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	<title>como Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>VÍDEO: Homem coloca jacaré na boca e afirma que animal &#8216;é como um filho&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem chamou atenção nas redes sociais após mostrar um filhote de jacaré em Manaus. Ele chega a colocar o animal na boca e afirma que o considera como um “filho”. Em vídeo, ele conversa tranquilamente com o jacaré enquanto é filmado por outro homem, que questiona a situação, mas o homem defende o animal e diz que ele é “bravo”. Ele demonstra intimidade com o filhote e insiste que não há perigo. Em meio à discussão, o momento que mais chama atenção é quando ele coloca o jacaré na boca, causando espanto e risadas em quem acompanha a cena. Mesmo com pedidos para que solte o animal, o homem afirma que pretende ficar com ele por mais tempo e que o jacaré está sob seus cuidados há semanas e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem chamou atenção nas redes sociais após mostrar um filhote de jacaré em Manaus. Ele chega a colocar o animal na boca e afirma que o considera como um “filho”.</p>
<p>Em vídeo, ele conversa tranquilamente com o jacaré enquanto é filmado por outro homem, que questiona a situação, mas o homem defende o animal e diz que ele é “bravo”. </p>
<p>Ele demonstra intimidade com o filhote e insiste que não há perigo. Em meio à discussão, o momento que mais chama atenção é quando ele coloca o jacaré na boca, causando espanto e risadas em quem acompanha a cena.</p>
<p>Mesmo com pedidos para que solte o animal, o homem afirma que pretende ficar com ele por mais tempo e que o jacaré está sob seus cuidados há semanas e só será solto quando estiver maior.</p>
<p>Veja vídeo:</p>
<p lang="pt" dir="ltr">Homem viraliza ao chamar jacaré de filho durante passeio pic.twitter.com/nwj635dn8h</p>
<p>— Portal Em Tempo (@portalemtempo) March 25, 2026 </p>
<p>Leia mais</p>
<p>Moraes concede prisão domiciliar a Jair Bolsonaro</p>
<p>Supermercado é condenado a pagar R$ 40 mil por assédio em Manaus</p>
<p>                    <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<item>
		<title>Ódio, big techs e extrema-direita: como opera engrenagem da misoginia</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/odio-big-techs-e-extrema-direita-como-opera-engrenagem-da-misoginia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 12:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas últimas semanas, uma série de casos de violência e ódio contra mulheres tomou conta dos noticiários e das redes sociais. O feminicídio de uma policial militar pelo seu companheiro, em São Paulo. Estupro coletivo de uma adolescente no Rio de Janeiro. Vídeos no TikTok em que homens simulam atacar mulheres que rejeitam pedidos de casamento. Os episódios não devem ser vistos como isolados e fazem parte de uma engrenagem complexa de misoginia, que conecta diferentes peças: desde experiências individuais de frustração até estruturas econômicas e projetos políticos globais. É o que analisam especialistas ouvidos pela reportagem da Agência Brasil. As investigações sobre a morte da policial Gisele Alves Santana, que foi encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento, mostram que o marido dela, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas semanas, uma série de casos de violência e ódio contra mulheres tomou conta dos noticiários e das redes sociais. O feminicídio de uma policial militar pelo seu companheiro, em São Paulo. Estupro coletivo de uma adolescente no Rio de Janeiro. Vídeos no TikTok em que homens simulam atacar mulheres que rejeitam pedidos de casamento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Odio-big-techs-e-extrema-direita-como-opera-engrenagem-da-misoginia.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os episódios não devem ser vistos como isolados e fazem parte de uma engrenagem complexa de misoginia, que conecta diferentes peças: desde experiências individuais de frustração até estruturas econômicas e projetos políticos globais. É o que analisam especialistas ouvidos pela reportagem da Agência Brasil.</p>
<p>As investigações sobre a morte da policial Gisele Alves Santana, que foi encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento, mostram que o marido dela, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, acusado do crime, usava em conversas termos que circulam com frequência nos grupos misóginos da internet como &#8220;macho alfa&#8221; e &#8220;mulher beta&#8221;. Eles remetem à ideia de superioridade do homem e submissão feminina. </p>
<p>Confira na reportagem do Repórter Brasil, da TV Brasil</p>
</p>
<h2>A origem do ódio</h2>
<p>O problema precisa ser entendido também em sua dimensão histórica. Os grupos de ódio têm crescido, em parte, favorecidos pela expansão dos ambientes virtuais, mas existem muito antes disso.</p>
<p>“Falamos muito sobre o aumento dessa violência, mas ela é secular, existe desde a construção da sociedade. Vemos estruturas patriarcais antigas de submissão das mulheres, e a internet potencializa essa violência”, diz a socióloga Bruna Camilo.</p>
<p>Bruna é cientista política, e pesquisa gênero e misoginia. O psicólogo social Benedito Medrado Dantas, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), acrescenta que as expressões de ódio às mulheres se intensificaram como uma reação às conquistas femininas</p>
<p>“Desde quando as mulheres começaram a ocupar outros lugares na sociedade que não fossem o do cuidado doméstico. Isso, invariavelmente, mexe nas estruturas da sociedade, na intimidade da vida doméstica e familiar”, diz.</p>
<h2>Recrutamento precoce</h2>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Odio-big-techs-e-extrema-direita-como-opera-engrenagem-da-misoginia.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 27/01/2025 - Crianças com perfil aberto em redes sociais. Ian Fernandes de Alencar. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/></p>
<p>Meninos são alvo desses grupos em diferentes plataformas &#8211; Bruno Peres/Agência Brasil</p>
<p>Pesquisadores têm identificado que meninos cada vez mais jovens estão sendo atraídos para a chamada “machosfera”. O termo engloba fóruns na internet, canais de vídeos, grupos de mensagens instantâneas e perfis em redes sociais voltados para defesa de um padrão conservador de masculinidade e de oposição aos direitos femininos.</p>
<p>A ativista feminista e professora Lola Aronovich sofre ataques virtuais há anos, e relata o que encontrou ao investigar comunidades <em>online</em>, principalmente de jogos.</p>
<p>“Acontece um recrutamento muito pesado. Comecei a pesquisar o Discord [aplicativo] e vi que eram meninos cada vez mais novos, entre 12 e 14 anos. Fiquei muito chocada porque estava acostumada com adolescentes mais velhos, mas, principalmente, adultos”, diz Lola.</p>
<p>Segundo ela, o processo de atração para esse discurso é gradual, e a sondagem começa a partir da reação de meninos a termos e ideias misóginos. </p>
<p>“Por exemplo, no meio da conversa, ao falar de mulheres, vão usar expressões como &#8216;vagabundas&#8217; e ver como esse menino reage. Ao perceberem uma abertura, continuam a cooptação”, explica.</p>
