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	<title>dobra Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Risco cardíaco dobra para pacientes com doença de Chagas após cirurgia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:38:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Portadores de doença de Chagas que apresentam arritmias graves têm mais risco de mortalidade do que outros grupos com doenças do coração. A informação é uma das conclusões de estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP. O estudo, que revisou dados de atendimento a pacientes com doença de Chagas que precisaram passar por cirurgias cardíacas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/risco-cardiaco-dobra-para-pacientes-com-doenca-de-chagas-apos-cirurgia/">Risco cardíaco dobra para pacientes com doença de Chagas após cirurgia</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Portadores de doença de Chagas que apresentam arritmias graves têm mais risco de mortalidade do que outros grupos com doenças do coração. A informação é uma das conclusões de estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Risco-cardiaco-dobra-para-pacientes-com-doenca-de-Chagas-apos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo, que revisou dados de atendimento a pacientes com doença de Chagas que precisaram passar por cirurgias cardíacas no Hospital das Clínicas, em São Paulo, encontrou um padrão preocupante: o risco de morte após as cirurgias é muito maior, cerca de 2,4 vezes, para esse público do que para portadores de outras doenças cardíacas em pós-operatório. Entre esse grupo a mortalidade geral, após a cirurgia, é de 36%.</p>
<p>&#8220;O estudo reflete que é necessário melhorar o cuidado em saúde do paciente com doença de Chagas de uma forma geral, considerando que a grande maioria dessa população é atendida no Sistema Único de Saúde (SUS)&#8221;, destaca Rodrigo Melo Kulchetscki, um dos autores do estudo e doutorando em cardiologia pela Faculdade de Medicina da USP.</p>
<p>A equipe destacou que o acompanhamento rigoroso da insuficiência cardíaca e de outras comorbidades após a alta hospitalar tem grande importância.</p>
<p>Isso indica, para os pesquisadores, que há necessidade de se pensar em procedimentos específicos de acompanhamento para esse grupo. O que aumenta esse risco, porém, não são as próprias arritmias. Ele até pode acontecer, mas sua incidência não é maior do que aquela que aparece para outras doenças cardíacas.</p>
<p>O aumento ocorre pelo que os pesquisadores destacaram como fatores não cardíacos, e tem relação com a complexidade da cirurgia.</p>
<p>A doença de Chagas é uma condição crônica causada por infecção pelo protozoário <em>Trypanosoma cruzi</em>, principalmente pelo contato com fluídos ou fezes do inseto barbeiro, que se alimenta do sangue de mamíferos, inclusive humanos, e é o reservatório natural do parasita. A infecção sobrecarrega órgãos internos, principalmente o coração e os intestinos, e pode causar lesões neles.</p>
<p>Com as lesões, o coração tem risco de funcionar mal, as arritmias graves, que podem ser fatais. A condição pode ser revertida com cirurgias que “queimam” as lesões. Esse processo é a chamada ablação por cateter e também é um procedimento usado para outras doenças cardíacas que levam a lesões no órgão.</p>
<p>Segundo o estudo, as operações para os pacientes com Chagas exigem normalmente o acesso à camada externa do coração, que é mais difícil. Isso se dá em quase 80% dos casos. Numa comparação, portadores de cardiopatia isquêmica, outra doença relevante, precisam desse tipo de intervenção em 15% dos casos. Como a intervenção é mais difícil, aumentam consideravelmente os riscos de complicações durante a operação e de instabilidade clínica, e por isso a mortalidade aumenta.</p>
<p>Os detalhes do estudo, que acompanhou 378 procedimentos cirúrgicos em 288 pacientes, ocorridos no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) entre 2011 e 2020, foram publicados na revista The Lancet Regional Health &#8211; Americas.</p>
<p>Os pesquisadores destacaram ainda que o estudo tem limites relacionados à própria estrutura do hospital: não foi possível realizar um número de acompanhamentos capaz de garantir fidelidade estatística em associações modestas, ou seja, não “enxerga”  situações específicas para esses pacientes; alguns exames, como o mapeamento eletroanatômico, não foram realizados em todos os pacientes, por restrições orçamentárias; não houve  acompanhamento da rotina de medicamentos dos pacientes ao longo da pesquisa, que durou cerca de oito anos para cada paciente. O protocolo de acompanhamento após as cirurgias também variou entre os casos, por fatores além do clínico.</p>
