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	<title>DENGUE Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>DENGUE Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Estudo alerta para relação da dengue com a Síndrome de Guillain-Barré</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-alerta-para-relacao-da-dengue-com-a-sindrome-de-guillain-barre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:15:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os infectados pelo vírus da dengue têm um risco 17 vezes maior de desenvolver a Síndrome de Guillain-Barré (SGB) nas seis semanas seguintes à infecção. Nas duas primeiras semanas após o início dos sintomas da dengue, esse risco chega a ser 30 vezes maior.  Os dados são de estudo de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os infectados pelo vírus da dengue têm um risco 17 vezes maior de desenvolver a Síndrome de Guillain-Barré (SGB) nas seis semanas seguintes à infecção. Nas duas primeiras semanas após o início dos sintomas da dengue, esse risco chega a ser 30 vezes maior. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Estudo-alerta-para-relacao-da-dengue-com-a-Sindrome-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são de estudo de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz Bahia (Fiocruz) e da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e publicado na revista científica <em>New England of Medicine</em>.  </p>
<p>De acordo com a pesquisa, em números absolutos, para cada 1 milhão de casos de dengue, 36 pessoas podem desenvolver SGB, um número pequeno, mas relevante diante das epidemias recorrentes no país, segundo os autores da pesquisa. </p>
<p>A SGB é uma complicação neurológica rara e potencialmente grave. </p>
<p>O estudo aponta que a dengue se espalhou de maneira mais rápida pelo mundo do que qualquer outra doença transmitida por mosquitos, com 14 milhões de casos registrados pelo mundo em 2024.</p>
<p>Os pesquisadores da Fiocruz Bahia analisaram três grandes bases de dados do Sistema Único de Saúde (SUS): internações hospitalares, notificações de casos de dengue e registros de mortes. </p>
<p>Na análise, foram identificadas mais de 5 mil hospitalizações por SGB de 2023 para 2024. Dessas, 89 ocorreram logo após o paciente apresentar sintomas da dengue.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, é urgente que gestores de saúde pública incorporem a SGB como complicação pós-dengue nos protocolos de vigilância. </p>
<p>“Durante surtos de dengue, sistemas de saúde devem ser preparados para identificar precocemente casos de fraqueza muscular e dispor de leitos de UTI e suporte ventilatório. Estratégias de vigilância ativa de SGB devem ser acionadas nas semanas seguintes ao pico de casos de dengue”, alertam os pesquisadores.</p>
<p>Segundo a Fiocruz, o levantamento também ajuda profissionais médicos, enfermeiros e neurologistas a suspeitar de SGB diante de um paciente com histórico recente de dengue (últimas seis semanas) que apresenta fraqueza nas pernas ou formigamento.</p>
<p>Os autores do estudo alertam que o diagnóstico precoce é fundamental. O tratamento (imunoglobulina ou plasmaférese) é mais eficaz quando iniciado rapidamente. </p>
<p>“Também é importante incentivar a notificação dos casos de SGB pós-dengue ou informar a vigilância epidemiológica municipal/estadual sobre a ocorrência de doença neuro-invasiva por arbovírus”, defendem.</p>
<p>De acordo com a Fiocruz, não há, atualmente, tratamento antiviral específico para a dengue e o manejo é baseado em hidratação e suporte clínico. Por isso, os pesquisadores destacam que a prevenção, especialmente o combate ao mosquito Aedes aegypti e a vacinação, continuam sendo a medida mais eficaz.</p>
<p>A vacinação contra a dengue pode reduzir drasticamente o número de casos e, consequentemente, o número absoluto de complicações graves como a SGB. </p>
<p>“Enquanto não tivermos um tratamento antiviral eficaz contra a dengue, a prevenção continua sendo a melhor estratégia. Nosso estudo reforça que evitar a infecção evita também complicações como esse tipo de paralisia potencialmente grave”, afirmam os autores.</p>
<h2>SGB</h2>
<p>Na avaliação da Fiocruz, o Brasil vive epidemias frequentes de dengue. Em 2024, o país ultrapassou 6 milhões de casos prováveis. Isso significa que, mesmo sendo uma complicação rara, o número absoluto de pessoas que podem desenvolver SGB após dengue é significativo e exige preparo do sistema de saúde.</p>
<p>O estudo aponta ainda que a relação entre arboviroses (doenças transmitidas por mosquitos) e complicações neurológicas já havia sido demonstrada de forma marcante durante a epidemia de Zika em 2015 e 2016, quando o vírus foi associado à microcefalia em bebês e também a um aumento expressivo de casos de SGB em adultos. A dengue pertence à mesma família do Zika.</p>
<p>A SGB é uma condição neurológica rara em que o próprio sistema imunológico ataca os nervos periféricos (as células que conectam o cérebro e a medula espinhal ao resto do corpo).</p>
<p>O resultado é uma fraqueza muscular que geralmente começa nas pernas e pode subir para os braços, o rosto e, em casos graves, dificultar a respiração. Nessas situações, o paciente pode ficar completamente paralisado e precisar de ajuda de aparelhos para respirar. </p>
