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	<title>desaparecidos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>desaparecidos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>MPF cobra dados sobre mortes e desaparecidos na ditadura militar no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mpf-cobra-dados-sobre-mortes-e-desaparecidos-na-ditadura-militar-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 21:53:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) no Amazonas, expediu ofício solicitando dados estatísticos e nominais sobre pessoas mortas, torturadas e desaparecidas no Amazonas durante a ditadura militar (1964-1985). A medida é parte de um procedimento administrativo que apura violações de direitos humanos ocorridas no período.  Os pedidos foram encaminhados a órgãos federais como os ministérios da Defesa, da Justiça e Segurança Pública, dos Povos Indígenas e dos Direitos Humanos e da Cidadania, além do Comando Militar da Amazônia (CMA). Também foram acionadas instituições estaduais, como o governo do Amazonas, a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) e a Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), além de instituições municipais como a prefeitura e a Câmara de Manaus,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) no Amazonas, expediu ofício solicitando dados estatísticos e nominais sobre pessoas mortas, torturadas e desaparecidas no Amazonas durante a ditadura militar (1964-1985). A medida é parte de um procedimento administrativo que apura violações de direitos humanos ocorridas no período. </p>
<p>Os pedidos foram encaminhados a órgãos federais como os ministérios da Defesa, da Justiça e Segurança Pública, dos Povos Indígenas e dos Direitos Humanos e da Cidadania, além do Comando Militar da Amazônia (CMA).</p>
<p>Também foram acionadas instituições estaduais, como o governo do Amazonas, a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) e a Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), além de instituições municipais como a prefeitura e a Câmara de Manaus, e de instituições de ensino, entre elas a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA).  </p>
<p>O MPF solicitou ainda a cooperação técnica da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (Cemdp).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Memória e reparação histórica </h2>
<p>A ditadura militar, entre os anos de 1964 e 1985, foi um período de repressão política no Brasil, marcado por diversas violações de direitos humanos, como torturas, mortes e desaparecimentos de opositores do regime de governo da época.</p>
<p>Um dos pontos centrais da requisição é o levantamento específico sobre a repressão contra os povos indígenas durante a ditadura. A iniciativa também inclui ações na Justiça de Transição, como o mapeamento de logradouros públicos no estado que façam referência ou prestem homenagem a indivíduos que colaboraram com o regime militar.</p>
<p>As instituições notificadas têm 30 dias para apresentar respostas. A omissão ou atraso injustificado poderão resultar em responsabilização cível e criminal.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Escolas foram usadas para difundir ideologias durante ditadura militar</p>
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		<title>Falta de política de estado dificulta busca por desaparecidos forçados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/falta-de-politica-de-estado-dificulta-busca-por-desaparecidos-forcados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 11:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há exatos 62 anos, um golpe militar instaurou no Brasil um regime autoritário que duraria 21 anos. Além de retirar direitos constitucionais, exercer forte repressão política e censura à imprensa, a ditadura militar brasileira (1964-1985) perseguiu, torturou e matou opositores, muitos deles ainda com seus corpos desaparecidos. Mesmo após a redemocratização, na década de 1980, o país enfrenta desafios no processo de memória, reparação e justiça, especialmente em relação aos desaparecimentos forçados. Para o coordenador do Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Edson Teles, a principal dificuldade é a ausência de um programa de estado permanente de busca e identificação de desaparecidos no país. “Não há um programa nacional, um programa fixo, uma institucionalidade para busca de desaparecidos e trabalho forense de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há exatos 62 anos, um golpe militar instaurou no Brasil um regime autoritário que duraria 21 anos. Além de retirar direitos constitucionais, exercer forte repressão política e censura à imprensa, a ditadura militar brasileira (1964-1985) perseguiu, torturou e matou opositores, muitos deles ainda com seus corpos desaparecidos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Falta-de-politica-de-estado-dificulta-busca-por-desaparecidos-forcados.