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	<title>consumo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>consumo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Pessoas 50+ vão representar metade do consumo com saúde em 2044</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pessoas-50-vao-representar-metade-do-consumo-com-saude-em-2044/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 11:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em cerca de 20 anos, metade do consumo das famílias brasileiras com produtos e serviços relacionados a saúde será de pessoas com 50 anos ou mais. A chamada geração prateada ─ referência aos cabelos grisalhos ─ responderá por R$ 559 bilhões de um total de R$ 1,1 trilhão consumido com saúde em 2044. Essa projeção representa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em cerca de 20 anos, metade do consumo das famílias brasileiras com produtos e serviços relacionados a saúde será de pessoas com 50 anos ou mais. A chamada geração prateada ─ referência aos cabelos grisalhos ─ responderá por R$ 559 bilhões de um total de R$ 1,1 trilhão consumido com saúde em 2044.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Pessoas-50-vao-representar-metade-do-consumo-com-saude-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Essa projeção representa um avanço em relação a 2024, quando a geração 50+ representava 35% desse gasto com medicamentos, planos de saúde e suplementos, entre outros produtos.</p>
<p>Os dados fazem parte do estudo Mercado Prateado: consumo dos brasileiros 50+ e projeções, feito pela data8, empresa especializada em pesquisas relacionadas a envelhecimento e longevidade.</p>
<p>Uma das coordenadoras da pesquisa, Lívia Hollerbach conta que não é surpresa as pessoas gastarem mais com saúde à medida que envelhecem, mas, mesmo assim, as constatações são preocupantes.</p>
<p>“Nos surpreendeu essa projeção de que muito rapidamente, em menos de 20 anos, essa população já vai ser responsável por movimentar metade do consumo no país em todo o setor de saúde”, disse ela à Agência Brasil.</p>
<p>&gt;&gt; Leia aqui: Expectativa de vida no país sobe para 76,6 anos, a maior já registrada </p>
<h2>Peso no bolso</h2>
<p>O levantamento aponta que a relação entre faixa etária e consumo com saúde cresce de forma desproporcional quando se observa a população que forma a geração prateada.</p>
<p>Em 2024, o Brasil tinha 59 milhões de pessoas 50+, o que representava 27% da população, mas 35% do consumo com saúde.</p>
<p>Em 2044, a projeção é termos 92 milhões de pessoas. Esse contingente representará 40% da população e 50% do consumo.</p>
<p>“A saúde realmente vai tomar parte grande do bolso do brasileiro”, afirma Lívia Hollerbach.</p>
<p>De acordo com o estudo, planos de saúde, medicamentos e suplementos representam 79% da cesta mensal de consumo de saúde das pessoas com mais de 50 anos.</p>
<p>Os pesquisadores estimaram o peso do consumo com saúde no orçamento pessoal. Na população com menos de 50 anos, 8% da renda vão para produtos e serviços relacionados à saúde. Para a geração prateada, o impacto no bolso é de 14%.</p>
<p>O levantamento detalha mais por faixa etária. Pessoas de 50 a 54 anos direcionam 11% do consumo mensal para a saúde. Na faixa de 70 a 74 anos, o patamar passa para 18%. Entre as pessoas com 80 anos ou mais, o peso chega a 21%.</p>
<p>Os demais gastos são com consultas médicas, exames, materiais de tratamento entre outros.</p>
<p>Estrutura de saúde</p>
<p>A coordenadora do estudo chama a atenção para a necessidade de o país se preparar para o envelhecimento da população, tanto na esfera pública quanto privada.</p>
<p>“A população brasileira apresenta uma demanda por cuidado e atenção à saúde que, em territórios mais vulneráveis, supera a capacidade de resposta disponível, seja pelo Poder Público, seja pela iniciativa privada”, diz Lívia.</p>
<p>Para a especialista, o “congestionamento recorrente” dos serviços públicos e privados é um indicativo de que a oferta existente já opera sob forte pressão, em um cenário em que a demanda tende a crescer de forma contínua nas próximas décadas.</p>
<h2>Caminhos</h2>
<p>Entre os caminhos para lidar com os desafios presentes e futuros, ela cita o desenvolvimento de cadeia de cuidados de longa duração. “É uma das maiores prioridades quando olhamos para a transição demográfica”.</p>
