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	<title>deputados Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>deputados Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Deputados pedem cassação de Fabiana Bolsonaro por blackface na Alesp</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/deputados-pedem-cassacao-de-fabiana-bolsonaro-por-blackface-na-alesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 19:11:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo de deputados estaduais de São Paulo entrou com um processo no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) pedindo a cassação da deputada Fabiana Bolsonaro (PL), acusada da prática racista de blackface e discurso transfóbico no fim da tarde desta quarta-feira (18). Em discurso no plenário, Fabiana criticou a eleição da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que é uma mulher trans, para presidente da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados.  Além de recorrer ao Conselho de Ética, a deputada estadual Mônica Seixas e a vereadora de São Paulo Luana Alves, ambas do PSOL, registraram um boletim de ocorrência contra Fabiana na Delegacia de Repressão aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. “Racismo e transfobia são crimes! Já acionamos o Conselho de Ética e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de deputados estaduais de São Paulo entrou com um processo no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) pedindo a cassação da deputada Fabiana Bolsonaro (PL), acusada da prática racista de <em>blackface </em>e discurso transfóbico no fim da tarde desta quarta-feira (18).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Deputados-pedem-cassacao-de-Fabiana-Bolsonaro-por-blackface-na-Alesp.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em discurso no plenário, Fabiana criticou a eleição da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que é uma mulher trans, para presidente da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. </p>
<p>Além de recorrer ao Conselho de Ética, a deputada estadual Mônica Seixas e a vereadora de São Paulo Luana Alves, ambas do PSOL, registraram um boletim de ocorrência contra Fabiana na Delegacia de Repressão aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.</p>
<p>“Racismo e transfobia são crimes! Já acionamos o Conselho de Ética e estamos na delegacia exigindo responsabilização imediata”, escreveu Mônica nas redes sociais. </p>
<p>Fabiana Bolsonaro também foi denunciada ao Ministério Público de São Paulo por racismo, por iniciativa da deputada estadual Ediane Maria (PSOL).</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Deputados-pedem-cassacao-de-Fabiana-Bolsonaro-por-blackface-na-Alesp.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Brasília-DF - 18/03 /2026 -  Deputada Erika Hilton durante a primeira reunião da comissão de Defesa dos direitos da Mulher. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil. " title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Deputada Erika Hilton foi a primeira mulher trans eleita para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. Foto: Lula Marques/Agência Brasil.</h6>
</p>
<p>Nas redes sociais, Fabiana disse que a atitude no plenário da Assembleia foi uma analogia. </p>
<p>“A analogia foi clara, só não entendeu quem não quis! Assim como eu não me torno negra só porque pintei a pele, ninguém que não nasceu mulher pode representar com legitimidade as dores biológicas, psicológicas e históricas que só as mulheres biológicas conhecem”, disse. </p>
<p>A deputada do PL também divulgou uma nota pública negando ter praticado blacface durante sua fala. </p>
<p>“Como deputada, afirmo com total clareza e responsabilidade jurídica: durante minha presença no Plenário da Assembleia Paulista não fiz blackface. É uma mentira deliberada para tentar calar um debate legítimo”.</p>
<h2><em>Blackface</em></h2>
<p>Durante um discurso, nesta quarta-feira, na tribuna da Alesp, enquanto se manifestava contra Erika, Fabiana pintou de marrom seu rosto e braços. </p>
<p>“Estou pintada de negra por fora. Eu me reconheço como negra. Por que então eu não posso presidir a Comissão sobre racismo, antirracista? Por que não posso cuidar dessa pauta? Porque eu não sou negra?”, disse. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/deputados-pedem-cassacao-de-fabiana-bolsonaro-por-blackface-na-alesp" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Saiba quais são as penas dos deputados do PL condenados por corrupção</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-quais-sao-as-penas-dos-deputados-do-pl-condenados-por-corrupcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 21:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta terça-feira (17) as penas de dois deputados federais do PL e um suplente que foram condenados pelo crime de corrupção.  