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	<title>combate Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>combate Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Saúde libera R$ 900 mil para combate ao Chikungunya em Dourados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saude-libera-r-900-mil-para-combate-ao-chikungunya-em-dourados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 20:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde liberou aporte emergencial de R$ 900 mil para ações de vigilância, assistência e controle do Chikungunya na região da Grande Dourados, no Mato Grosso do Sul. Em nota, a pasta informou que o valor será transferido em parcela única, do Fundo Nacional de Saúde (FNS) ao fundo municipal. “Os recursos poderão ser utilizados para intensificar estratégias como vigilância em saúde, controle do mosquito Aedes aegypti, qualificação da assistência e apoio às equipes que atuam diretamente no atendimento à população”, informa o ministério. A liberação do montante, segundo o ministério, se soma a outras iniciativas em curso, como a instalação de mil Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs), compostas por armadilhas com recipiente plástico e tecido impregnado com larvicida. “Ao entrar em contato com o produto, o inseto...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde liberou aporte emergencial de R$ 900 mil para ações de vigilância, assistência e controle do Chikungunya na região da Grande Dourados, no Mato Grosso do Sul.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saude-libera-R-900-mil-para-combate-ao-Chikungunya-em.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a pasta informou que o valor será transferido em parcela única, do Fundo Nacional de Saúde (FNS) ao fundo municipal.</p>
<p>“Os recursos poderão ser utilizados para intensificar estratégias como vigilância em saúde, controle do mosquito Aedes aegypti, qualificação da assistência e apoio às equipes que atuam diretamente no atendimento à população”, informa o ministério.</p>
<p>A liberação do montante, segundo o ministério, se soma a outras iniciativas em curso, como a instalação de mil Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs), compostas por armadilhas com recipiente plástico e tecido impregnado com larvicida.</p>
<p>“Ao entrar em contato com o produto, o inseto passa a disseminar o larvicida em outros criadouros, contribuindo para interromper o ciclo de reprodução”, detalhou o comunicado.</p>
<p>Ainda de acordo com a pasta, agentes municipais passaram por capacitação conduzida por técnicos da Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses, com foco no uso das novas tecnologias de controle vetorial.</p>
<p>Outra medida adotada na região é a busca ativa em territórios indígenas de Dourados, realizada de forma conjunta pela Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), com 106 atendimentos domiciliares nas aldeias Jaguapiru e Bororó.</p>
<h2>Força-tarefa</h2>
<p>Na última semana, o ministério instalou uma sala de situação com o objetivo de coordenar as ações federais de combate ao Chikungunya.</p>
<p>“Posteriormente, a estrutura será levada ao território, com atuação integrada entre áreas técnicas, gestores estaduais e municipais e outros órgãos públicos, fortalecendo a tomada de decisão”, informou a nota.</p>
<p>Desde o início de março, agentes de saúde e de combate às endemias realizaram visitas a mais de 2,2 mil residências nas aldeias da região. As ações incluem mutirões de limpeza, eliminação de criadouros, aplicação de larvicidas e inseticidas.</p>
<p>O ministério autorizou ainda, em caráter emergencial, a contratação temporária de 20 agentes de combate a endemias. A admissão será feita por meio de análise curricular e a expectativa é que, nas próximas semanas, os profissionais já estejam atuando.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Desde 18 de março, a Força Nacional do SUS atua no município em parceria com equipes locais. </p>
<p>Segundo a pasta, há atualmente 34 profissionais mobilizados, entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, com atuação nas áreas mais afetadas.</p>
<p>A equipe foi enviada ao município depois que o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul emitiu alerta epidemiológico em razão do aumento de casos de arboviroses no município.</p>
<p>As ações envolvem equipes das Secretarias de Saúde Indígena (Sesai) e de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul, e da Defesa Civil estadual.</p>
<h2>Doença</h2>
<p>A Chikungunya é uma arbovirose cujo agente etiológico é transmitido pela picada de fêmeas infectadas do gênero Aedes. No Brasil, até o momento, o vetor envolvido na transmissão é o Aedes aegypti.</p>
<p>O vírus foi introduzido no continente americano em 2013 e foi responsável por uma epidemia em diversos países da América Central e nas ilhas do Caribe.</p>
<p>No segundo semestre de 2014, o Brasil confirmou, por métodos laboratoriais, a presença da doença nos estados do Amapá e da Bahia. Atualmente, todos os estados registram transmissão do arbovírus.</p>
<p>Em 2023, o ministério cita uma importante dispersão territorial do vírus no país, principalmente em estados da Região Sudeste. Anteriormente, as maiores incidências de chikungunya concentravam-se no Nordeste.</p>
<p>As principais características clínicas da infecção são edema e dor articular incapacitante, mas também podem ocorrer manifestações extra articulares. Casos graves de chikungunya podem demandar internação hospitalar e evoluir para óbito.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/saude-libera-r-900-mil-para-combate-ao-chikungunya-em-dourados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Base Arpão 1 é posicionada em Jutaí para fortalecer combate ao narcotráfico no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/base-arpao-1-e-posicionada-em-jutai-para-fortalecer-combate-ao-narcotrafico-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 12:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM) anunciou, nesta sexta-feira (27/03), o envio da Base Fluvial Arpão 1, para fortalecer o policiamento no município de Jutaí, no interior do Amazonas, e cidades adjacentes. A base contará com equipes integradas da Polícia Militar (PMAM), da Polícia Civil (PC-AM), Corpo de Bombeiros (CBMAM), Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) e assim como as demais, atuará no combate direto ao narcotráfico, crimes ambientais, biopirataria e patrulhamento nas comunidades ribeirinhas.   Integração Na Base Arpão 1, estarão efetivos da PMAM, que contaram com policiais dos Comando de Policiamento Especializado (CPE), do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CipsCães), dentre outros. Além disso, contará com peritos do DPTC, de Bombeiros Militares e policiais Civis.  Com o envio, o Amazonas contará...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM) anunciou, nesta sexta-feira (27/03), o envio da Base Fluvial Arpão 1, para fortalecer o policiamento no município de Jutaí, no interior do Amazonas, e cidades adjacentes. A base contará com equipes integradas da Polícia Militar (PMAM), da Polícia Civil (PC-AM), Corpo de Bombeiros (CBMAM), Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) e assim como as demais, atuará no combate direto ao narcotráfico, crimes ambientais, biopirataria e patrulhamento nas comunidades ribeirinhas. </p>
