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	<title>constante Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Professor de ciências precisa de formação constante, diz pesquisadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 12:50:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ensino de um conjunto de disciplinas conhecidas como Stem (ciência, tecnologia, engenharia e matemática, na sigla em inglês) requer formação constante de professores, para além dos investimentos necessários em infraestrutura. A avaliação é defendida pelos autores do Panorama da Educação Stem no Brasil. O levantamento faz uma análise de como ciência, tecnologia, engenharia e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ensino de um conjunto de disciplinas conhecidas como <em>Stem</em> (ciência, tecnologia, engenharia e matemática, na sigla em inglês) requer formação constante de professores, para além dos investimentos necessários em infraestrutura.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Professor-de-ciencias-precisa-de-formacao-constante-diz-pesquisadora.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A avaliação é defendida pelos autores do <em>Panorama da Educação Stem no Brasil</em>. O levantamento faz uma análise de como ciência, tecnologia, engenharia e matemática estão sendo incorporadas à educação básica brasileira.</p>
<p>Os pesquisadores buscaram informações de seis capitais: Manaus, Belém, João Pessoa, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba.</p>
<p>O levantamento é organizado pela Fundação Carlos Chagas, instituição sem fins lucrativos que atua na área de concursos públicos e pesquisas educacionais, em parceria com o British Council, entidade do Reino Unido voltada a relações culturais e oportunidades educacionais.</p>
<p>A pesquisadora Sandra Unbehaum, coordenadora do estudo, enfatiza que, para o ensino de Stem, não basta infraestrutura, como computador nas escolas.</p>
<p>“É preciso investir na formação de profissionais de um modo profundo e constante”, diz à Agência Brasil.</p>
<p>Ela ressalta que a formação dos professores precisa ser vista como “parte do trabalho” deles, algo que fazem dentro da jornada. A pesquisadora contextualiza que muitos professores no país vivenciam a realidade de “atuar em mais de uma escola ou ter número excessivo de turmas e alunos”.</p>
<p>“A formação não pode ser pontual, não pode ser somente para professores que conseguem articular o seu tempo de trabalho e de formação”, defende.</p>
<p>Ela inclui a necessidade de a capacitação não ser exclusivamente a distância. “É importante, mas eu entendo que formação aprofundada se dá também na troca presencial”.</p>
<h2>Acesso para evitar desigualdade</h2>
<p>Outro ponto destacado pela pesquisadora é que a infraestrutura necessária para o ensino de Stem, como computadores, equipamentos tecnológicos, acesso à internet e suporte técnico, seja igual entre as diversas regiões do país, para evitar desigualdades.</p>
<p>“A falta de acesso adequado a toda tecnologia hoje disponível, que deveria ser democraticamente disponível para todos, vai contribuir para uma desigualdade educacional. Isso ainda é um desafio muito grande”.</p>
<p>Sandra Unbehaum ressalta que a educação Stem tem “papel estruturante” na formação básica.</p>
<p>“Pode redefinir a forma como o conhecimento é construído, deixando de ser um comportamento passivo e individual para se tornar uma aprendizagem investigativa e aplicável”.</p>
<p>Ela aponta que esse conhecimento é fundamental para preparar os estudantes brasileiros para os desafios atuais, como a era da inteligência artificial (IA) e a busca de soluções para a questão climática.</p>
<p>“Em relação à IA, uma abordagem Stem deve contribuir para o desenvolvimento de um pensamento crítico, questionador, de maneira a propiciar um uso responsável”, defende.</p>
<p>Ela acrescenta que o ensino de ciência, tecnologia, engenharia e matemática nas escolas precisa ser integrado, sem que sejam “gavetas separadas”.</p>
<h2>Desafios</h2>
<p>Ao longo das 170 páginas do relatório, os pesquisadores citam desafios encontrados, como o reconhecimento, por parte dos próprios professores, de “certa resistência às tecnologias”. Falta de conhecimento técnico e insegurança estão entre as hipóteses mencionadas.</p>
<p>Em Manaus, por exemplo, foi apresentada a dificuldade de ter professores com licenciaturas específicas, fazendo com que o professor de educação física dê aula de ciências, ou o professor de ciências dê aula de matemática. “São situações pontuais, mas que acontecem”, escreve o panorama.</p>