Mais cedo, por unanimidade, o colegiado aceitou acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares. Maranhãozinho foi condenado a seis anos e cinco meses de prisão.  Pastor Gil recebeu pena de cinco anos e seis meses.  Bosco Costa foi condenado a cinco anos de prisão.  O regime de prisão será o semiaberto para todos os condenados. Apesar da sentença, os deputados não serão presos imediatamente porque cabe recurso contra a decisão. De acordo com o processo, entre...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta terça-feira (17) as penas de dois deputados federais do PL e um suplente que foram condenados pelo crime de corrupção. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saiba-quais-sao-as-penas-dos-deputados-do-PL-condenados.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Mais cedo, por unanimidade, o colegiado aceitou acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares.</p>
<ul>
<li>Maranhãozinho foi condenado a seis anos e cinco meses de prisão. </li>
<li>Pastor Gil recebeu pena de cinco anos e seis meses. </li>
<li>Bosco Costa foi condenado a cinco anos de prisão. </li>
</ul>
<p>O regime de prisão será o semiaberto para todos os condenados.</p>
<p>Apesar da sentença, os deputados não serão presos imediatamente porque cabe recurso contra a decisão.</p>
<p>De acordo com o processo, entre janeiro e agosto de 2020, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).</p>
<h2>Perda do mandato</h2>
<p>Em função da condenação criminal, Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil deveriam ser condenados à perda do mandato parlamentar, conforme determina a Constituição. </p>
<p>Contudo, o colegiado entendeu que a Câmara dos Deputados deverá analisar a compatibilidade do regime semiaberto com o mandato. Dessa forma, caberá à Casa decidir se os acusados vão manter o mandato. </p>
<p>A medida só será analisada após o trânsito em julgado da condenação, ou seja, após o fim da possibilidade de apresentação de recursos. </p>
<h2>Inelegibilidade </h2>
<p>Com a condenação, os condenados ficarão inelegíveis por oito anos. O prazo começará a contar após o período de cumprimento da pena. </p>
<h2>Indenização</h2>
<p>Os condenados também terão que pagar solidariamente R$ 1,6 milhão em danos morais coletivos. </p>
<h2>Defesas</h2>
<p>Na terça-feira (10), primeiro dia do julgamento, as defesas dos réus se manifestaram e negaram as acusações. </p>
<p>A defesa de Bosco Costa disse que as investigações deveriam ter tramitado inicialmente no STF e devem ser anuladas. </p>
<p>O advogado Leandro Racca também negou que os recursos envolvidos tenham relação com emendas parlamentares. Segundo ele, a Controladoria-Geral da União (CGU) não identificou que os recursos são oriundos de emendas.</p>
<p>&#8220;A certeza para o fim de imputação penal, com relação à autoria de emenda parlamentar, absolutamente não existe&#8221;, afirmou.</p>
<p>O advogado Felipe Fernandes de Carvalho negou que Josimar Maranhãozinho tenha encaminhado emendas para o município de São José de Ribamar (MA). Segundo o advogado, o parlamentar era adversário político do então prefeito José Eudes.</p>
<p>“É incompreensível pensar que um deputado, que não tem base eleitoral no município de São José de Ribamar, que não conhece o prefeito, encaminhe algum tipo de recurso para aquele município”, afirmou. </p>
<p>O advogado de Pastor Gil declarou que a defesa só teve acesso completo aos documentos do processo após a fase de interrogatório. Durante a sustentação, Maurício de Oliveira também citou supostas ilegalidades na fase de investigação da Polícia Federal.</p>
<p>&#8220;É incontroverso.  Manipularam livremente os elementos digitais e corromperam a prova digital desse processo”, completou. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/saiba-quais-sao-penas-dos-deputados-do-pl-condenados-por-corrupcao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Dino cita existência de “atacadistas de emendas” ao condenar deputados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dino-cita-existencia-de-atacadistas-de-emendas-ao-condenar-deputados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 20:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou nesta terça-feira (17) a existência de “atacadistas de emendas”, que seriam responsáveis pela compra e venda de emendas parlamentares nos estados. A declaração do ministro foi feita durante o julgamento no qual a Primeira Turma da Corte condenou dois deputados federais do PL e um suplente por corrupção passiva. Relator dos processos que tratam da transparência nas transferências de emendas, Dino destacou que os parlamentares têm a função de indicar recursos para os estados. No entanto, segundo o ministro, as indicações passaram a ser comercializadas ilegalmente, principalmente após a pandemia de covid-19, quando os repasses passaram a ser flexibilizados, deixando “sequelas institucionais”. “O que está em questão é que se criaram autênticos atacadistas de emendas. Nós temos uma rede de varejo, que foi...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou nesta terça-feira (17) a existência de “atacadistas de emendas”, que seriam responsáveis pela compra e venda de emendas parlamentares nos estados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Dino-cita-existencia-de-atacadistas-de-emendas-ao-condenar-deputados.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A declaração do ministro foi feita durante o julgamento no qual a Primeira Turma da Corte condenou dois deputados federais do PL e um suplente por corrupção passiva.</p>
