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	<title>DOENÇA Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>DOENÇA Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Ingestão de água é importante no inverno para evitar doença dos rins</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ingestao-de-agua-e-importante-no-inverno-para-evitar-doenca-dos-rins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:49:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A queda da temperatura no inverno pode trazer consequências sérias para a saúde dos rins, devido a uma mudança de comportamento nessa estação do ano. Com menor sensação de sede, as pessoas, principalmente idosas, acabam reduzindo a ingestão de água durante o inverno, o que favorece a ocorrência doenças como cistites e até a formação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A queda da temperatura no inverno pode trazer consequências sérias para a saúde dos rins, devido a uma mudança de comportamento nessa estação do ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Ingestao-de-agua-e-importante-no-inverno-para-evitar-doenca.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com menor sensação de sede, as pessoas, principalmente idosas, acabam reduzindo a ingestão de água durante o inverno, o que favorece a ocorrência doenças como cistites e até a formação de cálculos renais, alerta a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro.</p>
<p>A pasta informa que realiza diagnóstico e tratamento de enfermidades renais nas unidades do Rio Imagem Centro e em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O acesso é feito por meio de encaminhamento médico, dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>As pessoas ao perceberem dor intensa na região lombar, dificuldade para urinar, sangue na urina, infecções urinárias recorrentes, perda involuntária de urina ou alterações no fluxo urinário, devem procurar atendimento na unidade básica de saúde.</p>
<p>De acordo com a orientação da secretaria, “a avaliação médica é fundamental para identificar a causa do problema e definir a necessidade de exames especializados”.</p>
<h2>Exames</h2>
<p>No Rio Imagem, o paciente com sintomas urinários, como incontinência, bexiga hiperativa e dificuldade para urinar, pode dispor de exames de urodinâmica, que avalia o funcionamento da bexiga e da uretra.</p>
<p>“Uma das opções terapêuticas oferecidas é a litotripsia extracorpórea por ondas de choque, procedimento minimamente invasivo, que fragmenta as pedras nos rins para facilitar sua eliminação pela urina”, informa a secretaria.</p>
<h2>Acesso ao tratamento</h2>
<p>O acesso às unidades do Centro e da Baixada ocorre por encaminhamento da Atenção Primária, após atendimento em uma Clínica da Família ou unidade básica de saúde da rede municipal.</p>
<p>A secretaria recomenda atenção especial à alimentação. Embora o frio não seja a causa direta dessas doenças, hábitos típicos da estação aumentam o risco.</p>
<p>“De uma forma geral, é importante aumentar a ingestão de água &#8211; dois a três litros por dia &#8211; praticar atividade física e evitar alimentos ricos em sódio e ultraprocessados”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/ingestao-de-agua-e-importante-no-inverno-para-evitar-doenca-dos-rins" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Professora morre por infecção conhecida como &#8216;doença do pombo&#8217; em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/professora-morre-por-infeccao-conhecida-como-doenca-do-pombo-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:22:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A professora Patrícia Almeida de Lima, de 49 anos, morreu após contrair histoplasmose disseminada, conhecida popularmente como a “doença do pombo”. A infecção é causada pela inalação de fungos encontrados em ambientes contaminados por fezes de aves, especialmente pombos. Ela lecionava para uma turma do 3º ano da Escola Municipal Esmeralda Soares Neves, na zona [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A professora Patrícia Almeida de Lima, de 49 anos, morreu após contrair histoplasmose disseminada, conhecida popularmente como a “doença do pombo”. A infecção é causada pela inalação de fungos encontrados em ambientes contaminados por fezes de aves, especialmente pombos. Ela lecionava para uma turma do 3º ano da Escola Municipal Esmeralda Soares Neves, na zona Norte de Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, a família suspeitou que Patrícia enfrentava um câncer. No entanto, os exames confirmaram que ela morreu em decorrência de histoplasmose, aplasia de medula e septicemia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Após a confirmação da morte da professora, a direção da escola suspendeu as aulas. Em seguida, equipes realizaram a limpeza da área onde havia grande concentração das aves, ambiente que pode favorecer a presença do fungo causador da histoplasmose, conhecida popularmente como “doença do pombo”.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que é a histoplasmose?</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A histoplasmose é uma infecção provocada pelo fungo Histoplasma capsulatum. Geralmente, o microrganismo está presente em locais contaminados por fezes de aves e morcegos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a doença não passa diretamente dos animais para as pessoas. Em vez disso, a infecção acontece quando alguém inala os esporos do fungo, que ficam suspensos no ar durante a limpeza ou movimentação de ambientes contaminados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais sintomas, estão febre, tosse, cansaço, dor no peito e falta de ar. Além disso, a doença pode atingir outros órgãos em pessoas com baixa imunidade, tornando o quadro mais grave.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Morre Bonnie Tyler, estrela do pop rock que conquistou o mundo nos anos 80</p>
<p class="wp-block-paragraph">Como as apostas ao vivo em tempo real mudaram a forma de acompanhar esportes</p>
