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	<title>comprometer Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Baixa testosterona e obesidade podem comprometer saúde masculina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixa testosterona e obesidade podem comprometer a saúde masculina. Juntas, formam um ciclo que tem preocupado cada vez mais especialistas e acendido um alerta sobre os impactos da saúde hormonal masculina no organismo como um todo. Além de afetar a disposição e a saúde sexual, a queda hormonal também pode favorecer o acúmulo de gordura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Baixa testosterona e obesidade podem comprometer a saúde masculina. Juntas, formam um ciclo que tem preocupado cada vez mais especialistas e acendido um alerta sobre os impactos da saúde hormonal masculina no organismo como um todo. Além de afetar a disposição e a saúde sexual, a queda hormonal também pode favorecer o acúmulo de gordura abdominal, aumentar o risco de doenças metabólicas e comprometer significativamente a qualidade de vida.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a endocrinologista Milene Guirado, existe uma relação direta entre obesidade e redução da testosterona, formando um ciclo difícil de interromper sem acompanhamento médico.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A testosterona baixa pode tanto favorecer o ganho de peso como também pode ser consequência da obesidade. Torna-se um círculo vicioso. Quando o homem ganha peso, principalmente gordura abdominal, essa gordura induz a produção de substâncias inflamatórias e hormonais que reduzem o estímulo cerebral responsável pela produção natural da testosterona. Ao mesmo tempo, a queda da testosterona favorece ainda mais o acúmulo de gordura e a perda de massa muscular”, explica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A especialista destaca que a testosterona exerce funções importantes no organismo masculino, principalmente relacionadas à composição corporal, energia e metabolismo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“De uma forma simplificada, podemos dizer que a testosterona é um hormônio que ajuda no ganho de massa muscular, no aumento do gasto energético, na redução da gordura corporal e na formação e fortalecimento dos ossos. Quando os níveis desse hormônio diminuem, o homem tende a perder força, disposição e massa magra, além de apresentar mais dificuldade para emagrecer. Isso acaba impactando diretamente a saúde metabólica, a saúde óssea e a qualidade de vida”, ressalta.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Produção natural</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, essa condição — até então conhecida como Hipogonadismo Funcional da Obesidade — passou a ser denominada Síndrome MOSH (Male Obesity Secondary Hypogonadism), em que a obesidade masculina interfere diretamente na produção natural de testosterona.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado na revista científica Nutrients explica que o excesso de gordura corporal, principalmente na região abdominal, provoca alterações inflamatórias e hormonais que reduzem o funcionamento do eixo responsável pela produção natural da testosterona. Com isso, o homem tende a ganhar ainda mais gordura, perder massa muscular, apresentar mais cansaço, resistência insulínica e maior risco de doenças metabólicas e cardiovasculares.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa destaca ainda que esse quadro pode ser revertido com perda de peso, atividade física regular e melhora dos hábitos de vida.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sintomas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Além do aumento de peso, alguns sinais podem indicar deficiência hormonal. Entre eles estão redução da libido, fadiga, dificuldade de concentração, perda de força muscular e sonolência excessiva.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Existem sintomas mais característicos, principalmente relacionados à parte sexual, como diminuição da libido, da ereção matinal e disfunção erétil. Porém, também existem sintomas mais inespecíficos, como fadiga, dificuldade de concentração, perda de força, sonolência excessiva, ganho de peso e sensação constante de indisposição. Muitas vezes o homem acha que é apenas cansaço da rotina ou estresse, mas isso precisa ser investigado”, explica a endocrinologista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A médica destaca que a gordura abdominal também possui relação direta com a baixa testosterona.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Obesidade visceral reduz testosterona, e testosterona baixa favorece mais acúmulo de gordura visceral. Forma-se um círculo vicioso que precisa ser quebrado. A gordura abdominal não é apenas uma questão estética. Ela está associada à inflamação, alterações metabólicas e aumento importante do risco cardiovascular”, pontua.