<p> Integração</p>
<p>Na Base Arpão 1, estarão efetivos da PMAM, que contaram com policiais dos Comando de Policiamento Especializado (CPE), do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CipsCães), dentre outros. Além disso, contará com peritos do DPTC, de Bombeiros Militares e policiais Civis. </p>
<p>Com o envio, o Amazonas contará com cinco bases fluviais operando simultaneamente. A Base Arpão 2 está em Coari, a Base Arpão 3 atua no município de Barcelos, enquanto a Base Tiradentes fica em Codajás e a Base Paulo Pinto Nery está localizada em Itacoatiara.</p>
<p>Produtividades das Bases Flutuantes</p>
<p>Desde a implantação, as operações realizadas pelas bases fluviais resultaram danos em mais de R$1,018 bilhão ao narcotráfico, evidenciando a efetividade da estratégia no combate às atividades criminosas nas calhas dos rios Negro e Solimões.</p>
<p>Neste período as ações culminaram ainda na apreensão de mais de 31 toneladas de entorpecentes, além de 905 prisões efetuadas. Também foram retiradas de circulação cerca de 11.629 munições, 308 armas de fogo, e mais de 15,4 milhões de litros de combustível. </p>
<p>No combate aos crimes ambientais, foram apreendidos 131,6 quilos de pescado e carne de caça ilegal, além de mais de 15 mil metros cúbicos em minérios e cerca de 168 embarcações apreendidas.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Manaus lança linha de ônibus C-900 ligando zonas Oeste e Norte</p>
<p>Adolescentes são apreendidos por estupro coletivo de menina de 13 anos em Manaus</p>
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		<item>
		<title>Operação da PF combate lavagem de dinheiro e evasão de divisas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/operacao-da-pf-combate-lavagem-de-dinheiro-e-evasao-de-divisas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã desta quinta-feira (26), a Polícia Federal cumpre mandados em São Paulo e Santa Catarina, no âmbito da Operação Narco Azimut, que investiga mais profundamente uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A ação acontece na capital paulista, em Santos, Ilhabela, Taboão da Serra e também em Balneário Camboriú (SC). Em operações anteriores – Narco Bet e Narco Azimut – a PF identificou um esquema criminoso que lidava com dinheiro em espécie, transferências bancárias e criptoativos no Brasil e no exterior. Segundo as autoridades policiais, as pessoas envolvidas no crime utilizavam empresas para movimentar altos valores ilícitos. A Justiça já determinou o sequestro de bens e valores dos investigados até o limite de R$ 934 milhões. Também proibiu movimentação empresarial e de transferência de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã desta quinta-feira (26), a Polícia Federal cumpre mandados em São Paulo e Santa Catarina, no âmbito da Operação Narco Azimut, que investiga mais profundamente uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e evasão de divisas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Operacao-da-PF-combate-lavagem-de-dinheiro-e-evasao-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A ação acontece na capital paulista, em Santos, Ilhabela, Taboão da Serra e também em Balneário Camboriú (SC).</p>
<p>Em operações anteriores – Narco Bet e Narco Azimut – a PF identificou um esquema criminoso que lidava com dinheiro em espécie, transferências bancárias e criptoativos no Brasil e no exterior.</p>
<p>Segundo as autoridades policiais, as pessoas envolvidas no crime utilizavam empresas para movimentar altos valores ilícitos.</p>
<p>A Justiça já determinou o sequestro de bens e valores dos investigados até o limite de R$ 934 milhões. Também proibiu movimentação empresarial e de transferência de bens ligados às atividades criminosas.</p>
<p>As autoridades policiais atuam com 60 agentes federais que cumprem 26 mandados de busca e apreensão e de prisão temporária. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/operacao-da-pf-combate-lavagem-de-dinheiro-e-evasao-de-divisas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>PF combate tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na Paraíba</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pf-combate-trafico-de-drogas-e-lavagem-de-dinheiro-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 11:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, especialmente em Cabedelo, cidade localizada na região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba, é  alvo da Operação Leonard, deflagrada pela Polícia Federal (PF), na manhã desta quarta-feira (25). Estão sendo cumpridos 34 mandados de prisão, sendo 30 preventivas e 4 temporárias; e 16 de busca e apreensão, além de medidas de natureza patrimonial como: sequestro e bloqueio de bens e valores. As ações ocorrem nos municípios de João Pessoa, Cabedelo e Campina Grande, na Paraíba; e no Rio de Janeiro. As medidas judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Regional do Juízo das Garantias. “O material apreendido será submetido à análise e aos exames periciais, com a finalidade de identificar a extensão das condutas, a participação individual de cada...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, especialmente em Cabedelo, cidade localizada na região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba, é  alvo da Operação Leonard, deflagrada pela Polícia Federal (PF), na manhã desta quarta-feira (25).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/PF-combate-trafico-de-drogas-e-lavagem-de-dinheiro-na.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Estão sendo cumpridos 34 mandados de prisão, sendo 30 preventivas e 4 temporárias; e 16 de busca e apreensão, além de medidas de natureza patrimonial como: sequestro e bloqueio de bens e valores.</p>
