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	<title>Dez Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Dez Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Adolescente de 16 anos desaparece após sair de escola no bairro Parque Dez, em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:11:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) divulgou, nesta segunda-feira (22), a imagem da adolescente Sara de Souza Nunes, de 16 anos, que está desaparecida desde a última quarta-feira (17), após sair da escola onde estuda, no bairro Parque Dez de Novembro, zona centro-sul de Manaus. Segundo a Delegacia Especializada em Proteção à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus (AM) – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) divulgou, nesta segunda-feira (22), a imagem da adolescente Sara de Souza Nunes, de 16 anos, que está desaparecida desde a última quarta-feira (17), após sair da escola onde estuda, no bairro Parque Dez de Novembro, zona centro-sul de Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), Sara foi vista pela última vez por volta das 11h15, depois de deixar a unidade de ensino localizada na rua Raimundo Polari.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Desaparecimento</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Desde então, familiares e autoridades buscam informações que possam ajudar a localizar a adolescente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil reforça que o registro de desaparecimento pode ser feito imediatamente em qualquer delegacia, sem necessidade de aguardar 24 horas. Para registrar a ocorrência, é importante apresentar documentos pessoais da pessoa desaparecida, além de informações sobre o último local onde ela foi vista, características físicas e, de preferência, uma fotografia recente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Informações</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A Depca solicita que qualquer informação sobre o paradeiro de Sara de Souza Nunes seja comunicada pelos seguintes canais:</p>
<li>(92) 99962-2441 – Depca</li>
<li>197 – Polícia Civil do Amazonas</li>
<li>(92) 3667-7575 – Polícia Civil</li>
<li>181 – Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM)</li>
<p class="wp-block-paragraph">O sigilo da identidade do denunciante é garantido.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque são capa de revista nacional</p>
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		<title>Ebola: dez países africanos estão sob alto risco, diz agência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ebola-dez-paises-africanos-estao-sob-alto-risco-diz-agencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 18:56:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[africanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dez países africanos estão sob alto risco em meio aos surtos de ebola registrados na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda. A avaliação é do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do continente (CDC Africa, na sigla em inglês). “Temos dois países afetados e 10 países com alto risco”, disse o presidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dez países africanos estão sob alto risco em meio aos surtos de ebola registrados na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda. A avaliação é do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do continente (CDC Africa, na sigla em inglês).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Ebola-dez-paises-africanos-estao-sob-alto-risco-diz-agencia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Temos dois países afetados e 10 países com alto risco”, disse o presidente da entidade, Jean Kaseya, durante entrevista coletiva, citando:</p>
<ul>
<li>Sudão do Sul,</li>
<li>Ruanda,</li>
<li>Quênia,</li>
<li>Zâmbia,</li>
<li>República Centro-Africana,</li>
<li>Tanzânia,</li>
<li>Etiópia,</li>
<li>Angola,</li>
<li>Congo e</li>
<li>Burundi.</li>
</ul>
<p>Segundo Kaseya, fatores como a proximidade com áreas afetadas pelo ebola e a existência de rotas de viagem ou rotas comerciais, além de fronteiras com baixo monitoramento de casos suspeitos contribuem para a classificação de alto risco.</p>
<p>Os demais países do continente, de acordo com o presidente do CDC Africa, foram classificados como em risco de registrar casos importados da doença. “Dependendo da forma como os surtos evoluírem, podemos reconsiderar essa classificação”.</p>
<h2>República Democrática do Congo</h2>
<p>Na sexta-feira (23), a Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou de “alto” para “muito alto” o risco imposto pelo surto de ebola na República Democrática do Congo. O anúncio foi feito pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.</p>
<p>“O surto de ebola da República Democrática do Congo está se espalhando rápido. Anteriormente, a OMS havia avaliado o risco como alto nos níveis nacional e regional e como baixo a nível global”, disse, em pronunciamento.</p>
<p>Dados da OMS mostram que, até o momento, 82 casos de ebola foram confirmados na RDC, além de sete mortes. “Mas sabemos que a epidemia no país é muito maior. Há quase 750 casos suspeitos e 177 mortes suspeitas”, destacou o diretor-geral.</p>
<h2>Uganda</h2>
<p>O Ministério da Saúde de Uganda reportou neste sábado (23) mais três casos confirmados no país, incluindo um profissional de saúde, um motorista e uma mulher congolesa que havia visitado a província de Ituri, na República Democrática do Congo.</p>
