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	<title>diabetes Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>diabetes Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Brasileiros com diabetes defendem uso de tecnologias no tratamento</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasileiros-com-diabetes-defendem-uso-de-tecnologias-no-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:05:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sete em cada dez brasileiros com diabetes (70%) afirmam que a doença afeta de modo significativo o bem-estar emocional. Setenta e oito por cento relatam ter ansiedade ou preocupação com o futuro, e dois em cada cinco pacientes se sentem sós ou isolados em função da doença. Os dados são de pesquisa feita pelo Global Wellness [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sete em cada dez brasileiros com diabetes (70%) afirmam que a doença afeta de modo significativo o bem-estar emocional. Setenta e oito por cento relatam ter ansiedade ou preocupação com o futuro, e dois em cada cinco pacientes se sentem sós ou isolados em função da doença.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Brasileiros-com-diabetes-defendem-uso-de-tecnologias-no-tratamento.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são de pesquisa feita pelo Global Wellness Institute (GWI), em parceria com a Roche Diagnóstica, que explorou percepções sobre o diabetes, a vida com a doença e as ferramentas de manejo.</p>
<p>A pesquisa foi realizada em setembro de 2025, em nível global, com 4.326 pessoas com diabetes, com idade igual ou maior que 16 anos, das quais 20% no Brasil. O levantamento foi feito em 22 países.</p>
<p>Além do Brasil, foram pesquisadas pessoas na Austrália, Áustria, Bélgica, Chile, Croácia, República Tcheca, Dinamarca, Alemanha, Hong Kong, Índia, Japão, Kuwait, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Arábia Saudita, África do Sul, Espanha, Turquia e Reino Unido.</p>
<p>No grupo de pacientes com diabetes tipo 1, o estudo mostra que 77% afirmam ser afetados de modo significativo em seu bem-estar emocional.</p>
<h2>Diabetes</h2>
<p>O diabetes é causado pela produção insuficiente ou a má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A doença pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, pode levar à morte.</p>
<p>Já o Diabetes Melito tipo 1 (DM1) é uma doença crônica não transmissível, hereditária, caracterizada pela destruição das células do pâncreas responsáveis pela produção e secreção de insulina, o que resulta em deficiência na secreção desse hormônio no organismo.</p>
<p>O Brasil ocupa a 6ª posição mundial em casos de diabetes, de acordo com o Atlas Global do Diabetes 2025 da International Diabetes Federation (IDF), com um total de 16,6 milhões de adultos diagnosticados com a doença.</p>
<h2>Resultados</h2>
<p>A pesquisa mostra ainda que para 56% dos entrevistados no Brasil, o diabetes limita a capacidade de passar o dia fora de casa; 46% afirmam ter dificuldades em situações comuns, como trânsito ou reuniões longas. Outros 55% dizem não acordar plenamente descansados, devido aos efeitos das variações glicêmicas durante a noite.</p>
<p>A maior parte dos pacientes diz que não se considera atendido pelo modelo atual de cuidado, apesar dos avanços registrados. Somente 35% se consideram muito confiantes no gerenciamento da própria condição, o que sinaliza a existência de problemas para o controle e previsibilidade da doença.</p>
<p>Em torno de 44% dos consultados defendem que tecnologias mais inteligentes, que possam prever mudanças nos níveis de glicose, deveriam ser priorizadas para prevenção de complicações.</p>
<p>Já 46% dos pacientes que usam medidores tradicionais, como os glicosímetros, ou testes de ponta de dedo, consideram que os sensores de monitoramento contínuo de glicose (CGM, do nome em inglês) deveriam ser adotados devido à capacidade de funcionarem como alertas preditivos.</p>
<h2>Previsibilidade</h2>
<p>Cinquenta e três por cento dos entrevistados apontam que a principal funcionalidade desejada em sensores com inteligência artificial (IA) é a capacidade de prever níveis futuros de glicose. Esse número sobe para 68% entre os pacientes com diabetes tipo 1.</p>
<p>Saber as tendências antecipadas dos níveis de glicose daria a 56% dos brasileiros consultados a sensação de estarem no controle da doença, enquanto 48% comentaram que a redução de surpresas de picos e quedas de glicose inesperadas aumentaria sua qualidade de vida.</p>
<p>Entre os pacientes com diabetes tipo 1, 95% consideram fundamentais ferramentas capazes de prever hipoglicemia e hiperglicemia, o que facilitaria sua condição.</p>
<h2>Monitoramento</h2>
<p>Segundo o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), André Vianna, já é do conhecimento de todos que o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico contínuo são de grande importância para evitar complicações decorrentes da doença.</p>
