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	<title>DOENÇA Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>DOENÇA Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Hipertensão: silenciosa e hereditária, doença pede mudança de hábitos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 15:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado neste domingo (26), alerta para uma doença silenciosa e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta não apenas pessoas adultas ou idosas, já que cada vez mais adolescentes e mesmo crianças têm apresentado alterações na pressão arterial. O Ministério da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado neste domingo (26), alerta para uma doença silenciosa e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta não apenas pessoas adultas ou idosas, já que cada vez mais adolescentes e mesmo crianças têm apresentado alterações na pressão arterial.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Ministério da Saúde define a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, como uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias.</p>
<p>“A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo”, detalhou a pasta, ao citar a hipertensão arterial como um dos principais fatores de risco para acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca.</p>
<p>Ainda segundo a pasta, a hipertensão arterial é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há diversos fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial de cada indivíduo, incluindo:</p>
<ul>
<li> tabagismo;</li>
<li>consumo de bebidas alcoólicas;</li>
<li> obesidade;</li>
<li>estresse;</li>
<li> elevado consumo de sal;</li>
<li>níveis altos de colesterol;</li>
<li>sedentarismo.</li>
</ul>
<h2>12 por 8</h2>
<p>Em setembro do ano passado, uma nova diretriz brasileira de manejo da pressão arterial passou a considerar a aferição 12 por 8 não mais como pressão normal, mas como indicador de pré-hipertensão.</p>
<p>O documento foi elaborado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e pela Sociedade Brasileira de Hipertensão.</p>
<p>De acordo com a diretriz, a reclassificação tem como objetivo identificar precocemente indivíduos em risco e incentivar intervenções mais proativas e não medicamentosas no intuito de prevenir a progressão do quadro de hipertensão dos pacientes.</p>
<p>Para que a aferição seja considerada pressão normal, portanto, ela precisa ser inferior a 12 por 8. Valores iguais ou superiores a 14 por 9 permanecem sendo considerados quadros de hipertensão em estágios 1, 2 e 3, a depender da aferição feita pelo profissional de saúde em consultório.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Os sintomas da hipertensão arterial costumam aparecer somente quando a pressão sobe muito, quadro que pode gerar dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Medir a pressão regularmente, segundo o ministério, é a única maneira de diagnosticar a hipertensão arterial. A orientação é que pessoas acima de 20 anos meçam a pressão ao menos uma vez por ano.</p>
<p>“Se houver casos de pessoas com pressão alta na família, deve-se medir no mínimo duas vezes por ano”.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>A pressão alta, de acordo com a pasta, não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada.</p>
<p>“Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente”.</p>
<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece medicamentos indicados para o tratamento da hipertensão arterial, por meio de unidades básicas de saúde (UBS) e do programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar:</p>
<ul>
<li>documento de identidade com foto;</li>
<li>CPF;</li>
<li> receita médica dentro do prazo de validade, de 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.</li>
</ul>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Além do uso de medicamentos, o ministério classifica como imprescindível a adoção de um estilo de vida saudável, incluindo:</p>
<ul>
<li>manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;</li>
<li>não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;</li>
<li> praticar atividade física regular;</li>
<li> aproveitar momentos de lazer;</li>
<li> abandonar o fumo;</li>
<li> moderar o consumo de álcool;</li>
<li> evitar alimentos gordurosos;</li>
<li> controlar o diabetes.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Saúde anuncia R$ 12 milhões para enfrentamento da doença de Chagas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saude-anuncia-r-12-milhoes-para-enfrentamento-da-doenca-de-chagas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anuncia]]></category>
		<category><![CDATA[Chagas]]></category>