<p>Ressalta ainda a necessidade de a medicina preventiva ganhar cada vez mais importância e espaço na sociedade. “É extremamente importante essa cultura”, enfatiza, acrescentando que enxerga avanços, como a redução do tabagismo e do consumo de álcool.</p>
<p>A coordenadora assinala que o foco da sociedade deve ser relacionar aumento de expectativa com qualidade de vida.</p>
<p>“Isso só vai acontecer quando a gente tiver não só conscientização, mas realmente programas, produtos e serviços focados para uma saúde preventiva”, conclui.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/pessoas-50-vao-representar-metade-do-consumo-com-saude-em-2044" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Bolsonaristas contrariam orientação da Anvisa e incentivam consumo de produtos da Ypê</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/bolsonaristas-contrariam-orientacao-da-anvisa-e-incentivam-consumo-de-produtos-da-ype/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 21:40:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão da Anvisa de suspender parte da produção da marca Ypê provocou forte repercussão nas redes sociais. Além disso, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro passaram a defender publicamente a empresa e questionar a medida sanitária. A suspensão envolve lotes específicos de detergentes, lava-roupas líquidos e desinfetantes produzidos na fábrica da empresa em Amparo, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da Anvisa de suspender parte da produção da marca Ypê provocou forte repercussão nas redes sociais. Além disso, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro passaram a defender publicamente a empresa e questionar a medida sanitária.</p>
<p>A suspensão envolve lotes específicos de detergentes, lava-roupas líquidos e desinfetantes produzidos na fábrica da empresa em Amparo, no interior de São Paulo.</p>
<p>Segundo os órgãos sanitários, inspeções identificaram falhas em processos de limpeza, sanitização e controle microbiológico.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Bolsonaristas associam decisão ao apoio da empresa a Bolsonaro</h2>
<p>Nas redes sociais, apoiadores do ex-presidente alegaram perseguição política contra a Ypê. O argumento ganhou força após a divulgação de que integrantes da família dona da empresa realizaram doações para a campanha de Jair Bolsonaro em 2022.</p>
<p>De acordo com informações divulgadas publicamente, os herdeiros do fundador da empresa destinaram cerca de R$ 1,5 milhão à campanha presidencial.</p>
<p>Além disso, internautas começaram a publicar fotos comprando produtos da marca. Alguns vídeos também viralizaram mostrando pessoas utilizando detergentes da empresa em tom de protesto contra a decisão da Anvisa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Políticos e famosos comentaram caso nas redes</h2>
<p>O vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo, publicou um vídeo incentivando consumidores a comprarem produtos da marca.</p>
<p>“Vamos aos supermercados, vamos comprar produtos Ypê”, afirmou o político durante a gravação publicada nas redes sociais.</p>
<p>O senador Cleitinho também comentou o caso e criticou a atuação da vigilância sanitária.</p>
<p>Além disso, personalidades conhecidas, como Jojo Todynho e Júlio Rocha, também repercutiram o tema publicamente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Vigilância sanitária mantém alerta sobre produtos</h2>
<p>Apesar da repercussão política, órgãos de vigilância sanitária reforçaram o alerta para que consumidores não utilizem os produtos dos lotes afetados.</p>
<p>O Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo informou que o risco sanitário permanece e orientou estabelecimentos comerciais a retirarem os produtos das prateleiras.</p>
<p>Além disso, o órgão destacou que a liminar obtida pela empresa não autoriza o consumo nem a comercialização dos itens investigados.</p>
<p>As análises seguem sendo realizadas em conjunto pela Anvisa, pelo Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo e pela vigilância sanitária municipal de Amparo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Bactéria motivou investigação sanitária</h2>
<p>Segundo as autoridades, a investigação começou após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa em novembro de 2025.</p>
