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	<title>comissão Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>comissão Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Comissão enfrentará &#8220;sistema organizado de opressão&#8221;, diz Erika Hilton</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/comissao-enfrentara-sistema-organizado-de-opressao-diz-erika-hilton/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 19:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) disse que a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados terá, entre seus desafios, o de enfrentar o que classifica como um “sistema organizado de opressão, desigualdade, injustiça e ódio” contra muitos grupos que historicamente viveram à margem da sociedade. Eleita recentemente presidente da comissão, a deputada participou, nesta segunda-feira (23), do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional. Durante o programa, ela disse ter acionado a Justiça Eleitoral contra a deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL-SP), pelo uso de cotas destinadas à população negra em sua campanha, ao se declarar parda, o que, na avaliação de Erika, configura fraude eleitoral. A deputada federal criticou também o uso de blackface por parte de Fabiana, atitude adotada pela parlamentar estadual para atacar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) disse que a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados terá, entre seus desafios, o de enfrentar o que classifica como um “sistema organizado de opressão, desigualdade, injustiça e ódio” contra muitos grupos que historicamente viveram à margem da sociedade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Comissao-enfrentara-sistema-organizado-de-opressao-diz-Erika-Hilton.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Eleita recentemente presidente da comissão, a deputada participou, nesta segunda-feira (23), do programa <em>Alô Alô Brasil</em>, da Rádio Nacional.</p>
<p>Durante o programa, ela disse ter acionado a Justiça Eleitoral contra a deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL-SP), pelo uso de cotas destinadas à população negra em sua campanha, ao se declarar parda, o que, na avaliação de Erika, configura fraude eleitoral.</p>
<p>A deputada federal criticou também o uso de blackface por parte de Fabiana, atitude adotada pela parlamentar estadual para atacar outra parlamentar. </p>
<p>Blackface é uma prática em que uma pessoa branca pinta o rosto de preto para imitar, de forma caricata, uma pessoa negra.</p>
<p>Segundo Erika Hilton, tal atitude configura prática racista, violenta e grave, que ultrapassa todos os limites do debate político e da convivência social.</p>
<h2>Prioridades</h2>
<p>Na entrevista, a deputada federal apresentou algumas de suas prioridades à frente da comissão para a qual foi eleita, como o enfrentamento à misoginia alimentada pelo discurso de ódio, algo que, na avaliação da deputada, acabou sendo reforçado por meio dos ambientes digitais, tanto contra mulheres, quanto contra pessoas trans, crianças e minorias que, historicamente, foram colocadas à margem da sociedade.</p>
<p>A deputada Erika Hilton lembrou que, graças a uma série de conquistas, esses grupos conquistaram espaços, mas que tudo foi obtido por meio de muita luta e políticas públicas, algo que, segundo ela, não foi bem recebido por uma camada conservadora da sociedade.</p>
<p>“Há uma guerra de narrativas contra esses grupos cuja presença nesses lugares ainda parece muito incômoda para essas pessoas [conservadoras]”, disse ao defender que democracia pressupõe diversidade e que, por isso, carrega em sua essência maior representação de grupos diversos.</p>
<h2>Conceito de mulher</h2>
<p>A deputada reiterou seus posicionamentos em favor da ampliação do conceito de mulher, afirmando que essa compreensão não deve estar restrita a questões biológicas. </p>
<p>Erika Hilton respondeu às críticas de que uma mulher trans não teria condições de presidir adequadamente uma comissão voltada à garantia de direitos para mulheres.</p>
<p>“A biologia não foi importante quando nós olhamos para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo ou para Câmara Municipal, quando só homens ocuparam a Comissão de Defesa do Direito das Mulheres”, argumentou.</p>
<p>“E mulher não é apenas um ser biológico. Mulher é um ser social, cultural, político e material também”, acrescentou.</p>
<p>Ela disse que muitas das parlamentares que a criticaram “estão atreladas ao PDL da Pedofilia e ao PL do Estupro”, referindo-se às proposições legislativas voltadas a garantir atendimento humanizado a crianças e adolescentes vítimas de estupro.</p>
<p>Segundo Erika Hilton, muitas dessas mulheres parlamentares também votaram contra propostas que visavam igualdade salarial entre homens e mulheres.</p>