<p>As ações ocorrem nos municípios de João Pessoa, Cabedelo e Campina Grande, na Paraíba; e no Rio de Janeiro. As medidas judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Regional do Juízo das Garantias.</p>
<p>“O material apreendido será submetido à análise e aos exames periciais, com a finalidade de identificar a extensão das condutas, a participação individual de cada investigado e eventuais conexões com outros envolvidos”, segundo a PF.</p>
<p>A operação conta com o apoio e parceira da Polícia Militar da Paraíba e do Gaeco/Ministério Público.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/pf-combate-trafico-de-drogas-e-lavagem-de-dinheiro-na-paraiba" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pf-combate-trafico-de-drogas-e-lavagem-de-dinheiro-na-paraiba/">PF combate tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na Paraíba</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Combate à dengue é primeiro desafio de coalizão global de saúde</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/combate-a-dengue-e-primeiro-desafio-de-coalizao-global-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 22:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (24), que o combate à dengue será o primeiro foco de trabalho da Coalização Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo. A coalizão foi construída pela presidência brasileira do G20 em 2024 e tem como missão promover mundialmente o acesso equitativo a medicamentos, vacinas, terapias, diagnósticos e tecnologias de saúde. Há um olhar especial para países em desenvolvimento, cuja produção e inovação enfrentam mais obstáculos. Os membros do grupo, além do Brasil, são África do Sul, Alemanha, China, França, Indonésia, Reino Unido, Rússia, Turquia, União Europeia e União Africana. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, justificou a escolha da dengue como eixo de ações prioritárias pelo fato de a doença ser endêmica em mais de 100 países e colocar em...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (24), que o combate à dengue será o primeiro foco de trabalho da Coalização Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Combate-a-dengue-e-primeiro-desafio-de-coalizao-global-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A coalizão foi construída pela presidência brasileira do G20 em 2024 e tem como missão promover mundialmente o acesso equitativo a medicamentos, vacinas, terapias, diagnósticos e tecnologias de saúde. Há um olhar especial para países em desenvolvimento, cuja produção e inovação enfrentam mais obstáculos.</p>
<p>Os membros do grupo, além do Brasil, são África do Sul, Alemanha, China, França, Indonésia, Reino Unido, Rússia, Turquia, União Europeia e União Africana.</p>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, justificou a escolha da dengue como eixo de ações prioritárias pelo fato de a doença ser endêmica em mais de 100 países e colocar em risco mais da metade da população mundial. A estimativa é de que ocorram entre 100 milhões  e 400 milhões de infecções por ano.</p>
<p>“Essa expansão está diretamente relacionada às mudanças climáticas no mundo, que têm provocado o aumento das temperaturas, novo volume de chuvas e níveis mais elevados de umidade: condições favoráveis para a sua transmissão. Assim como ocorre com outras arboviroses, como febre amarela, zika, chikungunya e febre oropouche”, disse o ministro.</p>
<p>O ministro citou como exemplo de parcerias internacionais a que envolve a vacina contra a dengue Butantan DV, criada pelo Instituto Butantan, em São Paulo. Um acordo com a empresa chinesa WuXi, anunciado no fim do ano passado, prevê ampliar a capacidade de fornecimento do imunizante para entregar cerca de 30 milhões de doses no segundo semestre de 2026.</p>
<p>“Acreditamos e nos movemos por um mundo com menos guerra, menos bomba, menos mortes de crianças, civis e profissionais de saúde. Pelo contrário, com mais vacinas e medicamentos acessíveis”, completou.</p>
<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) responderá pelo secretariado executivo da coalizão e aposta na experiência internacional para conseguir alcançar os resultados propostos.</p>
<p>“Temos elaborado projetos junto a outros países, sobretudo da África e da América Latina, na perspectiva da cooperação estruturante, formando competência local, científica, tecnológica e alguns casos também industrial”, disse Mario Moreira, presidente da Fiocruz.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Combate-a-dengue-e-primeiro-desafio-de-coalizao-global-de.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 24/03/2026 – O presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Mario Moreira, na abertura da Coalizão Global do G20 para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Mario Moreira participa na abertura da Coalizão Global do G20 para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Transferência tecnológica</h2>
<p>O ministério da Saúde também anunciou que iniciará a produção 100% nacional do medicamento imunossupressor Tacrolimo, que reduz a resposta do sistema imunológico e evita que o organismo rejeite órgãos transplantados. A transferência tecnológica completa foi feita em parceria com a Índia.</p>
<p>“Cerca de 120 mil brasileiros recebem hoje o Tacrolimo pelo SUS, um medicamento que custa de R$ 1,5 mil a R$ 2 mil por mês. Uma pessoa transplantada vai tomar essa medicação ao longo de toda a vida”, disse o ministro.</p>
<p>Com a produção nacional, o ministro destaca que os pacientes passam a ter segurança de que o tratamento vai chegar até eles independentemente do que aconteça no mundo. &#8220;Em caso de conflito, guerra, pandemia ou interrupção da circulação desse produto, a produção local está totalmente garantida pela nossa fundação pública”.</p>
<h2>Vacina de RNA</h2>
<p>Padilha também disse que um novo centro de competência para produzir vacina de RNA mensageiro (mRNA) será instalado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p>O mRNA é uma molécula que transporta instruções genéticas do DNA. Vacinas feitas com essa tecnologia utilizam apenas o código genético do patógeno (vírus, bactéria, parasita, etc.) para ajudar o corpo a produzir anticorpos. Não usam, portanto, o patógeno enfraquecido ou inativado como em vacinas tradicionais.</p>