<p>Com isso, a OMS atualizou para cinco o número de casos confirmados de ebola em Uganda. “Neste momento crítico da resposta ao surto, é vital que as autoridades mantenham alta vigilância para controlar a expansão do vírus”, avaliou Tedros.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/ebola-dez-paises-africanos-estao-sob-alto-risco-diz-agencia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Nove em cada dez moradores de comunidade reprovam operações violentas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nove em cada dez moradores de comunidades do Rio reprovam operações policiais com confronto armado, nos moldes das que vêm sendo realizadas nos últimos anos, na capital fluminense.  Os dados são de uma pesquisa inédita realizada por seis organizações da sociedade civil, que ouviu moradores de quatro comunidades sobre essas operações. O levantamento Por que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nove em cada dez moradores de comunidades do Rio reprovam operações policiais com confronto armado, nos moldes das que vêm sendo realizadas nos últimos anos, na capital fluminense. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são de uma pesquisa inédita realizada por seis organizações da sociedade civil, que ouviu moradores de quatro comunidades sobre essas operações.</p>
<p>O levantamento <em>Por que moradores de favelas aprovam ou reprovam operações policiais com confronto armado?</em> foi divulgado nesta quarta-feira (20).</p>
<p>Foram entrevistados presencialmente 4.080 moradores do Complexo do Alemão, Complexo da Penha e da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, além da Rocinha, na zona sul, entre os dias 13 e 31 de janeiro deste ano, distribuídos de forma igualitária: 1.020 entrevistados em cada uma das comunidades. O estudo foi coordenado pela diretora fundadora da Redes da Maré, Eliana Sousa Silva.</p>
<p>O confronto bélico que vem se estabelecendo ao longo do tempo motivou a realização desse estudo. Somente na Maré, entre 2023 e 2025, ocorreu um total de 92 operações policiais com confronto, mortes e pessoas feridas.</p>
<p>Segundo Eliana Silva, “não se pode pensar que o morador que reside ali, que precisa sair todos os dias para trabalhar, levar o filho na escola, que ele aprova esse tipo de operação simplesmente, sem entender e contextualizar. Nos preocupa que essa ideia seja generalizada dessa maneira”, expôs à Agência Brasil.</p>
<h2>Brutalidade</h2>
<p>Os resultados mostram que 73% dos moradores dos complexos do Alemão e da Penha, da Maré e da Rocinha não concordam com o atual tipo de operação policial, enquanto 25% disseram concordar e 2% não responderam.</p>
<p>Quando questionados se as operações devem ser realizadas seguindo o modelo atual, 92% reprovaram, 68% disseram que as operações precisam ser realizadas de outra forma e, para 24%, não deveriam ser realizadas operações policiais em favelas.</p>
<p>Mesmo entre os que concordam com as operações, apenas 20% defendem o modelo atual. Eliana ressaltou a necessidade de se entender o processo para além do modo como esse tipo de intervenção foi sendo considerada, historicamente, como a única forma atuação da polícia nas favelas.</p>
<p>Eliana destacou que para boa parte da população, os moradores de favelas são representados de forma muito negativa. Isso acaba levando à crença de que o confronto armado é a melhor forma de se enfrentar o crime nessas regiões. No entanto, os efeitos dessas operações na vida cotidiana dos moradores não é considerado. </p>
<p>Para 91% dos moradores há excessos e ilegalidades por parte da polícia nessas operações. A percepção é compartilhada por 85% daqueles que apoiam as operações. Para 90% dos entrevistados, os excessos são inaceitáveis. Dentre os que discordam das operações, 95% repudiam a brutalidade. </p>
<p>Já entre os que concordam com operações nas favelas, 74% condenam os excessos policiais: “Ou seja, concordar com as operações não significa aceitar violência”, indica a pesquisa.</p>
<p>Não há, segundo Eliana Silva, uma solução para o enfrentamento ao crime organizado se não se pensar a cidade de uma maneira mais ampliada e coletiva.</p>
<p>“Ela está focalizada. O problema são as favelas. E os próprios moradores acabam influenciados por essa visão que é passada também pela mídia”, apontou.</p>
<p>No entanto, quando questionados sobre os abusos policiais e as violações de direitos, a maioria dirá que não concorda.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 – Sepultamento de Ravel Rios uma das vitimas da operação contenção, no cemitério de cemitério de Inhaúma.&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Sepultamento de vítima da Operação Contenção – a mais violenta e letal da capital fluminense, que deixou mais de 120 mortos  &#8211; Joédson Alves/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Direitos</h2>
<p>O objetivo do levantamento, segundo os realizadores, é pensar como esse trabalho de combate ao crime vem afetando os moradores das comunidades que, muitas vezes, ficam sem condições de sair para o trabalho ou para a escola. </p>
<p>Desde 2016, as organizações de base comunitária que atuam diretamente nos territórios pesquisados vêm tentando identificar a forma como esses confrontos impactam essas comunidades e produzir conhecimento em torno dessa questão.</p>
<p>“A gente vê uma escalada em relação a esses enfrentamentos, à maneira como a violência vem acontecendo e, também, à naturalização disso”, comentou Eliana Silva.</p>
<p>A coordenadora do estudo cita o impacto na educação. Com 140 mil habitantes, o Complexo da Maré, por exemplo, consolidou um conjunto de escolas municipais para atender a comunidade.</p>
<p>“Essas escolas existem, mas não funcionam dentro da qualidade que precisam porque fecham e ficam 30 dias sem aulas, 40 dias sem aulas”.</p>
<p>Para Eliana Silva, a pesquisa quer mostrar que o morador dessas comunidades precisa ser preservado como um sujeito que tem o direito à cidade.</p>
<p>A restrição de circulação aparece como o mais recorrente impacto das operações policiais na vida dos moradores, apontado por 51% dos que discordam das operações e por 41,5% entre os que concordam.</p>