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		<title>Caixas d&#8217;agua da Semed onde professora morreu com doença do pombo estão na sujeira: &#8216;só fezes&#8217;</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/caixas-dagua-da-semed-onde-professora-morreu-com-doenca-do-pombo-estao-na-sujeira-so-fezes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:32:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Educadores, pais e alunos da Escola Municipal Esmeralda Soares Neves, na zona norte de Manaus, estão em pânico, após a professora Patrícia Almeida de Lima, de 49 anos, morrer vítima da doença de pombo. Profissionais estão nas redes sociais denunciando o descaso por parte da Secretaria Municipal de Educação, que deixou a situação descambar para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Educadores, pais e alunos da Escola Municipal Esmeralda Soares Neves, na zona norte de Manaus, estão em pânico, após a professora  Patrícia Almeida de Lima, de 49 anos, morrer vítima da doença de pombo. Profissionais estão nas redes sociais denunciando o descaso por parte da Secretaria Municipal de Educação, que deixou a situação descambar para a morte. A escola fica no bairro União da Vitória.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Um educador gravou as caixas d’agua onde, segundo ele, o líquido consumido pelos alunos é retirado. O local é um dos preferidos dos pombos. “Só fezes”, ele diz enquanto filma o local.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a família, a educadora morreu vítima de histoplasmose disseminada, aplasia de medula e septicemia. A deriva de fungos causados por fezes de aves, entre elas os pombos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além dos pombos, imagens da escola mostram o local sujo. Nas redes sociais, um comunicado informa a suspensão as aulas para limpar a escola e tentar acabar com os pombos, atitude tardia para salvar a vida da professora.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">“Há anos pais, professores e funcionários convivem com uma escola tomada por pombos. Quantas vezes esse problema foi visto e nada foi resolvido?” afirma uma publicação que viralizou nas redes sociais. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em período pré-eleitoral, o ex-prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), disse que entregou uma das melhores  redes de Educação do Brasil, deixando as duas melhores escolas do Norte na cidade de Manaus.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="736" height="1024" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783549935_756_Caixas-dagua-da-Semed-onde-professora-morreu-com-doenca-do.webp.webp?resize=736%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4785"  /></p>
<p class="wp-block-paragraph">A Semed não se pronunciou sobre porquê deixou a escola tão suja. O espaço segue aberto. </p>
<p><video height="598" style="aspect-ratio: 476 / 598;" width="476" controls="" src="https://politicafranca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/pb.mp4"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Educadores e Semed seguem em desacordo, enquanto David usa Educação como propaganda eleitoral</p>
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		<title>Caixas d&#8217;agua da escola municipal onde professora morreu com doença do pombo em Manaus estão na sujeira: &#8216;só fezes&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:16:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Educadores, pais e alunos da Escola Municipal Esmeralda Soares Neves, na zona norte de Manaus, estão em pânico, após a professora Patrícia Almeida de Lima, de 49 anos, morrer vítima da doença de pombo. Profissionais estão nas redes sociais denunciando o descaso por parte da Secretaria Municipal de Educação, que deixou a situação descambar para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/caixas-dagua-da-escola-municipal-onde-professora-morreu-com-doenca-do-pombo-em-manaus-estao-na-sujeira-so-fezes/">Caixas d&#8217;agua da escola municipal onde professora morreu com doença do pombo em Manaus estão na sujeira: &#8216;só fezes&#8217;</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Educadores, pais e alunos da Escola Municipal Esmeralda Soares Neves, na zona norte de Manaus, estão em pânico, após a professora  Patrícia Almeida de Lima, de 49 anos, morrer vítima da doença de pombo. Profissionais estão nas redes sociais denunciando o descaso por parte da Secretaria Municipal de Educação, que deixou a situação descambar para a morte. A escola fica no bairro União da Vitória.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Um educador gravou as caixas d’agua onde, segundo ele, o líquido consumido pelos alunos é retirado. O local é um dos preferidos dos pombos. “Só fezes”, ele diz enquanto filma o local.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a família, a educadora morreu vítima de histoplasmose disseminada, aplasia de medula e septicemia. A deriva de fungos causados por fezes de aves, entre elas os pombos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além dos pombos, imagens da escola mostram o local sujo. Nas redes sociais, um comunicado informa a suspensão as aulas para limpar a escola e tentar acabar com os pombos, atitude tardia para salvar a vida da professora.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="740" height="987" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783549015_723_Caixas-dagua-da-escola-municipal-onde-professora-morreu-com-doenca.jpg?resize=740%2C987&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4784"   data-pagespeed-url-hash="1913168259" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">“Há anos pais, professores e funcionários convivem com uma escola tomada por pombos. Quantas vezes esse problema foi visto e nada foi resolvido?” afirma uma publicação que viralizou nas redes sociais. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em período pré-eleitoral, o ex-prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), disse que entregou uma das melhores  redes de Educação do Brasil, deixando as duas melhores escolas do Norte na cidade de Manaus.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="736" height="1024" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Caixas-dagua-da-escola-municipal-onde-professora-morreu-com-doenca.jpeg?resize=736%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4785"   data-pagespeed-url-hash="52836896" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">A Semed não se pronunciou sobre porquê deixou a escola tão suja. O espaço segue aberto. </p>