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Mesmo após a redemocratização, na década de 1980, o país enfrenta desafios no processo de memória, reparação e justiça, especialmente em relação aos desaparecimentos forçados.</p>
<p>Para o coordenador do Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Edson Teles, a principal dificuldade é a ausência de um programa de estado permanente de busca e identificação de desaparecidos no país.</p>
<p>“Não há um programa nacional, um programa fixo, uma institucionalidade para busca de desaparecidos e trabalho forense de identificação humana”, disse.</p>
<p>Ele mencionou que, em países onde os desaparecimentos foram investigados, foi criada uma política permanente de busca e de identificação. A medida seria uma forma de garantir estabilidade de normas e práticas de estado, independentemente de políticas dos governos vigentes.</p>
<p>Pesquisadores do CAAF trabalham atualmente na identificação de 1.049 caixas com ossadas humanas, que foram encontradas na vala clandestina do Cemitério Dom Bosco, em Perus, na capital paulista, em 1990. Entre os sepultados &#8211; pessoas consideradas indigentes &#8211; estavam desaparecidos políticos, vítimas da ditadura militar.</p>
<p>Os estudos levaram à identificação dos restos mortais de quatro desaparecidos do período: Dimas Antônio Casemiro e Aluísio Palhano Pedreira Ferreira, identificados em 2018; e Denis Casemiro e Grenaldo de Jesus Silva, em 2025.</p>
<p>Antes das ossadas chegarem à Unifesp, duas vítimas da ditadura já tinham sido identificadas: Frederico Eduardo Mayr (1992) e Flávio Carvalho Molina (2005). </p>
<p>No entanto, a pesquisa na instituição depende de renovação periódica de contratos de financiamentos e sofreu prejuízos durante o governo federal anterior, que suspendeu parte dos recursos destinados à identificação das ossadas.</p>
<p>“No início do governo Bolsonaro, vigia um acordo que se chamava Grupo de Trabalho Perus. E o que o Bolsonaro fez foi extinguir esse grupo de trabalho [em 2019], o que dificultou qualquer repasse e financiamento”, relatou Edson Teles.</p>
<p>“A Unifesp teve que [pagar] para fazer a manutenção, porque são elementos biológicos, os remanescentes humanos, e exige um trabalho diário de manutenção. Mas não conseguiu fazer o trabalho de investigação para busca objetivando a identificação dos remanescentes”, disse, sobre o período em que o GT foi extinto.</p>
<p>Em 2024, o governo federal firmou novo Acordo de Cooperação Técnica junto ao CAAF, focado na retomada das análises das ossadas.</p>
<p> “Já em 2023, o atual governo Lula retomou os diálogos e pode colocar no orçamento para 2024 a retomada do pagamento completo, pleno, do acordo para o trabalho de identificação”, explicou. </p>
<p>Segundo o coordenador do CAAF, com esses recursos, foi possível retomar os trabalhos que resultaram na identificação já em 2025 de duas vítimas de desaparecimento forçado. </p>
<p>“Não há nenhuma garantia [de financiamento]. Se muda a política do Estado a partir da mudança de governo, da recomposição de governo ou se há um corte intenso de orçamento, tudo isso pode afetar [a continuidade das identificações].”</p>
<h2>Ditadura ainda é tema tabu</h2>
<p>A ditadura militar é um assunto que continua sendo tabu e bastante incômodo para os diferentes espectros políticos, ainda na atualidade. A conclusão é do professor de arqueologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Andres Zarankin.</p>
<p>“Ainda [hoje] determinados grupos que apoiaram a ditadura ostentam o poder”, disse o pesquisador sobre um dos fatores que dificultam as pesquisas sobre a temática no Brasil.</p>
<p>“O Brasil e a América Latina talvez sejam os países mais complicados em nível de memória histórica por, seguramente, essa questão de que a elite política, econômica e militar da ditadura ainda detém poder”, avaliou Andres. </p>