<p>Relator dos processos que tratam da transparência nas transferências de emendas, Dino destacou que os parlamentares têm a função de indicar recursos para os estados.</p>
<p>No entanto, segundo o ministro, as indicações passaram a ser comercializadas ilegalmente, principalmente após a pandemia de covid-19, quando os repasses passaram a ser flexibilizados, deixando “sequelas institucionais”.</p>
<p>“O que está em questão é que se criaram autênticos atacadistas de emendas. Nós temos uma rede de varejo, que foi posta tradicionalmente no Brasil, se afirmaram figuras, em vários estados, quiçá, em todos, de atacadistas, que ocupam uma espécie de topo dessa rede, em que emendas são compradas e vendidas”, afirmou.</p>
<h2>Julgamento</h2>
<p>Por 4 votos a 0, a Primeira Turma formou placar unânime para aceitar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares.</p>
<p>Conforme a acusação, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA) entre janeiro e agosto de 2020.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/dino-cita-existencia-de-atacadistas-de-emendas-ao-condenar-deputados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dino-cita-existencia-de-atacadistas-de-emendas-ao-condenar-deputados/">Dino cita existência de “atacadistas de emendas” ao condenar deputados</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Supremo condena deputados do PL por corrupção passiva</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/supremo-condena-deputados-do-pl-por-corrupcao-passiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 20:21:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta terça-feira (17) dois deputados federais e um suplente do PL pelo crime de corrupção passiva. Por 4 votos a 0, o colegiado formou placar unânime para aceitar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares. Conforme a acusação, entre janeiro e agosto de 2020, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA). O voto do relator, ministro Cristiano Zanin, prevaleceu no julgamento. Zanin disse que há provas robustas de que os acusados cometeram crime de corrupção passiva ao solicitarem o pagamento de propina ao...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta terça-feira (17) dois deputados federais e um suplente do PL pelo crime de corrupção passiva.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Supremo-condena-deputados-do-PL-por-corrupcao-passiva.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Por 4 votos a 0, o colegiado formou placar unânime para aceitar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares.</p>
<p>Conforme a acusação, entre janeiro e agosto de 2020, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).</p>
<p>O voto do relator, ministro Cristiano Zanin, prevaleceu no julgamento. Zanin disse que há provas robustas de que os acusados cometeram crime de corrupção passiva ao solicitarem o pagamento de propina ao então prefeito do município José Eudes, que denunciou o caso.</p>
<p>O entendimento foi seguido pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino.</p>
<p>O colegiado também decidiu absolver os réus da acusação de organização criminosa.</p>
<p>A sessão de julgamento prossegue para a definição das penas dos condenados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/supremo-condena-deputados-do-pl-por-corrupcao-passiva" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Zanin condena deputados do PL por cobrar propina para liberar emendas </title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/zanin-condena-deputados-do-pl-por-cobrar-propina-para-liberar-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 19:05:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (17) para condenar dois deputados federais e um suplente do PL pelo crime de corrupção passiva.  O voto do ministro, que é relator do caso, foi proferido durante julgamento no qual a Primeira Turma da Corte analisa denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE). Os parlamentares são acusados de cobrar propina para a liberação de emendas parlamentares. Conforme a acusação, entre janeiro e agosto de 2020, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA). Ao votar sobre a questão, Zanin disse que há provas robustas de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (17) para condenar dois deputados federais e um suplente do PL pelo crime de corrupção passiva. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Zanin-condena-deputados-do-PL-por-cobrar-propina-para-liberar.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O voto do ministro, que é relator do caso, foi proferido durante julgamento no qual a Primeira Turma da Corte analisa denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE).</p>
