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	<title>cresce Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>cresce Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Construção civil cresce e enfrenta falta de mão de obra</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/construcao-civil-cresce-e-enfrenta-falta-de-mao-de-obra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 18:44:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construção civil mantém trajetória de crescimento em 2026. Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) indicam alta de cerca de 2%, o que representa o terceiro ano consecutivo de expansão. No entanto, o setor enfrenta um desafio crescente: a falta de mão de obra qualificada, especialmente diante do avanço de novas tecnologias. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A construção civil mantém trajetória de crescimento em 2026. Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) indicam alta de cerca de 2%, o que representa o terceiro ano consecutivo de expansão. No entanto, o setor enfrenta um desafio crescente: a falta de mão de obra qualificada, especialmente diante do avanço de novas tecnologias.</p>
<p>Para enfrentar esse cenário, a construtora amazonense Tec Obras amplia investimentos em capacitação técnica, treinamentos e atualização profissional. A estratégia busca aprimorar processos e elevar a qualidade dos serviços executados nos canteiros de obras.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Capacitação acompanha evolução do setor</h2>
<p>De acordo com a gerente de Recursos Humanos da Tec Obras, Nathalia Lobão, a empresa mantém programas contínuos de formação para seus colaboradores. As ações incluem cursos de segurança do trabalho, treinamentos em tecnologias construtivas, workshops de gestão de obras e participação em feiras e eventos do segmento.</p>
<p>Segundo ela, a busca por qualificação acompanha as transformações da construção civil, impulsionadas pela modernização dos processos e pelas exigências crescentes de segurança e produtividade.</p>
<p>“A qualificação profissional é essencial para garantir obras mais seguras, eficientes e com melhor qualidade. Profissionais capacitados dominam técnicas atualizadas, conhecem normas de segurança e utilizam corretamente materiais e equipamentos”, destaca.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Treinamentos técnicos ganham destaque</h2>
<p>Ainda conforme Nathalia Lobão, ao longo do último ano, os colaboradores participaram de diversos cursos voltados ao aprimoramento técnico. Entre as capacitações, estão treinamentos em segurança do trabalho, como NR-18 e NR-35.</p>
<p>“A Tec Obras também mantém programas de treinamento prático nos canteiros de obras e parcerias com instituições de ensino técnico”, comenta.</p>
<p>Além disso, no Amazonas, os cursos mais procurados na construção civil incluem áreas como segurança do trabalho, operação de máquinas, leitura e interpretação de projetos, gestão de obras, planejamento e sustentabilidade. O uso de tecnologias como o Building Information Modeling (BIM) também ganha espaço entre os profissionais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Investimentos devem crescer em 2026</h2>
<p>Para este ano, a expectativa é de ampliação dos investimentos em qualificação profissional. A construtora pretende intensificar ações voltadas à inovação, tecnologia e sustentabilidade, acompanhando as demandas do mercado.</p>
<p>“Para 2026, a Tec Obras pretende ampliar ainda mais os investimentos em qualificação profissional, com foco em inovação, tecnologia e sustentabilidade”, ressalta Nathalia Lobão.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sobre a empresa</h2>
<p>A Tec Obras atua no setor da construção civil com serviços em obras residenciais, comerciais e industriais. Além disso, desenvolve projetos arquitetônicos, manutenção predial, pavimentação e saneamento.</p>
<p>Com foco em qualidade, a empresa atende tanto o setor privado quanto o público, contribuindo para o desenvolvimento e a modernização de espaços urbanos em Manaus. A sede fica na rua Ramos Ferreira, nº 2025, bairro Praça 14 de Janeiro. Contatos: (92) 98477-0801 e (92) 3673-2783.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Consumo de alimentos ultraprocessados cresce entre povos tradicionais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consumo-de-alimentos-ultraprocessados-cresce-entre-povos-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de alimentos ultraprocessados aumentou de forma consistente entre povos e comunidades tradicionais no Brasil, enquanto alimentos presentes historicamente na dieta dessas populações, como frutas e feijão, perderam espaço.  A conclusão é de um estudo que investigou o consumo de alimentos ultraprocessados por 21 povos de comunidades tradicionais, incluindo quilombolas, ribeirinhos, agroextrativistas, povos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de alimentos ultraprocessados aumentou de forma consistente entre povos e comunidades tradicionais no Brasil, enquanto alimentos presentes historicamente na dieta dessas populações, como frutas e feijão, perderam espaço. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Consumo-de-alimentos-ultraprocessados-cresce-entre-povos-tradicionais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A conclusão é de um estudo que investigou o consumo de alimentos ultraprocessados por 21 povos de comunidades tradicionais, incluindo quilombolas, ribeirinhos, agroextrativistas, povos de terreiros, povos ciganos, pescadores artesanais, caiçaras e povos indígenas não aldeados.</p>
<p>A pesquisa foi feita pela professora e nutricionista Greyceanne Dutra Brito, doutoranda em Saúde Pública na Universidade Federal do Ceará (UFCE), com base em dados de 2015 a 2022 do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), do Ministério da Saúde. </p>
