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	<title>cresce Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>cresce Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>InfoGripe: cresce número de hospitalizações por VSR e gripe</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/infogripe-cresce-numero-de-hospitalizacoes-por-vsr-e-gripe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:05:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O número de hospitalizações por vírus sincicial respiratório (VSR) aumentou no Brasil e, em algumas regiões do país, também houve mais internações por gripe causada pelos vírus influenza A e B. Os dados estão no Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (11). A análise é referente à Semana Epidemiológica 22, período de 31 de maio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de hospitalizações por vírus sincicial respiratório (VSR) aumentou no Brasil e, em algumas regiões do país, também houve mais internações por gripe causada pelos vírus influenza A e B. Os dados estão no Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (11).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/InfoGripe-cresce-numero-de-hospitalizacoes-por-VSR-e-gripe.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A análise é referente à Semana Epidemiológica 22, período de 31 de maio a 6 de junho, período em que a queda das temperaturas pode impulsionar a disseminação dos vírus respiratórios em locais fechados e aglomerados.</p>
<p>O estudo verificou que 11 das 27 unidades federativas apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com indícios de crescimento também na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. São elas: Acre, Alagoas, Amapá, Paraná, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.</p>
<p>O InfoGripe destaca também que as demais 16 unidades da Federação apresentam indícios de interrupção do crescimento ou queda do número de casos de SRAG na tendência de longo prazo. Mas 12 delas ainda registram incidência em níveis de alerta, risco ou alto risco: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro.</p>
<h2>Cuidados</h2>
<p>Em 2026, já foram registrados 3.591 óbitos de SRAG. Para a pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, é importante que a população tome alguns cuidados, como lavar sempre as mãos, usar máscaras dentro unidades de saúde e em ambientes aglomerados com pouca circulação de ar.</p>
<p>Segundo ela, também é importante fazer isolamento em caso de sintomas de gripe ou resfriado, para evitar transmitir o vírus para outras pessoas. Se não for possível fazer o isolamento, a recomendação é que a pessoa saia de casa usando uma boa máscara como a N95 ou PFF2</p>
<p>“E o mais importante: é fundamental que as pessoas dos grupos prioritários e elegíveis tomem a vacina contra a influenza e o VSR, para diminuírem as chances de desenvolverem a forma mais grave da doença ou irem a óbito, caso se infectem por esses vírus”, diz Tatiana.</p>
<p>Os dados de resultados laboratoriais por faixa etária mostram que a alta de SRAG em crianças de até 4 anos de idade tem sido impulsionada principalmente pelo VSR, enquanto o rinovírus tem predominado entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos.</p>
<p>Nas últimas semanas, também tem sido observado um predomínio de casos de SRAG associados à influenza A entre jovens, adultos e idosos. A influenza B vem apresentando aumento, especialmente nas faixas etárias de 5 a 14 anos e de 15 a 49 anos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/infogripe-cresce-numero-de-hospitalizacoes-por-vsr-e-gripe" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Violência contra idosos cresce no Amazonas e motiva corrida de conscientização em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 16:55:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esporte, cidadania e conscientização marcaram a manhã deste sábado (6) na Avenida do Samba, no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste de Manaus. A Comissão de Esporte, Lazer e Relações Internacionais da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) promoveu o Movimento Juntos pela Conscientização do Junho Violeta, campanha voltada ao combate à violência contra idosos. A ação reuniu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Esporte, cidadania e conscientização marcaram a manhã deste sábado (6) na Avenida do Samba, no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste de Manaus. A Comissão de Esporte, Lazer e Relações Internacionais da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) promoveu o Movimento Juntos pela Conscientização do Junho Violeta, campanha voltada ao combate à violência contra idosos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A ação reuniu participantes a partir das 6h e reforçou a importância da proteção e do respeito às pessoas com 60 anos ou mais.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Corrida chama atenção para casos de violência</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Além de incentivar hábitos saudáveis, o evento buscou alertar a população sobre diferentes formas de violência contra idosos, como agressões físicas, psicológicas, financeiras e casos de negligência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A aposentada Maria do Carmo Muniz, de 70 anos, participou da mobilização após encontrar o evento durante sua caminhada matinal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Estava fazendo minha caminhada matinal e percebi que estava acontecendo um evento com várias pessoas. Ao me informar, descobri que se tratava de uma corrida de conscientização e enfrentamento à violência contra idosos. Abracei a causa e participei deste importante movimento de alerta para a população”, afirmou.