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	<title>Consulta Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Consulta Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Consulta pública sobre educação a distância vai até sexta-feira</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consulta-publica-sobre-educacao-a-distancia-vai-ate-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 20:21:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) recebe até a próxima sexta-feira (14) as contribuições da consulta pública sobre o novo marco regulatório dos cursos de graduação com oferta de educação a distância (EaD) nos cursos superiores de graduação do Brasil. A atualização das diretrizes dos cursos de graduação em EaD busca adaptar as normas da educação a distância às transformações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) recebe até a próxima sexta-feira (14) as contribuições da consulta pública sobre o novo marco regulatório dos cursos de graduação com oferta de educação a distância (EaD) nos cursos superiores de graduação do Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Consulta-publica-sobre-educacao-a-distancia-vai-ate-sexta-feira.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A atualização das diretrizes dos cursos de graduação em EaD busca adaptar as normas da educação a distância às transformações digitais e aos novos critérios de acompanhamento acadêmico e tem o objetivo é aperfeiçoar as políticas públicas educacionais.</p>
<p>A iniciativa é voltada a estudantes, professores, pesquisadores, gestores de instituições de ensino superior públicas e privadas, entidades da sociedade civil e demais interessados.</p>
<p>A necessidade de regulamentação da EaD no Brasil está prevista no Decreto nº 12.456/2025.</p>
<h2>Passo a passo</h2>
<p>Para participar, os interessados devem acessar a plataforma Brasil Participativo e fazer o login com a conta Gov.br.</p>
<p>O participante terá acesso ao texto de referência, disponível na página do Conselho Nacional de Educação (CNE), na seção Audiências e Consultas Públicas.</p>
<p>Quem responder à consulta pública deverá também preencher o formulário de coleta de dados relativos à identificação do perfil sociogeográfico.</p>
<p>O governo federal esclarece que as informações serão usadas exclusivamente para fins estatísticos, de avaliação institucional e formulação de políticas públicas, sem divulgação individualizada dos participantes em qualquer hipótese.</p>
<h2>Diretrizes</h2>
<p>A minuta da proposta sugere novas regras para a oferta de cursos, mediação pedagógica, suporte ao estudante e atuação do corpo docente em instituições de educação superior que atuam na modalidade EaD.</p>
<p>A proposta define critérios para atividades presenciais e conteúdos digitais, garantindo que os padrões acadêmicos exigidos sejam equivalentes em todas as modalidades de ensino. </p>
<p>A minuta elaborada pela Comissão da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CES/CNE) está dividida em pontos organizacionais para a oferta de cursos superiores EaD: </p>
<ul>
<li>         regulamentação da modalidade semipresencial: estabelece percentuais e critérios para carga horária presencial obrigatória (como práticas de laboratório e extensão) combinada com atividades síncronas (tempo real) e assíncronas mediadas, no ambiente virtual de aprendizagem; </li>
<li>         critérios para mediação e docência: parâmetros para a atuação de professores e tutores, com determinações sobre interatividade com os estudantes e regras para o trabalho acadêmico. </li>
<li>         estrutura dos polos de apoio: define requisitos para os polos de apoio presencial no suporte tecnológico e acadêmico aos estudantes. </li>
<li>     suporte acadêmico: estabelece parâmetros de acompanhamento pedagógico ao longo da jornada do estudante de graduação. </li>
</ul>
<h2>Consolidação</h2>
<p>Após o término do prazo de contribuição, será aberto o período de sistematização das proposições recebidas, entre os dias 15 e 22 de agosto.</p>
<p>De acordo com o MEC, as sugestões serão analisadas para a consolidação da redação final do parecer e do projeto de resolução pelo CNE.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-08/consulta-publica-sobre-educacao-distancia-vai-ate-sexta-feira" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Consulta pública avalia inclusão no SUS de remédio para hipertensão</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consulta-publica-avalia-inclusao-no-sus-de-remedio-para-hipertensao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 13:32:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abriu consulta pública para avaliar a inclusão do medicamento sotatercepte na rede pública, para tratamento de pacientes adultos com hipertensão arterial pulmonar (HAP). As contribuições, da sociedade civil e da comunidade médica, podem ser enviadas até o próximo dia 17. De acordo com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abriu consulta pública para avaliar a inclusão do medicamento sotatercepte na rede pública, para tratamento de pacientes adultos com hipertensão arterial pulmonar (HAP). As contribuições, da sociedade civil e da comunidade médica, podem ser enviadas até o próximo dia 17.