<p>A maioria das pessoas se recupera, mas o processo pode levar meses ou até anos, e alguns pacientes ficam com sequelas permanentes.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/estudo-alerta-para-relacao-da-dengue-com-sindrome-de-guillain-barre" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Casos de dengue no Brasil caem 75% em 2026</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/casos-de-dengue-no-brasil-caem-75-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:20:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Ministério da Saúde indicam que os casos de dengue registrados no Brasil ao longo dos primeiros meses de 2026 caíram 75% em relação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a 11 de abril, foram notificados 227,5 mil casos prováveis da doença contra 916,4 mil identificados no mesmo período de 2025. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do Ministério da Saúde indicam que os casos de dengue registrados no Brasil ao longo dos primeiros meses de 2026 caíram 75% em relação ao mesmo período do ano passado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Casos-de-dengue-no-Brasil-caem-75-em-2026.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De janeiro a 11 de abril, foram notificados 227,5 mil casos prováveis da doença contra 916,4 mil identificados no mesmo período de 2025. A queda, segundo a pasta, segue uma tendência observada desde o ano passado, quando o total de casos chegou a 1,7 milhão após o pico de 6,6 milhões registrado em 2024.</p>
<p>Em nota, o ministério avalia que o resultado reflete o fortalecimento de ações coordenadas junto a estados e municípios, incluindo estratégias como a ampliação do uso de ovitrampas (armadilhas de monitoramento para combater o <em>Aedes aegypti</em>), presente em 1,6 mil municípios, com previsão de chegar a 2 mil até o fim deste ano. </p>
<p>“Também avançam o uso de insetos estéreis irradiados e a expansão do método Wolbachia, prevista para 72 municípios prioritários”, destacou a pasta. </p>
<h2>Vacinação </h2>
<p>Ainda segundo o ministério, 1,4 milhão de doses de vacina contra a dengue foram aplicadas em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, público-alvo que recebe o imunizante desde 2024. </p>
<p>Em 2026, a pasta passou a ofertar a vacina nacional de dose única contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, em três municípios-piloto, para a faixa etária de 12 a 59 anos. Profissionais de saúde também recebem a vacina, somando mais de 300 mil doses aplicadas.</p>
<h2>Outras doenças infecciosas</h2>
<p>O ministério também divulgou números relacionados a outras doenças infecciosas registradas no país. </p>
<p>Em 2025, o Brasil contabilizou o menor número de casos de malária desde 1979, com queda de 15% em relação ao ano anterior. Os casos recuaram, ao todo, 30%, com redução, principalmente em territórios indígenas. As mortes caíram 28%, passando de 54 para 39. Na Terra Indígena Yanomami, a redução foi 22% nos casos e de 80% nos óbitos.</p>
<p>Para a pasta, o resultado está associado à ampliação do diagnóstico e do tratamento, já que mais de 25 mil pacientes foram tratados com tafenoquina. “Também houve intensificação da busca ativa e aumento na oferta de testes rápidos”. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/casos-de-dengue-no-brasil-caem-75-em-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>OMS: dengue é indicador da relação mudanças climáticas e arboviroses</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/oms-dengue-e-indicador-da-relacao-mudancas-climaticas-e-arboviroses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:48:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta sobre a necessidade de uma resposta global de saúde frente aos desafios causados pelas mudanças climáticas, que levam a um aumento da incidência de dengue e outras arboviroses. Segundo o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) &#8211;  (braço da OMS), Jarbas Barbosa, em 2024, as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta sobre a necessidade de uma resposta global de saúde frente aos desafios causados pelas mudanças climáticas, que levam a um aumento da incidência de dengue e outras arboviroses.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/OMS-dengue-e-indicador-da-relacao-mudancas-climaticas-e-arboviroses.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) &#8211;  (braço da OMS), Jarbas Barbosa, em 2024, as Américas registraram mais de 13 milhões de casos de dengue com mais de 8,4 mil mortes.</p>
<p>“A dengue não é mais apenas uma doença tropical, mas um forte indicador global da relação entre mudança climática e as arboviroses provando que a saúde humana não pode ser separada da saúde do meio ambiente e dos sistemas em que se vive”, diz.</p>
<p>De acordo com o diretor da Opas, as Nações Unidas tem atuado de forma regional nas Américas com o objetivo de antecipar riscos e integrar a vigilância entre os países, viabilizando o acesso a vacinas por meio do Fundos Rotativos Regionais.</p>
<p>Barbosa também destacou a parceria com instituições como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Rede Pasteur, além da formação de milhares de profissionais em diagnóstico e manejo clínico da dengue, por meio do <em>Campus </em>Virtual de Saúde Pública da Opas.</p>
<h2>Cúpula</h2>
<p>As declarações foram dadas durante a Cúpula Uma Só Saúde, em Lyon, França, na última terça-feira (7). A iniciativa, organizada pelo governo francês a frente do G7 (grupo das sete maiores economias do mundo), reúne esforços globais para rever as estruturas institucionais de saúde.</p>
