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	<title>doenças Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>doenças Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Projeto leva tratamento gratuito a doenças negligenciadas no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/projeto-leva-tratamento-gratuito-a-doencas-negligenciadas-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 21:24:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pouco depois de completar 20 anos, o seringueiro e agricultor familiar, Augusto Bezerra da Silva, hoje com 65, foi diagnosticado com uma doença rara que afetou drasticamente sua vida, no interior do Acre. Conhecida como Doença Jorge Lobo ou lobomicose, a enfermidade causa lesões nodulares parecidas com queloides em diferentes partes do corpo como orelhas, pernas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco depois de completar 20 anos, o seringueiro e agricultor familiar, Augusto Bezerra da Silva, hoje com 65, foi diagnosticado com uma doença rara que afetou drasticamente sua vida, no interior do Acre.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Projeto-leva-tratamento-gratuito-a-doencas-negligenciadas-no-Amazonas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Conhecida como Doença Jorge Lobo ou lobomicose, a enfermidade causa lesões nodulares parecidas com queloides em diferentes partes do corpo como orelhas, pernas e braços.</p>
<p>Endêmica da Amazônia Ocidental, a DJL, como também é chamada, traz um impacto psicológico profundo já que mexe com a autoestima do paciente que, muitas vezes, acaba saindo do convívio comunitário e se isolando em razão do estigma.</p>
<p>No caso de seu Augusto, a doença o levou a interromper o trabalho, à medida que os caroços apareciam no seu rosto, causando dor, coceira e inflamação. O quadro se agrava ainda mais com a exposição ao sol.</p>
<p>“O problema que eu passei não foi fácil. Você, novinho, você se acha perfeito, sem defeito. Aí depois você tem que se isolar, sem ter como, para melhor dizer, ser liberto. Se colocar isolado com a idade de 20 anos, até perto da idade de 65 não é fácil mesmo”, disse seu Augusto à Agência Brasil.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Projeto-leva-tratamento-gratuito-a-doencas-negligenciadas-no-Amazonas.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 27/04/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Projeto do Einstein e Ministério da Saúde abre novo caminho para tratamento de doença negligenciada na Amazônia e avança rumo a protocolo no SUS. Augusto Bezerra da Silva. Foto: Augusto Bezerra da Silva/Arquivo Pessoal" title="Augusto Bezerra da Silva/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Após mais de 20 anos convivendo com a lobomicose, o seringueiro Augusto Bezerra da Silva melhorou das lesões no rosto após entrar para o projeto Aptra Lobo e iniciar tratamento gratuito &#8211; Augusto Bezerra da Silva/Arquivo Pessoal</h6>
</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>A DJL foi descrita, pela primeira vez, em 1931 pelo dermatologista Jorge Oliveira Lobo, na capital pernambucana, que relatou o caso de uma nova micose.</p>
<p>A infecção ocorre por meio da penetração do fungo em lesões na pele. À medida que avançam, as lesões podem causar desfiguração severa e incapacitação.</p>
<p>“Todos que botam os olhos em cima da gente perguntam o que é, sem você ter uma resposta a dizer. Não é fácil não. Ele pergunta: &#8216;o que é isso?&#8217; E a gente sem saber responder. O destino é a vontade de se isolar para ninguém ver a gente”, relatou seu Augusto.</p>
<p>Dados do Ministério da Saúde registram, até o momento, 907 casos da doenças, dos quais 496 foram detectados no Acre, como é o caso de seu Augusto.</p>
<p>A DJL atinge, principalmente, populações ribeirinhas, povos originários e trabalhadores extrativistas – grupos em situação de vulnerabilidade social e com pouco acesso a serviços de saúde.</p>
<p>“Até com a minha família eu procurava me esconder. Eu tinha vergonha da minha própria família, eu tinha vergonha. Daí resolvi ficar sozinho num local distante”, continuou.</p>
<h2>Projeto Aptra Lobo</h2>
<p>Durante décadas, os pacientes com diagnóstico de DJL sofreram com a falta de um diagnóstico e de um tratamento eficaz. Por essa razão, o Ministério da Saúde (MS) reuniu especialistas no assunto e criou o projeto Aptra Lobo, que acompanha 104 pacientes com a lobomicose na Região Norte. O objetivo é estruturar o manejo da doença no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Conduzido nos estados do Acre, Amazonas e Rondônia, o projeto integra assistência, pesquisa clínica e geração de evidências para apoiar a construção de diretrizes no SUS.</p>