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Consulta-publica-avalia-inclusao-no-SUS-de-remedio-para-hipertensao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a Conitec, a solicitação de incorporação foi feita pelo próprio fabricante do medicamento para o tratamento de adultos com HAP em classes funcionais III ou IV, conforme critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), com risco de mortalidade intermediário a alto, em uso de terapia dupla, quando houver intolerância às prostaciclinas, ou em uso de terapia tripla, associado ao tratamento já em uso.</p>
<p>Ainda segundo a comissão, o medicamento age no mecanismo de crescimento das células dos vasos sanguíneos. Na HAP, essa via pode estar desregulada e contribuir para o estreitamento dos vasos dos pulmões.</p>
<h2>A doença</h2>
<p>A hipertensão arterial pulmonar é uma doença rara, crônica, progressiva e grave. Isso significa que é uma condição pouco frequente na população, de longa duração e que pode piorar com o tempo, comprometendo a capacidade da pessoa de realizar atividades do dia a dia.</p>
<p>Na HAP, ocorre aumento da pressão nos vasos sanguíneos que levam o sangue do coração para os pulmões. Com isso, o lado direito do coração precisa fazer mais esforço para bombear o sangue.</p>
<p>Ao longo do tempo, esse esforço pode sobrecarregar o coração e causar sintomas como falta de ar, cansaço, tontura, dor no peito, desmaios e dificuldade para realizar atividades habituais. Em casos mais graves, a doença pode evoluir para insuficiência cardíaca, levar ao funcionamento insuficiente do coração e morte.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/consulta-publica-avalia-inclusao-no-sus-de-remedio-para-hipertensao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Consulta pública sobre educação bilíngue de surdos acaba sábado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consulta-publica-sobre-educacao-bilingue-de-surdos-acaba-sabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:15:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professores, gestores das redes públicas, profissionais da educação e a sociedade civil podem participar, até este sábado (25), da consulta pública sobre educação bilíngue de surdos no Brasil, como modalidade escolar prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Para colaborar com a consulta, é necessário acessar a plataforma Brasil Participativo, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Professores, gestores das redes públicas, profissionais da educação e a sociedade civil podem participar, até este sábado (25), da consulta pública sobre educação bilíngue de surdos no Brasil, como modalidade escolar prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Consulta-publica-sobre-educacao-bilingue-de-surdos-acaba-sabado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para colaborar com a consulta, é necessário acessar a plataforma Brasil Participativo, com <em>login</em> do portal do governo federal Gov.br.</p>
<p>O edital de chamamento foi publicado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) em 26 de junho.</p>
<p>As colaborações poderão embasar a elaboração das Diretrizes Nacionais da Modalidade Escolar de Educação Bilíngue de Surdos na Educação Básica, com o objetivo de assegurar os direitos linguísticos, educacionais e culturais dos estudantes do público-alvo, que são os surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com outras deficiências associadas.</p>
<p>As novas diretrizes irão integrar a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS), voltada à promoção da equidade, ao respeito às especificidades dos estudantes surdos e à garantia do direito ao ensino e à aprendizagem de qualidade. </p>
<h2>Guia</h2>
<p>As Diretrizes Nacionais para a Educação Bilíngue de Surdos no Brasil funcionam como um guia teórico para que as redes de ensino de todo o país saibam como estruturar, expandir e manter a educação bilíngue para alunos surdos na Educação Básica.</p>
<p>O documento estabelece normas para os seguintes pilares da educação bilíngue:</p>
<p>· Língua Brasileira de Sinais (Libras) como a língua de instrução, comunicação e ensino dentro da escola;</p>
<p>· língua portuguesa na modalidade escrita ensinada formalmente como segunda língua;</p>
