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	<title>comunidade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>comunidade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Sepultamento do neto de Ralph Assayag reúne familiares e comunidade judaica em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sepultamento de Theo Bonin Assayag, de 7 anos, neto do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Manaus, Ralph Assayag, reuniu familiares, amigos e integrantes da comunidade judaica na manhã de quarta-feira (17), no Cemitério Israelita de Manaus. A cerimônia ocorreu em uma ala reservada do Cemitério São João Batista, na zona Centro-Sul [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O sepultamento de Theo Bonin Assayag, de 7 anos, neto do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Manaus, Ralph Assayag, reuniu familiares, amigos e integrantes da comunidade judaica na manhã de quarta-feira (17), no Cemitério Israelita de Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A cerimônia ocorreu em uma ala reservada do Cemitério São João Batista, na zona Centro-Sul da capital. Imagens registradas no local mostram dezenas de pessoas acompanhando a despedida da criança.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante a cerimônia, os participantes utilizaram o quipá, tradicional solidéu usado por judeus como símbolo de respeito e reverência a Deus. </p>
<h2 class="wp-block-heading">Morte do neto de Ralph Assayag</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Theo Bonin Assayag morreu na terça-feira (16). A informação foi confirmada pelo Comitê Israelita do Amazonas por meio de uma nota de pesar divulgada nas redes sociais de Ralph Assayag. A notícia provocou grande repercussão e gerou mensagens de solidariedade de empresários, autoridades, amigos e familiares.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, a família não divulgou oficialmente a causa da morte de Theo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Veja vídeo: </p>
<p><video height="832" style="aspect-ratio: 464 / 832;" width="464" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-18-at-10.13.30.mp4"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Neto de Ralph Assayag morre aos 7 anos e comove Manaus</p>
<p class="wp-block-paragraph">Lua ‘abraça’ Vênus em fenômeno raro e chama atenção de observadores; você viu?</p>
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		<title>Incêndio destrói moradias na comunidade de Paraisópolis em São Paulo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/incendio-destroi-moradias-na-comunidade-de-paraisopolis-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 11:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um incêndio atingiu cerca de dez moradias por volta das 4h da manhã desta quinta-feira (18) na comunidade de Paraisópolis, que fica na Vila Andrade, zona sul de São Paulo. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, não há vítimas. Dez viaturas foram enviadas para o local e as chamas foram controladas agora no início da manhã. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um incêndio atingiu cerca de dez moradias por volta das 4h da manhã desta quinta-feira (18) na comunidade de Paraisópolis, que fica na Vila Andrade, zona sul de São Paulo. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, não há vítimas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Incendio-destroi-moradias-na-comunidade-de-Paraisopolis-em-Sao-Paulo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Dez viaturas foram enviadas para o local e as chamas foram controladas agora no início da manhã. A maioria das famílias que reside na comunidade e que teve suas casas consumidas pelas chamas, não conseguiu retirar boa parte de seus pertences.</p>
<p>A região atingida pelas chamas fica próxima à Avenida Hebe Camargo, de grande movimentação. Apesar disso, o transporte público no local não sofreu impacto.</p>
<p>A Defesa Civil de São Paulo informou que também encaminhou equipes à comunidade para realizar acolhimento às famílias.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/incendio-destroi-moradias-na-comunidade-de-paraisopolis-em-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Comunidade na orla baiana sofre há 100 dias com contaminação da praia</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/comunidade-na-orla-baiana-sofre-ha-100-dias-com-contaminacao-da-praia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 11:49:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>À beira da praia de São Tomé do Paripe, em Salvador (BA), o eletrotécnico Jocivaldo Nascimento, de 48 anos, sentiu o vento trazer um pesadelo pela janela. A brisa do mar transformou-se em cheiro de amônia. Ele foi até a praia, a dois minutos a pé de sua casa. Não foi preciso cavar mais do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À beira da praia de São Tomé do Paripe, em Salvador (BA), o eletrotécnico Jocivaldo Nascimento, de 48 anos, sentiu o vento trazer um pesadelo pela janela. A brisa do mar transformou-se em cheiro de amônia. Ele foi até a praia, a dois minutos a pé de sua casa. Não foi preciso cavar mais do que um palmo de areia para encontrar líquido esverdeado e fétido.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Comunidade-na-orla-baiana-sofre-ha-100-dias-com-contaminacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Isso aconteceu no dia 19 de fevereiro, episódio que completa 100 dias, neste sábado (30), de uma dor de cabeça que parece não ter fim. </p>
<p>Jocivaldo e as mais de 18 mil pessoas que vivem na comunidade esperam que o “paraíso” de outros tempos fique limpo de novo. Segundo a promotora de justiça Hortênsia Gomes Pinho, do Ministério Público da Bahia (MPBA), pelo menos 10,7 mil pessoas foram diretamente afetadas. Como a comunidade vive diretamente ou indiretamente das atividades pesqueiras, a promotora entende que as famílias estão em risco no local. </p>
<p>A suspeita, de acordo com a promotora, é de que a contaminação química ocorreu no Terminal Marítimo de Granéis (TMG), operado atualmente pela Terminal Itapuã – Intermarítima. As atividades portuárias estão suspensas. Até 2022, a Gerdau operou na mesma área e também deve ser investigada.</p>
