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	<title>Clima Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Em clima de Copa, campanha pede &#8216;cartão vermelho ao trabalho infantil&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 20:47:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a atenção voltada à Copa do Mundo FIFA de futebol, entidades de defesa dos direitos do trabalhador e da criança e do adolescente lançaram a campanha “Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil”. A mobilização faz parte da mobilização global em torno do Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho, Lideram a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a atenção voltada à Copa do Mundo FIFA de futebol, entidades de defesa dos direitos do trabalhador e da criança e do adolescente lançaram a campanha “Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil”. A mobilização faz parte da mobilização global em torno do Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho,<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Em-clima-de-Copa-campanha-pede-cartao-vermelho-ao-trabalho.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Lideram a iniciativa o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Justiça do Trabalho, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção a Adolescentes no Trabalho (FNPETI). </p>
<p>O objetivo da campanha é fortalecer o engajamento de instituições públicas, organizações da sociedade civil, setor privado e cidadãos no enfrentamento ao trabalho infantil, em especial em um contexto de desigualdades sociais. </p>
<p>No site oficial do FNPETI, é possível encontrar uma cartilha com orientações para mobilizações sociais, legislações ligadas à causa, e peças de comunicação da campanha. </p>
<p>Entidades públicas e privadas, organizações da sociedade civil e cidadãos e cidadãs já podem aderir à campanha. Caso testemunhe uma situação de trabalho infantil, qualquer pessoa pode fazer a denúncia no MPT (www.mpt.mp.br), no Sistema Ipê do Ministério do Trabalho e Emprego (ipetrabalhoinfantil.trabalho.gov.br) ou no Disque 100.</p>
<h2>Trabalho Infantil</h2>
<p>Segundo dados da OIT, cerca de 138 milhões de crianças estão em situação de trabalho infantil no mundo. No Brasil, de acordo com um levantamento de 2024, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número estimado é de 1,64 milhão. </p>
<p>A pesquisa do IBGE apontou que, entre crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil, apenas 88,8% eram estudantes, enquanto 97,5% da população total dessa faixa etária frequenta escolas.</p>
<p>A maior diferença aparece entre adolescentes de 16 e 17 anos, em que a frequência escolar chega a 81,8% entre aqueles em situação de trabalho infantil. </p>
<p>O estudo mostra também que houve um aumento de 2,1% de jovens nessa condição, quando os dados são comparados com os de 2023. As maiores altas foram registradas nas regiões Sul e Nordeste, enquanto os maiores índices de queda foram na Região Norte do país. </p>
<p>Do total apresentado pelo IBGE, 560 mil estavam em atividades previstas na Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista TIP). Esse grupo inclui atividades com maior potencial de dano à saúde, segurança e moral, como, por exemplo, exploração sexual e trabalhos em condições insalubres. </p>
<p>Além de comprometer a escolarização e o desenvolvimento, o trabalho infantil expõe crianças e adolescentes a riscos ocupacionais e agravos à saúde. O Ministério Público do Trabalho aponta que, entre 2007 e 2024, foram mais de 45 mil acidentes de trabalho graves envolvendo crianças e adolescentes no país. </p>
<h2>Mobilização social</h2>
<p>Em nota, o diretor do Escritório da Organização Internacional do Trabalho para o Brasil, Vinícius Pinheiro, ressalta a importância da mobilização:</p>
<p>&#8220;Em um ano em que os países estarão unidos pela paixão do futebol durante a Copa do Mundo, a campanha Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil no Brasil une-se à campanha global da OIT para alertar que também precisamos nos unir em defesa das crianças&#8221;. </p>
<p>A coordenadora nacional de Combate ao Trabalho Infantil e de Promoção e Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes (Coordinfância) do Ministério Público do Trabalho (MPT), Fernanda Brito Pereira, acrescenta que o trabalho infantil ainda é naturalizado e invisibilizado, o que torna mais difícil o enfrentamento à prática. </p>
<p>“A campanha busca possibilitar que crianças e adolescentes se apropriem de seus direitos e compreendam as situações de violação que vivenciam para que possam denunciá-las quando não conseguirem evitá-las. O objetivo é que o esclarecimento contribua para prevenir o trabalho infantil e fortalecer a proteção integral das infâncias e das adolescências”, explica. </p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. </em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/em-clima-de-copa-campanha-pede-cartao-vermelho-ao-trabalho-infantil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Bienal nas Escolas entra em clima de Copa para estimular leitura no RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 16:27:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em clima de Copa do Mundo, os organizadores da Bienal do Livro do Rio de Janeiro realizam neste ano a primeira edição da Bienal nas Escolas fora do ano de realização do evento principal, que ocorre na capital fluminense nos anos ímpares. A ação começou em abril, com alunos da Escola Municipal Maria das Dores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em clima de Copa do Mundo, os organizadores da Bienal do Livro do Rio de Janeiro realizam neste ano a primeira edição da Bienal nas Escolas fora do ano de realização do evento principal, que ocorre na capital fluminense nos anos ímpares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Bienal-nas-Escolas-entra-em-clima-de-Copa-para-estimular.