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<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Educadores e Semed seguem em desacordo, enquanto David usa Educação como propaganda eleitoral</p>
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		<title>Doença falciforme afeta até 100 mil brasileiros e exige atenção</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/doenca-falciforme-afeta-ate-100-mil-brasileiros-e-exige-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 10:47:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Considerada uma das principais doenças hereditárias do país, a Doença Falciforme afeta entre 60 mil e 100 mil brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. A condição genética, mais frequente entre pessoas pretas e pardas devido à sua origem africana, pode comprometer funções vitais do organismo quando não é diagnosticada e tratada adequadamente. O tema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Considerada uma das principais doenças hereditárias do país, a Doença Falciforme afeta entre 60 mil e 100 mil brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. A condição genética, mais frequente entre pessoas pretas e pardas devido à sua origem africana, pode comprometer funções vitais do organismo quando não é diagnosticada e tratada adequadamente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O tema ganhou destaque durante o Dia Mundial de Conscientização da Doença Falciforme, data criada para ampliar a informação sobre a enfermidade e incentivar o diagnóstico precoce.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que é a doença falciforme?</h2>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o hematologista Felipe Furtado, a doença provoca alterações na estrutura das células sanguíneas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Em pessoas com doença falciforme, as hemácias deixam de ter o formato arredondado e assumem o aspecto de foice, tornando-se mais rígidas e dificultando o transporte de oxigênio para órgãos importantes como cérebro, pulmões e rins”, explica o especialista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essa alteração pode causar obstruções nos vasos sanguíneos e desencadear diversas complicações ao longo da vida.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sintomas e riscos da condição</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os sintomas mais frequentes estão as crises de dor intensa nos ossos, que podem surgir ainda na infância.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Sem acompanhamento médico adequado, a doença pode provocar:</p>
<li>Anemia crônica;</li>
<li>Retardo no crescimento;</li>
<li>Infecções recorrentes;</li>
<li>Infartos pulmonares;</li>
<li>Acidente vascular cerebral (AVC);</li>
<li>Inflamações;</li>
<li>Úlceras e outras complicações graves.</li>
<p class="wp-block-paragraph">Estudos indicam que, sem assistência médica, apenas cerca de 20% das crianças com doença falciforme chegam aos cinco anos de idade.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico precoce é fundamental</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A identificação precoce da doença é considerada decisiva para o sucesso do tratamento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais exames estão o Teste do Pezinho, realizado nos primeiros dias de vida do bebê, e a Eletroforese de Hemoglobina, que detecta a presença da hemoglobina S no sangue.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de controlar a doença e evitar complicações futuras”, alerta Felipe Furtado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tratamento melhora qualidade de vida</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O tratamento da doença falciforme é contínuo e deve ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos específicos, o Transplante de Medula Óssea pode ser indicado, embora nem todos os pacientes sejam candidatos ao procedimento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos, o controle da enfermidade é realizado por meio de acompanhamento médico regular, exames laboratoriais periódicos e monitoramento dos níveis de hemoglobina.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo especialistas, o tratamento adequado reduz complicações, aumenta a expectativa de vida e proporciona mais qualidade de vida aos pacientes.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>*Com informações da assessoria</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Prefeitura intensifica recuperação viária no Nova Esperança em Manaus</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/doenca-falciforme-afeta-ate-100-mil-brasileiros-e-exige-atencao/">Doença falciforme afeta até 100 mil brasileiros e exige atenção</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Sintomas da doença falciforme vão além da anemia; saiba mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 09:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Genética e hereditária, a doença falciforme é mais abrangente que uma anemia, nome pela qual ela costuma ser conhecida. Em entrevista à Agência Brasil, a hematologista Marimília Pita esclareceu esse e outros mitos sobre essa condição de saúde, que afeta até 100 mil brasileiros, segundo estimativa do Ministério da Saúde. “Todo doente falciforme é anêmico. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Genética e hereditária, a doença falciforme é mais abrangente que uma anemia, nome pela qual ela costuma ser conhecida. Em entrevista à Agência Brasil, a hematologista Marimília Pita esclareceu esse e outros mitos sobre essa condição de saúde, que afeta até 100 mil brasileiros, segundo estimativa do Ministério da Saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Todo doente falciforme é anêmico. A doença falciforme é uma doença sistêmica que afeta todos os órgãos. Ela é genética, hereditária e passada de pais para filhos”, resumiu a médica.</p>
<p>Criadora da organização não governamental (ONG) Lua Vermelha, que conscientiza a sociedade sobre a doença falciforme, Marimília Pita também é oncohematologista pediátrica e fundadora do Comitê de Hematologia Pediátrica da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).</p>