<p>No centro do debate está o conceito de Saúde Única, que destaca a interdependência entre a saúde humana, do meio ambiente e seus elementos naturais como animais e ecossistemas.</p>
<p>No encontro são debatidos temas relacionados aos principais fatores que contribuem para doenças infecciosas e não transmissíveis, como transmissores e vetores, exposição a poluição, sistemas alimentares sustentáveis e resistência de bactérias, vírus, fungos, parasitas aos tratamentos existentes.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/oms-dengue-e-indicador-da-relacao-mudancas-climaticas-e-arboviroses" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>SUS passa a oferecer teste rápido de dengue</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sus-passa-a-oferecer-teste-rapido-de-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:21:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde (MS) incorporou no Sistema Único de Saúde (SUS) o teste rápido para o diagnóstico da dengue. A inclusão do Teste Rápido de Dengue NS1 na tabela nacional de procedimentos do SUS está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (26). A oferta do exame é feita de forma ampla em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde (MS) incorporou no Sistema Único de Saúde (SUS) o teste rápido para o diagnóstico da dengue.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SUS-passa-a-oferecer-teste-rapido-de-dengue.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A inclusão do Teste Rápido de Dengue NS1 na tabela nacional de procedimentos do SUS está publicada no <em>Diário Oficial da União</em> desta quinta-feira (26).</p>
<p>A oferta do exame é feita de forma ampla em ambulatórios de postos de saúde e em hospitais da rede pública de saúde.</p>
<p>A solicitação do teste pode ser feita por médicos, enfermeiros, biomédicos e técnicos de enfermagem para pacientes de todas as idades.</p>
<p>O método pode detectar a presença no sangue da proteína específica liberada pelo vírus da dengue (antígeno NS1) logo no início da infecção, diferentemente dos exames de anticorpos (sorologia), que acusam o diagnóstico positivo para a doença somente após o corpo reagir ao vírus (geralmente após o sexto dia de infecção).</p>
<p>A norma já está em vigor.</p>
<h2>Vantagens</h2>
<p>A identificação rápida da doença pode ocorrer já nos primeiros dias após o surgimento dos sintomas característicos da infecção viral, como febre alta, dor no corpo e mal-estar.</p>
<p>O teste rápido da dengue não exclui a necessidade de buscar atendimento médico e poderá contribuir para o acompanhamento do profissional de saúde.</p>
<p>Com o resultado, o médico poderá detectar precocemente sinais de alerta, como a queda de plaquetas no sangue e o risco de evolução para a dengue hemorrágica.</p>
<p>O diagnóstico antecipado também garante maior precisão à vigilância epidemiológica sobre a circulação do vírus.</p>
<h2>Como funciona</h2>
<p>O teste funciona por imunocromatografia. O dispositivo reage à presença do antígeno do vírus e o resultado fica pronto em poucos minutos.</p>
<p>Para a realização do exame, é necessária uma pequena amostra de sangue da pessoa com suspeita de estar com dengue, obtida apenas por um furo na ponta do dedo para a coleta do material.</p>
<p>É importante destacar que o teste de dengue não identifica os sorotipos virais da dengue e, também, não é capaz de informar se a pessoa contraiu o vírus da dengue anteriormente.</p>
<p>Não é necessário jejum ou qualquer outro tipo de preparo para fazer o exame. </p>
<p>O teste será aplicado sem custo à população nas unidades públicas do SUS, mas se comprado nas farmácias privadas, custa em média R$ 40.</p>
<p>Principais sintomas da dengue:</p>
<ul>
<li>febre alta (39° a 40°c) e de início súbito;</li>
<li>dor de cabeça intensa, especialmente atrás dos olhos;</li>
<li>dores musculares e/ou articulares;</li>
<li>prostração, caracterizada por cansaço extremo;</li>
<li>náuseas e vômitos;</li>
<li>manchas vermelhas na pele;</li>
<li>dor abdominal.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/sus-passa-oferecer-teste-rapido-de-dengue" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Combate à dengue é primeiro desafio de coalizão global de saúde</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/combate-a-dengue-e-primeiro-desafio-de-coalizao-global-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 22:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (24), que o combate à dengue será o primeiro foco de trabalho da Coalização Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo. A coalizão foi construída pela presidência brasileira do G20 em 2024 e tem como missão promover mundialmente o acesso equitativo a medicamentos, vacinas, terapias, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (24), que o combate à dengue será o primeiro foco de trabalho da Coalização Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Combate-a-dengue-e-primeiro-desafio-de-coalizao-global-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A coalizão foi construída pela presidência brasileira do G20 em 2024 e tem como missão promover mundialmente o acesso equitativo a medicamentos, vacinas, terapias, diagnósticos e tecnologias de saúde. Há um olhar especial para países em desenvolvimento, cuja produção e inovação enfrentam mais obstáculos.</p>