<p>“A gente já tem prova do nexo causal e da autoria de ambas as empresas”, afirma a promotora de justiça. Hortênsia defende que medidas emergenciais precisam ser adotadas, como uma barreira hidráulica para interceptar e conter o avanço da contaminação de produtos químicos. Entre as medidas, também, vão ser exigidas as investigações e as remediações necessárias para descontaminação.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Comunidade-na-orla-baiana-sofre-ha-100-dias-com-contaminacao.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Tomé - 2905/2026 – contaminação na comunidade de São Tomé do Paripe, em Salvador (BA). Foto: Jocivaldo Nascimento." title="Jocivaldo Nascimento."/></p>
<p><h6 class="meta">Contaminação na comunidade de São Tomé do Paripe &#8211; Jocivaldo Nascimento.</h6>
</p>
<h2>Ação na justiça</h2>
<p>A promotora estima que em 15 dias deve ser movida uma ação pública na Justiça Federal que será assinada pelo Ministério Público Federal, pelo Ministério Público Estadual e pela Defensoria Pública Federal.</p>
<p>“Mas seria importante um decreto de emergência com um cadastro confiável das vítimas, para que o juiz que receber essa ação possa compelir as empresas a tomar as medidas necessárias em relação ao auxílio às famílias&#8221;.</p>
<p>Nas inspeções realizadas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), com coletas de água do mar e areia da praia em oito pontos distribuídos na região, foi possível identificar concentrações elevadas de compostos nitrogenados e metais, principalmente cobre. </p>
<p>“A ampliação da faixa de investigação permitiu confirmar a presença de contaminação no sedimento, na biota e na água intersticial da praia”, apontou o laudo dos pesquisadores. Segundo o instituto, as empresas envolvidas (Intermarítima e Gerdau, que operou o terminal até 2022) foram notificadas para apresentar ações emergenciais de remediação ambiental. </p>
<p>“Com base nos estudos já exigidos pelo órgão, o Inema avaliará e determinará a adoção das medidas definitivas necessárias para mitigação dos impactos identificados”. </p>
<h2>Imprópria</h2>
<p>Em razão da presença de resíduos e substâncias com potencial risco à saúde e ao meio ambiente, a área permanece classificada como imprópria para banho. </p>
<p>“O Inema reforça a recomendação para que a população evite o trecho onde há ocorrência do material, incluindo atividades de banho, pesca e de contato direto com a água e sedimentos da região”. </p>
<p>O eletrotécnico Jocivaldo Nascimento recorda que o incômodo no ar, na verdade, tem quatro anos, quando havia descarregamento de fertilizantes. Peixes mortos apareceram também em 2024. Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e a Polícia Civil foram acionados. </p>
<p>“Pela empresa armazenar e transportar fertilizante, eles lavavam a pista toda suja com esse material. E toda essa água suja corria para o mar”, lembra-se o morador. </p>
<p>Jocivaldo Nascimento, que gosta de pescar siri mole, desanimou. “Tudo o que eu via na minha frente estava morto”. Ele relata ainda que, durante o carnaval, os adolescentes costumam passar areia no corpo como uma tradição da festa. “Três desses adolescentes ficaram com pele irritada e até falta de ar”. </p>
<p>A comunidade passou a fazer uma série de protestos na frente da empresa. “A Intermarítima começava a transportar esses produtos às 7h da manhã e só terminava às 2h30 da madrugada, todos os dias”, relata Jocivaldo. </p>
<p>A comunidade tem reunião com mediação do Ministério Público a cada semana. “Nós somos uma comunidade que vive de pesca ou de comércio de praia”.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1780141761_322_Comunidade-na-orla-baiana-sofre-ha-100-dias-com-contaminacao.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Tomé - 2905/2026 – contaminação na comunidade de São Tomé do Paripe, em Salvador (BA). Foto: Jocivaldo Nascimento." title="Jocivaldo Nascimento."/></p>
<p><h6 class="meta">Comunidade se manifesta diante da TMG, em São Tomé do Paripe. &#8211; Jocivaldo Nascimento.</h6>
</p>
<h2>Racismo ambiental</h2>
<p>Ex-marisqueira, a vereadora soteropolitana Eliete Paraguassu disse que recebeu as informações da comunidade e no próprio dia 19 de fevereiro passou a atuar junto à prefeitura e ao governo para que fosse decretada situação de emergência no lugar, diante da situação ambiental e também das dificuldades econômicas para a comunidade. </p>
<p>Eliete destacou que a comunidade é tradicional e tem famílias remanescentes quilombolas. “Os moradores têm sua fonte de renda vinda da praia. Pelo menos 1 mil trabalhadores foram diretamente impactados pela perda do mar como modo de vida”. Para ela, pode ser evidenciado racismo ambiental com a negligência do poder público.</p>
<p>A parlamentar chama atenção para o fato de que a Baía de Todos os Santos banha três municípios e 54 ilhas.</p>
<p>“Então, todo esse contaminante está se espalhando e já chegou em algumas das praias da cidade de Salvador. Já tem aparecido peixes e bichos mortos, como tartaruga”.</p>
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<h2>Penúria</h2>
<p>A dona de casa Daniela Vasconcelos, de 41 anos, filha e neta de pescadores da comunidade, garante que esse é o pior momento das vidas deles. “Não imaginava que, um dia, eu iria presenciar uma situação como essa de total descaso”.</p>
<p>Ela espera que os responsáveis pela contaminação do lugar resolvam o problema e também sejam incumbidos de pagar auxílios emergenciais às famílias da comunidade. </p>
<p>Na última quarta (27), houve uma reunião com 56 representantes da comunidade e também de diferentes órgãos do poder público. A promotora Hortênsia Gomes Pinho, do MP, avalia que há uma “inércia administrativa” principalmente dos órgãos municipais diante do desastre ambiental. Segundo explica, cabe à Defesa Civil do município haver um decreto de emergência e a ser assinado pelo prefeito. </p>
<p>“O decreto de emergência é o reconhecimento do município de que sozinho não vai conseguir enfrentar o problema e que precisa de apoio dos órgãos federais, inclusive apoio financeiro”, disse a promotora </p>
<p>Com o decreto de emergência, é possível pleitear auxílio emergencial para as 800 famílias atingidas. Hortênsia Gomes diz que cabe essa função ao município pela Lei de Política Nacional de Defesa Civil. </p>