<p>Os parlamentares são acusados de cobrar propina para a liberação de emendas parlamentares.</p>
<p>Conforme a acusação, entre janeiro e agosto de 2020, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).</p>
<p>Ao votar sobre a questão, Zanin disse que há provas robustas de que os acusados cometeram crime de corrupção passiva ao solicitar o pagamento de propina ao então prefeito do município José Eudes, que denunciou o caso.</p>
<p>&#8220;Contra os três parlamentares, há robustas provas orais e documentais, produzidas ao longo da instrução criminal e da instrução processual, indicando que teriam atuado em concertação ilícita para solicitar ao prefeito José Eudes o pagamento de vantagem indevida&#8221;, afirmou. </p>
<p>Zanin também votou para absolver os réus da acusação de organização criminosa.</p>
<p>O julgamento prossegue para manifestação dos demais integrantes da Primeira Turma. Faltam os votos dos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.</p>
<p>Em caso de votação favorável à condenação, os ministros ainda vão definir as penas dos acusados. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/zanin-condena-deputados-do-pl-por-cobrar-propina-para-liberar-emendas-0" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>PGR pede ao STF condenação de deputados do PL por desvio de emendas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pgr-pede-ao-stf-condenacao-de-deputados-do-pl-por-desvio-de-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 20:21:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[condenação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta terça-feira (10) a condenação de dois deputados federais e um suplente do PL pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa. A manifestação da procuradoria foi feita durante a sessão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que vai decidir se os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), serão condenados pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa. &#8220;A gravidade desse crime, de malversação das verbas públicas, se torna ainda mais grave por esse contexto da pobreza do estado do Maranhão&#8221;, apontou o subprocurador-geral da República, Paulo Jacobina Ele destacou que a conduta causou prejuízos ao Sistema Único de Saúde (SUS), prejudicando o acesso da população a esses serviços . De acordo com denúncia apresentada pela PGR, os parlamentares teriam cobrado propina...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta terça-feira (10) a condenação de dois deputados federais e um suplente do PL pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/PGR-pede-ao-STF-condenacao-de-deputados-do-PL-por.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A manifestação da procuradoria foi feita durante a sessão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que vai decidir se os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), serão condenados pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa.</p>
<p>&#8220;A gravidade desse crime, de malversação das verbas públicas, se torna ainda mais grave por esse contexto da pobreza do estado do Maranhão&#8221;, apontou o subprocurador-geral da República, Paulo Jacobina</p>
<p>Ele destacou que a conduta causou prejuízos ao Sistema Único de Saúde (SUS), prejudicando o acesso da população a esses serviços .</p>
<p>De acordo com denúncia apresentada pela PGR, os parlamentares teriam cobrado propina para a liberação de emendas parlamentares. Mais cinco pessoas ligadas aos parlamentares também são réus no processo.</p>
<p>Conforme a acusação, entre janeiro e agosto de 2020, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).</p>
<p>Após ouvirem as sustentações da PGR e dos advogados dos acusados, o julgamento foi suspenso e será retomado na próxima terça-feira (17), quando serão proferidos os votos pela condenação ou absolvição dos acusados.</p>
<p>O caso é relatado pelo ministro Cristiano Zanin. Também fazem parte da turma os ministros Flavio Dino, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.</p>
<h2>Defesas</h2>
<p>A defesa de Bosco Costa disse que as investigações deveriam ter tramitado inicialmente no STF e devem ser anuladas. </p>
<p>O advogado Leandro Racca também negou que os recursos envolvidos tenham relação com emendas parlamentares. Segundo ele, a Controladoria-Geral da União (CGU) não identificou que os recursos são oriundos de emendas.</p>
<p>&#8220;A certeza para o fim de imputação penal, com relação à autoria de emenda parlamentar, absolutamente não existe&#8221;, afirmou.</p>
