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	<title>crianças Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>crianças Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Uma em cada 10 crianças de 4 e 5 anos não vai à creche em 875 cidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 10:58:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de a matrícula em unidades de educação infantil a partir dos 4 anos de idade ser obrigatória no país, ainda há crianças fora da escola. Em 16% dos municípios, ou seja, 876 cidades brasileiras, pelo menos uma em cada dez crianças de 4 e 5 anos não frequenta creches ou pré-escolas. As desigualdades são ainda maiores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de a matrícula em unidades de educação infantil a partir dos 4 anos de idade ser obrigatória no país, ainda há crianças fora da escola. Em 16% dos municípios, ou seja, 876 cidades brasileiras, pelo menos uma em cada dez crianças de 4 e 5 anos não frequenta creches ou pré-escolas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Uma-em-cada-10-criancas-de-4-e-5-anos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As desigualdades são ainda maiores quando é levado em consideração onde esses municípios estão localizados. Na Região Norte, 29%, o que corresponde a 130 municípios, têm menos de 90% das crianças matriculadas na educação infantil.</p>
<p>O menor percentual é no sul do país, com 11% dos municípios com menos de 90% das crianças de 4 a 5 anos fora da escola.</p>
<p>Na Região Centro-Oeste são 21% dos municípios, ou 99; no Nordeste são 17% (304) e, no Sudeste, 13% (213). Os dados são referentes a 2025.</p>
<p>As informações são do novo indicador de atendimento escolar em nível municipal, elaborado pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede) a partir de uma parceria com as fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A divulgação foi feita nesta quarta-feira (29).</p>
<h2>Matrículas em creches</h2>
<p>O Brasil tem como meta estabelecida em lei, no Plano Nacional de Educação (PNE), ter pelo menos 60% das crianças de até 3 anos matriculadas em creches até 2036, além de atender a pelo menos 50% dessas crianças entre as populações indígenas, quilombolas e do campo.</p>
<p>Pelo novo indicador proposto, a maior parte dos municípios brasileiros, 81%, ou 4.485, registra taxas inferiores a 60% de crianças nessa faixa etária em unidades de educação infantil. Na Região Norte, está também o maior percentual &#8211; são 94% dos municípios com índices inferiores a 60%, ou 424 cidades. </p>
<p>Nas demais regiões os índices são: 90% no Centro-Oeste; 83% no Sudeste; 81% no Nordeste e, 66% no Sul, com atendimentos inferiores a 60% das crianças de até 3 anos em creches. </p>
<h2>Educação infantil nas capitais</h2>
<p>Entre as capitais brasileiras, aquelas que já conseguiram universalizar o atendimento de crianças de 4 e 5 anos em unidades de educação infantil, ou seja, atendem 100% dessas crianças são Vitória, Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte.</p>
<p>Aquelas com os índices mais baixos de atendimento são Maceió, com 64,8%; Macapá, com 71,4% e, João Pessoa, com 73,4%.</p>
<p>As capitais com os maiores percentuais de atendimento de bebês e crianças com até 3 anos de idade são São Paulo, com 72,9% matriculadas em unidades de educação infantil, Vitória, com 66,7%, e Belo Horizonte, com 63%. Todas com atendimento acima da meta de 60% estabelecida no PNE para essa etapa nos próximos dez anos.</p>
<p>Os piores índices de atendimento estão em Macapá, com 9,1% das crianças atendidas; Manaus, com 12,8% e Porto Velho, com 16,9%.</p>
<h2>Informações para os municípios</h2>
<p>O novo indicador não é oficial, mas segundo as organizações responsáveis pela elaboração, traz principalmente informações municipais mais precisas que as disponíveis atualmente, que podem ajudar os municípios a garantir o acesso escolar.</p>
<p>São justamente os municípios, de acordo com a Constituição, os principais responsáveis pela oferta da educação infantil.</p>
<p>Saber quantas crianças estão fora da escola é importante até mesmo para que se possa fazer uma busca ativa, encontrá-las e garantir que tenham acesso a esse direito, diz o diretor executivo do Iede, Ernesto Martins Faria.</p>
<p>“Como a gente está falando de educação infantil, que é de responsabilidade dos municípios, precisamos dar uma resposta, para eles verem o cenário e fazer busca ativa de crianças que deveriam estar na escola e não estão. Então, precisam de um dado. Mesmo que possa ter alguma imprecisão, necessitam de um norte. Especialmente no cenário em que possivelmente muitos municípios brasileiros têm taxa de atendimento muito abaixo da desejada”, acrescenta.</p>
<p>Atualmente, segundo Faria, as bases de dados disponíveis para monitorar o atendimento nessa etapa de ensino apresentam restrições. O Censo Demográfico cobre todos os municípios, mas é realizado apenas a cada dez anos. Já a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc) produz dados anuais, mas limitados aos níveis nacional, de estados, regiões metropolitanas e capitais.</p>
<p>O novo indicador utiliza dados do Censo Escolar e projeções populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pelo Datasus, para estimar a cobertura anual em creches e pré-escolas em todos os municípios brasileiros. Ele também busca maior precisão quanto à idade das crianças.</p>
<p>Oficialmente, os dados do IBGE divulgados em dezembro de 2025, referentes a 2024, mostram que 39,7% das crianças de 0 a 3 anos estavam matriculadas em escolas, e 93,5% daquelas de 4 a 5 anos.</p>
<p>Ter dados mais precisos em nível municipal mostra que a cobertura escolar pode estar ainda mais crítica em algumas localidades, que precisam de atenção.</p>
<p>“Ainda há algo muito relevante para se olhar em relação a atendimento. Especialmente para 4 e 5 [anos], que é obrigatória. Foi um avanço muito grande a gente mirar essa universalização, mas ainda há avanços muito importantes a se fazer que é entender que muitos municípios têm esse desafio de acesso”, afirma o diretor.</p>
<h2>Ministério da Educação </h2>
<p>Procurado, o Ministério da Educação (MEC) informou que os indicadores oficiais utilizados pela pasta são “seguros, precisos e consistentes” tanto para monitorar o cumprimento das metas do PNE quanto para orientar a tomada de decisões de políticas públicas. O Ministério acrescentou que cruzamentos e análises são possíveis por causa da disponibilização das bases de dados públicas, como as do Datasus. </p>