<p>Em seguida, aparece a invasão ou violação de domicílio, estabelecimento comercial ou veículo, citado por 37,5% entre os que discordam e 22,9% entre os que concordam com as operações.</p>
<p>Tiroteios recorrentes e balas perdidas foram apontados por 30,5% dos que discordam e por 20,7% dos moradores que disseram concordar com essas intervenções policiais.</p>
<h2>Ano eleitoral</h2>
<p>Somente em 2025, a letalidade na Maré aumentou 58% em relação a 2024. Eliana Sousa Silva defende que é preciso pensar em maneiras alternativas de combate ao crime nas favelas sem o emprego de mais armas e mais fuzis.</p>
<p>Eliana Silva citou o direcionamento de emendas parlamentares para compra de fuzis, por exemplo, para a polícia do Rio de Janeiro.</p>
<p>“É muito questionável quando a gente vê que o dinheiro público, que deveria ser direcionado para aumentar a capacidade e o acesso das pessoas a políticas públicas está sendo destinado à compra de mais armas para a polícia”.</p>
<p>Na operação mais letal que a capital fluminense registrou – nos complexos do Alemão e da Penha, em outubro do ano passado, com 122 mortos –, ficou claro que o morador de favela não corrobora e nem concorda com esse tipo de confronto, assegurou a diretora fundadora da Redes da Maré.</p>
<p>”Eu acho que todos nós, que temos origem na favela, ficamos muito incomodados com esse processo”.</p>
<p>Perguntados se operações semelhantes devem se repetir 85% dos moradores disseram que não, 7% responderam que às vezes e 7% afirmaram que sim.</p>
<p>Para Eliana Silva, neste ano eleitoral, a questão da segurança pública deve ter bastante repercussão.</p>
<p>“Porque nós temos candidatos que já pensam que a questão da segurança pública é entrar nas favelas querendo destruir lá o traficante ou a milícia, mas eles não querem saber do morador. E é exatamente isso que tem que ser trabalhado”.</p>
<p>Ela defende a importância de o eleitor conhecer os projetos dos candidatos no que se refere à violência e ao enfrentamento ao crime organizado e desconfiar do que está sendo prometido.</p>
<h2>Racismo</h2>
<p>Eliana Silva destaca que embora as políticas públicas e os recursos públicos devessem ser distribuídos entre toda a população de forma isonômica, não é isso que ocorre. Com isso, o que se observa é uma condição de subalternidade de alguns cidadãos, como os moradores de favela, que têm seu principal direito – o direito à vida – ameaçado durante operações com confronto bélico.</p>
<p>“No caso dos moradores de favela, das pessoas empobrecidas, há claramente um projeto de enfrentamento que gera, em muitos casos, processos genocidas, processos de chacina. Então, a gente chama atenção também para isso, porque está lutando muito pelo direito à vida”.</p>
<p>Observando o recorte racial dos entrevistados, percebe-se que a discordância em relação às operações policiais alcança 81% entre as pessoas pretas, embora seja majoritária entre todos os grupos raciais. Já a concordância com esses operações teve o maior percentual (30%) registrado entre as pessoas brancas.</p>
<p>O estudo revela também que a percepção de racismo nas operações policiais é majoritária. Questionados se há racismo no modo como as operações são planejadas e realizadas nas favelas, 61% disseram que sim, 13% às vezes e 25% que não.</p>
<p>Os mais jovens são os que mais discordam das operações policiais nas favelas. Entre aqueles de 18 a 29 anos, atinge 79% são contra. De acordo com o estudo, esse número pode estar relacionado à maior exposição (direta ou indireta) às dinâmicas da violência motivadas pelas operações policiais.</p>
<p>“Seja porque são eles que estão nos espaços públicos no momento em que a polícia entra, seja porque são alvos de processos de criminalização, ou ainda pela proximidade com outros jovens – faixa etária que concentra a maioria das vítimas nesses casos”, cita a pesquisa.</p>
<h2>Medo</h2>
<p>O medo da polícia também foi abordado no levantamento. “Eu lembro quando o blindado começou a ser utilizado como a única forma de ficar na favela e ele foi chamado de caveirão. A gente fez muitas conversas com as crianças sobre isso e o próprio nome quer passar um sentimento de medo”, recorda Eliana.</p>
<p>No total, 78% dos moradores das quatro favelas declararam sentir pouco ou bastante medo da polícia nas operações, alcançando 85% entre aqueles que são contrários às operações e 59% entre os favoráveis.</p>
<p>Há uma evidente inversão na percepção do papel do Estado na proteção do cidadão, que se repete quando os moradores são questionados sobre indignação ou revolta em relação às operações: 50% dos entrevistados disseram sentir bastante indignação, 25% um pouco e 24% afirmaram não sentir indignação ou revolta.</p>
<p>Entre os que concordam com as operações, 61% afirmaram sentir indignação ou revolta em relação aos grupos armados. Chama a atenção, entretanto, que nesse mesmo grupo, o medo das forças policiais (59%) supere o medo dos grupos armados (53%).</p>
<p>Isso evidencia que, mesmo entre quem apoia as operações, a polícia é vista como fonte de medo mais frequente do que os próprios grupos armados que as operações visam combater. O que se deduz disso é que os moradores de favelas convivem com duas formas de violência: dos policiais e dos criminosos.</p>
<h2>Entidades</h2>
<p>A pesquisa foi feita pela organizações Fala Roça (Rocinha), Frente Penha, Instituto Papo Reto (Alemão), Instituto Raízes em Movimento (Alemão), Redes da Maré e A Rocinha Resiste, que têm atuação direta nos territórios pesquisados.</p>