<p>“A retenção no período pós-alta foi alta em todos os grupos; no entanto, a duração do acompanhamento variou, o que reduz a precisão em momentos posteriores e pode subestimar a detecção de eventos tardios, principalmente entre pacientes de regiões remotas que enfrentam barreiras socioeconômicas e logísticas para o cuidado a longo prazo”, pondera o estudo, em tradução livre.</p>
<h2>Doença de Chagas ainda atinge milhões</h2>
<p>Atualmente, a estimativa é de que 7 milhões de pessoas tenham a doença de Chagas e de que outras 100 milhões residam em áreas de risco. Há de 30 a 40 mil novos casos por ano e menos de 10% dos infectados foram diagnosticados, normalmente aqueles que têm as versões mais agressivas do mal, presente em 21 países da América Latina e, de forma pontual, na América do Norte, Europa, Japão e Austrália.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/risco-cardiaco-dobra-para-pacientes-com-doenca-de-chagas-apos-cirurgia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Edição especial com Lula dobra audiência do Sem Censura na TV Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 21:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição especial do Sem Censura na sexta-feira passada (22) alcançou bons números de audiência, segundo dados da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Na ocasião, o programa de mais de 20 anos de existência, atualmente comandado pela apresentadora Cissa Guimarães, recebeu pela primeira vez um presidente em exercício, Luiz Inácio Lula da Silva. Somente nas três praças próprias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A edição especial do <em>Sem Censura</em> na sexta-feira passada (22) alcançou bons números de audiência, segundo dados da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Na ocasião, o programa de mais de 20 anos de existência, atualmente comandado pela apresentadora Cissa Guimarães, recebeu pela primeira vez um presidente em exercício, Luiz Inácio Lula da Silva.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Edicao-especial-com-Lula-dobra-audiencia-do-Sem-Censura-na.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Somente nas três praças próprias da TV Brasil, o programa atingiu 271 mil indivíduos. É mais que o dobro da média de 111 mil pessoas alcançadas na mesma semana, de segunda a quinta-feira.</p>
<p>Além de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, a TV Brasil é transmitida em outras dez praças por meio das emissoras parceiras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). Considerando esse universo, a emissora alcançou 373 mil pessoas neste horário.</p>
<p>Durante a exibição do programa, a TV Brasil chegou a ficar em 3º lugar no Distrito Federal em alguns momentos, e em 4º lugar no Rio de Janeiro. Na capital fluminense, foi a terceira maior audiência do programa nos últimos dez anos. Os dados foram levantados pela Gerência de Análise de Dados das Plataformas de Comunicação da Diretoria Geral da EBC.</p>
<p>Na cidade de São Paulo, a EBC, empresa que mantém a TV Brasil, tem enfrentado um problema recente, assim como a TV Câmara e a TV Cultura. Com a construção de um prédio exatamente ao lado da antena compartilhada pelas emissoras em São Paulo, o sinal da TV Brasil está sendo prejudicado em vários horários do dia, há alguns meses. O problema foi identificado pela diretoria e está sendo enfrentado através da realocação da antena na capital paulista.</p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p>No campo digital, o programa atingiu o segundo maior volume de buscas no Google no Brasil desde o seu redesenho, em 2024, e teve a terceira maior visualização no Youtube desde o relançamento, com mais de 200 mil visualizações.</p>
<p>A entrevista teve mais de 30 diferentes cortes nas redes sociais da EBC, com mais de 9 milhões de visualizações até o momento. A postagem de maior alcance teve mais de 2 milhões de visualizações. É um trecho no TikTok em que o presidente comenta o projeto do governo de acabar com a escala 6&#215;1.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/edicao-especial-com-lula-dobra-audiencia-do-sem-censura-na-tv-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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