<p>Padilha explica que o país tem duas plataformas sendo desenvolvidas, uma na Fiocruz e outra no Instituto Butantan. Esses dois centros somam cerca de R$ 150 milhões em investimentos do governo federal. Agora, com o novo centro na UFMG, serão mais R$ 65 milhões investidos para o desenvolvimento dessa tecnologia.</p>
<p>“O Brasil passa a ter três instituições públicas produzindo vacinas de RNA mensageiro, o que permitirá não apenas absorver e desenvolver tecnologias para outras doenças, mas também estar preparado para responder rapidamente a novas pandemias ou ao surgimento de novos vírus”, complementou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/combate-dengue-e-primeiro-desafio-de-coalizao-global-de-saude" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/combate-a-dengue-e-primeiro-desafio-de-coalizao-global-de-saude/">Combate à dengue é primeiro desafio de coalizão global de saúde</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Campanha &#8216;Março Laranja&#8217; reforça combate ao bullying em escolas de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/campanha-marco-laranja-reforca-combate-ao-bullying-em-escolas-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 19:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[CAMPANHA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Secretaria Municipal de Educação (Semed) abriu, nesta sexta-feira (13), a campanha “Prevenção e Combate ao Bullying Escolar: Março Laranja 2026”. O lançamento ocorreu na escola municipal Lírio do Vale, na zona Oeste da capital, e marca o início de uma série de ações educativas voltadas à construção de um ambiente escolar mais seguro e respeitoso. A campanha integra as estratégias da Semed para prevenir diferentes formas de violência contra crianças e adolescentes dentro das escolas da rede municipal. Neste ano, a iniciativa amplia o debate sobre bullying e cyberbullying, envolvendo estudantes, professores, pais e responsáveis em atividades de conscientização. Campanha busca prevenir violência nas escolas As ações desenvolvidas ao longo do mês envolvem toda a comunidade escolar. O objetivo é evitar situações de violência física, verbal...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/campanha-marco-laranja-reforca-combate-ao-bullying-em-escolas-de-manaus/">Campanha &#8216;Março Laranja&#8217; reforça combate ao bullying em escolas de Manaus</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Secretaria Municipal de Educação (Semed) abriu, nesta sexta-feira (13), a campanha “Prevenção e Combate ao Bullying Escolar: Março Laranja 2026”. O lançamento ocorreu na escola municipal Lírio do Vale, na zona Oeste da capital, e marca o início de uma série de ações educativas voltadas à construção de um ambiente escolar mais seguro e respeitoso.</p>
<p>A campanha integra as estratégias da Semed para prevenir diferentes formas de violência contra crianças e adolescentes dentro das escolas da rede municipal. Neste ano, a iniciativa amplia o debate sobre bullying e cyberbullying, envolvendo estudantes, professores, pais e responsáveis em atividades de conscientização.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Campanha busca prevenir violência nas escolas</h2>
<p>As ações desenvolvidas ao longo do mês envolvem toda a comunidade escolar. O objetivo é evitar situações de violência física, verbal ou psicológica e fortalecer relações baseadas no respeito e na convivência saudável.</p>
<p>Segundo o diretor do Departamento de Apoio à Gestão Escolar (Dage), Luiz Oliveira, a campanha tem papel fundamental na formação dos estudantes.</p>
<p>“Realizamos ações de orientação com os estudantes e com toda a comunidade escolar para evitar situações que possam gerar danos futuros. Não se trata apenas de violência física, mas também de violência verbal e psicológica, que impactam muito o ambiente escolar”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Março Laranja está no calendário oficial de Manaus</h2>
<p>A campanha Março Laranja foi instituída no calendário oficial da cidade pela Lei nº 2.104, de 6 de abril de 2016, dedicada à conscientização e ao enfrentamento do bullying escolar.</p>
<p>A iniciativa também dialoga com a Lei nº 14.811, de 2024, que estabelece medidas de proteção para crianças e adolescentes contra violência em ambientes educacionais e crimes virtuais.</p>
<p>Durante todo o mês de março, as escolas da rede municipal vão promover rodas de conversa, atividades pedagógicas e campanhas educativas com estudantes, professores e famílias.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Escolas reforçam ações de prevenção</h2>
<p>O gestor da escola municipal Lírio do Vale, Hipólito Lessa da Cunha, explicou que o trabalho ganhou mais força neste ano com o apoio da Semed, da Divisão Distrital Zonal (DDZ) e de órgãos de segurança e assistência social.</p>
<p>Segundo ele, iniciativas como palestras e debates já ajudaram a identificar casos que precisavam de acompanhamento.</p>
<p>“A expectativa é grande. Nós já realizamos esse evento na escola, mas agora contamos com mais apoio institucional. Em outras ocasiões, após palestras como essa, conseguimos identificar casos que precisavam de atenção”, destacou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pais e estudantes participam das ações</h2>
<p>Para os pais, as atividades também ajudam a orientar os alunos sobre os riscos do ambiente digital. A mãe da estudante Maria Manuela, do 5º ano, Graciano Libório, disse que o diálogo na escola reforça a orientação feita em casa.</p>
<p>“Hoje as crianças passam muito tempo no celular. Eu sempre monitoro o uso do aparelho da minha filha, mas quando a escola também aborda esse tema, a mensagem ganha mais força”, afirmou.</p>
<p>O estudante do 5º ano, Fabrício Gomes de Souza, destacou que o bullying pode acontecer em diversas situações do cotidiano escolar e até em ambientes virtuais.</p>
<p>“Às vezes alguém coloca o pé para o colega cair, ignora em um trabalho em grupo ou usa apelidos ofensivos. Isso machuca e faz a pessoa se sentir mal. Por isso, o bullying é algo sério e precisa ser combatido”, disse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Campanha segue durante todo o mês</h2>
<p>A campanha é coordenada pela Gerência de Atividades Complementares e Programas Especiais (Gacpe), em parceria com as escolas da rede municipal.</p>