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		<category><![CDATA[DOENÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou R$ 12 milhões para o fortalecimento de ações de vigilância e controle da doença de Chagas em 17 estados brasileiros. Em nota, a pasta informou que o recurso fortalece a capacidade de atuação contínua em 155 municípios considerados prioritários, apoiando ações essenciais como captura e monitoramento de vetores, vigilância e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou R$ 12 milhões para o fortalecimento de ações de vigilância e controle da doença de Chagas em 17 estados brasileiros. Em nota, a pasta informou que o recurso fortalece a capacidade de atuação contínua em 155 municípios considerados prioritários, apoiando ações essenciais como captura e monitoramento de vetores, vigilância e resposta rápida a focos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Saude-anuncia-R-12-milhoes-para-enfrentamento-da-doenca-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No comunicado, o ministério destaca que Anápolis (GO) e Goiânia foram reconhecidos com selo bronze de boas práticas para eliminação da transmissão vertical da doença de Chagas e que a enfermidade ainda representa um desafio importante para a saúde pública, sobretudo em áreas com maior vulnerabilidade social e com a presença de vetores.</p>
<p>“Estamos direcionando recursos com base em critérios técnicos, o que permite maior efetividade das ações e impacto direto na redução da transmissão. Nosso compromisso é ampliar o diagnóstico, garantir o tratamento oportuno e avançar de forma consistente na eliminação da doença como problema de saúde pública no Brasil”, informou a secretária de Vigilância em Saúde e Meio Ambiente da pasta, Mariângela Simão.</p>
<h2>Seleção</h2>
<p>De acordo com o ministério, a seleção de municípios foi baseada em critérios técnicos que consideram a interação dos insetos vetores com o ambiente e a vulnerabilidade social, com prioridade para cidades classificadas como de risco muito alto em índice composto (presença de vetores e condições socioambientais) e localidades com registro recente do vetor.</p>
<p>Também foram considerados municípios com alta prioridade e muito alta prioridade para a forma crônica da doença de Chagas, concentrados principalmente nas Regiões Nordeste e Sudeste.</p>
<h2>Pesquisa</h2>
<p>A pasta anunciou ainda, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a fase 2 do projeto Selênio como tratamento na cardiopatia crônica da doença de Chagas, que busca avaliar a eficácia e a segurança do mineral como estratégia terapêutica complementar para pacientes com cardiopatia chagásica crônica. Serão investidos, ao todo, R$ 8,6 milhões.</p>
<p>A expectativa do governo federal é que a pesquisa gere evidências científicas mais robustas e representativas em diferentes perfis de pacientes.</p>
<p>“Os resultados poderão subsidiar a avaliação de tecnologias à base de selênio — substância com ação antioxidante e anti-inflamatória — para proteção cardiovascular, além de apoiar sua possível incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS)”, avaliou o ministério.</p>
<h2>Números</h2>
<p>O cenário epidemiológico da doença de Chagas no Brasil reforça a urgência de medidas de enfrentamento. Em 2024, foram registrados 3.750 óbitos, com maior concentração no Sudeste. No mesmo período, houve 520 casos agudos, principalmente no Norte, com destaque para o Pará.</p>
<p>Já em 2025, dados preliminares indicam 627 casos agudos (97% no Norte) e 8.106 casos crônicos, concentrados em Minas Gerais, na Bahia e em Goiás, evidenciando a persistência da doença em áreas endêmicas.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>A doença de Chagas é uma infecção causada por um parasita chamado Trypanosoma cruzi e que pode evoluir em duas fases:</p>
<p>&#8211; Fase aguda: acontece logo após a infecção. A pessoa pode apresentar sintomas ou não.</p>
<p>&#8211; Fase crônica: pode surgir anos depois. Em muitos casos, a pessoa não apresenta sintomas, mas a doença pode causar problemas no coração e no sistema digestivo.</p>
<p>Os triatomíneos são insetos conhecidos como barbeiro, chupão, procotó ou bicudo. Eles passam pelas fases de ovo, ninfa e adultos. Tanto as ninfas quanto os adultos se alimentam de sangue e, quando estão infectados, podem transmitir o parasita da doença de Chagas.</p>
<h2>A transmissão pode acontecer de diversas formas:</h2>
<p>&#8211; Vetorial: quando as fezes do barbeiro infectado entram em contato com feridas na pele ou mucosas após a picada.</p>
<p>&#8211; Oral: pela ingestão de alimentos ou bebidas contaminadas com o parasita.</p>
<p>&#8211; Vertical (congênita): da mãe infectada para o bebê durante a gravidez ou o parto.</p>
<p>&#8211; Transfusão ou transplante: por sangue ou órgãos de doadores infectados.</p>
<p>&#8211; Acidental: contato com material contaminado, geralmente em laboratórios ou durante a manipulação de animais silvestres.</p>
<p>Na fase aguda, os sintomas mais comuns são:</p>
<p>&#8211; febre por mais de sete dias e dor de cabeça;</p>
<p>&#8211; fraqueza intensa, inchaço no rosto e nas pernas;</p>
<p>&#8211; ferida parecida com furúnculo no local da entrada do parasita (em casos de transmissão pelo barbeiro).</p>