<p>Ele integra o Grupo de Trabalho (GT) Memorial DOI-Codi, que realiza escavações arqueológicas no prédio em que o órgão de repressão, subordinado ao Exército, funcionou durante a ditadura militar em São Paulo. No local, já foram encontrados objetos associados ao funcionamento do DOI-Codi, além de material orgânico identificado como sangue, que passa a integrar o conjunto de provas da ocorrência de violência naquelas salas.</p>
<p>A identificação da cela em que agentes da ditadura militar simularam o suicídio do jornalista Vladimir Herzog foi um dos desdobramentos do GT. Apesar de achados importantes da pesquisa, Andres relata que há entraves financeiros e burocráticos para a continuidade das pesquisas.</p>
<p>“Sempre tivemos muitas dificuldades, [com] autorizações e recursos. É importante esclarecer que todos neste projeto trabalhamos até de forma <em>ad honorem</em> [expressão usada quando uma tarefa é feita sem remuneração], às vezes, colocando o dinheiro do nosso bolso”, contou Andres.</p>
<h2>Vítimas não procuradas</h2>
<p>O coordenador do CAAF, Edson Teles, ressalta a necessidade de uma política de Estado para que haja uma constante busca e identificação de restos mortais de vítimas ainda desaparecidas, incluindo os desaparecimentos forçados em pleno período democrático.</p>
<p>“A gente está trabalhando aqui com a vala de Perus, mas tem outras centenas de corpos desaparecidos que não estão sendo buscados”, lembrou Edson.</p>
<p>Ele chama a atenção para a importância de compreensão da prática do desaparecimento forçado como uma violência de Estado que ainda acontece.</p>
<p>“É fundamental saber que uma máquina de desaparecimento foi criada a partir do Estado brasileiro nos anos 70, para que a gente consiga hoje lidar com o problema e criar políticas públicas que desfaçam esse modelo de violência de Estado que funciona até hoje”, avaliou.</p>
<p>Edson Teles ressalta que atualmente essa violência é praticada especificamente contra corpos periféricos e negros, mas o modo de funcionamento é muito semelhante ao que era feito na ditadura militar.</p>
<p>“Isso mostra a gente desconhecer essa história que permitiu que esse tipo de estrutura de violência continuasse em democracia.”</p>
<p>“Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, pouco mais de 80 mil pessoas desaparecem por ano. Uma parte disso é de desaparecimento forçado, seja por má conduta de agentes do Estado, seja por crime organizado, ou outras formas de violência institucional que permanecem funcionando”, citou o coordenador.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/falta-de-politica-de-estado-dificulta-busca-por-desaparecidos-forcados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Rio terá banco genético para ajudar na identificação de desaparecidos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/rio-tera-banco-genetico-para-ajudar-na-identificacao-de-desaparecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 15:54:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro vai ganhar um banco de perfis genéticos para auxiliar nas investigações policiais e ajudar na identificação de pessoas desaparecidas. A lei, assinada pelo governador Cláudio Castro, nessa sexta-feira (20), prevê a coleta, armazenamento e compartilhamento de dados de DNA. O banco estadual será ligado à rede nacional já existente, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. De acordo com o texto, os perfis genéticos poderão ser incluídos em três situações: criminosos condenados por crimes hediondos ou cometidos com grave violência; mediante decisão judicial e por meio da doação voluntária de familiares de desaparecidos. A lei estabelece que as informações armazenadas devem ser protegidas por sigilo. Os dados terão acesso controlado, além de características físicas ou de comportamento das pessoas que também não...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro vai ganhar um banco de perfis genéticos para auxiliar nas investigações policiais e ajudar na identificação de pessoas desaparecidas. A lei, assinada pelo governador Cláudio Castro, nessa sexta-feira (20), prevê a coleta, armazenamento e compartilhamento de dados de DNA.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Rio-tera-banco-genetico-para-ajudar-na-identificacao-de-desaparecidos.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O banco estadual será ligado à rede nacional já existente, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. De acordo com o texto, os perfis genéticos poderão ser incluídos em três situações: criminosos condenados por crimes hediondos ou cometidos com grave violência; mediante decisão judicial e por meio da doação voluntária de familiares de desaparecidos.</p>