<p>Em relação à educação infantil, o MEC diz que vem “intensificando as ações para apoiar os municípios, responsáveis diretos pela educação infantil, na ampliação do acesso com qualidade a essa etapa de ensino”.</p>
<p>A pasta cita como um dos principais instrumentos o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil, que reúne mais de 2,5 mil entes federados. </p>
<p>O MEC destaca ainda o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que desde o início da atual gestão, entregou 886 unidades de educação infantil, com investimento de R$ 1,4 bilhão.</p>
<p>O Novo PAC, segundo o MEC, ainda garantirá 1.684 novas creches e escolas de educação infantil, beneficiando 1.438 municípios, com investimento total de R$ 7,5 bilhões. Desse total, 821 unidades estão em execução.</p>
<p>Outra prioridade é a retomada e a conclusão de obras paralisadas e inacabadas. Das 1.318 unidades de educação infantil que manifestaram interesse em retomar as construções, 904 foram aprovadas e 278 foram concluídas. Ao todo, essas unidades têm potencial para gerar mais de 323 mil novas vagas em dois turnos, ou cerca de 161 mil vagas em tempo integral.</p>
<p>“Esses dados demonstram uma mudança de prioridade na gestão, com a ampliação dos investimentos recentes para dar mais condições aos municípios de abrir vagas, garantindo o atendimento pleno e atuando de forma proativa para superar as lacunas ainda existentes na educação infantil brasileira”, afirma.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/uma-em-cada-10-criancas-de-4-e-5-anos-nao-vai-creche-em-875-cidades" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Crianças envenenadas com chumbinho: mãe e padrasto são indiciados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/criancas-envenenadas-com-chumbinho-mae-e-padrasto-sao-indiciados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 22:35:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A polícia concluiu o inquérito sobre o caso de crianças envenenadas com chumbinho e indiciou a mãe e o padrasto das vítimas pelo crime ocorrido em Goiás. O episódio aconteceu no dia 27 de março e terminou com a morte de uma menina de 9 anos após um jantar em família. Além disso, o irmão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A polícia concluiu o inquérito sobre o caso de crianças envenenadas com chumbinho e indiciou a mãe e o padrasto das vítimas pelo crime ocorrido em Goiás. O episódio aconteceu no dia 27 de março e terminou com a morte de uma menina de 9 anos após um jantar em família.</p>
<p>Além disso, o irmão da vítima, de 8 anos, também passou mal, precisou de internação em estado grave e sobreviveu.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Menina morreu após passar mal depois da refeição</h2>
<p>Segundo as investigações, a família jantava reunida na varanda de casa quando o crime ocorreu.</p>
<p>Poucas horas depois da refeição, Weslenny Rosa Lima começou a apresentar sintomas graves.</p>
<p>Em seguida, a criança vomitou, sentiu fortes dores e sofreu crises convulsivas.</p>
<p>Apesar do socorro, ela morreu pouco depois de dar entrada no hospital.</p>
<p>Enquanto isso, o irmão também recebeu atendimento emergencial e permaneceu internado em estado grave.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Perícia encontrou chumbinho no arroz servido à família</h2>
<p>Durante a investigação, a perícia analisou os alimentos consumidos no jantar.</p>
<p>Com isso, os peritos identificaram a presença de terbufós, conhecido popularmente como chumbinho, na panela de arroz guardada na geladeira.</p>
<p>Portanto, a polícia confirmou que o veneno contaminou a refeição consumida pelas crianças.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Polícia aponta padrasto como autor do envenenamento</h2>
<p>De acordo com o delegado responsável, Ronaldo Alves de Oliveira aparece como principal autor do crime.</p>
<p>Além da prova pericial, imagens de câmera de segurança reforçaram a suspeita.</p>
<p>Segundo a polícia, as gravações mostram que ele se levantou da mesa com o prato cheio de comida, indicando que não teria consumido a refeição.</p>
<p>Atualmente, Ronaldo segue preso preventivamente desde o dia 2 de abril.</p>
<p>Ele responderá por feminicídio e tentativa de homicídio triplamente qualificados.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mãe responderá por omissão, segundo investigação</h2>
<p>A polícia também indiciou Nábia Rosa Pimenta, mãe das crianças.</p>
<p>Contudo, ela responderá pelos mesmos crimes na modalidade de omissão imprópria.</p>
<p>Ou seja, os investigadores entendem que ela não agiu para impedir o crime.</p>
<p>Ainda assim, a polícia não pediu sua prisão porque não identificou elementos suficientes para a medida cautelar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Defesas se manifestam sobre o caso</h2>
<p>A defesa de Ronaldo informou que recebeu a conclusão do inquérito com serenidade.</p>
<p>No entanto, os advogados afirmaram que não comentarão o mérito das acusações neste momento.</p>
<p>Já a defesa de Nábia não se pronunciou até a última atualização do caso.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Caso de crianças envenenadas com chumbinho segue para a Justiça</h2>
<p>Agora, o Ministério Público analisará o inquérito para decidir sobre eventual denúncia criminal.</p>
<p>Dessa forma, o caso de crianças envenenadas com chumbinho avança para a próxima fase judicial.</p>
<p>Enquanto isso, a investigação permanece como um dos episódios mais chocantes recentes envolvendo violência contra crianças no estado de Goiás.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<item>
		<title>VÍDEO: Suspeito de estuprar crianças em Carauari é preso em Itamarati</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/video-suspeito-de-estuprar-criancas-em-carauari-e-preso-em-itamarati/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 17:27:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem suspeito de estuprar duas crianças, de 11 e 12 anos, na comunidade Barreira do Idó, em Carauari, no interior do Amazonas, foi preso na segunda-feira (27/04), no município de Itamarati. A prisão ocorreu em menos de 48 horas após o início da Operação Barreira do Idó, lançada no sábado (25). Na ocasião, outros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem suspeito de estuprar duas crianças, de 11 e 12 anos, na comunidade Barreira do Idó, em Carauari, no interior do Amazonas, foi preso na segunda-feira (27/04), no município de Itamarati.</p>