<p>A iniciativa é conduzida pelo Einstein Hospital Israelita, em parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), no âmbito Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.</p>
<p>O projeto, que também pretende padronizar o fluxo de atendimento para a lobomicose, já apresenta resultados promissores: mais de 50% dos participantes tiveram melhora das lesões. </p>
<p>O tratamento é feito com o uso do antifúngico itraconazol, disponível no SUS, com doses ajustadas a cada paciente.</p>
<p>Além do manejo clínico, a iniciativa amplia o acesso ao diagnóstico em áreas remotas, com realização de biópsias e exames laboratoriais no próprio território, acompanhamento e tratamento da doença, além da realização de cirurgias em casos selecionados para retirada de lesões.</p>
<p>Segundo o infectologista e patologista clínico do Einstein Hospital Israelita doutor João Nobrega de Almeida Júnior, equipes locais participam ativamente no projeto:</p>
<p>“São eles que captam os pacientes, fazem o diagnóstico e tratamento de acordo com as diretrizes criadas pelo projeto”, disse o infectologista à Agência Brasil.</p>
<p>O médico ressalta que o difícil acesso às comunidades ribeirinhas, em razão da distância e da geografia da região, dificultam o acompanhamento dos pacientes, que é feito a cada três meses, com apoio de centros de referência em Rio Branco, Manaus e Porto Velho.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1777325059_816_Projeto-leva-tratamento-gratuito-a-doencas-negligenciadas-no-Amazonas.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 27/04/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Projeto do Einstein e Ministério da Saúde abre novo caminho para tratamento de doença negligenciada na Amazônia e avança rumo a protocolo no SUS. Infectologista e patologista clínico do Einstein Hospital Israelita, João Nobrega de Almeida Jr. Foto: João Nobrega de Almeida Jr/Arquivo Pessoal" title="João Nobrega de Almeida Jr/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Infectologista e patologista clínico do Einstein Hospital Israelita, João Nóbrega de Almeida Jr. &#8211; João Nobrega de Almeida Jr/Arquivo Pessoal</h6>
</p>
<p>“O acesso é uma grande barreira. Há ajuda de custos de transporte para o paciente e expedições para alcançar aqueles que moram em regiões mais remotas e de difícil acesso”, relatou.</p>
<p>No caso de seu Augusto, o tratamento reduziu drasticamente as lesões causadas pela doença.</p>
<p>“Hoje eu me sinto mais tranquilo porque tem pouco caroço no meu rosto e hoje eu me sinto mais aliviado do problema que eu vinha sentindo”, disse o seringueiro que continua o tratamento e retomou o contato familiar.</p>
<p>“Mas não fiquei bom, né? A gente não pode nem garantir 100%. É isso: passou o tempo que eu vivia meio isolado de casa, não tinha mais prazer de sair de casa. Aquilo compromete a vida da gente, é muito complicado aquele negócio da gente viver isolado em casa por problema de doença. Mas hoje eu estou me sentindo mais liberto, para melhor dizer”, afirmou.</p>
<h2>Manual</h2>
<p>Em dezembro do ano passado, o projeto lançou um manual que fornece ferramentas práticas para melhorar o diagnóstico, o tratamento e a prevenção da lobomicose, além de fortalecer a capacidade de acolher e cuidar das populações afetadas.</p>
<p>“O manual é o primeiro documento para auxiliar no diagnóstico e tratamento da doença, sendo um grande marco para uma doença tão antiga e historicamente negligenciada”, afirmou o infectologista.</p>
<p>Segundo Almeida Jr., os próximos passos envolvem a elaboração de um documento mais completo, como um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) que deve ser lançado ainda em 2026.</p>
<p>“Terminaremos de analisar os dados gerados pelo acompanhamento dos pacientes tratados com itraconazol, [para] produzir um PCDT e discutir a renovação do projeto no qual serão discutidas ações que deixem um legado perene para o cuidado adequado dos pacientes acometidos. Esperamos continuar a lutar para que a Doença de Jorge Lobo não seja mais considerada uma doença negligenciada”, concluiu.