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	<title>comunitária Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Arte, esporte e comunicação comunitária ajudam a prevenir a violência nas periferias de Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 23:36:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma capital onde apenas 6,4% dos estudantes chegam ao 3º ano do Ensino Médio, o menor índice entre as capitais do Norte do país e onde 17,7% dos alunos deixam de frequentar a escola por medo da violência no trajeto, projetos sociais desenvolvidos nas periferias de Manaus têm se consolidado como espaços de acolhimento, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em uma capital onde apenas 6,4% dos estudantes chegam ao 3º ano do Ensino Médio, o menor índice entre as capitais do Norte do país e onde 17,7% dos alunos deixam de frequentar a escola por medo da violência no trajeto, projetos sociais desenvolvidos nas periferias de Manaus têm se consolidado como espaços de acolhimento, formação e construção de perspectivas para a juventude local. Os dados são da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Atuando por meio do esporte, da arte, da cultura, da comunicação comunitária e da qualificação profissional, essas iniciativas alcançam crianças, adolescentes e jovens que encontram poucas oportunidades dentro dos territórios onde vivem. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Embora não sejam uma solução isolada para problemas estruturais, os projetos têm contribuído para reduzir situações de vulnerabilidade e fortalecer vínculos comunitários.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Capacitação e protagonismo</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A Central Única das Favelas do Amazonas (Cufa-Am) é uma das organizações que atuam nesse campo. Segundo o presidente da instituição, Alexey Ribeiro, entre três mil e quatro mil pessoas participam diretamente das atividades desenvolvidas pela entidade, com um alcance indireto que varia entre 50 mil e 100 mil pessoas. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, a entidade lançou o curso de audiovisual “Do Celular ao Bolso”, voltado a capacitação de jovens e adultos para transformar o celular em uma ferramenta de trabalho, empreendedorismo e geração de renda. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quando a pessoa desenvolve uma atividade que lhe garante protagonismo na própria vida, ela consegue crescer socialmente e enxergar novas perspectivas”, afirmou o presidente.</p>
<p>Foto: Cufa-Am</p>
<h2 class="wp-block-heading">Arte e cultura como caminhos possíveis</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Nas periferias, a transformação também passa pela arte. A coordenadora-geral do projeto Arte Ocupa, Sarah Campelo, conta que a iniciativa nasceu de forma espontânea, quando crianças começaram a participar de encontros de pintura em uma praça do bairro Petrópolis. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“A arte cria um espaço de liberdade, imaginação e descoberta. Em contextos marcados por dificuldades, ela amplia horizontes e permite que crianças e adolescentes imaginem outros futuros possíveis para si mesmos”, diz. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A experiência encontra respaldo em pesquisas internacionais: um estudo conduzido por pesquisadores das Universidades de Londres e da Flórida, acompanhando cerca de 25 mil estudantes, concluiu que a participação em atividades artísticas está associada à redução de comportamentos antissociais e do envolvimento em crimes.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Arte-esporte-e-comunicacao-comunitaria-ajudam-a-prevenir-a-violencia.jpeg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-472708"  />Foto: Divulgação / Arte Ocupa</p>
<p class="wp-block-paragraph">O hip-hop também ocupa esse espaço. A vice-presidente da Associação Intercultural de Hip-Hop Urbanos da Amazônia (AIHHUAM), Mel Angeoles, explicou que o movimento funciona como instrumento de identificação e construção de alternativas para jovens das periferias. “O hip-hop nasceu reivindicando direitos básicos. Quando o jovem vê pessoas com histórias parecidas com a dele conseguindo reconhecimento por meio da arte, ele percebe que existem outros caminhos possíveis”, destacou. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A associação mantém uma rede com mais de quatro mil artistas e ativistas cadastrados e formou recentemente 150 agentes culturais por meio de uma trilha voltada ao empreendedorismo cultural e ao acesso a editais e recursos públicos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781393770_496_Arte-esporte-e-comunicacao-comunitaria-ajudam-a-prevenir-a-violencia.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-472702"  />Foto: Divulgação / Arte Ocupa</p>
<h2 class="wp-block-heading">A periferia que conta sua própria história</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A comunicação comunitária também tem se mostrado uma ferramenta de fortalecimento territorial. No bairro São Francisco, o coletivo Periferia Respira desenvolve ações de jornalismo comunitário e iniciativas culturais no território do Cafundó. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Para o jornalista Maurício Max, idealizador do projeto, as periferias costumam ganhar visibilidade apenas em episódios de violência ou tragédia. “As notícias geralmente são policiais e passam a impressão de que não existe nada além da violência nesses territórios. Quando contamos histórias positivas, fortalecemos a autoestima da comunidade e incentivamos novas iniciativas”, declarou. </p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="759" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781393770_792_Arte-esporte-e-comunicacao-comunitaria-ajudam-a-prevenir-a-violencia.jpeg?resize=740%2C759&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-472706"  />Foto: Divulgação/Periferia Respira</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Max, a cultura e a comunicação funcionam como instrumentos de prevenção à violência ao criar espaços de pertencimento. “Quando eles se sentem ouvidos, enxergados e reconhecidos, fica mais fácil despertar o interesse pela comunidade e explorar talentos que muitas vezes passam despercebidos.”</p>