<p>Os membros do grupo, além do Brasil, são África do Sul, Alemanha, China, França, Indonésia, Reino Unido, Rússia, Turquia, União Europeia e União Africana.</p>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, justificou a escolha da dengue como eixo de ações prioritárias pelo fato de a doença ser endêmica em mais de 100 países e colocar em risco mais da metade da população mundial. A estimativa é de que ocorram entre 100 milhões  e 400 milhões de infecções por ano.</p>
<p>“Essa expansão está diretamente relacionada às mudanças climáticas no mundo, que têm provocado o aumento das temperaturas, novo volume de chuvas e níveis mais elevados de umidade: condições favoráveis para a sua transmissão. Assim como ocorre com outras arboviroses, como febre amarela, zika, chikungunya e febre oropouche”, disse o ministro.</p>
<p>O ministro citou como exemplo de parcerias internacionais a que envolve a vacina contra a dengue Butantan DV, criada pelo Instituto Butantan, em São Paulo. Um acordo com a empresa chinesa WuXi, anunciado no fim do ano passado, prevê ampliar a capacidade de fornecimento do imunizante para entregar cerca de 30 milhões de doses no segundo semestre de 2026.</p>
<p>“Acreditamos e nos movemos por um mundo com menos guerra, menos bomba, menos mortes de crianças, civis e profissionais de saúde. Pelo contrário, com mais vacinas e medicamentos acessíveis”, completou.</p>
<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) responderá pelo secretariado executivo da coalizão e aposta na experiência internacional para conseguir alcançar os resultados propostos.</p>
<p>“Temos elaborado projetos junto a outros países, sobretudo da África e da América Latina, na perspectiva da cooperação estruturante, formando competência local, científica, tecnológica e alguns casos também industrial”, disse Mario Moreira, presidente da Fiocruz.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Combate-a-dengue-e-primeiro-desafio-de-coalizao-global-de.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 24/03/2026 – O presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Mario Moreira, na abertura da Coalizão Global do G20 para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Mario Moreira participa na abertura da Coalizão Global do G20 para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Transferência tecnológica</h2>
<p>O ministério da Saúde também anunciou que iniciará a produção 100% nacional do medicamento imunossupressor Tacrolimo, que reduz a resposta do sistema imunológico e evita que o organismo rejeite órgãos transplantados. A transferência tecnológica completa foi feita em parceria com a Índia.</p>
<p>“Cerca de 120 mil brasileiros recebem hoje o Tacrolimo pelo SUS, um medicamento que custa de R$ 1,5 mil a R$ 2 mil por mês. Uma pessoa transplantada vai tomar essa medicação ao longo de toda a vida”, disse o ministro.</p>
<p>Com a produção nacional, o ministro destaca que os pacientes passam a ter segurança de que o tratamento vai chegar até eles independentemente do que aconteça no mundo. &#8220;Em caso de conflito, guerra, pandemia ou interrupção da circulação desse produto, a produção local está totalmente garantida pela nossa fundação pública”.</p>
<h2>Vacina de RNA</h2>
<p>Padilha também disse que um novo centro de competência para produzir vacina de RNA mensageiro (mRNA) será instalado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p>O mRNA é uma molécula que transporta instruções genéticas do DNA. Vacinas feitas com essa tecnologia utilizam apenas o código genético do patógeno (vírus, bactéria, parasita, etc.) para ajudar o corpo a produzir anticorpos. Não usam, portanto, o patógeno enfraquecido ou inativado como em vacinas tradicionais.</p>
<p>Padilha explica que o país tem duas plataformas sendo desenvolvidas, uma na Fiocruz e outra no Instituto Butantan. Esses dois centros somam cerca de R$ 150 milhões em investimentos do governo federal. Agora, com o novo centro na UFMG, serão mais R$ 65 milhões investidos para o desenvolvimento dessa tecnologia.</p>
<p>“O Brasil passa a ter três instituições públicas produzindo vacinas de RNA mensageiro, o que permitirá não apenas absorver e desenvolver tecnologias para outras doenças, mas também estar preparado para responder rapidamente a novas pandemias ou ao surgimento de novos vírus”, complementou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/combate-dengue-e-primeiro-desafio-de-coalizao-global-de-saude" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/vacina-brasileira-contra-a-dengue-mantem-eficacia-por-ate-5-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:51:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação. O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Vacina-brasileira-contra-a-dengue-mantem-eficacia-por-ate-5.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país.</p>
<p>Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%.</p>
<p>A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose.</p>
<p>&#8220;Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos&#8221;, afirmou.</p>
<h2>Crianças e idosos</h2>
<p>A eficácia do imunizante contra a dengue, de forma geral, foi um pouco menor, de 65%. Mas o índice sobe para 77,1% entre as pessoas que já contraíram a doença antes de receber o imunizante.</p>
<p>Os resultados também apresentaram algumas variações de acordo com a faixa etária, com maior eficácia entre adultos e adolescentes do que entre as crianças.</p>