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/projeto-leva-tratamento-gratuito-doencas-negligenciadas-no-amazonas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>OCDE: geração atual vive mais, mas com múltiplas doenças crônicas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ocde-geracao-atual-vive-mais-mas-com-multiplas-doencas-cronicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:28:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Doenças não transmissíveis (DNTs) estão remodelando sociedades. Doenças cardíacas, câncer, diabetes e doenças pulmonares crônicas afetam atualmente milhões de pessoas a mais do que na geração anterior e a tendência é que esse cenário continue a piorar. As informações integram relatório publicado nesta quarta-feira (15) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Doenças não transmissíveis (DNTs) estão remodelando sociedades. Doenças cardíacas, câncer, diabetes e doenças pulmonares crônicas afetam atualmente milhões de pessoas a mais do que na geração anterior e a tendência é que esse cenário continue a piorar.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/OCDE-geracao-atual-vive-mais-mas-com-multiplas-doencas-cronicas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As informações integram relatório publicado nesta quarta-feira (15) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O documento alerta que, na atual geração, mais pessoas vivem mais tempo, mas frequentemente o fazem com múltiplas doenças crônicas.</p>
<p>“As DNTs encurtam vidas, afetam a qualidade de vida das pessoas e reduzem sua capacidade de trabalho. Isso aumenta os gastos com saúde e reduz a produtividade dos trabalhadores e o retorno econômico”, destacou o documento.</p>
<p>“No entanto, muitos desses impactos são evitáveis, por meio de ações sobre os fatores de risco à saúde, diagnóstico precoce de doenças e tratamento aprimorado”, completou a OCDE.</p>
<p>A análise mostra que a prevenção de doenças traz benefícios sociais e econômicos muito maiores do que o tratamento tardio e que países que conseguem reduzir as taxas de condições que figuram como principais riscos à saúde, como obesidade e tabagismo, podem não apenas salvar vidas, mas aliviar a pressão sobre os orçamentos da saúde.</p>
<h2>Números</h2>
<p>O relatório ressalta que, apesar de décadas de esforços, as DNTs continuam a aumentar. Entre 1990 e 2023, a prevalência de câncer e de doença pulmonar obstrutiva crônica aumentou 36% e 49%, respectivamente, enquanto a prevalência de doenças cardiovasculares aumentou mais de 27%.</p>
<p>Os dados mostram ainda que, em 2023, uma em cada dez pessoas que viviam em países-membros da OCDE tinha diabetes e uma em cada oito vivia com doença cardiovascular.</p>
<p>Para a OCDE, existem três razões principais para o aumento contínuo da prevalência de DCNTs no mundo:</p>
<p>&#8211; Embora tenha havido progresso na redução de certos fatores de risco, como poluição do ar, tabagismo, consumo nocivo de álcool e inatividade física, esse progresso foi prejudicado pelo aumento acentuado da obesidade.</p>
<p>&#8211; A melhoria nas taxas de sobrevivência, um inegável sucesso em saúde pública, significa que mais pessoas vivem por períodos mais longos com doenças crônicas, aumentando a demanda por cuidados e a complexidade dos serviços.</p>
<p>&#8211; O envelhecimento populacional significa que mais pessoas estão atingindo as faixas etárias em que as DCNTs são mais comuns.</p>
<p>“Mesmo que a prevalência dos fatores de risco, as taxas de sobrevivência e o tamanho da população permaneçam constantes, o número de novos casos de DCNT deverá crescer 31% na OCDE entre 2026 e 2050, apenas devido ao envelhecimento populacional”, alertou relatório.</p>
<p>“Prevê-se que a prevalência de multimorbidade [combinação de doenças crônicas ou agudas] aumente 75% na OCDE (70% na União Europeia) e que a despesa anual <em>per capita</em> com saúde relacionada com doenças não transmissíveis cresça mais de 50% na OCDE”, concluiu a organização.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/ocde-geracao-atual-vive-mais-mas-com-multiplas-doencas-cronicas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>UFRJ terá novo centro de tratamento e pesquisa sobre doenças raras</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ufrj-tera-novo-centro-de-tratamento-e-pesquisa-sobre-doencas-raras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 21:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na capital fluminense, receberá uma nova unidade para o tratamento e a pesquisa sobre doenças raras, o Centro de Saúde Pública de Precisão.  O serviço deve ser inaugurado no mês de agosto e vai atender exclusivamente a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Uma doença [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na capital fluminense, receberá uma nova unidade para o tratamento e a pesquisa sobre doenças raras, o Centro de Saúde Pública de Precisão. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/UFRJ-tera-novo-centro-de-tratamento-e-pesquisa-sobre-doencas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O serviço deve ser inaugurado no mês de agosto e vai atender exclusivamente a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Uma doença é considerada rara quando atinge até 65 indivíduos a cada 100 mil pessoas. A maioria dessas condições já descobertas tem origem genética, mas algumas também podem ser causadas por agentes infecciosos ou fatores ambientais.</p>