<p>O estudo teve apoio da Cátedra Patrícia Acioli da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), Fundação Tide Setúbal, Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (Geni) da Universidade Federal Fluminense (UFF), Instituto Fogo Cruzado, Laboratório de Análise da Violência, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Open Society Foundations.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasil tem menor número de homicídios e latrocínios em dez anos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-tem-menor-numero-de-homicidios-e-latrocinios-em-dez-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 17:41:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou, no primeiro trimestre de 2026, o menor número de homicídios dolosos e latrocínios (roubos seguidos de morte) dos últimos dez anos para o período de janeiro a março. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com base no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública. De acordo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou, no primeiro trimestre de 2026, o menor número de homicídios dolosos e latrocínios (roubos seguidos de morte) dos últimos dez anos para o período de janeiro a março. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Brasil-tem-menor-numero-de-homicidios-e-latrocinios-em-dez.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com base no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública.</p>
<p>De acordo com o levantamento, a redução dos crimes letais consolida uma tendência de queda ao longo da última década e indica avanço na atuação das forças de segurança.</p>
<p>Principais números do levantamento:</p>
<ul>
<li>Homicídios dolosos: 7.289 casos em 2026, ante 12.719 em 2016 (queda de 42,7%);</li>
<li>Latrocínios: 160 registros em 2026, contra 591 em 2016 (redução de 72,9%).</li>
</ul>
<p>A série histórica indica que o resultado atual é o melhor da década para o primeiro trimestre.</p>
<p>Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, os números refletem mudanças na estratégia de enfrentamento à criminalidade, com maior integração entre forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país.</p>
<p>O levantamento também comparou a evolução dos homicídios nos últimos quatro anos, com as seguintes quedas:</p>
<ul>
<li>Homicídios (2022–2026): recuo de 9.714 para 7.289 (-25%);</li>
<li>Latrocínios (2022–2026): queda de 308 para 160 (-48,1%).</li>
</ul>
<p>Além da queda nos crimes letais, o relatório aponta aumento na atuação das forças de segurança:</p>
<ul>
<li>Mandados de prisão cumpridos: 72.965 em 2026, ante 53.212 em 2022 (alta de 37,1%)</li>
</ul>
<p>Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, o aumento de investimentos também contribuiu para os resultados.</p>
<p>O Fundo Nacional de Segurança Pública passou de R$ 970,7 milhões no biênio 2021–2022 para R$ 1,76 bilhão em 2023–2024, alta de 80,9%, com aplicação em tecnologia, equipamentos, perícia e formação policial.</p>
<p>De acordo com Ministério da Justiça e Segurança Pública, a estratégia atual prioriza a integração entre União e estados, o uso de dados para orientar operações e o combate às estruturas financeiras do crime organizado.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/brasil-tem-menor-numero-de-homicidios-e-latrocinios-em-dez-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Vídeo mostra mais de dez jacarés em igarapé no Distrito Industrial em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/video-mostra-mais-de-dez-jacares-em-igarape-no-distrito-industrial-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 15:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um vídeo divulgado nas redes sociais da psicóloga Flávia Ribeiro mostra mais de dez jacarés reunidos em um igarapé no Distrito Industrial, em Manaus, e surpreendeu moradores da região. O flagra foi feito no domingo (26/04), nas proximidades de um condomínio residencial. As imagens mostram os animais concentrados em um mesmo trecho do igarapé, entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo divulgado nas redes sociais da psicóloga Flávia Ribeiro mostra mais de dez jacarés reunidos em um igarapé no Distrito Industrial, em Manaus, e surpreendeu moradores da região. O flagra foi feito no domingo (26/04), nas proximidades de um condomínio residencial.</p>
<p>As imagens mostram os animais concentrados em um mesmo trecho do igarapé, entre vegetação e acúmulo de lixo. </p>
<p>Durante a gravação, a psicóloga reage com espanto à cena, destacando a quantidade de animais no local. “O igarapé mais fraco de Manaus, esse é maceta, eu tô passada, chocada”, disse.</p>
<p>Veja vídeo:</p>
<p lang="pt" dir="ltr">Vídeo mostra mais de dez jacarés no Distrito Industrial de Manaus pic.twitter.com/L4ANM88dtc</p>
<p>— Portal Em Tempo (@portalemtempo) April 28, 2026 </p>
<p>Leia mais</p>
<p>Governo nomeia 500 novos soldados da PMAM</p>
<p>Professora é encontrada morta com faca cravada no peito em Juruti</p>
<p>                    <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<title>Mais de dez veículos autuados por estacionamento irregular</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mais-de-dez-veiculos-autuados-por-estacionamento-irregular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:01:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), realizou, nessa sexta-feira (17), uma operação de fiscalização que resultou na notificação de 14 veículos estacionados de forma irregular em área da zona Centro-Sul da capital. As autuações ocorreram em locais devidamente sinalizados com proibição de estacionamento, incluindo trechos sob viaduto, onde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), realizou, nessa sexta-feira (17), uma operação de fiscalização que resultou na notificação de 14 veículos estacionados de forma irregular em área da zona Centro-Sul da capital. As autuações ocorreram em locais devidamente sinalizados com proibição de estacionamento, incluindo trechos sob viaduto, onde o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) também veda a parada e o estacionamento.</p>