<p>Pesquisadora da Fundação Getulio Vargas (FGV) e de estudos de gênero, Julie Ricard mapeou as estratégias de recrutamento para grupos misóginos em outra rede, o Telegram. O estudo identificou 85 comunidades abertas, o que para ela significa &#8220;a ponta do <em>iceberg</em>&#8220;.</p>
<p>“Há aquelas explicitamente misóginas e outras se apresentam como espaços de autoajuda ou desenvolvimento econômico, de vida fitness. Nesses casos, os jovens acessam conteúdos que parecem neutros, mas encontram narrativas de ressentimento contra mulheres”, explica Julie.</p>
<p>As estratégias se multiplicam pelos diferentes canais da internet. Estudos do NetLab, laboratório de pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mapearam mais de 130 mil canais misóginos no YouTube e mostram que temas como “sedução e relacionamentos”, “questões jurídicas” e “vencer a timidez” são pontes para conteúdo de ódio.</p>
<h2>Frustração e vulnerabilidade</h2>
<p>Por que homens aderem às ideias que estimulam opressão e violência contra as mulheres? Para os especialistas, a resposta para essa questão não é simples, uma vez que os motivos envolvem elementos da experiência individual. Porém, há padrões coletivos que podem favorecer a assimilação e são explorados pelos líderes da chamada “machosfera”.</p>
<p>A engrenagem misógina depende de matéria-prima emocional: frustração, isolamento e insegurança, especialmente entre adolescentes e homens em situação econômica vulnerável, explica o psicólogo Benedito Medrado Dantas.</p>
<p>Quando se trata de adolescentes, a vulnerabilidade é inerente ao período da vida, uma vez que eles estão em processo de construção de identidade e de amadurecimento socioemocional. Essas inseguranças podem ser exploradas por grupos que defendem uma masculinidade violenta e submissão das mulheres. Benedito alerta que os jovens que não encontram espaço de diálogo em casa são os mais vulneráveis. </p>
<p>“Sem interações e conflitos, não há possibilidade de a família criar filtros sobre a informação que eles acessam. Há um processo de fragilização grande porque estão tentando construir a si mesmos, e conteúdos violentos podem ser mais atrativos”, diz Benedito.</p>
<p>Ele ressalta que as mensagens nesses grupos usam a linguagem dos memes e o humor para fragilizar resistências. &#8220;É um universo de mensagens de fácil assimilação”, complementa.</p>
<p>Já entre os homens adultos, as mulheres e o feminismo podem virar bodes expiatórios para os problemas pessoais para aqueles que buscam justificavas simplistas para suas vivências. </p>
<p>“Muitos se apresentam como vítimas, porque se veem como homens feios ou sem dinheiro. O que percebemos nessas comunidades é um ressentimento muito grande com a própria situação”, diz a pesquisadora Julie Ricard.</p>
<p>Ela destaca que há duas camadas de frustração muito presentes nos discursos: econômica e afetivo-sexual. </p>
<p>“São frustrações masculinas tanto em relação às mulheres, quanto ao próprio lugar deles na sociedade. Homens socializados para serem ‘provedores do lar’, que hoje têm uma renda que não permite cumprir esse papel”, complementa.</p>
<h2>Hierarquias do ódio</h2>
<p>Por trás de uma aparente espontaneidade dos grupos misóginos, há liderança e organização. A socióloga Bruna Camilo chama atenção para quem conduz o processo imediato de cooptação: homens mais velhos, com idades a partir de 40 anos.</p>
<p>&#8220;São pessoas que viveram o mundo antes e depois da internet.  Em comum, costumam também ser ressentidos, alguns com ódio inclusive das próprias mães”, diz Bruna.</p>
<p>Os especialistas destacam o papel das grandes plataformas digitais por onde comunidades e discursos de ódio circulam. Além do lucro direto, os empresários à frente das <em>big techs</em> muitas vezes têm afinidade ideológica e política com as ideias propagadas nesses espaços.</p>
<p>“Esses grupos misóginos notaram que ninguém os proibia de agir nas redes sociais. Pelo contrário, passaram a receber dinheiro por serem misóginos. Há cada vez mais gente apostando nisso, vivendo disso”, diz a professora Lola Aronovich.</p>
<p>Ela lembra que há lideranças dessas empresas que são ativistas de extrema-direita e que estiveram, por exemplo, presentes no governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, como o dono da rede X, Elon Musk.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774181716_887_Odio-big-techs-e-extrema-direita-como-opera-engrenagem-da-misoginia.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Elon Musk gestures at the podium inside the Capital One arena on the inauguration day of U.S. President Donald Trump's second term, in Washington, U.S., January 20, 2025. Reuters/Mike Segar/Poibida reprodução" title="Reuters/Mike Segar/Poibida reprodução"/></p>
<p>Empresário Elon Musk participou do governo do presidente norte-americano Donald Trump &#8211; Reuters/Mike Segar/Poibida reprodução</p>
<p>Lola destaca também a assimetria na moderação de conteúdo. Ela questiona o argumento das plataformas de que não podem censurar os usuários. </p>
<p>“Há exemplos de canais feministas que trabalham com direitos reprodutivos e não podem falar sobre pílulas abortivas, que têm o conteúdo derrubado. Mas, quando um monte de canais defende a morte de mulheres, não sofre sanções”, compara.</p>
<h2>Projeto político</h2>
<p>No alto dessa hierarquia, estão também políticos que influenciam e são favorecidos pela ampliação da misoginia.</p>
<p>“Antes, os misóginos costumavam se esconder em identidades anônimas na internet. A partir da campanha eleitoral do Trump, em 2016, a gente viu uma mudança grande. Eles começaram a dar as caras. Depois, com a eleição do ex-presidente Jair Bolsonaro, a mesma coisa”, diz Lola Aronovich.</p>
<p>Para a socióloga Bruna Camilo, o projeto político da extrema-direita se beneficia com ideais reacionários de masculinidade (virilidade e poder) e a submissão das mulheres.</p>
<p>“No fundo, trata-se de controle dos corpos. O debate de gênero provoca discussões profundas na sociedade. O que interessa à extrema direita é manter o status quo, em que as mulheres não questionam, e os homens concentram poder político e social”, analisa.</p>
<h2>Caminhos possíveis</h2>
<p>Apesar de avanços, como a Lei nº 13.642/2018 – que determina a investigação de crimes de ódio contra mulheres na internet –, especialistas apontam lacunas. Uma delas seria criminalização da misoginia no país. </p>
<p>“O que adianta a Polícia Federal dizer que determinada pessoa foi misógina, se isso não pode ser tipificado como crime? Não dá para ir muito adiante, e gera uma sensação de maior liberdade e impunidade para esses criminosos”, diz Lola Aronovich, que se tornou símbolo da lei.</p>
<p>Enfrentar a rede de misoginia exige ação em múltiplas frentes, incluindo ainda medidas educativas voltadas a meninos e adolescentes. </p>
<p>“O diálogo, para mim, é o único caminho possível de transformação. Os homens não estão acostumados a falar, muitas vezes não sabem se expressar porque não aprenderam. É preciso investir no diálogo em casa e nas escolas”, diz o psicólogo Benedito Medrado.</p>