<p>A prisão ocorreu em menos de 48 horas após o início da Operação Barreira do Idó, lançada no sábado (25). Na ocasião, outros dois homens, de 57 e 72 anos, respectivamente tio e avô das vítimas, já haviam sido presos por participação nos crimes.</p>
<p>As investigações, conduzidas pelos delegados Kenny Rebouças e Tiago Luís Juvêncio, revelaram que os abusos ocorriam desde 2024. “Os crimes vinham sendo praticados até os dias atuais dentro do ambiente familiar. Após diligências da 65ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Carauari, constatou-se o envolvimento dos três homens”, relatou o delegado Kenny Rebouças.</p>
<p>Conforme a autoridade policial, o terceiro suspeito, que é sobrinho do homem de 57 anos, estava foragido até ser localizado em Itamarati. Ele responderá por estupro de vulnerável, passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça.</p>
<p>Veja vídeo:</p>
<p><video height="850" style="aspect-ratio: 478 / 850;" width="478" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/PC-AM-IMAGEM-DE-APOIO_DIVULGACAO.mp4"/></p>
<p>Leia mais</p>
<p>Mulheres ganham 21,3% menos que homens, aponta relatório</p>
<p>Professora é encontrada morta com faca cravada no peito em Juruti</p>
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		<item>
		<title>Cruz Vermelha promove Tardezinha Voluntária para crianças em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cruz-vermelha-promove-tardezinha-voluntaria-para-criancas-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 20:52:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Cruz Vermelha Brasileira realizará no dia 30 de abril a Tardezinha Voluntária Manaus, evento gratuito voltado ao público infantil com foco em educação, saúde e cidadania. A programação acontecerá a partir das 14h, na sede da instituição, em Adrianópolis. Além disso, a iniciativa busca unir aprendizado e diversão em uma tarde de atividades interativas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cruz Vermelha Brasileira realizará no dia 30 de abril a Tardezinha Voluntária Manaus, evento gratuito voltado ao público infantil com foco em educação, saúde e cidadania. A programação acontecerá a partir das 14h, na sede da instituição, em Adrianópolis.</p>
<p>Além disso, a iniciativa busca unir aprendizado e diversão em uma tarde de atividades interativas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Evento infantil em Manaus terá saúde e primeiros socorros</h2>
<p>Durante a Tardezinha Voluntária Manaus, as crianças participarão de diversas ações educativas preparadas pela equipe da Cruz Vermelha.</p>
<p>Entre as atividades confirmadas estão:</p>
<li>aplicação de flúor;</li>
<li>aulas básicas de primeiros socorros;</li>
<li>brincadeiras educativas;</li>
<li>dinâmicas de conscientização sobre saúde e cidadania.</li>
<p>Dessa forma, o evento pretende ensinar conteúdos importantes de maneira lúdica e acessível.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto incentiva solidariedade desde a infância</h2>
<p>Segundo a organização, a proposta da Tardezinha Voluntária Manaus é estimular o cuidado com a saúde e o espírito de solidariedade desde cedo.</p>
<p>Além disso, a ação reforça o compromisso da instituição com a formação de uma sociedade mais consciente, preparada e participativa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Inscrições são gratuitas e antecipadas</h2>
<p>O evento será aberto ao público infantil, porém a participação exige inscrição prévia.</p>
<p>Assim, os responsáveis devem preencher o formulário disponibilizado pela organização antes da data do evento.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Veja local e horário da Tardezinha Voluntária Manaus</h2>
<p>A programação ocorrerá na sede da Cruz Vermelha Amazonas:</p>
<h2 class="wp-block-heading">Cruz Vermelha reforça atuação social no Amazonas</h2>
<p>A Cruz Vermelha Brasileira atua em áreas como saúde, assistência social, gestão de desastres e formação em primeiros socorros.</p>
<p>Portanto, a Tardezinha Voluntária Manaus amplia esse trabalho ao levar educação preventiva e cidadania para crianças da capital amazonense.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<item>
		<title>Exposição do Abril Azul destaca arte de crianças em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/exposicao-do-abril-azul-destaca-arte-de-criancas-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 19:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Manauara Shopping promove, ao longo de abril, uma programação especial do Abril Azul. A campanha conscientiza sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa inclui oficinas de pintura com crianças. Além disso, oferece exposição artística, espaço para colorir, brinquedos sensoriais e arrecadação de alimentos. Essas doações seguem para instituições sociais que atuam na [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/exposicao-do-abril-azul-destaca-arte-de-criancas-em-manaus/">Exposição do Abril Azul destaca arte de crianças em Manaus</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Manauara Shopping promove, ao longo de abril, uma programação especial do Abril Azul. A campanha conscientiza sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).</p>
<p>A iniciativa inclui oficinas de pintura com crianças. Além disso, oferece exposição artística, espaço para colorir, brinquedos sensoriais e arrecadação de alimentos. Essas doações seguem para instituições sociais que atuam na causa.</p>
<p>Na semana passada, o shopping lançou a exposição com quadros pintados por crianças. As obras vêm de instituições que desenvolvem trabalhos voltados ao TEA em Manaus.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Obras ganham destaque em exposição aberta ao público</h2>
<p>O shopping promoveu oficinas artísticas que deram origem às obras. Crianças do Projeto Aconchego, da Associação de Amigos do Autista (AMA) e do Abrace+ participaram das atividades.</p>
<p>A exposição segue aberta ao público até 30 de abril. O espaço fica no Piso Tucumã (G4), ao lado da Borelli.</p>