<p>De acordo com o IMMU, os condutores foram autuados com base no artigo 181 do CTB, que trata das infrações relacionadas ao estacionamento irregular, especialmente ao longo da linha amarela e em áreas com sinalização vertical de proibição. O estacionamento embaixo de viadutos também é considerado irregular por comprometer a segurança viária, a visibilidade e a fluidez do trânsito, sobretudo em pontos com características geométricas sensíveis.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Retorno e curvas</h2>
<p>Durante a operação, os agentes constataram que os veículos estavam posicionados em locais estratégicos da via, prejudicando a circulação de veículos e pedestres, além de potencializar riscos de sinistros, principalmente em áreas de retorno e curvas sob estruturas elevadas.</p>
<p>O diretor de Operações de Trânsito do IMMU, Stanley Ventilari, destacou a importância da ação e da conscientização dos condutores.</p>
<p>“Essa é uma área que exige atenção redobrada por conta da geometria viária e do fluxo intenso. A sinalização existe para preservar vidas. Quando há o desrespeito, o risco de acidentes aumenta consideravelmente. Nosso trabalho é justamente garantir que essas normas sejam cumpridas e que a via permaneça segura para todos”, afirmou.</p>
<p>A Prefeitura de Manaus reforça que o respeito à sinalização de trânsito é fundamental para a organização da cidade e orienta os condutores a utilizar locais permitidos para estacionamento, contribuindo para a segurança viária e a melhoria da mobilidade urbana.</p>
<p><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
<p>Leia Mais:</p>
<p>IMMU realiza blitz e identifica irregularidades na Max Teixeira</p>
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		<title>Dez novos ônibus serão entregues para reforçar frota do transporte público em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 21:57:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O prefeito de Manaus, David Almeida, realiza nesta segunda-feira (30), às 11h, a entrega de 10 novos ônibus para o transporte público da capital. A cerimônia ocorre no estacionamento do Parque Amazonino Mendes, na avenida Alphaville, bairro Novo Aleixo, zona Norte. Os veículos passam a integrar a frota que atende a população e fazem parte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O prefeito de Manaus, David Almeida, realiza nesta segunda-feira (30), às 11h, a entrega de 10 novos ônibus para o transporte público da capital. A cerimônia ocorre no estacionamento do Parque Amazonino Mendes, na avenida Alphaville, bairro Novo Aleixo, zona Norte.</p>
<p>Os veículos passam a integrar a frota que atende a população e fazem parte das ações da prefeitura para melhorar a mobilidade urbana na cidade. A iniciativa é coordenada pelo Instituto Municipal de Mobilidade Urbana.</p>
<p>De acordo com a gestão municipal, os novos ônibus são mais modernos e oferecem melhores condições de conforto e segurança para os passageiros. Além disso, contam com estrutura adaptada para garantir acessibilidade a Pessoas com Deficiência (PcDs).</p>
<p>A ampliação da frota busca reduzir o tempo de espera nas paradas e melhorar a qualidade do serviço prestado aos usuários do transporte coletivo em Manaus.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Inscrições para concurso da Guarda Municipal de Manaus começam nesta terça (24)</p>
<p>VÍDEO: Queda de avião em aeroclube de Manaus tem vítima fatal</p>
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		<item>
		<title>IBGE: Quatro em cada dez adolescentes já sofreram bullying na escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ibge-quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:23:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro em cada dez estudantes brasileiros de 13 a 17 anos afirmam já ter sido alvos de bullying, e 27,2% dos alunos nessa faixa etária já sofreram alguma forma de humilhação duas ou mais vezes. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro em cada dez estudantes brasileiros de 13 a 17 anos afirmam já ter sido alvos de bullying, e 27,2% dos alunos nessa faixa etária já sofreram alguma forma de humilhação duas ou mais vezes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IBGE-Quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), e se referem a depoimentos coletados em 2024 em escolas de todo o Brasil. </p>
<p>Com relação à pesquisa anterior, feita em 2019, houve um aumento de 0,7 ponto percentual no total de estudantes que declararam já ter sofrido bullying. Já a proporção de alunos que passaram por isso pelo menos duas vezes subiu mais de 4 pontos percentuais, ressalta o gerente da pesquisa, Marco Andreazzi.</p>
<p>&#8220;O bullying já é caracterizado como algo persistente, intermitente… E nós observamos aqui uma tendência de aumento, o que indica que mais estudantes passaram a vivenciar situações repetidas de violência&#8221;.</p>
<p>&#8220;O número dos que sofrem bullying permanece praticamente igual, porém, a persistência dos episódios e a intensidade deles aumentou&#8221;, complementa. </p>
<p>&gt;&gt; IBGE alerta para quadro preocupante na saúde mental de adolescentes</p>
<h2>Principais números</h2>
<ul>
<li>39,8% dos estudantes de 13 a 17 anos sofreram bullying na escola;</li>
<li>No caso das meninas, percentual sobe para 43,3%; </li>
<li>Aparência do rosto ou cabelo foi alvo em 30,2% dos casos;</li>
<li>13,7% assumiram ter praticado bullying;</li>
<li>16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas.</li>
</ul>
<h2>Aparência, raça e gênero</h2>
<p>Os estudantes agredidos disseram à pesquisa que a aparência do rosto ou do cabelo foi o principal alvo do bullying, o que se deu em 30,2% dos casos.</p>
<p>Em seguida, vêm a aparência do corpo, com 24,7%, e a violência por causa da cor ou raça, vivida por 10,6% deles. </p>
<p>“Há também um percentual alto, de 26,3%, de alunos que declaram que o bullying não teve motivo. Ou seja, uma grande parte daqueles que sofrem não sabem por que, e isso é natural, já que o bullying ocorre coletivamente, e aquele que está sofrendo não necessariamente vê uma razão para isso. Pelo contrário, se sente completamente injustiçado”, destaca o gerente da pesquisa. </p>