<p>Neste dia 19 de junho, celebra-se o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme. A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para dar visibilidade a essa condição genética, reduzir o preconceito e melhorar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento.</p>
<h2>Hemácias em forma de foice</h2>
<p>A anemia é o primeiro grande sintoma dessa doença que costuma ser diagnosticado. Isso ocorre porque o que causa essa condição de saúde é uma alteração nas hemácias, também conhecidas como glóbulos vermelhos, que são as células sanguíneas responsáveis por levar o oxigênio aos tecidos.</p>
<p>Em uma pessoa que apresenta essa condição genética, a hemácia perde o seu formato natural, semelhante ao de um grão de feijão, e assume uma aparência mais alongada, parecida com uma foice. Daí o nome falciforme, que significa forma de foice.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Doença Falciforme - Médica hematologista Marimília Pita.  Foto: Marcelo Machado/RN Imagem" title="Marcelo Machado/RN Imagem"/></p>
<p><h6 class="meta">Hematologista Marimília Pita por Marcelo Machado/RN Imagem</h6>
</p>
<p>“Como essa célula é muito comprida, ela não dura a mesma quantidade de dias que uma célula normal, que dura 120 dias. Na doença falciforme, ela se quebra com 20 dias, 30 e até 80 dias. Então, o paciente está sempre com anemia”. </p>
<p>Além disso, a hemácia comprida é rígida e, quando ela se quebra, entope os vasos sanguíneos, enquanto a hemácia normal é superflexível e leva oxigênio para todos os microvasos do indivíduo.</p>
<p>Ao longo da vida, esse paciente passa a sofrer as consequências de as hemácias com esse formato não chegarem a todos os tecidos, ocasionando “microinfartos” que podem atingir desde membros até órgãos, como o coração e os olhos.</p>
<p>“Aquela área fica sem sangue, ela não respira, fica infartada, e a função do órgão vai diminuindo. Isso significa que, à medida que o paciente vai crescendo, ele se torna um indivíduo cardiopata, pneumopata, nefropata e, assim, sucessivamente”.</p>
<h2>Teste do pezinho</h2>
<p>O diagnóstico da doença falciforme, entretanto, pode se dar antes disso. Há 25 anos, o Ministério da Saúde incluiu uma pesquisa de hemoglobina capaz de detectá-la no Teste do Pezinho, exame obrigatório e gratuito para bebês recém-nascidos.</p>
<p>O diagnóstico precoce, ainda na maternidade, torna a evolução do paciente bem mais tranquila, segundo a hematologista. Entre os principais ganhos está a prevenção de infecções, uma das principais causas de morte entre esses pacientes antes dos 7 anos de idade.</p>
<p>Na maior parte dos casos, a doença não tem cura, mas pode ser acompanhada e ter seus sintomas atenuados com tratamento médico. Em alguns casos, é possível um tratamento curativo por meio do transplante de medula, quando o paciente atende aos critérios de elegibilidade e encontra um doador compatível.</p>
<h2>Dor intensa</h2>
<p>Outro sintoma comum da doença falciforme é a ocorrência de crises de dor intensa. Esse quadro é causado pela obstrução de pequenos vasos sanguíneos pelos glóbulos vermelhos em forma de foice.</p>
<p>A dor é mais frequente nos ossos e nas articulações, podendo, porém, atingir qualquer parte do corpo. Nas crianças pequenas, as crises de dor podem acometer pequenos vasos sanguíneos das mãos e dos pés, causando inchaço e vermelhidão no local, além de dor.</p>
<p>Essas dores podem ser tão intensas que muitos pacientes têm de ser internados em unidades de terapia intensiva (UTI), para que possam receber morfina, conta a hematologista. Ela lamenta que, muitas vezes, os profissionais de saúde não estão preparados para lidar com esse quadro de dor aguda.</p>
<p>A médica representa o Brasil em um grande estudo internacional com 2 mil doentes, dos quais 260 eram brasileiros. Nesse estudo, só 34% dos pacientes do Brasil receberam morfina durante crises de dor, enquanto, nos Estados Unidos, são 98% e, no Canadá, 99%.</p>
<p>“O paciente sofre com isso. E, ao longo do tempo, ele vai piorando clinicamente. E o pior de tudo isso é que esse paciente, na maioria das vezes, é considerado um adicto [dependente químico]. Porque ele chega no pronto-socorro uivando de dor e pedindo, pelo amor de Deus, uma morfina”.</p>
<h2>Racismo</h2>
<p>Entre todos os desafios enfrentados pelos pacientes com doença falciforme, Marimília destaca um que vem de fora do corpo dos pacientes: o racismo estrutural. A doença é mais frequente na população negra, porque a mutação genética que causa o quadro teria sido originada no continente africano, explicou a médica.</p>
<p>“Então, acontece a questão do racismo, porque é uma doença hematológica, crônica, que mata, e os pacientes são pobres. No Brasil, existe uma relação direta da raça negra com a condição socioeconômica do indivíduo”.</p>
<p>A doença, porém, não é restrita ao continente africano nem exclusiva da população negra, principalmente em um país miscigenado como o Brasil. </p>
<p>“É uma doença mundial. Ela ocorre também na Índia, na Arábia, na Europa, nas Américas, na Austrália, no Caribe, em tudo que é lugar do mundo”, reforçou.</p>
<h2>Diagnóstico cedo</h2>
<p>Nilceia Alves Gomes da Silva descobriu que seu filho Agner Eduardo da Silva tinha a doença falciforme quando ele ia completar 2 anos. </p>
<p>“Começou com as crises que, até então, eu não sabia o que eram, com dores na mão, no pé, que ficavam inchados. Aí, eu levava ele no pronto-socorro, e os médicos falavam que era algum bicho que tinha mordido e coisas assim”, disse Nilceia à Agência Brasil.</p>
<p>Somente quando pagou uma consulta em um médico particular, ela soube que havia a possibilidade de o filho ter doença falciforme, devido a todos os sintomas que estava apresentando. Ao saber da situação financeira de Nilceia, o médico encaminhou o caso para duas instituições gratuitas de São Paulo: a Santa Casa de Misericórdia e o Hospital das Clínicas.</p>
<p>“Ali, começou a nossa trajetória”, lembrou Nilceia, que viu o filho ser internado pela primeira vez aos 12 anos. Hoje, ele está com 47 anos e já foi hospitalizado cinco vezes com crises de doença falciforme.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781862217_265_Sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Doença Falciforme - Nilceia Gomes da Silva e o filho Agner Eduardo. Foto: Agner Eduardo/ Arquivo Pessoal" title="Agner Eduardo/ Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Nilceia Gomes da Silva e o filho Agner Eduardo. Foto: Agner Eduardo/ Arquivo Pessoal</h6>
