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	<title>diretrizes Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>diretrizes Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Cursos de enfermagem têm novas diretrizes curriculares </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 16:28:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os cursos de graduação em enfermagem de todo o país deverão ter formato presencial, duração de cinco anos e carga horária mínima de 4 mil horas. Além disso, o estágio supervisionado obrigatório deverá corresponder a 30% da carga horária total, no mínimo. As mudanças estão previstas em resolução do Ministério da Educação publicada no Diário Oficial da União [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cursos de graduação em enfermagem de todo o país deverão ter formato presencial, duração de cinco anos e carga horária mínima de 4 mil horas. Além disso, o estágio supervisionado obrigatório deverá corresponder a 30% da carga horária total, no mínimo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Cursos-de-enfermagem-tem-novas-diretrizes-curriculares.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As mudanças estão previstas em resolução do Ministério da Educação publicada no <em>Diário Oficial da União</em> desta terça-feira (19) e servem para as modalidades bacharelado e licenciatura.</p>
<p>As instituições de ensino têm até 30 de junho de 2028 para se adaptar às novas regras.</p>
<p>A medida define princípios, estrutura curricular e critérios para a formação de profissionais da área em todo o país, alinhados aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na promoção da saúde, na redução de desigualdades e no respeito à diversidade.</p>
<p>Entre os pontos principais, o texto destaca a integração entre ensino, pesquisa e extensão, além da articulação entre teoria e prática desde o início da graduação.</p>
<p>As novas diretrizes também detalham as competências esperadas dos profissionais, após a formação:</p>
<ul>
<li>atuação no cuidado individual e coletivo, </li>
<li>gestão de serviços de saúde, </li>
<li>desenvolvimento de ações educativas e </li>
<li>participação na formulação de políticas públicas. </li>
</ul>
<p>O currículo deve contemplar áreas como cuidado em saúde, gestão, pesquisa, desenvolvimento profissional e educação em saúde.</p>
<p>Para a formação em licenciatura, a norma prevê a atuação prioritária na educação profissional técnica de nível médio, com foco na formação de docentes para cursos técnicos em enfermagem. </p>
<p>O projeto pedagógico deverá seguir diretrizes específicas da formação docente e valorizar princípios como inclusão, democracia e compromisso com o SUS.</p>
<p>De acordo com a resolução, as mudanças buscam atualizar a formação em enfermagem diante das demandas contemporâneas da saúde e fortalecer a qualificação dos profissionais que atuam no sistema público e privado.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/cursos-de-enfermagem-tem-novas-diretrizes-curriculares" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Vigilância do câncer relacionado ao trabalho ganha novas diretrizes</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/vigilancia-do-cancer-relacionado-ao-trabalho-ganha-novas-diretrizes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 14:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, lançou nesta terça-feira (5) as Diretrizes para a Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho, versão 2026, durante o Seminário Nacional sobre Experiências Bem-sucedidas na Estruturação da Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho no Brasil, realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, lançou nesta terça-feira (5) as Diretrizes para a Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho, versão 2026, durante o Seminário Nacional sobre Experiências Bem-sucedidas na Estruturação da Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho no Brasil, realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Vigilancia-do-cancer-relacionado-ao-trabalho-ganha-novas-diretrizes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As diretrizes foram publicadas originalmente em 2012 e atualizadas agora para incorporar avanços científicos e, também, ampliar o apoio aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) na identificação e no monitoramento de fatores de risco nos ambientes de trabalho.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a gerente substituta da Área Técnica Ambiente, Trabalho e Câncer do Inca (Atatc), epidemiologista Ubirani Otero, explicou que a elaboração da nova versão das diretrizes seguiu a lista nacional de doenças relacionadas ao trabalho, que também foi atualizada no ano passado. </p>
<p>“Foi feita toda uma revisão sistemática para essa nova versão das diretrizes, porque de 2012 até hoje vários outros agentes químicos, físicos e biológicos foram classificados como cancerígenos. Então a relação precisava ser atualizada”, disse.</p>
<p>Na versão anterior, eram considerados 19 tipos de câncer relacionados ao trabalho. A lista contempla agora 50 tipos de câncer associados a exposições ocupacionais, organizada por agentes e fatores de risco. </p>
<p>Não estavam na versão anterior, por exemplo, a ocupação de bombeiro e o trabalho noturno. </p>
