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	<title>desinformação Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>desinformação Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Acre luta para reverter desinformação e ampliar vacinação contra o HPV</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/acre-luta-para-reverter-desinformacao-e-ampliar-vacinacao-contra-o-hpv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:28:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de avanços nos últimos anos, o Brasil ainda batalha para atingir as metas de vacinação contra o HPV, e esse desafio é ainda maior em um estado: o Acre.  No ano passado, enquanto a média de cobertura no país foi de 86% entre as meninas e 74,5% entre os meninos, no estado da região [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de avanços nos últimos anos, o Brasil ainda batalha para atingir as metas de vacinação contra o HPV, e esse desafio é ainda maior em um estado: o Acre. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Acre-luta-para-reverter-desinformacao-e-ampliar-vacinacao-contra-o.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No ano passado, enquanto a média de cobertura no país foi de 86% entre as meninas e 74,5% entre os meninos, no estado da região Norte, os índices ficaram em 59% e 50%, os menores entre todas as unidades federativas. </p>
<p>Uma das principais explicações para isso é um incidente ocorrido em 2017, quando 74 adolescentes acreanos apresentaram sintomas, que iam de dores de cabeça até desmaios e convulsões, após receberem o imunizante. </p>
<p>Uma extensa investigação comprovou que os componentes da vacina não causaram os problemas, mas o caso repercutiu nacionalmente e foi objeto de uma campanha de desinformação. </p>
<p>A atual coordenadora estadual do Programa Nacional de Imunizações no Acre, Renata Quiles, já integrava a equipe de gestão na época e viu todo o desenrolar da história em primeira mão: </p>
<p>&#8220;Até 2017, nós tínhamos 14 casos notificados de possíveis efeitos adversos dos mais variados, desde uma cefaleia, uma dor local, até um desmaio, todos investigados em tempo oportuno. Nós saímos de 14 para 127 casos notificados em 6 meses por um comportamento da massa, estimulada pelo que se veiculava na imprensa e pelo medo natural da população&#8221;, lembra ela. </p>
<p>Uma grande força-tarefa passou a investigar o ocorrido, tanto verificando os lotes das vacinas aplicadas à procura de algum problema, quanto examinando os adolescentes em busca de um diagnóstico. </p>
<p>Doze jovens com sintomas mais graves foram levados para a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, onde passaram semanas fazendo uma bateria de exames, incluindo alguns bem avançados, como videoencefalograma.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Acre-luta-para-reverter-desinformacao-e-ampliar-vacinacao-contra-o.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Acre - 29/05/2026 - Renata Quiles, Coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Acre. Foto: Luan Martins / Sesacre" title="Luan Martins / Sesacre"/></p>
<p><h6 class="meta">Renata Quiles, Coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Acre. Foto: Luan Martins / Sesacre</h6>
</p>
<h2>Estresse vacinal</h2>
<p>Os especialistas da USP concluíram que dois irmãos tinham epilepsia de origem genética e o restante estava sofrendo de uma resposta física involuntária ao estresse, chamada de crise psicogênica não epilética, ou CNEP.</p>
<p>Ou seja, não foi a vacina que causou os sintomas, mas o estresse relacionado ao ato de vacinar, combinado a outras questões pessoais e familiares.</p>
<p>Em uma nota conjunta, as Sociedades Brasileiras de Pediatria e de Imunizações explicam que a CNEP é uma das manifestações das reações de estresse vacinal documentadas desde 1992 em diversos países e relacionadas a diferentes imunizantes. </p>
<p>Mas reforçam que não há nenhuma relação biológica com o material das vacinas. Ainda de acordo com as entidades, não se trata de uma simulação ou exagero, mas de uma condição real que pode até se tornar crônica. Mas elas alertam: </p>
<p>&#8220;Cada vez mais é descrita na literatura médica a influência negativa das redes sociais como meio de propagação de conteúdos, que agem como modelagem ou fatores de gatilho para o surgimento de novos casos. Estes canais também são o meio mais comum pelo qual o movimento antivacina influencia a população com informações falsas sobre as reações psicogênicas, atribuindo a elas caráter &#8216;sequelar&#8217; causado pelo imunobiológico&#8221;</p>
<p>De acordo com a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Mayra Moura, de fato, o movimento antivacina se aproveitou do episódio ocorrido no Acre, espalhando o medo para o restante do país. </p>
<p>Muitos pais já resistiam à vacina por acreditar que ela poderia estimular a &#8220;sexualidade precoce&#8221;, só porque a principal via de transmissão do HPV é a sexual. Foi uma combinação explosiva. </p>
<p>&#8220;A vacinação estava a todo o vapor, dando super certo e para usar um termo que os jovens usam, depois disso, a vacina de HPV &#8220;flopou&#8221;. </p>
<p>Essas questões fizeram com que a vacinação na escola acabasse, e a gente sabe que a melhor estratégia para a vacinação de adolescente é na escola, porque o adolescente não vai ao serviço de saúde&#8221;, lamenta Mayra. </p>
<p>O efeito foi ainda mais devastador no Acre, de acordo com Renata Quiles. Em 2018 e 2019, menos de 10% dos adolescentes do estado compareceram aos postos para se vacinar. </p>
<p>&#8220;O caso teve muita repercussão, mas eu não tive a mesma abertura para trazer à luz o que foi concluído, mostrar o resultado da investigação da USP que confirmou que nada estava relacionado com a vacina&#8221;, lamenta a coordenadora.</p>
<h2>Eventos adversos</h2>