<p>“Como elas podem se sentir autorizadas a tentar desqualificar minha presidência, quando suas atuações políticas sempre foram contra a dignidade das mulheres e das meninas brasileiras? Isso não tem a ver com o discurso que elas querem colocar. Isso tem a ver com preconceito e com o ódio”, afirmou.</p>
<h2>Ambiente digital</h2>
<p>Erika Hilton defendeu também que o Legislativo brasileiro avance contra a onda de violência praticada no ambiente digital, mas que acaba sendo estendida para o mundo real, resultando na cultura de estupro, feminicídio e de ódio às mulheres.</p>
<p>“Jovens são cooptados em plataformas que eram para ser de jogos e viram de organizações de torturas e até de assassinatos de animais. Precisamos garantir e avançar legislações, definindo responsabilidades e [criando] mecanismos de controle e segurança para os pais, e de proteção a crianças, adolescentes e mulheres. Caso contrário, esse ambiente vira terra sem lei”, complementou.</p>
<p>A Agência Brasil entrou em contato com o gabinete da deputada Fabiana Bolsonaro, e está aberta à manifestações.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/comissao-enfrentara-sistema-organizado-de-opressao-diz-erika-hilton" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Câmara: Comissão de Direitos da Mulher elege primeira presidente trans</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/camara-comissao-de-direitos-da-mulher-elege-primeira-presidente-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 11:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados elegeu, nesta quarta-feira (11), a deputada Erika Hilton (Psol-SP) para presidir o colegiado neste ano. Ela recebeu 11 votos contra dez votos em branco. Ela substitui a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG). No discurso de posse, ela lembrou que é a primeira mulher trans a presidir a comissão e disse que pretende conduzir a gestão com diálogo e defesa dos direitos das mulheres. “Esta presidência não é apenas um nome, é o símbolo de uma democracia que se expande. Minha gestão tratará de todas as mulheres: das mães solo, das mulheres trabalhadoras, das mulheres negras, indígenas e das que lutam por sobrevivência e dignidade em todos os cantos deste país.” Prioridades Entre as prioridades anunciadas pela nova gestão estão:...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados elegeu, nesta quarta-feira (11), a deputada Erika Hilton (Psol-SP) para presidir o colegiado neste ano. Ela recebeu 11 votos contra dez votos em branco. Ela substitui a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Camara-Comissao-de-Direitos-da-Mulher-elege-primeira-presidente-trans.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No discurso de posse, ela lembrou que é a primeira mulher trans a presidir a comissão e disse que pretende conduzir a gestão com diálogo e defesa dos direitos das mulheres.</p>
<p>“Esta presidência não é apenas um nome, é o símbolo de uma democracia que se expande. Minha gestão tratará de todas as mulheres: das mães solo, das mulheres trabalhadoras, das mulheres negras, indígenas e das que lutam por sobrevivência e dignidade em todos os cantos deste país.”</p>
<h2>Prioridades</h2>
<p>Entre as prioridades anunciadas pela nova gestão estão:</p>
<ul>
<li>fiscalizar a rede de proteção e as Casas da Mulher Brasileira;</li>
<li>enfrentar a violência política de gênero;</li>
<li>promover políticas de saúde integral para as mulheres.</li>
</ul>
<h2>Críticas da oposição</h2>
<p>Deputadas de oposição lamentaram a eleição de Erika Hilton e afirmaram que a comissão deveria ser presidida por uma mulher cisgênero. Elas também criticaram o que chamaram de “ideologização” da comissão.</p>
<p>“Não podemos concordar com a entrega desta comissão, que deveria zelar pela dignidade da mulher, da vida e da família, a uma pauta que desvirtua a própria essência feminina”, disse Chris Tonietto (PL-RJ).</p>
<p>A deputada Clarissa Tércio (PP-PE) afirmou que a presidência da comissão deveria ser ocupada por uma &#8220;mulher de fato&#8221;. Para ela, a escolha de Erika Hilton representa um retrocesso para a pauta feminina e uma afronta aos valores que ela defende como representante de um segmento conservador.</p>
<p>&#8220;Nós não podemos nos calar diante do que estamos vendo. Esta comissão é das mulheres, e nós queremos ser representadas por mulheres de verdade, que entendem a nossa natureza e os nossos desafios biológicos.&#8221;</p>
<h2>Pluralidade</h2>
<p>A deputada Laura Carneiro, eleita 1ª vice-presidente da Comissão, enfatizou que o foco do trabalho deve ser a vida das mulheres brasileiras, independentemente de ideologias.</p>
<p>&#8220;Esta comissão tem uma história de muitas lutas e conquistas. Como vice-presidente, meu compromisso é trabalhar ao lado da presidência e de todas as colegas para que o nosso foco seja um só: o direito e a dignidade de cada mulher deste País.&#8221; </p>