<p>A médica Ubirani Otero informou que o trabalho noturno está associado aos cânceres de mama, retal e de próstata. Por isso, a lista precisava ser atualizada, ressaltou.</p>
<h2>Rotina</h2>
<p>A nova versão das diretrizes serve à prática da rotina dos profissionais de saúde, para que possam identificar os tipos de câncer aos quais os trabalhadores foram expostos, por meio do recordatório do histórico ocupacional (ou anamnese ocupacional) e fazer a notificação no final. </p>
<p>“Ela é uma ferramenta que deve ser usada na rotina desses profissionais”, esclarece Ubirani.</p>
<p>A intenção foi fazer uma versão mais enxuta em comparação à primeira edição, que tinha 10 capítulos. </p>
<p>“Essa segunda tem oito capítulos. É uma versão mais enxuta, objetiva, integrada com alguns exemplos práticos, alguns casos clínicos que o profissional pode ler ali, identificar e saber como fazer um recordatório”, explicou Ubirani Otero. </p>
<p>A ideia foi fazer uma versão mais prática que pudesse auxiliar ainda mais os profissionais de saúde, fortalecendo a vigilância dos casos de câncer relacionados ao trabalho.</p>
<p>A epidemiologista acredita que essa versão atualizada das diretrizes pode auxiliar, inclusive, no desenvolvimento de políticas públicas. </p>
<p>O reconhecimento de um tipo de câncer que esteja ocorrendo em determinada região ou município pode levar a uma busca ativa, procurando saber a que agente os trabalhadores adoecidos foram expostos durante sua vida laboral. </p>
<p>“Aí você vai encontrar que foram expostos à sílica, ao amianto, trabalharam por tantos anos em uma determinada ocupação que expunha eles a esses fatores de risco”, ressalta. </p>
<p>Se o trabalhador fumar, o tabagismo é um dos principais agentes para câncer de pulmão. Mas se estava exposto a outros agentes, o risco seria maior. </p>
<p>“Você tem condições, mesmo ele sendo fumante, de saber que existe um fator sinérgico [uma interação entre dois ou mais agentes]”, afirmou Ubirani Otero.</p>
<p>Com as notificações e o surgimento dos casos, os profissionais de saúde e as equipes de vigilância podem procurar saber quais são as atividades que estão dentro do seu território e agir preventivamente para que esses casos não ocorram, destacou. </p>
<p>“Esse é o objetivo. Que os profissionais de saúde tenham condições de identificar onde estão as indústrias, as ocupações que estão fazendo com que esses trabalhadores adoeçam por câncer e elaborar e implementar medidas de prevenção”, disse.</p>
<p>Durante o seminário, os estados e os municípios já capacitados pelo Inca mostraram as notificações que puderam fazer baseados nas diretrizes antigas. Com a versão atualizada, a médica Ubirani Otero acredita que o trabalho deles será muito facilitado.</p>
<h2>Avanços</h2>
<p>As novas diretrizes incorporam avanços científicos. A edição 2026 do Inca segue os parâmetros da lista da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc, do nome em inglês), vinculada à Organização Mundial de Saúde (OMS). </p>
<p>A epidemiologista considerou um “avanço enorme” a expansão de 19 para 50 tipos de câncer nas novas diretrizes. </p>
<p>“Desde que a nossa área foi formada, em 2004, até hoje a gente já teve muitos avanços para que os casos de câncer no trabalho não fiquem na invisibilidade, para que eles possam ganhar o reconhecimento, para que medidas de prevenção e vigilância sejam tomadas; para que a gente possa evitar esses casos. Porque o câncer relacionado ao trabalho pode ser totalmente prevenível”, defende.</p>
<p>Além dos cânceres de mama, ovário, próstata, colorretal, fígado, há muitos outros tipos de câncer relacionados ao trabalho. </p>
<p>“Tem os cânceres hematológicos como linfomas, leucemias, mielomas. Tem o câncer de bexiga, o câncer de pulmão, o câncer de pele, que é um dos mais importantes, porque representa 30% de todos os casos de câncer no Brasil”, mencionou Ubirani Otero.</p>
<p>O câncer de pele está muito relacionado ao trabalho, porque grande número de pessoas trabalham expostas ao sol, como os ambulantes, empregados da construção civil, os guardas de trânsito, agentes do Correios, pescadores, agricultores, lembra a médica. </p>
<p>Ubirani chamou a atenção que quando se entra nas especificidades do câncer, a lista só aumenta. Por exemplo, quando falamos no câncer da cavidade oral, há câncer de língua, da boca e da laringe. </p>
<p>Daí, quanto mais específica for a lista das novas diretrizes, denominando cada tipo de câncer e quais as ocupações em que existe maior risco daquele câncer se desenvolver, melhor para que a prevenção e o controle ocorram e tenham sucesso.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/vigilancia-do-cancer-relacionado-ao-trabalho-ganha-novas-diretrizes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/vigilancia-do-cancer-relacionado-ao-trabalho-ganha-novas-diretrizes/">Vigilância do câncer relacionado ao trabalho ganha novas diretrizes</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Novas diretrizes ampliam o tratamento de fibromialgia pelo SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/novas-diretrizes-ampliam-o-tratamento-de-fibromialgia-pelo-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 14:38:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A fibromialgia é uma síndrome clínica que atinge de 2,5% a 5% da população brasileira. Neste mês, o Governo Federal anunciou uma série de novas diretrizes que visam ampliar a visibilidade da doença e implementar novas oportunidades de tratamento através do Sistema Único de Saúde (SUS).  