<p>Renata e Mayra destacam que eventos adversos são comuns e esperados para qualquer medicamento, incluindo vacinas. O que determina se esses produtos serão disponibilizados para a população é a gravidade dos episódios, e se os riscos são inferiores aos benefícios.</p>
<p>Isso já é estabelecido na fase de testes, mas continua sendo avaliado depois que a população passa a utilizar o medicamento em larga escala. </p>
<p>No caso da vacina contra o HPV, essa é uma conta indiscutível, de acordo com a gerente médica de vacinas da farmacêutica MSD, Aline Okuma:</p>
<p>&#8220;A taxa de evento adverso é baixa e a efetividade é extremamente alta, de 90% ou mais. E a gente já tem estudos em alguns países mostrando que a incidência do câncer por HPV tem caído depois da introdução da vacina. A gente vê o sucesso&#8221;. </p>
<p>A MSD produz a vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde em parceria com o Instituto Butantan.</p>
<p>&#8220;Nós já temos 20 anos de estudos e de acompanhamento dessa vacina, monitorando todos os riscos e todos os benefícios também. O câncer por HPV é uma doença que pode aparecer de uma forma muito silenciosa, você pode não detectar. A prevenção é essencial&#8221;, complementa Aline. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Acre-luta-para-reverter-desinformacao-e-ampliar-vacinacao-contra-o.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio Branco (AC), 07/05/2026 – Conjunto de vacinas apresentadas durante treinamento incluindo Vacina Varivax (catapora), vacina Febre Amarela, vacina Influenza, vacina contra o HPV e vacina pentavalente no curso Sala de Vacina, da MSD, ministrado em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Conjunto de vacinas apresentadas durante treinamento no curso Sala de Vacina, da MSD, ministrado em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações Mayra Moura explica que o Brasil tem um sistema de farmacovigilância que acompanha todos os eventos supostamente atribuíveis à vacinação ou imunização (Esavis) notificados pelos serviços de saúde. A grande maioria são sintomas leves, já descritos nas bulas das vacinas, como dor no local da aplicação e febre.</p>
<p>&#8220;Os eventos graves passam por uma investigação coordenada pelo Ministério da Saúde, em que o município e o estado participam, pra tentar entender, com exames, histórico de saúde, vendo medicamentos concomitantes que aquela pessoa usou. Depois que todas as informações possíveis são levantadas, é feita uma análise de causalidade, para definir se há uma relação de causa entre a vacina e aquele evento&#8221;. </p>
<p>Na maioria das vezes, essa causalidade não é comprovada e se conclui que a relação é apenas &#8220;temporal&#8221;, ou seja, como a pessoa manifestou os sintomas após tomar alguma vacina, ela deduz que eles foram provocados pelo imunizante.</p>
<p>Mas se trata de uma coincidência. Os sintomas tiveram outra causa e provavelmente também aconteceriam se a pessoa não tivesse se vacinado. </p>
<p>&#8220;Esse protocolo de farmacovigilância sempre existiu na imunização, como a gente continua até hoje investigando e acompanhando, qualquer caso relacionado temporalmente com a vacina HPV. O nosso objetivo, tanto do Ministério quanto das secretarias de Saúde, e dos laboratórios produtores, é oferecer um produto seguro e de qualidade para a população&#8221;, reforça Renata Quiles. </p>
<h2>Recuperação</h2>
<p>Ainda que o episódio de 2017 tenha enfraquecido a confiança da população na vacina, Renata também diz que ele se tornou uma comprovação da sua segurança, já que tanto o imunizante quanto os eventos adversos foram &#8220;incansavelmente investigados&#8221;.</p>
<p>&#8220;Toda essa situação poderia ter sido traumática pra mim, mas só me deu ainda mais segurança para confiar nessa vacina e continuar dizendo o quanto ela é importante para nossos jovens, porque por meio dela nós conseguiremos salvar muitas vidas&#8221;.</p>
<p>Graças ao trabalho constante e &#8220;de formiguinha&#8221; dos profissionais envolvidos com a política de vacinação, as coberturas voltaram a crescer no estado, mas &#8220;a lembrança do passado&#8221; persiste principalmente na capital Rio Branco, onde ocorreu a maioria dos episódios, segundo Renata. </p>
<p>&#8220;O tempo passa e as coisas esfriam. As pessoas viram que a vacina continuou sendo administrada e ninguém mais apresentou nada daquilo. Hoje nós conseguimos conversar e convencer. No passado nem conversar nós conseguiríamos. A população acreana não é hesitante, ela gosta de se vacinar. Ela só se tornou seletiva&#8221;</p>
<p>Um dos focos do trabalho de recuperação das coberturas é a formação dos profissionais de saúde, já que muitos também passaram a acreditar que a vacina oferecia riscos para a população. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1780399687_166_Acre-luta-para-reverter-desinformacao-e-ampliar-vacinacao-contra-o.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio Branco (AC), 07/05/2026 – A enfermeira e fundadora da CapacitaImune, Evelin Plácido durante o curso Sala de Vacina, da MSD, ministrado em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">A enfermeira e fundadora da CapacitaImune, Evelin Plácido durante o curso Sala de Vacina, da MSD, ministrado em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>No começo de maio, foi a vez de trabalhadores que atuam em aldeias indígenas e outras comunidades isoladas receberem uma capacitação que também abordou o tema dos efeitos adversos. </p>
<p>A enfermeira Evelin Plácido, CEO da empresa CapacitaImune e responsável pela capacitação, enfatiza que os profissionais também precisam ser treinados com técnicas de comunicação para que eles consigam transmitir as informações para a população. </p>
<p>&#8220;Eu fui percebendo ao longo do tempo que não adianta você ser um profissional excelente, conhecer tudo de vacina, entender sobre técnicas de aplicação, logística, ter o melhor equipamento, se você não souber se comunicar com as pessoas. Especialmente porque a gente tem vivido um momento de alta na hesitação por causa da desinformação&#8221;.</p>