<p>O advogado Felipe Fernandes de Carvalho negou que Josimar Maranhãozinho tenha encaminhado emendas para o município São José de Ribamar (MA). Segundo o advogado, o parlamentar era adversário político do então prefeito José Eudes.</p>
<p>“É incompreensível pensar que um deputado, que não tem base eleitoral no município de São José de Ribamar, que não conhece o prefeito, encaminhe algum tipo de recurso para aquele município”, afirmou. </p>
<p>O advogado de Pastor Gil declarou que a defesa só teve acesso completo a documentos do processo após fase de interrogatório. Durante a sustentação, Maurício de Oliveira também citou supostas ilegalidades na fase de investigação da Policia Federal.</p>
<p>&#8220;É incontroverso. Manipularam livremente os elementos digitais e corromperam a prova digital desse processo”, completou. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/pgr-pede-ao-stf-condenacao-de-deputados-do-pl-por-desvio-de-emendas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pgr-pede-ao-stf-condenacao-de-deputados-do-pl-por-desvio-de-emendas/">PGR pede ao STF condenação de deputados do PL por desvio de emendas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>STF julga deputados do PL por suspeita de propina em emendas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-julga-deputados-do-pl-por-suspeita-de-propina-em-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 11:10:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (10) o julgamento de dois deputados federais e um suplente do PL pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa. A sessão está prevista para começar às 9h. O colegiado vai julgar a ação penal na qual são réus os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE). Eles são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de cobrarem propina para a liberação de emendas parlamentares. Além dos deputados, mais cinco pessoas ligadas aos parlamentares são réus no processo e também serão julgadas. De acordo com a PGR, entre janeiro e agosto de 2020, os acusados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-julga-deputados-do-pl-por-suspeita-de-propina-em-emendas/">STF julga deputados do PL por suspeita de propina em emendas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (10) o julgamento de dois deputados federais e um suplente do PL pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa. A sessão está prevista para começar às 9h.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/STF-julga-deputados-do-PL-por-suspeita-de-propina-em.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O colegiado vai julgar a ação penal na qual são réus os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE).</p>
<p>Eles são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de cobrarem propina para a liberação de emendas parlamentares.</p>
<p>Além dos deputados, mais cinco pessoas ligadas aos parlamentares são réus no processo e também serão julgadas.</p>
<p>De acordo com a PGR, entre janeiro e agosto de 2020, os acusados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).</p>
<p>O caso é relatado pelo ministro Cristiano Zanin. Também fazem parte da turma os ministros Flavio Dino, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.</p>
<p>Além da sessão desta manhã, o STF marcou mais duas reuniões para analisar o caso, que serão realizadas nesta tarde e na manhã desta quarta-feira (11).  </p>
<h2>Defesas</h2>
<p>Durante a tramitação do processo, a defesa do deputado Josimar Maranhãozinho declarou ao Supremo que as acusações da PGR contra o parlamentar se &#8220;mostram frágeis e desfundamentadas&#8221;.</p>
<p>Os advogados de Bosco Costa defenderam a rejeição da denúncia por falta de provas. A defesa afirmou ao Supremo que a acusação está baseada  em &#8220;diálogos de terceiros e anotações manuscritas desconhecidas de Bosco&#8221;.</p>
<p>A defesa de Pastor Gil defendeu a ilegalidade das provas obtidas na investigação por entender que o caso deveria ter iniciado no STF, e não na Justiça Federal do Maranhão. Os advogados também acrescentaram que a denúncia é baseada em &#8220;hipóteses e conjecturas&#8221;.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/stf-julga-deputados-do-pl-por-suspeita-de-propina-em-emendas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-julga-deputados-do-pl-por-suspeita-de-propina-em-emendas/">STF julga deputados do PL por suspeita de propina em emendas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Deputados do Amazonas: Adail, Silas e Átila não assinaram a CPMI do Banco Master</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/deputados-do-amazonas-adail-silas-e-atila-nao-assinaram-a-cpmi-do-banco-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 20:55:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas três deputados federais do Amazonas não assinaram o pedido de abertura da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o escândalo do