Segundo o reumatologista e presidente da Sociedade Brasileira de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A fibromialgia é uma síndrome clínica que atinge de 2,5% a 5% da população brasileira. Neste mês, o Governo Federal anunciou uma série de novas diretrizes que visam ampliar a visibilidade da doença e implementar novas oportunidades de tratamento através do Sistema Único de Saúde (SUS). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Novas-diretrizes-ampliam-o-tratamento-de-fibromialgia-pelo-SUS.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o reumatologista e presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, José Eduardo Martinez, em entrevista concedida ao Tarde Nacional – Amazônia nesta terça-feira (24), a fibromialgia é uma doença que causa dores constantes por todo o corpo, sem qualquer ligação com lesões ou inflamações. </p>
<p>“É a dor generalizada. Muitas vezes, se não na maior parte das vezes, essa dor vem acompanhada de fadiga, uma alteração no sono, distúrbios cognitivos, então esse conjunto de sintomas é o que a gente chama de fibromialgia”, conta. </p>
<p>Segundo estudos revisados pela revista <em>Rheumatology e o National Institutes of Health (NIH)</em>, as mulheres representam mais de 80% dos casos, principalmente na faixa de 30 e 50 anos. Não se sabe a origem da doença, mas questões hormonais e genéticas estão entre as possibilidades investigadas.  </p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>&#8211; A fibromialgia não é uma doença inflamatória, ela gera uma disfunção dos neurônios ligados à dor, que se tornam excessivamente sensibilizados. Dentre os sintomas mais comuns, estão: </p>
<p>. Dor constante no corpo</p>
<p>. Fadiga e falta de energia</p>
<p>. Formigamento nas mãos e nos pés</p>
<p>. Problemas no sono, incluindo crises de apneia e insônia</p>
<p>. Sensibilidade ao toque e a estímulos ambientais, como cheiros e barulhos</p>
<p>. Alterações de humor, como depressão e ansiedade</p>
<p>. Dificuldades de memória, concentração e atenção</p>
<p>Para José Eduardo Martinez, a identificação dos sintomas é uma questão complicada, e gera dificuldade no momento de fechar um diagnóstico. </p>
<p>“O diagnóstico é puramente clínico, é o paciente contando para o seu médico o que ele sente e o médico reconhecendo os sintomas típicos da fibromialgia. Depois, é importante que se faça um bom exame físico, porque o paciente com fibromialgia pode ter outras doenças”. </p>
<p>Ele reforça que é importante que o médico verifique se essas possíveis outras doenças não podem estar contribuindo para a dor que o paciente sente. Por exemplo, que o médico saiba distinguir a fibromialgia de outras doenças que podem causar dor articular no corpo, como a artrose.</p>
<p>O médico também explica que não existem exames específicos para fibromialgia. O ideal é que o paciente procure um reumatologista para investigar a possibilidade, ou busque atendimento primário onde for possível, como uma Unidade Básica de Saúde. </p>
<h2>Tratamento estruturado</h2>
<p>Em janeiro, através da Lei 15.176/2025, sancionada em julho de 2025 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a fibromialgia passou a ser reconhecida como deficiência. A medida permite que pessoas com a doença possam acessar serviços garantidos por lei como: </p>
<p>. Cotas em concursos públicos e seleções de emprego.</p>
<p>. Isenção de IPI, ICMS e IOF na compra de veículos adaptados.</p>
<p>. Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença, mediante avaliação pericial.</p>
<p>. Benefício de Prestação Continuada (BPC), no caso de baixa renda.</p>
<p>. Pensão por morte, em situações em que a incapacidade para o trabalho for comprovada.</p>
<p>Outra medida foi implementada esse mês pelo Ministério da Saúde, um planejamento estruturado para o tratamento de fibromialgia pelo SUS, que visa ampliar o acesso a ajuda qualificada e melhorar a vida de quem convive com a síndrome. A cartilha prevê a capacitação de profissionais, e também um tratamento multidisciplinar, com fisioterapia, apoio psicológico e terapia ocupacional. </p>
<p>A atividade física constante é também importante aliada, que pode ajudar a fortalecer o corpo e melhorar a qualidade de vida. Para a Sociedade Brasileira de Reumatologia, tratamentos não fármacos &#8211; sem uso de remédios &#8211; são tão importantes para auxiliar o paciente quanto os fármacos, que ajudam a regular a percepção de dor. </p>
<p>“Alguns pacientes desenvolvem ansiedade e depressão, provavelmente o médico reumatologista precisa do apoio de outros profissionais, seja o psiquiatra, seja o psicólogo, que trabalhem juntos, que conversem, por exemplo, um psiquiatra que converse com o reumato sobre os remédios, para não haver interação”, completou o Martinez. </p>
<p> </p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia.</em></p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/novas-diretrizes-ampliam-o-tratamento-de-fibromialgia-pelo-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/novas-diretrizes-ampliam-o-tratamento-de-fibromialgia-pelo-sus/">Novas diretrizes ampliam o tratamento de fibromialgia pelo SUS</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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