<p>Algumas estratégias inovadoras também têm ajudado. Em Porto Walter, cidade de 11 mil habitantes, na fronteira com o Peru, a cobertura em 2025 chegou a 72% entre as meninas e 68% entre os meninos. </p>
<p>O coordenador de Imunizações do município Anderson Cleiton Baraúna lançou mão de um argumento bastante persuasivo: </p>
<p>&#8220;A gente se dirigiu às escolas para orientar os jovens sobre a vacina e também convidamos eles para a primeira edição do Cinema da Imunização. Quando eles se vacinavam nas unidades, recebiam um ingresso para ver os filmes, com pipoca e refrigerante. E para aqueles que não puderam ir nas unidades, a gente colocou uma equipe de prontidão na porta do cinema, que vacinava na hora e eles já entravam para assistir o filme&#8221; </p>
<p>Anderson também defende que essas intervenções podem fazer frente à desinformação das redes: </p>
<p>&#8220;Para muitas pessoas, o que tem no YouTube, no TikTok ou no Kwai contra as vacinas, é como se fosse lei. É bastante complicado a gente entrar na mente das pessoas e convencer elas do contrário. Mas a gente está trabalhando e tá conseguindo reverter o jogo. Com a orientação nas escolas e o cinema, nós vacinamos mais de 200 adolescentes. Foi um sucesso&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1780399687_402_Acre-luta-para-reverter-desinformacao-e-ampliar-vacinacao-contra-o.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio Branco (AC), 08/05/2026 – O coordenador de imunizações no município de Porto Valter (AC), Anderson Cleiton Machado Barbosa no curso Sala de Vacina, da MSD, ministrado em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">O coordenador de imunizações no município de Porto Valter (AC), Anderson Cleiton Machado Barbosa no curso Sala de Vacina, da MSD, ministrado em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Prevenção do câncer</h2>
<p>Exemplos como o de Porto Walter e o aumento lento das coberturas no Acre e no Brasil mostram que os malefícios da desinformação podem ser reversíveis, &#8220;mas são necessárias múltiplas estratégias combinadas durante um longo período de tempo para conseguir alguma melhora&#8221;, adverte a diretora da Sbim, Mayra Moura.</p>
<p>Entretanto, vacinar todos os jovens contra o HPV é uma necessidade urgente. Estudo recente mostra que os cânceres causados pelo HPV matam cerca de 7,5 mil brasileiros por ano.</p>
<p>Só o câncer de colo de útero, o mais proeminente deles, deve ter 19 mil novas ocorrências por ano, entre 2026 e 2028. O Acre é o quinto estado com a maior taxa de incidência.</p>
<p>A vacina contra o HPV oferecida pelo SUS protege contra quatro tipos do vírus, incluindo o 16 e o 18, que são os de maior risco. Como 99% dos casos de câncer de colo do útero surgem após a infecção por HPV, a Organização Mundial da Saúde considera que a doença pode ser eliminada com altas coberturas vacinais e rastreamento para descobrir as infecções já existentes antes que elas evoluam para a doença. </p>
<p>A vacinação também pode reduzir drasticamente os novos casos dos outros tipos de câncer associados ao HPV. No SUS, ela está disponível para todas as meninas e meninos, entre 9 e 14 anos e também para pessoas imunodeprimidas, vítimas de abuso sexual, pessoas com papilomatose respiratória recorrente, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e pacientes que já tiveram lesões pré-cancerosas de alto grau.</p>
<p>O Ministério da Saúde também instituiu o resgate vacinal para adolescentes de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada. Mais de 217 mil jovens já foram imunizados.</p>
<p><em>*Equipe viajou ao estado a convite da farmacêutica MSD.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/acre-luta-para-reverter-desinformacao-e-ampliar-vacinacao-contra-o-hpv" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Justiça Federal manda derrubar perfis com desinformação sobre Fiocruz</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-federal-manda-derrubar-perfis-com-desinformacao-sobre-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:24:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal do Rio de Janeiro mandou a Meta, dona da rede social Facebook, a derrubar dois perfis que disseminavam informações falsas sobre pesquisas e vacinas como se fossem comunicados oficiais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).  Segundo os autos do processo, a servidora Isabel de Fátima Alvim Braga alimentava dois perfis com “conteúdos falsos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça Federal do Rio de Janeiro mandou a Meta, dona da rede social Facebook, a derrubar dois perfis que disseminavam informações falsas sobre pesquisas e vacinas como se fossem comunicados oficiais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Justica-Federal-manda-derrubar-perfis-com-desinformacao-sobre-Fiocruz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo os autos do processo, a servidora Isabel de Fátima Alvim Braga alimentava dois perfis com “conteúdos falsos, alarmistas e ofensivos relacionados à saúde pública, à política de imunização e às atividades científicas desenvolvidas pela instituição”, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), que representou a Fiocruz no caso. </p>
<p>As publicações utilizavam a imagem do Castelo Mourisco, símbolo histórico da instituição, e a condição funcional da ré como servidora pública para conferir aparente credibilidade às informações divulgadas, segundo informado pela AGU. </p>
<p>Na Justiça, a Fiocruz alegou que a conduta tinha potencial de induzir a população a erro, comprometer a confiança nas políticas públicas de saúde e atingir a reputação de pesquisadores e servidores. </p>
<p>Pela decisão judicial, as publicações ultrapassaram o campo da crítica e configuraram, em análise preliminar, uma campanha de desinformação contra a Fiocruz. Foi estipulada multa de R$10 mil por dia em caso de descumprimento da decisão pela ré ou pela Meta. </p>