<p>Já na fase crônica, logo de início, a pessoa pode não sentir nada. Com o tempo, podem surgir:</p>
<p>&#8211; problemas no coração, incluindo insuficiência cardíaca;</p>
<p>&#8211; problemas digestivos, como aumento do intestino (megacólon);</p>
<p>&#8211; aumento do esôfago (megaesôfago).</p>
<p>A prevenção da doença de Chagas, de acordo com o ministério, está diretamente ligada à forma de transmissão. Uma medida importante é evitar a presença de barbeiros nas casas, com ações feitas pelas equipes de saúde. Também é recomendado:</p>
<p>&#8211; Usar telas em portas e janelas ou mosquiteiros.</p>
<p>&#8211; Utilizar repelentes e roupas de manga longa, principalmente à noite e em áreas de mata.</p>
<p>Para evitar a transmissão pelos alimentos, a orientação é:</p>
<p>&#8211; Lavar bem frutas, verduras e legumes com água potável.</p>
<p>&#8211; Observar os alimentos antes de triturar ou bater.</p>
<p>&#8211; Manter o local de preparo limpo e protegido.</p>
<p>&#8211; Guardar alimentos em recipientes fechados.</p>
<p>&#8211; Realizar orientações e treinamentos para quem manipula alimentos.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/saude-anuncia-r-12-milhoes-para-enfrentamento-da-doenca-de-chagas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/vacina-da-gripe-nao-aumenta-risco-da-doenca-alerta-ministerio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 15:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde alertou nesta quarta-feira (1º) que mensagens que circulam nas redes sociais voltaram a espalhar desinformação sobre vacinas. O alvo da vez, segundo a pasta, é a vacina contra a gripe. “Publicações afirmam, sem qualquer base científica, que o imunizante aumentaria o risco de contrair a própria gripe. A informação é falsa”, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde alertou nesta quarta-feira (1º) que mensagens que circulam nas redes sociais voltaram a espalhar desinformação sobre vacinas. O alvo da vez, segundo a pasta, é a vacina contra a gripe.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Vacina-da-gripe-nao-aumenta-risco-da-doenca-alerta-ministerio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Publicações afirmam, sem qualquer base científica, que o imunizante aumentaria o risco de contrair a própria gripe. A informação é falsa”, rebateu o ministério em nota.</p>
<p>A pasta destacou que a vacina contra a gripe produzida no Brasil pelo Instituto Butantan apresenta eficácia comprovada na prevenção de hospitalizações e mortes, sobretudo entre grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas e pessoas com 60 anos de idade ou mais.</p>
<p>A dose contra a gripe disponível via Sistema Único de Saúde (SUS) é a Influenza trivalente, indicada para prevenir quadros clínicos graves, complicações, internações e óbitos causados pelo vírus.</p>
<p>“O imunizante é recomendado pelo Ministério da Saúde, pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e segue as orientações internacionais. Tanto a OMS quanto a agência reguladora dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), recomendam o uso de vacinas trivalentes”, reforçou o ministério.</p>
<h2>Boatos</h2>
<p>No comunicado, a pasta ressaltou que a vacina da gripe é produzida com vírus inativados, fragmentados e purificados, não sendo capaz de provocar a doença em quem é imunizado.</p>
<p>“Logo, é falso afirmar que a vacina causa gripe mais forte ou aumenta o risco de infecção”, afirma.</p>
<p>Um dos fatores que contribuem para a confusão, segundo o ministério, é o fato de que o vírus influenza circula com mais intensidade no outono e no inverno,  período em que também aumentam os casos de outras viroses respiratórias, como parainfluenza, covid-19, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus.</p>
<p>“Pessoas vacinadas podem ser infectadas por outros vírus respiratórios no mesmo período e apresentar sintomas semelhantes aos da gripe, o que pode gerar a falsa impressão de que a vacina não funcionou”, esclarece a pasta. </p>
<p>“Na prática, a imunização reduz a chance de desenvolver sintomas graves e diminui significativamente o risco de internações e morte”, alerta o ministério.</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no sábado (28) e segue até o dia 30 de maio nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. </p>
<p>Podem receber a dose grupos prioritários que incluem idosos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, forças de segurança, caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo, entre outros públicos classificados mais vulneráveis.</p>
<p>Balanço recente divulgado pelo ministério indica que, desde o início da mobilização, mais de 2,3 milhões de doses foram distribuídas no país.</p>
<p>“A vacinação anual é fundamental porque a composição da vacina é atualizada a cada ano, conforme orientações da OMS, para acompanhar as cepas mais prevalentes”, explica o ministério.</p>
<h2>Reforço</h2>