<p>· criação de espaços que favoreçam a interação em Libras.</p>
<p>· valorização da identidade, da cultura e do uso de Libras pela comunidade surda.</p>
<p>· formação inicial e continuada de professores bilíngues e demais profissionais da educação;</p>
<p>· produção de materiais didáticos e recursos pedagógicos específicos</p>
<p>· fortalecimento de escolas bilíngues, classes bilíngues e escolas polo.</p>
<p>· Promoção do envolvimento direto da comunidade surda no planejamento, execução e avaliação dessas políticas públicas.</p>
<p>A ideia é que as diretrizes sirvam de ferramentas para que as escolas as apliquem na prática.</p>
<h2>Comunidade surda</h2>
<p>Segundo o Censo Escolar de 2024, há 61.623 matrículas desse público na educação básica.</p>
<p>Apenas 12% das redes de ensino dispõem de materiais pedagógicos adequados em Libras, as provas em videolibras alcançam somente 1,31% dos estudantes e, embora cerca de 51% das escolas tenham Salas de Recursos Multifuncionais, ainda há carência de apoio bilíngue especializado.</p>
<p>Além disso, apenas 2.501 professores possuem formação continuada em Educação Bilíngue de Surdos</p>
<p>Para fortalecer políticas públicas que garantam os direitos linguísticos, educacionais e culturais desses estudantes, promovendo a qualificação das redes de ensino e a efetivação da modalidade em todo o país, existe a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS). Saiba mais sobre a política aqui.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/consulta-publica-sobre-educacao-bilingue-de-surdos-acaba-sabado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Anvisa proíbe plataforma de consulta online e entrega de medicamento</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/anvisa-proibe-plataforma-de-consulta-online-e-entrega-de-medicamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta sexta-feira (26) o funcionamento da plataforma Voy, que oferece tratamentos e avaliações de saúde personalizados para obesidade, mas que não está registrada como dispositivo médico. “Plataformas que realizam a indicação de medicamentos e de suas dosagens se enquadram na categoria de software médico. Além disso, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta sexta-feira (26) o funcionamento da plataforma Voy, que oferece tratamentos e avaliações de saúde personalizados para obesidade, mas que não está registrada como dispositivo médico.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Anvisa-proibe-plataforma-de-consulta-online-e-entrega-de-medicamento.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Plataformas que realizam a indicação de medicamentos e de suas dosagens se enquadram na categoria de <em>software</em> médico. Além disso, a empresa não está regularizada como farmácia ou drogaria e por isso não pode comercializar medicamentos de qualquer natureza”, informou a Anvisa.</p>
<p>De acordo com comunicado da agência, a empresa responsável pela plataforma, a Revia Gestão de Negócios Ltda., não tem autorização de funcionamento para esse tipo de atividade.</p>
<p>A proibição foi publicada no <em>Diário Oficial da União</em> (DOU) e proíbe a plataforma de oferecer e divulgar os serviços.</p>
<p>A agência alertou ainda que medicamentos adquiridos fora de farmácias e drogarias que funcionem de forma irregular não têm qualquer garantia de origem, composição e qualidade.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>À Agência Brasil, a Revia Gestão de Negócios Ltda. informou que tem ciência da proibição e que &#8220;avalia os desdobramentos&#8221; da medida internamente para se posicionar sobre o assunto &#8220;em breve&#8221;: </p>
<p>&#8220;Estamos cientes da notícia divulgada e ela já está sendo acompanhada de perto pela nossa equipe responsável. Neste momento, estamos avaliando internamente os desdobramentos para dar um posicionamento em breve.&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/anvisa-proibe-plataforma-de-consulta-online-e-entrega-de-medicamento" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mec-libera-consulta-a-vagas-no-ensino-superior-pelo-sisu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 19:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu. A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MEC-libera-consulta-a-vagas-no-ensino-superior-pelo-Sisu.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino.</p>
<p> Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.</p>
<p>O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo. </p>
<p>A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre.</p>
<h2>Inscrições</h2>
<p>Os candidatos que participaram de pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho.</p>
<p>A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.</p>