<p>Ao longo de março, a Semed pretende ampliar o diálogo sobre respeito, empatia e convivência saudável, reforçando a proteção de crianças e adolescentes no ambiente escolar.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Março Lilás: Wilson Lima anuncia intensificação de exames e consultas ginecológicas na Semana da Mulher</p>
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		<item>
		<title>EUA investigam 60 países por omissão no combate ao trabalho escravo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/eua-investigam-60-paises-por-omissao-no-combate-ao-trabalho-escravo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 15:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Ustr, do nome original inglês) anunciou que vai apurar se as medidas que 60 países, incluindo o Brasil, adotam para impedir a exportação de bens supostamente produzidos com o emprego de trabalho forçado são suficientes para evitar a concorrência desleal e eventuais prejuízos às empresas estadunidenses. “Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas”, afirmou o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em um comunicado que o Ustr divulgou nesta quinta-feira (12). Entre as nações investigadas estão 60 dos maiores parceiros comerciais dos EUA: China; União Europeia; México; Canadá; Israel; Reino Unido...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Ustr, do nome original inglês) anunciou que vai apurar se as medidas que 60 países, incluindo o Brasil, adotam para impedir a exportação de bens supostamente produzidos com o emprego de trabalho forçado são suficientes para evitar a concorrência desleal e eventuais prejuízos às empresas estadunidenses.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/EUA-investigam-60-paises-por-omissao-no-combate-ao-trabalho.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas”, afirmou o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em um comunicado que o Ustr divulgou nesta quinta-feira (12).</p>
<p>Entre as nações investigadas estão 60 dos maiores parceiros comerciais dos EUA: China; União Europeia; México; Canadá; Israel; Reino Unido e Emirados Árabes, entre outros. Na América Latina, a medida atinge, além de Brasil e México, a Argentina; Colômbia; Costa Rica; Equador; El Salvador; Guatemala; Guiana; Nicarágua; Peru; Uruguai e Venezuela.</p>
<p>“Por muito tempo, trabalhadores e empresas americanas foram forçados a competir com produtores estrangeiros que podem ter uma vantagem de custo artificial obtida com o flagelo do trabalho forçado”, acrescentou Greer, deixando claro que o foco da iniciativa é combater o que as autoridades estadunidenses interpretem como uma prática de concorrência desleal, e não possíveis violações aos direitos humanos.</p>
<p>Vinculada diretamente ao gabinete do presidente dos Estados Unidos, a Ustr é a agência governamental responsável por negociar acordos comerciais com outros países e assessorar o mandatário estadunidense em relação à política comercial. Para começar a apurar se “os atos, políticas e práticas” das 60 economias escrutinadas “são desarrazoados ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos EUA”, a agência se vale de uma lei de 1974, que autoriza o representante comercial a instaurar uma investigação por iniciativa própria.</p>
<p>A Seção 301 da Lei de Comércio visa a combater práticas estrangeiras que os EUA julguem desleais e que afetem seus interesses comerciais. Se a USTR determinar que um país investigado não impôs barreiras capazes de impedir a exportação de bens produzidos com o emprego de trabalho análogo à escravidão, a Casa Branca pode aplicar tarifas punitivas ou restrições comerciais contra esses mesmos produtos.</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<p>Segundo o Ustr, autoridades dos 60 países alvos da iniciativa já foram notificados. O escritório realizará audiências em 28 de abril, para ouvir os argumentos dos interessados. Para garantir que suas considerações sejam levadas em conta, as partes interessadas devem enviar comentários por escrito, solicitações para comparecer à audiência, juntamente com um resumo do depoimento, até 15 de abril de 2026.</p>
<p>A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com os ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e Público do Trabalho (MPT) e aguarda por suas manifestações. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/eua-investigam-60-paises-por-omissao-no-combate-ao-trabalho-escravo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Março de luta: ações intensificam combate à violência contra a mulher</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-a-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 18:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal iniciou, nesta semana, as mobilizações de luta que marcam todo o mês de março pelo Dia Internacional das Mulheres, celebrado no dia 8. Em 2026, o contexto mais evidenciado é o combate à violência contra a mulher, diante dos índices crescentes de feminicídios. O ato inaugural foi organizado pelo Ministério das Mulheres, no domingo (1º), em memória da jovem Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu em dezembro do ano passado, dias após ser atropelada pelo ex-companheiro, Douglas Alves da Silva, e ser arrastada por mais de 1 quilômetro na Marginal Tietê, na zona norte da cidade de São Paulo, ao ficar presa ao carro dele. Nesta quarta-feira (4), o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como Conselhão, realizou o Seminário “Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres”,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal iniciou, nesta semana, as mobilizações de luta que marcam todo o mês de março pelo Dia Internacional das Mulheres, celebrado no dia 8.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-a-violencia-contra-a.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em 2026, o contexto mais evidenciado é o combate à violência contra a mulher, diante dos índices crescentes de feminicídios.</p>
<p>O ato inaugural foi organizado pelo Ministério das Mulheres, no domingo (1º), em memória da jovem Tainara Souza Santos, de 31 anos, que morreu em dezembro do ano passado, dias após ser atropelada pelo ex-companheiro, Douglas Alves da Silva, e ser arrastada por mais de 1 quilômetro na Marginal Tietê, na zona norte da cidade de São Paulo, ao ficar presa ao carro dele.</p>
<p>Nesta quarta-feira (4), o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como Conselhão, realizou o Seminário “Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres”, como parte das atividades do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio. </p>