<p>A pasta informou ainda que reforçou a vigilância da Influenza A (H3N2), especialmente do subclado K, que vem sendo frequentemente registrada em países da América do Norte, como Estados Unidos e Canadá.</p>
<p>No Brasil, até o momento, foram identificados apenas quatro casos do subclado K. As análises foram conduzidas por laboratórios de referência nacional, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Adolfo Lutz, seguindo protocolos rigorosos de vigilância.</p>
<p>“A vigilância da Influenza inclui monitoramento contínuo de casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave (SRAG), diagnóstico precoce, investigação de eventos incomuns e fortalecimento do acesso à vacinação e a antivirais”, destacou o ministério.</p>
<p>“A vacina contra a gripe não aumenta o risco da doença, ela salva vidas. Aderir à imunização é a forma mais eficaz de proteger a si mesmo e aos mais vulneráveis, reduzindo internações e evitando mortes”, garante o ministério. </p>
<p>“Não espalhe desinformação. Confira sempre em sites de fontes oficiais, como do Ministérios da Saúde e da OMS, antes de repassar fake news”, alerta a pasta.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/vacina-da-gripe-nao-aumenta-risco-da-doenca-alerta-ministerio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/vacina-da-gripe-nao-aumenta-risco-da-doenca-alerta-ministerio/">Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Chikungunya: entenda doença que preocupa Mato Grosso do Sul</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/chikungunya-entenda-doenca-que-preocupa-mato-grosso-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 18:57:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chikungunya]]></category>
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		<category><![CDATA[DOENÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal reconheceu situação de emergência em saúde pública no município de Dourados (MS) em razão de doenças infecciosas virais, incluindo diversos casos de infecção por Chikungunya. Na última sexta-feira (27), a prefeitura já havia editado decreto declarando situação de emergência em áreas do município afetadas pela doença. Dados do boletim epidemiológico divulgado pouco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal reconheceu situação de emergência em saúde pública no município de Dourados (MS) em razão de doenças infecciosas virais, incluindo diversos casos de infecção por <em>Chikungunya</em>. Na última sexta-feira (27), a prefeitura já havia editado decreto declarando situação de emergência em áreas do município afetadas pela doença.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Chikungunya-entenda-doenca-que-preocupa-Mato-Grosso-do-Sul.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Dados do boletim epidemiológico divulgado pouco antes indicam 1.455 casos prováveis, 785 confirmados, 900 em investigação e 39 internações na área urbana. Também há 539 casos em investigação, 629 confirmados e 1.168 prováveis, além de sete internações, 428 casos com atendimento hospitalar e cinco óbitos confirmados na Reserva Indígena de Dourados.</p>
<p>Em nota, a Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul informou que o estado vai receber doses da vacina contra o Chikungunya como parte de uma estratégia piloto elaborada pelo Ministério da Saúde. A inclusão do estado ocorre após solicitação formal ao governo federal, motivada pelo cenário epidemiológico de arboviroses registrado em Dourados, sobretudo em territórios indígenas.</p>
<h2>A doença</h2>
<p>A chikungunya é uma arbovirose cujo agente etiológico é transmitido pela picada de fêmeas infectadas do gênero <em>Aedes</em>. De acordo com o ministério, no Brasil, até o momento, o vetor envolvido na transmissão é o <em>Aedes aegypti</em>. Introduzido no continente americano em 2013, o vírus foi responsável por uma epidemia em diversos países da América Central e nas ilhas do Caribe.</p>
<p>No segundo semestre de 2014, o Brasil confirmou, por métodos laboratoriais, a presença da doença nos estados do Amapá e da Bahia. Atualmente, todos os estados registram transmissão do arbovírus. Em 2023, o ministério cita uma importante dispersão territorial do vírus no país, principalmente em estados da Região Sudeste. Anteriormente, as maiores incidências de chikungunya concentravam-se no Nordeste.</p>
<p>As principais características clínicas da infecção são edema e dor articular incapacitante, mas também podem ocorrer manifestações extra-articulares. Casos graves podem demandar internação hospitalar e evoluir para óbito. O vírus também pode causar doença neuroinvasiva, caracterizada por agravos neurológicos como encefalite, mielite, meningoencefalite, síndrome de Guillain-Barré, síndrome cerebelar, paresias, paralisias e neuropatias.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Os principais sintomas da infecção pelo vírus Chikungunya, de acordo com o ministério, são:</p>
<ul>
<li>Febre;</li>
<li>dores musculares;</li>
<li>dor de cabeça;</li>
<li>dores intensas nas articulações;</li>