<p>Para o endocrinologista, o uso de tecnologias pode ser o diferencial, principalmente para pacientes com diabetes tipo 1, porque a glicemia dela oscila muito:</p>
<p>“O ideal para esses pacientes é ter um monitoramento contínuo da glicose por meio de sensores que já estão amplamente disponíveis em grande parte do mundo. Esse sensor permite à pessoa entender precocemente o que vai acontecer nas próximas horas antes desse diagnóstico acontecer. A pessoa vai saber se a glicose dela daqui a meia hora vai estar alta ou baixa e pode tomar uma atitude preventiva”, explicou o médico.</p>
<p>Vianna comentou que uma das vantagens é que esses sensores levam as pessoas a apresentar menos complicações e menores gastos para o sistema público de saúde.</p>
<p>“Essas pessoas vão acabar indo menos para o hospital, vão se internar menos, vão menos para o pronto-socorro. Isso, inclusive, além de melhorar a saúde, diminui o custo do tratamento. Por isso, o monitor contínuo já é algo bastante estabelecido no mundo”, afirmou o vice-presidente da SBD.</p>
<h2>Mercado no Brasil</h2>
<p>No Brasil, esses aparelhos são bastante difundidos entre as pessoas de maior poder aquisitivo. No sistema público de saúde, entretanto, não houve disponibilização em larga escala, informou.</p>
<p>No país, há quatro empresas que comercializam esses aparelhos. Em países ricos, eles são amplamente disponibilizados para as pessoas com diabetes, por meio de operadoras de saúde privadas, como nos Estados Unidos, e de sistemas de saúde, gratuitamente, casos da França e do Reino Unido.</p>
<p>Para Vianna, o uso de sensores e de tecnologias como a inteligência artificial (IA) pode melhorar a qualidade de vida das pessoas.</p>
<p>“Vem diminuir essa carga do diabetes, esse estresse diário e constante das pessoas que convivem com diabetes e com a incerteza do que vai acontecer com a sua glicose daqui a algum tempo, atrapalhando muitas vezes as funções diárias do indivíduo &#8211; o sono, o trabalho, atrapalhando, por vezes, momentos de descontração”.</p>
<p>O vice-presidente da SBD esclareceu que o sensor é benéfico para o diabetes tipo 1 e para o diabetes tipo 2. “Os benefícios no diabetes tipo 1 são vistos mais de imediato, no curto prazo, às vezes no mesmo dia. E no diabetes tipo 2, são vistos a longo prazo, com menos internações e menos complicações”.</p>
<h2>SUS</h2>
<p>Em janeiro de 2025, o Ministério da Saúde tornou pública a decisão de não incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) o monitoramento contínuo da glicose por escaneamento intermitente em pacientes com diabetes mellitus tipos 1 e 2.</p>
<p>A decisão está na Portaria número 2 , da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico Industrial da Saúde, do ministério.</p>
<p>Em dezembro do ano passado, a Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 323/25, que obriga o SUS a fornecer gratuitamente dispositivos para monitorar a glicose de pacientes com diabetes mellitus por dispositivo de escaneamento intermitente.</p>
<p>A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p>Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Saúde não se pronunciou sobre o tema.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/brasileiros-com-diabetes-defendem-uso-de-tecnologias-tratamento" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Anvisa aprova Mounjaro para criança e adolescente com diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:16:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) o uso do medicamento Mounjaro para tratar diabetes tipo 2 em crianças a partir de 10 anos. Até então, a indicação era apenas para uso adulto.  Em nota, a Anvisa informou que as demais indicações do medicamento permanecem para uso adulto. “A única mudança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) o uso do medicamento Mounjaro para tratar diabetes tipo 2 em crianças a partir de 10 anos. Até então, a indicação era apenas para uso adulto. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Anvisa-aprova-Mounjaro-para-crianca-e-adolescente-com-diabetes-tipo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a Anvisa informou que as demais indicações do medicamento permanecem para uso adulto. “A única mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que era apenas de uso adulto e agora passa a ser de uso pediátrico”.  </p>
<p>O Mounjaro é um dos diversos medicamentos  da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.</p>
<h2>Manipulação</h2>
<p>Na próxima semana, a diretoria colegiada da Anvisa discute uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos que tratarão da manipulação de canetas emagrecedoras.</p>
<p>A nova norma fará parte de um conjunto de estratégias que integram o plano de ação anunciado no último dia 6, composto por medidas regulatórias e de fiscalização relacionadas a esse tipo de medicamento.</p>