</p>
<p>Apesar das dificuldades, Nilceia se orgulha do fato de os filhos terem estudado. Agner é advogado, casado e tem uma filha. </p>
<p>“Ele tem a doença até hoje, mas não é coitadinho. Tem que saber conviver com a doença, correr atrás dos seus direitos e viver”, afirmou Nilceia.</p>
<h2>Internações constantes</h2>
<p>Também paciente da hematologista Marimília, Lucas Henrique Gama Nascimento está atualmente com 35 anos de idade e nasceu com a doença falciforme. </p>
<p>“Você não entende direito que tem que ser um pouco diferente das outras crianças. Sempre tem aquela coisa de não faz isso, evita aquilo. E você tem que ir lidando com as limitações”, contou Lucas à Agência Brasil.</p>
<p>Internações foram uma constante em sua vida, com fortes crises de dor. Ele destacou que a doença falciforme acarreta uma série de coisas não só físicas, mas também emocionais. </p>
<p>“Você não tem nenhuma segurança. Você está bem, mas não pode planejar muito. Às vezes, você planeja e é frustrado, porque acorda com dor”, contou ele, que teve apoio para superar esses problemas. “Graças a Deus, eu tive uma mãe que nunca fez disso um peso. Ela sempre me colocava para cima e falava: ‘Você pode, sim, você é igual às outras pessoas, você é forte’”.</p>
<p>Ele comemora que, mesmo com as dificuldades, conseguiu ser a primeira pessoa da família a fazer uma faculdade federal, formando-se no curso de Tecnologia em Sistemas Eletrônicos Digitais, no Instituto Federal de São Paulo (IFSP).</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781862217_236_Sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Doença Falciforme - Lucas Nascimento e família. Foto: Lucas Nascimento/ Arquivo Pessoal" title="Lucas Nascimento/ Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Lucas Nascimento e família. Foto: Lucas Nascimento/ Arquivo Pessoal</h6>
</p>
<p>Lucas atuou na área por 12 anos e, atualmente, está afastado, por conta de uma sequela da doença falciforme ─ uma necrose no fêmur. Para receber uma prótese, como os médicos recomendam, ele precisa estar bem de saúde, mas, no momento, Lucas se recupera de um transplante de medula que não teve sucesso e aguarda para fazer a intervenção no osso da coxa.</p>
<p>Casado e com dois filhos pequenos, de 1 e 4 anos, Lucas também é escritor. Ele publicou o livro <em>Você tem um propósito</em>, em que ajuda as pessoas a terem inteligência emocional e espiritual para superar dificuldades.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781862218_980_Sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Doença Falciforme - Médica hematologista Marimília Pita.  Foto: Marcelo Machado/RN Imagem" title="Marcelo Machado/RN Imagem"/></p>
<p>Doença Falciforme &#8211; Médica hematologista Marimília Pita. Foto: Marcelo Machado/RN Imagem &#8211; Marcelo Machado/RN Imagem</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>SUS vai ampliar proteção vacinal contra doença pneumocócica</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sus-vai-ampliar-protecao-vacinal-contra-doenca-pneumococica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 17:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer um imunizante mais abrangente contra a doença pneumocócica. A vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20 ou Pneumo 20) vai substituir a 10-valente, dobrando os sorotipos prevenidos. O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (27) um guia técnico preliminar com orientações sobre a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer um imunizante mais abrangente contra a doença pneumocócica. A vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20 ou Pneumo 20) vai substituir a 10-valente, dobrando os sorotipos prevenidos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/SUS-vai-ampliar-protecao-vacinal-contra-doenca-pneumococica.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (27) um guia técnico preliminar com orientações sobre a mudança para profissionais de saúde. Os municípios poderão começar a aplicar a vacina assim que receberem o imunizante.</p>
<p>A doença pneumocócica é uma infecção causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae, ou pneumococo, que pode ocasionar quadros leves, como inflamação no ouvido ou sinusite, ou graves, como pneumonia bacteriana, meningite e sepse.</p>
<p>Estima-se que o pneumococo seja responsável por até 50% de todos os casos de meningite bacteriana em crianças. A mortalidade nesses casos é de cerca de 30%. Além das crianças pequenas, idosos e indivíduos com comorbidades ou imunossupressão também são mais vulneráveis.</p>
<p>A vacinação contra a doença, com a VPC10, foi incluída no calendário básico infantil em 2010 e desde então, houve redução de 60% dos casos de doença meningocócica causada por algum dos 10 sorotipos combatidos pela vacina em crianças de até dois anos. Os casos de meningite pneumocócica na mesma faixa etária também caíram 65%.</p>
<p>No entanto, em anos mais recentes os casos vêm crescendo. De 2013 a 2019, o Brasil registrou uma média de 164 casos anuais de meningite pneumocócica em crianças de até 5 anos. De 2022 a 2024, a média anual subiu para 211,3 casos.</p>
<p>A Diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Flávia Bravo, explica que esta fato é reflexo de uma mudança epidemiológica decorrente da própria efetividade da vacinação.</p>
<p>&#8220;A introdução da vacina 10-valente foi excelente na redução desses dez tipos, o que representou uma queda importante nas doenças graves. Mas o pneumococo tem uma característica que a gente chama de &#8220;<em>replacement</em>&#8220;: você controlando um tipo, reduzindo a circulação, outro tipo pode começar a ganhar o espaço&#8221;</p>
<p>Dados da vigilância do Ministério da Saúde mostram que quase 40% dos casos graves com amostra coletada entre 2018 e 2023 foram causados por apenas dois tipos da bactéria não prevenidos pela VPC10, mas incluídos na formulação da VPC20.</p>
<p>&#8220;Além disso, nos menores de 1 ano, cerca de 11% dos casos de meningite meningocócica são causados pelos outros tipos adicionais da vacina 20-valente. Isso significa que há a possibilidade da gente voltar a reduzir a curva de incidência porque estaremos protegendo exatamente contra os sorotipos que hoje prevalecem&#8221;, complementa Flávia. </p>