<p>A lei estabelece que as informações armazenadas devem ser protegidas por sigilo. Os dados terão acesso controlado, além de características físicas ou de comportamento das pessoas que também não poderão ser reveladas. A identificação será limitada a genética e sexo biológico.</p>
<p>Em casos específicos, os dados poderão ser apagados do sistema, como em absolvição da Justiça, erro pericial ou extinção da punibilidade, além do término do prazo legal relacionado ao crime. O titular das informações ou seu representante legal poderá solicitar a retirada ou correção do registro.</p>
<p>O banco será adequado à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), com a designação de um responsável pelo tratamento das informações e a adoção de medidas de segurança, transparência e prevenção de abusos.</p>
<p>O estado também poderá firmar parcerias com universidades e instituições de pesquisa para aprimorar o sistema.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/rio-tera-banco-genetico-para-ajudar-na-identificacao-de-desaparecidos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Chuvas em MG já deixaram 47 mortos e 20 desaparecidos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/chuvas-em-mg-ja-deixaram-47-mortos-e-20-desaparecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 23:10:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMG) informou na noite desta quarta-feira (25) que o número de mortos nas enchentes e nos deslizamentos causados pelas chuvas que atingem a Zona da Mata subiu para 47. Ao todo, até o momento, foram recuperados 41 corpos de vítimas em Juiz de Fora e outros 6 em Ubá. O número de desaparecidos está em 20. O efetivo empregado pelo Corpo de Bombeiros no trabalho de resgate e salvamento envolve cerca de 120 profissionais. De acordo com o coronel Joselito Oliveira de Paula, do 3º Comando Operacional de Bombeiros, em Juiz de Fora, uma das preocupações é que as famílias retiradas de áreas de risco não retornem aos locais.  &#8220;Pessoas que foram retiradas das áreas de risco voltaram, mas elas precisam desocupar essas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMG) informou na noite desta quarta-feira (25) que o número de mortos nas enchentes e nos deslizamentos causados pelas chuvas que atingem a Zona da Mata subiu para 47.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Chuvas-em-MG-ja-deixaram-47-mortos-e-20-desaparecidos.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ao todo, até o momento, foram recuperados 41 corpos de vítimas em Juiz de Fora e outros 6 em Ubá. O número de desaparecidos está em 20.</p>
<p>O efetivo empregado pelo Corpo de Bombeiros no trabalho de resgate e salvamento envolve cerca de 120 profissionais. De acordo com o coronel Joselito Oliveira de Paula, do 3º Comando Operacional de Bombeiros, em Juiz de Fora, uma das preocupações é que as famílias retiradas de áreas de risco não retornem aos locais. </p>
<p>&#8220;Pessoas que foram retiradas das áreas de risco voltaram, mas elas precisam desocupar essas áreas&#8221;, alertou em coletiva de imprensa para atualizar os números da operação, no Parque Jardim Burnier, uma das localidades mais atingidas da cidade mineira.</p>
<p>A previsão indica a continuidade de chuvas na Zona da Mata, segundo o Corpo de Bombeiros, mas elas devem ser moderadas, o que pode facilitar o trabalho de resgate, e também de restabelecimento de serviços essenciais, como água e fornecimento de energia elétrica.</p>
<h2>Desabrigados</h2>
<p>Segundo a Defesa Civil estadual, mais de 400 pessoas estão desabrigadas em Juiz de Fora e outros 197 estão desalojados. Em Ubá, são 38 desabrigados e 321 desalojados. Mais de 200 pessoas já foram resgatadas de áreas de risco.</p>
<p>Desalojados são pessoas que deixaram suas casas por risco ou dano, mas têm para onde ir, como casa de parentes ou amigos. Já os desabrigados perderam ou não podem retornar às suas casas e dependem de abrigos públicos ou sociais. </p>
<p>Em visita à região, nesta quarta, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, informou que equipes enviadas pelo governo federal permanecerão no estado por tempo indeterminado, incluindo técnicos especialistas do Grupo de Apoio a Desastres (Gade), vinculado à pasta.</p>