<p>A abertura reuniu os pequenos artistas, representantes das instituições e a imprensa. Durante o evento, o superintendente do shopping, Leonardo Moretti, destacou a importância da iniciativa. “É a oportunidade de as pessoas conhecerem um pouco dessas obras tão representativas do universo das nossas crianças, além do trabalho desenvolvido por instituições que acolhem e dão esse aconchego para crianças com TEA em Manaus. Para o Manauara, é muito importante contribuir com iniciativas que estimulam a criatividade e desenvolvimento desses pequenos”, disse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Arte fortalece inclusão e expressão</h2>
<p>A artista Anielle Alencar conduziu a oficina que deu origem à mostra. Esta é a segunda participação dela no projeto.</p>
<p>A proposta busca dar visibilidade às instituições por meio da arte. Assim, as crianças expressam sentimentos e percepções de forma livre.</p>
<p>Durante a exposição, o público também pode doar alimentos. As instituições que apoiam pessoas com TEA no Amazonas receberão os donativos.</p>
<p>Segundo Anielle, o processo criativo acontece de forma espontânea. Além disso, o resultado chama atenção pela sensibilidade. “É emocionante a forma como elas se expressam. O céu tem uma cor única, as nuvens, tudo é inspirador e me emociona, porque a gente trabalha com arte e isso tem um significado muito grande na vida deles”, disse a artista, que durante a abertura da exposição usava um macacão pintado pelas crianças na oficina artística.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Movimento nacional amplia conscientização</h2>
<p>O Abril Azul do Manauara integra um movimento nacional. A iniciativa é promovida pela ALLOS.</p>
<p>A empresa mobiliza empreendimentos em todo o país. Para isso, realiza ações presenciais e digitais. O objetivo é ampliar o acesso à informação e incentivar a inclusão.</p>
<p>“O shopping é um espaço de convivência e também um palco de oportunidades. Temos o compromisso de usar essa estrutura para apoiar a comunidade e contribuir com causas que impactam positivamente a cidade”, enfatizou Leonardo Moretti.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Shopping reforça ações de acessibilidade</h2>
<p>O Manauara Shopping ampliou suas ações de acessibilidade. O espaço oferece recursos para pessoas com TEA e hipersensibilidade auditiva.</p>
<p>Entre as medidas, o público encontra empréstimo gratuito de abafadores de ruído. Além disso, há kits sensoriais e vagas exclusivas de estacionamento.</p>
<p>Os kits incluem brinquedos voltados ao estímulo sensorial. O cliente pode retirar os itens com cadastro simples no Espaço Cliente ou no Espaço Família, ambos no Piso Tucumã. Após o uso, o usuário deve devolver os materiais.</p>
<p>Além disso, o shopping disponibiliza abafadores de ruído por até duas horas. O cliente pode renovar o período pelo mesmo tempo. O local também oferece crachás de identificação. Dessa forma, garante atendimento mais seguro e acolhedor. Por fim, disponibiliza vagas exclusivas sinalizadas, o que reforça o compromisso com inclusão.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<title>Homem é preso por assédio a crianças dentro de supermercados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/homem-e-preso-por-assedio-a-criancas-dentro-de-supermercados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:58:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Floriano (PI) – A polícia prendeu, nesta quarta-feira (15), um homem de 39 anos suspeito de perseguir e assediar crianças em supermercados no município de Floriano, no Piauí. A ação foi conduzida pela Polícia Civil do Piauí, após investigações que já acompanhavam o suspeito. Suspeito agia em locais com grande circulação Segundo a Delegacia Especializada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Floriano (PI) – A polícia prendeu, nesta quarta-feira (15), um homem de 39 anos suspeito de perseguir e assediar crianças em supermercados no município de Floriano, no Piauí.</p>
<p>A ação foi conduzida pela Polícia Civil do Piauí, após investigações que já acompanhavam o suspeito.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Suspeito agia em locais com grande circulação</h2>
<p>Segundo a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e aos Grupos Vulneráveis (DEAMGV), o homem utilizava sempre o mesmo modo de ação.</p>
<p>Ele abordava crianças entre cinco e nove anos em supermercados. Além disso, aproveitava o grande fluxo de pessoas para não chamar atenção.</p>
<p>O suspeito usava boné para dificultar a identificação e fingia mexer no celular para parecer distraído.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Investigação aponta abusos e atos obscenos</h2>
<p>De acordo com a polícia, o homem se aproximava das vítimas e praticava atos graves.</p>
<p>Ele tocava nas partes íntimas das crianças e também expunha os órgãos genitais. As investigações reuniram relatos que confirmam esse padrão de comportamento.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Suspeito já tinha histórico de crimes</h2>
<p>Os investigadores identificaram que o homem possui antecedentes por tráfico de drogas.</p>
<p>Além disso, ele já acumulava pelo menos 20 ocorrências semelhantes no município de Canto do Buriti, também no Piauí.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Homem foi encaminhado ao sistema prisional</h2>
<p>Após a prisão, a polícia levou o suspeito para a Penitenciária Gonçalo de Castro Lima.</p>
<p>O caso segue em investigação e será analisado pela Justiça.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Polícia reforça importância da denúncia</h2>
<p>A Polícia Civil orienta que pais e responsáveis fiquem atentos a comportamentos suspeitos em locais públicos.</p>
<p>Além disso, a denúncia rápida ajuda a evitar novos casos e fortalece o trabalho da</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Criança que era estuprada pelo pai tem parafusos dentro do corpo, aponta exame</p>