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Atendimentos cresceram no Amazonas</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Dados dos Centros Integrados de Proteção e Defesa da Pessoa Idosa (Cipdis) mostram aumento na procura por atendimento no estado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, os órgãos registraram 10.827 atendimentos, número 30% maior que os 8.280 contabilizados em 2024. Além disso, entre janeiro e abril de 2026, o Amazonas registrou 3.519 atendimentos, alta de 13% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente da Comissão de Esporte da Aleam, deputado João Luiz, a corrida ajudou a ampliar o debate sobre a proteção da pessoa idosa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Os casos de agressão, sejam físicos, psicológicos ou verbais, acontecem diariamente contra muitos idosos. Isso não pode continuar. A pessoa idosa precisa ser respeitada. Esta corrida traz à tona um tema que deve ser debatido e enfrentado todos os dias do ano”, destacou.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Campanha ocorre durante todo o mês</h3>
<p class="wp-block-paragraph">A campanha Junho Violeta promove ações de conscientização e enfrentamento à violência contra idosos em todo o país. Ao longo do mês, instituições públicas e entidades realizam atividades para alertar sobre abusos físicos, psicológicos e financeiros, além de situações de abandono e negligência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A mobilização também busca incentivar denúncias e fortalecer a rede de proteção às pessoas idosas.</p>
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		<title>Manaus cresce sem papel: até 80% das moradias ainda estão irregulares</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manaus-cresce-sem-papel-ate-80-das-moradias-ainda-estao-irregulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 23:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 70% a 80% das moradias em Manaus ainda não têm registro de imóvel. O dado, levantado pela Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas (CGJ-AM) e apresentado em 2024 durante a campanha “Semana Solo Seguro Favela”, revela uma cidade que cresceu rápido demais e formalizou de menos. Bairros tradicionais como o São Raimundo, na Zona Oeste, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">De 70% a 80% das moradias em Manaus ainda não têm registro de imóvel. O dado, levantado pela Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas (CGJ-AM) e apresentado em 2024 durante a campanha “Semana Solo Seguro Favela”, revela uma cidade que cresceu rápido demais e formalizou de menos. Bairros tradicionais como o São Raimundo, na Zona Oeste, ainda têm imóveis em situação irregular apesar de décadas de ocupação consolidada. </p>
<p class="wp-block-paragraph">E o problema vai muito além da burocracia: sem o título definitivo, o morador não tem segurança jurídica, não acessa crédito, não pode vender o imóvel pelo valor real e vive sob permanente risco de perder tudo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Manaus tem 629.888 domicílios particulares ocupados, segundo dados de 2025 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desses, 66% são considerados próprios, mas boa parte existe apenas no mundo dos fatos, não no jurídico. </p>
<p class="wp-block-paragraph">O crescimento acelerado da cidade explica parte do problema, desde o Censo de 2010, a população saltou de 1,8 milhão para 2,06 milhões de habitantes, expansão superior a 14% ao ano, muito acima da média nacional de 6,4%. Esse ritmo empurrou famílias para as margens: igarapés, encostas e áreas de preservação permanente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Hoje, mais de 112 mil pessoas vivem em 438 setores classificados pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) como de risco alto ou muito alto, sujeitos a inundações, erosões e deslizamentos. O Amazonas ocupa o terceiro lugar entre os estados com maior déficit habitacional do país, com mais de 177 mil domicílios em situação deficitária, equivalente a 14,5% das moradias. Só em Manaus, o déficit chega a 103 mil moradias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O custo de viver sem documento é alto, dados do Fórum Amazonense de Reforma Urbana (Faru) apontam que 33 mil famílias estão em conflito fundiário na capital, das quais 4,8 mil sofrem ações de despejo. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as ocupações irregulares que se tornaram bairros, algumas são habitadas por indígenas, como a comunidade Nova Vida, no bairro Cidade Nova, onde vivem 3,5 mil famílias de diferentes etnias em construções improvisadas e sem garantia de posse da terra.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que significa não ter o título</h2>
<p>Foto: IBGE</p>
<p class="wp-block-paragraph">O sociólogo Luiz Antônio recorre a uma metáfora direta para explicar o problema. “Imagina que uma criança nasceu, foi criada com afeto, com carinho. Mas quando ela vai ao hospital e não tem documento, os pais podem ter que responder a um tribunal. A criança existe de fato, mas não existe de direito sem certidão de nascimento. A casa é a mesma coisa”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Sem o título, o morador não consegue acionar uma liminar judicial se alguém invadir o imóvel durante uma viagem. Não acessa crédito federal para reforma. E, se quiser vender, perde mais da metade do valor. “Ninguém compra casa sem documento, ou compra pagando muito menos”, resumiu o sociólogo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já a socióloga Bianca Rocha reforça o argumento pelo ângulo da cidadania. “Essa regularização é necessária porque vai garantir dignidade, cidadania, o direito à moradia. Dá ao proprietário qualidade de vida, a possibilidade de zelar pelo que é seu de fato”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A valorização do imóvel regularizado pode chegar a 150%, segundo estimativas baseadas na experiência do mercado imobiliário local. Com a documentação em dia, o proprietário pode usar o imóvel como garantia em financiamentos, facilitar inventários e atrair compradores com acesso a crédito bancário.