<p>Equipes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e do Departamento de Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde também atuam no atendimento à população.</p>
<h2>Calamidade pública</h2>
<p>A Defesa Civil Nacional reconheceu o estado de calamidade pública em Juiz de Fora e, de forma sumária, nas cidades de Ubá e Matias Barbosa.</p>
<p>As portarias com os reconhecimentos foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).</p>
<p>O reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública permite que os municípios solicitem recursos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para ações de defesa civil.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/chuvas-em-mg-ja-deixaram-47-mortos-e-20-desaparecidos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Chuvas em MG: autoridades contabilizam 28 mortes e 40 desaparecidos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/chuvas-em-mg-autoridades-contabilizam-28-mortes-e-40-desaparecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 21:02:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo de Minas Gerais atualizou na tarde desta terça-feira (24), em uma coletiva de imprensa em Juiz de Fora, os principais dados sobre o impacto das fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata entre a madrugada de segunda-feira (23) e esta terça. O Corpo de Bombeiros confirmou 28 mortes, sendo 21 em Juiz de Fora e 7 em Ubá, além de 40 pessoas desaparecidas. Segundo a corporação, ainda há registros de pessoas soterradas. “Em poucas horas, choveu quase o equivalente a um mês inteiro. Isso provocou deslizamentos severos”, afirmou o governador Romeu Zema. Zema solidarizou-se com as famílias das vítimas e informou que permanecerá na região até quarta-feira, seguindo depois para Ubá. Segundo as autoridades, há alta probabilidade de aumento no número de óbitos, uma vez que ainda há...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/chuvas-em-mg-autoridades-contabilizam-28-mortes-e-40-desaparecidos/">Chuvas em MG: autoridades contabilizam 28 mortes e 40 desaparecidos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo de Minas Gerais atualizou na tarde desta terça-feira (24), em uma coletiva de imprensa em Juiz de Fora, os principais dados sobre o impacto das fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata entre a madrugada de segunda-feira (23) e esta terça.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Chuvas-em-MG-autoridades-contabilizam-28-mortes-e-40-desaparecidos.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Corpo de Bombeiros confirmou 28 mortes, sendo 21 em Juiz de Fora e 7 em Ubá, além de 40 pessoas desaparecidas. Segundo a corporação, ainda há registros de pessoas soterradas.</p>
<p>“Em poucas horas, choveu quase o equivalente a um mês inteiro. Isso provocou deslizamentos severos”, afirmou o governador Romeu Zema.</p>
<p>Zema solidarizou-se com as famílias das vítimas e informou que permanecerá na região até quarta-feira, seguindo depois para Ubá. Segundo as autoridades, há alta probabilidade de aumento no número de óbitos, uma vez que ainda há vítimas desaparecidas.</p>
<p>De acordo com o comandante regional do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, são 130 ocorrências registradas até o momento, com 98 pessoas resgatadas com vida. Cerca de 500 homens estão empenhados na operação, sendo aproximadamente 100 bombeiros militares, além de tropas especializadas com cães farejadores.</p>
<h2>Desabrigados</h2>
<p>De acordo com a atualização feita pelo governo do estado, há 200 desabrigados e 400 desalojados em Juiz de Fora. Em Ubá são 14 desabrigados e 46 desalojados.</p>
<p>O desalojado é a pessoa que precisou sair de casa, mas tem para onde ir, seja na casa de parentes, amigos ou em outro imóvel próprio. Já o desabrigado é aqueles que também saiu de casa, mas não tem para onde ir, depende de abrigos como ginásios, escolas ou estruturas montadas pelo poder público.</p>
<p>O major Mardell da Silva informou que toda a população recebeu alerta emergencial nos celulares, recomendando evacuação imediata em áreas de risco.</p>
<p>“Quando receber o alerta, saia imediatamente de casa. O risco geológico é muito grave em toda a região”, reforçou o governador.</p>