<p>Por essa razão, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para pessoas de 12 aos 59 anos, apesar da vacina ter sido testada também em crianças, a partir dos 2 anos.</p>
<p>&#8220;Eles reconhecem que os dados de segurança pra crianças estão corretos, mas como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço&#8221;, explicou a diretora médica do Butantan.</p>
<p>Fernanda Boulos acrescentou, no entanto, que o Butantan já está planejando, junto com a Anvisa, a realização de um estudo adicional em crianças para embasar a inclusão desse público no esquema de vacinação no futuro. Além disso, o Instituto já está fazendo testes em idosos, em um estudo que deve ter resultados no ano que vem.</p>
<p>&#8220;O sistema imunológico também passa por um processo de envelhecimento, então é importante entender se os idosos tem a mesma capacidade de gerar resposta imune com a vacina&#8221;, explicou.</p>
<p>O acompanhamento dos pacientes vai ser feito por um ano, depois os dados serão comparados com os dos adultos, e enviados para a Anvisa para uma possível ampliação do público-alvo.</p>
<p>O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Juarez Cunha, afirma que essa inclusão seria muito importante, considerando que a maior taxa de mortalidade por dengue é verificada entre idosos. Ele ressalta, ainda, os resultados importantes sobre a segurança da vacina apresentados no estudo.</p>
<p>&#8220;Ele nos mostra que a vacina se mantém protetora por um prazo bastante longo, e é extremamente segura. E esse também é um aspecto fundamental. Qualquer medicação, incluindo vacina, a gente precisa ver como eles vão se comportar com a sua utilização&#8221;, complementa.</p>
<h2>Segurança</h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Vacina-brasileira-contra-a-dengue-mantem-eficacia-por-ate-5.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Botucatu (SP), 18/01/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, iniciou a vacinação contra a dengue com a primeira vacina 100% nacional, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. Foto: Walterson Rosa/MS" title="Walterson Rosa/MS"/></p>
<p>Primeira vacina 100% nacional contra a dengue, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. &#8211; Walterson Rosa/MS</p>
<p>O estudo de longo prazo da Butantan-DV foram publicados na quarta-feira (4), na revista Nature Medicine e explica que a vacina foi, de modo geral, bem tolerada e não foram observadas preocupações de segurança a longo prazo.&#8221;</p>
<p>Eles foram obtidos após o acompanhamento de mais de 16 mil pacientes, sendo que cerca de 10 mil receberam a vacina, e quase 6 mil receberam placebo, para compor um grupo de comparação.</p>
<p>&#8220;Em termos estratégicos é fundamental que a gente tenha uma pesquisa nacional conseguindo chegar a esses produtos de ponta, eficazes e seguros. Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países&#8221;, destaca o diretor da SBIM.</p>
<p>A diretora médica do Instituto Butantan, Fernanda Boulos, confirma que a prioridade absoluta é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, assim que a demanda nacional for suprida, a instituição pública, vinculada ao estado de São Paulo, deve negociar a venda de doses para outros países, especialmente da América Latina, que também tem sofrido com epidemias da doença.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/vacina-brasileira-contra-dengue-mantem-eficacia-por-ate-5-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Butantan antecipa entrega de 1,3 mi de vacinas contra dengue ao SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/butantan-antecipa-entrega-de-13-mi-de-vacinas-contra-dengue-ao-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 21:58:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Butantan anunciou nesta terça-feira (24) que antecipará para o primeiro semestre de 2026 a entrega de 1,3 milhão de doses da vacina contra dengue Butantan-DV ao Sistema Único de Saúde (SUS). Inicialmente. o lote seria entregue no segundo semestre deste ano. Com o novo prazo, serão distribuídas ao todo 2,6 milhões de doses no primeiro semestre. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Butantan anunciou nesta terça-feira (24) que antecipará para o primeiro semestre de 2026 a entrega de 1,3 milhão de doses da vacina contra dengue Butantan-DV ao Sistema Único de Saúde (SUS). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Butantan-antecipa-entrega-de-13-mi-de-vacinas-contra-dengue.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Inicialmente. o lote seria entregue no segundo semestre deste ano. Com o novo prazo, serão distribuídas ao todo 2,6 milhões de doses no primeiro semestre.</p>
<p>A vacina Butantan-DV é produzida no parque fabril do próprio instituto, na capital paulista. O imunizante, aplicado em dose única, tetraviral e 100% nacional, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser utilizado na população brasileira de 12 a 59 anos. Nesse público, o imunizante mostrou 74,7% de eficácia geral, 91,6% de eficácia contra dengue grave e com sinais de alarme e 100% de eficácia contra hospitalizações por dengue.</p>
<p>Na segunda semana de fevereiro, o Ministério da Saúde iniciou a vacinação contra a dengue dos profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde das Unidades Básicas de Saúde) da Atenção Primária, com a previsão de proteger 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente do SUS. </p>