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que o Estado e a Prefeitura têm feito?</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779578700_340_Manaus-cresce-sem-papel-ate-80-das-moradias-ainda-estao.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-466387"  />Foto: Sect</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Estado das Cidades e Territórios (SECT) é o principal órgão responsável pela emissão de títulos definitivos em áreas de propriedade do Estado. Por meio do programa Amazonas Meu Lar, mais de 23,3 mil regularizações fundiárias já foram registradas. Só nos primeiros meses de 2026, a SECT ultrapassou a marca de 1.600 títulos concedidos entre capital e interior.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A secretária Renata Queiroz reconheceu os avanços, mas também os limites. “Desafios como o aumento dos custos logísticos, a dificuldade de acesso a áreas remotas, especialmente durante a estiagem, e a falta de infraestrutura em alguns municípios são constantes. Mas temos trabalhado para superá-los com planejamento estratégico e parcerias”, afirmou. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A previsão é que novas ações alcancem municípios como Parintins, Maués, Lábrea, Iranduba e Urucurituba ao longo do ano.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A secretária destacou ainda o impacto humano das entregas. “A entrega do título definitivo é, sem dúvida, o momento mais transformador, porque ali não estamos falando de burocracia, estamos falando de segurança, pertencimento e paz. Muitas famílias vivem anos com medo de perder o pouco que conquistaram. Quando recebem o título, o olhar muda”, concluiu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na esfera municipal, a Secretaria Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Semhaf) informou que, desde a criação da pasta, em 2023, mais de 16 mil imóveis já foram regularizados por meio do programa “Manaus Legal”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os bairros e comunidades contemplados estão Colônia Antônio Aleixo, Raio do Sol, Santa Inês, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Zumbi, Novo Reino I, Portal do Japão, Nações Indígenas, Morro da Liberdade, Betânia, São Lázaro, Santa Luzia, Cidade do Leste, Rio Piorini, Coliseu 1 e Parque Santa Etelvina.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a secretaria, o programa se tornou uma das principais políticas habitacionais da prefeitura e hoje é considerado referência nacional em Regularização Fundiária Urbana (Reurb).</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Semhaf também apontou que o principal gargalo para acelerar o processo é o crescimento urbano acelerado e o surgimento constante de novas ocupações irregulares na cidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pasta, a regularização exige levantamento topográfico, análise documental, estudos urbanísticos e articulação cartorial, além de investimentos elevados. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Atualmente, a prefeitura também enfrenta o desafio de identificar áreas juridicamente aptas à regularização, especialmente porque grande parte das áreas públicas municipais com viabilidade mais simples já foi contemplada nas etapas anteriores do programa”, disse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mudança de vida</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779578700_370_Manaus-cresce-sem-papel-ate-80-das-moradias-ainda-estao.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-468101"/>Foto: Matheus Romão / Sect</p>
<p class="wp-block-paragraph">Foi com esse sentimento que a aposentada Rozimar Menandes, de 62 anos, moradora do Conjunto Cidadão 12, na zona Norte da capital, recebeu o título definitivo de sua casa no dia 7 de maio, por meio do programa Amazonas Meu Lar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“É muita alegria, uma felicidade imensa. É muito importante, é muito gratificante você ter o título definitivo da sua moradia. Minha casa vai ser valorizada. Vai melhorar muito. Essa oportunidade é única e só temos a agradecer a Deus por estar nos proporcionando essa alegria”, relatou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A história de Rozimar ilustra o que a regularização pode significar na prática: fim da insegurança, valorização do patrimônio e acesso formal à cidade. Mas ela também expõe o contraste porque para cada família que sai com o documento na mão, centenas de milhares ainda aguardam.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Os que ainda esperam</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O ritmo dos programas segue aquém da demanda. Uma estimativa da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), com base em dados do IBGE e da própria SECT, aponta que até 500 mil pessoas em Manaus ainda poderiam ser atendidas por ações de regularização. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro de 2025, a Defensoria lançou o projeto “Meu Pedaço de Chão, da Ocupação à Titulação”, do Núcleo de Moradia e Atendimento Fundiário (Numaf), com foco em ocupações informais na Região Metropolitana via usucapião.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779578701_344_Manaus-cresce-sem-papel-ate-80-das-moradias-ainda-estao.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-466395"  />Foto: Secom</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os obstáculos mais frequentes estão a lentidão cartorial, a ausência de documentação pelos moradores, conflitos fundiários em áreas disputadas e a falta de informação sobre como acessar os programas. </p>