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		<title>Defensoria alerta sobre riscos digitais para crianças e adolescentes</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/defensoria-alerta-sobre-riscos-digitais-para-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 21:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uso excessivo de telas, conteúdos impróprios e falta de monitoramento tornam o ambiente digital cada vez mais perigoso para crianças e adolescentes. Por isso, a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) alerta sobre os riscos da violência online. Além disso, acompanha as mudanças promovidas pelo ECA Digital. A Lei nº 15.211/25, em vigor desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uso excessivo de telas, conteúdos impróprios e falta de monitoramento tornam o ambiente digital cada vez mais perigoso para crianças e adolescentes. Por isso, a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) alerta sobre os riscos da violência online. Além disso, acompanha as mudanças promovidas pelo ECA Digital.</p>
<p>A Lei nº 15.211/25, em vigor desde 17 de março, protege crianças e adolescentes em todos os meios digitais, incluindo softwares, lojas online e jogos eletrônicos.</p>
<p>Segundo a defensora pública Hélvia Castro, não basta apenas criar leis. É necessário que pais, responsáveis, comunidade e poder público atuem juntos para garantir o cumprimento das regras. Ela reforça que o público infantil e adolescente está especialmente vulnerável no ambiente online.</p>
<p>“Os crimes cibernéticos atingem as crianças e adolescentes de forma direta quando elas são vítimas de práticas criminosas, como abuso, exploração, uso indevido de imagem e indiretamente quando expostas a conteúdos inadequados, violentos, e isso pode afetar a saúde mental, queda no rendimento escolar e o isolamento social”, alertou Hélvia Castro.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Violência sexual online</h2>
<p>No Brasil, uma em cada cinco crianças sofreu exploração ou abuso sexual facilitados pelo uso da tecnologia em apenas um ano. Isso representa cerca de 3 milhões de meninas e meninos. O dado consta no relatório <em>Disrupting Harm in Brazil</em>, do UNICEF Innocenti, em parceria com a ECPAT International e a INTERPOL.</p>
<p>Para prevenir riscos, pais e responsáveis devem manter diálogo constante sobre perfis falsos, pedidos de fotos íntimas e solicitações de informações pessoais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Aliciamento e influência de grupos online</h2>
<p>O acesso sem monitoramento a sites, fóruns e chats aumenta a vulnerabilidade de menores. Isso inclui a possibilidade de cooptação para atos infracionais ou exposição a discursos de ódio.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, a operação nacional <em>Server Out II</em>, com participação da Polícia Civil do Amazonas, cumpriu 14 mandados de busca e apreensão. A ação visou combater crimes como disseminação de conteúdo extremista, automutilação de menores e abuso sexual infantojuvenil.</p>
<p>“Os grupos online criam falsa sensação de pertencimento e acolhimento. Crianças e adolescentes, em processo de formação de identidade, ficam suscetíveis a discursos de ódio, que naturalizam violência e práticas discriminatórias, podendo levar à prática de atos infracionais”, explicou Hélvia Castro.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Principais mudanças com o ECA Digital</h2>
<p>Supervisão parental: pais ou responsáveis devem acessar sistemas de monitoramento e controle. Esses sistemas permitem limitar o tempo de uso de aplicativos e serviços digitais.</p>
<p>Verificação de idade: produtos e serviços digitais direcionados a menores devem comprovar a faixa etária do usuário. Não é suficiente confiar apenas na autodeclaração de idade.</p>
<p>Publicidade digital: é proibida a coleta de dados de crianças para publicidade. Também não é permitido monetizar ou impulsionar conteúdos que explorem sexualmente menores.</p>
<p>Agendamento e contato: o atendimento pode ser feito presencialmente nos núcleos, pelo Disk 129 ou pelo WhatsApp da Defensoria (92) 98559-1599.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Saiba como funciona o acesso ao atendimento para crianças autistas no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-como-funciona-o-acesso-ao-atendimento-para-criancas-autistas-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 19:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O ingresso na rede de atendimento ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Amazonas começa pelas unidades satélites, responsáveis pela avaliação inicial dos critérios de elegibilidade e encaminhamento para acompanhamento especializado. Entre os pontos de entrada estão o Caic Edson Melo, com atendimento pelo WhatsApp (92) 99135-4969, e o Caic José Carlos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O ingresso na rede de atendimento ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Amazonas começa pelas unidades satélites, responsáveis pela avaliação inicial dos critérios de elegibilidade e encaminhamento para acompanhamento especializado.</p>
<p>Entre os pontos de entrada estão o Caic Edson Melo, com atendimento pelo WhatsApp (92) 99135-4969, e o Caic José Carlos Mestrinho, pelo número (92) 99136-3327.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o acesso ao atendimento TEA</h2>
<p>Após a avaliação inicial nas unidades satélites, as crianças são encaminhadas para os Centros de Atenção Integral à Criança com TEA (Caic TEA), onde passam a receber acompanhamento terapêutico especializado.</p>
<p>O fluxo de atendimento é estruturado para garantir diagnóstico, triagem e encaminhamento de forma organizada, facilitando o acesso das famílias à rede pública de saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atendimento multidisciplinar especializado</h2>
<p>Nos Caic TEA, os pacientes recebem terapias com equipe multidisciplinar, incluindo psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicopedagogia e atendimento médico especializado.</p>
<p>O foco é o desenvolvimento cognitivo, social e comportamental das crianças, promovendo mais autonomia e qualidade de vida.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Acompanhamento e suporte às famílias</h2>
<p>Além do atendimento às crianças, a rede também oferece orientação às famílias, que recebem suporte contínuo durante todo o processo terapêutico.</p>
<p>Com isso, o cuidado se estende para dentro de casa, fortalecendo o desenvolvimento dos pacientes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Resultados já percebidos na prática</h2>