<p>Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.</p>
<p>Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.</p>
<h2>Seleção</h2>
<p>O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes.</p>
<p>Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.</p>
<h2>Cronograma do Sisu+</h2>
<p>As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu.</p>
<p>Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.</p>
<p>O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.</p>
<p>Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.</p>
<h2>O que é o Sisu+</h2>
<p>O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.</p>
<p>O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. </p>
<p>Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.</p>
<p>Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.</p>
<p>Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.</p>
<p>Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/mec-libera-consulta-vagas-no-ensino-superior-pelo-sisu" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Governo abre consulta pública sobre genéricos e similares veterinários</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-abre-consulta-publica-sobre-genericos-e-similares-veterinarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) abriu uma consulta pública, pelo prazo de 45 dias, para a minuta da Portaria 1.590/2026, que estabelece o regulamento técnico para registro de medicamentos genéricos e de similares intercambiáveis de uso veterinário. A chamada para contribuições tem o objetivo de receber sugestões de melhorias e esclarecimentos do texto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) abriu uma consulta pública, pelo prazo de 45 dias, para a minuta da Portaria 1.590/2026, que estabelece o regulamento técnico para registro de medicamentos genéricos e de similares intercambiáveis de uso veterinário.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Governo-abre-consulta-publica-sobre-genericos-e-similares-veterinarios.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A chamada para contribuições tem o objetivo de receber sugestões de melhorias e esclarecimentos do texto para uma futura legislação.</p>
<p>As sugestões devem ser tecnicamente fundamentadas e deverão ser encaminhadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa. </p>
<p>É necessário estar cadastrado previamente no Solicita.</p>
<p>A minuta da portaria estabelece distinções entre os tipos de medicamentos de uso veterinário:</p>
<ul>
<li>medicamento de referência:  o medicamento registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária e que possui eficácia e segurança comprovadas, de acordo com os requisitos estabelecidos em normas vigentes.</li>
<li>medicamento genérico: identificado apenas pela Denominação Comum Brasileira (DCB), de cada princípio ativo. É expressamente proibido o uso de nome comercial.</li>
<li>similar intercambiável: identificado por nome comercial, que foi registrado com base em estudos de comparabilidade com medicamento de referência indicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Este tipo não pode usar apenas a DCB ou  Denominação Comum Internacional (DCI) da substância ativa como marca comercial do produto.</li>
</ul>
<h2>Portaria</h2>
<p>De acordo com a portaria, a equivalência terapêutica ficará comprovada quando dois medicamentos equivalentes farmacêuticos possuírem a mesma eficácia, segurança e período de carência, quando administrados na mesma dose e via de administração.</p>
<p>A comprovação de bioequivalência ou da equivalência farmacêutica deverá ser realizada por um laboratório reconhecido.</p>
<p>As compras governamentais de medicamentos de uso veterinário e as prescrições de medicina veterinária deverão adotar obrigatoriamente a denominação genérica do princípio ativo (Denominação Comum Brasileira &#8211; DCB) ou, na sua falta, a Denominação Comum Internacional (DCI).</p>
<p>Nas aquisições de medicamentos, o medicamento genérico, quando houver, terá preferência sobre os demais em condições de igualdade de preço.</p>
<p>Nas prescrições de medicina veterinária, é opcional o acréscimo do nome comercial ou da marca do medicamento.</p>
<p>As empresas que possuem produtos com nomes que usam a DCB/DCI, mas que não são genéricos, têm dois anos para alterar o nome comercial e retirar a denominação genérica da marca, a partir da publicação do texto final da portaria.</p>
<p>O Mapa também estabelece que todas as embalagens dos medicamentos genéricos devem ter a frase Medicamento genérico de uso veterinário.</p>
<h2>Exceções</h2>
<p>A regulação da portaria do Ministério da Agricultura sob consulta pública não abrange os seguintes produtos de uso veterinário:</p>
<ul>
<li>     produtos biológicos;</li>
<li>     fitoterápicos;</li>
<li>     derivados do plasma e do sangue;</li>