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A ação começou em abril, com alunos da Escola Municipal Maria das Dores Negrão, em Oswaldo Cruz, na zona norte do Rio. No próximo dia 11 de junho, será a vez da Escola Municipal Sarmiento, no Engenho Novo, também na zona norte. A previsão é passar por ao menos seis escolas ao longo do ano.</p>
<p>A Bienal nas Escolas é realizada pela GL Events Exhibitions, empresa que organiza o evento literário, e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Diretor de Marketing e Conteúdo da GL, Bruno Henrique explicou, em entrevista à Agência Brasil, o objetivo de ir até os estudantes:</p>
<p>“É lá [na escola] que se forma o senso crítico e se tem, como em casa também, os principais valores de educação, de aculturamento”, afirmou. “Esse é um projeto que a gente tem muito carinho. O Bienal das Escolas surge da compreensão do propósito da força da Bienal do Livro do Rio”.</p>
<h2>Álbum da Copa</h2>
<p>Para dialogar com o evento da Fifa, a Bienal leva às escolas “um álbum de figurinhas” com uma seleção literária, com personagens da literatura clássica de diferentes países, como Dom Quixote, Sherazade, Iara, Sherlock Holmes e Peter Pan.</p>
<p>“Não tem como fugir desse assunto, porque a Copa do Mundo mobiliza vários países, e o Brasil, obviamente, é um deles. E, para a criançada, tem a brincadeira do álbum de figurinhas, que está sempre associado ao evento, mesmo para quem não gosta de futebol”, comentou o diretor.</p>
<p>As crianças podem trocar figurinhas e completar o álbum, criando, dessa forma, uma relação lúdica com as histórias e ampliando o contato com diferentes referências literárias.</p>
<p>Bruno Henrique acredita que a Bienal tem como propósito colocar o livro no lugar mais lúdico, no lugar de entretenimento, de prazer, que também é lugar de educação e cultura. O tema do projeto neste ano é Livros Mudam o Jogo. </p>
<p>Neste ano, o projeto tem patrocínio de OLX e Accenture e vai distribuir 100 livros para cada escola, visando fortalecer bibliotecas e salas de leitura.</p>
<h2>Diálogo com escritoras</h2>
<p>Na Escola Municipal Maria das Dores Negrão, a convidada foi a escritora Kiusam de Oliveira, referência em literatura afrodidática. Kiusam reforça a importância da representatividade, da educação e do incentivo ao imaginário desde a infância. </p>
<p>Para ela, o encontro com os alunos foi potente, “especialmente porque reconheço as histórias e as vivências desses estudantes. Eu sou uma mulher preta, professora há mais de 40 anos, e trago essa trajetória para dentro da minha escrita”, disse.</p>
<p>No entender de Kiusam de Oliveira, tudo começa com a leitura do mundo, antes mesmo da leitura das palavras. </p>
<p>“É isso que me move como educadora e como escritora. Quando a criança se vê, quando ela se reconhece, ela entende que pode sonhar, que pode transformar a própria realidade. E é esse o meu compromisso: escrever para que essas crianças aprendam a sonhar e se reconheçam como potentes”.</p>
<p>Uma das estudantes, Lara Braga, de 10 anos, afirmou que Kiusam tem dois livros de que ela gosta muito: <em>Com qual penteado eu vou</em> e <em>Tayó em quadrinhos</em>. </p>
<p>“Eu gosto porque eles falam de coisas importantes, como o respeito com o cabelo e com a cor da pele. Ler faz a gente sair um pouco das telas e ir para outros lugares. Acho que ajuda na imaginação e faz a gente aprender mais para o futuro”, disse a menina.</p>
<p>O próximo encontro será com a escritora Andrea Taubman​, que dialogará com os estudantes sobre seu livro <em>Não me toca, seu boboca!</em>, que tem feito muito sucesso com a criançada. ​A escolha dos autores é feita em parceria com as secretarias municipais e estaduais de Educação.</p>
<p>Bruno Henrique informou que, em um primeiro momento, estão programadas cinco escolas para serem visitadas pelo projeto neste ano, beneficiando pelo menos 1 mil alunos de 6 a 10 anos.</p>
<p>“Mas esse número pode ser estendido, dependendo se for obtido mais apoio da iniciativa privada”.</p>
<h2>Incentivo à leitura</h2>
<p>Desde 2019 até agora, já foram visitadas 25 escolas, com média de 170 alunos atendidos a cada visita. Somente no ano passado, foram 11 escolas que integraram o projeto, com total de 2,2 mil alunos. </p>
<p>Os escritores Bia Bedran, Thalita Rebouças, Jessé Andarilho e Rodrigo França estiveram presentes em escolas da capital e da Baixada Fluminense no ano passado.</p>
<p>Pesquisa realizada junto às escolas visitadas em 2025 indicou aumento de 25% na procura por livros nas bibliotecas municipais e estaduais. </p>