<p>O Ministério da Saúde estima que cerca de 13 milhões de brasileiros têm alguma das 7 mil doenças raras catalogadas, e muitas dessas enfermidades podem ser incapacitantes. </p>
<h2>Diagnóstico complexo</h2>
<p>A chefe do Setor de Gestão da Pesquisa e Inovação Tecnológica do Complexo Hospitalar, Soniza Vieira Alves-Leon, explica que essas condições ainda desafiam a medicina, porque acometem um número pequeno de pessoas, o que dificulta a realização de estudos a seu respeito.</p>
<p>&#8220;Algumas nem foram totalmente descritas, então, a ciência ainda não entende todos os sintomas, as causas&#8221;, complementa. </p>
<p>Soniza acrescenta que o diagnóstico correto é outro grande desafio, porque nem todos os profissionais têm preparo para identificar corretamente essas condições.</p>
<p>Além disso, a confirmação definitiva do diagnóstico, muitas vezes, depende de exames com preço elevado e que não são de fácil acesso. Algumas doenças raras são identificadas pelo teste do pezinho, mas mesmo esses casos demandam confirmação com exames mais específicos. </p>
<h2>Sequenciamento genético</h2>
<p>No mês passado, o Governo Federal anunciou a inclusão no SUS do principal teste disponível para doenças raras, o Sequenciamento Completo do Exoma (WES).</p>
<p>Esse exame analisa a região do DNA em que se concentra a maioria das mutações genéticas que causam as doenças raras, a partir de amostras de sangue ou saliva. Por sua complexidade, ele está disponível em poucos laboratórios brasileiros.</p>
<p>No SUS, por enquanto, apenas um laboratório faz o processamento das amostras coletadas em diversos estados, e outro prestará o serviço a partir de maio. </p>
<p>A expectativa é que isso reduza para seis meses o tempo de espera pelo diagnóstico no país, que, hoje, é de, em média, sete anos. Esse é um dos exames de alta tecnologia que serão oferecidos pelo Centro de Saúde Pública de Precisão, da UFRJ. </p>
<p>O complexo hospitalar da UFRJ, gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, recebeu investimentos de mais de R$ 19 milhões para a montagem no novo centro.</p>
<p>A quantia foi destinada, principalmente, à adequação de um espaço dentro do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e à aquisição dos equipamentos para a realização dos exames. </p>
<h2>Qualidade de vida</h2>
<p>Além dos testes genéticos, serão oferecidos no novo centro os exames de biomarcadores, que identificam alterações celulares, bioquímicas ou moleculares relacionadas a determinadas doenças.</p>
<p>Soniza Vieira Alves-Leon ressalta que acelerar o diagnóstico correto aumenta as chances de que o paciente possa receber intervenções que melhorem sua qualidade de vida. </p>
<p>Além disso, ela diz que o novo centro vai ampliar as pesquisas em genética e medicina de precisão, contribuindo para o desenvolvimento de novas estratégias de tratamento para doenças raras e câncer.</p>
<p>&#8220;Com essa estrutura será possível diagnosticar mais cedo, acompanhar melhor os pacientes e desenvolver novas terapias”, complementa. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/ufrj-tera-novo-centro-de-tratamento-e-pesquisa-sobre-doencas-raras" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ufrj-tera-novo-centro-de-tratamento-e-pesquisa-sobre-doencas-raras/">UFRJ terá novo centro de tratamento e pesquisa sobre doenças raras</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Dia Mundial do Rim: doenças renais são silenciosas e exigem atenção</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dia-mundial-do-rim-doencas-renais-sao-silenciosas-e-exigem-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 12:55:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em maio de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a doença renal como prioridade mundial em saúde pública. Com isso, a doença renal crônica (DRC) passou a figurar entre as chamadas doenças crônicas não transmissíveis prioritárias, ao lado das doenças cardiovasculares, neoplasias, diabetes e doenças respiratórias crônicas. Para a Sociedade Brasileira de Nefrologia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em maio