<p>A pesquisa identificou que as meninas são as mais atacadas ─ 43,3% delas já sofreram bullying, contra 37,3% dos meninos.</p>
<p>Além disso, 30,1% das estudantes adolescentes se sentiram humilhadas por provocações de colegas duas vezes ou mais. Essa proporção é quase 6 pontos percentuais maior que a dos alunos do sexo masculino. </p>
<h2>Perfil dos agressores</h2>
<p>Já os dados de quem comete bullying mostram uma relação inversa: 13,7% dos estudantes declararam ter praticado alguma violência do tipo, sendo 16,5% dos meninos e 10,9% das meninas. </p>
<p>O IBGE também perguntou qual a razão da agressão praticada e, novamente, a aparência do rosto, cabelo ou corpo e a cor ou raça foram os motivos mais citados.</p>
<p>No entanto, algumas diferenças significativas surgiram, com relação ao relatado pelas vítimas. Por exemplo, 12,1% dos autores declararam ter cometido bullying por causa do gênero ou orientação sexual dos colegas, mas apenas 6,4% dos alunos que sofreram bullying reconheceram que essa característica motivou a violência sofrida. </p>
<p>O mesmo ocorreu com o tópico da deficiência: enquanto 7,6% dos autores reconhecem que cometeram bullying por esse motivo, apenas 2,6% das vítimas associaram o ataque a essa característica.</p>
<p>Para os pesquisadores, isso pode indicar que muitas vítimas preferem silenciar sobre as circunstâncias do ocorrido por medo ou receio de serem estigmatizadas. </p>
<h2>Agressões físicas e virtuais</h2>
<p>A pesquisa também identificou que, em alguns casos, há agravamento dos conflitos entre os alunos: 16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas, proporção que sobe para 18,6% no caso dos meninos. </p>
<p>Nesse caso, também houve aumento com relação a 2019, quando 14% dos alunos haviam relatado alguma agressão física sofrida, sendo 16,5% entre os meninos.</p>
<p>O IBGE também destaca o crescimento na proporção de estudantes agredidos duas vezes ou mais, que passou de 6,5% para 9,6%. </p>
<p>Já os casos de bullying virtual, cometidos via redes sociais ou aplicativos, recuaram de 13,2% para 12,7%. Nesse caso, as meninas aparecem como vítimas em quantidade mais expressiva: 15,2% delas já se sentiram humilhadas ou ameaçadas por conteúdos postados nesses espaços, contra 10,3% dos meninos.</p>
<h2>Ações preventivas </h2>
<p>O IBGE também entrevistou gestores escolares para coletar informações sobre o suporte oferecido aos adolescentes e identificou que apenas 53,4% dos alunos estudavam em unidades que aderiram ao Programa de Saúde nas Escolas (PSE), que desenvolve uma série de ações para aumentar o bem-estar dos estudantes. </p>
<p>Considerando as iniciativas incluídas no PSE, apenas 43,2% dos alunos estavam em escolas que realizaram ações de prevenção de práticas de bullying, e somente 37,2% das unidades atuaram conforme o programa para prevenir brigas em suas dependências.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/ibge-quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>VÍDEO: Mulher enfurecida destrói loja de conveniência no Parque Dez</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/video-mulher-enfurecida-destroi-loja-de-conveniencia-no-parque-dez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 19:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Uma mulher enfurecida causou destruição em uma loja de conveniência no bairro Parque Dez, na noite de quarta-feira (18), após acusar funcionários de terem roubado o celular dela. De acordo com um dos atendentes, a mulher iniciou uma discussão com a equipe e, durante o descontrole, acabou agredindo um funcionário. Em seguida, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/video-mulher-enfurecida-destroi-loja-de-conveniencia-no-parque-dez/">VÍDEO: Mulher enfurecida destrói loja de conveniência no Parque Dez</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Uma mulher enfurecida causou destruição em uma loja de conveniência no bairro Parque Dez, na noite de quarta-feira (18), após acusar funcionários de terem roubado o celular dela.</p>
<p>De acordo com um dos atendentes, a mulher iniciou uma discussão com a equipe e, durante o descontrole, acabou agredindo um funcionário. Em seguida, passou a quebrar diversos itens dentro do estabelecimento.</p>
<p>O local ficou bastante danificado após a ação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Vídeo mostra momento de revolta</h2>
<p>Imagens que circulam nas redes sociais mostram a mulher já do lado de fora da conveniência, tentando forçar a entrada novamente. No vídeo, ela aparece bastante alterada e profere xingamentos com palavras de baixo calão contra os funcionários.</p>
<p>A situação deve ser investigada pela Polícia Civil, que vai apurar as circunstâncias da confusão e as denúncias feitas pela mulher.</p>
<p>VEJA VÍDEO</p>
<p lang="pt" dir="ltr">Mulher enfurecida destrói loja de conveniência no Parque Dez pic.twitter.com/4kMv4KL8VJ</p>
<p>— Portal Em Tempo (@portalemtempo) March 19, 2026 </p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Mulher quebra copo no rosto de aniversariante dentro de bar</p>