<p>As vacinas pneumocócicas conjugadas, que são o caso tanto da VPC10 quanto da VPC20, também evitam que o pneumococo se instale na nasofaringe de pessoas vacinadas. Por isso, além de evitar que elas desenvolvam a doença, a vacina também impede a transmissão, promovendo proteção indireta às pessoas não vacinadas.</p>
<p>O Programa Nacional de Imunizações já oferece outras vacinas mais abrangentes contra a doença pneumocócica, a VPC13 e a VPP23, mas apenas para públicos específicos, com determinadas condições de saúde que aumentam a vulnerabilidade às formas graves da doença. Esses imunizantes também serão substituídos pela VPC20 após o fim dos estoques.</p>
<p>Fazem parte dos grupos de alto risco que devem tomar a vacina: pessoas vivendo com HIV/aids; pacientes oncológicos; transplantados de órgãos sólidos ou medula; imunodeficientes; pessoas com nefropatias, pneumopatias, cardiopatias e hepatopatias crônicas; asmáticos graves; diabéticos; pessoas com síndrome de down e prematuros.</p>
<p>O calendário básico de vacinação prevê que os bebês devem receber duas doses da vacina pneumocócica, aos 2 e aos 4 meses de idades, com mais uma dose de reforço aos 12 meses. Crianças menores de 5 anos que não tenham sido vacinadas na idade correta devem atualizar a carteira o mais breve possível.</p>
<p>Durante o período de transição da VPC10 para a VPC20, as crianças receberão a vacina 20-valente na primeira dose e no reforço, e a 10-valente na segunda dose. Crianças que já receberam a primeira dose da vacina 10-valente, serão vacinadas com a 20-valente na segunda dose e no reforço. Uma dose de reforço da VPC20 também será aplicada nas crianças menos de 5 anos que completaram apenas o esquema básico de duas doses com a VPC10.</p>
<p>A vacina só é contraindicada para pessoas com alergia grave a algum componente da fórmula, ou que apresentaram reação alérgica severa em doses anteriores. Recomenda-se também que quem estiver com febre espere melhorar antes de se imunizar.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/sus-vai-ampliar-protecao-vacinal-contra-doenca-pneumococica" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Risco cardíaco dobra para pacientes com doença de Chagas após cirurgia</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/risco-cardiaco-dobra-para-pacientes-com-doenca-de-chagas-apos-cirurgia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:38:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portadores de doença de Chagas que apresentam arritmias graves têm mais risco de mortalidade do que outros grupos com doenças do coração. A informação é uma das conclusões de estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP. O estudo, que revisou dados de atendimento a pacientes com doença de Chagas que precisaram passar por cirurgias cardíacas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Portadores de doença de Chagas que apresentam arritmias graves têm mais risco de mortalidade do que outros grupos com doenças do coração. A informação é uma das conclusões de estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Risco-cardiaco-dobra-para-pacientes-com-doenca-de-Chagas-apos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo, que revisou dados de atendimento a pacientes com doença de Chagas que precisaram passar por cirurgias cardíacas no Hospital das Clínicas, em São Paulo, encontrou um padrão preocupante: o risco de morte após as cirurgias é muito maior, cerca de 2,4 vezes, para esse público do que para portadores de outras doenças cardíacas em pós-operatório. Entre esse grupo a mortalidade geral, após a cirurgia, é de 36%.</p>
<p>&#8220;O estudo reflete que é necessário melhorar o cuidado em saúde do paciente com doença de Chagas de uma forma geral, considerando que a grande maioria dessa população é atendida no Sistema Único de Saúde (SUS)&#8221;, destaca Rodrigo Melo Kulchetscki, um dos autores do estudo e doutorando em cardiologia pela Faculdade de Medicina da USP.</p>
<p>A equipe destacou que o acompanhamento rigoroso da insuficiência cardíaca e de outras comorbidades após a alta hospitalar tem grande importância.</p>
<p>Isso indica, para os pesquisadores, que há necessidade de se pensar em procedimentos específicos de acompanhamento para esse grupo. O que aumenta esse risco, porém, não são as próprias arritmias. Ele até pode acontecer, mas sua incidência não é maior do que aquela que aparece para outras doenças cardíacas.</p>
<p>O aumento ocorre pelo que os pesquisadores destacaram como fatores não cardíacos, e tem relação com a complexidade da cirurgia.</p>
<p>A doença de Chagas é uma condição crônica causada por infecção pelo protozoário <em>Trypanosoma cruzi</em>, principalmente pelo contato com fluídos ou fezes do inseto barbeiro, que se alimenta do sangue de mamíferos, inclusive humanos, e é o reservatório natural do parasita. A infecção sobrecarrega órgãos internos, principalmente o coração e os intestinos, e pode causar lesões neles.</p>
<p>Com as lesões, o coração tem risco de funcionar mal, as arritmias graves, que podem ser fatais. A condição pode ser revertida com cirurgias que “queimam” as lesões. Esse processo é a chamada ablação por cateter e também é um procedimento usado para outras doenças cardíacas que levam a lesões no órgão.</p>
<p>Segundo o estudo, as operações para os pacientes com Chagas exigem normalmente o acesso à camada externa do coração, que é mais difícil. Isso se dá em quase 80% dos casos. Numa comparação, portadores de cardiopatia isquêmica, outra doença relevante, precisam desse tipo de intervenção em 15% dos casos. Como a intervenção é mais difícil, aumentam consideravelmente os riscos de complicações durante a operação e de instabilidade clínica, e por isso a mortalidade aumenta.</p>
<p>Os detalhes do estudo, que acompanhou 378 procedimentos cirúrgicos em 288 pacientes, ocorridos no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) entre 2011 e 2020, foram publicados na revista The Lancet Regional Health &#8211; Americas.</p>