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os fatores que contribuem para a queda hormonal estão sedentarismo, alimentação inadequada, estresse e noites mal dormidas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Sedentarismo, alimentação ruim e estresse irão perpetuar esse ciclo de ganho de peso indefinidamente. Nós não fomos feitos para ficar parados. O corpo precisa de movimento, alimentação adequada e sono reparador para funcionar corretamente. Quando esses pilares não existem, ocorre um desequilíbrio metabólico e hormonal progressivo”, alerta Milene.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A endocrinologista explica que esse quadro relacionado à obesidade possui até mesmo uma denominação médica: Síndrome de MOSH, caracterizada pelo hipogonadismo associado ao excesso de peso.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“É um ciclo difícil de quebrar e exige decisão de mudança por parte do paciente e ajuda de um profissional habilitado para auxiliá-lo no processo. Muitas vezes é necessário tratar não apenas a questão hormonal, mas também a obesidade, o metabolismo, o sono, o sedentarismo e diversos outros fatores envolvidos”, afirma.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Deficiência hormonal</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A deficiência hormonal sem tratamento adequado pode favorecer o surgimento ou agravamento de diversas doenças, como diabetes tipo 2, hipertensão, gordura no fígado, osteoporose e problemas cardiovasculares.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A obesidade está associada a mais de 200 doenças. Como consequência desse círculo vicioso, podem surgir ou piorar quadros como síndrome metabólica, diabetes, hipertensão, apneia do sono, gordura no fígado, osteoporose e aumento do risco cardiovascular, incluindo infarto e AVC”, destaca a médica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, a busca pela reposição hormonal masculina aumentou, principalmente nas redes sociais. Porém, Milene faz um alerta sobre o uso indiscriminado da testosterona sem avaliação médica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Estamos falando de um hormônio que possui efeitos colaterais sérios quando utilizado de forma inadequada. A reposição hormonal de testosterona tem indicações específicas e não deve ser utilizada apenas por estética, ganho muscular ou performance. O próprio nome já explica: é uma reposição, não uma suplementação”, enfatiza.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Acompanhamento profissional</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Guirado também chama atenção para os riscos graves do uso sem acompanhamento profissional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Muitos homens conseguem essas substâncias por fontes duvidosas e utilizam sem qualquer controle médico. Os riscos são reais e vão desde infertilidade e lesão hepática até trombose, infarto e AVC, podendo causar sequelas graves e permanentes, ou mesmo levar a óbito”, alerta.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A endocrinologista reforça que mudanças no estilo de vida continuam sendo a principal forma de tratamento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quando o paciente consegue mudar hábitos, melhorar a alimentação, praticar atividade física e cuidar do sono, o corpo naturalmente reduz o grau de inflamação e melhora sua função metabólica. Consequentemente, a parte hormonal também tende a melhorar. Não é um processo rápido e nem fácil, mas é possível, principalmente com acompanhamento médico adequado”, afirma.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Milene também alerta para o aumento dos casos entre homens jovens.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Até pouco tempo isso era mais comum em homens mais velhos, mas hoje estamos vendo muitos adultos jovens e até adolescentes com obesidade e baixa testosterona por hábitos de vida ruins. E isso é muito sério, porque a testosterona não está relacionada apenas à parte sexual. Ela também tem impacto importante na formação cognitiva, na disposição, na tomada de decisões e até na saúde óssea desses jovens”, conclui.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia Mais:</p>
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		<title>Pielonefrite: infecção urinária pode comprometer os rins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 23:03:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pielonefrite é uma infecção urinária grave que atinge os rins e pode provocar complicações sérias quando não recebe tratamento adequado. Embora muitos casos de infecção urinária afetem apenas a bexiga, a doença pode evoluir e comprometer o funcionamento renal. Por isso, especialistas alertam para a importância do diagnóstico precoce. Segundo o nefrologista Victor Jordão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pielonefrite é uma infecção urinária grave que atinge os rins e pode provocar complicações sérias quando não recebe tratamento adequado. Embora muitos casos de infecção urinária afetem apenas a bexiga, a doença pode evoluir e comprometer o funcionamento renal. Por isso, especialistas alertam para a importância do diagnóstico precoce.</p>
