquisa.</p>
<p>O programa também busca estimular o desenvolvimento do pensamento científico, da criatividade e da capacidade de resolução de problemas, a partir da vivência prática em projetos supervisionados por pesquisadoras e pesquisadores do ON.</p>
<p>A ação integra as políticas institucionais do Observatório Nacional voltadas à promoção da diversidade e da equidade de gênero na ciência, alinhadas a iniciativas internacionais que incentivam maior participação feminina nas áreas científicas e tecnológicas.</p>
<p>Nesta primeira edição, o edital irá selecionar duas equipes de pesquisa: uma na área de geofísica e outra em astronomia.</p>
<p>Cada equipe deverá ser composta por uma professora orientadora e quatro alunas da mesma instituição pública de educação básica, reconhecida pelo MEC, localizada na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>A professora será responsável por selecionar as estudantes e realizar a inscrição da equipe por meio do link oficial.</p>
<p>As equipes desenvolverão atividades científicas com supervisão direta de pesquisadores do Observatório Nacional.</p>
<p>Cada grupo deverá cumprir quatro horas semanais de dedicação ao projeto, sendo de uma a duas horas no campus do Observatório Nacional, em São Cristóvão, e o restante do tempo na própria escola.</p>
<h2>Bolsas e incentivo financeiro</h2>
<p>O edital prevê R$ 300 mensais para cada aluna e R$ 500 mensais para a professora orientadora. O apoio financeiro tem como objetivo estimular a permanência das estudantes nas atividades científicas e fortalecer a formação acadêmica em áreas estratégicas para o país.</p>
<p>Todas as etapas do edital obedecerão ao cronograma oficial divulgado pelo Observatório Nacional, disponível na página do programa.</p>
<p>As equipes interessadas devem ficar atentas aos prazos estabelecidos no edital para submissão, avaliação e divulgação dos resultados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/observatorio-lanca-edital-do-programa-meninas-cientistas-do" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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