<p>A deputada Erika Kokay (PT-DF) destacou a instalação do colegiado como um momento de resistência. Ela defendeu a legitimidade da presidência eleita e criticou as tentativas de interditar o debate por meio de preconceitos. </p>
<p>Para a deputada, a comissão deve ser um espaço que acolha a diversidade de todas as mulheres brasileiras, sem exclusões.</p>
<p>&#8220;Nós não vamos aceitar que esta Casa seja palco para o ódio. Esta comissão trabalhará pela vida das mulheres, pela igualdade e, sobretudo, para que o Estado Brasileiro cumpra o seu papel de proteger quem está em vulnerabilidade.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/camara-comissao-de-direitos-da-mulher-elege-primeira-presidente-trans" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Comissão sobre penduricalhos inicia trabalhos amanhã no STF</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/comissao-sobre-penduricalhos-inicia-trabalhos-amanha-no-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 14:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[amanhã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comissão técnica criada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir os chamados penduricalhos aos salários do funcionalismo público tem a primeira reunião marcada para a manhã desta quarta-feira (4), às 10h, quando deverá iniciar o debate sobre regras de transição que garantam o respeito ao teto constitucional para a remuneração dos servidores.  A portaria que criou a comissão foi publicada na noite desta segunda-feira (2) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. O documento detalha o cronograma dos trabalhos, com reuniões semanais até 20 de março, quando deverá ser entregue um relatório final.  De acordo com a portaria, o grupo poderá ouvir especialistas, representantes de órgãos públicos e privados, entidades acadêmicas e membros da sociedade civil.  A criação do grupo foi resultado de uma articulação entre as...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A comissão técnica criada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir os chamados penduricalhos aos salários do funcionalismo público tem a primeira reunião marcada para a manhã desta quarta-feira (4), às 10h, quando deverá iniciar o debate sobre regras de transição que garantam o respeito ao teto constitucional para a remuneração dos servidores. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Comissao-sobre-penduricalhos-inicia-trabalhos-amanha-no-STF.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A portaria que criou a comissão foi publicada na noite desta segunda-feira (2) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. O documento detalha o cronograma dos trabalhos, com reuniões semanais até 20 de março, quando deverá ser entregue um relatório final. </p>
<p>De acordo com a portaria, o grupo poderá ouvir especialistas, representantes de órgãos públicos e privados, entidades acadêmicas e membros da sociedade civil. </p>
<p>A criação do grupo foi resultado de uma articulação entre as cúpulas dos Três Poderes para resolver a questão, após decisões liminares dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes suspenderem abruptamente o pagamento de qualquer penduricalho. </p>
<p>São classificados como penduricalhos todas as verbas pagas a título de indenização por diversos órgãos por fora do teto constitucional, que equivale ao salário de um ministro do Supremo, atualmente em R$ 43,6 mil.  </p>
<p>A tendência é que um acordo sobre o tema seja votado pelo Supremo no dia 25 de março, quando o plenário da Corte deve retomar o julgamento das decisões que suspenderam o pagamento de penduricalhos nos Três Poderes.</p>
<p>Na semana passada, o julgamento do caso foi iniciado, mas os ministros decidiram adiar a votação para analisar a complexidade do tema. </p>
<p>No dia 5 de fevereiro, Dino determinou a suspensão dos penduricalhos que não estão previstos em lei. A decisão deve ser aplicada pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, nas esferas federal, estadual e municipal, que terão prazo de 60 dias para revisar e suspender pagamento dessas verbas indenizatórias que não respeitam o teto. O ministro Gilmar Mendes também suspendeu os pagamentos a juízes e membros do Ministério Público.</p>
<p>Confira abaixo os integrantes da comissão técnica: </p>
<p>Poder Judiciário</p>
<ul>
<li>Bruno César de Oliveira Lopes</li>
<li>Clara da Mota Santos Pimenta Alves</li>
<li>Desdêmona Arruda</li>
<li>José Gomes Filho</li>
<li>Roberto Dalledone Machado Filho</li>
</ul>
<p>Senado </p>
<ul>
<li>Ana Paula de Magalhães Albuquerque Lima</li>
<li>Danilo Augusto Barboza de Aguiar</li>
<li>Gabrielle Tatith Pereira</li>
<li>Ilana Trombka</li>
</ul>
<p>Câmara dos Deputados</p>
<ul>
<li>Guilherme Brandão</li>
<li>Jules Michelet</li>
<li>Lucas Ribeiro</li>
<li>Sabá Cordeiro</li>