<p>Com o acompanhamento contínuo, famílias relatam avanços na comunicação, interação social e independência das crianças atendidas pela rede estadual.</p>
<p>O modelo reforça a importância do diagnóstico precoce e do acesso rápido ao tratamento especializado.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Wilson Lima vistoria obras do segundo Caic TEA em Manaus</p>
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		<title>Predador sexual é preso após transformar casa em cativeiro de abusos contra crianças no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/predador-sexual-e-preso-apos-transformar-casa-em-cativeiro-de-abusos-contra-criancas-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:21:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem de 42 anos foi preso preventivamente pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), nesta terça-feira (31), suspeito de estupro qualificado, estupro de vulnerável e favorecimento à prostituição de crianças, em Beruri, interior do Amazonas. A prisão foi realizada pela equipe da 80ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP). As vítimas são três irmãs, de 5, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem de 42 anos foi preso preventivamente pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), nesta terça-feira (31), suspeito de estupro qualificado, estupro de vulnerável e favorecimento à prostituição de crianças, em Beruri, interior do Amazonas. A prisão foi realizada pela equipe da 80ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP). As vítimas são três irmãs, de 5, 6 e 7 anos, além da enteada do infrator.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Dinâmica do Crime</h3>
<p>Segundo o delegado Jailton Santos, o suspeito não possuía parentesco com as três irmãs. Ele aproveitava o trajeto diário das crianças rumo à escola para abordá-las em frente à sua residência.</p>
<li>Abordagem: O homem oferecia dinheiro para atrair as vítimas para dentro do imóvel.</li>
<li>Coerção: No local, ele obrigava a irmã mais velha das meninas, de apenas 10 anos, a vigiar a porta enquanto cometia os abusos contra as menores de 5, 6 e 7 anos.</li>
<h3 class="wp-block-heading">Investigação e Novos Relatos</h3>
<p>A investigação contou com o suporte de psicólogos do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Através de escutas especializadas, foi confirmado que as crianças sofriam graves constrangimentos para manter o silêncio sobre os abusos.</p>
<p>O caso tomou proporções ainda maiores quando a enteada do suspeito, agora com 18 anos, procurou a delegacia. Ela revelou que era abusada pelo padrasto desde os 10 anos de idade e que sofria ameaças tanto dele quanto da própria mãe para não denunciar os crimes.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Procedimentos Judiciais</h3>
<p>“Iniciamos as diligências e solicitamos a prisão preventiva do homem, que foi cumprida em sua residência poucas horas após o deferimento pelo Poder Judiciário”, afirmou o delegado Jailton Santos.</p>
<p>O infrator foi encaminhado à unidade policial para os procedimentos cabíveis. Ele passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Em Carauari, Homem é preso por estupro de vulnerável contra enteada</p>
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		<item>
		<title>Crianças de comunidade quilombola andam na escuridão para ir à escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/criancas-de-comunidade-quilombola-andam-na-escuridao-para-ir-a-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 14:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às 4h30 da manhã, quando o som do Córrego da Inês fica mais nítido a 50 metros de casa, o menino Aleandro, de 6 anos, acorda animado para ir à escola. Separa o uniforme e se junta aos dois irmãos mais velhos (Alecssandro, de 7, e Tawane, de 15). Juntos e de forma ligeira, eles [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Às 4h30 da manhã, quando o som do Córrego da Inês fica mais nítido a 50 metros de casa, o menino Aleandro, de 6 anos, acorda animado para ir à escola. Separa o uniforme e se junta aos dois irmãos mais velhos (Alecssandro, de 7, e Tawane, de 15). Juntos e de forma ligeira, eles percorrem, por 50 minutos, uma subida de quase dois quilômetros (km), no meio da escuridão, em uma estrada estreita, com chão de terra, pedregulhos e cascalhos pelo meio do Cerrado. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Criancas-de-comunidade-quilombola-andam-na-escuridao-para-ir-a.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As crianças da comunidade quilombola de Antinha de Baixo, na área rural de Santo Antônio do Descoberto (GO), precisam se apressar para não perder a passagem de uma kombi, às 6h10. O veículo transporta pelo menos 12 crianças das redondezas até as escolas municipais no centro da cidade, a cerca de 15 km dali. A situação já foi pior. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Criancas-de-comunidade-quilombola-andam-na-escuridao-para-ir-a.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 26/03/2026 - Joaquim Moreira, morador do Quilombola Antinha de Baixo no Santo Antônio do Descoberto. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Seu Joaquim é a pessoa mais velha da comunidade quilombola Antinha de Baixo &#8211; Valter Campanato/Agência Brasil<br type="_moz"/><br />
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<p>Os pais dos meninos, os agricultores Roberto Braga, de 42 anos, e Mayara Soares, de 35, orgulham-se do início do caminho dos filhos pela estrada e pela vida. Eles lembram que desistiram de estudar porque não havia qualquer apoio para chegar à cidade.</p>
<p>O avô, Joaquim Moreira, vive com eles. O idoso mora na mesma casa em que nasceu há 87 anos e é a pessoa mais velha da comunidade. Ao acompanhar as crianças acordando para ir à escola, ele diz ter esperança de que os mais novos não passem pelas mesmas dificuldades do passado.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774795434_697_Criancas-de-comunidade-quilombola-andam-na-escuridao-para-ir-a.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 26/03/2026 - Roberto Braga, morador do Quilombola Antinha de Baixo no Santo Antônio do Descoberto. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Roberto Braga é morador do Quilombo Antinha de Baixo, no Santo Antônio do Descoberto, em Goiás &#8211; Valter Campanato/Agência Brasil</h6>