<h2>Novo terreno</h2>
<p>O governo do estado de São Paulo anunciou, também nesta segunda-feira, a transferência de um terreno no bairro do Jaguaré, zona oeste do município de São Paulo, para a criação de um novo polo de inovação e desenvolvimento de imunobiológicos do Instituto Butantan, além do investimento de R$ 1,38 bilhão em novas fábricas para produção de vacinas e imunobiológicos.</p>
<p>“Nessa área, vamos produzir nosso parque fabril para levarmos São Paulo onde queremos: um expoente máximo da ciência, da biotecnologia, do desenvolvimento e da inovação em Saúde no nosso país”, disse o secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/butantan-antecipa-entrega-de-13-mi-de-vacinas-contra-dengue-ao-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Começa vacinação contra a dengue no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/comeca-vacinacao-contra-a-dengue-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 16:55:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A partir desta segunda-feira (23), os 92 municípios fluminenses começam a receber a nova vacina contra a dengue, produzida pelo Instituto Butantan. A distribuição está sendo feita pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), que recebeu 33.364 doses do imunizante, sendo 12.500 destinadas à capital. Conforme o Ministério da Saúde, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta segunda-feira (23), os 92 municípios fluminenses começam a receber a nova vacina contra a dengue, produzida pelo Instituto Butantan. A distribuição está sendo feita pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), que recebeu 33.364 doses do imunizante, sendo 12.500 destinadas à capital.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Comeca-vacinacao-contra-a-dengue-no-Rio-de-Janeiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Conforme o Ministério da Saúde, a estratégia prioriza trabalhadores da Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Nesta primeira etapa, serão vacinados profissionais que atuam diretamente nas unidades básicas, como médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, odontólogos, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, educadores físicos, assistentes sociais e farmacêuticos, agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, trabalhadores administrativos e de apoio.</p>
<p>A nova vacina tem dose única e protege contra quatro sorotipos da dengue. No estado do Rio, os tipos 1 e 2 são os mais frequentes. No entanto, a possível reintrodução do sorotipo 3 preocupa as autoridades sanitárias, já que ele não circula no território fluminense desde 2007. A ausência prolongada pode gerar maior vulnerabilidade da população que nunca teve contato com essa variante, atualmente presente em estados vizinhos.</p>
<p>Dados do Centro de Inteligência em Saúde da secretaria indicam que, até 20 de fevereiro de 2026, o estado registrou 1.198 casos prováveis de dengue e 56 internações, sem confirmação de óbitos. Há ainda 41 casos prováveis de chikungunya, com cinco internações. Não há casos confirmados de zika no território fluminense.</p>
<p>O monitoramento da dengue é feito por meio de um indicador composto que analisa atendimentos em unidades de pronto atendimento (UPAs), solicitações de leitos e taxa de positividade dos exames. As informações estão disponíveis em tempo real na plataforma MonitoraRJ. Atualmente, os 92 municípios estão em situação de rotina.</p>
<p>Apesar dos indicadores considerados baixos, a secretaria reforça o alerta para o período pós-carnaval. As chuvas intensas que antecederam a folia, combinadas ao calor do verão, criam condições ideais para a reprodução do <em>Aedes aegypti</em>, transmissor da dengue, chikungunya e zika. A circulação de turistas também amplia o risco de introdução de novos sorotipos.</p>
<p>Como o mosquito tem alta capacidade reprodutiva, a recomendação é que cada morador dedique ao menos dez minutos por semana para eliminar possíveis criadouros, verificando a vedação da caixa d’água, limpando calhas, colocando areia nos pratos de plantas e descartando água acumulada em bandejas de geladeira e recipientes expostos.</p>
<p>No verão, quando calor e chuva se alternam, o ciclo do mosquito se acelera. Os ovos depositados em acúmulos de água podem eclodir rapidamente com a incidência de sol e altas temperaturas.</p>
<p>Vale lembrar que desde 2023, o Ministério da Saúde também disponibiliza a vacina Qdenga, de fabricação japonesa. No estado do Rio, mais de 758 mil doses já foram aplicadas. Entre o público-alvo de 10 a 14 anos, mais de 360 mil crianças e adolescentes receberam a primeira dose, e 244 mil completaram o esquema vacinal.</p>
<p>A secretaria estadual investe na qualificação da rede assistencial, com videoaulas e treinamentos, além de ter criado uma ferramenta digital pioneira que uniformiza o manejo clínico da dengue nas unidades de saúde — tecnologia que foi compartilhada com outros estados.</p>
<p>O Laboratório Central Noel Nutels (Lacen-RJ) foi estruturado para realizar até 40 mil exames por mês, ampliando a capacidade de diagnóstico não apenas da dengue, mas também de zika, chikungunya e da febre do Oropouche — arbovirose transmitida pelo maruim (Ceratopogonidae), e não pelo <em>Aedes aegypti</em>.</p>