</ul>
<p>Governo Federal </p>
<ul>
<li>Dario Durigan (Secretário Executivo do Ministério da Fazenda)</li>
<li>Flávio José Roman (Advogado-Geral da União)</li>
<li>Representante da Casa Civil da Presidência da República</li>
<li>Representante do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos</li>
</ul>
<p>Instituições convidadas:</p>
<p>Procuradoria-Geral da República</p>
<ul>
<li>Carlos Vinícius Alves Ribeiro</li>
<li>Eliane Peres Torelly de Carvalho</li>
<li>Ubiratan Cazetta</li>
</ul>
<p>Tribunal de Contas da União</p>
<ul>
<li>Alessandro Giuberti Laranja</li>
<li>Cláudia Regina Bezerra Jordão</li>
<li>Cristiano Brilhante de Souza Egbert Nascimento Buarque</li>
</ul>
<p>Defensoria Pública da União</p>
<ul>
<li>Thomas de Oliveira Gonçalves</li>
<li>Thiago Moreira Parry</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/comissao-sobre-penduricalhos-inicia-trabalhos-amanha-no-stf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Fachin pede indicação de nomes para comissão sobre penduricalhos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fachin-pede-indicacao-de-nomes-para-comissao-sobre-penduricalhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 00:21:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[comissão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, solicitou nesta quinta-feira (26) que o Congresso e o governo federal indiquem representantes para a comissão que foi criada para propor um regime de transição para o pagamento dos chamados penduricalhos. Na terça-feira (24), o Supremo e a cúpula do Congresso deram o primeiro passo para regulamentar o pagamento dos penduricalhos e decidiram fechar um acordo para a criação de regras de transição para as verbas extrateto. A proposta deve ser fechada em até 30 dias. Fachin enviou ofícios para os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, além dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, da Casa Civil, Rui Costa, e a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. A tendência...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, solicitou nesta quinta-feira (26) que o Congresso e o governo federal indiquem representantes para a comissão que foi criada para propor um regime de transição para o pagamento dos chamados penduricalhos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Fachin-pede-indicacao-de-nomes-para-comissao-sobre-penduricalhos.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na terça-feira (24), o Supremo e a cúpula do Congresso deram o primeiro passo para regulamentar o pagamento dos penduricalhos e decidiram fechar um acordo para a criação de regras de transição para as verbas extrateto. A proposta deve ser fechada em até 30 dias.</p>
<p>Fachin enviou ofícios para os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, além dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, da Casa Civil, Rui Costa, e a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.</p>
<p>A tendência é que o acordo seja votado pelo Supremo no dia 25 de março, quando a Corte vai retomar o julgamento as decisões que suspenderam o pagamento de penduricalhos nos Três Poderes, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.</p>
<p>Na sessão desta quinta-feira (26), o julgamento do caso foi iniciado, mas os ministros decidiram adiar a votação para analisar a complexidade do tema. </p>
<p>No dia 5 de fevereiro, Dino determinou a suspensão dos penduricalhos que não estão previstos em lei. A decisão deve aplicada pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, nas esferas federal, estadual e municipal, que terão prazo de 60 dias para revisar e suspender pagamento dessas verbas indenizatórias que não respeitam o teto.</p>
<p>Gilmar Mendes também suspendeu os pagamentos a juízes e membros do Ministério Público.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/fachin-pede-indicacao-de-nomes-para-comissao-sobre-penduricalhos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fachin-pede-indicacao-de-nomes-para-comissao-sobre-penduricalhos/">Fachin pede indicação de nomes para comissão sobre penduricalhos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Comissão do Senado aprova isenção do IR para quem ganha até RS 5 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 17:27:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por unanimidade, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE)  aprovou, nesta quarta-feira (5), o projeto de lei (PL) do Executivo que isenta do Imposto de Renda (IR) os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês. A medida ainda reduz o IR, gradualmente, para aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7.350. O texto segue para o plenário do Senado com previsão de votar ainda nesta quarta-feira. Se aprovado, segue para sanção presidencial. Se sancionado até o final do ano, a redução do IR passa a valer a partir de janeiro de 2026. Atualmente, é isento do IR quem ganha até dois salários mínimos (R$ 3.036 por mês). O governo calcula que cerca de 25 milhões de brasileiros vão pagar menos impostos, enquanto outros 200 mil contribuintes terão algum...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-id="cb245ad" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-content.default">