<li>     cosméticos veterinários;</li>
<li>     produtos com fins diagnósticos;</li>
<li>     radiofármacos; e</li>
<li>     gases medicinais.</li>
</ul>
<p>Após a escuta da sociedade, em 29 de maio o Mapa fará a consolidação, análise e resposta das contribuições recebidas, em prazo a ser definido pela pasta.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/mapa-abre-consulta-publica-sobre-genericos-e-similares-veterinarios" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Consulta Pública 2026: população de Manaus pode participar até esta sexta (27)</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consulta-publica-2026-populacao-de-manaus-pode-participar-ate-esta-sexta-27/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 15:25:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A população de Manaus tem até esta sexta-feira (27) para participar da Consulta Pública On-line 2026, iniciativa da Prefeitura que permite aos cidadãos contribuir diretamente na definição das prioridades para aplicação dos recursos públicos do município. Coordenada pela Secretaria Municipal de Finanças, Planejamento e Tecnologia da Informação (Semef), a consulta teve o prazo ampliado para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A população de Manaus tem até esta sexta-feira (27) para participar da Consulta Pública On-line 2026, iniciativa da Prefeitura que permite aos cidadãos contribuir diretamente na definição das prioridades para aplicação dos recursos públicos do município.</p>
<p>Coordenada pela Secretaria Municipal de Finanças, Planejamento e Tecnologia da Informação (Semef), a consulta teve o prazo ampliado para garantir maior participação popular. Com o encerramento se aproximando, a gestão municipal reforça o convite para que os manauaras registrem suas sugestões.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como participar da Consulta Pública</h2>
<p>A votação é realizada pela internet, por meio do site oficial da consulta pública. Cada cidadão pode escolher até cinco propostas consideradas prioritárias para a cidade.</p>
<p>As contribuições irão ajudar a definir as metas que vão orientar o planejamento e o orçamento municipal do próximo ano.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Importância da participação popular</h2>
<p>De acordo com a subsecretária de Orçamento e Projetos da Semef, Karliley Capucho, a consulta é uma oportunidade direta de participação da sociedade na construção das políticas públicas.</p>
<p>“A participação popular é fundamental para um planejamento mais alinhado às reais necessidades da cidade. Com o prazo se encerrando, a orientação é não deixar para depois”, destacou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Planejamento e transparência</h2>
<p>A Consulta Pública está amparada por legislações como a Constituição Federal, a Lei de Responsabilidade Fiscal e o Estatuto da Cidade, fortalecendo a transparência e o controle social na gestão pública.</p>
<p>As propostas enviadas serão analisadas pela equipe técnica da Semef e poderão ser incorporadas à elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, da revisão do Plano Plurianual (PPA) 2027–2029 e da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Próximos passos</h2>
<p>As 20 propostas mais votadas irão compor o Anexo de Metas Prioritárias, com previsão de execução já no próximo ano.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Plano Nacional de Cultura tem primeira consulta pública</p>
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		<item>
		<title>Consulta pública sugere regra variável para aferir idade na internet</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consulta-publica-sugere-regra-variavel-para-aferir-idade-na-internet-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 20:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aferir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma consulta pública realizada pelo governo federal sobre aferição de idade de usuários na internet reforçou que a mera declaração de idade, quando o próprio usuário diz ser maior de 18 anos, é insuficiente para conter situações de risco. O caminho proposto nas contribuições da sociedade civil é adotar um método que seja mais rígido conforme [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>                    Uma consulta pública realizada pelo governo federal sobre aferição de idade de usuários na internet reforçou que a mera declaração de idade, quando o próprio usuário diz ser maior de 18 anos, é insuficiente para conter situações de risco.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1770840025_305_Consulta-publica-sugere-regra-variavel-para-aferir-idade-na-internet.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O caminho proposto nas contribuições da sociedade civil é adotar um método que seja mais rígido conforme aumente o risco oferecido por sites ou aplicativos. Um fórum de adultos, por exemplo, precisaria de uma verificação mais rigorosa do que um site de receitas.</p>