<li>manchas vermelhas pelo corpo;</li>
<li>dor atrás dos olhos;</li>
<li>dor nas costas;</li>
<li>conjuntivite não purulenta;</li>
<li>náuseas e vômitos;</li>
<li>edema nas articulações (geralmente as mesmas afetadas pela dor intensa);</li>
<li>prurido (coceira) na pele, que pode ser generalizada, ou localizada apenas nas palmas das mãos e plantas dos pés;</li>
<li>diarreia e/ou dor abdominal (manifestações do trato gastrointestinal são mais presentes em crianças);</li>
<li>dor de garganta;</li>
<li>calafrios.</li>
</ul>
<h2>Fases</h2>
<p>Segundo a pasta, a doença pode evoluir em três fases:</p>
<ul>
<li>Febril ou aguda, com duração de cinco a 14 dias;</li>
<li>pós-aguda, com curso de 15 a 90 dias;</li>
<li>crônica, caso os sintomas persistam por mais de 90 dias. Em mais de 50% dos casos, a artralgia (dor nas articulações) torna-se crônica, podendo persistir por anos.</li>
</ul>
<p>“É possível que se desenvolvam manifestações extra-articulares, ou sistêmicas: no sistema nervoso, cardiovascular, pele, rins e outros”, destacou o ministério.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>O diagnóstico da chikungunya tem componentes clínicos e laboratoriais e deve ser feito por um médico. Todos os exames laboratoriais para acompanhamento do quadro clínico e os testes diagnósticos (sorológicos e moleculares) estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Em caso de suspeita da doença, a orientação do ministério é que a notificação seja inserida no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan Online) em até sete dias. Já em caso de óbitos, a notificação deve ser feita à própria pasta em até 24 horas.</p>
<p>Deve-se considerar como caso suspeito paciente que apresente febre de início súbito, acompanhada de artralgia ou artrite intensa (dor nas articulações) de início agudo, não explicado por outras condições, residente em (ou que tenha visitado) áreas com transmissão até duas semanas antes de começar os sintomas, ou que tenha vínculo epidemiológico com caso confirmado.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>O tratamento da infecção por Chikungunya é feito de acordo com os sintomas, já que, até o momento, não há tratamento antiviral específico para a doença. A terapia utilizada é analgesia e suporte.</p>
<p>A orientação do ministério aos profissionais de saúde é estimular a hidratação oral dos pacientes e que a escolha dos medicamentos seja realizada após a avaliação do quadro clínico, com aplicação de escalas de dor apropriadas para cada idade e fase da doença.</p>
<p>Em casos de comprometimento musculoesquelético importante, e sob avaliação médica conforme cada caso, pode ser recomendada ainda fisioterapia.</p>
<p>“Em caso de suspeita, com o surgimento de qualquer sintoma, é fundamental procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico e prescrição dos medicamentos, evitando sempre a automedicação”, reforçou a pasta, citando que a automedicação pode mascarar sintomas, dificultando o diagnóstico e agravando o quadro.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/chikungunya-entenda-doenca-que-preocupa-mato-grosso-do-sul" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Entidades pedem proteção a jornalistas que cobrem doença de Bolsonaro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/entidades-pedem-protecao-a-jornalistas-que-cobrem-doenca-de-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 21:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[DOENÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidades que representam jornalistas brasileiros repudiaram as agressões e ameaças sofridas por profissionais de imprensa que trabalham diante do hospital particular onde o ex-presidente da República Jair Bolsonaro está internado, em Brasília. A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades que representam jornalistas brasileiros repudiaram as agressões e ameaças sofridas por profissionais de imprensa que trabalham diante do hospital particular onde o ex-presidente da República Jair Bolsonaro está internado, em Brasília.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Entidades-pedem-protecao-a-jornalistas-que-cobrem-doenca-de-Bolsonaro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) divulgaram notas cobrando proteção aos profissionais.</p>
<p>Segundo a Abraji, alguns jornalistas passaram a receber ameaças e ofensas após uma influenciadora digital bolsonarista divulgar um vídeo em que acusa profissionais de imprensa que aparecem em imagens gravadas na porta do Hospital DF Star, à espera de informações atualizadas sobre o estado de saúde de Bolsonaro, de desejarem a morte do ex-presidente.</p>
<p>O vídeo foi compartilhado por parlamentares e pela própria ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que tem mais de 8 milhões de seguidores em suas redes sociais.</p>
<p>A Abraji classificou a divulgação do vídeo, sem qualquer verificação prévia, como um gesto irresponsável. Segundo a associação, o registro foi deturpado e expôs jornalistas “que estavam simplesmente exercendo seu trabalho” a ameaças e difamações.</p>