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<h2>Raízes</h2>
<p>Foi Seu Joaquim, como é conhecido no lugar, que recebeu no ano passado, em Brasília (DF), o certificado de autorreconhecimento de comunidade remanescente de quilombo. No local, vivem atualmente cerca de 400 famílias. </p>
<p>&gt;&gt; Leia mais sobre as ameaças à comunidade</p>
<p>O documento garantiu esperança para a comunidade, depois de uma batalha judicial em que fazendeiros e grileiros reclamavam a posse do território.</p>
<p>Pelo menos três casas de quilombolas foram, inclusive, demolidas após decisão contrária. Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) paralisou o despejo. Além disso, eles diziam que eram constantemente ameaçados por homens armados. </p>
<p>Nos últimos dias, profissionais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), incluindo antropólogos, trabalharam no local para a elaboração do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) de Antinha de Baixo. </p>
<p>O órgão explicou que o levantamento inclui estudos técnicos e científicos de caracterização do local para obter informações de características geográficas, históricas e etnográficas do lugar.</p>
<p>A conquista dos moradores foi celebrada porque deixa mais próxima a possibilidade de demarcação e titulação do território. De toda forma, a certificação já impulsiona a comunidade a buscar políticas públicas que contemplem as necessidades dessas pessoas. Entre as demandas, estão as das famílias das crianças mais novas que precisam madrugar para ir à escola. </p>
<p>“Ainda é muito complicado para eles irem estudar”, diz a mãe, Mayara. O pai espera que a estrada tenha alguma iluminação. “Hoje é muito escuro”, lamenta. </p>
<h2>Esperança</h2>
<p>Para os irmãos Aleandro e Alecssandro, a escola, além de ser local para conhecer as letras, serve para fazer novos amigos. Por isso, acreditam que vale a pena caminhar pelo meio da estrada, durante a madrugada.</p>
<p>Aleandro exibe o caderno com sílabas copiadas do quadro. A família tem esperança de que os meninos aprendam a ler ainda neste ano. </p>
<p>As aulas vão até às 11h, mas eles só conseguem voltar pra casa depois das 13h30. Ninguém da comunidade pode estudar no turno da tarde porque não há condução que os leve à cidade. Nos dias de chuva mais forte, que não é raro, o transporte fica praticamente inviável. </p>
<h2>Roupa molhada</h2>
<p>A irmã mais velha, Tawane, de 15, está na sétima série. Ela teve dificuldades pelo caminho. Literalmente. Há três anos, para ir à escola, precisava atravessar um córrego para chegar ao transporte que a levaria ao centro da cidade. Com isso, chegava com as roupas molhadas ao colégio. A mãe reclamou na prefeitura, que disponibilizou um veículo a mais para chegar a outra parte da comunidade. </p>
<p>“Eles não queriam vir buscar desse lado de cá. E a gente tinha que atravessar. Quando chovia à noite, era impossível ir para escola”, diz Mayara. Hoje a filha gosta de estudar português e ciências, e sonha um dia fazer faculdade (de veterinária). Seria a primeira da família a chegar ao ensino superior. </p>
<p>Do outro lado do rio, Débora, de 6 anos, está conhecendo as primeiras sílabas e também madruga para ir à escola. Além de juntar as letras, a menina, que acorda pouco antes das 5h, acorda de verdade na hora de brincar de pega-pega com as amigas, no recreio. </p>
<p>No caderno, além das letras, ela também gosta de desenhos. Principalmente flores, tais como as que ela vê perto de casa. “Meu caderno é todo cheio de folhas”. Miguel, primo de Debora, também tem 6 anos. Ele gosta dos momentos em que joga bola e se diverte com os amigos na escola.</p>
<p>Três veículos transportam pelo menos 40 alunos da comunidade para as escolas. As crianças, porém, ficam cansadas com as longas distâncias que precisam percorrer diariamente.</p>
<h2>Lutas familiares </h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774795434_148_Criancas-de-comunidade-quilombola-andam-na-escuridao-para-ir-a.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 26/03/2026 - Willianderson Moreira, morador do Quilombola Antinha de Baixo no Santo Antônio do Descoberto. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Willianderson é o presidente da associação de famílias da comunidade quilombola Antinha de Baixo &#8211; Valter Campanato/Agência Brasil<br type="_moz"/><br />
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<p>O irmão da pequena Débora é o presidente da associação das famílias da comunidade, Willianderson Moreira, de 27 anos. A associação ganhou registro oficial nesta semana e estão inscritas 120 pessoas que pretendem lutar para melhorar as condições do lugar para onde os ancestrais escravizados fugiram e resistiram. </p>
<p>“Quando o Incra fizer a desapropriação da área, vai ser emitido um título particular para a associação administrar a área. Então são os associados que vão tomar conta de todo o território”, explica.</p>
<p>A expectativa da associação é de que a demarcação e titulação do território ocorram em 2027.</p>
<p>Moreira ressalta que há uma relação de prioridades para eles, como creche, escola, posto de saúde, iluminação, estrada de qualidade, transporte, incentivo à agricultura familiar e segurança.</p>
<p>Sobre as vias de acesso, a comunidade já protocolou ofício na prefeitura. Ele conta com apoio da professora Railda Oliveira, que é ativista e líder comunitária em Santo Antônio do Descoberto, para encaminhar as demandas da comunidade. </p>
<p>Foi Railda que reuniu os documentos e explicou para eles que seria possível proteger o modo de vida dos quilombolas caso houvesse certificação.</p>
<p>“Essa comunidade passou por uma situação muito difícil e estiveram bem perto de serem retirados daqui. Hoje, já começaram a respirar”, afirma Railda.  </p>
<p>A reportagem da Agência Brasil buscou informações com a prefeitura de Santo Antônio do Descoberto e com o governo de Goiás sobre as políticas públicas para a comunidade e, até a publicação da matéria, não obteve retorno. O espaço está aberto para manifestações do poder público. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774795434_247_Criancas-de-comunidade-quilombola-andam-na-escuridao-para-ir-a.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 26/03/2026 - Mayara Soares e seus familiares, moradores do Quilombola Antinha de Baixo no Santo Antônio do Descoberto. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Mayara, o marido Roberto e os filhos Aleandro, Alecssandro e Tawane &#8211; Valter Campanato/Agência Brasil<br type="_moz"/><br />