<p>Publicado na semana passada, o resultado da consulta pública foi apresentado nesta quarta-feira (11), em São Paulo. A pesquisa foi realizada entre 15 de outubro e 14 de novembro do ano passado e coletou 70 contribuições que foram dadas por pessoas físicas, empresas, instituições acadêmicas e entidades da sociedade civil.</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<p>Segundo o diretor de Segurança e Prevenção de Riscos no Ambiente Digital do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo de Lins e Horta, a consulta deixou claro que é preciso pensar em modelos de duplas camadas para aferição da idade de usuários, especialmente em aplicações que envolvem riscos de exposição a conteúdos impróprios para crianças e adolescentes. </p>
<p>“A aferição de idade veio para ficar”, disse Horta.</p>
<p>“Temos observado, no governo, o processo de que isso [a necessidade de aferição de idade] já está dado. Isso vai acontecer no mundo todo, a questão é como”, ressaltou.</p>
<p>A aferição de idade é o processo de verificar ou comprovar a idade real de um usuário antes de liberar o acesso a determinados conteúdos ou serviços digitais. </p>
<p>Uma das formas mais conhecidas de aferição é a autodeclaração, em que o próprio usuário afirma sua faixa etária, geralmente através de um clique. Mas há também outras formas que podem ser adotadas, como o uso de biometria ou de credenciais digitais confiáveis.</p>
<p>O objetivo dessa aferição de idade é evitar que crianças e adolescentes sejam expostos a conteúdos não permitidos para sua idade ou a conteúdos criminosos, que exploram imagens de abuso e de exploração sexual infantil.</p>
<p>“Se eu não deixo minhas crianças irem a um determinado lugar, por que não fazemos o mesmo com a internet?”, questionou Horta.</p>
<h2>Preocupações</h2>
<p>A apresentação foi realizada no evento que marcou o Dia da Internet Segura, realizado pela Safernet Brasil, pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). </p>
<p>Horta destacou também outras preocupações que precisam ser solucionadas. Uma delas é sobre quem deve ser responsável por essa verificação de idade: família, Estado ou empresas.</p>
<p>Outra diz respeito ao sigilo dos dados dessas crianças e adolescentes que não podem ser usados para controle estatal ou comercial ou para treinamento de inteligência artificial sem consentimento.</p>
<h2>ECA Digital</h2>
<p>A proposta de aferição de idade está em estudo e deve embasar a elaboração do decreto que regulamentará o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital).</p>
<p>A legislação que entra em vigor em 17 de março, e o decreto que vai regulamentar o ECA Digital está em produção conjunta entre o Ministério da Justiça, a Casa Civil, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos e a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.</p>
<p>Com a regulamentação sobre esse tema, o que se espera é a criação de uma cultura de proteção às crianças na qual um site que ofereça conteúdos de risco exija sempre uma etapa de verificação.</p>
<p>“A aferição de idade é uma camada de proteção muito importante e que não existia”, disse Horta. “Mas ela, sozinha, não vai resolver o problema de segurança na internet. A aferição de idade também não é um caminho de restrição de liberdades de expressão, mas um caminho para adaptar uma experiência à idade, o que já existe também no mundo físico”, explicou Horta.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/consulta-publica-sugere-mais-rigidez-na-afericao-de-idade-na-internet" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consulta-publica-sugere-regra-variavel-para-aferir-idade-na-internet-2/">Consulta pública sugere regra variável para aferir idade na internet</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Consulta pública sugere regra variável para aferir idade na internet</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consulta-publica-sugere-regra-variavel-para-aferir-idade-na-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 18:47:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma consulta pública realizada pelo governo federal sobre aferição de idade de usuários na internet apontou que não é possível adotar uma regra única e rígida para que os sites ou aplicativos façam essa checagem. As sugestões indicaram que é preciso definir um método que seja mais rígido conforme aumente o risco que sites ou aplicativos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consulta-publica-sugere-regra-variavel-para-aferir-idade-na-internet/">Consulta pública sugere regra variável para aferir idade na internet</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>                    Uma consulta pública realizada pelo governo federal sobre aferição de idade de usuários na internet apontou que não é possível adotar uma regra única e rígida para que os sites ou aplicativos façam essa checagem.