<p>A pesquisadora Julie Ricard acrescenta que é responsabilidade dos adultos &#8220;zelar pela autoestima e pela saúde mental desses jovens&#8221;. &#8220;Precisamos encarar isso como um problema de política pública”, diz.</p>
<p>Já em relação aos grupos políticos e econômicos que se beneficiam da misoginia, as soluções passam por mecanismos mais complexos de enfrentamento como o fortalecimento das instituições e da legislação. Entre elas, o debate sobre a regulação das plataformas. </p>
<p>“Avançamos na legislação sobre proteção digital, mas não conseguimos impedir ainda que as big techs mantenham conteúdos misóginos em suas plataformas. Por que até hoje a Câmara dos Deputados não chamou representantes desses grupos e pediu explicações sobre a construção desses algoritmos? Se não há enfrentamento, é porque há interesses políticos”, questiona Bruna Camilo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/odio-big-techs-e-extrema-direita-como-opera-engrenagem-da-misoginia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Jaraqui é reconhecido como patrimônio cultural do Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/jaraqui-e-reconhecido-como-patrimonio-cultural-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:59:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O jaraqui, peixe típico dos rios amazônicos, foi oficialmente reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Amazonas pela Assembleia Legislativa do Estado (Aleam). A decisão, aprovada na quarta-feira (18/03), tem o objetivo de preservar e valorizar a importância gastronômica do peixe para os amazonenses. O reconhecimento também leva em conta o seu valor simbólico, marcado por expressões populares como o “quem come jaraqui não sai mais daqui”. O projeto de lei é de autoria do deputado Rozenha (PSD) e busca preservar a tradição, além de incentivar políticas públicas voltadas à pesca sustentável e à valorização da culinária regional. Além de ser consumido em pratos típicos, o jaraqui está presente em feiras, mercados e eventos culturais, fazendo parte da memória afetiva da população. Com o novo status, o peixe passa a ter...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O jaraqui, peixe típico dos rios amazônicos, foi oficialmente reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Amazonas pela Assembleia Legislativa do Estado (Aleam). A decisão, aprovada na quarta-feira (18/03), tem o objetivo de preservar e valorizar a importância gastronômica do peixe para os amazonenses.</p>
<p>O reconhecimento também leva em conta o seu valor simbólico, marcado por expressões populares como o “quem come jaraqui não sai mais daqui”.</p>
<p>O projeto de lei é de autoria do deputado Rozenha (PSD) e busca preservar a tradição, além de incentivar políticas públicas voltadas à pesca sustentável e à valorização da culinária regional.</p>
<p>Além de ser consumido em pratos típicos, o jaraqui está presente em feiras, mercados e eventos culturais, fazendo parte da memória afetiva da população. Com o novo status, o peixe passa a ter proteção legal como elemento da cultura amazonense.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Hospital procura familiares de paciente internado após sofrer choque elétrico em Manaus</p>
<p>Três homens são presos por matar indígena de 17 anos no Amazonas</p>
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		<title>Justiça suspende uso de terrenos como garantia de capitalização do BRB</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-suspende-uso-de-terrenos-como-garantia-de-capitalizacao-do-brb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 16:52:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O juiz Daniel Eduardo Branco Carnacchioni, da 2ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal (DF), concedeu nesta segunda-feira (16) liminar (decisão provisória) para suspender a utilização de terrenos públicos como garantia para a capitalização do Banco Regional de Brasília (BRB).  O banco passa por uma crise de liquidez após ter comprado cerca de R$ 12 bilhões em títulos do Banco Master, de Daniel Vorcaro, que depois se revelaram fictícios, ou seja, sem lastro em nenhum bem que de fato lhes conferisse valor de mercado.  O rombo nas contas gerou a necessidade de adicionar recursos ao BRB, cujo principal acionista é o governo do DF. O banco apresentou uma proposta de aumento de capital de até R$ 8,6 bilhões, de modo a atender às exigências regulatórias do setor financeiro.  Na...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O juiz Daniel Eduardo Branco Carnacchioni, da 2ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal (DF), concedeu nesta segunda-feira (16) liminar (decisão provisória) para suspender a utilização de terrenos públicos como garantia para a capitalização do Banco Regional de Brasília (BRB). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Justica-suspende-uso-de-terrenos-como-garantia-de-capitalizacao-do.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O banco passa por uma crise de liquidez após ter comprado cerca de R$ 12 bilhões em títulos do Banco Master, de Daniel Vorcaro, que depois se revelaram fictícios, ou seja, sem lastro em nenhum bem que de fato lhes conferisse valor de mercado. </p>
<p>O rombo nas contas gerou a necessidade de adicionar recursos ao BRB, cujo principal acionista é o governo do DF. O banco apresentou uma proposta de aumento de capital de até R$ 8,6 bilhões, de modo a atender às exigências regulatórias do setor financeiro. </p>
<p>Na semana passada, o governador Ibaneis Rocha sancionou uma lei para autorizar uma série de medidas emergenciais para capitalizar o BRB, incluindo a utilização de nove imóveis do GDF como garantia para a captação de R$ 6,6 bilhões no mercado financeiro. Outra medida autoriza a venda de patrimônio de outras estatais do DF para direcionar recursos ao BRB. </p>
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<p>Na decisão desta segunda, a Justiça suspendeu a eficácia da lei, afirmando, entre outros argumentos, que ela não esclarece “como tais operações atenderiam o interesse público”. O magistrado responsável afirmou que a decisão sobre instrumentos de capitalização seria “privativa do BRB”, não podendo ter sido tomada por lei distrital. </p>
<p>&#8220;Determino a suspensão imediata de todo e qualquer ato previsto na mesma legislação que esteja em processo de execução, nos termos da fundamentação, até ulterior deliberação deste juízo&#8221;, escreveu o juiz.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>A lei sobre a capitalização do BRB foi aprovada na Câmara Legislativa do DF por 14 votos favoráveis e 10 contrários. Deputados da oposição classificaram o projeto como um possível “cheque em branco” ao governo, argumentando que faltaram informações detalhadas sobre os riscos ao patrimônio público.</p>
<p>Há também preocupação de que imóveis do Distrito Federal possam ser transferidos ao banco e posteriormente negociados no mercado por meio de fundos imobiliários. A lei foi aprovada apesar de recomendação contrária dos técnicos da Câmara Legislativa.</p>
<p>Movimentos ambientalistas também protestam contra a inclusão de uma área de alta relevância ambiental, a Serrinha do Paranoá, entre os terrenos negociados. </p>