<p>Embora os resultados sejam variáveis entre os grupos analisados, os pesquisadores consideram o cenário geral desfavorável. A maioria dos grupos pesquisados está inserida em territórios rurais e cultiva os seus alimentos por meio da agricultura familiar.</p>
<p>Entre crianças de dois a quatro anos, o consumo de hambúrgueres e embutidos cresceu 3,87% no período de 2015 a 2022. Entre crianças de cinco a nove anos de idade, o consumo foi ampliado em 5,59%.</p>
<p>Entre as gestantes adolescentes, houve queda do consumo dos alimentos saudáveis e dos não saudáveis. Entre os saudáveis, ocorreu diminuição do consumo de feijão de 3,65% ao ano e de frutas frescas de 2,9% ao ano. </p>
<p>“E, entre os não saudáveis, a gente observou a redução do consumo de alimentos ultraprocessados de 1,18%, de bebidas adoçadas de 3,22% e biscoitos recheados, doces ou guloseimas, de 3,31% ao ano”, explica. </p>
<p>Já nas gestantes adultas, foi observada redução no consumo de frutas frescas de 2,11% ao ano. Em contrapartida, verificou-se pequeno aumento no consumo de verduras e legumes de 0,71%. “Mas, pelo menos, houve esse aumento”.</p>
<p>Entre os adultos, foi observado aumento no consumo de hambúrgueres e embutidos de 4,7% ao ano, embora o aumento de verduras e legumes tenha crescido 3,3% ao ano. A mesma tendência ocorreu entre os idosos, sendo que o aumento de hambúrgueres e embutidos atingiu 5,84% ao ano e o aumento do consumo de verduras e legumes foi de 1,78%. </p>
<p>No período analisado, os pesquisadores puderam observar que o acesso dessas populações aos alimentos ultraprocessados está bastante facilitado, em parte pela questão da mobilidade. Greyceanne destacou que, além disso, há fatores socioeconômicos atrelados, pelo baixo custo desses alimentos, mas também pelo apelo publicitário e, ainda, pela utilização de aplicativos de ‘delivery’. </p>
<p>“Enfim, todo esse acesso publicitário muito forte pode chegar a esses territórios também”, diz</p>
<h2>Piora na dieta</h2>
<p>Segundo a nutricionista e professora da UECE, o consumo frequente de alimentos ultraprocessados pode levar a deficiências nutricionais como falta de ferro, fibras, vitaminas e minerais, além de estar associado a um maior risco para desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares, além do surgimento de obesidade.</p>
<p>O estudo é considerado pioneiro ao avaliar a tendência temporal de marcadores de consumo alimentar de povos e comunidades tradicionais em todo o país. Na avaliação de Greyceanne Dutra Brito, os achados contribuem para o avanço da literatura científica e podem subsidiar o fortalecimento de políticas públicas voltadas à promoção da alimentação saudável e sustentável. </p>
<p>Entre as possíveis medidas, a nutricionista destacou a regulação da comercialização de alimentos ultraprocessados e o desenvolvimento de estratégias de educação alimentar e nutricional direcionadas a essas populações investigadas.</p>
<h2>Territórios</h2>
<p>A garantia do consumo de alimentos saudável para essas populações que foram objeto da pesquisa está ligada à garantia aos territórios, explica a nutricionista. </p>
<p>“Terem o cultivo do próprio alimento seria uma das primeiras coisas a ser trabalhada. Porque, a partir do momento que o alimento ultraprocessado está fazendo parte do cotidiano dessas populações, ele está de certa forma com acesso mais facilitado a esses territórios, majoritariamente rurais. Então, se esse alimento sai da cidade e vai para o campo é porque já existe esse comércio”, diz. </p>
<p>Greyceanne ponderou que se o consumo de ultraprocessados está aumentando ao longo do tempo, significa que essas populações já estão sofrendo há mais tempo com falta desse território e isso acaba prejudicando também os profissionais de saúde que trabalham nas regiões.</p>
<p>Participaram do estudo pesquisadores da Universidade de Fortaleza (Unifor), da UECE, da Universidade de São Paulo (UDP), Fiocruz-CE e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Os pesquisadores contaram com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde e Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap). (Alana Gandra)</p>
<p>O estudo de âmbito nacional será tornado público oficialmente no próximo dia 11, com sua publicação na Revista Ciência &amp; Saúde Coletiva.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/consumo-de-alimentos-ultraprocessados-cresce-entre-povos-tradicionais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Violência contra mulheres indígenas cresce 411% no Norte</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/violencia-contra-mulheres-indigenas-cresce-411-no-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:31:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma década, a violência contra mulheres indígenas mais que triplicou no Brasil. Na região Norte, o aumento foi de 411% entre 2014 e 2023. Diante desse cenário de vulnerabilidade e violação de direitos, a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) intensificou a atuação na capital e no interior. O objetivo é ampliar o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma década, a violência contra mulheres indígenas mais que triplicou no Brasil. Na região Norte, o aumento foi de 411% entre 2014 e 2023. Diante desse cenário de vulnerabilidade e violação de direitos, a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) intensificou a atuação na capital e no interior. O objetivo é ampliar o acesso à justiça e garantir a proteção de mulheres e meninas indígenas em situação de violência.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Novas leis reforçam proteção</h2>
<p>No início deste mês, um pacote de leis voltado à proteção das mulheres foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As medidas estabelecem penas mais rígidas para agressores e criam o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas.</p>