<p>Por outro lado, ela considera que a Secretaria de Saúde do município tem agido para prestar apoio à comunidade. No entanto, a situação das famílias se agravou sob o ponto de vista social. “São pessoas privadas de sua estratégia de sobrevivência: os marisqueiros, os pescadores, os ambulantes, os barraqueiros, os garçons. A situação se agravou”. </p>
<p>Desde o começo da crise, a prefeitura fez a doação de 500 cestas básicas, mas sem uma distribuição sistemática de alimentos. A promotora comentou que as empresas Gerdau e Intermarítima têm atribuído uma para a outra a responsabilidade pela contaminação da praia e do mar. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1780141762_343_Comunidade-na-orla-baiana-sofre-ha-100-dias-com-contaminacao.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Tomé - 2905/2026 – contaminação na comunidade de São Tomé do Paripe, em Salvador (BA). Foto: Jocivaldo Nascimento." title="Jocivaldo Nascimento."/></p>
<p><h6 class="meta">Área de contaminação em São Tomé do Paripe &#8211; Jocivaldo Nascimento.</h6>
</p>
<p>Não há ainda um valor indenizatório de reparação pela área contaminada a ser exigido das empresas. Em relação às famílias, a ideia é que seja solicitado um salário mínimo para cada família.</p>
<p> “Há aqui uma situação de racismo ambiental que está exigindo a reparação do dano coletivo. Para além da reparação do dano coletivo, as pessoas que tiveram prejuízos financeiros diretos deverão ter indenizações individuais”. O MP estima em uma população de 10,7 mil pessoas afetadas, com 91% de população negra. </p>
<h2>Prefeitura</h2>
<p>Em nota à Agência Brasil, a Prefeitura de Salvador informa que adotou uma série de medidas, mas que tem atuação limitada em função de se tratar de área da União. A administração municipal diz ainda que tem mantido diálogo permanente com a comunidade local. “Desde então, a gestão municipal vem promovendo ações emergenciais para ampliar a assistência a esta população”.</p>
<p>A prefeitura acrescenta que as iniciativas incluem a entrega de cestas básicas, restaurante popular gratuito mantido pelo município no bairro e atualização do Cadastro Único para acesso a programas sociais.</p>
<h2>“Sem produtos perigosos”, garante empresa</h2>
<p>A empresa Intermarítima, também em nota, di que tem colaborado com as autoridades e atuado para avaliar as condições ambientais do local e nega que trabalha com “qualquer produto perigoso ou material de coloração azul ou verde, como o que apareceu no mês de fevereiro na areia da praia”. </p>
<p>Ainda afirma que a rede de drenagem de resíduos é direcionada para estação de tratamento própria e não é escoada para fora do terminal. “Até o presente momento, todos os indícios apontam para a contaminação sem relação com a atuação do Terminal Itapuã”.</p>
<p>Outra alegação da Intermarítima é que, quando passou a operar o transporte marítimo de granéis, exigiu da empresa vendedora, a Gerdau Aços Longos, que fossem realizadas reparações ambientais, já que na época do obtenção da licença ambiental teria sido reconhecida a existência de produtos contaminantes no solo que hoje estariam na região.</p>
<p>“O que se vê hoje é que o plano não foi suficiente, dado que os produtos azuis e verdes não são da operação atual do terminal”, acusa. </p>
<h2>“Sem provas”</h2>
<p>Também em resposta à Agência Brasil, a Gerdau, que operou no local até 2022, critica a Intermarítima por atribuir à empresa a responsabilidade pela contaminação, “de maneira recorrente e sem provas”. “A Gerdau operou por cerca de 30 anos o referido terminal cumprindo todas as exigências legais ambientais, tanto que nunca houve, durante sua gestão, qualquer contaminação dessa gravidade”, afirmou.</p>
<p>A Gerdau refutou a tese de que teria qualquer relação com a contaminação atual. “Destaca-se, ainda, que o nitrogênio amoniacal, identificado em elevadas concentrações nas áreas afetadas, é um composto cuja ocorrência está associada a fontes recentes de contaminação, quando a Gerdau já não operava mais na área”.</p>
<p>A empresa recebeu do Ministério Público uma proposta para um acordo  e admitiu que poderia contribuir com a comunidade, mesmo entendendo que a responsabilidade exclusiva seria da Intermarítima.</p>
<p>“Por liberalidade e sem assunção de qualquer responsabilidade, (a Gerdau) se colocou à disposição, por meio dessa contraproposta, para contribuir com um percentual do auxílio à comunidade e dos custos com as investigações, em clara demonstração de boa fé e atenção às questões sociais”.</p>
<p>A empresa reiterou que laudos comprovam que, no momento da venda, todo o histórico ambiental foi devidamente compartilhado com a compradora, bem como com o Inema (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos).</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/comunidade-na-orla-baiana-sofre-ha-100-dias-com-contaminacao-da-praia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Linha de ônibus 024 será ampliada para comunidade na BR-174</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/linha-de-onibus-024-sera-ampliada-para-comunidade-na-br-174/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 22:01:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) Manaus (AM) – O Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) anunciou a ampliação do itinerário da linha 024 (T7-Novo Paraíso) para atender moradores do ramal Frederico Veiga, nas proximidades do quilômetro 8 da BR-174. A mudança começará a valer na próxima segunda-feira, 1º de junho. Linha atenderá nova comunidade Segundo o IMMU, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus (AM) Manaus (AM) – O Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) anunciou a ampliação do itinerário da linha 024 (T7-Novo Paraíso) para atender moradores do ramal Frederico Veiga, nas proximidades do quilômetro 8 da BR-174.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A mudança começará a valer na próxima segunda-feira, 1º de junho.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Linha atenderá nova comunidade</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IMMU, a alteração foi realizada após solicitação dos moradores da região.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com a mudança, a linha 024 passará a seguir até a comunidade localizada no ramal Frederico Veiga após atender a comunidade Novo Paraíso.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A medida busca ampliar o acesso ao transporte público e oferecer mais conforto e mobilidade para os moradores da área.</p>