banco Master, segundo a última lista divulgada pelo autor do requerimento, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), no dia 14 deste mês. Segundo a lista, os deputados Adail Filho e Silas Câmara, ambos do Republicanos, e Átila Lins (PSD) não assinaram o requerimento. De acordo com Jordy, o pedido já alcançou o apoio de 251 parlamentares — sendo 213 deputados e 38 senadores — número suficiente para que seja protocolado no Senado Federal. Conforme noticiado pelo Foco, a bancada do Amazonas no Senado assinou pedidos de investigação para apurar o escândalo bilionário. A investigação tem como objetivo apurar uma fraude estimada em R$ 12 bilhões envolvendo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Apenas três deputados federais do Amazonas não assinaram o pedido de abertura da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o escândalo do banco Master, segundo a última lista divulgada pelo autor do requerimento, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), no dia 14 deste mês.</p>
<p>Segundo a lista, os deputados Adail Filho e Silas Câmara, ambos do Republicanos, e Átila Lins (PSD) não assinaram o requerimento. De acordo com Jordy, o pedido já alcançou o apoio de 251 parlamentares — sendo 213 deputados e 38 senadores — número suficiente para que seja protocolado no Senado Federal.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DTgguzVEWe6/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"><p>Conforme noticiado pelo Foco, a bancada do Amazonas no Senado assinou pedidos de investigação para apurar o escândalo bilionário.</p>
<p>A investigação tem como objetivo apurar uma fraude estimada em R$ 12 bilhões envolvendo o banco Master, por meio de diversas operações financeiras. Além disso, a proposta busca apurar um possível contrato de R$ 129 milhões firmado entre o banco e Viviane Bacci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>O requerimento de Carlos Jordy já reúne as assinaturas necessárias para ser protocolado no Senado Federal. No entanto, para avançar, depende da autorização do presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União), que deve analisar a proposta após o retorno do recesso parlamentar, em fevereiro.</p></blockquote>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/fux-frustra-sonho-de-bancada-do-amazonas-com-10-deputados-federais-em-2026/">Fux frustra sonho de bancada do Amazonas com 10 deputados federais em 2026</a></li>
</ul>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/deputados-do-amazonas-adail-silas-e-atila-nao-assinaram-a-cpmi-do-banco-master/">Deputados do Amazonas: Adail, Silas e Átila não assinaram a CPMI do Banco Master</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Fux frustra sonho de bancada do Amazonas com 10 deputados federais em 2026</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/fux-frustra-sonho-de-bancada-do-amazonas-com-10-deputados-federais-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 17:27:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão do ministro Luiz Fux nesta segunda-feira (29/9) pode enterrar as pretensões dos políticos do Amazonas em ampliar sua bancada na Câmara Federal, passando de 8 para 10 deputados em 2026. Uma eventual mudança ocorrerá somente a partir de 2030. O ministro do STF atendeu a um pedido do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e suspendeu a redistribuição de cadeiras aprovada pela Câmara dos Deputados. Fux argumentou que o processo legislativo ainda não terminou, já que o veto do presidente Lula ao projeto aprovado pelo Congresso não foi apreciado pelos parlamentares. A determinação de Fux será submetida aos demais ministros do STF, em uma sessão extraordinária do plenário virtual. O impasse político Em 2023, o STF havia dado prazo até junho de 2025 para que o Congresso recalculasse a distribuição...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Decisão do ministro Luiz Fux nesta segunda-feira (29/9) pode enterrar as pretensões dos políticos do Amazonas em ampliar sua bancada na Câmara Federal, passando de 8 para 10 deputados em 2026. Uma eventual mudança ocorrerá somente a partir de 2030.</p>
<p>O ministro do STF atendeu a um pedido do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e suspendeu a redistribuição de cadeiras aprovada pela Câmara dos Deputados.</p>
<p>Fux argumentou que o processo legislativo ainda não terminou, já que o veto do presidente Lula ao projeto aprovado pelo Congresso não foi apreciado pelos parlamentares.</p>
<p>A determinação de Fux será submetida aos demais ministros do STF, em uma sessão extraordinária do plenário virtual.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impasse político</strong></h2>
<p>Em 2023, o STF havia dado prazo até junho de 2025 para que o Congresso recalculasse a distribuição de deputados conforme os dados do Censo.</p>
<p>Em vez de revisar os números, os congressistas aprovaram o aumento do total de cadeiras de 513 para 531, evitando que Estados perdessem representantes.</p>