<p>Além disso, em todo o estado, a Defensoria atua por meio do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem) e do Núcleo de Defesa dos Povos Originários e Comunidades Tradicionais (Nudcit). As equipes trabalham na prevenção e no combate à violência, sobretudo em regiões isoladas do Amazonas.</p>
<p>“Em março, lançamos, em parceria com o Coletivo de Mulheres Indígenas Javari Vale da Arte, uma cartilha sobre direitos da mulher indígena, abordando violência obstétrica, de gênero e informando sobre direitos sociais e previdenciários. Reforçamos também os equipamentos públicos que podem oferecer ajuda em caso de violação desses direitos, entre eles, a Defensoria Pública”, destaca a defensora pública e coordenadora do Nudcit, Daniele Fernandes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atuação no interior e desafios de acesso</h2>
<p>Foto: Divulgação</p>
<p>Além do lançamento da cartilha, em Atalaia do Norte (distante 1.138 quilômetros de Manaus), a Defensoria acompanha denúncias que chegam ao Nudem, coordenado pela defensora pública Caroline Braz.</p>
<p>De acordo com a titular do núcleo, as violências mais recorrentes são psicológicas, sexuais e físicas. No entanto, o impacto é maior entre mulheres indígenas. Isso ocorre porque, devido às particularidades geográficas, muitas vivem em locais de difícil acesso, o que aumenta a vulnerabilidade e dificulta a denúncia.</p>
<p>“É muito importante que essa problemática tenha visibilidade para que as políticas públicas de proteção sejam fortalecidas não só aqui no Amazonas, mas em todo o Brasil. Muitas dessas violências sofridas por mulheres indígenas ocorrem em regiões isoladas, o que dificulta a investigação e as devidas punições”, pontua a defensora pública.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dados revelam crescimento e subnotificação</h2>
<p>De acordo com levantamento do coletivo Gênero e Número, com base em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), entre 2014 e 2023 os registros de violência contra mulheres indígenas cresceram 411% na região Norte.</p>
<p>Durante o Acampamento Terra Livre (ATL), realizado no início de abril em Brasília, lideranças indígenas denunciaram casos de violência e lançaram o documento “Território seguro para mulheres indígenas”. O texto destaca a falta de acolhimento nas denúncias e cobra o fortalecimento de políticas públicas.</p>
<p>Além disso, a subnotificação segue como um dos principais desafios no país. As barreiras geográficas e linguísticas dificultam o registro formal dos casos, o que compromete a dimensão real do problema.</p>
<p>Atualmente, o Projeto de Lei (PL) 4.381/23 tramita no Senado. A proposta estabelece medidas para o atendimento de mulheres indígenas vítimas de violência doméstica por órgãos de Justiça e Segurança Pública.</p>
<p>Um estudo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) aponta que as mortes violentas de mulheres e meninas indígenas cresceram 500% nas últimas duas décadas. O levantamento indica que a faixa etária de 15 a 29 anos concentra 40,4% dos homicídios, evidenciando maior vulnerabilidade entre jovens.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como e onde buscar ajuda</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776706319_674_Violencia-contra-mulheres-indigenas-cresce-411-no-Norte.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-460805"  />Foto: Divulgação</p>
<p>No Amazonas, mulheres vítimas de violência podem procurar delegacias na capital e no interior. O registro do Boletim de Ocorrência (B.O.) é essencial para formalizar a denúncia e acionar a rede de proteção.</p>
<p>O Nudem também oferece atendimento, mesmo sem registro prévio. Nesses casos, a equipe orienta sobre os procedimentos legais e acompanha a situação.</p>
<p>O núcleo funciona na Avenida André Araújo, nº 7, bairro Adrianópolis, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. O agendamento pode ser feito pelo site da Defensoria ou pelo WhatsApp (92) 98559-1599.</p>
<p>Além disso, o Governo Federal disponibiliza a Central de Atendimento à Mulher, pelo número 180. O canal oferece informações, registra denúncias e encaminha casos aos órgãos competentes. Em situações de emergência, a orientação é ligar para o 190, da Polícia Militar.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<title>População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/populacao-no-brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 13:09:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A população brasileira está envelhecendo e cresce em ritmo cada vez menor. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2025, divulgada nesta sexta-feira (17) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, a população residente foi de 212,7 milhões de pessoas, aumento de 0,39% em relação a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A população brasileira está envelhecendo e cresce em ritmo cada vez menor. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2025, divulgada nesta sexta-feira (17) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Populacao-no-Brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No ano passado, a população residente foi de 212,7 milhões de pessoas, aumento de 0,39% em relação a 2024. A taxa de crescimento tem ficado abaixo de 0,60% desde 2021. Do total, 51,2% eram mulheres e 48,8% eram homens.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Populacao-no-Brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 16/04/2026 - População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo. Foto: IBGE/Divulgação" title="IBGE/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Crescimento anual da população no Brasil &#8211; Foto: IBGE/Divulgação</h6>
</p>