<p>A bactéria pode causar dermatites, conjuntivites e agravar quadros de saúde em pessoas imunossuprimidas ou em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>Além disso, as inspeções apontaram irregularidades em etapas consideradas essenciais do processo produtivo.</p>
<p>Diante disso, os órgãos sanitários seguem recomendando que consumidores evitem utilizar os produtos incluídos na medida cautelar até a conclusão das análises.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Bactéria encontrada em produtos da Ypê pode causar pneumonia e infecções graves</p>
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		<title>Consumo de alimentos ultraprocessados cresce entre povos tradicionais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consumo-de-alimentos-ultraprocessados-cresce-entre-povos-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de alimentos ultraprocessados aumentou de forma consistente entre povos e comunidades tradicionais no Brasil, enquanto alimentos presentes historicamente na dieta dessas populações, como frutas e feijão, perderam espaço.  A conclusão é de um estudo que investigou o consumo de alimentos ultraprocessados por 21 povos de comunidades tradicionais, incluindo quilombolas, ribeirinhos, agroextrativistas, povos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de alimentos ultraprocessados aumentou de forma consistente entre povos e comunidades tradicionais no Brasil, enquanto alimentos presentes historicamente na dieta dessas populações, como frutas e feijão, perderam espaço. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Consumo-de-alimentos-ultraprocessados-cresce-entre-povos-tradicionais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A conclusão é de um estudo que investigou o consumo de alimentos ultraprocessados por 21 povos de comunidades tradicionais, incluindo quilombolas, ribeirinhos, agroextrativistas, povos de terreiros, povos ciganos, pescadores artesanais, caiçaras e povos indígenas não aldeados.</p>
<p>A pesquisa foi feita pela professora e nutricionista Greyceanne Dutra Brito, doutoranda em Saúde Pública na Universidade Federal do Ceará (UFCE), com base em dados de 2015 a 2022 do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), do Ministério da Saúde. </p>
<p>Embora os resultados sejam variáveis entre os grupos analisados, os pesquisadores consideram o cenário geral desfavorável. A maioria dos grupos pesquisados está inserida em territórios rurais e cultiva os seus alimentos por meio da agricultura familiar.</p>
<p>Entre crianças de dois a quatro anos, o consumo de hambúrgueres e embutidos cresceu 3,87% no período de 2015 a 2022. Entre crianças de cinco a nove anos de idade, o consumo foi ampliado em 5,59%.</p>
<p>Entre as gestantes adolescentes, houve queda do consumo dos alimentos saudáveis e dos não saudáveis. Entre os saudáveis, ocorreu diminuição do consumo de feijão de 3,65% ao ano e de frutas frescas de 2,9% ao ano. </p>
<p>“E, entre os não saudáveis, a gente observou a redução do consumo de alimentos ultraprocessados de 1,18%, de bebidas adoçadas de 3,22% e biscoitos recheados, doces ou guloseimas, de 3,31% ao ano”, explica. </p>
<p>Já nas gestantes adultas, foi observada redução no consumo de frutas frescas de 2,11% ao ano. Em contrapartida, verificou-se pequeno aumento no consumo de verduras e legumes de 0,71%. “Mas, pelo menos, houve esse aumento”.</p>
<p>Entre os adultos, foi observado aumento no consumo de hambúrgueres e embutidos de 4,7% ao ano, embora o aumento de verduras e legumes tenha crescido 3,3% ao ano. A mesma tendência ocorreu entre os idosos, sendo que o aumento de hambúrgueres e embutidos atingiu 5,84% ao ano e o aumento do consumo de verduras e legumes foi de 1,78%. </p>
<p>No período analisado, os pesquisadores puderam observar que o acesso dessas populações aos alimentos ultraprocessados está bastante facilitado, em parte pela questão da mobilidade. Greyceanne destacou que, além disso, há fatores socioeconômicos atrelados, pelo baixo custo desses alimentos, mas também pelo apelo publicitário e, ainda, pela utilização de aplicativos de ‘delivery’. </p>
<p>“Enfim, todo esse acesso publicitário muito forte pode chegar a esses territórios também”, diz</p>
<h2>Piora na dieta</h2>
<p>Segundo a nutricionista e professora da UECE, o consumo frequente de alimentos ultraprocessados pode levar a deficiências nutricionais como falta de ferro, fibras, vitaminas e minerais, além de estar associado a um maior risco para desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares, além do surgimento de obesidade.</p>