<p>Segundo o nefrologista Victor Jordão, da Hapvida, a pielonefrite costuma surgir quando bactérias presentes nas vias urinárias conseguem alcançar os rins.</p>
<p>“A pielonefrite é uma inflamação dos rins provocada, na maioria dos casos, por bactérias que saem das vias urinárias mais baixas, como a bexiga, e ascendem até os rins”, explica o especialista.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Diferença entre cistite e pielonefrite</h2>
<p>Enquanto a cistite permanece restrita à bexiga e provoca sintomas locais, a pielonefrite apresenta sinais mais intensos e sistêmicos. Além disso, a infecção renal pode evoluir rapidamente e exigir internação hospitalar.</p>
<p>Na maioria dos casos, pacientes com cistite sentem dor ao urinar, ardência e desconforto abdominal. Já a pielonefrite costuma causar febre alta, dor lombar intensa, mal-estar e queda do estado geral.</p>
<p>Segundo o médico, reconhecer os sintomas logo no início ajuda a evitar complicações mais graves. Dessa forma, o tratamento pode começar rapidamente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que favorece a infecção nos rins</h2>
<p>A infecção geralmente começa com bactérias do intestino que alcançam a região genital e sobem pelo trato urinário até chegar à bexiga e, posteriormente, aos rins.</p>
<p>Além disso, alguns hábitos aumentam o risco desse avanço. Entre eles estão:</p>
<li>baixa ingestão de água;</li>
<li>segurar a urina por longos períodos;</li>
<li>uso frequente de duchas íntimas;</li>
<li>relações sexuais sem cuidados preventivos.</li>
<p>Segundo o especialista, beber pouca água reduz a frequência urinária e facilita a multiplicação das bactérias. Da mesma forma, segurar o xixi por muito tempo favorece a permanência dos microrganismos no trato urinário.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sintomas da pielonefrite exigem atenção</h2>
<p>Os principais sinais de alerta da pielonefrite incluem:</p>
<li>febre alta;</li>
<li>dor forte na lombar;</li>
<li>náuseas e vômitos;</li>
<li>mal-estar intenso;</li>
<li>fraqueza e queda do estado geral.</li>
<p>Além desses sintomas, algumas pessoas apresentam maior risco de desenvolver quadros graves. Gestantes, idosos, diabéticos e pacientes com baixa imunidade estão entre os grupos mais vulneráveis.</p>
<p>Por isso, médicos recomendam procurar atendimento imediatamente ao perceber sinais de agravamento da infecção urinária.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>O diagnóstico depende principalmente do exame de urina e da urocultura, que identifica a bactéria responsável pela infecção.</p>
<p>“A urocultura permite identificar qual bactéria está causando a infecção e qual o antibiótico mais adequado para o tratamento”, destaca Victor Jordão.</p>
<p>Casos leves costumam responder a antibióticos orais. No entanto, pacientes com dores intensas, vômitos ou dificuldade para ingerir líquidos podem precisar de internação e medicação intravenosa.</p>
<p>Além disso, o uso incorreto de antibióticos pode dificultar o tratamento e aumentar a resistência bacteriana. Consequentemente, o quadro pode se tornar ainda mais grave.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir a pielonefrite</h2>
<p>Especialistas reforçam que medidas simples ajudam a reduzir o risco de infecções urinárias recorrentes.</p>
<p>Entre as principais recomendações estão:</p>
<li>beber bastante água;</li>
<li>não segurar a urina;</li>
<li>urinar antes e após relações sexuais;</li>
<li>evitar duchas íntimas frequentes.</li>
<p>Além dessas medidas, manter acompanhamento médico em casos recorrentes também ajuda na prevenção.</p>
<p>O nefrologista ainda alerta que apenas aumentar o consumo de água não resolve uma infecção já instalada.</p>
<p>“Beber água ajuda na prevenção e na hidratação, mas não trata a infecção. A pielonefrite exige o uso de antibiótico adequado”, reforça.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sobre a Hapvida</h2>
<p>A Hapvida atua há mais de 80 anos no setor de saúde integrada e atende quase 16 milhões de beneficiários em todo o Brasil.</p>
<p>Além disso, a companhia possui hospitais, clínicas médicas, centros de diagnóstico e unidades voltadas ao atendimento preventivo e especializado.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Infecção urinária pode levar a amputações e morte</p>
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