de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a doença renal como prioridade mundial em saúde pública. Com isso, a doença renal crônica (DRC) passou a figurar entre as chamadas doenças crônicas não transmissíveis prioritárias, ao lado das doenças cardiovasculares, neoplasias, diabetes e doenças respiratórias crônicas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Dia-Mundial-do-Rim-doencas-renais-sao-silenciosas-e-exigem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), o reconhecimento amplia a visibilidade da DRC no cenário internacional e reforça a necessidade de investimentos em educação, prevenção, diagnóstico precoce e tratamento. No Dia Mundial do Rim, lembrado nesta quinta-feira (12), a entidade alerta ainda para o impacto de fatores ambientais sobre o risco de doença renal ao longo da vida.</p>
<p>“Esse tema amplia o olhar para além do tratamento, estimulando ações que promovam práticas sustentáveis no cuidado renal e reduzam impactos ecológicos, especialmente em serviços de saúde. Sustentabilidade, nesse contexto, significa também prevenção qualificada e redução de exposições evitáveis desde os primeiros estágios da vida”, destacou a instituição.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, o médico nefrologista do Hospital Universitário de Brasília (HUB), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Geraldo Freitas, destacou que os rins são órgãos considerados essenciais para o funcionamento do organismo, mantendo o metabolismo equilibrado, realizando a filtragem do sangue e eliminando toxinas por meio da urina.</p>
<p>“Além disso, eles controlam nosso equilíbrio de eletrólitos ou sais do corpo, portanto, eles mantêm sódio, potássio, cálcio, tudo equilibrado pra que a gente mantenha todo o funcionamento dos outros sintomas”, disse. “Eles também produzem alguns hormônios relacionados ao controle de pressão”, completou.</p>
<p>O especialista alerta, entretanto, que algumas condições podem afetar o bom funcionamento dos rins ou mesmo paralisar a função renal por completo. Segundo Freitas, há fatores de risco específicos que acabam colaborando para o desenvolvimento desse tipo de quadro. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>diabetes mellitus;</li>
<li>hipertensão arterial sistêmica;</li>
<li>histórico familiar de doença renal;</li>
<li>obesidade;</li>
<li>sedentarismo;</li>
<li>tabagismo;</li>
<li>uso crônico ou inadequado de anti-inflamatórios não esteroidais e outros nefrotóxicos;</li>
<li>doenças cardiovasculares;</li>
<li>infecções do trato urinário recorrentes ou obstrução urinária;</li>
<li>desidratação frequente;</li>
<li>consumo inadequado de água.</li>
</ul>
<p>“Alguns medicamentos também podem ser nefrotóxicos e causarem a perda da função renal ao longo do tempo. Os mais relacionados com isso são os anti-inflamatórios não hormonais, que devem ser evitados de maneira geral. No caso de pacientes com doenças em que o uso é obrigatório, isso deve ser monitorado.”</p>
<p>Ainda de acordo com o médico, muitas vezes, doenças renais acabam surgindo e avançando de forma silenciosa. “É frequente nos consultórios de nefrologia que os pacientes apareçam, já na primeira consulta, com perdas importantes da função renal”. Por esse motivo, identificar os sinais de alerta é considerado fundamental.</p>
<p>“É importante fazer os exames para rastreio das funções renais, que são basicamente a creatinina e um exame de urina, incluindo a pesquisa de albuminúria. Com esses exames básicos, já é possível fazer o rastreio de alguma lesão ainda no início. Também é relevante fazer a aferição da pressão e exames de glicemia e hemoglobina glicada para avaliação de uma possível diabetes.”</p>
<p>Dentre os principais sintomas que, de acordo com o nefrologista, indicam a necessidade de procurar ajuda médica estão:</p>
<ul>
<li>inchaço nas pernas, nos tornozelos e no rosto;</li>
<li>urina muito escura e/ou espumosa;</li>
<li>mudança súbita no padrão urinário, incluindo frequência e urgência;</li>
<li>inversão do ritmo urinário, com maior volume urinário no período noturno;</li>
<li>dor intensa no flanco ou cólicas renais;</li>
<li>fadiga excessiva;</li>
<li>perda de apetite acompanhada de náuseas e vômitos persistentes;</li>
<li>aumento persistente da pressão arterial;</li>
<li>glicemias de difícil controle;</li>