<p>O estudo é considerado pioneiro ao avaliar a tendência temporal de marcadores de consumo alimentar de povos e comunidades tradicionais em todo o país. Na avaliação de Greyceanne Dutra Brito, os achados contribuem para o avanço da literatura científica e podem subsidiar o fortalecimento de políticas públicas voltadas à promoção da alimentação saudável e sustentável. </p>
<p>Entre as possíveis medidas, a nutricionista destacou a regulação da comercialização de alimentos ultraprocessados e o desenvolvimento de estratégias de educação alimentar e nutricional direcionadas a essas populações investigadas.</p>
<h2>Territórios</h2>
<p>A garantia do consumo de alimentos saudável para essas populações que foram objeto da pesquisa está ligada à garantia aos territórios, explica a nutricionista. </p>
<p>“Terem o cultivo do próprio alimento seria uma das primeiras coisas a ser trabalhada. Porque, a partir do momento que o alimento ultraprocessado está fazendo parte do cotidiano dessas populações, ele está de certa forma com acesso mais facilitado a esses territórios, majoritariamente rurais. Então, se esse alimento sai da cidade e vai para o campo é porque já existe esse comércio”, diz. </p>
<p>Greyceanne ponderou que se o consumo de ultraprocessados está aumentando ao longo do tempo, significa que essas populações já estão sofrendo há mais tempo com falta desse território e isso acaba prejudicando também os profissionais de saúde que trabalham nas regiões.</p>
<p>Participaram do estudo pesquisadores da Universidade de Fortaleza (Unifor), da UECE, da Universidade de São Paulo (UDP), Fiocruz-CE e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Os pesquisadores contaram com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde e Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap). (Alana Gandra)</p>
<p>O estudo de âmbito nacional será tornado público oficialmente no próximo dia 11, com sua publicação na Revista Ciência &amp; Saúde Coletiva.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/consumo-de-alimentos-ultraprocessados-cresce-entre-povos-tradicionais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Operação Consumo Seguro fiscaliza combustíveis e preços em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/operacao-consumo-seguro-fiscaliza-combustiveis-e-precos-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 20:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma ação integrada de fiscalização foi deflagrada nesta terça-feira (5) em Manaus dentro da operação “Consumo Seguro”. A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública e conta com apoio da Polícia Civil do Amazonas, do Procon Amazonas e do Ipem-AM. A operação tem alcance nacional e mobiliza órgãos de fiscalização em todas as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ação integrada de fiscalização foi deflagrada nesta terça-feira (5) em Manaus dentro da operação “Consumo Seguro”. A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública e conta com apoio da Polícia Civil do Amazonas, do Procon Amazonas e do Ipem-AM.</p>
<p>A operação tem alcance nacional e mobiliza órgãos de fiscalização em todas as unidades da federação, incluindo Procons, IPEMs e delegacias especializadas na defesa do consumidor.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fiscalização mira combustíveis e produtos irregulares</h2>
<p>A ação tem como foco coibir práticas irregulares, como a venda de produtos vencidos e possíveis irregularidades nos preços dos combustíveis. Além disso, busca garantir a segurança, a saúde e os direitos dos consumidores.</p>
<p>Segundo o delegado Rafael Guevara, titular da Delegacia Especializada em Crimes contra o Consumidor (Decon), a operação atua de forma integrada em todo o país.</p>
<p>“A Operação Consumo Seguro tem como objetivo promover fiscalizações integradas entre órgãos regulatórios, de fiscalização e de segurança pública em todo o país, abrangendo as 27 unidades da federação.</p>
<p>Durante as ações, estão sendo verificadas as bombas de combustível quanto ao aspecto volumétrico, para garantir que estejam devidamente calibradas, além da qualidade e da regularidade dos produtos comercializados nos postos”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Investigação analisa possíveis abusos de preços</h2>