<p>Os veículos da comunicação pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – Agência Brasil, TV Brasil e Rádio Nacional<em> </em>– entrevistaram a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, para entender melhor os principais desafios do país para pôr fim à violência contra as mulheres e para a promoção da igualdade de gênero.</p>
<p>Confira os principais trechos da entrevista: </p>
<p>Agência Brasil: Em 2025, o Brasil registrou o número recorde de 1.548 feminicídios, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Em média, são quatro mulheres por dia e sabemos que as estatísticas são subnotificadas. O que falta para essas mulheres serem salvas e para terem o direito de continuar existindo?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: Sabemos que os processos de submissão, de subalternidade, de inferioridade, de discriminação das mulheres têm uma raiz estrutural. Desde a continuidade das várias formas da apropriação do corpo da mulher, da vida dela pelos homens e parceiros. O patriarcado cresce em todo o mundo e, com isso, o machismo, a misoginia.</p>
<p>Agência Brasil: Vivemos tempos mais difíceis?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: Recentemente, de 2016 a 2022, vivemos um processo total de destruição da democracia, das relações, de absoluto desrespeito à vida das mulheres. A intolerância total, a impaciência, valores [retrocederam] e certas atitudes passaram a ser cotidianas, normalizadas. Isso é uma porta aberta para todas as violências, inclusive na própria relação afetiva, por exemplo, de uma paquera entre os adolescentes.</p>
<p>Agência Brasil: Quais retrocessos foram observados?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: O que aconteceu no governo anterior foi péssimo, nós retrocedemos, porque aquilo que tínhamos avançado e feito para que os conselhos funcionassem, as conferências falassem, que tivessem as denúncias, que os serviços fossem ampliados, que a gente tivesse escala nacional retrocedeu. Todas nós adoecemos.</p>
<p>A partir de 2023, essa reconstrução que o presidente Lula assumiu não é simples. Desde então, voltamos ao processo de acordo, de negociação, de entendimento, de boa vontade.</p>
<p>Agência Brasil: Como reagir às violências que não recuam?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: Nós não podemos admitir nenhum tipo de retrocesso em relação às conquistas das mulheres. Esse é um embate permanente, porque ao mesmo tempo em que as mulheres passam a ser a comandante do avião, por exemplo, ou chegam à Presidência da República ou a qualquer outro cargo, por outro lado, isso ainda incomoda muitos homens que ficam indignados. Há um ressentimento mesmo.</p>
<p>Agência Brasil: A Lei Maria da Penha (nº 11.340/2006) estabelece medidas protetivas de urgência para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. No entanto, a falta ou a demora na concessão de medidas protetivas de urgência expõe as vítimas a riscos severos. Mesmo as mulheres que contam com esses recursos concedidos pelo Judiciário não estão totalmente protegidas. Porque os agressores ignoram o monitoramento de tornozeleiras eletrônicas e voltam a representar uma ameaça; rondam o lar ou o trabalho da vítima; e praticam violências. A falha nesse ponto reforça a sensação de impunidade?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: Depois da denúncia, há municípios em que a medida protetiva é concedida em quatro horas. Mas há lugares que demoram até 20 dias e isso interfere e custa a vida de mulheres. Comentaram comigo em uma localidade que, com a Patrulha Maria da Penha, não houve nenhum feminicídio com mulheres com medidas protetivas em execução.</p>
<p>Nós precisamos de delegacias especializadas que funcionem nos fins de semana, nos feriados, justamente quando mais acontecem as situações de violência. Às vezes, as mulheres vão às delegacias registrar queixa, os próprios agentes ou delegados perguntam: &#8220;Mas, você tem certeza que você quer denunciar? Isso não vai te prejudicar?” </p>
<p>Nós temos lacunas: precisamos de muito mais equipes da Patrulha Maria da Penha nos municípios, precisamos do sistema de justiça e de quem vai fazer o julgamento, que cumpra o protocolo de gênero.</p>
<p>Agência Brasil: Há cerca de um mês, os Três Poderes assinaram o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. Este compromisso representa a compreensão de que a violência contra mulheres exige ação contínua e conjunta, responsabilidade institucional e mudança de comportamentos?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: Nós temos leis, resoluções e regras importantíssimas, mas faltam, de fato, escala e uma postura de responsabilidade de todos os sistemas. Sem essa integração entre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, a gente não caminha. Por isso, esse Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio é tão importante e decisivo.</p>
<p>Agora, estamos fazendo esse mapeamento para saber qual é o fluxo, para onde a mulher tem que ser encaminhada, o que compete a cada área fazer nas localidades. Em cada estado é diferente.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-a-violencia-contra-a.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 27/12/2026 - Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, durante entrevista com a TV Brasil e Agência Brasil. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta"> Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, durante entrevista com a TV Brasil e Agência Brasil. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Agência Brasil: Muitos casos de feminicídios aparecem nas estatísticas como homicídios, sem considerar que está caracterizada ali a violência de gênero, a misoginia. Como mudar a realidade da subnotificação de casos para que os números reais contribuam para a construção de políticas públicas de proteção efetiva e de responsabilização dos agressores?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: A Lei do Feminicídio (Nº 13.104) de 2015 fez a tipificação do feminicídio, o que facilitou muito [o registro de casos]. Talvez, também por isso, os números [de feminicídios] tenham aumentado.</p>
<p>Se toda morte de mulher for imediatamente registrada como feminicídio, isso nos ajuda, porque depois, com a investigação e com o processo concluído, é possível dizer se foi feminicídio ou não. Toda vez que viajo para um estado, nossa equipe [do MMulheres] conversa com as autoridades para entender como os registros são feitos em cada município.</p>