<p>“É inadmissível que parlamentares e figuras com espaço no debate público utilizem sua influência para orquestrar campanhas de difamação e incitar agressões contra profissionais de imprensa. Esse tipo de ataque não é apenas uma ameaça individual — é um ataque direto à liberdade de imprensa e à democracia”, sustenta a Abraji, na nota que divulgou neste domingo (15).</p>
<p>De acordo com a associação, as agressões não ficaram restritas ao ambiente digital: ao menos duas repórteres sofreram ataques presenciais ao serem reconhecidas na rua.</p>
<p>Ainda segundo a Abraji, montagens e vídeos produzidos com o uso de inteligência artificial foram divulgados, inclusive simulando que uma das profissionais é esfaqueada, e fotos de filhos e parentes de jornalistas estão sendo usadas como instrumento de intimidação e assédio.</p>
<p>Também em nota, a Fenaj e o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal cobraram proteção aos trabalhadores. “Lembramos que é dever do Estado garantir a segurança dos profissionais em locais públicos e de interesse jornalístico”, destacaram as entidades, antecipando que irão pedir reforço da Polícia Militar na frente do hospital para impedir “cerceamento e agressões” ao trabalho da imprensa “por parte de militantes”.</p>
<p>“Ressaltamos ainda que é fundamental a apuração rigorosa das ameaças para que episódios como esse não se repitam. Pedimos às autoridades policiais e ao Ministério Público que identifiquem e punam os autores das ameaças virtuais e os responsáveis pela exposição indevida de dados dos profissionais”, cobraram a Fenaj e o sindicato. </p>
<p>As entidades exigem que as empresas de jornalismo proporcionem condições para que seus empregados possam trabalhar, afastando-os do hospital caso não se sintam seguros e oferecendo a eles apoio jurídico.</p>
<p>“Reafirmamos que a liberdade de imprensa é um pilar fundamental da democracia. O jornalismo é essencial para levar fatos ao conhecimento público, e não pode ser cerceado por métodos de coação física ou psicológica. Não aceitaremos a intimidação como método político”, concluem as entidades.</p>
<p>A Agência Brasil não conseguiu contato com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e com a Polícia Civil para saber se boletins de ocorrência foram registrados.</p>
<h2>Internação</h2>
<p>Bolsonaro está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star desde a manhã da última sexta-feira (13), tratando de uma broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa.</p>
<p>Segundo o boletim médico divulgado esta manhã, seu quadro clínico é estável e ele teve uma melhora da função renal de ontem (14) para hoje, mas devido a uma elevação dos marcadores inflamatórios em seu sangue, os médicos decidiram ampliar a dosagem de antibióticos.</p>
<p>Ainda não há previsão de quando ele poderá deixar a UTI e seguir para um quarto, de onde deverá voltar a Papudinha (prédio no Complexo Penitenciário da Papuda), onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão, por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/entidades-pedem-protecao-jornalistas-que-cobrem-doenca-de-bolsonaro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026; saiba como evitar a doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:30:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os quadros leves a moderados predominam e não há óbitos. Em 2025, foram registrados no país 1.079 casos e 2 óbitos. Os dados são do Ministério da Saúde. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Brasil-registra-88-casos-de-Mpox-em-2026-saiba-como.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<h2>O que é Mpox e quais são os sintomas?</h2>
<p>Causada pelo vírus Monkeypox, a doença tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal.</p>
<h2>Como a Mpox é transmitida?</h2>
<p>O vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo vaginal/anal; contato boca com boca; ou contato boca e pele, como no sexo oral ou mesmo o beijo na pele.</p>
<p>O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença. </p>
<h2>Em quanto tempo a doença se manifesta?</h2>
<p>O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox (período de incubação) é tipicamente de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.</p>
<p>Ao notar os sintomas, é preciso procurar uma unidade de saúde para fazer o exame laboratorial, que é a única forma de confirmação. O diagnóstico complementar deve ser realizado considerando as seguintes doenças: varicela zoster, herpes zoster, herpes simples, infecções bacterianas da pele, infecção gonocócica disseminada, sífilis primária ou secundária, cancróide, linfogranuloma venéreo, granuloma inguinal, molusco contagioso, reação alérgica e quaisquer outras causas de erupção cutânea papular ou vesicular.</p>