<p>A distribuição da população residente no país mostra queda da proporção de pessoas abaixo de 40 anos de idade: o grupo está 6,1% menor em 2025 do que em 2012. Por outro lado, há crescimento dos que estão acima dessa faixa etária: 40 a 49 anos (de 13% para 15%), 50 a 59 anos (de 10% para 11,8%) e 60 anos ou mais (de 11,3% para 16,6%).</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776431370_798_Populacao-no-Brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 16/04/2026 - População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo. Foto: IBGE/Divulgação" title="IBGE/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">População no Brasil de acordo com o sexo e a faixa etária &#8211; Foto: IBGE/Divulgação</h6>
</p>
<p>A transformação aparece também na pirâmide etária. Entre 2012 e 2025, houve estreitamento da base e alargamento do topo, com queda da população de até 39 anos.</p>
<p>As diferenças regionais permanecem marcantes. Norte e Nordeste concentram os maiores percentuais de jovens – com 22,6% e 19,1% da população de até 13 anos, respectivamente – enquanto Sudeste e Sul têm maior presença de idosos, ambos com 18,1% da população com 60 anos ou mais.</p>
<p>Também há mudanças na forma como a população declara cor ou raça. Diminuiu em todas as regiões do país o número de pessoas que se declaram brancas. Em 2012, brancos eram 46,4% da população. Em 2025, passaram a ser 42,6%. Pessoas declaradas pretas aumentaram de 7,4% para 10,4%.</p>
<p>A Região Norte foi a que registrou maior crescimento da população preta, de 8,7% para 12,9%. A Região Sul foi a que teve maior crescimento das pessoas de cor ou raça parda (de 16,7% para 22%) e maior queda da população autodeclarada branca (de 78,8% para 72,3%).</p>
<h2>Morar sozinho</h2>
<p>Também cresceu o percentual de pessoas que vivem sozinhas. Em 2025, os domicílios unipessoais chegaram a 19,7%. Em 2012, o percentual era de 12,2%. O arranjo nuclear – quando há pelo menos um casal, mãe com filhos ou pai com filhos – ainda é o predominante: 65,6% dos domicílios. Mas caiu em relação a 2012, quando chegava a 68,4%.</p>
<p>A pesquisa mostra diferenças por idade e gênero entre as pessoas que moram sozinhas. Entre os homens, 56,6% dos que estão nessa situação têm entre 30 e 59 anos de idade. Entre as mulheres, o maior percentual (56,5%) é entre aquelas com 60 anos ou mais.</p>
<p>Sobre a condição de ocupação dos domicílios, a proporção de imóveis alugados cresceu para 23,8%, alta de 5,4 pontos percentuais desde 2016. Já os domicílios próprios quitados caíram para 60,2%, redução de 6,6 pontos percentuais no mesmo período.</p>
<p>Também houve mudança no tipo de habitação: as casas ainda predominam, mas recuaram para 82,7%, enquanto apartamentos subiram para 17,1%.</p>
<h2>Infraestrutura</h2>
<p>Os indicadores de infraestrutura mostram avanços, mas mantêm desigualdades regionais. O acesso à água por rede geral chegou a 86,1% dos domicílios, sendo 93,1% nas áreas urbanas e apenas 31,7% nas rurais.</p>
<p>O Norte tem o menor percentual de acesso à rede geral: 60,9%. E uma quantidade expressiva de domicílios que dependem de poços profundos ou artesianos: 22,8%. O Sudeste conta com 92,4% do abastecimento de água vindo da rede geral.</p>
<p>No saneamento, 71,4% dos domicílios brasileiros têm acesso à rede geral ou fossa ligada à rede, mas o índice cai para 30,6% no Norte, onde outras formas mais precárias de esgotamento ainda predominam (39,3%). No Sudeste, o percentual de acesso à rede geral ou fossa séptica ligada à rede é de 90,7%.</p>
<p>A coleta direta de lixo por serviços de limpeza alcança 86,9% dos domicílios do país, avanço de 4,2 pontos percentuais desde 2016. Norte e Nordeste têm os menores percentuais de coleta direta (ambos com 79,3%) e os maiores percentuais de lixo queimado nas propriedades (14,5% e 13%, respectivamente).</p>
<p>O acesso à energia elétrica está próximo da universalização, com apenas 2,7% dos domicílios rurais sem ligação à rede. Esse percentual é de 0,5% nos domicílios urbanos. A parte rural da Região Norte é a que ainda concentra os piores números: 15,1% dos domicílios não têm acesso à rede geral de energia.</p>
<p>A pesquisa também mostra aumento no acesso a bens duráveis. Em 2025, 98,4% dos domicílios tinham geladeira e 72,1%, máquina de lavar. Em 2016, esses índices eram 98,1% e 63%, respectivamente.</p>
<p>O percentual de domicílios com carro chegou a 49,1%, enquanto motocicletas estão presentes em 26,2% das residências.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/populacao-no-brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Economia brasileira cresce 2,3% em 2025, revela IBGE</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 12:07:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A economia brasileira cresceu 0,1% no quatro trimestre de 2025 na comparação com o terceiro trimestre. Com esse desempenho, o ano de 2025 fechou com expansão de 2,3%. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento. O resultado do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) foi divulgado na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira cresceu 0,1% no quatro trimestre de 2025 na comparação com o terceiro trimestre. Com esse desempenho, o ano de 2025 fechou com expansão de 2,3%. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-IBGE.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O resultado do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) foi divulgado na manhã desta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). ((https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge))</p>
<h2>O que é o PIB</h2>
<p>O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais. </p>
<p>O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria. </p>
<p>Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.</p>
<p>O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida.</p>
<p>É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.</p>