<h2 class="wp-block-heading">Desenvolvimento emocional e social</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Para a psicóloga Salete Lima, os benefícios dessas iniciativas vão além da ocupação da rotina. “O desenvolvimento da sensibilidade, das regras e do respeito à diversidade são valores essenciais para as futuras gerações sobreviverem em um mundo cada vez mais competitivo”, avaliou. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, projetos sociais bem estruturados oferecem acolhimento e experiências que ajudam crianças e adolescentes a construir referências positivas para a vida adulta.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781393770_644_Arte-esporte-e-comunicacao-comunitaria-ajudam-a-prevenir-a-violencia.jpeg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-472710"  />Foto: Divulgação / Arte Ocupa</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os entrevistados convergem, no entanto, em um ponto: os projetos sociais não substituem a responsabilidade do poder público.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar de Manaus ter registrado nos últimos anos uma redução expressiva nos homicídios, alcançando a taxa de 16,1 mortes por 100 mil habitantes, o melhor índice em 25 anos, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), a violência continua impactando a rotina escolar e comunitária de milhares de jovens. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Para os representantes das iniciativas, o fortalecimento desses projetos depende de investimentos contínuos e de políticas públicas capazes de garantir acesso permanente à cultura, ao esporte, à educação e à qualificação profissional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">México x África do Sul abre a Copa 2026; veja onde assistir aos jogos desta quinta</p>
<p class="wp-block-paragraph">Favoritos da Copa 2026: onde o Brasil aparece nas projeções?</p>
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		<title>Horta comunitária reúne memória, cuidado e cidadania em favela do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 13:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz um ano que a rotina de Vera Lúcia Silva de Souza, de 74 anos, começa cedo. Ela molha as plantas de casa e encara a pé a descida íngreme desde o alto do Morro do Salgueiro, na zona norte do Rio de Janeiro. Na parte baixa da comunidade, fica a horta comunitária onde trabalha para complementar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faz um ano que a rotina de Vera Lúcia Silva de Souza, de 74 anos, começa cedo. Ela molha as plantas de casa e encara a pé a descida íngreme desde o alto do Morro do Salgueiro, na zona norte do Rio de Janeiro. Na parte baixa da comunidade, fica a horta comunitária onde trabalha para complementar a renda.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Horta-comunitaria-reune-memoria-cuidado-e-cidadania-em-favela-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Vera é integrante do Coletivo de Erveiras e Erveiros do Salgueiro. Desde 2019, o grupo se reúne para catalogar espécies e saberes e manter vivas plantas que são conhecidas dos moradores, mas não de todo mundo no asfalto.</p>
<p>A área de plantio é uma das 84 hortas mantidas pelas comunidades com o apoio da Prefeitura do Rio, por meio do programa Hortas Cariocas, criado há cerca de 20 anos. Em 2025, de acordo com a Secretaria de Ambiente Clima, a produção dessas hortas foi de 74 toneladas. No Salgueiro, a colheita foi de 700 kg.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Horta-comunitaria-reune-memoria-cuidado-e-cidadania-em-favela-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 26/03/2026 - Horta comunitária do programa Hortas Cariocas, no Salgueiro. Hortas agroecológicas e ancestrais no Morro do Salgueiro, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Horta comunitária do programa Hortas Cariocas, no Salgueiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Memória </h2>
<p>Vera Lúcia explica que acorda cedo porque é melhor mexer na terra pela manhã, quando a temperatura está mais amena e a água não queima as plantas.</p>
<p>&#8220;Molhamos primeiro e limpamos para replantar. Por causa do verão, muita coisa fracassou. Aqui pega muito Sol&#8221;, conta.</p>
<p>Faz um tempo que Vera decidiu buscar nas memórias de infância incentivo para colocar as mãos na terra outra vez. As lembranças são da época em que os remédios eram feitos em casa, pela mãe e pela avó, com quem ela conheceu ervas e aprendeu receitas passadas de geração em geração.</p>