<p class="wp-block-paragraph">O relatório “Cinco Anos da Campanha Despejo Zero”, publicado em setembro de 2025, coloca o Amazonas entre os estados mais críticos do país: entre 2020 e agosto de 2025, aproximadamente 6.113 famílias foram despejadas no Estado e outras 35.939 estavam sob ameaça de remoção. A população mais afetada é majoritariamente negra (66,3%) e feminina (62,6%), incluindo 415 mil crianças de até 14 anos em todo o Brasil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A regularização também muda a dinâmica dos bairros, segundo o sociólogo Luiz Antônio. “Quanto mais regularizado está a situação fundiária de um lugar, melhor ordenado fica aquele território. As pessoas ficam seguras para fazer investimentos, podem tirar alvará de funcionamento, alugar, ampliar. Aquele lugar pode ser comprado e vendido rapidamente”, explicou.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779578701_676_Manaus-cresce-sem-papel-ate-80-das-moradias-ainda-estao.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-468088"  />Foto: Matheus Romão / Sect</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Amazonas Meu Lar também é uma alternativa, o programa habitacional em parceria com o Minha Casa, Minha Vida, visa moradia digna e regularização fundiária para famílias de baixa renda. </p>
<h2 class="wp-block-heading">Como regularizar o seu imóvel</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Manaus-cresce-sem-papel-ate-80-das-moradias-ainda-estao.jpg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-466398"  />Foto: Lucas Silva/Secom</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para quem quer iniciar o processo, o caminho passa pela SECT. O interessado deve ter mais de 18 anos, ser possuidor de imóvel urbano ou rural há mais de cinco anos em área pertencente ao Estado e ainda não regularizado. </p>
<p class="wp-block-paragraph">O agendamento é feito pelo WhatsApp (92) 98286-0162 ou pelo e-mail [email protected]. O atendimento ocorre na sede da secretaria, na rua Emílio Moreira, nº 470, bairro Praça 14, zona Sul de Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já na esfera municipal, os interessados podem procurar a sede da Semhaf, localizada na travessa Arthur Bernardes, nº 223, bairro São Geraldo, zona Oeste, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para abertura do processo, são exigidos:</p>
<li>foto da frente do imóvel;</li>
<li>foto do selo do imóvel;</li>
<li>RG e CPF;</li>
<li>documento do lote ou comprovante de residência de até sete anos atrás;</li>
<li>comprovante de residência atualizado.</li>
<p class="wp-block-paragraph">Também são solicitados documentos específicos conforme o estado civil:</p>
<li>casados: certidão de casamento, RG e CPF do cônjuge;</li>
<li>viúvos: certidão de casamento e atestado de óbito do cônjuge;</li>
<li>divorciados: certidão de casamento com averbação do divórcio.</li>
<p class="wp-block-paragraph">Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (92) 98842-4669.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para quem precisa de apoio jurídico gratuito, a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) atende casos de conflito fundiário e regularização por meio do Numaf.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Desenrola Fies oferece desconto de até 99%</p>
<p class="wp-block-paragraph">Especialista alerta sobre pensão alimentícia na reta final do Imposto de Renda 2026 no AM</p>
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		<title>Número de cirurgias eletivas cresce no Amazonas e reduz filas no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/numero-de-cirurgias-eletivas-cresce-no-amazonas-e-reduz-filas-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:38:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Amazonas está entre os estados brasileiros que mais avançaram na realização de cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025. Os números refletem os investimentos realizados para reduzir filas históricas e ampliar o acesso da população a procedimentos considerados essenciais, mas que não são classificados como emergenciais. Aumento de procedimentos Dados divulgados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Amazonas está entre os estados brasileiros que mais avançaram na realização de cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025. Os números refletem os investimentos realizados para reduzir filas históricas e ampliar o acesso da população a procedimentos considerados essenciais, mas que não são classificados como emergenciais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Aumento de procedimentos</h2>
<p>Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que o estado apresentou crescimento expressivo no volume de cirurgias realizadas nos últimos anos. Entre 2022 e 2023, o Amazonas registrou aumento de 11% nos procedimentos eletivos, passando de 276 mil para mais de 308 mil cirurgias. Até novembro de 2024, o número já havia ultrapassado 331 mil operações realizadas.</p>
<p>O avanço coloca o Amazonas em posição de destaque nacional dentro do Programa Nacional de Redução das Filas (PNRF), iniciativa criada para acelerar atendimentos e diminuir o tempo de espera de pacientes do SUS. Somente no estado, os procedimentos financiados pelo programa cresceram mais de 100% entre 2023 e 2024, saltando de 7,7 mil para 15,6 mil cirurgias.</p>
<p>O crescimento acompanha uma tendência nacional. Em todo o Brasil, o SUS bateu recorde histórico de cirurgias eletivas, alcançando mais de 13,6 milhões de procedimentos em 2024. O número representa aumento de 32% em comparação com 2022.</p>