<p>O Conselho Regional de Engenharia (CREA-MG) enviou profissionais para avaliar encostas e estruturas comprometidas. A Defesa Civil mantém monitoramento contínuo das áreas mais críticas.</p>
<p>A CEMIG, empresa de fornecimento de energia elétrica no estado, informou que 22 mil imóveis ficaram sem luz. Geradores estão sendo deslocados de Belo Horizonte para acelerar o restabelecimento do serviço.</p>
<p>As buscas continuam na noite desta terça-feira, com monitoramento permanente das áreas de risco e previsão de novas atualizações nas próximas horas.</p>
<h2>Recursos emergenciais</h2>
<p>O governador anunciou a liberação imediata de recursos suplementares para apoiar as ações locais, sendo R$ 38 milhões para Juiz de Fora e R$ 8 milhões para Ubá Ele também informou ter recebido do governo federal a garantia de apoio posterior para reconstrução de pontes, vias e estruturas públicas. Em Ubá, uma das pontes foi destruída pela força das águas. </p>
<p>*texto alterado às 17h45 para atualização do número de mortos e desaparecidos </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/chuvas-em-mg-autoridades-contabilizam-28-mortes-e-40-desaparecidos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Chuvas em MG: autoridades contabilizam 24 mortes e 47 desaparecidos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/chuvas-em-mg-autoridades-contabilizam-24-mortes-e-47-desaparecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 20:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[autoridades]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[contabilizam]]></category>
		<category><![CDATA[desaparecidos]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo de Minas Gerais atualizou na tarde desta terça-feira (24), em uma coletiva de imprensa em Juiz de Fora, os principais dados sobre o impacto das fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata entre a madrugada de segunda-feira (23) e esta terça. O governador Romeu Zema confirmou 24 mortes, sendo 18 em Juiz de Fora e 6 em Ubá, além de 47 pessoas desaparecidas. Segundo o Corpo de Bombeiros, ainda há registros de pessoas soterradas. “Em poucas horas, choveu quase o equivalente a um mês inteiro. Isso provocou deslizamentos severos”, afirmou o governador. Zema solidarizou-se com as famílias das vítimas e informou que permanecerá na região até quarta-feira, seguindo depois para Ubá. Segundo as autoridades, há alta probabilidade de aumento no número de óbitos, uma vez que ainda há...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/chuvas-em-mg-autoridades-contabilizam-24-mortes-e-47-desaparecidos/">Chuvas em MG: autoridades contabilizam 24 mortes e 47 desaparecidos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo de Minas Gerais atualizou na tarde desta terça-feira (24), em uma coletiva de imprensa em Juiz de Fora, os principais dados sobre o impacto das fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata entre a madrugada de segunda-feira (23) e esta terça.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Chuvas-em-MG-autoridades-contabilizam-24-mortes-e-47-desaparecidos.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O governador Romeu Zema confirmou 24 mortes, sendo 18 em Juiz de Fora e 6 em Ubá, além de 47 pessoas desaparecidas. Segundo o Corpo de Bombeiros, ainda há registros de pessoas soterradas.</p>
<p>“Em poucas horas, choveu quase o equivalente a um mês inteiro. Isso provocou deslizamentos severos”, afirmou o governador.</p>
<p>Zema solidarizou-se com as famílias das vítimas e informou que permanecerá na região até quarta-feira, seguindo depois para Ubá. Segundo as autoridades, há alta probabilidade de aumento no número de óbitos, uma vez que ainda há vítimas desaparecidas.</p>
<p>De acordo com o comandante regional do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, são 130 ocorrências registradas até o momento, com 98 pessoas resgatadas com vida. Cerca de 500 homens estão empenhados na operação, sendo aproximadamente 100 bombeiros militares, além de tropas especializadas com cães farejadores.</p>
<h2>Desabrigados</h2>
<p>De acordo com a atualização feita pelo governo do estado, há 200 desabrigados e 400 desalojados em Juiz de Fora. Em Ubá são 14 desabrigados e 46 desalojados.</p>
<p>O desalojado é a pessoa que precisou sair de casa, mas tem para onde ir, seja na casa de parentes, amigos ou em outro imóvel próprio. Já o desabrigado é aqueles que também saiu de casa, mas não tem para onde ir, depende de abrigos como ginásios, escolas ou estruturas montadas pelo poder público.</p>