<p>A Agência Brasil tenta contato com a defesa da ré no caso. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/justica-federal-manda-derrubar-perfis-com-desinformacao-sobre-fiocruz" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-federal-manda-derrubar-perfis-com-desinformacao-sobre-fiocruz/">Justiça Federal manda derrubar perfis com desinformação sobre Fiocruz</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Internet precária e falta de identificação são causas de desinformação</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/internet-precaria-e-falta-de-identificacao-sao-causas-de-desinformacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 23:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de acesso à internet ou a conexão de baixa qualidade ainda é uma das principais dificuldades para pessoas se manterem informadas, constatou a pesquisa Dos territórios indígenas às periferias: retratos da desinformação e do consumo de notícias no Brasil, divulgada nesta quarta-feira (13). A falta de conexão do público com os meios de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A falta de acesso à internet ou a conexão de baixa qualidade ainda é uma das principais dificuldades para pessoas se manterem informadas, constatou a pesquisa<em> Dos territórios indígenas às periferias: retratos da desinformação e do consumo de notícias no Brasil</em>, divulgada nesta quarta-feira (13). A falta de conexão do público com os meios de acesso à informação também distancia pessoas das mensagens.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Internet-precaria-e-falta-de-identificacao-sao-causas-de-desinformacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;Mais do que melhorar formatos ou ampliar alcance, o desafio é mudar a lógica: sair de um jornalismo que só &#8216;fala&#8217; para um jornalismo que escuta e constrói junto&#8221;, identificou o levantamento, realizado pela Coalizão de Mídias Periféricas, Faveladas, Quilombolas e Indígenas.</p>
<p>O estudo entrevistou cerca de 1,5 mil pessoas em Santarém (PA), Recife (PE) e São Paulo (SP) e trouxe 16 recomendações para fortalecer o jornalismo e enfrentar a desinformação, além de democratizar a comunicação.</p>
<p>Além da dificuldade de se conectar, problema sugerido por um entre quatro entrevistados, a pesquisa mostra que quem vive nas periferias não consegue diferenciar com facilidade se uma informação é falsa (17%) e ainda relaciona a falta de tempo (16%) à dificuldade de selecionar conteúdos confiáveis.</p>
<p>Quem tem rotina exaustiva e múltiplas funções, caso de muitas mulheres, tem menos tempo para refletir sobre o conteúdo recebido, analisa a pesquisa.</p>
<p>Para enfrentar esse cenário, o estudo da Coalização destaca o potencial do jornalismo local, que detém a confiança da população, assim como compreende a realidade dos territórios, explicou a coordenadora do estudo, Thais Siqueira, diretora da Coalizão.</p>
<p>Segundo o levantamento, a maior parte dos entrevistados busca notícias para entender o que aconteceu no próprio bairro, (17%), depois, para tomar decisões (14%), compartilhar informações (12%), além de ter assuntos em conversas (11%).</p>
<p>Para isso, os meios mais acessados são os aplicativos de mensagens e redes sociais, com destaque para o WhatsApp e o Instagram.</p>
<h2>Regiões</h2>
<p>Entretanto, há diferenças entre as regiões. Em Recife e São Paulo, há mais diversificação entre as plataformas, sites de notícias e redes sociais, enquanto em Santarém prevalece o WhatsApp, a TV aberta e rádio. A pesquisa ressaltou que a situação indica a relevância de mídias tradicionais onde o acesso digital é mais restrito.</p>
<p>O dispositivo mais usado pelo público pesquisado é o celular. A televisão, o computador e o rádio estão na sequência. Os meios tradicionais, ao lado dos sites, assim como pessoas conhecidas, professores e lideranças comunitárias foram reconhecidas no levantamento sobre o acesso à informação como as fontes mais confiáveis na distribuição de notícias verdadeiras.</p>
<p>Os influenciadores digitais estão no fim da fila, depois de grupos de WhatsApp, contrariando expectativas.</p>
<h2>Combate à desinformação</h2>
<p>Embora os meios tradicionais sejam os mais acessíveis e confiáveis, o acesso a eles não garante o combate à desinformação. De acordo com a pesquisa, conteúdos produzidos localmente, respeitando saberes, a pluralidade de formas de expressão e &#8220;os modos coletivos de construir e validar o saber&#8221; têm mais adesão do público.</p>
<p>Esse cenário abre uma oportunidade para valorizar dinâmicas locais, reforça Thais.</p>
<p>&#8220;A confiança passa por relações, experiências e referências locais, e o jornalismo precisa dialogar com isso, em vez de ignorar&#8221;, sintetiza a diretora da Coalizão.</p>
<p>De acordo com Thaís, a pesquisa mostra que combater a desinformação não se resume à checagem de fatos. &#8220;Exige uma reorganização e inclui reconhecer e financiar os sistemas próprios de comunicação&#8221;, afirmou.</p>
<p>Essa é uma das 16 recomendações do estudo, que sugere também a produção de informação em formatos de áudio, vídeos curtos e conteúdos compartilháveis, facilitando o acesso de quem não tem pacote de dados de internet e acessa conteúdos nos celulares apenas pelas plataformas.</p>
<h2>Levantamento</h2>
<p>Para chegar aos resultados apresentados, a Coalização de Mídias capacitou pesquisadores, jornalistas e comunicadores locais. Em Recife, artistas de rua e jovens mães também aplicaram questionários. Os dados foram coletados e analisado a partir de estratégia do Observatório Ibira30 e da Fundação Tide Setubal.</p>