<p>Com a chegada da nova vacina, o estado reforça a estratégia integrada de imunização, vigilância e prevenção, buscando evitar a sobrecarga da rede de saúde e manter os índices sob controle antes do avanço do outono.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/comeca-vacinacao-contra-dengue-no-rio-de-janeiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Municípios fluminenses começam a receber vacina contra a dengue</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/municipios-fluminenses-comecam-a-receber-vacina-contra-a-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 15:04:11 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os 92 municípios fluminenses começarão a receber, nesta segunda-feira (23), a nova vacina contra a dengue, produzida pelo Instituto Butantan. A distribuição será feita pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ). Ao todo, o estado recebeu 33.364 doses, das quais 12.500 vão para a capital fluminense.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Municipios-fluminenses-comecam-a-receber-vacina-contra-a-dengue.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Conforme determina o Ministério da Saúde, as primeiras doses do imunizante são destinadas a profissionais da Atenção Primária à Saúde do Sistema Único de Saúde (APS/SUS). Estão incluídos também trabalhadores administrativos e de apoio que atuam nas unidades.</p>
<p>Serão contemplados, nesse primeiro momento, profissionais que atuam diretamente nas unidades, englobando médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, odontólogos, integrantes das equipes multiprofissionais (como nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, educadores físicos, assistentes sociais e farmacêuticos), além de agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE). A ampliação para outros públicos ocorrerá posteriormente, informou a SES-RJ.</p>
<p>O gerente de Imunização da Secretaria, Keli Magno, explicou que a vacina contra a dengue do Instituto Butantan foi licenciada para uso na faixa etária de 12 a 59 anos. “Considerando que a vacina do laboratório Takeda está preconizada para a população de 10 a 14 anos, recomenda-se que a vacina do Instituto Butantan seja administrada na faixa etária de 15 a 59 anos de idade”.</p>
<p>“A estratégia será escalonada e gradativa, iniciando pelo grupo de profissionais da Atenção Primária à Saúde, e avançando progressivamente, conforme a disponibilidade de doses pelo fabricante, para demais grupos, até contemplarmos todos os adolescentes com 15 anos de idade que não foram vacinados com a vacina do laboratório Takeda”, acrescentou.</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>O desdobramento da vacinação levará em consideração a disponibilidade de doses e a situação epidemiológica dos municípios. A vacina tem dose única e protege contra os quatro sorotipos da doença. No estado do Rio de Janeiro, os sorotipos 1 e 2 têm aparecido com mais frequência.</p>
<p>No entanto, a possibilidade de surgirem casos da dengue tipo 3 preocupa a SES-RJ, uma vez que não circula no estado desde 2007, o que pode levar a um cenário de vulnerabilidade para pessoas que não tiveram contato com esse sorotipo, esclareceu a Secretaria. Essa variante da dengue circula em estados vizinhos, mas não se propagou no Rio de Janeiro até agora.</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Embora os indicadores da dengue continuem em níveis baixos, a Secretaria de Estado de Saúde alerta para a importância de ações de prevenção da doença após o Carnaval. Destacou que as chuvas intensas ocorridas dias antes do início da folia, associadas ao calor excessivo do verão, podem levar à reprodução do mosquito <em>Aedes aegypti</em>, transmissor da dengue e também da chikungunya e da zika. Além disso, há muita movimentação de turistas nesse período, no estado, que podem vir de localidades onde haja circulação do vírus.</p>
<h2>Casos prováveis</h2>
<p>Dados do Centro de Inteligência em Saúde da SES-RJ mostram que este ano, até o último dia 20, o estado registrou 1.198 casos prováveis e 56 internações por dengue, sem confirmação de óbitos. Até o momento, há 41 casos prováveis de chikungunya, com 5 internações. Não existem, contudo, casos confirmados de zika no território fluminense.</p>
<p>O monitoramento da dengue, arbovirose que mais circula, é realizado com um indicador composto que analisa atendimentos em UPAs, solicitações de leitos e taxa de positividade, informou a SES-RJ. Os dados podem ser visualizados em tempo real no MonitoraRJ (monitorar.saude.rj.gov.br). Os 92 municípios do estado encontram-se em situação de rotina.</p>
<p>Como o mosquito Aedes aegypti tem uma alta capacidade de reprodução, a recomendação é que cada pessoa dedique dez minutos por semana para realizar uma varredura em suas casas, verificando a vedação da caixa d&#8217;água, limpeza de calhas, colocação de areia nos pratos de plantas e descarte de água de bandejas de geladeira.</p>
<p>A secretaria lembra ainda que, no verão, temporada que intercala chuvas e calor, o ciclo de reprodução do mosquito tem condições ideais. Os ovos do <em>Aedes aegypti</em> são depositados nos acúmulos de água e eclodem com a incidência do sol e calor.</p>
<h2>Outras ações</h2>
<p>O Ministério da Saúde iniciou, em 2023, o fornecimento da vacina Qdenga, de fabricação japonesa. Foram aplicadas mais de 758 mil doses do imunizante em todo o estado. Do público-alvo de 10 a 14 anos de idade, mais de 360 mil crianças e adolescentes receberam a primeira dose e 244 mil completaram o esquema com a segunda dose.</p>