<p>&#8220;Eu nasci lá no alto do morro&#8221;, conta Vera, apontando em direção a uma área que fica ainda mais alto do que sua casa, mas onde não existem mais moradias. &#8220;Eu vim para cá [onde mora] com 14 anos. Aqui, minha mãe e minha avó me ensinaram a plantar, a fazer um chá, um xarope, um tempero. Eu me lembro bem&#8221;, afirma.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774789948_388_Horta-comunitaria-reune-memoria-cuidado-e-cidadania-em-favela-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 26/03/2026 - Vera Lúcia Silva de Souza, conhecida como tia Vera, em sua casa no alto do morro do Salgueiro. Hortas agroecológicas e ancestrais no Morro do Salgueiro, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Vera Lúcia Silva de Souza, conhecida como tia Vera, em sua casa no alto do Morro do Salgueiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Localizada nas franjas do Parque Nacional da Tijuca, a casa de Vera é rodeada de árvores, uma realidade atípica entre as favelas cariocas, que costumam marcar temperaturas mais quentes que a média da cidade.</p>
<p>Com um quintal fresco, não é só na horta comunitária que ela cultiva memórias. &#8220;Está sentindo esse cheiro? São as minhas plantas. Tem saião, alfavaca, assa-peixe, ora-pro-nóbis, do grande, que dá uma flor rosa, bem bonita&#8221;, apresenta a erveira.</p>
<p>Os canteiros transformaram a casa de Vera em uma referência no morro. &#8220;Tem muita muda aqui. Umas, a gente planta no mato, outras, quando me pedem, eu doo um mucadinho [pouquinho]&#8221;, revela. &#8220;Meu boldo, por exemplo, já está quase acabando. As casas aqui são apertadinhas, nem todo mundo em espaço&#8221;.</p>
<h2>Diversidade de opções</h2>
<p>Em um vídeo sobre a horta comunitária, Marcelo Rocha, que é integrante do mesmo coletivo, compara a pequena quantidade de opções nas prateleiras com a diversidade que as populações consumiam quando cultivavam em seus quintais:</p>
<p>&#8220;É comum ir ao supermercado e encontrar apenas alface, cheiro verde e rúcula. Mas temos uma infinidade de plantas comestíveis conhecidas da minha avó, da minha bisavó, como ora-pro-nóbis, caruru, alemirão, taioba serralha&#8221;, citou.</p>
<p>Sem placa ou aviso na entrada, a horta do Salgueiro só é conhecida pelos moradores. Ali, as ervas são cultivadas, assim como outros alimentos, que depois também são doados para a Escola Municipal Bombeiro Geraldo Dias.</p>
<p>Membro do coletivo, Walace Gonçalves de Oliveira, de 66 anos, conhecido por Tio Dadá, acrescenta que até mesmo profissionais de saúde indicam as ervas e alimentos da horta comunitária a seus pacientes. </p>
<p>&#8220;Tem gente que precisa especificamente de uma verdura ou legume. Aí, o pessoal do postinho manda vir buscar aqui conosco&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774789948_954_Horta-comunitaria-reune-memoria-cuidado-e-cidadania-em-favela-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 26/03/2026 - Tio Dadá e Tia Vera, cuidadores da horta comunitária do programa Hortas Cariocas, no Salgueiro. Hortas agroecológicas e ancestrais no Morro do Salgueiro, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Tio Dadá e Tia Vera, cuidadores da horta comunitária do programa Hortas Cariocas, no Salgueiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Da remoção ao plantio</h2>
<p>O espaço usado pelo coletivo para a horta surgiu após uma desapropriação. Estabelecida em encostas íngremes, uma vila inteira de casas foi removida por causa do risco de deslizamento.</p>
<p>De chapéu e enxada em punho, Tio Dadá lembra que a comunidade transformou a área, cheia de lixo, em uma horta produtiva:</p>
<p>&#8220;A gente tem aqui berinjela, alface, chicória, cenoura. Temos bastante coisa. Tem também limão e tem uma laranja que quase ninguém conhece, vermelha por dentro, a laranja sanguínea, muito boa&#8221;, conta ele, que tem suas preferências: &#8220;Ora-pro-nóbis é muito bom no franguinho, na carne assada. Eu não uso no chá, não gosto&#8221;, destaca.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774789948_453_Horta-comunitaria-reune-memoria-cuidado-e-cidadania-em-favela-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 26/03/2026 - Pé de limão no alto do morro do Salgueiro. Hortas agroecológicas e ancestrais no Morro do Salgueiro, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Pé de limão no Morro do Salgueiro, na zona norte do Rio de Janeiro Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Alimento e cidadania</h2>
<p>Segundo a prefeitura, as hortas urbanas têm reduzido índices de ocupação irregular de terrenos ociosos e elevado os níveis de inclusão social, além de propiciar aos moradores da comunidade alimentação livre de transgênicos e agrotóxicos.</p>
<p>A secretária da pasta de Ambiente e Clima da cidade do Rio de Janeiro, Tainá de Paula, afirma que o suporte técnico da secretaria é contínuo. &#8220;Temos uma entrega ininterrupta de sementes, que ficam sempre disponíveis para retirada&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774789948_58_Horta-comunitaria-reune-memoria-cuidado-e-cidadania-em-favela-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 26/03/2026 - Borboleta e insetos em árvore da horta comunitária do programa Hortas Cariocas, no Salgueiro. Hortas agroecológicas e ancestrais no Morro do Salgueiro, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p>Borboleta e insetos em árvore da horta comunitária do programa Hortas Cariocas, no Salgueiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/horta-comunitaria-reune-memoria-cuidado-e-cidadania-em-favela-do-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/horta-comunitaria-reune-memoria-cuidado-e-cidadania-em-favela-do-rio/">Horta comunitária reúne memória, cuidado e cidadania em favela do Rio</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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