<p>Em Curitiba, foi encontrada elevada taxa de rotatividade docente nos anos finais, que leva a “sequelas”, como “fratura a um trabalho contínuo e coletivamente construído no interior da escola.”</p>
<h2>Boas práticas</h2>
<p>Os pesquisadores destacaram boas práticas encontradas nas seis capitais analisadas:</p>
<ul>
<li>Manaus: jogos de tabuleiro e dinâmicas sem dispositivos eletrônicos, ou seja, “desplugadas”, para ensinar lógica de programação e pensamento computacional. Indo além, Centros de Tecnologias Educacionais promovem a inclusão de escolas ribeirinhas com conexão via satélite.</li>
<li>Belém: desenvolvimento de óculos de realidade virtual de baixo custo feitos com fibra de miriti (matéria-prima tradicional da região) para apoiar o ensino de geometria, aliando cultura local e tecnologia.</li>
<li>João Pessoa: forte investimento em infraestrutura e conectividade, além de “imersões tecnológicas”, nas quais professores passam por períodos intensivos aprendendo a integrar tecnologia às aulas.</li>
<li>São Paulo: formadores de Tecnologia para Aprendizagem como multiplicadores nas diretorias de ensino e desenvolvimento de iniciativas em parceria com instituições externas, entre elas a Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, para implementação do Programa de Aprendizagem Construcionista.</li>
<li>Curitiba: aplicação do conceito de Cidade Educadora por meio dos Faróis do Saber, adaptados como espaços maker (aprender fazendo) com impressoras 3D e cortadoras a laser, além da criação do Farol Móvel para circular com recursos tecnológicos pelas salas de aula.</li>
</ul>
<h2>Rio de Janeiro</h2>
<p>Na capital fluminense, foram destacados os Ginásios Educacionais Tecnológicos (GET), iniciativa criada em 2022 que transforma escolas em espaços vocacionados com abordagem interdisciplinar entre matérias.</p>
<p>A rede municipal de ensino da cidade conta com 317 GETs e espera chegar a 350 até o fim do ano, atendendo a 150 mil estudantes.</p>
<p>A professora de história Vanini Bernardes Costa de Lima dá aulas no GET Ceará, no bairro de Inhaúma, zona norte carioca. Ela conta que o foco do ensino na unidade é a integração das matérias Stem e também artes, alterando a sigla para Steam.</p>
<p>Vanini apresenta o exemplo do “colaboratório”, um laboratório maker equipado com impressoras 3D, placas de robótica, óculos de realidade virtual, máquinas de corte e computadores.</p>
<p>“Neste espaço, nossos alunos e alunas resolvem problemas reais de forma colaborativa, integrando esses diversos saberes”, diz ela à Agência Brasil.</p>
<p>Ela acrescenta que o investimento em profissionais qualificados e recursos permite que “cada estudante desenvolva potencialidades que, antes, ficavam ocultas em modelos tradicionais”.</p>
<p>A professora aponta ainda que a metodologia de ensino incentiva a participação das meninas nas áreas Steam.</p>
<p>“As alunas têm espaço e escuta. Acredito que esta política as incentiva a perceber que podem e devem ocupar os lugares que quiserem”, conclui.</p>
<h2>Além da teoria</h2>
<p>Manuela Calixto de Lira Bernardo Abreu, de 15 anos, é estudante do 9º ano na unidade. Ela considera que a tecnologia empregada no GET a faz ter mais interesse pelas aulas e não deixa os alunos “só na teoria”. </p>
<p>“Temos a oportunidade de pesquisar, criar projetos e usar ferramentas diferentes. Eu gosto bastante da modelagem 3D, por exemplo, porque podemos transformar uma ideia em algo que conseguimos visualizar e desenvolver”, cita.</p>
<p>Para ela, o ensino Steam ganha cada vez mais importância em um mundo permeado pela IA.</p>
<p>“Acho que precisamos aprender a entender e usar essas tecnologias, e não apenas consumir o que elas oferecem”, diz a estudante.</p>
<p>O secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Hugo Nepomuceno, sustenta que os GETs fornecem protagonismo estudantil e “mão na massa”.</p>
<p>“Os estudantes têm a oportunidade de desenvolver projetos interdisciplinares que vão além do livro didático”, pontua.</p>
<p>À Agência Brasil, ele destaca que os GETs provocam impacto direto no entorno escolar.</p>