<p>Videoaulas e treinamentos são utilizados também pela Secretaria, visando a qualificação da rede de saúde. O estado foi pioneiro ao criar uma ferramenta digital que uniformiza o manejo dos casos de dengue nas unidades de saúde. A aplicação também foi disponibilizada aos outros estados brasileiros.</p>
<p>Além disso, o Laboratório Central Noel Nutels (Lacen-RJ) foi equipado para realizar até 40 mil exames por mês, garantindo detecção ágil para a dengue e também zika, chikungunya e a recém-introduzida febre do Oropouche, que é uma arbovirose não transmitida pelo Aedes aegypti, mas pelo Ceratopogonidae, mais conhecido como Maruim, informou a SES-RJ, por meio de sua assessoria de imprensa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/municipios-fluminenses-comecam-receber-vacina-contra-dengue" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Começa vacinação de 1,2 milhão de profissionais de saúde contra dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:16:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[começa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Começou nesta semana a vacinação contra a dengue para profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, as primeiras 650 mil doses já foram enviadas aos estados e o restante está previsto para as próximas dias.   A estratégia [&#8230;]</p>
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<p>Começou nesta semana a vacinação contra a dengue para profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, as primeiras 650 mil doses já foram enviadas aos estados e o restante está previsto para as próximas dias.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Comeca-vacinacao-de-12-milhao-de-profissionais-de-saude-contra.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A estratégia utiliza a vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, de dose única, tetraviral e 100% nacional. Para a pasta, esse imunizante representa avanço importante para a autonomia do país.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“O início da vacinação pelos profissionais da atenção primária é um passo estratégico para proteger quem atua próximo à população &#8211; médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde das unidades básicas de Saúde”, diz o ministério.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a vacinação está começando por toda a equipe multiprofissional cadastrada no SUS.</strong></p>
<blockquote>
<p>“São aquelas pessoas que batem na porta, visitam a casa das pessoas, observam se tem criadouro do mosquito da dengue, fazem o acompanhamento, a mobilização. Também são aqueles profissionais que estão na primeira porta de entrada quando há casos de dengue”, destacou.</p>
</blockquote>
<p><strong>A ampliação para outros públicos &#8211; pessoas de 15 a 59 anos, começando pelos mais velhos &#8211; está prevista para o segundo semestre deste ano, o que depende do aumento da capacidade produtiva do Instituto Butantan</strong>. Com investimento de R$ 368 milhões, o Ministério da Saúde fechou a compra de 3,9 milhões de doses.</p>
<p>A pasta adotou também estratégia de vacinação para avaliar o impacto do imunizante na dinâmica populacional da dengue. Para isso, está em curso, desde janeiro, a vacinação em três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo será composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos.  </p>
<p><strong>“A vacinação da população em geral começa com o aumento da produção de doses, a partir de uma parceria estratégica entre o Brasil e a China, com a transferência da tecnologia nacional desenvolvida pelo Instituto Butantan para a empresa chinesa WuXi Vaccine</strong>s. Com essa cooperação, a produção da vacina nacional poderá aumentar em até 30 vezes”, destaca o ministério</p>
<p>A vacina do Butantan apresentou 74,7% de eficácia contra a dengue sintomática em pessoas de 12 a 59 anos, além de 89% de proteção contra formas graves e com sinais de alarme. </p>
<h2>Público-alvo </h2>
<p><strong>Profissionais de saúde assistenciais e de prevenção:</strong> </p>
<p>Médicos </p>
<p>Enfermeiros </p>
<p>Técnicos de enfermagem </p>
<p>Odontólogos </p>
<p>Equipes multiprofissionais (eMulti) </p>
<p>Agentes comunitários de saúde (ACS) </p>
<p>Agentes de combate às endemias (ACE) <br /> </p>
<p><strong>Trabalhadores administrativos e de apoio das unidades de saúde:</strong> </p>
<p>Recepcionistas </p>
<p>Seguranças </p>
<p>Profissionais da limpeza </p>
<p>Motoristas de ambulância </p>
<p>Cozinheiros </p>
<p><strong>Outros trabalhadores atuantes nas unidades básicas de saúde (UBS) </strong><br /> </p>
<h2>Cenário epidemiológico   </h2>
<p><strong>Em 2025, os casos de dengue no Brasil caíram 74% em relação a 2024. Apesar da redução expressiva, o Ministério da Saúde reforça que as ações de combate ao <em>Aedes aegypti</em> devem ser mantidas em todo o território nacional.  </strong></p>
<blockquote>
<p>“Ao longo do ano, foram registrados 1,7 milhão de casos prováveis da doença, frente a 6,5 milhões no ano anterior. O número de óbitos também apresentou queda significativa: 1,7 mil mortes em 2025, o que representa redução de 72% em comparação a 2024, quando foram contabilizadas 6,3 mil mortes”, completa a pasta.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/comeca-vacinacao-de-12-milhao-de-profissionais-de-saude-contra-dengue" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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