<p>Além da fiscalização técnica, as equipes também analisam o histórico de preços dos combustíveis nos últimos meses. Dessa forma, o objetivo é identificar possíveis práticas abusivas contra o consumidor.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ação se estende a municípios do Amazonas</h2>
<p>De acordo com o diretor-presidente do Procon-AM, Jalil Fraxe, as fiscalizações acontecem em Manaus e em Presidente Figueiredo. Assim, a operação amplia sua atuação na região metropolitana.</p>
<p>“A atuação integrada aumenta a eficiência das fiscalizações e amplia nossa capacidade de proteger os consumidores, especialmente nas regiões metropolitanas do estado”, acrescentou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ipem-AM verifica medição das bombas</h2>
<p>O Ipem-AM atua diretamente na verificação das bombas de combustíveis. O órgão realiza testes para confirmar se a quantidade abastecida corresponde ao valor cobrado, além de avaliar o funcionamento dos equipamentos.</p>
<p>Segundo o diretor-presidente do instituto, Renato Marinho, a integração entre os órgãos fortalece a proteção ao consumidor.</p>
<p>“Nosso papel é garantir que, na hora de abastecer, o consumidor tenha confiança de que está recebendo exatamente o que pagou. Esse trabalho em conjunto traz ainda mais força para as fiscalizações no estado e garante mais segurança e tranquilidade para quem está consumindo”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fiscalização segue na capital e interior</h2>
<p>As ações ocorreram em postos de combustíveis de Manaus e Presidente Figueiredo. No entanto, segundo os órgãos envolvidos, a operação continuará nos próximos dias, tanto na capital quanto em outros municípios da região metropolitana.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<item>
		<title>Caminhos da Reportagem aborda riscos do consumo de ultraprocessados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 10:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de ultraprocessados pelos brasileiros mais do que dobrou desde os anos de 1980, passando de 10% para 23% do total de calorias ingeridas na alimentação. Um fenômeno que não acontece apenas no Brasil. Dados internacionais foram publicados em uma série de artigos na revista científica The Lancet por mais de 40 pesquisadores do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de ultraprocessados pelos brasileiros mais do que dobrou desde os anos de 1980, passando de 10% para 23% do total de calorias ingeridas na alimentação. Um fenômeno que não acontece apenas no Brasil. Dados internacionais foram publicados em uma série de artigos na revista científica <em>The Lancet </em>por mais de 40 pesquisadores do mundo todo, liderados por cientistas da Universidade de São Paulo (USP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Caminhos-da-Reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Foi justamente na USP que o conceito de ultraprocessados foi criado. Naquele momento, em 2009, o pesquisador Carlos Monteiro, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens), estava preocupado com o aumento de obesidade, sobrepeso e doenças crônicas associadas ao consumo de alimentos com alto nível de processamento.</p>
<p>O pesquisador e sua equipe, então, desenvolveram a classificação NOVA, que organiza os alimentos em quatro grupos: (1) alimentos <em>in natura</em> ou minimamente processados, como frutas, arroz ensacado, feijão ensacado; (2) ingredientes culinários processados, como azeite, manteiga, sal; (3) alimentos processados, a exemplo de milho em lata, sardinha em lata, pão de padaria; e (4) alimentos e bebidas ultraprocessados, como bolachas recheadas, achocolatados de caixinha, refrigerantes e bebidas açucaradas.</p>
<p>De acordo com Carlos Monteiro, antes da classificação NOVA, as explicações para o aumento de obesidade, sobrepeso e doenças crônicas eram muito relacionadas à escolha individual das pessoas. Segundo ele, era como se as pessoas comessem muito açúcar, sal e muita gordura por um “defeito de força de vontade”.</p>
<p>“Não existe uma epidemia de falta de força de vontade, as pessoas são as mesmas. O que mudou foi o sistema alimentar. O sistema alimentar hoje é muito não saudável e acaba estimulando as pessoas a quase compulsoriamente consumir alimentos ultraprocessados”, afirma o pesquisador.</p>