<p><em>Texto em ampliação</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Cresce percentual de mulheres que relatam medo de ser estupradas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 11:49:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O percentual de mulheres que declararam ter medo de sofrer um estupro cresceu em uma pesquisa realizada pelo Instituto Patricia Galvão e pelo Instituto Locomotiva, que teve novos dados antecipados com exclusividade nesta segunda-feira (2) à Agência Brasil. Em 2020, 78% das mulheres ouvidas pelos pesquisadores disseram ter &#8220;muito medo de ser vítimas de um estupro&#8221;. Esse percentual cresceu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O percentual de mulheres que declararam ter medo de sofrer um estupro cresceu em uma pesquisa realizada pelo Instituto Patricia Galvão e pelo Instituto Locomotiva, que teve novos dados antecipados com exclusividade nesta segunda-feira (2) à Agência Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em 2020, 78% das mulheres ouvidas pelos pesquisadores disseram ter &#8220;muito medo de ser vítimas de um estupro&#8221;. Esse percentual cresceu para 80%, em 2022, e chegou a 82% segundo os dados obtidos em 2025.</p>
<p>Além das que declararam ter muito medo, 15% disseram ter &#8220;um pouco de medo&#8221;, o que significa um total de 97% de mulheres que vivem com algum grau de temor da violência sexual.</p>
<p>Em dois grupos, a proporção das que sentem &#8220;muito medo&#8221; é ainda maior, chegando a 87% no caso das jovens, entre 16 e 24 anos, e 88% entre as mulheres negras.</p>
<p>A diretora de conteúdo do Instituto Patrícia Galvão, Marisa Sanematsu, ressalta que além de o medo ser constante, nenhum espaço é considerado, de fato, seguro. </p>
<p>&#8220;O medo assombra as mulheres brasileiras o tempo todo, desde pequenas e em todos os lugares: a casa é insegura, assim como sair e voltar, esperar o transporte, enfrentar a condução lotada ou pedir um carro por aplicativo&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Esse medo constante faz com que elas desenvolvam suas próprias estratégias de proteção: evitam sair à noite ou usar alguns tipos de roupas e acessórios, procuram estar sempre acompanhadas e até escolhem trajetos mais longos para se sentirem um pouco mais seguras&#8221;.</p>
<h2>Violência dentro de casa</h2>
<p>Os institutos divulgam, nesta segunda-feira (2), a segunda onda de dados da pesquisa de 2025. A primeira onda, publicada em setembro de 2025, já havia mostrado que 15% das entrevistadas eram sobreviventes de estupro, e oito em cada dez vítimas sofreu a violência com 13 anos ou menos.</p>
<p>Os dados divulgados hoje acrescentam que, entre as vítimas com até 13 anos, 72% foram violentadas dentro da própria casa. Em metade dos casos, o abusador foi um familiar e, em um terço dos relatos, foi um amigo ou conhecido da família.</p>
<p>No total, 84% dos estupros foram cometidos por um homem do círculo social da vítima.</p>
<p>Essa porcentagem diminui no caso das mulheres violentadas com 14 anos ou mais, porém os conhecidos ou membros da família se mantêm como a maioria: 76% dos abusadores eram pessoas conhecidas, incluindo amigos, parceiros íntimos, familiares e ex-companheiros. Além disso, 59% sofreram a violência dentro de casa.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Matéria sobre ABUSO EM CASA. Foto: Arte EBC" title="Arte EBC"/></p>
<h2>Apoio às vítimas</h2>
<p>A pesquisa <em>Percepções sobre direitos de meninas e mulheres grávidas pós-estupro</em> teve a participação de 1,2 mil pessoas, homens e mulheres, de todas as regiões do país.</p>
<p>Além de perguntar para as mulheres sobre suas próprias experiências com a violência sexual, as entrevistas também ouviram a percepção geral dos entrevistados sobre o assunto.</p>
<p>Nas respostas, foi praticamente unânime o entendimento de que as mulheres têm medo de estupro: 99% dos entrevistados concordam.</p>
<p>Apesar disso, 80% das pessoas acreditam que as vítimas nunca, ou quase nunca, revelam para outras pessoas a violência sofrida, principalmente por sofrer ameaças do agressor, por terem medo de não serem ouvidas ou por sentirem vergonha.</p>
<p>Os resultados gerais se assemelham ao que foi dito pelas entrevistadas que relataram ter sido vítimas, conforme a primeira divulgação da pesquisa.</p>
<p>Cerca de 60% das mulheres que foram vítimas antes dos 14 anos não contaram para ninguém sobre o abuso. Além disso, apenas 15% foram levadas a uma delegacia, e 9%, a uma unidade de saúde.</p>
<p>O apoio a políticas de apoio às vítimas também foi amplo: 93% concordam que o Estado deve fornecer acompanhamento psicológico imediato para meninas e mulheres vítimas de estupro, e a mesma porcentagem acredita que as prefeituras e governos devem aumentar a divulgação de serviços de saúde que atendem vítimas.</p>
<h2>Depoimentos</h2>
<p>Além dos percentuais obtidos com as respostas, os institutos também divulgam nesta segunda-feira depoimentos de mulheres que sofreram violência sexual.</p>
<p>Uma mulher parda, moradora do Sudeste, com idade entre 25 e 44 anos, contou:</p>
<p>“Comecei a ser abusada criança, com 6 anos, sem nem entender o que acontecia, e o abusador me fazia acreditar que eu era culpada e que, se eu contasse para alguém, ninguém acreditaria em mim. Meu abusador era o meu pai.”</p>
<p>Já outra vítima, uma mulher preta, moradora da região Sudeste, com 45 anos ou mais, até tentou pedir socorro mas não foi acolhida.</p>
<p>“Eu tinha apenas 11 anos, foi horrível, não entendia direito o que estava acontecendo. Tentei falar com a minha mãe, mas ela não acreditava em mim, dizia que eu queria acabar com o casamento dela. Ainda bem que minha avó percebeu algo estranho e me trouxe de volta pra casa dela&#8221;.</p>
<p>A gravidez e a falta de suporte para o abortamento adequado também aparecem nos depoimentos, como o de uma jovem parda, moradora da região Sudeste, com idade entre 16 e 24 anos.</p>