<p>A Coalizão de Mídias é formada por iniciativas de cinco estados brasileiros, são elas: Periferia em Movimento (SP), Desenrola e Não Me Enrola (SP), A Terceira Margem da Rua (SP), Frente de Mobilização da Maré (RJ), Fala Roça (RJ), Rede Tumulto (PE), Mojubá Mídias e Conexões (BA) e Coletivo Jovem Tapajônico (PA).</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/internet-precaria-e-falta-de-identificacao-sao-causas-de-desinformacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/internet-precaria-e-falta-de-identificacao-sao-causas-de-desinformacao/">Internet precária e falta de identificação são causas de desinformação</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Estudo atrela desinformação às críticas contra PL da Misoginia</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/estudo-atrela-desinformacao-as-criticas-contra-pl-da-misoginia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 11:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[às]]></category>
		<category><![CDATA[atrela]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O chamado Projeto de Lei da Misoginia se transformou em alvo de uma ofensiva de desinformação nas redes sociais, coordenada por políticos de direita, segundo levantamento do Observatório Lupa. O estudo identificou narrativas falsas, teorias conspiratórias e conteúdos produzidos com inteligência artificial para atacar o PL aprovado pelo Senado em março deste ano. Entre os dias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O chamado Projeto de Lei da Misoginia se transformou em alvo de uma ofensiva de desinformação nas redes sociais, coordenada por políticos de direita, segundo levantamento do Observatório Lupa. O estudo identificou narrativas falsas, teorias conspiratórias e conteúdos produzidos com inteligência artificial para atacar o PL aprovado pelo Senado em março deste ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Estudo-atrela-desinformacao-as-criticas-contra-PL-da-Misoginia.gif?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="167683313" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p>Entre os dias 24 de março e 30 de abril de 2026, os pesquisadores coletaram mais de 289 mil publicações no X sobre o tema. Também foram analisados 6,3 mil posts no Facebook, 2,9 mil no Instagram e mil no Threads.</p>
<p>A partir desse conjunto de dados, o observatório identificou “picos de desinformação, tendências narrativas e padrões de comportamento” nas plataformas digitais. O projeto em discussão no Congresso é o PL 896/2023, que define misoginia como “a conduta que exterioriza ódio ou aversão às mulheres”.</p>
<p>Caso seja aprovado pela Câmara sem alterações, o texto passará a incluir a “condição de mulher” na Lei do Racismo (Lei 7.716/1989), prevendo pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa, para práticas enquadradas como misóginas.</p>
<p>Segundo a Lupa, o principal pico de engajamento da campanha de desinformação ocorreu em 25 de março, um dia após a aprovação da proposta no Senado, impulsionado por um vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).</p>
<p>O parlamentar associou ao PL da Misoginia trechos de outro projeto de lei, o PL 4224/2024, da senadora Ana Paula Lobato, que tratava da Política Nacional de Combate à Misoginia, mas que não fazia parte do texto aprovado no Senado.</p>
<p>De acordo com o levantamento, a publicação alcançou ao menos 751 mil visualizações em apenas 24 horas. Posteriormente, o vídeo foi apagado e republicado sem o trecho relacionado ao outro projeto.</p>
<p>O estudo também aponta que uma das principais narrativas disseminadas nas redes foi a de que o projeto restringiria a liberdade de expressão e poderia ser utilizado para “perseguir a direita”.</p>
<p>Outra linha recorrente de desinformação afirmava que perguntar a uma mulher se ela estava com TPM poderia levar alguém à prisão.</p>
<p>“As publicações mais virais sobre o PL da Misoginia têm explorado, sobretudo, o medo como motor de engajamento”, afirma o relatório.</p>
<p> Segundo os pesquisadores, conteúdos falsos sugeriam ainda que a proposta provocaria “demissões em massa” de mulheres ou criminalizaria trechos da Bíblia. A pesquisa identificou o uso de inteligência artificial para criar vídeos falsos sobre supostas consequências da proposta. Um dos exemplos citados envolve publicações alegando que empresários teriam começado a demitir mulheres para evitar processos relacionados à futura legislação.</p>
<p>Entre os atores mais influentes na circulação desses conteúdos aparecem, além de Nikolas Ferreira, o senador Flávio Bolsonaro (PL), o vereador paulistano Lucas Pavanato (PL), o comentarista político Caio Coppola e a influenciadora Babi Mendes. O relatório destaca o crescimento de termos associados à cultura misógina “redpill”, que retrata o projeto como uma ameaça aos homens.</p>
<p>Também foram identificadas menções recorrentes a aplicativos de transporte, em tom irônico, sugerindo medo de acusações falsas em interações cotidianas.</p>
<p>Para os pesquisadores, as postagens ignoram um ponto central do projeto: a misoginia, no escopo da proposta, está relacionada a práticas discriminatórias que gerem “constrangimento, humilhação, medo ou exposição indevida” em razão do gênero.</p>
<p>“Ao ignorar esse contexto, as postagens distorcem o debate e ampliam a desinformação”, conclui o estudo.</p>
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		<item>