<p>“Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem cumprir isolamento imediato, não compartilhar objetos e material de uso pessoal, tais como toalhas, roupas, lençóis, escovas de dente, talheres, até o término do período de transmissão”, orienta o Ministério da Saúde.</p>
<h2>Qual é o tratamento?</h2>
<p>O tratamento consiste no alívio dos sintomas, na prevenção, no manejo das complicações e em evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Não há medicamento aprovado especificamente para Mpox.</p>
<p>A prevenção consiste em evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Caso seja necessário ter contato, a recomendação é a de utilizar luvas, máscaras, avental e óculos de proteção.</p>
<p>Também é recomendado lavar as mãos com água e sabão ou utilizar álcool em gel frequentemente. As medidas de higiene são especialmente importantes após o contato com a pessoa infectada, suas roupas, lençóis, toalhas e outros itens ou superfícies que possam ter entrado em contato com as erupções e lesões da pele ou secreções respiratórias.</p>
<p>“Lave as roupas de cama, roupas, toalhas, lençóis, talheres e objetos pessoais da pessoa com água morna e detergente. Limpe e desinfete todas as superfícies contaminadas e descarte os resíduos contaminados (por exemplo, curativos) de forma adequada”, alerta o Ministério.</p>
<h2>Mpox pode matar?</h2>
<p>Na maioria dos casos, os sintomas da doença desaparecem sozinhos em poucas semanas. Mas, em algumas pessoas, o vírus pode provocar complicações médicas e mesmo a morte. Recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão pré-existente correm maior risco de sintomas mais graves e de morte pela infecção.</p>
<p>Quadros graves causados pela Mpox podem incluir lesões maiores e mais disseminadas (especialmente na boca, nos olhos e em órgãos genitais), infecções bacterianas secundárias de pele ou infecções sanguíneas e pulmonares. As complicações se manifestam ainda por meio de infecção bacteriana grave causada pelas lesões de pele, encefalite, miocardite ou pneumonia, além de problemas oculares.</p>
<p>Pacientes com Mpox grave podem precisar de internação, cuidados intensivos e medicamentos antivirais para reduzir a gravidade das lesões e encurtar o tempo de recuperação. Dados disponíveis mostram que entre 0,1% e 10% das pessoas infectadas pelo vírus morreram, sendo que as taxas de mortalidade podem divergir por conta de fatores como acesso a cuidados em saúde e imunossupressão subjacente.</p>
<h2>São Paulo</h2>
<p>Apesar dos números apresentados pelo governo federal, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo (SES-SP) afirma que o número de casos no estado é de 50. A capital paulista é a cidade com maior número de casos: 31. Campinas, Paulínia, Sumaré, Hortolândia, Sorocaba, Várzea Paulista, Araquaquara, Osasco, Cotia, Jandira, Serrana, Arujá, Santos, Guarulhos e Pradópolis registram um caso. Em Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes, são dois em cada. No ano passado, em janeiro foram registrados 79 casos e em fevereiro 47 casos, totalizando, 126 casos nos dois primeiros meses do ano.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/brasil-registra-88-casos-de-mpox-em-2026-saiba-como-evitar-doenca" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>SUS não oferece exame a criança com leucemia no Amazonas, e mãe faz vaquinha para salvar o filho</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/sus-nao-oferece-exame-a-crianca-com-leucemia-no-amazonas-e-mae-faz-vaquinha-para-salvar-o-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 02:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; A mãe do pequeno Breno Matheus, diagnosticado com leucemia, recorre a uma vaquinha online e a uma rifa solidária para pagar um exame que o SUS não disponibiliza no Amazonas. O caso ocorre em meio a denúncias de superlotação e falta de estrutura no Hemoam, referência no tratamento oncológico no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; A mãe do pequeno Breno Matheus, diagnosticado com leucemia, recorre a uma vaquinha online e a uma rifa solidária para pagar um exame que o SUS não disponibiliza no Amazonas.</p>
<p>O caso ocorre em meio a denúncias de superlotação e falta de estrutura no Hemoam, referência no tratamento oncológico no estado.</p>
<h2>Família precisa de R$ 1,5 mil para exame essencial</h2>
<p>O PET Scan da medula óssea, que custa cerca de R$ 1,5 mil, é decisivo para determinar se a quimioterapia eliminou a doença ou se ainda há células cancerígenas no organismo.</p>
<p>Sem o exame, Breno não pode avançar para a nova etapa do tratamento, prevista para começar nesta segunda-feira.</p>
<p>A mãe, Bianca Silva, organiza a arrecadação porque não tem condições de pagar o valor.</p>
<p>“É o exame que diz se a quimioterapia matou a doença”</p>
<h2>Bianca descreve a luta desde o diagnóstico.</h2>
<p>“Ele foi diagnosticado no dia 20 de março de 2024. O SUS me ajuda com algumas quimioterapias no Hemoam, mas esse exame é final. Ele mostra se a quimioterapia matou a doença ou se a leucemia voltou para a medula.”</p>