<p>Lula vetou a proposta, contrariando a pressão de Alcolumbre e do presidente da Câmara, Hugo Motta.</p>
<p>Com o veto ainda parado no Congresso, Alcolumbre pediu ao Supremo que a regra só seja aplicada a partir de 2030, defendendo que manter a divisão atual traria mais “segurança jurídica” ao processo eleitoral.</p>
<p>O maior impacto seria justamente para Estados que esperavam ganhar espaço na Câmara. Amazonas e Pará, por exemplo, ampliariam suas bancadas em duas e quatro cadeiras, respectivamente. Já Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul perderiam deputados.</p>
<p>A atual distribuição, definida em 1993, nunca foi revista, mesmo após os censos de 2000, 2010 e 2022. Isso fez com que Estados com forte crescimento populacional, como Amazonas e Santa Catarina, continuem com menos representantes do que deveriam ter pelo tamanho de sua população.</p>
<p><strong><mark class="has-inline-color has-vivid-red-color" style="background-color: rgba(0, 0, 0, 0);">Leia mais:</mark></strong></p>
</div>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/deputados-aprovam-pec-da-blindagem-amon-atila-e-sidney-leite-votaram-contra/">Deputados aprovam PEC da blindagem; Amon, Átila e Sidney Leite votaram contra</a></li>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/manchete/especialistas-combatem-a-fala-de-omar-aziz-sobre-mineracao-em-terras-indigenas/">Especialistas combatem a fala de Omar Aziz sobre mineração em terras indígenas</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Deputados aprovam PEC da blindagem; Amon, Átila e Sidney Leite votaram contra</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/deputados-aprovam-pec-da-blindagem-amon-atila-e-sidney-leite-votaram-contra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 16:55:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que dificulta o andamento de processos criminais contra deputados e senadores, incluindo até mesmo a execução de mandados de prisão, foi aprovada na noite desta terça-feira (16) pelo plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, em dois turnos de votação. O texto-base, que dependia de 308 votos para avançar, entre 513 deputados, foi aprovado por 353 parlamentares, em votação de primeiro turno. Outros 134 deputados votaram contra o projeto, e houve uma abstenção. Adail Filho (Republicanos), Capitão Alberto Neto (PL), Fausto Jr. (União), Pauderney Avelino (União), Silas Câmara (Republicanos) votaram a favor. Amom Mandel (Cidadania), Átila Lins (PSD) e Sidney Leite (PSD) votaram contra. No segundo turno,  por volta das 23h30 (horário de Brasília), cerca de duas horas depois da primeira votação, a PEC...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/deputados-aprovam-pec-da-blindagem-amon-atila-e-sidney-leite-votaram-contra/">Deputados aprovam PEC da blindagem; Amon, Átila e Sidney Leite votaram contra</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que dificulta o andamento de processos criminais contra deputados e senadores, incluindo até mesmo a execução de mandados de prisão, foi aprovada na noite desta terça-feira (16) pelo plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, em dois turnos de votação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Deputados-aprovam-PEC-da-blindagem-Amon-Atila-e-Sidney-Leite.png?w=1400&#038;ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Deputados-aprovam-PEC-da-blindagem-Amon-Atila-e-Sidney-Leite.gif?w=1400&#038;ssl=1" /></p>
<p>O texto-base, que dependia de 308 votos para avançar, entre 513 deputados, foi aprovado por 353 parlamentares, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-09/camara-aprova-texto-que-dificulta-denuncia-criminal-contra-parlamentar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em votação de primeiro turno</a>. Outros 134 deputados votaram contra o projeto, e houve uma abstenção.</p>
<p>Adail Filho (Republicanos), Capitão Alberto Neto (PL), Fausto Jr. (União), Pauderney Avelino (União), Silas Câmara (Republicanos) votaram a favor.</p>
<p>Amom Mandel (Cidadania), Átila Lins (PSD) e Sidney Leite (PSD) votaram contra.</p>
<p>No segundo turno,  por volta das 23h30 (horário de Brasília), cerca de duas horas depois da primeira votação, a PEC passou com o voto favorável de 344 deputados. Houve 133 votos contrários. Um requerimento para dispensar o intervalo de cinco sessões entre uma votação e outra foi aprovado por ampla margem para permitir o avanço da matéria.</p>
<p>A PEC determina que qualquer abertura de ação penal contra parlamentar depende de autorização prévia, em votação secreta, da maioria absoluta do Senado ou da Câmara. Além disso, a proposta concede foro no Supremo Tribunal Federal (STF) para presidentes de partidos com assentos no Parlamento.</p>