		<title>Desinformação sobre PL da Misoginia cresce nas redes, diz estudo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/desinformacao-sobre-pl-da-misoginia-cresce-nas-redes-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 12:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[cresce]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O chamado Projeto de Lei da Misoginia se transformou em alvo de uma ofensiva de desinformação nas redes sociais, coordenada por políticos de direita, segundo levantamento do Observatório Lupa. O estudo identificou narrativas falsas, teorias conspiratórias e conteúdos produzidos com inteligência artificial para atacar o PL aprovado pelo Senado em março deste ano. Entre os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O chamado Projeto de Lei da Misoginia se transformou em alvo de uma ofensiva de desinformação nas redes sociais, coordenada por políticos de direita, segundo levantamento do Observatório Lupa. O estudo identificou narrativas falsas, teorias conspiratórias e conteúdos produzidos com inteligência artificial para atacar o PL aprovado pelo Senado em março deste ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Desinformacao-sobre-PL-da-Misoginia-cresce-nas-redes-diz-estudo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre os dias 24 de março e 30 de abril de 2026, os pesquisadores coletaram mais de 289 mil publicações no X sobre o tema. Também foram analisados 6,3 mil posts no Facebook, 2,9 mil no Instagram e mil no Threads.</p>
<p>A partir desse conjunto de dados, o observatório identificou “picos de desinformação, tendências narrativas e padrões de comportamento” nas plataformas digitais. O projeto em discussão no Congresso é o PL 896/2023, que define misoginia como “a conduta que exterioriza ódio ou aversão às mulheres”.</p>
<p>Caso seja aprovado pela Câmara sem alterações, o texto passará a incluir a “condição de mulher” na Lei do Racismo (Lei 7.716/1989), prevendo pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa, para práticas enquadradas como misóginas.</p>
<p>Segundo a Lupa, o principal pico de engajamento da campanha de desinformação ocorreu em 25 de março, um dia após a aprovação da proposta no Senado, impulsionado por um vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).</p>
<p>O parlamentar associou ao PL da Misoginia trechos de outro projeto de lei, o PL 4224/2024, da senadora Ana Paula Lobato, que tratava da Política Nacional de Combate à Misoginia, mas que não fazia parte do texto aprovado no Senado.</p>
<p>De acordo com o levantamento, a publicação alcançou ao menos 751 mil visualizações em apenas 24 horas. Posteriormente, o vídeo foi apagado e republicado sem o trecho relacionado ao outro projeto.</p>
<p>O estudo também aponta que uma das principais narrativas disseminadas nas redes foi a de que o projeto restringiria a liberdade de expressão e poderia ser utilizado para “perseguir a direita”.</p>
<p>Outra linha recorrente de desinformação afirmava que perguntar a uma mulher se ela estava com TPM poderia levar alguém à prisão.</p>
<p>“As publicações mais virais sobre o PL da Misoginia têm explorado, sobretudo, o medo como motor de engajamento”, afirma o relatório.</p>
<p> Segundo os pesquisadores, conteúdos falsos sugeriam ainda que a proposta provocaria “demissões em massa” de mulheres ou criminalizaria trechos da Bíblia. A pesquisa identificou o uso de inteligência artificial para criar vídeos falsos sobre supostas consequências da proposta. Um dos exemplos citados envolve publicações alegando que empresários teriam começado a demitir mulheres para evitar processos relacionados à futura legislação.</p>
<p>Entre os atores mais influentes na circulação desses conteúdos aparecem, além de Nikolas Ferreira, o senador Flávio Bolsonaro (PL), o vereador paulistano Lucas Pavanato (PL), o comentarista político Caio Coppola e a influenciadora Babi Mendes. O relatório destaca o crescimento de termos associados à cultura misógina “redpill”, que retrata o projeto como uma ameaça aos homens.</p>
<p>Também foram identificadas menções recorrentes a aplicativos de transporte, em tom irônico, sugerindo medo de acusações falsas em interações cotidianas.</p>
<p>Para os pesquisadores, as postagens ignoram um ponto central do projeto: a misoginia, no escopo da proposta, está relacionada a práticas discriminatórias que gerem “constrangimento, humilhação, medo ou exposição indevida” em razão do gênero.</p>
<p>“Ao ignorar esse contexto, as postagens distorcem o debate e ampliam a desinformação”, conclui o estudo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/desinformacao-sobre-pl-da-misoginia-cresce-nas-redes-diz-estudo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>IA acelera desinformação e ameaça democracias, alerta pesquisa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ia-acelera-desinformacao-e-ameaca-democracias-alerta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:29:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acelera]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O rosto é igual. A voz, também. Mas a informação é suspeita. As ferramentas de inteligência artificial (IA) elevaram a necessidade de desconfiança dos conteúdos que cada um de nós recebe de diferentes formas, como em nenhum outro momento da história. Quem diz isso são os próprios profissionais que fazem checagem de informação. Eles recomendam desconfiança.  Um [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ia-acelera-desinformacao-e-ameaca-democracias-alerta-pesquisa/">IA acelera desinformação e ameaça democracias, alerta pesquisa</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O rosto é igual. A voz, também. Mas a informação é suspeita. As ferramentas de inteligência artificial (IA) elevaram a necessidade de desconfiança dos conteúdos que cada um de nós recebe de diferentes formas, como em nenhum outro momento da história. Quem diz isso são os próprios profissionais que fazem checagem de informação. Eles recomendam desconfiança. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IA-acelera-desinformacao-e-ameaca-democracias-alerta-pesquisa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Um retrato disso está em um levantamento, divulgado nesta semana, feito a partir de 1.294 checagens profissionais em pelo menos dez idiomas, produzido pela Agência Lupa (veículo especializado nesse tipo de atividade). O mapeamento tem o título &#8220;O impacto da IA no Fact-checking Global&#8221;. </p>
<p>O resultado desse painel é que 81,2% dos casos de desinformação com tecnologias de inteligência artificial surgiram apenas nos últimos dois anos (entre janeiro de 2024 e março de 2026). Eleições, guerras e golpes foram os assuntos mais recorrentes. </p>