<h2 class="wp-block-heading">IMMU destaca melhorias no transporte público</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O instituto informou que a ampliação do trajeto faz parte das ações para melhorar o sistema de transporte coletivo em Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O IMMU também destacou que segue monitorando as demandas da população para ampliar a eficiência e a qualidade dos serviços oferecidos na capital amazonense.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
<p class="wp-block-paragraph">VÍDEO: Acidente entre ônibus e “Amarelinho” deixa feridos em Manaus</p>
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		<title>Comunidade recebe serviços gratuitos de saúde e cidadania</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/comunidade-recebe-servicos-gratuitos-de-saude-e-cidadania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 20:26:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moradores do conjunto Américo Medeiros, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus, participaram neste sábado (23) de uma ação comunitária que realizou quase 300 atendimentos gratuitos nas áreas de saúde, assistência social, cidadania e orientação jurídica. A programação ocorreu no Ministério Internacional Apostólico Getsêmani no Amazonas (MIAGAM). A iniciativa foi realizada pela própria instituição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Moradores do conjunto Américo Medeiros, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus, participaram neste sábado (23) de uma ação comunitária que realizou quase 300 atendimentos gratuitos nas áreas de saúde, assistência social, cidadania e orientação jurídica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A programação ocorreu no Ministério Internacional Apostólico Getsêmani no Amazonas (MIAGAM). A iniciativa foi realizada pela própria instituição e contou com a participação de profissionais voluntários, acadêmicos da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e apoio de órgãos municipais, entre eles equipes da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Semasc e assistência social. A ação também recebeu apoio dos vereadores Joelson Silva e Dudu Alfaia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os serviços oferecidos estiveram atendimento psicológico, nutricional e clínico geral, vacinação, aferição de pressão arterial, teste glicêmico, aplicação de flúor, orientação em saúde bucal, serviços previdenciários, atualização documental, assistência social, orientação jurídica e corte de cabelo.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Moradores destacam facilidade de acesso aos atendimentos</h3>
<p class="wp-block-paragraph">O estudante Vinícius Lopes, de 21 anos, aproveitou a ação para solicitar a nova Carteira de Identidade Nacional e também participar do atendimento odontológico preventivo. Segundo ele, a iniciativa facilitou o acesso a serviços que muitas vezes acabam sendo adiados pela rotina diária.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Foi uma oportunidade muito importante porque consegui resolver mais de uma necessidade no mesmo lugar. Fiz a solicitação da minha identidade e ainda cuidei da saúde bucal. Muitas vezes a gente trabalha, estuda e acaba deixando essas coisas para depois. Quando os serviços chegam até a comunidade, facilita muito para nós”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A dona de casa Maria do Carmo Prestes participou da vacinação contra a gripe e destacou o acolhimento recebido durante a programação. Ela ressaltou a importância de ações voltadas às famílias da comunidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nem sempre a gente consegue sair para procurar atendimento por causa da rotina da casa, dos filhos e das responsabilidades do dia a dia. Então, quando os serviços vêm até o bairro, ajudam muito a população. Fui muito bem atendida e consegui atualizar minha vacina com tranquilidade”, relatou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já Alcimar Monteiro buscou orientações sobre aposentadoria e serviços do INSS, além de aproveitar o atendimento psicológico. Ela esteve acompanhada do filho, de 17 anos, e destacou a importância de encontrar vários atendimentos concentrados em um único espaço.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Eu vim atrás das orientações previdenciárias e também aproveitei o atendimento psicológico. Às vezes, a gente precisa conversar, receber uma orientação e ser ouvida. Foi uma ação muito importante porque trouxe vários serviços para perto da comunidade”, disse.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Orientações de saúde reforçaram prevenção e cuidados básicos</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Durante os atendimentos de saúde, a enfermeira Maria das Dores Bello Costa, integrante da equipe da Semsa coordenada por Rosilene Paiva, da Disa Norte, orientou moradores sobre a forma correta de realizar o teste glicêmico capilar. A profissional esclareceu dúvidas e explicou como evitar desconfortos durante o procedimento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Muita gente ainda realiza o exame na parte central do dedo, onde existem mais terminações nervosas e a dor acaba sendo maior. O correto é fazer lateralmente, porque isso reduz bastante o desconforto e torna o procedimento mais tranquilo para o paciente”, explicou.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Acadêmicos da UEA participaram da ação comunitária</h3>