<p>Ela reforça que o exame não está disponível na rede pública.</p>
<p>“Infelizmente, esse exame não tem no SUS. A gente só consegue fazer em clínica particular.”</p>
<h2>Hemoam enfrenta superlotação e denúncias de falta de estrutura</h2>
<p>A situação de Breno ocorre enquanto famílias relatam falta de leitos, transferências constantes, ausência de UTIs pediátricas e até óbitos supostamente ligados à falta de suporte no Hemoam.</p>
<p>Pacientes afirmam que crianças e adultos chegam a ser atendidos na mesma enfermaria, aumentando riscos e desconfortos.</p>
<p>A população aguarda a inauguração do novo prédio do Hemoam, que promete melhorar a estrutura.</p>
<p>“Muitas mães já perderam seus filhos por não conseguirem fazer esse exame”</p>
<p>Bianca diz que a dificuldade é comum:</p>
<p>“Muitas mães já perderam suas crianças por não terem condições de realizar esse exame.”</p>
<h2>Como ajudar Breno Matheus?</h2>
<p>A família tenta arrecadar os R$ 1.500 necessários para o PET Scan. Qualquer contribuição ajuda a garantir que Breno continue o tratamento e aumente suas chances de cura.</p>
<p>Link da vakinha: <a href="https://share.google/f7YHjhekV78dcT8SC" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://share.google/f7YHjhekV78dcT8SC</a></p>
<p>Dados para transação via pix chave pix 92993341838 &#8211; Telefone<br />
Nome: Bianca Kerolayne<br />
Banco: Nubank</p>
<p>Telefone para contato: (92) 993341838 (Apenas WhatsApp)</p>
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		<title>AM já registra mais de 4 mil casos de dengue em 2025</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 13:09:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; O estado do Amazonas já registrou 4.092 casos prováveis de dengue, em 2025, mostram dados do Ministério da Saúde (dados até 31/05/2025). No período, foi registrado um óbito em decorrência da doença. Diante disso, autoridades de saúde e a população precisam continuar mobilizadas na prevenção aos focos do mosquito transmissor da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; O <strong>estado do Amazonas já registrou 4.092 casos prováveis de dengue, em 2025, <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aedes-aegypti/monitoramento-das-arboviroses" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">mostram dados do Ministério da Saúde</a> (dados até 31/05/2025)</strong>. No período, foi registrado um óbito em decorrência da doença.</p>
<p>Diante disso, <strong>autoridades de saúde e a população precisam continuar mobilizadas na prevenção aos focos do mosquito transmissor da dengue e atentos aos sintomas da dengue</strong>. É o que ressalta o secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.</p>
<p>“Que numa ação sinérgica, apoiados pelo Ministério da Saúde, estados e municípios, nós possamos garantir a continuidade das ações de orientação da população, avaliando se tem criadouros potenciais do mosquito aedes aegypti, para que quando retornarem as chuvas e outras condições mais favoráveis à transmissão da doença, nós tenhamos baixa infestação e, portanto, menor possibilidade de ocorrência de epidemias.”</p>
<p>A <strong>campanha nacional contra a dengue realizada pelo Ministério da Saúde reforça: estar atento aos sintomas que o corpo emite é essencial para uma resposta rápida e eficaz</strong>. O atendimento de um profissional de saúde logo após o surgimento dos primeiros sintomas é fundamental para evitar que a dengue se agrave.</p>
<p>O Ministério da Saúde destaca ainda que o uso de remédios deve ser feito após a orientação de um profissional de saúde. Tomar medicação por conta própria pode mascarar os sintomas e atrasar o tratamento adequado.</p>
<p>O secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Fabiano Geraldo, faz um alerta especial para os grupos mais vulneráveis, como idosos, pessoas com doenças crônicas – como diabetes e hipertensão – e para indivíduos com baixa imunidade:</p>
<p>“Chamamos atenção para aquelas pessoas que têm diabetes, hipertensão, idosos, aquelas pessoas que têm alguma doença que nós chamamos de doenças com problemas no sistema imunológico, então isso é muito importante que isso seja observado, porque esses sinais de alertas exigem um cuidado muito mais urgente.”</p>
<p>Atenção: <strong>se estiver com febre, dor de cabeça e/ou atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo são sintomas de dengue</strong>. Percebeu os sintomas? Beba bastante água e procure um serviço de saúde mais próximo.</p>
<p>Saiba mais em <a href="http://gov.br/mosquito" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">gov.br/mosquito</a> ou ligue 136.<br />
Fonte: <a href="https://brasil61.com/n/amazonas-estado-registra-mais-de-4-mil-casos-provaveis-de-dengue-em-2025-aede253218?email=isacsharlon@gmail.com&amp;utm_source=email_individual&amp;utm_medium=email_individual&amp;utm_campaign=email_individual" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Brasil 61</a></p>
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