<h2>Investigação</h2>
<p>A compra dos títulos podres ocorreu em meio às negociações para que o BRB comprasse o Master, transação que foi barrada pelo Banco Central (BC) e que é alvo de investigação pela Polícia Federal (PF). O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro André Mendonça. Ex-diretores do BRB também são investigados. </p>
<p>Vorcaro está preso preventivamente desde 4 de março, por ordem de Mendonça. O banqueiro é investigado por crimes contra o sistema financeiro. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/justica-suspende-uso-de-terrenos-como-garantia-de-capitalizacao-do-brb" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-suspende-uso-de-terrenos-como-garantia-de-capitalizacao-do-brb/">Justiça suspende uso de terrenos como garantia de capitalização do BRB</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Dino acaba com a aposentadoria compulsória como punição a juízes</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dino-acaba-com-a-aposentadoria-compulsoria-como-punicao-a-juizes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 16:24:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu em liminar assinada nesta segunda-feira (16) acabar com a aposentadoria compulsória como punição a magistrados condenados administrativamente por irregularidades no exercício do cargo. “Não existe mais aposentadoria compulsória como ‘punição’ a magistrados, em face da Emenda Constitucional 103 (Reforma da Previdência). Infrações graves de magistrados devem ser punidas com a perda do cargo”, propôs o ministro como tese de julgamento”. A decisão é monocrática e deverá ainda ser analisada pelo próprio Supremo, que decidirá se a mantém ou não. Ainda não há data nem prazo para que isso ocorra. Dino tomou a decisão em uma ação aberta por um magistrado que foi punido com a aposentadoria compulsória pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Entre as irregularidades estavam...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu em liminar assinada nesta segunda-feira (16) acabar com a aposentadoria compulsória como punição a magistrados condenados administrativamente por irregularidades no exercício do cargo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Dino-acaba-com-a-aposentadoria-compulsoria-como-punicao-a-juizes.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Não existe mais aposentadoria compulsória como ‘punição’ a magistrados, em face da Emenda Constitucional 103 (Reforma da Previdência). Infrações graves de magistrados devem ser punidas com a perda do cargo”, propôs o ministro como tese de julgamento”.</p>
<p>A decisão é monocrática e deverá ainda ser analisada pelo próprio Supremo, que decidirá se a mantém ou não. Ainda não há data nem prazo para que isso ocorra.</p>
<p>Dino tomou a decisão em uma ação aberta por um magistrado que foi punido com a aposentadoria compulsória pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Entre as irregularidades estavam a liberação de bens bloqueados sem parecer do Ministério Público e demora deliberada em processos para beneficiar policiais militares milicianos.</p>
<p>A aposentadoria compulsória do magistrado havia sido confirmada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Dino determinou que o órgão julga novamente o processo e, caso decida pela punição máxima, oficie o TJRJ para que desligue o juiz de seus quadros.</p>
<p>Dino justificou sua decisão aplicando as regras da Reforma da Previdência de 2019, que extinguiu qualquer outro critério de aposentadoria de servidores que não levasse em consideração apenas a idade ou o tempo de contribuição.</p>
<p>Com isso, o ministro concluiu que a previsão de aposentadoria de juízes como forma de punição se tornou inconstitucional, tendo que ser substituída pela perda de cargo.</p>
<p>O ministro determinou o envio de ofício ao presidente do CNJ, ministro Edson Fachin, “para &#8211; caso considerar cabível &#8211; rever o sistema de responsabilidade disciplinar no âmbito do Poder Judiciário”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/dino-aposentadoria-nao-serve-como-punicao-administrativa-juizes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dino-acaba-com-a-aposentadoria-compulsoria-como-punicao-a-juizes/">Dino acaba com a aposentadoria compulsória como punição a juízes</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Entenda como nova lei põe fim a atenuantes para estupro de vulnerável</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/entenda-como-nova-lei-poe-fim-a-atenuantes-para-estupro-de-vulneravel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 12:39:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atenuantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vulnerabilidade da vítima de estupro menor de 14 anos não pode ser relativizada ou reduzida. É o que determina a Lei nº 15.353/2026 que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no último domingo (8), Dia Internacional da Mulher, em edição extra do Diário Oficial da União. A lei não estabelece novo crime ou cria penalidades, pois o estupro de vulneráveis já estava previsto no Código Penal. Na realidade, a nova norma altera o artigo 217-A e acrescenta os parágrafos quarto e quinto, que explicam a absoluta presunção de vulnerabilidade da criança e do adolescente, independentemente do comportamento ou do histórico da vítima. Vale esclarecer que, no Brasil, são considerados vulneráveis os menores de 14 anos e as pessoas que não têm discernimento ou não podem oferecer resistência ao estupro, devido a enfermidade, deficiência mental ou...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vulnerabilidade da vítima de estupro menor de 14 anos não pode ser relativizada ou reduzida. É o que determina a Lei nº 15.353/2026 que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no último domingo (8), Dia Internacional da Mulher, em edição extra do <em>Diário Oficial da União.</em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Entenda-como-nova-lei-poe-fim-a-atenuantes-para-estupro.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A lei não estabelece novo crime ou cria penalidades, pois o estupro de vulneráveis já estava previsto no Código Penal. Na realidade, a nova norma altera o artigo 217-A e acrescenta os parágrafos quarto e quinto, que explicam a absoluta presunção de vulnerabilidade da criança e do adolescente, independentemente do comportamento ou do histórico da vítima.</p>
<p>Vale esclarecer que, no Brasil, são considerados vulneráveis os menores de 14 anos e as pessoas que não têm discernimento ou não podem oferecer resistência ao estupro, devido a enfermidade, deficiência mental ou qualquer outra causa.</p>
<h2>Segurança jurídica</h2>
<p>A transformação da jurisprudência em texto de lei foi encarada como vitória da ‘segurança jurídica’. Isso porque padroniza o rigor da lei em todo o território nacional, de forma imediata e incontestável.</p>