<p>Por unanimidade, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE)  aprovou, nesta quarta-feira (5), o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2868788&amp;filename=PL%201087/2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener">projeto de lei (PL) do Executivo</a> que isenta do Imposto de Renda (IR) os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês.</p>
<p>A medida ainda reduz o IR, gradualmente, para aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7.350.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Comissao-do-Senado-aprova-isencao-do-IR-para-quem-ganha.png?resize=1%2C1&#038;ssl=1" width="1" height="1" data-lazyloaded="1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Comissao-do-Senado-aprova-isencao-do-IR-para-quem-ganha.gif?resize=1%2C1&#038;ssl=1" width="1" height="1" data-lazyloaded="1" /></p>
<p>O texto segue para o plenário do Senado com previsão de votar ainda nesta quarta-feira.</p>
<p>Se aprovado, segue para sanção presidencial. Se sancionado até o final do ano, a redução do IR passa a valer a partir de janeiro de 2026.</p>
<p>Atualmente, é isento do IR quem ganha até dois salários mínimos (R$ 3.036 por mês).</p>
<p>O governo calcula que cerca de 25 milhões de brasileiros vão pagar menos impostos, enquanto outros 200 mil contribuintes terão algum aumento na tributação.</p>
<p>O relator na CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), rejeitou as 11 emendas apresentadas alegando que a medida poderia atrasar a sanção do projeto e adiar, para janeiro de 2027, o início das novas regras.</p>
<p>O relator lembrou que a legislação exige que mudanças tributárias sejam feitas no ano anterior ao aplicado, o que obriga que o tema seja sancionado até o final deste ano.</p>
<p>Para compensar a perda de arrecadação, o projeto prevê uma alíquota extra progressiva de até 10% para aqueles que recebem mais de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil por mês. O texto também estabelece a tributação para lucros e dividendos remetidos para o exterior com alíquota de 10%.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Oposição</h2>
<p>A decisão do relator Renan Calheiros de não aceitar mudanças no <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-08/camara-aprova-urgencia-para-isencao-do-ir-de-quem-ganha-ate-r-5-mil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">texto oriundo da Câmara dos Deputados</a> foi criticada pela oposição, que gostaria de ver suas propostas analisadas.</p>
<p>“Vamos botar a digital do Senado aqui. Nós somos a Casa revisora, não podemos perder essa função e ter medo de exercer essa função”, criticou o senador Carlos Portinho (PL-RJ).</p>
<p>O senador fez críticas à tributação sobre profissionais liberais que se transformam em pessoa jurídica (PJ) e que terão que pagar sobre lucros e dividendos.</p>
<p>“A pessoa jurídica vai pagar e o profissional liberal vai pagar quando receber os seus dividendos, é isso mesmo que querem? Esses são os super-ricos? Não são”, reclamou.</p>
<p>No relatório, Renan Calheiros pontuou que será “residual” os casos de profissionais liberais que terão que pagar o tributo. “Em regra, os profissionais liberais com renda de R$ 1,2 milhão por ano pagam IRPF acima de 10%. Caso não paguem, eles passarão a estar sujeitos à tributação mínima”, explicou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ricos</h2>
<p>A alíquota extra máxima de 10% será cobrada de quem ganha a partir de R$ 1,2 milhão por ano, ou R$ 100 mil por mês. Foi mantida ainda a tributação de 10% sobre dividendos enviados ao exterior prevista no projeto original do Executivo.</p>
<p>Os dividendos são a parcela do lucro que as empresas pagam aos acionistas e, desde a década de 1990, são isentos de IR. Porém, a Câmara instituiu três exceções à cobrança sobre dividendos: quando remetidos para governos estrangeiros, desde que haja reciprocidade de tratamento; remessas a fundos soberanos e remessas a entidades no exterior que administram benefícios previdenciários.</p>
<p>A proposta também prevê mecanismos de compensação de possíveis perdas de arrecadação do Imposto de Renda para estados e municípios e o Distrito Federal.</p>
<p>Pelos cálculos, o governo federal conseguirá, entre 2026 e 2028, uma receita com superávit de cerca de R$ 12,27 bilhões, valor que deverá ser usado para compensar, caso haja, perdas de estados, do Distrito Federal e de municípios em razão da redução da arrecadação do Imposto de Renda incidente sobre os rendimentos de seus próprios servidores.</p>