<p>“Eu sofri um abuso e engravidei por causa desse ato. Eu, com 13 anos, não poderia ser mãe e ia interromper minha vida, eu estava estudando, então, eu decidi não contar para os meus pais e pedir ajuda de uma amiga próxima minha. Então, ela me levou a um aborto clandestino e lá eu fiz o procedimento&#8221;.</p>
<h2> </h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772452151_632_Cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo - Ato Por Todas Elas reúne mulheres no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo, na Avenida Paulista, para mais um protesto contra o estupro  (Rovena Rosa/Agência Brasil) " title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Ato Por Todas Elas reúne mulheres no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo, na Avenida Paulista, para mais um protesto contra o estupro Foto de arquivo: Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Acolhimento é garantido em lei</h2>
<p>A diretora de conteúdo do Instituto Patrícia Galvão explica que o atendimento imediato e integral às vítimas de violência sexual em todos os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), sem exigência de boletim de ocorrência, é garantido por lei no Brasil desde 2013.</p>
<p>&#8220;É fundamental que o Estado, em todos os níveis de governo, invista na divulgação de informações sobre os direitos da vítima de estupro e de como ela pode acessá-los para proteger sua saúde física e mental, para que essas meninas e mulheres possam retomar suas vidas após o trauma da violência&#8221;, complementa Marisa Sanematsu.</p>
<p>A ampla maioria também foi favorável aos serviços que realizam a interrupção da gravidez nos casos previstos em lei, como o estupro. Nove em cada dez entrevistados concordam que todas as vítimas devem ser informadas, nas delegacias ou serviços médicos, sobre os protocolos para evitar infecções sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.</p>
<p>Além disso, 86% acreditam que devem existir serviços públicos em todas as cidades para a interrupção da gestação em casos de estupro. No entanto, apenas metade dos entrevistados conhece algum serviço que promova esse atendimento.</p>
<p>De acordo com a diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, María Saruê Machado, a pesquisa evidencia a necessidade de ampliar e preparar melhor os serviços de acolhimento.</p>
<p>&#8220;Existe amplo apoio da população para que vítimas de estupro tenham acesso aos direitos garantidos por lei, mas essas informações ainda não chegam a quem mais precisa&#8221;.</p>
<p>&#8220;O estupro é uma violência próxima da realidade da maioria das mulheres, e romper o silêncio por meio da informação é um passo fundamental para garantir proteção e acesso a direitos a todas as mulheres”, defendeu.</p>
<h2>Direitos em constante ameaça</h2>
<p>De acordo com a comunicadora social e ativista Angela Freitas, co-diretora da campanha &#8220;Nem Presa Nem Morta&#8221;, o cumprimento da legislação que prevê atendimento e proteção das vítimas ainda depende da disposição de gestores políticos.</p>
<p>&#8220;A maior parte dos municípios não dispõe desse serviço, as pessoas têm que viajar longas distâncias e nem todo mundo pode fazer isso. É uma carência muito grande. O Brasil passou por um processo de democratização, fez a sua Constituinte, criou o Sistema Único de Saúde, o Sistema Único de Assistência Social, criou políticas públicas, mas todos esses avanços vivem ameaças constantes de retrocesso. Eles ainda não se consolidaram como direitos que são dados e que ninguém contesta&#8221;.</p>
<p>Angela Freitas também foi uma das articuladoras da campanha &#8220;Criança não é mãe&#8221;, contra o projeto de lei que pretendia equiparar o aborto ao crime de homicídio, mesmo nos casos previstos por lei. Ela acrescenta que essas carências são particularmente danosas para as crianças e adolescentes que engravidam após a violência</p>
<p>&#8220;Em grande parte, esses episódios não são revelados de imediato. Até porque elas não são preparadas para entender que o corpo delas deve ser respeitado, inclusive por pessoas da convivência familiar e comunitária. Há uma falta de diálogo e de informação e uma condescendência muito grande com essas situações&#8221;.</p>
<p>&#8220;Com isso, muitas vezes, a gravidez não é percebida pela criança nem pelos familiares que estão em volta. Ela só vai ser percebida muito tarde e, quando essas meninas chegam ao serviço de saúde para buscar atendimento, e o direito de interromper aquela gravidez, elas encontram dificuldades dentro do próprio sistema&#8221;.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Educação Profissional no Brasil cresce mais de 68% em cinco anos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/educacao-profissional-no-brasil-cresce-mais-de-68-em-cinco-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 11:23:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Censo Escolar 2025, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostra evolução no número de matrículas da educação profissional e tecnológica (EPT). Os dados apontam para um salto 68,4% em cinco anos. Em 2021, o país contabilizava 1.892.458 matrículas totais. Em 2025, esse número atingiu a marca de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Censo Escolar 2025, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostra evolução no número de matrículas da educação profissional e tecnológica (EPT). Os dados apontam para um salto 68,4% em cinco anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Educacao-Profissional-no-Brasil-cresce-mais-de-68-em-cinco.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em 2021, o país contabilizava 1.892.458 matrículas totais. Em 2025, esse número atingiu a marca de 3.187.976 alunos.</p>
<p>Os dados da primeira etapa do Censo Escolar 2025 foram divulgados na quinta-feira (26), em Manaus, pelo Ministério da Educação (MEC) e o Inep.</p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>O ritmo de crescimento da educação profissional e tecnológica (EPT) foi acelerado, principalmente a partir de 2023.</p>