<p>A secretária nacional de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres do Ministério das Mulheres, Estela Bezerra, avalia que a nova legislação é pertinente e consolida o entendimento de que a proteção às vítimas de estupro de vulnerável deve prevalecer de forma absoluta, sem questionamentos. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Entenda-como-nova-lei-poe-fim-a-atenuantes-para-estupro.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF),  12/03/2026 - Nova lei põe fim à relativização de estupro de vulneráveis, secretária nacional de enfrentamento à violência contra mulheres, Estela Bezerra&#13;&#10;Foto: Marla Galdino/Ministério das Mulheres" title="Marla Galdino/Ministério das Mulheres"/></p>
<p><h6 class="meta">Secretária nacional de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres, Estela Bezerra, diz que nova lei é põe fim a atenuantes &#8211; Foto Marla Galdino/Ministério das Mulheres</h6>
</p>
<p>Na opinião de Itamar Gonçalves, superintendente da Childhood Brasil, – entidade da sociedade civil que atua na proteção às crianças e adolescentes – quando o entendimento sobre os casos de estupro de vulnerável dependia apenas de decisões de tribunais superiores, havia margem para interpretações ambíguas em instâncias inferiores do Judiciário, o que que gerava brechas para impunidade.</p>
<p>“Ao positivar a vulnerabilidade absoluta do menor de 14 anos no Código Penal, o Estado brasileiro envia uma mensagem clara: o consentimento de uma criança nessa idade é juridicamente irrelevante. Não se discute mais a vontade da vítima, mas sim a gravidade do ato cometido pelo agressor”, afirmou Itamar Gonçalves.</p>
<p>A proteção às vítimas menores de 14 anos também foi destacada pelo presidente Lula em mensagem publicada em suas redes sociais. Ele mencionou que se trata de mais uma medida para &#8220;fechar o cerco&#8221; a quem comete esse tipo de “crime brutal”. Em pleno século 21, não podemos mais aceitar esse tipo de violência contra nossas meninas. E essa mudança é um passo civilizatório nas leis brasileiras&#8221;,</p>
<h2>Proteção absoluta como resposta</h2>
<p>A lei que passa a vigorar é uma resposta à decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais que, em fevereiro, relativizou o caso entre um homem de 35 anos e uma menina de 12 anos. </p>
<p>Pelo novo texto, a vulnerabilidade é presumida pela idade e absolutamente nada pode relativizar o crime de estupro contra uma pessoa com menos de 14 anos.</p>
<p>A secretária do Ministério das Mulheres, Estela Bezerra, explica que a lei diminui a violência institucional e rebate para o sistema de Justiça a responsabilidade de não emitir sentenças que permitam que menores até 14 anos vivam em união matrimonial com homens mais velhos.</p>
<p>“O sistema de Justiça está sendo chamado a ser protagonista para não permitir interpretações em que o corpo das mulheres e das meninas são usados como se fosse um objeto, violado de todas as maneiras. O feminicídio é o ápice, mas o estupro é o crime mais comum e mais assíduo contra as mulheres e as meninas”, observa.</p>
<p>O cumprimento da lei exige o abandono de estereótipos que culpabilizam as vítimas, na opinião do superintendente da Childhood Brasil. “Muitas vezes, o machismo institucional busca justificativas sociais para crimes de abuso, especialmente em casos de proximidade familiar”, disse Itamar Gonçalves</p>
<p>Mariana Albuquerque Zan, advogada do Instituto Alana – organização da sociedade civil, sem fins lucrativos – disse à Agência Brasil que é urgente que o sistema de Justiça e a sociedade como um todo parem de relativizar todas as violências contra crianças, entre elas as de contexto sexual.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773405549_432_Entenda-como-nova-lei-poe-fim-a-atenuantes-para-estupro.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF),  12/03/2026 - Nova lei põe fim à relativização de estupro de vulneráveis.&#13;&#10;Foto: Camila Svenson/Instituto Alana" title="Camila Svenson/Instituto Alana"/></p>
<p><h6 class="meta">Mariana Albuquerque Zan, advogada do Instituto Alana, diz que é preciso acabar com a relativização de estupro de vulneráveis &#8211; Foto Camila Svenson/Instituto Alana</h6>
</p>
<p>“Tornar lei significa não deixar restrito, por exemplo, à jurisprudência dos tribunais superiores essa decisão. A nova lei endereça uma mensagem para o sistema de Justiça e também para a comunidade de que não é cabível, em quaisquer circunstâncias ou situações, a relativização desse crime [de estupro de vulnerável]”.</p>
<h2>Mobilização do Legislativo</h2>
<p>O projeto que deu origem à lei é de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ). Pelas redes sociais, a parlamentar comemorou a sanção presidencial. “É um avanço significativo. Estávamos tendo um retrocesso. Reafirmamos a vulnerabilidade de meninas menores de 14 anos, como determina o Código Penal.”</p>
<p>A advogada Mariana Albuquerque Zan comentou a resposta clara do Poder Legislativo. “É uma maneira de endereçar uma resposta de que é inadmissível, de que não será aceita qualquer relativização em relação a esses crimes. Vivemos em um contexto social de dados absurdos e de violência sexual contra crianças e adolescentes.”</p>
<h2>Foco na conduta do abusador</h2>
<p>A nova norma ratifica que a caracterização do crime não pode ser prejudicada pela alegação de experiência sexual anterior da vítima ou de seu comportamento.</p>
<p>Da mesma forma, o crime não é atenuado ou descaracterizado mesmo se houver a ocorrência de gravidez resultante da prática do estupro de vulnerável, pelo consentimento da vítima menor de 14 anos ou por eventual compreensão equivocada da família quanto à violação de direitos. Em todas as situações, as penas previstas para o crime de estupro de vulnerável devem ser aplicadas.</p>
<p>Essa alteração no Código Penal blinda a dignidade da criança ao encerrar estratégias de defesa de acusados que tentavam transferir a culpa para a vítima, esclarece o representante da Childhood Brasil. “Ainda é comum vermos tentativas de investigar o comportamento, a maturidade precoce ou o histórico da criança para atenuar o crime.”</p>
<p>Com a nova lei, esses elementos tornam-se nulos para o desfecho processual.</p>
<p>“A proteção é efetiva porque retira o foco de quem sofreu a violência e o coloca exclusivamente sobre a conduta do abusador”, disse Itamar.</p>
<p>A advogada do Instituto Alana, Mariana Zan, explica como a lei aumenta a proteção infanto-juvenil no Brasil.</p>
<p>“Essa é uma maneira de não expor a vida pessoal, o comportamento ou o histórico da vítima durante toda a investigação do crime, desde a apuração à resposta, e também todo o processo judicial”.</p>
<h2>Não revitimização</h2>
<p>Como consequência, a advogada prevê que a lei deve reduzir drasticamente o espaço para a revitimização de quem sofre violência sexual infantil. “A lei, como uma ferramenta, garante que não haja no sistema de Justiça, e também no sistema de garantia de direitos, a revitimização de crianças e adolescentes”, defendeu Mariana.</p>
<p>A profissional cita a Lei da Escuta Protegida (nº 13.431/2017) como marco que estabelece protocolos de como o Estado deve ouvir essas vítimas no processo de busca por justiça, sem exposição.</p>