<p>Entre as estratégias adotadas para alcançar os resultados estão os mutirões cirúrgicos, ampliação da rede especializada e fortalecimento de programas federais e estaduais voltados à saúde pública. No Amazonas, o programa Opera+ Amazonas também contribuiu diretamente para a redução das filas, realizando mais de 200 mil cirurgias ao longo de 2025. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve redução significativa na espera por procedimentos como hérnia e vesícula.</p>
<p>Além do aumento nas cirurgias, o Ministério da Saúde destaca investimentos em especialidades consideradas prioritárias, como oncologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia. A proposta é garantir diagnóstico mais rápido e atendimento especializado em menor tempo para a população.</p>
<p>Leia Mais </p>
<p>Golpista oferece ajuda e faz empréstimo de R$ 2 mil no celular de mulher no AM</p>
<p>Assaltante é preso ao tentar desbloquear iPhone em assistência técnica de Manaus</p>
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		<title>Violência contra mulheres indígenas cresce 411% no Norte</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/violencia-contra-mulheres-indigenas-cresce-411-no-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:31:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma década, a violência contra mulheres indígenas mais que triplicou no Brasil. Na região Norte, o aumento foi de 411% entre 2014 e 2023. Diante desse cenário de vulnerabilidade e violação de direitos, a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) intensificou a atuação na capital e no interior. O objetivo é ampliar o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma década, a violência contra mulheres indígenas mais que triplicou no Brasil. Na região Norte, o aumento foi de 411% entre 2014 e 2023. Diante desse cenário de vulnerabilidade e violação de direitos, a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) intensificou a atuação na capital e no interior. O objetivo é ampliar o acesso à justiça e garantir a proteção de mulheres e meninas indígenas em situação de violência.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Novas leis reforçam proteção</h2>
<p>No início deste mês, um pacote de leis voltado à proteção das mulheres foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As medidas estabelecem penas mais rígidas para agressores e criam o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas.</p>
<p>Além disso, em todo o estado, a Defensoria atua por meio do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem) e do Núcleo de Defesa dos Povos Originários e Comunidades Tradicionais (Nudcit). As equipes trabalham na prevenção e no combate à violência, sobretudo em regiões isoladas do Amazonas.</p>
<p>“Em março, lançamos, em parceria com o Coletivo de Mulheres Indígenas Javari Vale da Arte, uma cartilha sobre direitos da mulher indígena, abordando violência obstétrica, de gênero e informando sobre direitos sociais e previdenciários. Reforçamos também os equipamentos públicos que podem oferecer ajuda em caso de violação desses direitos, entre eles, a Defensoria Pública”, destaca a defensora pública e coordenadora do Nudcit, Daniele Fernandes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atuação no interior e desafios de acesso</h2>
<p>Foto: Divulgação</p>
<p>Além do lançamento da cartilha, em Atalaia do Norte (distante 1.138 quilômetros de Manaus), a Defensoria acompanha denúncias que chegam ao Nudem, coordenado pela defensora pública Caroline Braz.</p>
<p>De acordo com a titular do núcleo, as violências mais recorrentes são psicológicas, sexuais e físicas. No entanto, o impacto é maior entre mulheres indígenas. Isso ocorre porque, devido às particularidades geográficas, muitas vivem em locais de difícil acesso, o que aumenta a vulnerabilidade e dificulta a denúncia.</p>
<p>“É muito importante que essa problemática tenha visibilidade para que as políticas públicas de proteção sejam fortalecidas não só aqui no Amazonas, mas em todo o Brasil. Muitas dessas violências sofridas por mulheres indígenas ocorrem em regiões isoladas, o que dificulta a investigação e as devidas punições”, pontua a defensora pública.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dados revelam crescimento e subnotificação</h2>
<p>De acordo com levantamento do coletivo Gênero e Número, com base em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), entre 2014 e 2023 os registros de violência contra mulheres indígenas cresceram 411% na região Norte.</p>
<p>Durante o Acampamento Terra Livre (ATL), realizado no início de abril em Brasília, lideranças indígenas denunciaram casos de violência e lançaram o documento “Território seguro para mulheres indígenas”. O texto destaca a falta de acolhimento nas denúncias e cobra o fortalecimento de políticas públicas.</p>
<p>Além disso, a subnotificação segue como um dos principais desafios no país. As barreiras geográficas e linguísticas dificultam o registro formal dos casos, o que compromete a dimensão real do problema.</p>
<p>Atualmente, o Projeto de Lei (PL) 4.381/23 tramita no Senado. A proposta estabelece medidas para o atendimento de mulheres indígenas vítimas de violência doméstica por órgãos de Justiça e Segurança Pública.</p>
<p>Um estudo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) aponta que as mortes violentas de mulheres e meninas indígenas cresceram 500% nas últimas duas décadas. O levantamento indica que a faixa etária de 15 a 29 anos concentra 40,4% dos homicídios, evidenciando maior vulnerabilidade entre jovens.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como e onde buscar ajuda</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776706319_674_Violencia-contra-mulheres-indigenas-cresce-411-no-Norte.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-460805"  />Foto: Divulgação</p>
