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	<title>Copacabana Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Copacabana Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Mulheres se reúnem em Copacabana contra a violência e o feminicídio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulheres-se-reunem-em-copacabana-contra-a-violencia-e-o-feminicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 17:17:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Rio de Janeiro, o Dia Internacional das Mulheres foi marcado por uma marcha na Praia de Copacabana. Milhares de mulheres protestaram contra o feminicídio e as diversas formas de violência de gênero. Elas também exigiram mais orçamento para as políticas públicas voltadas à igualdade. No carro de som, diversas representantes de coletivos feministas se revezaram na leitura do manifesto do movimento. As reivindicações abordavam áreas diversas, como a criminalização dos grupos que promovem o ódio às mulheres, o aumento das licenças-maternidade e paternidade, a criação de linhas de crédito para mulheres empreendedoras e de espaços educacionais inclusivos para crianças com deficiência ou neurodivergentes. Outra demanda bastante lembrada foi o fim da escala 6&#215;1 de trabalho. Fim da Violência Um grupo de pernaltas participou do ato em defesa dos direitos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Rio de Janeiro, o Dia Internacional das Mulheres foi marcado por uma marcha na Praia de Copacabana. Milhares de mulheres protestaram contra o feminicídio e as diversas formas de violência de gênero. Elas também exigiram mais orçamento para as políticas públicas voltadas à igualdade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulheres-se-reunem-em-Copacabana-contra-a-violencia-e-o.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No carro de som, diversas representantes de coletivos feministas se revezaram na leitura do manifesto do movimento. As reivindicações abordavam áreas diversas, como a criminalização dos grupos que promovem o ódio às mulheres, o aumento das licenças-maternidade e paternidade, a criação de linhas de crédito para mulheres empreendedoras e de espaços educacionais inclusivos para crianças com deficiência ou neurodivergentes. Outra demanda bastante lembrada foi o fim da escala 6&#215;1 de trabalho.</p>
<h2>Fim da Violência</h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulheres-se-reunem-em-Copacabana-contra-a-violencia-e-o.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 08/03/2026 – Ato do Dia Internacional da Mulher ocupa a praia de Copacabana, na zona sul do Rio, pedindo o fim das violências contra as mulheres. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Um grupo de pernaltas participou do ato em defesa dos direitos das mulheres neste 8 de março, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Mas a tônica principal do protesto foi o fim da violência de gênero. Muitas participantes lembraram de casos recentes como a morte de Tainara Souza Santos, atropelada por um ex-companheiro, e o estupro coletivo cometido contra uma adolescente, ocorrido na mesma Copacabana onde o ato ocorria.</p>
<p>Acompanhando o carro de som, as participantes cantaram uma paródia da música “Eu quero é botar meu bloco na rua” de Sérgio Sampaio: “Eu quero é andar sem medo nas ruas. Chega! Queremos viver! Eu quero é ficar sem medo em casa. Chega! Queremos viver!”</p>
<p>À frente da marcha, um grupo de pernaltas carregava uma faixa com a frase: “Juntas somos gigantes”. As artistas fizeram uma performance deitando no chão de olhos fechados, para lembrar as mulheres mortas nos crimes de violência de gênero. Depois se levantaram e se posicionaram em círculo gritando as palavras de ordem: “Todas vivas!”</p>
<h2>Diferentes Gerações</h2>
<p>O protesto reuniu várias gerações de mulheres. Rachel Brabbins, por exemplo, participou da marcha ao lado da filha Amara, de sete anos. A pequena carregava um cartaz com os dizeres: “Lute como uma menina”. “Eu acho super importante, pra ela aprender que tem direitos, tem voz e pode falar. Aqui também ela vê a nossa luta, e que estamos todas juntas”, disse Rachel.</p>
<p>E não faltaram inspirações para a pequena Amara. Como Silvia de Mendonça, que milita em coletivos feministas desde a década de 80, e fez questão de comparecer à marcha vestindo uma bandeira com o rosto da vereadora Marielle Franco, assassinada em março de 2018.</p>