<p>Os pesquisadores destacaram ainda que o estudo tem limites relacionados à própria estrutura do hospital: não foi possível realizar um número de acompanhamentos capaz de garantir fidelidade estatística em associações modestas, ou seja, não “enxerga”  situações específicas para esses pacientes; alguns exames, como o mapeamento eletroanatômico, não foram realizados em todos os pacientes, por restrições orçamentárias; não houve  acompanhamento da rotina de medicamentos dos pacientes ao longo da pesquisa, que durou cerca de oito anos para cada paciente. O protocolo de acompanhamento após as cirurgias também variou entre os casos, por fatores além do clínico.</p>
<p>“A retenção no período pós-alta foi alta em todos os grupos; no entanto, a duração do acompanhamento variou, o que reduz a precisão em momentos posteriores e pode subestimar a detecção de eventos tardios, principalmente entre pacientes de regiões remotas que enfrentam barreiras socioeconômicas e logísticas para o cuidado a longo prazo”, pondera o estudo, em tradução livre.</p>
<h2>Doença de Chagas ainda atinge milhões</h2>
<p>Atualmente, a estimativa é de que 7 milhões de pessoas tenham a doença de Chagas e de que outras 100 milhões residam em áreas de risco. Há de 30 a 40 mil novos casos por ano e menos de 10% dos infectados foram diagnosticados, normalmente aqueles que têm as versões mais agressivas do mal, presente em 21 países da América Latina e, de forma pontual, na América do Norte, Europa, Japão e Austrália.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/risco-cardiaco-dobra-para-pacientes-com-doenca-de-chagas-apos-cirurgia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Hipertensão: silenciosa e hereditária, doença pede mudança de hábitos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 15:31:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[DOENÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado neste domingo (26), alerta para uma doença silenciosa e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta não apenas pessoas adultas ou idosas, já que cada vez mais adolescentes e mesmo crianças têm apresentado alterações na pressão arterial. O Ministério da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado neste domingo (26), alerta para uma doença silenciosa e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta não apenas pessoas adultas ou idosas, já que cada vez mais adolescentes e mesmo crianças têm apresentado alterações na pressão arterial.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Ministério da Saúde define a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, como uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias.</p>
<p>“A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo”, detalhou a pasta, ao citar a hipertensão arterial como um dos principais fatores de risco para acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca.</p>
<p>Ainda segundo a pasta, a hipertensão arterial é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há diversos fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial de cada indivíduo, incluindo:</p>
<ul>
<li> tabagismo;</li>
<li>consumo de bebidas alcoólicas;</li>
<li> obesidade;</li>
<li>estresse;</li>
<li> elevado consumo de sal;</li>
<li>níveis altos de colesterol;</li>
<li>sedentarismo.</li>
</ul>
<h2>12 por 8</h2>
<p>Em setembro do ano passado, uma nova diretriz brasileira de manejo da pressão arterial passou a considerar a aferição 12 por 8 não mais como pressão normal, mas como indicador de pré-hipertensão.</p>
<p>O documento foi elaborado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e pela Sociedade Brasileira de Hipertensão.</p>
<p>De acordo com a diretriz, a reclassificação tem como objetivo identificar precocemente indivíduos em risco e incentivar intervenções mais proativas e não medicamentosas no intuito de prevenir a progressão do quadro de hipertensão dos pacientes.</p>
<p>Para que a aferição seja considerada pressão normal, portanto, ela precisa ser inferior a 12 por 8. Valores iguais ou superiores a 14 por 9 permanecem sendo considerados quadros de hipertensão em estágios 1, 2 e 3, a depender da aferição feita pelo profissional de saúde em consultório.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Os sintomas da hipertensão arterial costumam aparecer somente quando a pressão sobe muito, quadro que pode gerar dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Medir a pressão regularmente, segundo o ministério, é a única maneira de diagnosticar a hipertensão arterial. A orientação é que pessoas acima de 20 anos meçam a pressão ao menos uma vez por ano.</p>
<p>“Se houver casos de pessoas com pressão alta na família, deve-se medir no mínimo duas vezes por ano”.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>A pressão alta, de acordo com a pasta, não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada.</p>
<p>“Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente”.</p>
<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece medicamentos indicados para o tratamento da hipertensão arterial, por meio de unidades básicas de saúde (UBS) e do programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar:</p>
<ul>
<li>documento de identidade com foto;</li>
<li>CPF;</li>
<li> receita médica dentro do prazo de validade, de 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.</li>
</ul>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Além do uso de medicamentos, o ministério classifica como imprescindível a adoção de um estilo de vida saudável, incluindo:</p>
<ul>
<li>manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;</li>
<li>não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;</li>
<li> praticar atividade física regular;</li>
<li> aproveitar momentos de lazer;</li>
<li> abandonar o fumo;</li>
<li> moderar o consumo de álcool;</li>
<li> evitar alimentos gordurosos;</li>