<p>Todos os destaques para mudar o texto, incluindo a exclusão do foro privilegiado para presidentes partidários, foram rejeitados em plenário. Após o fim da votação em segundo turno, deputados seguiram discutindo destaques para excluir pontos do texto.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2270800" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A chamada de PEC da Blindagem (PEC 3 de 2021), ou PEC das Prerrogativas</a>, foi articulada pela maioria dos líderes da Câmara com o apoio da oposição liderada pelo Partido Liberal (PL).</p>
<p>A bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) orientou voto contrário, mas 12 deputados da legenda votaram a favor em primeiro turno. Também houve apoio à PEC entre deputados outros partidos da base, como PSB, PSD e PDT.  Além disso, bancadas governistas, como lideranças de Governo e da Maioria, liberaram seus votos em plenário.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tramitação difícil</strong></h2>
<p>Agora, a PEC será enviada ao Senado. Se avançar entre os senadores, processos judiciais, seja por desvio de emendas parlamentares ou outros crimes, só poderão ser julgados no STF com autorização dos parlamentares. Apesar disso, deve enfrentar resistência na Casa revisora. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), demonstrou indignação com a iniciativa.</p>
<p>“A repulsa à PEC da Blindagem está estampada nos olhos surpresos do povo, mas a Câmara dos Deputados se esforça a não enxergar. Tenho posição contrária”, declarou em postagem nas redes sociais. Caberá à CCJ, presidida por Alencar, analisar tanto admissibilidade da PEC quanto seu mérito. Se for levado ao plenário, o texto precisará do voto de 49 entre 81 senadores.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que foi aprovado</strong> <strong>pelos deputados</strong></h2>
<p>O texto aprovado na Câmara é um substitutivo relatado pelo deputado Claudio Cajado (PP-BA), que deu parecer favorável ao projeto.</p>
<p>A proposta permite que deputados e senadores barrem a prisão de colegas, em votação secreta. Defensores da medida dizem que a proposta é uma reação ao que chamam de abuso de poder do Supremo Tribunal Federal (STF) e que as medidas restabelecem prerrogativas originais previstas na Constituição de 1988, mas que foram mudadas posteriormente.</p>
<p>Em conversa com jornalistas, o deputado Cajado justificou que o texto não é uma autorização para “maus feitos”, mas apenas uma “proteção” para os deputados exercerem sua função sem medo de “perseguição política”.</p>
<p>“Isso aqui não é uma licença para abusos do exercício do mandato, é um escudo protetivo da defesa do parlamentar, da soberania do voto e, acima de tudo, do respeito à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal”, disse.</p>
<p>O texto apresentado pelo relator afirma que: “Desde a expedição do diploma, os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável, nem processados criminalmente, sem prévia licença de sua Casa”.</p>
<p>Em outro dispositivo, a PEC define que a decisão deve ser decidida “por votação secreta da maioria absoluta de seus membros, em até noventa dias a contar do recebimento da ordem emanada pelo STF”. Maioria absoluta significa a metade dos parlamentares da respectiva Casa Legislativa mais um.</p>
<p>No caso de prisão por crime inafiançável, é necessário manifestação, em 24 horas, da Câmara ou do Senado, por votação secreta. A Casa poderá suspender a prisão com maioria simples que, diferentemente da maioria absoluta, requer a maioria dos parlamentares presentes na sessão e não do total.</p>
<p>Sobre o voto secreto, o relator Claudio Cajado sustentou que a modalidade “nunca deu problema”.</p>
<p>“Qual o problema do voto secreto? [É] para que todos tenham a sua consciência voltada para o pleno exercício da atividade parlamentar”, afirmou.</p>
<p>O relator justificou ainda a inclusão dos presidentes de partidos entre aqueles com direito ao foro por prerrogativa de função, só podendo ser processado pelo STF.</p>
<p>“Eles são ativistas na política. Eles complementam a atividade política. Então, qualquer processo sobre eles não tem que ter autorização, para ficar claro. Mas o foro fica sendo também igual aos dos deputados”, disse Cajado.</p>
<p>Já contrários à proposta alegam que a medida blindará deputados da possibilidade de serem processados e investigados por crimes de qualquer natureza, incluindo delitos comuns, como corrupção e atos de violência, por exemplo.</p>
<p>“Isso aqui é uma desmoralização do Parlamento brasileiro. Está voltando o voto secreto e a forma como vamos dar ao Poder Legislativo de anular o Judiciário, chantagear o Executivo e torná-lo o Poder, por excelência, no semipresidencialismo. Essa é a resposta à condenação ao golpe de Estado no país”, criticou o deputado Ivan Valente (PSOL-SP).</p>
<p><em>Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil</em></p>
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<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
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