<p>Segundo a gerente de inovação e formação da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, a IA está redefinindo o campo da desinformação em escala global.</p>
<p>“A imensa maioria das peças que são analisadas pelos checadores acaba levando a etiqueta de falso ou de enganoso. A IA dificilmente tem sido feita para impulsionar conteúdos verdadeiros”, disse em entrevista à Agência Brasil. </p>
<h2>Além de vídeos</h2>
<p>Outra observação da pesquisadora, fundadora da Lupa, é que a desinformação chega ao público em diferentes formatos (além de vídeos, áudios curtos, fotos e textos).  Uma preocupação é sobre o uso dessas tecnologias nos períodos eleitorais no mundo todo. Para ela, são utilizações que ameaçam democracias. </p>
<p>“Este é um ano eleitoral importante no Brasil e em outros parceiros da região”. Ela cita os processos nos Estados Unidos, no Peru, na Costa Rica e na Colômbia. Esse cenário vai impactar a vida dos checadores desses países e também dos eleitores.</p>
<p>“Eles vão receber uma enxurrada de conteúdos com IA e com grande chance de essas peças serem, na verdade, grandes falsidades”, acrescenta.</p>
<p>Segundo ela, isso significa que o uso de IA para manipular conteúdos deixou de ser pontual e passou a integrar de forma permanente o ambiente da desinformação digital. O volume de checagens que flagraram esse tipo de mentira cresceu de 160 casos (em 2023) para 578 (em 2025). Até março deste ano, já havia 205 verificações.</p>
<h2>Mentiras em diferentes línguas</h2>
<p>O estudo não tem recorte geográfico, mas linguístico. Em inglês, foram flagrados 427 casos de desinformação por IA e <em>deepfakes</em> (substituição de rosto e voz, por exemplo). Em espanhol, foram 198, e em português, 111. </p>
<p>A pesquisadora defende que o mais importante neste momento é a propagação de educação midiática. Ela afirma que os projetos de checagem mundo afora apoiam legislações que busquem promover, incentivar e estimular a sociedade a compreender o que pode ser falso nas postagens. A educação midiática faria um papel semelhante ao de uma vacina. </p>
<p>“A gente precisa que a vacina contra a desinformação, que é, na verdade, a informação de qualidade, chegue antes para que as pessoas possam estar preparadas e resilientes quando elas virem a mentira em formato de IA”, ressalta Cristina Tardáguila.</p>
<h2>Educação midiática como solução</h2>
<p> Para isso, ela vê a necessidade de uma política pública que contemple intervenção de educação midiática e literacia &#8211; habilidade de ler, escrever, interpretar e utilizar a linguagem de forma eficiente.  Esse seria um papel a ser implementado nas escolas com urgência. </p>
<p>Além do papel do poder público, as empresas de comunicação tradicionais podem colaborar também, além das agências de checagem. “O importante é ressaltar que a checagem precisa seguir critérios fixos de transparência e rigor”. O estudo levou em conta as checagens publicadas e indexadas pelo Google no Fact Check Explorer (ferramenta de busca gratuita para verificação de informações desmentidas). </p>
<p>“Não tenho a menor dúvida de que 2026 é um ano em que veremos cada vez mais IA. É bom que o brasileiro saiba disso, se prepare, esteja ativo e capaz de identificar a desinformação”, considerou. </p>
<p>A pesquisadora entende que qualquer cidadão pode fazer uma checagem quando tiver dúvida da legitimidade da informação que receber. A própria Agência Lupa criou um curso gratuito para iniciantes. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/ia-acelera-desinformacao-e-ameaca-democracias-alerta-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Desinformação sobre câncer de pele afeta diagnóstico, diz instituição</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/desinformacao-sobre-cancer-de-pele-afeta-diagnostico-diz-instituicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afeta]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[sobre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Fundação do Câncer afirmam que os bancos de dados oficiais sobre a doença no Brasil carecem de informações relevantes para o diagnóstico precoce e o tratamento da doença que, só em 2023, matou a 5.588 pessoas no país. Ao analisar dados dos Registros Hospitalares de Câncer (RHC), do Integrador dos Registros Hospitalares de Câncer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores da Fundação do Câncer afirmam que os bancos de dados oficiais sobre a doença no Brasil carecem de informações relevantes para o diagnóstico precoce e o tratamento da doença que, só em 2023, matou a 5.588 pessoas no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Desinformacao-sobre-cancer-de-pele-afeta-diagnostico-diz-instituicao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ao analisar dados dos Registros Hospitalares de Câncer (RHC), do Integrador dos Registros Hospitalares de Câncer (IRHC) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade, epidemiologistas e estatísticos a instituição identificaram lacunas consideradas relevantes na definição de políticas públicas de prevenção. Entre elas, a falta de informações sobre raça e cor da pele (mais de 36% dos casos) e escolaridade (cerca de 26%) dos pacientes.</p>
<p>“As informações são importantes em um país como o nosso, onde a radiação ultravioleta é muito alta ou extremamente alta&#8221;, afirma, em nota, o epidemiologista Alfredo Scaff, coordenador do estudo.</p>
<p>Segundo Scaff, os dados podem direcionar ações de prevenção e até auxiliar na detecção e tratamento precoces do câncer de pele, contribuindo para a redução do diagnóstico tardio.</p>
<p>A Região Sudeste (ES, MG, RJ e SP) foi a que apresentou maior percentual de falta de informações sobre raça/cor da pele, tanto para casos de câncer de pele não melanoma (66,4%) quanto para o mais grave, porém mais raro, o melanoma (68,7%).</p>