<p>Segundo o MEC, o aumento reflete a implementação de políticas públicas que buscam tornar o ensino médio mais atrativo e diretamente conectado às necessidades do mercado de trabalho.</p>
<p>O ministro da Educação, Camilo Santana, aponta que o Programa Juros por Educação, criado em 2025, deve aumentar de vagas em cursos técnicos em todo o Brasil.</p>
<p>A iniciativa integra o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e tem o objetivo de estimular os estados a investirem na oferta de novas vagas gratuitas em cursos técnicos integrados e concomitantes ao ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos (EJA), em cursos técnicos na forma subsequente e, também, na melhoria da infraestrutura das redes estaduais e na formação docente. Até o momento, 22 estados aderiram ao programa.</p>
<p>&#8220;A expectativa é que tenhamos o investimento de R$ 8 bilhões no Propag neste ano, o que vai possibilitar o aumento de 600 mil vagas no ensino técnico do ensino médio em 2026&#8221;, projeta o ministro da Educação, Camilo Santana.</p>
<p>Para o gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, a educação profissional e tecnológica é um passo ousado e que vai exigir de todas as redes de educação estaduais estratégia, planejamento e ações para dar conta desse aumento de vagas e oferecer aos estudantes uma educação com qualidade. </p>
<p>&#8220;É uma janela de oportunidade nunca antes vista no país e que contribui grandemente para o desenvolvimento social e econômico do Brasil&#8221;, avalia.</p>
<h2>Distribuição de matrículas</h2>
<p>O censo detalha também a participação de cada esfera administrativa (estadual, federal e municipal) na oferta de vagas na educação profissional e tecnológica.</p>
<p>As redes estaduais de ensino concentraram 81,7% das matrículas na educação profissional pública, em 2025.</p>
<p>A rede federal composta, por exemplo, pelos institutos federais (IF) e unidades de ensino técnico que operam vinculadas a universidades federais, responde por 15,4% das matrículas.</p>
<p>A rede municipal registra a menor fatia, com apenas 2,8% de atendimento.</p>
<h2>Modalidade de ensino</h2>
<p>Os cursos técnicos podem ser desenvolvidos de forma articulada e integrada com o ensino médio. Pode ser concomitante com o ensino médio para os estudantes que vão iniciá-lo ou já estejam cursando essa etapa de ensino. </p>
<p>Há, ainda, o modelo de ensino subsequente, para aqueles estudantes que concluíram o ensino médio.</p>
<p>A oferta pode ser tanto na mesma escola quanto em instituições de ensino distintas.</p>
<p>O Censo Escolar 2025 mostrou que o modelo de ensino médio articulado ao itinerário formativo técnico profissional (curso técnico junto com o ensino médio) é líder absoluto, somando 1.200.606 matrículas, em 2025.</p>
<p>Logo em seguida, destacam-se, no ano passado:</p>
<ul>
<li>curso técnico subsequente, com 832.032 alunos, que atende aqueles que já concluíram o ensino médio e buscam especialização;</li>
<li>itinerário formativo articulado (qualificação profissional): registrou 517.422 matrículas;</li>
<li>ensino médio na modalidade do magistério tive 32.529 matrículas.</li>
</ul>
<p>O gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, celebra o aumento de 57% nas matrículas da Educação Profissional e Tecnológica integrada ao ensino médio, no comparativo de 2025 com 2024. </p>
<p>“O crescimento foi ainda maior, de 61,04% na rede pública. Esses dados nos mostram um crescimento acelerado e de forma consistente da EPT no Brasil”, comemora.</p>
<p>Os cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) integrados à modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) no ensino médio somaram, em 2025, mais de 134,9 mil matrículas, o que também reforça a requalificação para públicos que estão fora da idade escolar regular.</p>
<h2>Estados</h2>
<p>O Censo Escolar 2025 registra que a média nacional é de 20,1% para a razão entre matrículas de cursos técnicos articulados e o total de matrículas do ensino médio regular na rede pública.</p>
<p>Com base nos dados censitários, o coordenador de Estatísticas Educacionais, Indicadores e Controle de qualidade do Censo da Educação Superior da Diretoria de Estatísticas do Inep (Deed), Fábio Pereira Bravin, compara o crescimento. “Saímos de uma condição diante da pandemia, de que apenas 10% das matrículas do ensino médio estavam associadas à educação profissional. Em 2025, nós dobramos o número de matrículas na modalidade, e chegamos a 20,1%&#8221;.</p>
<p>O Piauí lidera o ranking nacional de integração entre ensino médio e educação profissional e atinge a marca histórica de 68,8% de articulação técnica na rede pública. O estado tem um índice aproximadamente 3,4 vezes a média do Brasil.</p>
<p>No topo do ranking, também aparecem:</p>
<ul>
<li>Paraíba: 34,7%;</li>
<li>Acre: 34,1%;</li>
<li>Paraná: 32,9%;</li>
<li>Espírito Santo: 32,5%.</li>
</ul>
<p>Na outra ponta da tabela, o Amazonas (5,2%) e o Distrito Federal (6,9%) apresentam os menores índices de integração técnica na rede pública.</p>
<h2>Áreas mais procuradas</h2>
<p>A pesquisa computa que o setor de educação profissional técnica de nível médio no Brasil revela uma concentração significativa em áreas ligadas ao mercado corporativo e à saúde. </p>
<p>​Os quatro principais eixos tecnológicos que lideraram as matrículas no país, em 2025, foram:</p>
<ul>
<li>​gestão e negócios: é o líder, com 28,9% das matrículas, somando 534.056 estudantes no ensino público e mais 177.015 no privado;</li>
<li>ambiente e saúde: ocupa a segunda posição, com 711.071 (sendo 177.671 matrículas públicas e 326.327 na rede privada);</li>
<li>informação e comunicação: o eixo conta com 424.628 alunos (348.698 alunos na rede pública e 75.930 na privada);</li>