<li>alterações neurológicas agudas, com presença de confusão mental ou falta de ar súbita.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/dia-mundial-do-rim-doencas-renais-sao-silenciosas-e-exigem-atencao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Doenças raras: nova tecnologia do SUS reduz tempo de diagnóstico</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/doencas-raras-nova-tecnologia-do-sus-reduz-tempo-de-diagnostico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 22:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) vai contar com uma tecnologia para agilizar e deixar mais preciso o diagnóstico de doenças raras. A estimativa é que nova plataforma de sequenciamento completo de DNA que vai ser ofertada na rede pública atenda até 20 mil demandas de todo o Brasil por ano e reduza o tempo de espera de um diagnóstico de sete anos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) vai contar com uma tecnologia para agilizar e deixar mais preciso o diagnóstico de doenças raras. A estimativa é que nova plataforma de sequenciamento completo de DNA que vai ser ofertada na rede pública atenda até 20 mil demandas de todo o Brasil por ano e reduza o tempo de espera de um diagnóstico de sete anos para seis meses.   <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Doencas-raras-nova-tecnologia-do-SUS-reduz-tempo-de-diagnostico.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O anúncio foi feito, nesta quinta (26), pelo Ministério da Saúde, em evento em Brasília.  A estimativa é que pelo menos 13 milhões de pessoas tenham doenças raras no País.</p>
<p>“Nós colocamos para o SUS o sequenciamento completo do exoma, que é um exame que custaria R$ 5 mil”, detalhou Padilha. </p>
<p>A redução do tempo de diagnóstico é fundamental para o tratamento e para a qualidade de vida dos pacientes, conforme ressaltou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que assinou a habilitação de novos serviços para tratamento de doenças raras. Padilha lembrou que o próximo sábado é dia mundial para conscientização sobre doenças raras.  </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Doencas-raras-nova-tecnologia-do-SUS-reduz-tempo-de-diagnostico.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 26/02/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante anuncio de um conjunto de ações para reduzir o tempo de espera no diagnóstico e no tratamento de doenças raras no Sistema Único de Saúde (SUS). &#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Alexandre Padilha durante anuncio de um conjunto de ações para reduzir o tempo de espera no diagnóstico e no tratamento de doenças raras no SUS- Joédson Alves/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Ampliação de serviços</h2>
<p>O ministro defendeu que o país tenha autonomia de pesquisa, produção e tratamento de doenças raras, inclusive prevendo transferências de tecnologias de outros centros de ponta nessa área. “Quando a gente amplia esses serviços para estados que não tinham nenhum serviço ainda, a gente está garantindo um acesso mais próximo onde as pessoas vivem e moram”, ponderou. </p>
<p>O coordenador de doenças raras do ministério, Natan Monsores, explicou que todo paciente que for atendido em um serviço de referência ou for identificado dentro de um serviço de referência de triagem neonatal poderá ser encaminhado para os polos de sequenciamento. “Foi um investimento de R$ 26 milhões nesse primeiro ano. Nós conseguimos fazer a oferta desse exame, que em preços de mercado podem chegar até R$ 5 mil, por R$ 1,2 mil”.</p>
<p>Monsores esclarece que a resolução diagnóstica é bastante precisa.</p>
<p>“É um ganho enorme para a comunidade de pessoas com doenças raras. Fornecendo para os médicos geneticistas, para as equipes de neurologia e de pediatria, uma ferramenta essencial para fechar esse diagnóstico”. </p>
<h2>Início com um cotonete</h2>
<p>A coleta do material é feita com um cotonete na parte interna da bochecha, que colhe células a serem encaminhadas para os laboratórios. Esse teste também pode ser feito com sangue. </p>
<p>“Permite avançar no diagnóstico de deficiências intelectuais, de condições que implicam no atraso do desenvolvimento global das crianças, e também uma enorme diversidade de condições genéticas que podem afetar essas crianças”, diz Monsores.</p>
<p>O coordenador disse que existem 11 unidades da federação com serviços ativados. Em 90 dias após ação com a ferramenta, foi possível verificar 412 testes já com sequenciamento feito com 175 laudos. </p>
<p>“A nossa perspectiva é fazer a expansão dessa rede para todas as unidades da federação até abril de 2026”. </p>
<p>Outro anúncio do Ministério da Saúde foi o tratamento das crianças com uma terapia gênica inovadora para crianças com atrofia muscular espinhal (AME). “É uma doença que, se não tratada em tempo hábil, é letal. Todas as crianças que receberam essa terapia têm a interrupção da progressão dessa condição”. </p>