<p class="wp-block-paragraph">A ação também contou com a participação de acadêmicos do curso de Odontologia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), por meio do programa de extensão UEA Cidadã, coordenado pela professora doutora Márcia Costa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O acadêmico Adam Fernandes destacou a importância do contato direto com a população durante a formação universitária e ressaltou o papel social desenvolvido pelos estudantes nas comunidades.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Participar dessas ações é uma experiência muito enriquecedora porque nos aproxima da realidade das pessoas e fortalece nossa formação humana e profissional. Na universidade, aprendemos a técnica, mas aqui aprendemos também sobre acolhimento, escuta e cuidado com a comunidade. Poder contribuir levando prevenção e orientação em saúde é algo muito gratificante para todos nós”, destacou.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Vereador destaca integração entre instituições e voluntários</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Ao acompanhar a programação, o vereador Joelson Silva destacou a importância de aproximar os serviços essenciais das comunidades da Zona Norte.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa ação mostra a importância da união entre instituições, voluntários, universidade e poder público para aproximar serviços essenciais da população. Quando conseguimos reunir atendimento de saúde, orientação social e cidadania em um mesmo espaço, facilitamos o acesso, principalmente de quem enfrenta dificuldades na rotina para buscar esses serviços”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia Mais:</p>
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		<title>Nove em cada dez moradores de comunidade reprovam operações violentas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nove em cada dez moradores de comunidades do Rio reprovam operações policiais com confronto armado, nos moldes das que vêm sendo realizadas nos últimos anos, na capital fluminense.  Os dados são de uma pesquisa inédita realizada por seis organizações da sociedade civil, que ouviu moradores de quatro comunidades sobre essas operações. O levantamento Por que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nove em cada dez moradores de comunidades do Rio reprovam operações policiais com confronto armado, nos moldes das que vêm sendo realizadas nos últimos anos, na capital fluminense. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são de uma pesquisa inédita realizada por seis organizações da sociedade civil, que ouviu moradores de quatro comunidades sobre essas operações.</p>
<p>O levantamento <em>Por que moradores de favelas aprovam ou reprovam operações policiais com confronto armado?</em> foi divulgado nesta quarta-feira (20).</p>
<p>Foram entrevistados presencialmente 4.080 moradores do Complexo do Alemão, Complexo da Penha e da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, além da Rocinha, na zona sul, entre os dias 13 e 31 de janeiro deste ano, distribuídos de forma igualitária: 1.020 entrevistados em cada uma das comunidades. O estudo foi coordenado pela diretora fundadora da Redes da Maré, Eliana Sousa Silva.</p>
<p>O confronto bélico que vem se estabelecendo ao longo do tempo motivou a realização desse estudo. Somente na Maré, entre 2023 e 2025, ocorreu um total de 92 operações policiais com confronto, mortes e pessoas feridas.</p>
<p>Segundo Eliana Silva, “não se pode pensar que o morador que reside ali, que precisa sair todos os dias para trabalhar, levar o filho na escola, que ele aprova esse tipo de operação simplesmente, sem entender e contextualizar. Nos preocupa que essa ideia seja generalizada dessa maneira”, expôs à Agência Brasil.</p>
<h2>Brutalidade</h2>
<p>Os resultados mostram que 73% dos moradores dos complexos do Alemão e da Penha, da Maré e da Rocinha não concordam com o atual tipo de operação policial, enquanto 25% disseram concordar e 2% não responderam.</p>
<p>Quando questionados se as operações devem ser realizadas seguindo o modelo atual, 92% reprovaram, 68% disseram que as operações precisam ser realizadas de outra forma e, para 24%, não deveriam ser realizadas operações policiais em favelas.</p>
<p>Mesmo entre os que concordam com as operações, apenas 20% defendem o modelo atual. Eliana ressaltou a necessidade de se entender o processo para além do modo como esse tipo de intervenção foi sendo considerada, historicamente, como a única forma atuação da polícia nas favelas.</p>
<p>Eliana destacou que para boa parte da população, os moradores de favelas são representados de forma muito negativa. Isso acaba levando à crença de que o confronto armado é a melhor forma de se enfrentar o crime nessas regiões. No entanto, os efeitos dessas operações na vida cotidiana dos moradores não é considerado. </p>
<p>Para 91% dos moradores há excessos e ilegalidades por parte da polícia nessas operações. A percepção é compartilhada por 85% daqueles que apoiam as operações. Para 90% dos entrevistados, os excessos são inaceitáveis. Dentre os que discordam das operações, 95% repudiam a brutalidade. </p>
<p>Já entre os que concordam com operações nas favelas, 74% condenam os excessos policiais: “Ou seja, concordar com as operações não significa aceitar violência”, indica a pesquisa.</p>
<p>Não há, segundo Eliana Silva, uma solução para o enfrentamento ao crime organizado se não se pensar a cidade de uma maneira mais ampliada e coletiva.</p>
<p>“Ela está focalizada. O problema são as favelas. E os próprios moradores acabam influenciados por essa visão que é passada também pela mídia”, apontou.</p>
<p>No entanto, quando questionados sobre os abusos policiais e as violações de direitos, a maioria dirá que não concorda.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 – Sepultamento de Ravel Rios uma das vitimas da operação contenção, no cemitério de cemitério de Inhaúma.&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Sepultamento de vítima da Operação Contenção – a mais violenta e letal da capital fluminense, que deixou mais de 120 mortos  &#8211; Joédson Alves/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Direitos</h2>
<p>O objetivo do levantamento, segundo os realizadores, é pensar como esse trabalho de combate ao crime vem afetando os moradores das comunidades que, muitas vezes, ficam sem condições de sair para o trabalho ou para a escola. </p>
<p>Desde 2016, as organizações de base comunitária que atuam diretamente nos territórios pesquisados vêm tentando identificar a forma como esses confrontos impactam essas comunidades e produzir conhecimento em torno dessa questão.</p>