<p>No Amazonas, mulheres vítimas de violência podem procurar delegacias na capital e no interior. O registro do Boletim de Ocorrência (B.O.) é essencial para formalizar a denúncia e acionar a rede de proteção.</p>
<p>O Nudem também oferece atendimento, mesmo sem registro prévio. Nesses casos, a equipe orienta sobre os procedimentos legais e acompanha a situação.</p>
<p>O núcleo funciona na Avenida André Araújo, nº 7, bairro Adrianópolis, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. O agendamento pode ser feito pelo site da Defensoria ou pelo WhatsApp (92) 98559-1599.</p>
<p>Além disso, o Governo Federal disponibiliza a Central de Atendimento à Mulher, pelo número 180. O canal oferece informações, registra denúncias e encaminha casos aos órgãos competentes. Em situações de emergência, a orientação é ligar para o 190, da Polícia Militar.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<title>População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/populacao-no-brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 13:09:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A população brasileira está envelhecendo e cresce em ritmo cada vez menor. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2025, divulgada nesta sexta-feira (17) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, a população residente foi de 212,7 milhões de pessoas, aumento de 0,39% em relação a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A população brasileira está envelhecendo e cresce em ritmo cada vez menor. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2025, divulgada nesta sexta-feira (17) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Populacao-no-Brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No ano passado, a população residente foi de 212,7 milhões de pessoas, aumento de 0,39% em relação a 2024. A taxa de crescimento tem ficado abaixo de 0,60% desde 2021. Do total, 51,2% eram mulheres e 48,8% eram homens.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Populacao-no-Brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 16/04/2026 - População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo. Foto: IBGE/Divulgação" title="IBGE/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Crescimento anual da população no Brasil &#8211; Foto: IBGE/Divulgação</h6>
</p>
<p>A distribuição da população residente no país mostra queda da proporção de pessoas abaixo de 40 anos de idade: o grupo está 6,1% menor em 2025 do que em 2012. Por outro lado, há crescimento dos que estão acima dessa faixa etária: 40 a 49 anos (de 13% para 15%), 50 a 59 anos (de 10% para 11,8%) e 60 anos ou mais (de 11,3% para 16,6%).</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776431370_798_Populacao-no-Brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 16/04/2026 - População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo. Foto: IBGE/Divulgação" title="IBGE/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">População no Brasil de acordo com o sexo e a faixa etária &#8211; Foto: IBGE/Divulgação</h6>
</p>
<p>A transformação aparece também na pirâmide etária. Entre 2012 e 2025, houve estreitamento da base e alargamento do topo, com queda da população de até 39 anos.</p>
<p>As diferenças regionais permanecem marcantes. Norte e Nordeste concentram os maiores percentuais de jovens – com 22,6% e 19,1% da população de até 13 anos, respectivamente – enquanto Sudeste e Sul têm maior presença de idosos, ambos com 18,1% da população com 60 anos ou mais.</p>
<p>Também há mudanças na forma como a população declara cor ou raça. Diminuiu em todas as regiões do país o número de pessoas que se declaram brancas. Em 2012, brancos eram 46,4% da população. Em 2025, passaram a ser 42,6%. Pessoas declaradas pretas aumentaram de 7,4% para 10,4%.</p>
<p>A Região Norte foi a que registrou maior crescimento da população preta, de 8,7% para 12,9%. A Região Sul foi a que teve maior crescimento das pessoas de cor ou raça parda (de 16,7% para 22%) e maior queda da população autodeclarada branca (de 78,8% para 72,3%).</p>
<h2>Morar sozinho</h2>
<p>Também cresceu o percentual de pessoas que vivem sozinhas. Em 2025, os domicílios unipessoais chegaram a 19,7%. Em 2012, o percentual era de 12,2%. O arranjo nuclear – quando há pelo menos um casal, mãe com filhos ou pai com filhos – ainda é o predominante: 65,6% dos domicílios. Mas caiu em relação a 2012, quando chegava a 68,4%.</p>
<p>A pesquisa mostra diferenças por idade e gênero entre as pessoas que moram sozinhas. Entre os homens, 56,6% dos que estão nessa situação têm entre 30 e 59 anos de idade. Entre as mulheres, o maior percentual (56,5%) é entre aquelas com 60 anos ou mais.</p>
<p>Sobre a condição de ocupação dos domicílios, a proporção de imóveis alugados cresceu para 23,8%, alta de 5,4 pontos percentuais desde 2016. Já os domicílios próprios quitados caíram para 60,2%, redução de 6,6 pontos percentuais no mesmo período.</p>
<p>Também houve mudança no tipo de habitação: as casas ainda predominam, mas recuaram para 82,7%, enquanto apartamentos subiram para 17,1%.</p>
<h2>Infraestrutura</h2>
<p>Os indicadores de infraestrutura mostram avanços, mas mantêm desigualdades regionais. O acesso à água por rede geral chegou a 86,1% dos domicílios, sendo 93,1% nas áreas urbanas e apenas 31,7% nas rurais.</p>
<p>O Norte tem o menor percentual de acesso à rede geral: 60,9%. E uma quantidade expressiva de domicílios que dependem de poços profundos ou artesianos: 22,8%. O Sudeste conta com 92,4% do abastecimento de água vindo da rede geral.</p>
<p>No saneamento, 71,4% dos domicílios brasileiros têm acesso à rede geral ou fossa ligada à rede, mas o índice cai para 30,6% no Norte, onde outras formas mais precárias de esgotamento ainda predominam (39,3%). No Sudeste, o percentual de acesso à rede geral ou fossa séptica ligada à rede é de 90,7%.</p>