<p>O interrogatório deve ser realizado por profissionais capacitados, em local apropriado e acolhedor. A escuta especializada, deve se limitar aos fatos que comprovem o ato, sem invadir a intimidade ou a trajetória de vida da criança, garantindo que o depoimento especial, previsto na lei, seja um instrumento de prova e não uma ferramenta de humilhação e violência.</p>
<h2>Responsabilidade coletiva</h2>
<p>Embora essencial para combater a impunidade, a responsabilização de quem comete o crime é resposta que chega quando o trauma já foi cometido.</p>
<p>O superintendente da Childhood Brasil, Itamar Gonçalves, afirma que a solução definitiva passa pelo fortalecimento da rede de proteção nos municípios e estados e pela compreensão de que a proteção da infância e adolescência é um dever coletivo, não apenas uma questão policial.</p>
<p>“Precisamos conscientizar famílias, escolas e a própria criança à autoproteção para que saibam identificar e denunciar os sinais de alerta precocemente”, enfatiza Itamar.</p>
<p>Neste mesmo sentido, a advogada Mariana Albuquerque Zan classifica a punição prevista na nova norma como passo essencial, mas que deve caminhar lado a lado com uma estratégia ampla de educação e de prevenção a violações de direitos, conforme previsto no artigo 227 da Constituição Federal de 1988.</p>
<p>“O trabalho de responsabilidade compartilhada deve partir do Estado, das famílias, da sociedade, como terceiro setor, e pelo papel da mídia. Devemos pautar os direitos de crianças e adolescentes, todas as ameaças que esses direitos sofrem e, sobretudo, todas as violências sofridas por eles”, reiterou a advogado do Instituto Alana.</p>
<h2>Formação profissional</h2>
<p>O superintendente da Childhood Brasil propõe, para o pleno cumprimento da lei, o abandono de estereótipos que culpabilizam as vítimas, e a via é o investimento contínuo na formação de toda rede de proteção dos direitos de crianças e adolescentes, inclusive de magistrados, promotores e delegados de polícia. “O operador do Direito precisa entender que a criança é um sujeito de direitos em desenvolvimento e que o sistema não pode ser um segundo agressor”, disse Itamar Gonçalves.</p>
<p>Mariana Zan reforçou a necessidade de urgência de um &#8220;refinamento na formação de profissionais&#8221; que compõem o Sistema de Garantia de Direitos e o Sistema de Justiça para uma resposta adequada, acessível e sensível às crianças e adolescentes</p>
<h2>Desafios da proteção infantil</h2>
<p>Para a Childhood Brasil, o próximo passo fundamental para a proteção de crianças e adolescentes contra abusos é investir na prevenção primária por meio da educação e do letramento, inclusive no âmbito digital. “É urgente cobrar responsabilidade das plataformas digitais na criação de ambientes seguros para crianças e adolescentes”, diz Itamar Gonçalves,</p>
<p>Um dos pontos centrais defendidos pela representante do Instituto Alana é a necessidade de romper o silêncio que envolve o tema. Segundo ela, existe no “imaginário social” pensamento equivocado de que falar sobre violência poderia aumentá-la, quando, na verdade, o efeito é oposto.</p>
<p>&#8220;Quanto mais a gente fala, a partir de um viés preventivo e educativo, não em um discurso de ódio, trazendo dados e jogando luz à realidade violenta que crianças e adolescentes vivem no Brasil, mais ajudamos a comunidade, o sistema de Justiça e as famílias a deixarem de naturalizar esse tipo de violência&#8221;, explicou a especialista.</p>
<h2>Conhecimento para prevenir</h2>
<p>Mariana Zan prioriza, ainda, que os jovens precisam compreender os limites do próprio corpo e do corpo alheio para identificar riscos e evitar que se tornem futuros criminosos. &#8220;Precisamos educar nossas crianças e adolescentes para que saibam que se trata de violência sexual, possam identificar os riscos e não se tornem perpetradores de violência sexual.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/entenda-como-nova-lei-poe-fim-atenuantes-para-estupro-de-vulneravel" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Moradores do Nova Cidade podem fazer agendamento para castração de cães e gatos; veja como</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/moradores-do-nova-cidade-podem-fazer-agendamento-para-castracao-de-caes-e-gatos-veja-como/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 17:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado de Proteção Animal do Amazonas (Sepet) realizará, na sexta-feira (13/03), das 9h às 14h, o agendamento presencial para castração de cães e gatos no bairro Nova Cidade, zona norte de Manaus. A ação acontece na Escola Estadual Ernesto Pinho Filho, localizada na avenida Samaúma, e integra a 33ª edição do Governo Presente. Serão disponibilizadas 120 vagas para o procedimento, que será realizado no sábado (14/03), por meio do Castramóvel da Sepet. Os tutores interessados devem comparecer ao local dentro do horário indicado para garantir uma das vagas. Não é necessário levar o animal no dia do agendamento, apenas no dia da cirurgia. Segundo a secretária de Estado de Proteção Animal, médica veterinária Joana Darc, ações como essa ampliam o acesso da população aos serviços públicos voltados...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado de Proteção Animal do Amazonas (Sepet) realizará, na sexta-feira (13/03), das 9h às 14h, o agendamento presencial para castração de cães e gatos no bairro Nova Cidade, zona norte de Manaus. A ação acontece na Escola Estadual Ernesto Pinho Filho, localizada na avenida Samaúma, e integra a 33ª edição do Governo Presente.</p>
<p>Serão disponibilizadas 120 vagas para o procedimento, que será realizado no sábado (14/03), por meio do Castramóvel da Sepet. Os tutores interessados devem comparecer ao local dentro do horário indicado para garantir uma das vagas. Não é necessário levar o animal no dia do agendamento, apenas no dia da cirurgia.</p>
<p>Segundo a secretária de Estado de Proteção Animal, médica veterinária Joana Darc, ações como essa ampliam o acesso da população aos serviços públicos voltados à causa animal. A iniciativa também integra as ações de 1 ano da Sepet.</p>
<p>“Estamos completando um ano da Sepet levando serviços diretamente para a população. A presença da secretaria nas comunidades garante que mais tutores tenham acesso à castração, vacinação e outros atendimentos essenciais, fortalecendo a proteção animal e ampliando as políticas públicas voltadas aos animais no nosso estado”, destacou.</p>
<p>Vacinação viral</p>
<p>Além das cirurgias de castração, a ação também contará com vacinação gratuita para cães e gatos, com a aplicação de 200 doses de vacinas, sendo 100 da V3 para felinos e 100 da V8 para cães. A iniciativa reforça as políticas públicas do Governo do Amazonas voltadas à promoção da saúde e do bem-estar animal.</p>
<p>Orientação sobre a castração</p>
<p>A Sepet orienta que os animais estejam saudáveis no dia da cirurgia e que não tenham recebido vacinas, vermífugos ou medicamentos nos últimos 21 dias. No caso das fêmeas, elas não podem estar no cio, gestantes ou amamentando.</p>
<p>A secretaria também informa que as gatas podem ser castradas a partir de 4 meses de idade, enquanto gatos machos, cães e cadelas devem ter no mínimo 6 meses. A idade máxima para a realização do procedimento é de até 8 anos para todos os animais. </p>