<p>“A Marielle foi vítima de um crime brutal, que pretendia o silenciamento e o apagamento dela. É uma dor muito entranhada, que se reflete também em outras mulheres vítimas de feminicídio, de violência doméstica, de estupro… E a Marielle se tornou um símbolo de resistência, de que nós temos que nos unir cada vez mais”.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772990242_41_Mulheres-se-reunem-em-Copacabana-contra-a-violencia-e-o.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 08/03/2026 – Ato do Dia Internacional da Mulher ocupa a praia de Copacabana, na zona sul do Rio, pedindo o fim das violências contra as mulheres. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Mulheres de diferentes gerações estiveram presentes, pedindo o fim das violências. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>As organizadoras do ato deste domingo também convocaram os homens para se juntar à luta pelo fim das violências. Thiago da Fonseca Martins atendeu ao chamado e participou do protesto junto com o filho Miguel, de 9 anos. Ele concorda que os homens devem contribuir de forma ativa, inclusive na criação dos filhos.</p>
<p>“Obviamente, a gente não pode promover violência contra a mulher, mas também temos que promover a igualdade sempre que a gente puder. A gente vive numa sociedade machista, e temos que entender que tivemos uma criação machista, então precisamos sempre ficar atentos, discutir e demover essas ideias”.</p>
<p>Para Rita de Cássia Silva, também presente nesta manhã em Copacabana, a educação contra a violência de gênero também é essencial: “Essa cultura misógina é geracional. Ao longo de gerações, muitas mulheres achavam que era normal as violências que elas sofriam, e os filhos assistiam aquilo e achavam que era normal”, disse.</p>
<p>“É ótimo que nós estamos conscientizando a população adulta, mas é importante uma iniciativa, com apoio dos governos, para ajudar as famílias a mudar essa cultura, desde as crianças”, completou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/mulheres-se-reunem-em-copacabana-contra-violencia-e-o-feminicidio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Novos casos de estupro por grupo de Copacabana são investigados no Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/novos-casos-de-estupro-por-grupo-de-copacabana-sao-investigados-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 20:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que investiga mais dois casos de estupro cometidos contra alunas adolescentes do Colégio Federal Pedro II e praticados por integrantes do mesmo grupo que estuprou uma estudante de 17 anos, em janeiro deste ano, em Copacabana. Uma das denúncias envolve uma menina que tinha 14 anos à época e que agora está com 17. À 12ª Delegacia de Copacabana, que investiga os casos, a segunda jovem disse, em depoimento, na segunda-feira (2), que os acusados sugeriram ter gravado imagens da violência, em 2023, como forma de chantageá-la a não denunciá-los.   A mãe dessa vítima ainda contou aos investigadores que, assim como a primeira vítima, a jovem conhecia um dos envolvidos, o único adolescente, da escola, o Colégio Pedro II.  O crime teria...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que investiga mais dois casos de estupro cometidos contra alunas adolescentes do Colégio Federal Pedro II e praticados por integrantes do mesmo grupo que estuprou uma estudante de 17 anos, em janeiro deste ano, em Copacabana.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Novos-casos-de-estupro-por-grupo-de-Copacabana-sao-investigados.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Uma das denúncias envolve uma menina que tinha 14 anos à época e que agora está com 17.</p>
<p>À 12ª Delegacia de Copacabana, que investiga os casos, a segunda jovem disse, em depoimento, na segunda-feira (2), que os acusados sugeriram ter gravado imagens da violência, em 2023, como forma de chantageá-la a não denunciá-los.  </p>
<p>A mãe dessa vítima ainda contou aos investigadores que, assim como a primeira vítima, a jovem conhecia um dos envolvidos, o único adolescente, da escola, o Colégio Pedro II. </p>
<p>O crime teria acontecido na casa de Matheus Veríssimo Zoel Martins, que se entregou à polícia civil nesta terça-feira (3), por ter participado do primeiro caso. Ele estava foragido.</p>