<p>“A gente vê uma escalada em relação a esses enfrentamentos, à maneira como a violência vem acontecendo e, também, à naturalização disso”, comentou Eliana Silva.</p>
<p>A coordenadora do estudo cita o impacto na educação. Com 140 mil habitantes, o Complexo da Maré, por exemplo, consolidou um conjunto de escolas municipais para atender a comunidade.</p>
<p>“Essas escolas existem, mas não funcionam dentro da qualidade que precisam porque fecham e ficam 30 dias sem aulas, 40 dias sem aulas”.</p>
<p>Para Eliana Silva, a pesquisa quer mostrar que o morador dessas comunidades precisa ser preservado como um sujeito que tem o direito à cidade.</p>
<p>A restrição de circulação aparece como o mais recorrente impacto das operações policiais na vida dos moradores, apontado por 51% dos que discordam das operações e por 41,5% entre os que concordam.</p>
<p>Em seguida, aparece a invasão ou violação de domicílio, estabelecimento comercial ou veículo, citado por 37,5% entre os que discordam e 22,9% entre os que concordam com as operações.</p>
<p>Tiroteios recorrentes e balas perdidas foram apontados por 30,5% dos que discordam e por 20,7% dos moradores que disseram concordar com essas intervenções policiais.</p>
<h2>Ano eleitoral</h2>
<p>Somente em 2025, a letalidade na Maré aumentou 58% em relação a 2024. Eliana Sousa Silva defende que é preciso pensar em maneiras alternativas de combate ao crime nas favelas sem o emprego de mais armas e mais fuzis.</p>
<p>Eliana Silva citou o direcionamento de emendas parlamentares para compra de fuzis, por exemplo, para a polícia do Rio de Janeiro.</p>
<p>“É muito questionável quando a gente vê que o dinheiro público, que deveria ser direcionado para aumentar a capacidade e o acesso das pessoas a políticas públicas está sendo destinado à compra de mais armas para a polícia”.</p>
<p>Na operação mais letal que a capital fluminense registrou – nos complexos do Alemão e da Penha, em outubro do ano passado, com 122 mortos –, ficou claro que o morador de favela não corrobora e nem concorda com esse tipo de confronto, assegurou a diretora fundadora da Redes da Maré.</p>
<p>”Eu acho que todos nós, que temos origem na favela, ficamos muito incomodados com esse processo”.</p>
<p>Perguntados se operações semelhantes devem se repetir 85% dos moradores disseram que não, 7% responderam que às vezes e 7% afirmaram que sim.</p>
<p>Para Eliana Silva, neste ano eleitoral, a questão da segurança pública deve ter bastante repercussão.</p>
<p>“Porque nós temos candidatos que já pensam que a questão da segurança pública é entrar nas favelas querendo destruir lá o traficante ou a milícia, mas eles não querem saber do morador. E é exatamente isso que tem que ser trabalhado”.</p>
<p>Ela defende a importância de o eleitor conhecer os projetos dos candidatos no que se refere à violência e ao enfrentamento ao crime organizado e desconfiar do que está sendo prometido.</p>
<h2>Racismo</h2>
<p>Eliana Silva destaca que embora as políticas públicas e os recursos públicos devessem ser distribuídos entre toda a população de forma isonômica, não é isso que ocorre. Com isso, o que se observa é uma condição de subalternidade de alguns cidadãos, como os moradores de favela, que têm seu principal direito – o direito à vida – ameaçado durante operações com confronto bélico.</p>
<p>“No caso dos moradores de favela, das pessoas empobrecidas, há claramente um projeto de enfrentamento que gera, em muitos casos, processos genocidas, processos de chacina. Então, a gente chama atenção também para isso, porque está lutando muito pelo direito à vida”.</p>
<p>Observando o recorte racial dos entrevistados, percebe-se que a discordância em relação às operações policiais alcança 81% entre as pessoas pretas, embora seja majoritária entre todos os grupos raciais. Já a concordância com esses operações teve o maior percentual (30%) registrado entre as pessoas brancas.</p>
<p>O estudo revela também que a percepção de racismo nas operações policiais é majoritária. Questionados se há racismo no modo como as operações são planejadas e realizadas nas favelas, 61% disseram que sim, 13% às vezes e 25% que não.</p>
<p>Os mais jovens são os que mais discordam das operações policiais nas favelas. Entre aqueles de 18 a 29 anos, atinge 79% são contra. De acordo com o estudo, esse número pode estar relacionado à maior exposição (direta ou indireta) às dinâmicas da violência motivadas pelas operações policiais.</p>
<p>“Seja porque são eles que estão nos espaços públicos no momento em que a polícia entra, seja porque são alvos de processos de criminalização, ou ainda pela proximidade com outros jovens – faixa etária que concentra a maioria das vítimas nesses casos”, cita a pesquisa.</p>
<h2>Medo</h2>
<p>O medo da polícia também foi abordado no levantamento. “Eu lembro quando o blindado começou a ser utilizado como a única forma de ficar na favela e ele foi chamado de caveirão. A gente fez muitas conversas com as crianças sobre isso e o próprio nome quer passar um sentimento de medo”, recorda Eliana.</p>
<p>No total, 78% dos moradores das quatro favelas declararam sentir pouco ou bastante medo da polícia nas operações, alcançando 85% entre aqueles que são contrários às operações e 59% entre os favoráveis.</p>
<p>Há uma evidente inversão na percepção do papel do Estado na proteção do cidadão, que se repete quando os moradores são questionados sobre indignação ou revolta em relação às operações: 50% dos entrevistados disseram sentir bastante indignação, 25% um pouco e 24% afirmaram não sentir indignação ou revolta.</p>
<p>Entre os que concordam com as operações, 61% afirmaram sentir indignação ou revolta em relação aos grupos armados. Chama a atenção, entretanto, que nesse mesmo grupo, o medo das forças policiais (59%) supere o medo dos grupos armados (53%).</p>
<p>Isso evidencia que, mesmo entre quem apoia as operações, a polícia é vista como fonte de medo mais frequente do que os próprios grupos armados que as operações visam combater. O que se deduz disso é que os moradores de favelas convivem com duas formas de violência: dos policiais e dos criminosos.</p>
<h2>Entidades</h2>