<p>A Sepet reforça ainda a importância de que os tutores não faltem no dia da castração, já que a ausência pode impedir que outro animal em situação de necessidade seja atendido.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Vendas do comércio no Amazonas crescem 4,8% e Estado tem 3º maior alta do país</p>
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		<title>Classificação de facções como terroristas pelos EUA ameaça soberania</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:55:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público de São Paulo, Lincoln Gakiya, afirmou que a eventual designação, pelos Estados Unidos, do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas representa um potencial risco à soberania brasileira. “Vamos abrir um flanco para que, no futuro, possa haver algum tipo de operação militar secreta, da CIA [Agência Central de Inteligência] ou de forças especiais [estadunidenses], na fronteira ou mesmo dentro do território brasileiro”, declarou o promotor ao ser entrevistado pelo jornalista José Luiz Datena, durante o programa Alô Alô Brasil, transmitido pela Rádio Nacional, nesta quinta-feira (12). Gakiya investiga a atuação do PCC há mais de 20 anos, o que lhe valeu diversas ameaças de morte, obrigando-o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público de São Paulo, Lincoln Gakiya, afirmou que a eventual designação, pelos Estados Unidos, do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas representa um potencial risco à soberania brasileira.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Classificacao-de-faccoes-como-terroristas-pelos-EUA-ameaca-soberania.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Vamos abrir um flanco para que, no futuro, possa haver algum tipo de operação militar secreta, da CIA [Agência Central de Inteligência] ou de forças especiais [estadunidenses], na fronteira ou mesmo dentro do território brasileiro”, declarou o promotor ao ser entrevistado pelo jornalista José Luiz Datena, durante o programa Alô Alô Brasil, transmitido pela Rádio Nacional, nesta quinta-feira (12).</p>
<p>Gakiya investiga a atuação do PCC há mais de 20 anos, o que lhe valeu diversas ameaças de morte, obrigando-o a viver há mais de dez anos sob permanente escola policial. Considerado um dos maiores conhecedores do <em>modus operandi</em> do crime organizado no Brasil, ele defende que as facções brasileiras sejam classificadas como organizações criminosas do tipo mafioso, e não terroristas.</p>
<p>“A maioria dos países desenvolvidos adota o conceito da ONU [Organização das Nações Unidas] para terrorismo”, comentou o promotor, explicando que tal conceito exige que, para ser classificado como terrorismo, um ato criminoso violento tem que ter uma motivação ou objetivo ideológico, como os crimes de ódio contra raças, etnias ou religiões ou os praticados por razões políticas.</p>
<p>“A gente não vê estas características nem no PCC, nem no CV, que são organizações criminosas do tipo mafioso […] com atuação transnacional; formação empresarial; infiltração nos poderes do Estado, com a corrupção de agentes públicos; dominação territorial, dentre outras características [típicas de organizações mafiosas]”.</p>
<p>Afirmando ver “mais prejuízos do que benefícios” na eventual classificação do PCC e do CV como organizações terroristas, Gakiya avalia que a mudança de <em>status</em> jurídico das facções permitiria que o governo dos Estados Unidos passasse a tratar a segurança pública do Brasil sob uma ótica militar e de segurança nacional.</p>
<p>“Muita gente que está defendendo a classificação de facções brasileiras como organizações terroristas talvez desconheça que isso trará uma série de implicações gravíssimas para o país”, disse Gakiya, explicando que a legislação dos Estados Unidos prevê a possibilidade de ações militares em outros países em caso de ameaça à segurança e à integridade do território ou da população estadunidense.</p>
<p>Para o promotor, além dos riscos de se tornar alvo de uma operação militar semelhante a que ocorreu na Venezuela, em janeiro deste ano, o Brasil poderia sofrer sanções econômicas severas.</p>
<p>“Também há, nos EUA, previsão legal para que [o governo federal] aplique sanções econômicas [a outros países] quando há esta classificação [de organizações terroristas]. Existe uma série de implicações. Empresas multinacionais podem ter que vir a tirar suas sedes do Brasil, por exemplo”, ponderou Gakiya.</p>
<p>A reclassificação também alteraria o nível de sigilo das informações compartilhadas entre os órgãos de segurança dos dois países, centralizando-as na CIA ou em órgãos militares, o que poderia atrapalhar investigações conjuntas em curso e inviabilizar futuras cooperações.</p>
<p>“Uma parte da população brasileira, influenciada por um determinado viés político, acha que classificar estas facções como terroristas vai endurecer a situação dos criminosos e melhorar as investigações e o aporte de recursos estrangeiros”, avaliou o promotor.</p>
<p>“Pelo contrário. [Com a reclassificação] estas organizações passariam a ser tratadas como um risco à segurança nacional dos EUA e o assunto passaria [à esfera militar], e não mais policial. E, possivelmente, os canais por meio dos quais eu hoje troco informações com o FBI [Departamento Federal de Investigação], com o DEA [Departamento Federal de Repressão às Drogas, vão ser fechados.”</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/classificacao-de-faccoes-como-terroristas-pelos-eua-ameaca-soberania" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>‘Sombra’, apontado como líder do tráfico de drogas no bairro Redenção, é preso em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 21:22:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Uma operação das Forças de Segurança resultou na prisão de Gelson Ramos da Silva, 42 anos, conhecido como “Sombra”, apontado como líder do tráfico de drogas no bairro Redenção, zona centro-oeste da capital. A ação ocorreu nesta quarta-feira (11) e foi realizada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) em conjunto com a Polícia Militar do Amazonas (PMAM). Além de “Sombra”, também foram presos Ideilson Martins Alves, 46, e Cilas Libório Amazonas, 36. Operação teve como alvo grupo criminoso Durante coletiva de imprensa, o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Guilherme Torres, informou que a operação teve como objetivo desarticular um grupo criminoso que tentava se instalar e dominar o tráfico de drogas na região. Segundo ele, os suspeitos também estariam intimidando moradores do bairro. Investigações começaram após denúncias...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Uma operação das Forças de Segurança resultou na prisão de Gelson Ramos da Silva, 42 anos, conhecido como “Sombra”, apontado como líder do tráfico de drogas no bairro Redenção, zona centro-oeste da capital.</p>
<p>A ação ocorreu nesta quarta-feira (11) e foi realizada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) em conjunto com a Polícia Militar do Amazonas (PMAM). Além de “Sombra”, também foram presos Ideilson Martins Alves, 46, e Cilas Libório Amazonas, 36.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Operação teve como alvo grupo criminoso</h2>