<p>                    <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<title>Operações policiais na Maré deixaram 160 mortos em dez anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:59:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto De Olho na Maré identificou que entre 2016 e 2025 ocorreram 231 operações policiais no conjunto de 15 favelas do complexo, que resultaram em 160 mortes e 1.538 ações de violência e violação de direitos dos moradores do bairro, além de ameaças, tortura e cárcere privado. Os dados fazem parte da 9ª edição do Boletim Direito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto De Olho na Maré identificou que entre 2016 e 2025 ocorreram 231 operações policiais no conjunto de 15 favelas do complexo, que resultaram em 160 mortes e 1.538 ações de violência e violação de direitos dos moradores do bairro, além de ameaças, tortura e cárcere privado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Operacoes-policiais-na-Mare-deixaram-160-mortos-em-dez-anos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados fazem parte da 9ª edição do Boletim Direito à Segurança Pública na Maré 2025, que apresenta a série histórica de monitoramento independente da segurança pública, com informações locais produzidas pelo Eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça, da Redes da Maré referentes ao período. O boletim apresenta ainda os impactos da violência armada em direitos básicos dos moradores da comunidade, como educação e saúde, que conforme a Redes da Maré são “desrespeitados repetidamente”.</p>
<h2>Educação e saúde</h2>
<p>O levantamento mostra ainda que as operações policiais causaram o fechamento de 163 dias de unidades escolares públicas, “o que equivale à perda de cerca de um ano letivo na trajetória educacional de crianças e adolescentes da Maré”.</p>
<p>Na área de saúde, durante o fechamento por 14 dias de unidades de atendimento, somente no ano passado, 7.866 acompanhamentos deixaram de ser feitos. Conforme o levantamento, em 2025 houve 16 operações policiais na Maré, com 12 mortes.</p>
<p>A coordenadora do eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça, Tainá Alvarenga, afirmou que os dados monitorados entre 2016 e 2025 contribuem para acionar mecanismos de instituições como o Ministério Público Federal e organizações internacionais como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) a fim de definir ações a serem implementadas.</p>
<p>Em agosto de 2024, o MPF no Rio de Janeiro questionou o Ministério da Educação sobre diretrizes nacionais para o enfrentamento dos impactos das operações policiais sobre a educação, inclusive a compensação de dias letivos perdidos. Como resposta, em janeiro de 2025, o Conselho Nacional de Educação instituiu o Fórum pelos 200 dias letivos e a Comissão Permanente de Acompanhamento da Obrigatoriedade de Cumprimento dos 200 Dias Letivos, da qual a Redes da Maré faz parte.</p>
<p>Tainá revelou que pesquisas da Rede da Maré mostraram o impacto da violência armada na saúde mental. No ano passado, em parceria com o Unicef, ficou comprovada a influência nos indicadores da cobertura vacinal de crianças de zero a seis anos, apesar de a maioria das famílias da região ser favorável à vacinação.</p>
<p>“Noventa por cento da população da Maré têm a carteirinha da vacina, então está democratizada a importância da imunização. Em dia de operação, a cobertura cai. Dependendo do período de aulas que a criança perde, isso não vai ser reposto”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Para a diretora da Redes da Maré e pesquisadora em segurança pública, Eliana Sousa Silva, os dados referentes à década de monitoramento indicam que “existe um padrão de violência que se repete ao longo dos anos e que produz impactos profundos no cotidiano da vida das populações de favelas”.</p>
<p>“Além das mortes e das violações diretas que ocorrem, há um ciclo e a naturalização sobre a interrupção de serviços públicos relacionados aos direitos mais básicos que deveriam ser garantidos, mas que não acontecem quando se trata de moradores de favelas”, completou.</p>
<p>De acordo com o projeto De Olho na Maré, também em 2025 o dia a dia dos moradores sofreu interferências, provocadas por ações de grupos armados na região.</p>
<p>“Foram 11 mortes, além de registros de violência física, psicológica e verbal, ameaças, deslocamentos forçados, invasões de escolas e 141 registros de tiros”, diz o levantamento.</p>
<p>O monitoramento contínuo da violência armada na Maré, feito em dez anos, é um marco no trabalho do eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça. Representa, de acordo com o relatório, feito singular ao acompanhar os confrontos e operações policiais no território, com uma equipe local e metodologia própria de uma favela. “E assim produzir evidências sobre a negligência do Estado na garantia do direito de populações empobrecidas à segurança pública”.</p>
<p>No entendimento da coordenadora do eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça, Tainá Alvarenga, um dado que impactou muito no período desses dez anos, foi o grande número de operações policiais com baixo número de perícias no local. Das 160 mortes registradas, somente 16 tiveram o serviço realizado e apenas uma teve denúncia formal. “O Estado não conseguiu garantir a perícia de local, a preservação da cena de crime e muito menos a denúncia desses casos”, afirmou.</p>
<p>O discurso oficial, observou, é de que áreas como o conjunto de favelas da Maré,são instáveis, ainda que esteja ocorrendo uma operação policial com grande número de policiais no território.</p>
<p>“O que a gente vem observando como padrão é a não preservação da cena do crime por esses agentes de segurança presentes nas operações policiais, a não entrada das instituições responsáveis pela perícia de local, com o discurso de que esses territórios são instáveis, não estão estabilizados, na verdade”, afirmou.</p>
<p>Outro dado impactante apontado por Tainá é que apesar de ter um número menor de operações em 2025, na comparação com outros anos, o indicador de letalidade foi maior.</p>
<p>Enquanto no ano passado ocorreram 16 operações, em 2024 foram 42. Embora à primeira vista, os números possam parecer uma inflexão das intervenções policiais, a leitura não se sustenta.</p>
<p>“Mesmo com menos operações, 12 pessoas foram mortas, elevando a letalidade proporcional em 58% em relação a 2024, quando houve mais operações, porém, com menor letalidade relativa”, argumentou a Redes da Maré.</p>