<p><em>Por Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil<br />
</em></p>
</div>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/senado-aprova-isencao-do-imposto-de-renda-para-trabalhadores-com-salario-de-ate-r-5-mil/">Senado aprova isenção do Imposto de Renda para trabalhadores com salário de até R$ 5 mil</a></li>
</ul>
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		<title>Motta anuncia comissão para reforma administrativa; entenda os principais pontos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 13:49:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (25/8) a criação de uma comissão geral para debater a reforma administrativa. A decisão, divulgada nas redes sociais, marca o início de uma nova fase na tentativa de modernizar o Estado e enfrentar os privilégios do serviço público. Segundo Motta, “o Brasil precisa de coragem para enfrentar suas verdades. E uma delas é inescapável: o Estado brasileiro não está funcionando na velocidade da sociedade”. Para ele, a máquina pública não acompanha as demandas da população, e quem paga essa conta é sempre o cidadão. O texto da proposta foi apresentado pelo relator, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), e traz mudanças profundas nas regras do funcionalismo. A ideia é reduzir privilégios, dar mais transparência e tornar o serviço público mais eficiente, especialmente...</p>
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<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (25/8) a criação de uma comissão geral para debater a reforma administrativa.</p>
<p>A decisão, divulgada nas redes sociais, marca o início de uma nova fase na tentativa de modernizar o Estado e enfrentar os privilégios do serviço público.</p>
<p>Segundo Motta, “o Brasil precisa de coragem para enfrentar suas verdades. E uma delas é inescapável: o Estado brasileiro não está funcionando na velocidade da sociedade”.</p>
<p>Para ele, a máquina pública não acompanha as demandas da população, e quem paga essa conta é sempre o cidadão.</p>
<p>O texto da proposta foi apresentado pelo relator, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), e traz mudanças profundas nas regras do funcionalismo.</p>
<p>A ideia é reduzir privilégios, dar mais transparência e tornar o serviço público mais eficiente, especialmente em áreas essenciais como saúde, educação e segurança.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Principais pontos da reforma administrativa</h2>
<p>O relator destacou que o texto reúne cerca de 70 propostas e ressaltou que mudanças como o fim das férias de 60 dias, a tabela única de remuneração e a regulação das verbas indenizatórias têm impacto simbólico.</p>
<p>Para ele, são medidas essenciais para recuperar a credibilidade do serviço público e aproximar o Estado das necessidades da população.</p>
<p>Entre os pontos principais da reforma administrativa estão:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Teto salarial único:</strong> criação de uma <strong>tabela de remuneração unificada</strong> para os Três Poderes. O salário inicial será limitado a cerca de metade do que o servidor poderá alcançar no topo da carreira.</li>
<li><strong>Fim das férias de 60 dias:</strong> categorias que hoje têm esse benefício — cerca de <strong>0,3% dos servidores</strong> — passarão a ter o mesmo limite de 30 dias.</li>
<li><strong>Verbas indenizatórias com regras claras:</strong> esses valores não poderão ser incorporados de forma permanente aos salários e só existirão em caráter temporário.</li>
<li><strong>Planos de metas:</strong> presidentes, governadores e prefeitos terão <strong>180 dias após a posse</strong> para apresentar metas para os quatro anos de mandato, com bônus por desempenho para órgãos e servidores que cumprirem os objetivos.</li>
<li><strong>Limite para municípios:</strong> cidades com baixa arrecadação terão restrições no número de secretários e no valor dos salários pagos a eles, com foco no <strong>controle de gastos</strong>.</li>
</ul>
<p><strong><mark class="has-inline-color has-vivid-red-color" style="background-color: rgba(0, 0, 0, 0);">Leia Mais:</mark></strong></p>
</div>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/manchete/foi-uma-derrota-em-conjunto-omar-aziz-lula-e-alcolumbre-sentiram-o-peso-da-rejeicao-no-congresso-dispara-coronel-menezes/">“Foi uma derrota em conjunto. Omar Aziz, Lula e Alcolumbre sentiram o peso da rejeição no Congresso&amp;#8221;, dispara Coronel Menezes</a></li>
</ul>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/motta-anuncia-comissao-para-reforma-administrativa-entenda-os-principais-pontos/">Motta anuncia comissão para reforma administrativa; entenda os principais pontos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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