<li>controle e processos industriais: registra 292.383 estudantes (159.767 matrículas públicas e 132.616 privadas.</li>
</ul>
<p>Dentro desses eixos, as carreiras que atraem mais estudantes para EPT são:</p>
<ul>
<li>​administração (eixo gestão e negócios): é o curso mais procurado da lista, com um total de 395.059 alunos, sendo amplamente ofertado pela rede pública (327.924).</li>
<li>enfermagem (eixo ambiente e saúde): soma 298.699 matrículas e tem forte predominância da rede privada, com 241.455 desses alunos.</li>
<li>informática (eixo informação e comunicação): registra 167.134 estudantes, sendo 141.593 matrículas na rede pública;</li>
<li>desenvolvimento de sistemas (eixo informação e comunicação): com 150.864 matriculados.</li>
</ul>
<p>O gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, ressalta que essa é uma etapa escolar extremamente importante para a formação das juventudes do Brasil, como um caminho para a inserção no mundo do trabalho de forma digna. </p>
<p>“A educação profissional e tecnológica não encerra a evolução educacional do estudante, pelo contrário, o impulsiona a continuar os estudos e, se tiver interesse, cursar o ensino superior&#8221;, disse.</p>
<h2>​Censo</h2>
<p>O Censo Escolar 2025 apresenta dados sobre escolas, professores, gestores, turmas e alunos de todas as etapas e modalidades de ensino da educação básica. Os dados são utilizados para formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas.</p>
<p>Para consultar os dados da primeira etapa do Censo Escolar 2025, acesse a página eletrônica de resultados do Inep.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/educacao-profissional-no-brasil-cresce-mais-de-68-em-cinco-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Agência Brasil cresce 20% em visualizações em 2025</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 18:14:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[cresce]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Brasil encerrou 2025 com melhora nos indicadores de desempenho digital, consolidando‑se como uma das principais fontes de informação do país. Segundo relatório anual da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o portal registrou um crescimento de 20% nas visualizações de página em comparação a 2024, mantendo trajetória de expansão. O número de usuários também avançou, com alta de 9%, ao mesmo tempo em que houve aumento de 2% no total de usuários recorrentes, sinalizando maior fidelização do público ao portal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Agencia-Brasil-cresce-20-em-visualizacoes-em-2025.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados revelam ainda que a Agência Brasil teve, ao longo do ano, movimento expressivo de acesso intencional. O tráfego direto respondeu por mais de 19 milhões de sessões, equivalente a 25% do total registrado em 2025. Esse dado contribui para o fortalecimento da marca, da lembrança do nome e da confiança acumulada junto ao leitor que acessa o <em>site </em>de forma espontânea, sem depender de mecanismos de busca ou intermediários. Com esse comportamento do público, o relatório classifica 2025 como um ano de ganho de escala, em que a plataforma ampliou seu alcance ao mesmo tempo em que consolidou sua autoridade informativa.</p>
<h2>Presença nas redes sociais</h2>
<p>Além do crescimento no portal, houve impacto significativo nas redes sociais. As postagens da Agência Brasil no Instagram e no Facebook alcançaram mais de 349 milhões de visualizações ao longo de 2025, reforçando a capacidade do veículo de dialogar com públicos diversos. A força da marca também se expressou no ecossistema de republicações: 31.585 endereços diferentes replicaram matérias da Agência Brasil entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025. O volume de reproduções mostra a centralidade do conteúdo jornalístico da Agência na circulação de notícias em portais regionais, veículos especializados, órgãos públicos e sites internacionais.</p>
<p>O presidente da EBC, Andre Basbaum, destacou o papel estratégico da Agência Brasil como patrimônio informativo do país.</p>
<p>“Os números de 2025 comprovam que a Agência Brasil é uma referência nacional de credibilidade. Crescemos em audiência, em tráfego direto e em presença multiplataforma, ampliando nossa capacidade de informar o país com rigor, responsabilidade e serviço público. Esse desempenho é fruto de uma equipe comprometida e de uma missão que se fortalece a cada ano: garantir à sociedade brasileira o direito de acessar informação qualificada”, disse.</p>
<h2>Oferta para livros didáticos</h2>
<p>Além dos dados de audiência, a Agência Brasil cresceu também no número de conteúdos solicitados por livros didáticos. Em 2024, foram 160 obras educacionais que incorporaram textos, fotos e áudios produzidos pelo veículo. Já em 2025, foram 221 conteúdos licenciados – dos quais 39 são da Radioagência. Algumas obras chegaram a ter tiragem de 40 mil exemplares, além de disponibilização na internet. Contabilizando todas as 221 ocorrências, a tiragem das obras ultrapassa 2,2 milhões de exemplares, além de usos pontuais para um documentário e quatro séries documentais.</p>
<p>O licenciamento é uma das linhas de negócio da EBC, conforme previsão legal. Essa é a modalidade usada nos casos em que o material será comercializado. Para outros fins, a exemplo de divulgação jornalística, as imagens e textos da Agência Brasil são liberados mediante a indicação dos créditos de autoria. Conteúdos originados de agências internacionais, porém, são de reprodução proibida.</p>
<p>Para entrar em contato com a área de licenciamento da EBC, basta enviar um <em>e-mail</em> para licenciamento@ebc.com.br.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/agencia-brasil-cresce-20-em-visualizacoes-em-2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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