<p>A coleta direta de lixo por serviços de limpeza alcança 86,9% dos domicílios do país, avanço de 4,2 pontos percentuais desde 2016. Norte e Nordeste têm os menores percentuais de coleta direta (ambos com 79,3%) e os maiores percentuais de lixo queimado nas propriedades (14,5% e 13%, respectivamente).</p>
<p>O acesso à energia elétrica está próximo da universalização, com apenas 2,7% dos domicílios rurais sem ligação à rede. Esse percentual é de 0,5% nos domicílios urbanos. A parte rural da Região Norte é a que ainda concentra os piores números: 15,1% dos domicílios não têm acesso à rede geral de energia.</p>
<p>A pesquisa também mostra aumento no acesso a bens duráveis. Em 2025, 98,4% dos domicílios tinham geladeira e 72,1%, máquina de lavar. Em 2016, esses índices eram 98,1% e 63%, respectivamente.</p>
<p>O percentual de domicílios com carro chegou a 49,1%, enquanto motocicletas estão presentes em 26,2% das residências.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/populacao-no-brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Economia brasileira cresce 2,3% em 2025, revela IBGE</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 12:07:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A economia brasileira cresceu 0,1% no quatro trimestre de 2025 na comparação com o terceiro trimestre. Com esse desempenho, o ano de 2025 fechou com expansão de 2,3%. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento. O resultado do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) foi divulgado na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira cresceu 0,1% no quatro trimestre de 2025 na comparação com o terceiro trimestre. Com esse desempenho, o ano de 2025 fechou com expansão de 2,3%. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-IBGE.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O resultado do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) foi divulgado na manhã desta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). ((https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge))</p>
<h2>O que é o PIB</h2>
<p>O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais. </p>
<p>O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria. </p>
<p>Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.</p>
<p>O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida.</p>
<p>É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.</p>
<p><em>Texto em ampliação</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge/">Economia brasileira cresce 2,3% em 2025, revela IBGE</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Educação Profissional no Brasil cresce mais de 68% em cinco anos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/educacao-profissional-no-brasil-cresce-mais-de-68-em-cinco-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 11:23:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Censo Escolar 2025, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostra evolução no número de matrículas da educação profissional e tecnológica (EPT). Os dados apontam para um salto 68,4% em cinco anos. Em 2021, o país contabilizava 1.892.458 matrículas totais. Em 2025, esse número atingiu a marca de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Censo Escolar 2025, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostra evolução no número de matrículas da educação profissional e tecnológica (EPT). Os dados apontam para um salto 68,4% em cinco anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Educacao-Profissional-no-Brasil-cresce-mais-de-68-em-cinco.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em 2021, o país contabilizava 1.892.458 matrículas totais. Em 2025, esse número atingiu a marca de 3.187.976 alunos.</p>
<p>Os dados da primeira etapa do Censo Escolar 2025 foram divulgados na quinta-feira (26), em Manaus, pelo Ministério da Educação (MEC) e o Inep.</p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>O ritmo de crescimento da educação profissional e tecnológica (EPT) foi acelerado, principalmente a partir de 2023.</p>
<p>Segundo o MEC, o aumento reflete a implementação de políticas públicas que buscam tornar o ensino médio mais atrativo e diretamente conectado às necessidades do mercado de trabalho.</p>
<p>O ministro da Educação, Camilo Santana, aponta que o Programa Juros por Educação, criado em 2025, deve aumentar de vagas em cursos técnicos em todo o Brasil.</p>
<p>A iniciativa integra o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e tem o objetivo de estimular os estados a investirem na oferta de novas vagas gratuitas em cursos técnicos integrados e concomitantes ao ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos (EJA), em cursos técnicos na forma subsequente e, também, na melhoria da infraestrutura das redes estaduais e na formação docente. Até o momento, 22 estados aderiram ao programa.</p>
<p>&#8220;A expectativa é que tenhamos o investimento de R$ 8 bilhões no Propag neste ano, o que vai possibilitar o aumento de 600 mil vagas no ensino técnico do ensino médio em 2026&#8221;, projeta o ministro da Educação, Camilo Santana.</p>
<p>Para o gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, a educação profissional e tecnológica é um passo ousado e que vai exigir de todas as redes de educação estaduais estratégia, planejamento e ações para dar conta desse aumento de vagas e oferecer aos estudantes uma educação com qualidade. </p>
<p>&#8220;É uma janela de oportunidade nunca antes vista no país e que contribui grandemente para o desenvolvimento social e econômico do Brasil&#8221;, avalia.</p>
<h2>Distribuição de matrículas</h2>
<p>O censo detalha também a participação de cada esfera administrativa (estadual, federal e municipal) na oferta de vagas na educação profissional e tecnológica.</p>