<p>“A proposta é aproximar tecnologia e conhecimento do cotidiano das famílias e fortalecer a relação das escolas com seus territórios.&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-09/professor-de-ciencias-precisa-de-formacao-constante-diz-pesquisadora" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Dia Mundial do Rock: veja cinco artistas e bandas que mantêm o gênero vivo e em constante renovação</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/dia-mundial-do-rock-veja-cinco-artistas-e-bandas-que-mantem-o-genero-vivo-e-em-constante-renovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[artistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Celebrado nesta segunda-feira (13), o Dia do Rock continua mobilizando admiradores do gênero musical em todo o mundo. Em 2026, enquanto nomes consagrados seguem influenciando novas gerações, artistas e bandas apresentam novas sonoridades para manter o rock presente na cena musical. Além disso, grupos de diferentes origens combinam referências clássicas com novas abordagens, ampliando o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Celebrado nesta segunda-feira (13), o Dia do Rock continua mobilizando admiradores do gênero musical em todo o mundo. Em 2026, enquanto nomes consagrados seguem influenciando novas gerações, artistas e bandas apresentam novas sonoridades para manter o rock presente na cena musical.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, grupos de diferentes origens combinam referências clássicas com novas abordagens, ampliando o alcance do gênero e conquistando públicos diversos. Confira cinco nomes que representam esse movimento.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Novas composições</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Criada em 2024 pelo baixista Shavo Odadjian, integrante do System of a Down, a banda Seven Hours After Violet chamou a atenção dos fãs de metal com suas primeiras composições.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O grupo reúne ainda Alejandro Aranda, Taylor Barber, do Left to Suffer, além de Michael Montoya e Josh Johnson, do Winds of Plague.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em maio, a formação abriu o show do Korn em São Paulo, marcando um momento importante para os fãs brasileiros da banda, que não recebiam uma apresentação do grupo no país desde 2017.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Identidade do rock clássico</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Na estrada desde 2000, o Blackberry Smoke continua apresentando novidades ao público sem abandonar as referências clássicas que fazem parte de sua identidade musical.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com uma sonoridade ligada a outras décadas, a banda segue atraindo novos ouvintes. Em abril, o grupo retornou ao Brasil para uma sequência de apresentações em espaços menores, criando uma experiência mais próxima entre músicos e fãs.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Nostalgia e novas influências</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Formado em 2022 por James Bartholomew (voz), Tyler Arrowsmith (guitarra), Ed Evans (bateria) e Ricky Hodgkiss (baixo), o quarteto britânico Jayler ganhou atenção entre admiradores do rock clássico.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com influências de Led Zeppelin e Robert Plant, a banda combina elementos tradicionais do gênero com uma identidade própria. Embora tenha uma discografia curta, o grupo ampliou sua visibilidade após a repercussão de vídeos publicados nas redes sociais.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Força do rock tradicional</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A banda de Los Angeles conquistou um marco importante no rock norte-americano ao liderar uma das principais paradas do gênero nos Estados Unidos em 2017 com o single “When I’m Gone”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A música foi lançada de forma independente no mesmo ano em que o grupo foi formado. Desde então, o Dirty Honey vem consolidando sua presença na cena e lançando novos trabalhos para um público interessado em faixas que retomam elementos do rock tradicional.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pop-rock de novas gerações</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Um dos nomes de destaque do pop-rock contemporâneo, Olivia Rodrigo ampliou sua relação com o gênero ao lançar, em junho, o álbum “You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love”, projeto que reúne diferentes elementos do rock.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O trabalho alcançou fãs que acompanham a cantora desde sua fase na Disney e também atraiu ouvintes do rock, especialmente por abordar temas ligados a experiências e perspectivas femininas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com isso, Olivia Rodrigo reforça a presença do pop-rock entre novos públicos e mostra como o gênero continua incorporando diferentes influências.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: Natura vai levar consumidores para área VIP do Rock in Rio 2026; veja como participar.</p>
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