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Consulta-publica-sugere-regra-variavel-para-aferir-idade-na-internet.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As sugestões indicaram que é preciso definir um método que seja mais rígido conforme aumente o risco que sites ou aplicativos oferecem. Por exemplo, um fórum de adultos precisaria de uma verificação mais rigorosa do que um site de receitas.</p>
<p>Publicado na semana passada, o resultado das contribuições da sociedade civil foi apresentado nesta quarta-feira (11), em São Paulo, e as manifestações indicaram que a mera declaração de idade, dizendo ser maior de 18 anos, é insuficiente para conter situações de risco. </p>
<p>A consulta pública foi realizada entre 15 de outubro e 14 de novembro do ano passado e coletou 70 contribuições que foram dadas por pessoas físicas, empresas, instituições acadêmicas e entidades da sociedade civil.</p>
<p>Segundo o diretor de Segurança e Prevenção de Riscos no Ambiente Digital do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo de Lins e Horta, a consulta deixou claro que é preciso pensar em modelos de duplas camadas para a aferição da idade de usuários, especialmente em aplicações que envolvem riscos de exposição a conteúdos impróprios para crianças e adolescentes. </p>
<p>“A aferição de idade veio para ficar”, disse Horta.</p>
<p>“Temos observado, no governo, o processo de que isso [a necessidade de aferição de idade] já está dado. Isso vai acontecer no mundo todo, a questão é como”, ressaltou ele.</p>
<p>A aferição de idade é o processo de verificar ou comprovar a idade real de um usuário antes de liberar o acesso a determinados conteúdos ou serviços digitais. </p>
<p>Uma das formas mais conhecidas de aferição é a autodeclaração, em que o próprio usuário afirma sua faixa etária, geralmente através de um clique. Mas há também outras formas que podem ser adotadas, como o uso de biometria ou de credenciais digitais confiáveis.</p>
<p>O objetivo dessa aferição de idade é evitar que crianças e adolescentes sejam expostos a conteúdos não permitidos para sua idade ou a conteúdos criminosos, que exploram imagens de abuso e de exploração sexual infantil.</p>
<p>“Se eu não deixo minhas crianças irem a um determinado lugar, por que não fazemos o mesmo com a internet?”, questionou Horta.</p>
<h2>Preocupações</h2>
<p>A apresentação foi realizada no evento que marcou o Dia da Internet Segura, realizado pela Safernet Brasil, pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). </p>
<p>Horta destacou que também foram relatadas preocupações que precisam ser solucionadas. Uma delas é sobre quem deve ser responsável por essa verificação de idade: família, Estado ou empresas.</p>
<p>Outra preocupação é para que os dados dessas crianças e adolescentes não sejam utilizados para controle estatal ou comercial ou para treinamento de inteligência artificial sem consentimento.</p>
<h2>ECA Digital</h2>
<p>As proposta de aferição de idade está em estudo e deve embasar a elaboração do decreto que regulamentará o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital).</p>
<p>A legislação que entra em vigor em 17 de março, e o decreto que vai regulamentar o ECA Digital está em produção conjunta entre o Ministério da Justiça, a Casa Civil, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos e a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.</p>
<p>Com a regulamentação sobre esse tema, o que se espera é que seja criada uma cultura em que, para se proteger as crianças, um site que ofereça conteúdos de risco exija sempre uma etapa de verificação.</p>
<p>“A aferição de idade é uma camada de proteção muito importante e que não existia”, disse Horta. “Mas ela, sozinha, não vai resolver o problema de segurança na internet. A aferição de idade também não é um caminho de restrição de liberdades de expressão, mas um caminho para adaptar uma experiência à idade, o que já existe também no mundo físico”, explicou Horta.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/consulta-publica-sugere-regra-variavel-para-aferir-idade-na-internet" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consulta-publica-sugere-regra-variavel-para-aferir-idade-na-internet/">Consulta pública sugere regra variável para aferir idade na internet</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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