<p>A pesquisa foi feita pela organizações Fala Roça (Rocinha), Frente Penha, Instituto Papo Reto (Alemão), Instituto Raízes em Movimento (Alemão), Redes da Maré e A Rocinha Resiste, que têm atuação direta nos territórios pesquisados.</p>
<p>O estudo teve apoio da Cátedra Patrícia Acioli da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), Fundação Tide Setúbal, Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (Geni) da Universidade Federal Fluminense (UFF), Instituto Fogo Cruzado, Laboratório de Análise da Violência, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Open Society Foundations.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas/">Nove em cada dez moradores de comunidade reprovam operações violentas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Pai é preso por estuprar a própria filha de 13 anos em comunidade rural de Itacoatiara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 20:56:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Itacoatiara (AM) – Um homem de 41 anos foi preso suspeito de estuprar a própria filha, uma adolescente de 13 anos. A prisão ocorreu na Comunidade Primavera, localizada às margens do rio Arari, em uma operação que contou com o apoio da Delegacia Fluvial (Deflu) e da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Itacoatiara. Denúncia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Itacoatiara (AM) – Um homem de 41 anos foi preso suspeito de estuprar a própria filha, uma adolescente de 13 anos. A prisão ocorreu na Comunidade Primavera, localizada às margens do rio Arari, em uma operação que contou com o apoio da Delegacia Fluvial (Deflu) e da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Itacoatiara.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Denúncia após ausência dos pais</h2>
<p>Segundo a delegada Renata Viana, o caso só veio à tona porque a adolescente aproveitou um momento em que os pais estavam na cidade para conseguir um celular e pedir socorro. Os crimes, que ocorriam de forma contínua, incluíam atos libidinosos e agressões físicas brutais, como chutes e socos.</p>
<p>A vítima relatou ainda que o pai demonstrava um ciúme possessivo e, ao descobrir que ela havia contado sobre os abusos para familiares no dia 26 de abril, passou a ameaçá-la e coagi-la para que desmentisse os fatos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mãe investigada por omissão</h2>
<p>Um dos pontos mais chocantes da investigação revela que a mãe da menina tinha pleno conhecimento da situação. De acordo com a delegada, mensagens de WhatsApp confirmam que a mulher não apenas se omitiu, como repreendia a filha quando o assunto era abordado, tentando silenciar a vítima.</p>
<p>A adolescente vivia em um cenário de isolamento total. Quase todas as pessoas na comunidade a quem ela pediu ajuda a pressionaram para se calar. Em um ato de desespero, ela enviou mensagens para um pastor que mantém uma página de denúncias no Facebook, e foi o religioso quem acionou a Polícia Civil.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Procedimentos legais</h2>
<p>Diante das provas de violência e do risco iminente à vida da menor, a Justiça decretou a prisão preventiva do investigado. A mãe também está sendo formalmente investigada por omissão imprópria.</p>
<p>O homem foi conduzido à delegacia de Itacoatiara, onde passou pelos procedimentos cabíveis e agora permanece à disposição do Poder Judiciário. A adolescente recebe acompanhamento psicológico devido ao grave abalo emocional.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Foragido por metralhar viatura da Polícia Civil é preso em Manaus</p>
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		<item>
		<title>Comunidade celebra São Jorge com tríduo, procissão e programação especial para o padroeiro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/comunidade-celebra-sao-jorge-com-triduo-procissao-e-programacao-especial-para-o-padroeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 21:17:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tema “São Jorge, defensor da fé e da dignidade do povo” e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), a Paróquia São Jorge realiza, entre os dias 20 e 23 de abril, uma programação especial em homenagem ao seu padroeiro. As celebrações começam com o Tríduo de São Jorge, nos dias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tema “São Jorge, defensor da fé e da dignidade do povo” e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), a Paróquia São Jorge realiza, entre os dias 20 e 23 de abril, uma programação especial em homenagem ao seu padroeiro. As celebrações começam com o Tríduo de São Jorge, nos dias 20, 21 e 22/4, preparando os fiéis para o ponto alto das festividades, celebrado em 23 de abril, Dia de São Jorge.</p>
<p>No dia dedicado ao santo, a programação inicia nas primeiras horas da manhã, com novena às 5h40 e missa às 6h. Ao longo do dia, os devotos poderão participar de diversos momentos de fé, incluindo um momento de louvor às 9h e outra missa às 10h. A comunidade também promoverá a venda de almoço entre 11h e 13h, fortalecendo o espírito de partilha e convivência entre os participantes.</p>
<p>A tarde será marcada por momentos de oração, com atividades previstas das 13h às 14h e, em seguida, das 15h às 17h, proporcionando aos fiéis oportunidades de recolhimento espiritual. Às 17h, acontece a saída da procissão pelas ruas da comunidade, seguida de missa e arraial. A celebração após a procissão é considerada a principal do dia e, tradicionalmente, a que reúne o maior número de fiéis.</p>
<p>Em 2026, a Paróquia São Jorge celebra ainda seus 69 anos de existência, reforçando sua trajetória de evangelização e serviço à comunidade. A programação festiva reafirma a devoção ao padroeiro e convida os fiéis a vivenciarem momentos de fé, união e esperança.</p>
<p>Serviço:</p>
<p>Tríduo (20,21 e 22/4)</p>
<li>Terço: 18h10</li>
<li>Novena: 18h40</li>
<li>Missa: 19h</li>
<p>Dia do Padroeiro (23/4)</p>
<li>Missa: 6h</li>
<li>Missa: 10h</li>
<li>Almoço: 11h – 13h</li>
<li>Procissão: 17h</li>
<li>Missa (Pós-procissão) e arraial</li>
<p>(*) <em>Com informações da Pastoral da Comunicação</em></p>