<p>“Essa incompletude limita análises mais precisas sobre desigualdades raciais.”</p>
<p>A região Centro-Oeste (DF; GO; MS e MT) foi a que apresentou o maior percentual de falta de informaçção sobre escolaridade, tanto em casos de câncer não melanoma (74%) quanto do tipo melanoma (67%).</p>
<p>Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pele é o mais comum no Brasil.</p>
<p>Os principais tipos são os carcinomas basocelular (que atinge as células basais, localizadas na camada mais superficial da pele) e espinocelular (que se desenvolve nas chamadas células escamosas, também localizadas na epiderme). Já o melanoma, que se origina nos melanócitos (células produtoras de melanina), é menos frequente, mas apresenta maior agressividade e potencial de disseminação.</p>
<p>O Inca estima que, entre 2026 e 2028, devem ser registrados, anualmente, cerca de 263.282 novos casos de câncer de pele não melanoma e 9.360 de câncer melanoma. A previsão é que a maioria seja identificada na região Sul (PR; RS e SC) que, em 2024, apresentou as mais elevadas taxas de mortalidade por câncer de pele melanoma, sobretudo entre homens.</p>
<h2>Estudo</h2>
<p>Com base em dados oficiais do Inca, a Fundação do Câncer aponta, em estudo divulgado hoje (14), que, entre 2014 e 2023, foram registrados 452.162 casos de câncer de pele no Brasil.</p>
<p>A doença é mais comum entre pessoas a partir dos 50 anos de idade. O câncer de pele não melanoma vitima mais aos homens, enquanto o do tipo melanoma afeta homens e mulheres indistintamente, em todas as regiões.</p>
<p>A exposição à radiação ultravioleta é o principal fator de risco para todos os tipos de câncer de pele. O perigo varia conforme a cor da pele, sendo maior em indivíduos de pele clara, e depende da intensidade e do padrão de exposição solar. Outros fatores estão relacionados ao histórico familiar da doença, presença de pintas benignas com aparência irregular (nevos displásicos); múltiplos e histórico de queimaduras solares intensas e fatores de risco ocupacionais e ambientais, como a exposição a alguns produtos.</p>
<p>“Como a radiação ultravioleta é o principal fator de risco para o câncer de pele, logo vêm à mente das pessoas duas coisas: praia e protetor solar, mas esse não é o único meio de risco e proteção”, alerta Scaff.</p>
<p>“É prioritário pensarmos que pessoas que trabalham ao ar livre têm grande risco de desenvolver o câncer de pele, como garis, policiais, trabalhadores da construção civil e da agricultura, entre outros. O agro é muito forte no Brasil. Portanto, temos que pensar no protetor solar, mas também nos demais equipamentos de proteção individual, como blusas, chapéus e até óculos com proteção UV”, disse. O pesquisador destacou ainda o risco da exposição a fontes artificiais, como câmaras de bronzeamento.</p>
<p>“Uma exposição intensa e intermitente, especialmente com queimaduras solares na infância e adolescência, aumenta o risco de melanoma, enquanto a exposição crônica está mais associada aos cânceres de pele não melanoma.”</p>
<p>A Agência Brasil aguarda por uma manifestação do Ministério da Saúde, que ainda está analisando os resultados da pesquisa da Fundação do Câncer. Clique aqui para acessar o estudo completo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/desinformacao-sobre-cancer-de-pele-afeta-diagnostico-diz-instituicao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ipea faz pesquisa para combater desinformação sobre políticas públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 20:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Servidores públicos que ocupam cargo em comissão ou função de confiança da administração pública federal devem participar de pesquisa inédita sobre os efeitos das campanhas de desinformação na internet contra políticas públicas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Ipea-faz-pesquisa-para-combater-desinformacao-sobre-politicas-publicas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A iniciativa é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os servidores que compõem o universo do estudo receberam, no começo de abril, pelo aplicativo SouGov, convite para participar do estudo.</p>
<p>As respostas serão aceitas até o dia 2 de junho. O preenchimento do questionário leva cerca de 15 minutos. A pesquisa é anônima e confidencial, sem coleta de dados pessoais, e está de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados e com a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Saúde para levantamentos em ciências humanas e sociais.</p>
<h2>Além do debate eleitoral</h2>
<p>Divulgação do Ipea explica que o interesse sobre o tema se deve ao fato que “a desinformação deixou de ser um fenômeno restrito ao debate eleitoral ou às redes sociais e passou a impactar diretamente a formulação, a implementação e a legitimidade das políticas públicas&#8221;.</p>
<p>De acordo com o instituto, a pesquisa Desinformação e Políticas Públicas tem os seguintes propósitos:</p>
<ul>
<li>mapear como servidores e gestores públicos percebem, vivenciam e lidam com episódios de desinformação no cotidiano institucional, bem como os impactos desse fenômeno sobre os processos de formulação, implementação e avaliação de políticas públicas;</li>
<li>conhecer efeitos sobre a exposição a informações imprecisas ou enganosas, e as estratégias existentes (ou ausentes) de enfrentamento à desinformação no âmbito dos órgãos federais;</li>
<li>avaliar a gravidade da desinformação para a sociedade e para as políticas públicas e os impactos da desinformação sobre decisões, comunicação e implementação de políticas.</li>
</ul>
<p>O relatório final deverá ser apresentado em novembro, após o período eleitoral.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/estudo-recomenda-ampliacao-de-politicas-afirmativas-em-santa-catarina" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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