<p>O programa <em>Caminhos da Reportagem</em> exibe o episódio <em>Ultraprocessados na Mesa dos Brasileiros</em> nesta segunda-feira (30), a partir das 23h, na TV Brasil. O programa apresenta como e por que foi criado o conceito de ultraprocessado, explica como identificar se um produto é resultado de alto nível de processamento e discute as consequências sociais e para a saúde do consumo desses produtos.</p>
<p>Também serão apresentados exemplos de quem mudou hábitos alimentares com foco em diminuir o consumo desses produtos e de uma escola em Águas Lindas de Goiás que investe em comida de verdade e em educação, como parte do Programa Nacional de Alimentação Escolar, uma política pública mundialmente reconhecida.</p>
<p>Um levantamento conduzido pela Fiocruz Brasília e pelo Nupens indica que o consumo de produtos ultraprocessados é responsável por um custo de mais de R$ 10 bilhões à saúde e à economia no Brasil. Segundo o pesquisador Eduardo Nilson, da Fiocruz Brasília, estudos mostraram que até 57 mil mortes ao ano poderiam ser evitadas se o consumo de ultraprocessados fosse eliminado.</p>
<p>Estudos como esse são um alerta e preocupam cientistas brasileiros, organizações da sociedade civil e todos que defendem “comida de verdade” e reivindicam uma política fiscal mais agressiva para os produtos ultraprocessados. A última reforma tributária foi publicada em dezembro de 2023, mas a transição começou neste ano de 2026 e vai até 2033.</p>
<p>Os produtos ultraprocessados ficaram de fora do imposto seletivo e não estarão sujeitos à cobrança criada para desestimular o consumo de itens nocivos à saúde ou ao meio ambiente. Apenas as bebidas açucaradas, como os refrigerantes, receberam a taxa extra na reforma.</p>
<p>A coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição na Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Kelly Santos, explica que, no novo desenho fiscal do Brasil, um conjunto importante de alimentos saudáveis terá alíquotas zero de imposto, e os alimentos considerados não saudáveis terão alíquotas de imposto maior.</p>
<p>Sobre as bebidas açucaradas, a coordenadora explica que o país precisa ainda aprovar uma lei complementar para definir a alíquota de imposto que tornará o refrigerante mais caro. “É uma medida já aplicada em outros países, como México e Chile, que nos inspiram a desenvolvê-la aqui no Brasil também”, diz.</p>
<p>Outras medidas para tentar frear o crescimento do consumo de ultraprocessados são educação e estratégias regulatórias de publicidade. A diretora executiva da organização ACT Promoção da Saúde, Paula Johns, lembra que impor limites na publicidade do cigarro foi uma estratégia bem-sucedida.</p>
<p>“Você vê aqueles biscoitos recheados com várias alegações de que eles têm vitaminas. Então, tem todo um contexto de promoção desses alimentos que cria uma impressão de que eles são muito bons”, afirma. “É mais importante você ter um marcador que indique que aquilo é um alimento ultraprocessado”, defende.</p>
<p>A chefe da área de Saúde e Nutrição do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Luciana Phebo, ressalta que o problema é ainda maior na vida de uma criança, que está em pleno desenvolvimento.</p>
<p>“Desenvolvimento do sistema nervoso, do sistema imunológico, do sistema digestivo, enfim, de todo o corpo, das suas dinâmicas. Ser desde cedo afetado por ultraprocessado vai levar esse corpo a muitas outras doenças crônicas”, alerta Luciana.</p>
<p>O estudante Luan Bernardo Marques Gama tem 13 anos. Por conviver com asma, ele faz acompanhamento no Hospital da Criança em Brasília. Há dois anos, Luan desenvolveu pré-diabetes e foi encaminhado ao Programa de Atenção à Criança e ao Adolescente com Sobrepeso ou Obesidade do hospital.</p>
<p>“Eu era tipo uma formiga. Era bala, chocolate, presunto, suco de caixinha, refrigerante, aqueles biscoitos.” A mãe de Luan, Cecília Marques, conta que ficou em alerta quando ele desenvolveu pré-diabetes, ela se sentiu mal com hipertensão e o pai do adolescente quase teve um infarto. Cecília conseguiu ficar mais tempo em casa para cuidar da alimentação da família e contou com a ajuda da nutricionista do Hospital da Criança.</p>
<p>“As compras são um processo dessa educação nutricional, leitura de rótulo, ver também que a criança consegue fazer esporte. O Luan aderiu supercerto. Ele demorou apenas um ano dentro do programa e recebeu alta”, conta a nutricionista Ana Rosa da Costa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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