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	<title>doméstico Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Trabalho escravo doméstico é tema do Caminhos da Reportagem de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 11:46:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 25 de março de 2026 entrou para a história como a data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu que a escravização de africanos foi o crime mais grave contra a humanidade. Assim como outros 122 países, o Brasil votou a favor da resolução. E não era pra menos: 4,86 milhões de escravizados chegaram ao território brasileiro entre 1501 e 1900, segundo o Banco de Dados do Comércio Transatlântico de Escravos. Nenhum outro local recebeu mais africanos traficados. O Brasil foi também o último país das Américas a abolir a escravidão, em 1888. Assim mesmo, por meio de um processo incompleto. “A data representou, é claro, a abolição do trabalho escravo, mas não o rompimento com a forma de exploração do trabalho.  A gente viu muito mais...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 25 de março de 2026 entrou para a história como a data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu que a escravização de africanos foi o crime mais grave contra a humanidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Trabalho-escravo-domestico-e-tema-do-Caminhos-da-Reportagem-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Assim como outros 122 países, o Brasil votou a favor da resolução. E não era pra menos: 4,86 milhões de escravizados chegaram ao território brasileiro entre 1501 e 1900, segundo o Banco de Dados do Comércio Transatlântico de Escravos. Nenhum outro local recebeu mais africanos traficados.</p>
<p>O Brasil foi também o último país das Américas a abolir a escravidão, em 1888. Assim mesmo, por meio de um processo incompleto.</p>
<p>“A data representou, é claro, a abolição do trabalho escravo, mas não o rompimento com a forma de exploração do trabalho.  A gente viu muito mais uma mudança na forma de exploração do que uma liberação que significasse independência”, lembra o jornalista, cientista político e diretor da ONG Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto.</p>
<p>Hoje, 138 anos após a abolição, a exploração não desapareceu. Muitas vezes, ela se esconde dentro de casa. A escravização doméstica é o tema do <em>Caminhos da Reportagem</em> desta semana. A repórter Marieta Cazarré ouviu vítimas, pessoas que ajudam a libertar essas vítimas e profissionais que atuam no pós-resgate. O programa “Trabalho escravo doméstico: silêncio e servidão” vai ar ao ar às 23h, na TV Brasil e no canal da TV Brasil no YouTube.</p>
<p>“A primeira pergunta é: para onde eu vou?”, explica a ministra Liana Chaib, do Tribunal Superior do Trabalho.</p>
<p>“Eu não tinha casa, família nem ninguém para me abraçar”, desabafa Suzana Salomono. Ela passou anos trabalhando em casa de família sem receber salário.</p>
<p>As equipes de reportagem em Brasília, São Paulo, no  Rio de Janeiro e em Belo Horizonte ouviram empregadas domésticas escravizadas no Brasil.</p>
<p>Roberta dos Santos, de 46 anos, recebia alimentação como pagamento.</p>
<p>“Só que a patroa dizia que eu só tinha direito a um prato de comida no almoço. No jantar não tinha. Nem eu, nem meu menino”. O filho de Roberta é autista.</p>
<p>Araci do Amaral, de 73 anos, apanhou da ex-patroa e foi vítima do racismo do ex-patrão. “Ele chegava xingando, falando ‘nega, não sei o quê’. E me agrediu umas duas ou três vezes”, conta.</p>
<p>Maria Santiago, de 78 anos, passou décadas como doméstica escravizada. Não recebia salário nem o BPC (Benefício de Prestação Continuada) feito em seu nome. “Eu não sabia a senha, nem conhecia o cartão”, diz ela.</p>
<p>Maria Raimunda, de 63 anos, denuncia o sequestro do filho enquanto foi escravizada. “Ela (ex-patroa) chegou e falou assim quando eu voltei do hospital: ‘Deixa eu pegar ele no colo, Maria’. Aí me deu vontade de ir no banheiro, muita vontade. Quando eu saí, ela disse assim: ‘Maria, o neném já lá vai&#8230;’”. Maria Raimunda nunca mais viu o filho.</p>
<p>Suzana, Roberta, Araci, Maria Santiago e Maria Raimunda foram resgatadas. Elas e centenas de outras trabalhadoras salvas formam um grupo com perfil definido. “Mais da metade dessas mulheres têm no máximo a 5ª série de escolaridade, 24% são analfabetas e 72% são negras”, afirma a coordenadora-geral de Fiscalização do Trabalho Análogo à Escravidão do Ministério do Trabalho e Emprego, Shakti Borela.</p>
<h2>Como denunciar?</h2>
<p>Qualquer pessoa pode denunciar situações de trabalho escravo. A ligação é gratuita, o sigilo é garantido e o serviço funciona 24h por dia. Basta discar o número 100. Além disso, a denúncia pode ser feita pelo Whatsapp (61 99611-0100) e pelo Telegram (digite “Direitoshumanosbrasil” na busca do aplicativo).</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/trabalho-escravo-domestico-e-tema-do-caminhos-da-reportagem-de-hoje" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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