<p>Durante coletiva de imprensa, o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Guilherme Torres, informou que a operação teve como objetivo desarticular um grupo criminoso que tentava se instalar e dominar o tráfico de drogas na região.</p>
<p>Segundo ele, os suspeitos também estariam intimidando moradores do bairro.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Investigações começaram após denúncias</h2>
<p>As investigações começaram em janeiro deste ano e foram conduzidas pelo Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc).</p>
<p>O trabalho policial teve início após denúncias feitas pelos canais 181 e 190, além de relatos de moradores da área.</p>
<p>De acordo com a polícia, o monitoramento conjunto entre Polícia Civil e Polícia Militar permitiu aprofundar as investigações sobre a atuação da organização criminosa.</p>
<p>Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão, além de uma prisão em flagrante.</p>
<p>Ao todo, os policiais apreenderam quatro armas de fogo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estrutura do tráfico na região</h2>
<p>Conforme o relatório policial, “Sombra” seria o principal responsável pela organização do tráfico na área. Ele contaria com apoio de outros integrantes que atuavam na venda de drogas e na logística da atividade criminosa.</p>
<p>A polícia identificou intensa movimentação típica do comércio de entorpecentes no local, além da presença de “olheiros” que monitoravam a chegada de viaturas policiais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mandados foram cumpridos em oito endereços</h2>
<p>Com base nas provas reunidas durante a investigação, a Justiça autorizou mandados de busca e apreensão em oito imóveis ligados aos investigados.</p>
<p>Os locais seriam utilizados para armazenamento, fracionamento e comercialização de drogas.</p>
<p>Também foi autorizada a apreensão de celulares, computadores e outros aparelhos eletrônicos, que serão analisados pela perícia para identificar possíveis provas do esquema criminoso.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Suspeito possui histórico de crimes</h2>
<p>Segundo o capitão Isaías Souza, comandante da 17ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), Gelson Ramos da Silva possui histórico de homicídios e tráfico de drogas.</p>
<p>Ele também seria conhecido pela forma violenta com que lidava com vítimas e até mesmo com outros traficantes, principalmente em casos relacionados a dívidas.</p>
<p>Um dos presos também costumava ameaçar moradores da comunidade, especialmente aqueles que colaboravam com denúncias à polícia.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prisão ocorreu em base do tráfico</h2>
<p>O terceiro suspeito foi localizado dentro de uma base do tráfico, conhecida como “Beco do Sombra”, na área investigada.</p>
<p>De acordo com o capitão Isaías Souza, um dos envolvidos chegou a ameaçar a família de um aluno da Polícia Militar em formação, após os familiares ajudarem a polícia com denúncias.</p>
<p>O comandante destacou que a integração entre as forças de segurança foi essencial para o sucesso da operação.</p>
<p>“Essa parceria entre Polícia Militar e Polícia Civil garante mais segurança e tranquilidade para a comunidade e para a população do Estado”, afirmou.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Homem é preso em Manaus após matar amigo durante briga por cigarro</p>
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		<title>Inscrições para &#8216;Minha Casa, Minha Vida&#8217; em Manaus começam hoje; veja como fazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 15:19:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As inscrições do “Minha Casa, Minha Vida” começaram nesta quarta-feira (11/03) em Manaus, permitindo que novas famílias se cadastrem para participar do programa. Com a medida, uma nova etapa de cadastro é aberta para ampliar o acesso da população às políticas habitacionais do município, integradas ao programa federal executado em parceria com a Caixa Econômica Federal. As inscrições estarão disponíveis até o dia 29 de maio, período em que famílias que ainda não conseguiram se cadastrar poderão entrar no banco de dados habitacional da prefeitura e concorrer às próximas unidades que serão destinadas ao município. Os interessados podem se cadastrar através do site do Simhab, no endereço https://simhab.manaus.am.gov.br/, acessando a aba “Minha Casa, Minha Vida”; ou presencial, na sede da Semhaf, localizada na travessa Arthur Bernardes, nº 228, bairro São Geraldo,...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/inscricoes-para-minha-casa-minha-vida-em-manaus-comecam-hoje-veja-como-fazer/">Inscrições para &#8216;Minha Casa, Minha Vida&#8217; em Manaus começam hoje; veja como fazer</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As inscrições do “Minha Casa, Minha Vida” começaram nesta quarta-feira (11/03) em Manaus, permitindo que novas famílias se cadastrem para participar do programa. </p>
<p>Com a medida, uma nova etapa de cadastro é aberta para ampliar o acesso da população às políticas habitacionais do município, integradas ao programa federal executado em parceria com a Caixa Econômica Federal.</p>
<p>As inscrições estarão disponíveis até o dia 29 de maio, período em que famílias que ainda não conseguiram se cadastrar poderão entrar no banco de dados habitacional da prefeitura e concorrer às próximas unidades que serão destinadas ao município. Os interessados podem se cadastrar através do site do Simhab, no endereço https://simhab.manaus.am.gov.br/, acessando a aba “Minha Casa, Minha Vida”; ou presencial, na sede da Semhaf, localizada na travessa Arthur Bernardes, nº 228, bairro São Geraldo, zona Centro-Sul da cidade.</p>
<p>As famílias que já estão cadastradas no sistema municipal passam atualmente pelo processo de seleção e análise documental para envio à Caixa Econômica Federal. A primeira etapa de entregas está prevista para 24 de março, com 576 moradias distribuídas em três empreendimentos habitacionais. Já as famílias que realizarem inscrição nesta nova fase passarão a concorrer às unidades previstas no cronograma da prefeitura a partir do mês de maio.</p>
<p>O secretário municipal de Habitação e Assuntos Fundiários, Jesus Alves, explicou que a seleção das famílias seguirá critérios estabelecidos por regulamentações federais e municipais, garantindo prioridade para quem vive em situação de maior vulnerabilidade social.</p>
<p>Entre os critérios estão renda familiar de até R$ 2.850, ausência de pendências no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) e prioridade para famílias que vivem em áreas de risco, mães solo, famílias que tenham pessoas com deficiência ou idosos na composição familiar, além de pessoas atingidas por situações de calamidade.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Eduardo Braga lidera pesquisa para o Senado no Amazonas</p>
<p>Roger Machado é anunciado como técnico do São Paulo</p>
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