<p>&#8220;O que chamou a atenção da gente é que o modus operandi foi exatamente o mesmo: o adolescente infrator tinha a confiança da vítima, uma menina de 14 anos, à época, atraiu ela para um apartamento e lá, junto com ele estava o Matheus, preso aqui conosco, e mais uma terceira pessoa&#8221;, revelou o delegado responsável pelo caso, Antônio Lages.</p>
<p>A polícia pretende solicitar análise telemática para recuperar dados de celulares dos denunciados. </p>
<p>Um terceiro caso foi descoberto nesta terça-feira.  No depoimento à 12 Delegacia de Polícia, a mãe da vítima relatou que Vitor Hugo Oliveira Simonin teria estuprado a filha dela durante uma festa junina, em um salão de festas. </p>
<p>&#8220;Como está muito no começo das investigações ainda, não sei se o ato foi praticado pelo grupo inteiro ou por um deles apenas&#8221;, esclareceu o delegado. Ele não deu mais detalhes sobre o local e a vítima.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Novos-casos-de-estupro-por-grupo-de-Copacabana-sao-investigados.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/03/2026 – O delegado Angelo Lages, da 12ª DP, fala sobre as investigações do caso de estupro coletivo de uma adolescente ocorrido em Copacabana. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Delegado Angelo Lages, da 12ª DP, fala sobre as investigações do caso de estupro coletivo de uma adolescente ocorrido em Copacabana. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O delegado reforça o pedido para que eventuais vítimas dos estupradores procurem a polícia para denunciar os fatos. </p>
<p>&#8220;A adolescente que foi vítima [em Copacabana] saiu do apartamento muito abalada, mas ela conseguiu contar para o irmão, para a mãe, e a mãe não teve dúvida, procurou a polícia&#8221;. A corporação tentou fazer a prisão em flagrante, mas não encontrou os rapazes no dia.</p>
<p>Lages disse que, nesse caso, o depoimento da vítima coincidiu com as lesões identificadas pelo exame de corpo de delito, o que acendeu o alerta da polícia para a gravidade do caso. &#8220;Ela tinha lesões no órgão sexual, nas costas, nas nádegas, inclusive, uma suspeita de fratura da costela, isso foi constatado pelo legista&#8221;, disse o delegado, sobre o estado em que a menina foi deixada.</p>
<h2>Acusados</h2>
<p>A previsão de Lages é que os dois envolvidos que ainda não se entregaram se apresentem à polícia entre esta terça e quarta-feira (4). </p>
<p>&#8220;Dois já se entregaram e estamos em tratativas para que os demais se entreguem nas próximas horas ou, no máximo, amanhã&#8221;. Todos eles, segundo as investigações, estão no país.</p>
<p>Vitor Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti são considerados foragidos. O primeiro, que está envolvido em pelo menos dois dos casos investigados, é filho do subsecretário de governança da Secretaria de Desenvolvimento e Direitos Humanos, José Carlos Simoni. </p>
<p>O governo do Estado disse que o subsecretário José Carlos Simonin será exonerado nesta terça-feira.</p>
<p>O adolescente infrator, que teria sido o responsável por atrair a vítima para emboscada, por conhecê-la no Pedro II, ainda não tem mandado de prisão expedido contra ele. </p>
<p>Já João Gabriel Xavier Bertho, reconhecido pela primeira vítima e réu, também se entregou.</p>
<p>Lages também ressalta a importância de os jovens, ao se relacionarem sexualmente, respeitarem os limites do outro. &#8220;O que deve ficar claro, principalmente para os meninos, é que não é não. Isso é fundamental. A vítima do primeiro caso deixou muito claro, a todo momento, que não se relacionaria com mais ninguém (além do adolescente) em vários momentos&#8221;, destacou. </p>
<p>Os acusados dos crimes podem se apresentar em qualquer delegacia de polícia do estado.</p>
<p>A Agência Brasil não conseguiu contato com as defesas dos réus. O espaço fica aberto para acréscimo de posicionamentos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/novos-casos-de-estupro-por-grupo-de-copacabana-sao-investigados-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/novos-casos-de-estupro-por-grupo-de-copacabana-sao-investigados-no-rio/">Novos casos de estupro por grupo de Copacabana são investigados no Rio</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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