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<h2>Sem posto ou hospital</h2>
<p>As famílias de Antinha de Baixo dizem que, a cada febre de crianças e idosos, todos ficam muito assustados. Como não há transporte público, o socorro funciona na base da solidariedade das poucas famílias que dispõem de um carro. </p>
<p>“Já tivemos que sair de madrugada procurando ajuda pelos meus filhos e pelo meu pai”, diz Roberto Braga. Os agentes de saúde não chegam às casas de lá. O hospital mais próximo fica a 20 quilômetros da comunidade.</p>
<p>“Quem não tem carro e não consegue ajuda fica só rezando mesmo”, lamenta Willianderson Moreira.</p>
<p>Quem trabalha na roça precisa de apoio também para trabalhar, mesmo sendo ainda um espaço preservado. O Córrego da Inês já foi um rio na infância de Mayara e de Roberto.</p>
<p>“O rio secou. Meu pai até tirava areia para vender e a areia também acabou. Hoje o dia é muito mais seco do que antes”, diz Mayara. </p>
<p>O marido, Roberto, embora não tenha conseguido estudar, lembra que a mata que cercava sua casa trazia muito mais sabores do que antes.</p>
<p>“Hoje está tão seco que não tem mais fruta-de-ema, bacupari, gabiroba… O que ainda ficou é o caju do cerrado. Meus filhos têm menos opção do que eu tive em relação a isso”.</p>
<p>O problema pode não ter sido apenas relacionado às mudanças climáticas. A comunidade reclama que grileiros e fazendeiros que se instalaram na região utilizaram agrotóxicos, o que prejudicou a mata nativa. </p>
<p>Mesmo assim, as crianças não se imaginam longe da liberdade de morar em uma área rural. Debora adora a plantação de milho tão perto de casa.</p>
<p>“É muito bom morar aqui. Tem várias coisas pra fazer. Tem como debulhar o milho e, quando está no ponto, dá pra fazer pamonha”, sorri a menina.</p>
<p>A mãe da menina e do presidente da associação das famílias, Rejane Moreira, de 41 anos, também nascida e criada na mesma casa, diz que não teve oportunidade de estudar depois que uma escola rural deixou de oferecer vagas. “Estudei até a quarta série”. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774795434_166_Criancas-de-comunidade-quilombola-andam-na-escuridao-para-ir-a.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 26/03/2026 - Crianças em frente a plantação de milho no Quilombola Antinha de Baixo no Santo Antônio do Descoberto. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Crianças da comunidade em frente à plantação de milho &#8211; Valter Campanato/Agência Brasil<br type="_moz"/><br />
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<h2>Provas</h2>
<p>Outra moradora que luta para concluir os estudos é a vendedora autônoma Ana Clity Vieira, de 57 anos. Ela está fazendo curso promovido pelo programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA), no centro de Santo Antônio do Descoberto. </p>
<p>Quando a reportagem da Agência Brasil chegou à casa dela, ela chorava sozinha por não ter conseguido nenhum dia fazer provas para avançar da sétima série. Não conseguiu carro para ir ao centro. Quando vai estudar, pede para dormir na casa de algum colega de sala porque não há como voltar.</p>
<p>No ano passado, quando fazendeiros conseguiram a desapropriação de quilombolas, a casa de Ana só não foi demolida porque seguranças fizeram do local o ponto de apoio: “Eu fui a primeira pessoa expulsa”.</p>
<p>Ela precisou se refugiar em uma casa no centro da cidade pagando aluguel e se endividando. Depois da decisão do STF, ela voltou para casa e hoje vende produtos que planta para sobreviver.</p>
<p>“Aqui eu posso criar minhas galinhas, plantar minhas coisinhas, como o açafrão e fazer azeite de mamona para vender”.</p>
<p>Ana comercializa produtos da terra para abastecer dois sonhos: o primeiro é montar uma loja; o segundo é escrever um livro sobre a vida dela. Para contar as histórias sobre o desejo de ler e aprender, e sobre as dores da vida. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774795434_74_Criancas-de-comunidade-quilombola-andam-na-escuridao-para-ir-a.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 26/03/2026 - Ana Clity Vieira, moradora do Quilombola Antinha de Baixo no Santo Antônio do Descoberto. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Ana Clity Vieira pretende terminar os estudos sem deixar a comunidade de Antinha de Baixo &#8211; Valter Campanato/Agência Brasil<br type="_moz"/><br />
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<p>Entre as lágrimas que molham o caderno, há também aquelas de quando perdeu uma irmã atropelada. Com a indenização pelo acidente, conseguiu construir a casa na comunidade. Dor também da infância, principalmente da fome depois que o pai abandonou a mãe e cinco filhos. O livro ainda não foi escrito, mas já tem título: <em>Resistência</em>. O outro título que ela espera é o da terra.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774795435_856_Criancas-de-comunidade-quilombola-andam-na-escuridao-para-ir-a.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 26/03/2026 - Jéssica Gonçalvez, moradora do Quilombola Antinha de Baixo no Santo Antônio do Descoberto. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Jéssica e o pequeno Henrique, o mais novo integrante do Quilombo Antinha de Baixo, com 8 meses &#8211; Valter Campanato/Agência Brasil<br type="_moz"/><br />
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<p>Perto dali, a dona de casa Jéssica Gonçalves, de 35 anos, é mãe do mais novo da comunidade: Henrique, de oito meses. Como hoje não tem creche próxima, Jéssica não consegue ter outra atividade que não seja a de cuidar do menino. </p>
<p>Ela espera que o garoto cresça livre, em um território demarcado, em segurança. “Que ele tenha acesso a tudo o que a gente não teve”, diz a mãe. Mas ela entende que é fundamental que Henrique aprenda a história deles. Sobre todas as lutas que enfrentaram em busca de dias melhores para a comunidade.</p>
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<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/criancas-de-comunidade-quilombola-andam-na-escuridao-para-ir-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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