<p>O major Mardell da Silva informou que toda a população recebeu alerta emergencial nos celulares, recomendando evacuação imediata em áreas de risco.</p>
<p>“Quando receber o alerta, saia imediatamente de casa. O risco geológico é muito grave em toda a região”, reforçou o governador.</p>
<p>O Conselho Regional de Engenharia (CREA-MG) enviou profissionais para avaliar encostas e estruturas comprometidas. A Defesa Civil mantém monitoramento contínuo das áreas mais críticas.</p>
<p>A CEMIG, empresa de fornecimento de energia elétrica no estado, informou que 22 mil imóveis ficaram sem luz. Geradores estão sendo deslocados de Belo Horizonte para acelerar o restabelecimento do serviço.</p>
<p>As buscas continuam na noite desta terça-feira, com monitoramento permanente das áreas de risco e previsão de novas atualizações nas próximas horas.</p>
<h2>Recursos emergenciais</h2>
<p>O governador anunciou a liberação imediata de recursos suplementares para apoiar as ações locais, sendo R$ 38 milhões para Juiz de Fora e R$ 8 milhões para Ubá Ele também informou ter recebido do governo federal a garantia de apoio posterior para reconstrução de pontes, vias e estruturas públicas. Em Ubá, uma das pontes foi destruída pela força das águas. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/chuvas-em-mg-autoridades-contabilizam-24-mortes-e-47-desaparecidos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Polícia divulga imagens de homem e adolescente desaparecidos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/policia-divulga-imagens-de-homem-e-adolescente-desaparecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 19:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[desaparecidos]]></category>
		<category><![CDATA[divulga]]></category>
		<category><![CDATA[homem]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) e da Delegacia Especializada em Ordem Política e Social (Deops), divulgou as imagens de Hadassa Simões Correia, de 15 anos, e Michel Gadelha Lago, de 39 anos, desaparecidos em datas diferentes na zona leste da capital. A instituição reforça que não é necessário aguardar 24 horas para registrar ocorrência de desaparecimento. O boletim pode ser feito em qualquer delegacia, com documentos pessoais, informações sobre o último local onde avistaram a pessoa, características físicas e foto atualizada. Adolescente desaparecida Hadassa Simões Correia desapareceu no domingo (22), por volta das 17h. Seu último aparecimento aconteceu enquanto ela saía da residência onde mora, na avenida Beira Mar, bairro Coroado. No momento do desaparecimento, a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) e da Delegacia Especializada em Ordem Política e Social (Deops), divulgou as imagens de Hadassa Simões Correia, de 15 anos, e Michel Gadelha Lago, de 39 anos, desaparecidos em datas diferentes na zona leste da capital.</p>
<p>A instituição reforça que não é necessário aguardar 24 horas para registrar ocorrência de desaparecimento. O boletim pode ser feito em qualquer delegacia, com documentos pessoais, informações sobre o último local onde avistaram a pessoa, características físicas e foto atualizada.</p>
<h4>Adolescente desaparecida</h4>
<p>Hadassa Simões Correia desapareceu no domingo (22), por volta das 17h. Seu último aparecimento aconteceu enquanto ela saía da residência onde mora, na avenida Beira Mar, bairro Coroado.</p>
<p>No momento do desaparecimento, a adolescente usava blusa curta preta e saia longa cinza.</p>
<h4>Homem desaparecido</h4>
<p>Michel Gadelha Lago, de 39 anos, está desaparecido desde o dia 3 de novembro de 2025, por volta das 21h. Ele saiu da casa onde mora, na rua Barcarena, bairro Tancredo Neves, e não retornou.</p>
<h4>Colaboração</h4>
<p>A PC-AM solicita qualquer informação que ajude na localização dos desaparecidos através dos números:</p>
<ul>
<li>(92) 3667-7713 — Deops</li>
<li>(92) 99962-2441 — Depca</li>
<li>197 ou (92) 3667-7575 — PC-AM</li>
<li>181 — Secretaria de Segurança Pública do Amazonas</li>
</ul>
<p>As autoridades garantem o anonimato do denunciante.</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/policia-divulga-imagens-de-homem-e-adolescente-desaparecidos/">Polícia divulga imagens de homem e adolescente desaparecidos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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