<h2>Grupos de trabalho</h2>
<p>Na semana passada, a agência publicou portarias que criam dois grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.</p>
<p>O primeiro grupo, formalizado pela Portaria 488/2026, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).</p>
<p>Já a Portaria 489/2026 institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um plano de ação proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/anvisa-aprova-mounjaro-para-crianca-e-adolescente-com-diabetes-tipo-2" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratar diabetes</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saude-incorpora-transplante-da-membrana-amniotica-para-tratar-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:43:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde incorporou o transplante da membrana amniótica no tratamento do diabetes e de alterações oculares via Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi tomada após parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). Em nota, a pasta informou que a tecnologia passa a ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde incorporou o transplante da membrana amniótica no tratamento do diabetes e de alterações oculares via Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi tomada após parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Saude-incorpora-transplante-da-membrana-amniotica-para-tratar-diabetes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a pasta informou que a tecnologia passa a ser indicada para transplantes relacionados a feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares. A expectativa é que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados ao ano.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e utilizado na medicina regenerativa, com ação anti-inflamatória e cicatrizante que reduz as complicações no tratamento de diversas doenças.</p>
<p>No caso do pé diabético, por exemplo, a tecnologia possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida das feridas quando comparada aos curativos padrão. No SUS, ela já é utilizada no tratamento de queimaduras extensas desde 2025.</p>
<p>Já em casos de alterações oculares, como pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido auxilia na cicatrização de feridas e pode reduzir a dor, além de otimizar a recuperação da superfície ocular.</p>
<p>“O novo curativo biológico também contribui para a redução do risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sendo uma opção eficaz, principalmente para casos mais graves ou que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea”, destaca o ministério.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/saude-incorpora-transplante-da-membrana-amniotica-para-tratar-diabetes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saude-incorpora-transplante-da-membrana-amniotica-para-tratar-diabetes/">Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratar diabetes</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 01:03:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, para o câncer de mama e para o angioedema hereditário. Os registros foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira (9). A agência aprovou o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, para o câncer de mama e para o angioedema hereditário. Os registros foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira (9).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Anvisa-libera-medicamentos-para-diabetes-cancer-de-mama-e-angioedema.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A agência aprovou o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1, estágio 3, em pacientes adultos e pediátricos com 8 anos de idade ou mais que já estejam no estágio 2. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune grave e de longa duração, que costuma se manifestar na infância e pode gerar aumento de complicações, como doenças cardíacas, renais e oculares.</p>
<p>Também foi aprovado o Datroway®, indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já tenham se submetido a terapia endócrina e a pelo menos uma linha de quimioterapia para doença irressecável (que não pode ser removida completamente por cirurgia) ou metastática (que se espalhou do local original para outras partes do corpo). </p>
<p>O Andembry® (garadacimabe) também teve o registro aprovado. O medicamento é indicado para prevenção do angioedema hereditário (AEH). A doença genética é considerada rara e causa inchaços (edemas) repentinos e dolorosos em diversas partes do corpo, que podem afetar de forma recorrente a pele, as mucosas e os órgãos internos.  </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/anvisa-libera-medicamentos-para-diabetes-cancer-de-mama-e-angioedema" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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