<h2>Avanços</h2>
<p>A presidente da Associação dos Familiares, Amigos e Pessoas com Doenças Graves, Raras e Deficiências, Maria Cecília Oliveira, que estava no evento do anúncio, celebrou o que chamou de “avanços” nas políticas públicas relacionadas aos pacientes com doenças raras.</p>
<p> “Eu espero que o programa Agora tem especialistas seja realmente um programa que possa impactar significativamente os pacientes com doenças raras, que é a nossa luta”, disse Maria Cecília. </p>
<p>Outra representante de pacientes nesta condição, Lauda Santos, que é presidente da Associação Maria Vitoria de Doenças Raras e Crônicas (Amaviraras) e cofundadora e vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas) destacou a importância da divulgação do serviço para o SUS.</p>
<p>Lauda diz entender que um dos maiores desafios do governo é que essas informações cheguem até os pacientes. “As dificuldades continuam. A gente espera que isso mude porque tudo leva um tempo para poder entrar nos trilhos”. </p>
<p>Ela ainda defendeu que deve haver o fortalecimento de entidades que defendam os pacientes e lamentou a carga de impostos para os medicamentos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/doencas-raras-nova-tecnologia-do-sus-reduz-tempo-de-diagnostico" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Carnaval: governo reforça uso de camisinha para prevenção de doenças</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-governo-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da proximidade do carnaval, o Ministério da Saúde reforçou a importância do uso de preservativos e de outros métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) – não apenas durante a folia, mas ao longo de todo o ano. Com o mote &#8220;Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante da proximidade do carnaval, o Ministério da Saúde reforçou a importância do uso de preservativos e de outros métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) – não apenas durante a folia, mas ao longo de todo o ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-governo-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com o mote &#8220;Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo do Brasil do seu lado&#8221;, a campanha é voltada, sobretudo, para jovens e jovens adultos.</p>
<p>Em nota, a pasta informou que foram distribuídos aos estados 138 milhões de preservativos nos últimos três meses, incluindo duas novas versões que passaram a ser utilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025: a texturizada e a ultrafina.</p>
<p>Do total de preservativos distribuídos para reforçar os estoques e atender à demanda do carnaval, cerca de 132 milhões são externos, texturizados e ultrafinos, e 3,8 milhões são preservativos internos de látex ou nitrílica.</p>
<p>“A novidade busca aumentar a adesão ao uso de preservativos, método efetivo na prevenção contra o HIV, hepatites virais, sífilis e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de evitar gestações não planejadas”, destacou o ministério.</p>
<p>Dados da pasta indicam que 60% da população brasileira não usa preservativos durante as relações sexuais.</p>
<p>A campanha também reforça toda a oferta de proteção a infecções sexualmente transmissíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e que a prevenção pode ser feita de forma combinada: além do uso de preservativos, há a vacinação contra hepatites, a testagem rápida, o uso da profilaxia pré-exposição (PreP) e da Profilaxia Pós-Exposição (PEP).</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2>Queda no uso de preservativos</h2>
<p>Na nota, o ministério reforçou que a diversificação da oferta de preservativos visa estimular o uso contínuo e correto do produto, tornando-o mais atraente e atendendo às diferentes preferências da população.</p>
<p>“Essa ação responde a desafios identificados nos últimos anos: a queda no uso de preservativos, sobretudo entre jovens”.</p>
<p>A última edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), feita em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com pessoas com 18 anos ou mais, mostrou que, nos 12 meses anteriores à entrevista, 22,8% relataram usar preservativo em todas as relações sexuais, enquanto 17,1% afirmaram usar às vezes e 59%, nenhuma vez.</p>
<p>“A queda segue tendência mundial. Em 2024, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou relatório realizado em diversos países europeus, apontando a redução do uso de preservativos no público jovem”, destacou o ministério.</p>
<h2>Orientações gerais</h2>