<p>“A gente percebeu que, por onde o projeto passou, mudou o comportamento, a cultura e a busca pelo livro. Então, eu acho que esse reforço do impacto positivo no ambiente escolar e esse aumento na busca por livros nas escolas do ano passado foi muito importante para entender que estamos no caminho certo com o projeto”, avaliou Bruno Henrique. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/bienal-nas-escolas-entra-em-clima-de-copa-para-estimular-leitura-no-rj" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Clima instável reduz defesas e pode agravar crises respiratórias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 20:31:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As instabilidades da temperatura reduzem algumas atividades fisiológicas no nível de defesa e podem aumentar a frequência de crises de infecções respiratórias. O alerta é do otorrionolaringologista Luciano Gregório, diretor da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). “É como se a defesa tivesse uma abertura de alguma maneira danificada, então alguns patógenos virais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As instabilidades da temperatura reduzem algumas atividades fisiológicas no nível de defesa e podem aumentar a frequência de crises de infecções respiratórias. O alerta é do otorrionolaringologista Luciano Gregório, diretor da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Clima-instavel-reduz-defesas-e-pode-agravar-crises-respiratorias.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“É como se a defesa tivesse uma abertura de alguma maneira danificada, então alguns patógenos virais se aproveitam e podem infeccionar o nosso nariz&#8221;, explica à Agência Brasil.</p>
<p>O clima instável alerta principalmente para problemas em pessoas com rinite não alérgica. “Mudança de temperatura, cheiro de fumaça, perfume podem entupir o nariz”.</p>
<p>Segundo o especialista, a variação de temperatura não só atrapalha a defesa do corpo, alterando a fisiologia, mas também pode modificar diretamente alguns impulsos nervosos e acabar entupindo o nariz em alguns pacientes. Em ambientes fechados, o ar seco e o frio podem aumentar tanto a frequência de rinite (inflamação do nariz), como de sinusite (inflamação dos seios da face), com piora dos sintomas.</p>
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<h2>Atitudes</h2>
<p>Algumas atitudes podem contribuir para a saúde respiratória nesses dias mais frios, mais instáveis. Beber água é uma delas, orienta Luciano Gregório. “Manter-se hidratado ajuda de diversas maneiras porque, se você não beber água e ficar desidratado, vai atrapalhar de alguma maneira a saúde nasal”.</p>
<p>O médico também explica que manter o ambiente úmido vai melhorar as condições do nariz, mas observa que o excesso de umidade pode ocasionar mofo e ácaro, o que constitui um problema.</p>
<p>Uma das soluções apontadas para manter a saúde nasal é fazer lavagens nasais com soro fisiológico, de uma quatro vezes ao dia.</p>
<p>“A gente tem diversos mecanismos de dispositivos de lavagem hoje”. Citou, entre eles, as garrafinhas de compressão, seringas de lavagem e a solução salina isotônica, que é o soro fisiológico 0,9%.</p>
<p>“Isso vai remover os alérgenos, a poeira, pó, vai fluidificar a secreção que está no nariz, vai melhorar a limpeza do nariz, ao mesmo tempo em que vai reduzir também os mediadores inflamatórios do nariz”.</p>
<p>Para pacientes que têm rinite vasomotora, que piora quando há alteração da temperatura, água muito morna ou muito fria pode desencadear mecanismos de entupimento e de vasorreatividade e piorar a congestão. “Mas limpar o nariz com soro e umidificar o ambiente seco vai facilitar muito”.</p>
<h2>Aviões</h2>
<p>Para enfrentar o ar super seco, o diretor da ABORL-CCF comentou que também existem géis de hidratação nasal que podem ser colocados dentro do nariz e que são encontrados em farmácias. </p>
<p>“A solução nasal de lavagem remove os fatores inflamatórios, os alérgenos da cavidade do nariz. Limpam mesmo e aumentam a fluidificação da fossa nasal, mas eles não hidratam a narina. Quem vai hidratar é o gel de soro”.</p>
<h2>Mais dicas</h2>
<p>O otorrinolaringologista Bruno Borges de Carvalho Barros aponta que em queda de temperaturas, o nariz mostra dificuldade de manter a função de aquecer e umidificar o ar inspirado, o que prejudica a defesa natural do sistema respiratório e abre espaço para infecções e inflamações.</p>
<p>Nesse cenário, o otorrino aponta que as doenças mais comuns são gripes, resfriados, sinusites, crises de rinite alérgica e até laringites, com possibilidade de evoluir para quadros mais graves em pessoas com imunidade baixa.</p>
<p>Barros acrescentou outros cuidados que considera indispensáveis para a saúde respiratória nos dias mais frios. Além da hidratação e uso de soro fisiológico no nariz, ele recomenda evitar ambientes fechados e com aglomeração, porque é onde a circulação de vírus respiratórios é maior,.</p>
<p>Além disso, deve-se manter uma rotina de sono e alimentação equilibrada, uma vez que um corpo descansado e bem nutrido responde melhor às mudanças climáticas.</p>
<p>O médico chamou a atenção, em especial, para as crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias crônicas, como rinite, asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que requerem atenção redobrada. “A qualquer sinal de piora, como tosse persistente, chiado no peito ou febre, é fundamental procurar um médico”. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/clima-instavel-reduz-defesas-e-pode-agravar-crises-respiratorias" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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