<p>Agência Brasil: O relatório &#8220;Mulheres, Empresas e o Direito&#8221;, publicado anualmente pelo Banco Mundial, com cerca de 190 países, revela que nenhuma economia do planeta garante igualdade plena de direitos profissionais e econômicos entre mulheres e homens. Mesmo nos países com melhor desempenho, as mulheres detêm, no máximo, dois terços dos direitos legais concedidos aos homens.</p>
<p>O relatório estima que fechar essa lacuna de gênero poderia aumentar o PIB &#8211; (Produto Interno Bruto &#8211; riqueza produzida no país) global em mais de 20%. Embora tenha havido, no mundo, evolução na criação de leis (como a de igualdade salarial no Brasil), existem problemas graves na implementação e na execução dessas políticas como fiscalização e transparência. O que acontece no Brasil e o que tem sido feito para reparar os desequilíbrios, ministra?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: A Lei de igualdade salarial é uma responsabilidade dos Ministérios das Mulheres e do Trabalho e Emprego e outras pastas. O quarto relatório [de Transparência Salarial] mostra uma diferença de 21,2% de salário a menor para as mulheres que têm a mesma função dos homens. Não tem razão para isso.</p>
<p>O presidente Lula falou: &#8220;A lei é clara, é a mesma função, o mesmo salário. Se não tiver isso, tem que pagar multa, tem que ser penalizado.” Isso é uma responsabilidade.</p>
<p>Agência Brasil: A independência financeira contribui para que a mulher saia de um relacionamento abusivo e possa garantir sua sobrevivência e a de seus dependentes. Mas, sozinha não é suficiente para romper ciclos de violência. Quais são as alternativas?</p>
<p>Ministra Márcia Lopes: O Brasil tem criado mecanismos e espaços. Outra lei federal determina que todas as empresas que ganham licitação de órgãos públicos, 8% das contratações têm que ser para as mulheres vítimas de violência. Agora, precisa ser absorvido, ser assimilado pela economia, pela sociedade. Como ter um compromisso ético-político. Senão, as mesmas pessoas que reclamem e que criticam o feminicídio e as violências, ajudam a reproduzir essas mesmas violações, se não cumprirem aquilo que lhe cabe enquanto empresários, agentes públicos ou parlamentares. A defesa da igualdade de gênero tem que ser uma meta, um desejo, um compromisso de toda a sociedade.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772650625_671_Marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-a-violencia-contra-a.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Sao Paulo (SP)-01/03/2026.  &#13;&#10;Um ato no domingo em memória de Tainara Souza&#13;&#10;Santos, de 31 anos, que morreu após ser atropelada e arrastada pelo ex-companheiro em São Paulo, irá marcar o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. &#13;&#10;Organizado pelo Ministério das Mulheres, o local escolhido para o ato é a Marginal Tietê, na zona norte da cidade de São Paulo, onde Tainara foi agredida, atropelada pelo ex-companheiro Douglas Alves da Silva e arrastada por mais de 1 quilômetro ao ficar presa ao carro dele, em 29 de novembro do ano passado. O ato contou com a presença das&#13;&#10;ministras Márcia Lopes, Marina Silva , Sônia Guajajara e do Ministro Paulo Teixeira e a mãe Luciane ( mãe da vítima Taynara). Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta rtecenter">Ato em memória de Tainara Souza Santos marcou o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p><em>*Com Kelly Oliveira, repórter da TV Brasil; e</em></p>
<p><em>*Sayonara Moreno, repórter da Rádio Nacional.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/marco-de-luta-acoes-intensificam-combate-violencia-contra-mulher" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Combate ao feminicídio requer mudança cultural, defende Janja</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-janja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 21:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil atingiu o recorde de 1.470 mulheres mortas no ano passado. A socióloga e primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, acredita que o fato de os homens terem projeção no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio revela uma convergência de esforços para que as medidas contra a morte de mulheres possam avançar no país.  O pacto é importante porque o objetivo é que as mulheres sejam protegidas, ressaltou Janja, acrescentando, no entanto, que é preciso melhorar o monitoramento do agressor. “A gente quer que a engrenagem funcione”, sustentou, ao participar nesta terça-feira (3) do Programa Sem Censura, da TV Brasil.  Para a primeira-dama, é necessário falar sobre o tema do feminicídio, mas também agir.  “Não se pode normalizar esses crimes que acontecem no Brasil e no mundo, porque existe...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil atingiu o recorde de 1.470 mulheres mortas no ano passado. A socióloga e primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, acredita que o fato de os homens terem projeção no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio revela uma convergência de esforços para que as medidas contra a morte de mulheres possam avançar no país. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-Janja.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O pacto é importante porque o objetivo é que as mulheres sejam protegidas, ressaltou Janja, acrescentando, no entanto, que é preciso melhorar o monitoramento do agressor.</p>
<p>“A gente quer que a engrenagem funcione”, sustentou, ao participar nesta terça-feira (3) do <em>Programa Sem Censura</em>, da TV Brasil. </p>
<p>Para a primeira-dama, é necessário falar sobre o tema do feminicídio, mas também agir. </p>
<p>“Não se pode normalizar esses crimes que acontecem no Brasil e no mundo, porque existe um discurso de ódio muito violento nas redes sociais”, alertou. </p>
<p>“E isso não tem limite de acesso [a esse discurso] e de idade”, destacou, ressaltando que são mais de 140 canais nas redes sociais que disseminam discursos de ódio contra as mulheres.</p>
<p>Janja disse se orgulhar de ter levado o tema do feminicídio para o centro do governo e fazer com que os poderes caminhem juntos para uma solução. </p>
<p>Ela lembrou que a ideia do pacto ter representantes dos Três Poderes é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, algo inédito no mundo.</p>