<p>Além do uso de preservativos e demais métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis, a pasta orienta que os foliões sigam as seguintes dicas para curtir o carnaval de forma tranquila:</p>
<p>&#8211; beba água para se hidratar;</p>
<p>&#8211; use protetor solar;</p>
<p>&#8211; se for viajar para área de mata, vacine-se contra a febre amarela;</p>
<p>&#8211; previna-se contra o HIV, as hepatites B e C, a sífilis e outras ISTs;</p>
<p>&#8211; e, se precisar, procure uma unidade de saúde. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/carnaval-governo-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Carnaval: saúde reforça uso de camisinha para prevenção de doenças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:25:21 +0000</pubDate>
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<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-saude-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas/">Carnaval: saúde reforça uso de camisinha para prevenção de doenças</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante da proximidade do carnaval, o Ministério da Saúde reforçou a importância do uso de preservativos e de outros métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) – não apenas durante a folia, mas ao longo de todo o ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-saude-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com o mote &#8220;Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo do Brasil do seu lado&#8221;, a campanha é voltada, sobretudo, para jovens e jovens adultos.</p>
<p>Em nota, a pasta informou que foram distribuídos aos estados 138 milhões de preservativos nos últimos três meses, incluindo duas novas versões que passaram a ser utilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025: a texturizada e a ultrafina.</p>
<p>Do total de preservativos distribuídos para reforçar os estoques e atender à demanda do carnaval, cerca de 132 milhões são externos, texturizados e ultrafinos, e 3,8 milhões são preservativos internos de látex ou nitrílica.</p>
<p>“A novidade busca aumentar a adesão ao uso de preservativos, método efetivo na prevenção contra o HIV, hepatites virais, sífilis e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de evitar gestações não planejadas”, destacou o ministério.</p>
<p>Dados da pasta indicam que 60% da população brasileira não usa preservativos durante as relações sexuais.</p>
<p>A campanha também reforça toda a oferta de proteção a infecções sexualmente transmissíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e que a prevenção pode ser feita de forma combinada: além do uso de preservativos, há a vacinação contra hepatites, a testagem rápida, o uso da profilaxia pré-exposição (PreP) e da Profilaxia Pós-Exposição (PEP).</p>
<h2>Queda no uso de preservativos</h2>
<p>Na nota, o ministério reforçou que a diversificação da oferta de preservativos visa estimular o uso contínuo e correto do produto, tornando-o mais atraente e atendendo às diferentes preferências da população.</p>
<p>“Essa ação responde a desafios identificados nos últimos anos: a queda no uso de preservativos, sobretudo entre jovens”.</p>
<p>A última edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), feita em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com pessoas com 18 anos ou mais, mostrou que, nos 12 meses anteriores à entrevista, 22,8% relataram usar preservativo em todas as relações sexuais, enquanto 17,1% afirmaram usar às vezes e 59%, nenhuma vez.</p>
<p>“A queda segue tendência mundial. Em 2024, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou relatório realizado em diversos países europeus, apontando a redução do uso de preservativos no público jovem”, destacou o ministério.</p>
<h2>Orientações gerais</h2>
<p>Além do uso de preservativos e demais métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis, a pasta orienta que os foliões sigam as seguintes dicas para curtir o carnaval de forma tranquila:</p>
<p>&#8211; beba água para se hidratar;</p>
<p>&#8211; use protetor solar;</p>
<p>&#8211; se for viajar para área de mata, vacine-se contra a febre amarela;</p>
<p>&#8211; previna-se contra o HIV, as hepatites B e C, a sífilis e outras ISTs;</p>
<p>&#8211; e, se precisar, procure uma unidade de saúde. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/carnaval-saude-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-saude-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas/">Carnaval: saúde reforça uso de camisinha para prevenção de doenças</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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