<li> controlar o diabetes.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Saúde anuncia R$ 12 milhões para enfrentamento da doença de Chagas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saude-anuncia-r-12-milhoes-para-enfrentamento-da-doenca-de-chagas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou R$ 12 milhões para o fortalecimento de ações de vigilância e controle da doença de Chagas em 17 estados brasileiros. Em nota, a pasta informou que o recurso fortalece a capacidade de atuação contínua em 155 municípios considerados prioritários, apoiando ações essenciais como captura e monitoramento de vetores, vigilância e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou R$ 12 milhões para o fortalecimento de ações de vigilância e controle da doença de Chagas em 17 estados brasileiros. Em nota, a pasta informou que o recurso fortalece a capacidade de atuação contínua em 155 municípios considerados prioritários, apoiando ações essenciais como captura e monitoramento de vetores, vigilância e resposta rápida a focos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Saude-anuncia-R-12-milhoes-para-enfrentamento-da-doenca-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No comunicado, o ministério destaca que Anápolis (GO) e Goiânia foram reconhecidos com selo bronze de boas práticas para eliminação da transmissão vertical da doença de Chagas e que a enfermidade ainda representa um desafio importante para a saúde pública, sobretudo em áreas com maior vulnerabilidade social e com a presença de vetores.</p>
<p>“Estamos direcionando recursos com base em critérios técnicos, o que permite maior efetividade das ações e impacto direto na redução da transmissão. Nosso compromisso é ampliar o diagnóstico, garantir o tratamento oportuno e avançar de forma consistente na eliminação da doença como problema de saúde pública no Brasil”, informou a secretária de Vigilância em Saúde e Meio Ambiente da pasta, Mariângela Simão.</p>
<h2>Seleção</h2>
<p>De acordo com o ministério, a seleção de municípios foi baseada em critérios técnicos que consideram a interação dos insetos vetores com o ambiente e a vulnerabilidade social, com prioridade para cidades classificadas como de risco muito alto em índice composto (presença de vetores e condições socioambientais) e localidades com registro recente do vetor.</p>
<p>Também foram considerados municípios com alta prioridade e muito alta prioridade para a forma crônica da doença de Chagas, concentrados principalmente nas Regiões Nordeste e Sudeste.</p>
<h2>Pesquisa</h2>
<p>A pasta anunciou ainda, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a fase 2 do projeto Selênio como tratamento na cardiopatia crônica da doença de Chagas, que busca avaliar a eficácia e a segurança do mineral como estratégia terapêutica complementar para pacientes com cardiopatia chagásica crônica. Serão investidos, ao todo, R$ 8,6 milhões.</p>
<p>A expectativa do governo federal é que a pesquisa gere evidências científicas mais robustas e representativas em diferentes perfis de pacientes.</p>
<p>“Os resultados poderão subsidiar a avaliação de tecnologias à base de selênio — substância com ação antioxidante e anti-inflamatória — para proteção cardiovascular, além de apoiar sua possível incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS)”, avaliou o ministério.</p>
<h2>Números</h2>
<p>O cenário epidemiológico da doença de Chagas no Brasil reforça a urgência de medidas de enfrentamento. Em 2024, foram registrados 3.750 óbitos, com maior concentração no Sudeste. No mesmo período, houve 520 casos agudos, principalmente no Norte, com destaque para o Pará.</p>
<p>Já em 2025, dados preliminares indicam 627 casos agudos (97% no Norte) e 8.106 casos crônicos, concentrados em Minas Gerais, na Bahia e em Goiás, evidenciando a persistência da doença em áreas endêmicas.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>A doença de Chagas é uma infecção causada por um parasita chamado Trypanosoma cruzi e que pode evoluir em duas fases:</p>
<p>&#8211; Fase aguda: acontece logo após a infecção. A pessoa pode apresentar sintomas ou não.</p>
<p>&#8211; Fase crônica: pode surgir anos depois. Em muitos casos, a pessoa não apresenta sintomas, mas a doença pode causar problemas no coração e no sistema digestivo.</p>
<p>Os triatomíneos são insetos conhecidos como barbeiro, chupão, procotó ou bicudo. Eles passam pelas fases de ovo, ninfa e adultos. Tanto as ninfas quanto os adultos se alimentam de sangue e, quando estão infectados, podem transmitir o parasita da doença de Chagas.</p>
<h2>A transmissão pode acontecer de diversas formas:</h2>
<p>&#8211; Vetorial: quando as fezes do barbeiro infectado entram em contato com feridas na pele ou mucosas após a picada.</p>
<p>&#8211; Oral: pela ingestão de alimentos ou bebidas contaminadas com o parasita.</p>
<p>&#8211; Vertical (congênita): da mãe infectada para o bebê durante a gravidez ou o parto.</p>
<p>&#8211; Transfusão ou transplante: por sangue ou órgãos de doadores infectados.</p>
<p>&#8211; Acidental: contato com material contaminado, geralmente em laboratórios ou durante a manipulação de animais silvestres.</p>
<p>Na fase aguda, os sintomas mais comuns são:</p>
<p>&#8211; febre por mais de sete dias e dor de cabeça;</p>
<p>&#8211; fraqueza intensa, inchaço no rosto e nas pernas;</p>
<p>&#8211; ferida parecida com furúnculo no local da entrada do parasita (em casos de transmissão pelo barbeiro).</p>
<p>Já na fase crônica, logo de início, a pessoa pode não sentir nada. Com o tempo, podem surgir:</p>
<p>&#8211; problemas no coração, incluindo insuficiência cardíaca;</p>
<p>&#8211; problemas digestivos, como aumento do intestino (megacólon);</p>
<p>&#8211; aumento do esôfago (megaesôfago).</p>
<p>A prevenção da doença de Chagas, de acordo com o ministério, está diretamente ligada à forma de transmissão. Uma medida importante é evitar a presença de barbeiros nas casas, com ações feitas pelas equipes de saúde. Também é recomendado:</p>
<p>&#8211; Usar telas em portas e janelas ou mosquiteiros.</p>
<p>&#8211; Utilizar repelentes e roupas de manga longa, principalmente à noite e em áreas de mata.</p>
<p>Para evitar a transmissão pelos alimentos, a orientação é:</p>
<p>&#8211; Lavar bem frutas, verduras e legumes com água potável.</p>
<p>&#8211; Observar os alimentos antes de triturar ou bater.</p>
<p>&#8211; Manter o local de preparo limpo e protegido.</p>
<p>&#8211; Guardar alimentos em recipientes fechados.</p>
<p>&#8211; Realizar orientações e treinamentos para quem manipula alimentos.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/saude-anuncia-r-12-milhoes-para-enfrentamento-da-doenca-de-chagas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saude-anuncia-r-12-milhoes-para-enfrentamento-da-doenca-de-chagas/">Saúde anuncia R$ 12 milhões para enfrentamento da doença de Chagas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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