<p>Para a organização, isso significa que cada operação policial realizada em 2025 teve maior probabilidade de terminar em morte. “Não houve redução do risco para os moradores, houve concentração da violência. O que se observa é um padrão já conhecido na Maré: operações menos frequentes, mas mais agressivas, com uso intensivo de armamento pesado, incursões prolongadas e lógica de enfrentamento direto em áreas densamente povoadas”.</p>
<p>Esse panorama, segundo a Redes da Maré, se relaciona com o quadro estadual, porque informações do Instituto de Segurança Pública (ISP), em 2025, indicam o registro de 797 mortes causadas por intervenção policial, representando elevação de 13% na comparação com 2024. “No mesmo período, também cresceu o número de policiais mortos, indicando que a intensificação da letalidade não produziu maior proteção nem para a população civil, nem para os próprios agentes de segurança”.</p>
<h2>Helicópteros</h2>
<p>Outro número que chama a atenção é o relacionado ao uso repetido de helicópteros como plataforma de tiro, como ocorreu em 2025. Das 16 operações policiais realizadas na Maré ao longo do ano, em oito houve a utilização de helicópteros e quatro foram utilizados como plataforma de tiros. “O trabalho de campo da equipe da Redes da Maré registrou ao menos 308 marcas de tiros espalhadas pelas ruas após as operações”.</p>
<p>Tainá destacou um dado que considera alarmante: que em apenas uma operação se consegue identificar mais de 200 tiros disparados pelos helicópteros em área no entorno de escolas e clínicas da família. “O que a gente vem acompanhando, nesses últimos anos também, é que as operações que se utilizam desse aparato bélico, que deveria ser para o uso da inteligência das forças de segurança, acaba impactando a dinâmica da vida dos moradores. Quando tem operações com helicópteros, a gente também identifica aumento da letalidade”, comentou.</p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>De acordo com a coordenadora, a experiência com o trabalho mostra que as informações podem ser úteis para a definição de políticas públicas. “A diferença de ter um trabalho de base comunitária, territorializado colhendo, quase em tempo real, informações, provas e evidências dessas dinâmicas de operação, se a gente tivesse um estado que reconhecesse essa potência da população da Maré e da nossa experiência, poderia incidir mesmo para mitigar o padrão de violações que acontece há décadas”, defendeu</p>
<p>Mesmo com os fatores negativos, que decorrem dessas situações repetidas há anos no estado do Rio de Janeiro, a coordenadora vê expectativa no horizonte.</p>
<p>“A gente vê que é algo que se repete, mas apesar da frustração e da indignação, tem também a esperança de que a mobilização, a geração cidadã de dados, a produção de conhecimento, sobretudo que venha desses territórios, dessas populações, da sociedade civil, sejam grande mote de enfrentamento do que a gente vê ocorrendo há décadas no estado do Rio”, disse em entrevista à Agência Brasil.</p>
<h2>Lançamento</h2>
<p>Tainá Alvarenga disse que após o lançamento do boletim na próxima terça-feira (24), durante o 3º Congresso Internacional Falando sobre Segurança Pública na Maré, na Areninha Cultural Herbert Vianna, no bairro, o documento será encaminhado a diversos órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.</p>
<p>O encontro vai reunir, durante três dias, especialistas e ativistas internacionais em segurança pública no Rio de Janeiro, em oito mesas de debate e grupos de trabalho.</p>
<h2>Redes da Maré</h2>
<p>A Redes da Maré é uma organização da sociedade civil que surgiu a partir da mobilização comunitária nos anos 80. Formalizada em 2007, “tem como missão tecer as redes necessárias para efetivar os direitos da população do conjunto de 15 favelas da Maré, onde residem em torno de 140 mil pessoas. Em seus projetos sociais, beneficia diretamente mais de 7 mil moradores, além de familiares e vizinhos”.</p>
<h2>Resposta</h2>
<p>Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro informou à Agência Brasil que a instituição desconhece a metodologia utilizada na pesquisa e a possibilidade de rastreabilidade dos dados. Acrescentou que “atua com base em critérios técnicos, inteligência e planejamento operacional, com foco no cumprimento de mandados judiciais, na repressão qualificada ao crime organizado e na preservação de vidas. Todas as ações são pautadas pelos princípios da legalidade, necessidade e proporcionalidade”.</p>
<p>A secretaria disse ainda que todos os casos “são rigorosamente investigados, com a realização de diversas diligências ao longo do inquérito”. Sobre a perícia técnica, afirmou que ela “integra esse conjunto de medidas e representa mais uma etapa dentro de um processo investigativo amplo, estruturado e criterioso, que visa o completo esclarecimento dos fatos e a responsabilização dos envolvidos”.</p>
<p>Para a instituição quem escolhe o confronto é sempre o criminoso e, com isso, coloca em risco a integridade dos policiais envolvidos na ocorrência e também a vida de moradores, trabalhadores e outras pessoas que circulam nas áreas afetadas.</p>
<p>“Não por acaso, narcotraficantes instalam verdadeiros <em>bunkers</em> em áreas sensíveis, como proximidades de escolas e unidades de saúde, expondo diretamente moradores, trabalhadores e demais pessoas que circulam na região”.</p>
<p>“O compromisso da Polícia Civil é com a atuação técnica, baseada em inteligência, com foco na proteção da sociedade, na responsabilização de criminosos e na redução consistente dos índices de violência”, concluiu.</p>
<p>A Polícia Militar não respondeu ao questionamento da Agência Brasil sobre os efeitos das operações na comunidade.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/operacoes-policiais-na-mare-deixaram-160-mortes-em-dez-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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