<p>As redes estaduais de ensino concentraram 81,7% das matrículas na educação profissional pública, em 2025.</p>
<p>A rede federal composta, por exemplo, pelos institutos federais (IF) e unidades de ensino técnico que operam vinculadas a universidades federais, responde por 15,4% das matrículas.</p>
<p>A rede municipal registra a menor fatia, com apenas 2,8% de atendimento.</p>
<h2>Modalidade de ensino</h2>
<p>Os cursos técnicos podem ser desenvolvidos de forma articulada e integrada com o ensino médio. Pode ser concomitante com o ensino médio para os estudantes que vão iniciá-lo ou já estejam cursando essa etapa de ensino. </p>
<p>Há, ainda, o modelo de ensino subsequente, para aqueles estudantes que concluíram o ensino médio.</p>
<p>A oferta pode ser tanto na mesma escola quanto em instituições de ensino distintas.</p>
<p>O Censo Escolar 2025 mostrou que o modelo de ensino médio articulado ao itinerário formativo técnico profissional (curso técnico junto com o ensino médio) é líder absoluto, somando 1.200.606 matrículas, em 2025.</p>
<p>Logo em seguida, destacam-se, no ano passado:</p>
<ul>
<li>curso técnico subsequente, com 832.032 alunos, que atende aqueles que já concluíram o ensino médio e buscam especialização;</li>
<li>itinerário formativo articulado (qualificação profissional): registrou 517.422 matrículas;</li>
<li>ensino médio na modalidade do magistério tive 32.529 matrículas.</li>
</ul>
<p>O gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, celebra o aumento de 57% nas matrículas da Educação Profissional e Tecnológica integrada ao ensino médio, no comparativo de 2025 com 2024. </p>
<p>“O crescimento foi ainda maior, de 61,04% na rede pública. Esses dados nos mostram um crescimento acelerado e de forma consistente da EPT no Brasil”, comemora.</p>
<p>Os cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) integrados à modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) no ensino médio somaram, em 2025, mais de 134,9 mil matrículas, o que também reforça a requalificação para públicos que estão fora da idade escolar regular.</p>
<h2>Estados</h2>
<p>O Censo Escolar 2025 registra que a média nacional é de 20,1% para a razão entre matrículas de cursos técnicos articulados e o total de matrículas do ensino médio regular na rede pública.</p>
<p>Com base nos dados censitários, o coordenador de Estatísticas Educacionais, Indicadores e Controle de qualidade do Censo da Educação Superior da Diretoria de Estatísticas do Inep (Deed), Fábio Pereira Bravin, compara o crescimento. “Saímos de uma condição diante da pandemia, de que apenas 10% das matrículas do ensino médio estavam associadas à educação profissional. Em 2025, nós dobramos o número de matrículas na modalidade, e chegamos a 20,1%&#8221;.</p>
<p>O Piauí lidera o ranking nacional de integração entre ensino médio e educação profissional e atinge a marca histórica de 68,8% de articulação técnica na rede pública. O estado tem um índice aproximadamente 3,4 vezes a média do Brasil.</p>
<p>No topo do ranking, também aparecem:</p>
<ul>
<li>Paraíba: 34,7%;</li>
<li>Acre: 34,1%;</li>
<li>Paraná: 32,9%;</li>
<li>Espírito Santo: 32,5%.</li>
</ul>
<p>Na outra ponta da tabela, o Amazonas (5,2%) e o Distrito Federal (6,9%) apresentam os menores índices de integração técnica na rede pública.</p>
<h2>Áreas mais procuradas</h2>
<p>A pesquisa computa que o setor de educação profissional técnica de nível médio no Brasil revela uma concentração significativa em áreas ligadas ao mercado corporativo e à saúde. </p>
<p>​Os quatro principais eixos tecnológicos que lideraram as matrículas no país, em 2025, foram:</p>
<ul>
<li>​gestão e negócios: é o líder, com 28,9% das matrículas, somando 534.056 estudantes no ensino público e mais 177.015 no privado;</li>
<li>ambiente e saúde: ocupa a segunda posição, com 711.071 (sendo 177.671 matrículas públicas e 326.327 na rede privada);</li>
<li>informação e comunicação: o eixo conta com 424.628 alunos (348.698 alunos na rede pública e 75.930 na privada);</li>
<li>controle e processos industriais: registra 292.383 estudantes (159.767 matrículas públicas e 132.616 privadas.</li>
</ul>
<p>Dentro desses eixos, as carreiras que atraem mais estudantes para EPT são:</p>
<ul>
<li>​administração (eixo gestão e negócios): é o curso mais procurado da lista, com um total de 395.059 alunos, sendo amplamente ofertado pela rede pública (327.924).</li>
<li>enfermagem (eixo ambiente e saúde): soma 298.699 matrículas e tem forte predominância da rede privada, com 241.455 desses alunos.</li>
<li>informática (eixo informação e comunicação): registra 167.134 estudantes, sendo 141.593 matrículas na rede pública;</li>
<li>desenvolvimento de sistemas (eixo informação e comunicação): com 150.864 matriculados.</li>
</ul>
<p>O gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, ressalta que essa é uma etapa escolar extremamente importante para a formação das juventudes do Brasil, como um caminho para a inserção no mundo do trabalho de forma digna. </p>
<p>“A educação profissional e tecnológica não encerra a evolução educacional do estudante, pelo contrário, o impulsiona a continuar os estudos e, se tiver interesse, cursar o ensino superior&#8221;, disse.</p>
<h2>​Censo</h2>
<p>O Censo Escolar 2025 apresenta dados sobre escolas, professores, gestores, turmas e alunos de todas as etapas e modalidades de ensino da educação básica. Os dados são utilizados para formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas.</p>
<p>Para consultar os dados da primeira etapa do Censo Escolar 2025, acesse a página eletrônica de resultados do Inep.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/educacao-profissional-no-brasil-cresce-mais-de-68-em-cinco-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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