<p>Na avaliação da socióloga e primeira-dama, a questão do feminicídio atinge todas as mulheres, uma vez que progressistas e conservadoras morrem do mesmo jeito. </p>
<p>“Da mesma bala e da mesma faca”, afirmou. </p>
<p>O Comitê Interinstitucional do Pacto apresentará nesta quarta-feira (4), em Brasília, as principais ações que unificam esse esforço, visando chegar a uma sociedade em que as mulheres se sintam seguras no ambiente de trabalho, na rua e em casa. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-Janja.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/03/2026 - A primeira dama Janja Lula da Silva participa do programa Sem Censura, da TV Brasil, com a apresentadora Cissa Guimarães. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Primeira-dama Janja Lula da Silva (C), diretora da TV Brasil, Antônia Pellegrino (D) e Daniela Grelin (E), do No More Foundation, no programa Sem Censura, com a apresentadora Cissa Guimarães &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil<br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
<p>Para a primeira-dama, é preciso entender que a responsabilidade é de cada um e também do Estado brasileiro. </p>
<p>“Esse rumo é que a gente precisa corrigir”, defendeu. </p>
<p>Janja deixou claro que o principal papel do pacto é a mudança cultural, e que acredita que nas novas gerações essa mudança possa ser efetivada.</p>
<p>A apresentadora do <em>Sem Censura</em>, Cissa Guimarães, recebeu também no programa a diretora executiva da organização global No More Foundation, Daniela Grelin, que propõe ações de mobilização social para dar um basta à violência contra a mulher no Brasil.</p>
<p>A diretora de Conteúdo e Programação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Antonia Pellegrino, apresentou no programa a campanha <em>Feminicídio Nunca Mais</em>, realizada pela TV Brasil em parceria com a No More Foundation, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). </p>
<p>A campanha será lançada logo mais à noite, no Santuário do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-janja" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Cristo será iluminado em campanha de combate à violência de gênero</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cristo-sera-iluminado-em-campanha-de-combate-a-violencia-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 10:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CAMPANHA]]></category>
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		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (3), às 20h, será lançada uma iniciativa de conscientização e prevenção da violência contra mulheres e meninas que utilizará o ciclo de preparação para a Copa do Mundo FIFA 2027 de futebol feminino como plataforma de mobilização social. Para marcar o lançamento da Campanha “Feminicídio Nunca Mais”, o monumento do Cristo Redentor será iluminado na cor teal (verde-azulado) — símbolo global de solidariedade às sobreviventes de violência e de compromisso com a mudança cultural. A iniciativa é coliderada pela NO MORE Foundation, organização global dedicada ao enfrentamento da violência doméstica e sexual, em parceria estratégica com a Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e o Consórcio Cristo Sustentável, formado pelo Santuário Cristo Redentor, pela Obra Social Leste Um – O Sol e pelo Instituto Redemptor. Como parte...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (3), às 20h, será lançada uma iniciativa de conscientização e prevenção da violência contra mulheres e meninas que utilizará o ciclo de preparação para a Copa do Mundo FIFA 2027 de futebol feminino como plataforma de mobilização social.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Cristo-sera-iluminado-em-campanha-de-combate-a-violencia-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para marcar o lançamento da Campanha “Feminicídio Nunca Mais”, o monumento do Cristo Redentor será iluminado na cor <em>teal</em> (verde-azulado) — símbolo global de solidariedade às sobreviventes de violência e de compromisso com a mudança cultural.</p>
<p>A iniciativa é coliderada pela NO MORE Foundation, organização global dedicada ao enfrentamento da violência doméstica e sexual, em parceria estratégica com a Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e o Consórcio Cristo Sustentável, formado pelo Santuário Cristo Redentor, pela Obra Social Leste Um – O Sol e pelo Instituto Redemptor.</p>
<p>Como parte da campanha, a TV Brasil vai veicular nos intervalos dos jogos uma campanha de conscientização com a participação de atletas, como Raí e Formiga. Emissora pública da EBC, a TV Brasil é a maior detentora de direitos de transmissão do futebol feminino no país.</p>
<p>O anúncio ocorre durante a NO MORE Week, mobilização global anual dedicada à conscientização sobre o impacto da violência doméstica e sexual. A Embratur apoiará ações voltadas à promoção do Brasil como destino seguro e comprometido com valores contemporâneos de equidade, diversidade e responsabilidade social — dimensões cada vez mais determinantes na escolha de destinos turísticos globais.</p>
<h2>Prêmio TV Brasil Petrobras para Elas</h2>
<p>No mesmo horário e local, será lançado, aos pés do Cristo Redentor, o Prêmio TV Brasil Petrobras para Elas, iniciativa inédita da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) em parceria com a Petrobras. A premiação nasce com o propósito de ser o principal reconhecimento anual do futebol feminino brasileiro, unindo excelência esportiva, fortalecimento institucional e compromisso social.</p>
<p>O Prêmio TV Brasil Petrobras para Elas será concedido para preencher uma lacuna histórica: a inexistência, no Brasil, de uma premiação exclusiva dedicada ao futebol feminino. A votação para o prêmio será feita entre as capitãs e treinadoras e treinadores das equipes brasileiras. O prêmio também terá uma categoria “Futebol Feminino Contra o Feminicídio”.</p>
<p>Serviço: Lançamento da Campanha “Feminicídio Nunca Mais” e do Prêmio TV Brasil Petrobras para Elas – 3 de março de 2026, a partir das 20h, no Santuário Cristo Redentor, no Rio de Janeiro (RJ)</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/cristo-sera-iluminado-em-campanha-de-combate-violencia-de-genero" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cristo-sera-iluminado-em-campanha-de-combate-a-violencia-de-genero/">Cristo será iluminado em campanha de combate à violência de gênero</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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