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		<title>MPF aciona Justiça Federal para impedir remoção de comunidade caiçara</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mpf-aciona-justica-federal-para-impedir-remocao-de-comunidade-caicara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 21:29:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF), no Rio de Janeiro, quer que o conflito fundiário entre uma comunidade caiçara de Barra de Guaratiba, na zona oeste da cidade, e o Exército, seja tratado como uma questão coletiva e não um conjunto de disputas individuais pela posse de terra. Nessa sexta-feira (10), o MPF apresentou à solicitação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF), no Rio de Janeiro, quer que o conflito fundiário entre uma comunidade caiçara de Barra de Guaratiba, na zona oeste da cidade, e o Exército, seja tratado como uma questão coletiva e não um conjunto de disputas individuais pela posse de terra.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPF-aciona-Justica-Federal-para-impedir-remocao-de-comunidade-caicara.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Nessa sexta-feira (10), o MPF apresentou à solicitação à Justiça Federal. No pedido, o MPF defende a “mediação como caminho para garantir os direitos de todas as partes envolvidas”.</p>
<p>Além disso, pede que a disputa entre o Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e cerca de 70 famílias caiçaras de Guaratiba seja transferido da 3ª Vara Federal do Rio de Janeiro para a Comissão de Soluções Fundiárias do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. A instância tem experiência em mediar conflitos fundiários, segundo o MPF.</p>
<p>A expectativa é evitar a remoção imediata da comunidade e construir uma solução que concilie a proteção do patrimônio público do Exército e os direitos dos moradores.</p>
<p>O pedido do MPF é baseado na ação de despejo forçado contra uma moradora local, por alegada invasão de área onde se encontra o CTEx, apesar de o centro tecnológico ter sido erguido em Guaratiba, em 1987, posterior à ocupação das terras.</p>
<p>Em grande parte, as ocupações locais são construções simples, o que reforça a vulnerabilidade social das famílias. O centro é responsável por desenvolver material bélico.</p>
<p>Além do caso dessa moradora, tramitam ao menos 26 ações de reintegração de posse de famílias caiçaras estabelecidas no entorno do CTEx e cerca de 50 notificações extrajudiciais pedindo remoção de casas da comunidade, de acordo com o MPF.  </p>
<p>O órgão defende que as ocupações são marcadas por uma identidade comum e não devem ser removidas. A região é historicamente ocupada por pescadores que comercializam a produção artesanal com restaurantes da região especializados em frutos do mar.</p>
<p>“A quantidade de famílias envolvidas e a identidade das ocupações evidenciam um litígio de natureza coletiva, que demanda solução estruturada e não medidas fragmentadas”, destacou o procurador Regional dos Direitos do Cidadão adjunto Julio Araujo.</p>
<p>O caso envolve sete comunidades tradicionais: Olaria, Poço das Pedras, Pernambuco, Bolsão do Índio, Itapuca, Araçatiba e Varginha, onde famílias receberam notificações extrajudiciais com prazo de 30 dias para deixar as residências, mas sem alternativa habitacional. A medida afronta a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), segundo o MPF, que reconhece vínculos desses povos com os territórios.</p>
<p>“O respeito aos territórios independe da sua regularização formal pelo Estado, devendo prevalecer uma compreensão intercultural dos direitos fundamentais”, afirma o pedido, articulado pela Defensoria Pública da União, à qual os moradores recorreram.</p>
<p>No fim de 2025, uma ação do Exército fechou o tradicional restaurante Tropicana, de cozinha caiçara, mantido por moradores locais, alegando que o estabelecimento funcionava dentro da área militar. Na época, os donos do restaurante alegaram que não houve tempo para reação judicial e que ficaram “sem ter onde trabalhar”.</p>
<p>Procurado, o Exército não comentou o pedido do MPF. A reportagem permanece aberta para incluir o posicionamento da instituição.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/mpf-aciona-justica-federal-para-impedir-remocao-de-comunidade-caicara" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>VÍDEO: Mulher tem cabelo raspado por traficantes ao visitar familiares em comunidade dominada por facção rival</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:40:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma moradora do Complexo da Pedreira teve o cabelo raspado por traficantes após visitar familiares na comunidade do Jacaré, na zona Norte do Rio de Janeiro. O crime foi registrado em vídeo e viralizou nas redes sociais, nesta quarta-feira (0804), no entanto, não há detalhes de quando o crime teria ocorrido. Segundo relatos, a vítima [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma moradora do Complexo da Pedreira teve o cabelo raspado por traficantes após visitar familiares na comunidade do Jacaré, na zona Norte do Rio de Janeiro. O crime foi registrado em vídeo e viralizou nas redes sociais, nesta quarta-feira (0804), no entanto, não há detalhes de quando o crime teria ocorrido.</p>
<p>Segundo relatos, a vítima foi abordada por criminosos assim que entrou na área dominada por uma facção rival à de sua comunidade de origem. Os homens cortaram o cabelo dela como forma de intimidação, em um ato de violência ligado à disputa territorial entre grupos criminosos que atuam na cidade.</p>
<p>Informações preliminares indicam que a presença da moradora em território controlado por outro grupo foi interpretada como uma afronta, o que teria motivado a agressão.</p>
<p>O caso será investigado pela Polícia Civil, que busca apurar as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis.</p>
<p>Veja vídeo:</p>
<p lang="pt" dir="ltr">Mulher tem o cabelo cortado por traficantes após visitar familiares em comunidade vizinha pic.twitter.com/tMxRbJD7sA</p>
<p>— Portal Em Tempo (@portalemtempo) April 8, 2026 </p>
<p>Leia mais</p>
<p>VÍDEO: Mulher é sequestrada após assalto dentro de casa no Cidade de Deus em Manaus</p>
<p>Criança de 9 anos revela que era estuprada pelo irmão após culto no AM</p>
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