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	<title>Dor Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Dor persistente pode indicar problemas de saúde mais graves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 20:43:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A dor faz parte da experiência humana e, em muitos casos, surge como resposta natural do organismo a lesões, cirurgias ou infecções. No entanto, quando o desconforto se prolonga por dias ou meses, ele deixa de ser considerado normal e passa a ser um sinal de alerta para a saúde. Nesse contexto, especialistas reforçam que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor faz parte da experiência humana e, em muitos casos, surge como resposta natural do organismo a lesões, cirurgias ou infecções. No entanto, quando o desconforto se prolonga por dias ou meses, ele deixa de ser considerado normal e passa a ser um sinal de alerta para a saúde.</p>
<p>Nesse contexto, especialistas reforçam que a persistência da dor pode indicar problemas mais complexos e exige atenção médica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dor prolongada pode evoluir para quadro crônico</h2>
<p>De acordo com a professora Sheila Ramos, do curso de Fisioterapia da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Manacapuru, a continuidade da dor é um dos principais sinais de que algo não está bem.</p>
<p>“Quando a dor continua por dias ou meses, é importante procurar um profissional de saúde para uma avaliação”, orienta. Além disso, ela alerta que a falta de tratamento adequado pode agravar o quadro.</p>
<p>“Uma dor aguda pode evoluir para uma dor crônica quando não é tratada adequadamente”, explica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dor crônica atinge milhões no mundo</h2>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30% da população mundial convive com dor crônica. Esse tipo de condição, além de comprometer a qualidade de vida, também está associado a transtornos como ansiedade e depressão.</p>
<p>Uma revisão da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, aponta ainda que até 40% das pessoas com dor crônica apresentam quadros de ansiedade ou depressão.</p>
<p>No Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que 37% dos brasileiros com mais de 50 anos sofrem com o problema. Entre eles, aproximadamente 30% recorrem ao uso de opióides para controle da dor.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dores comuns também podem indicar problemas</h2>
<p>Entre os sintomas mais frequentes ignorados pela população estão dores de cabeça, nas costas, musculares, articulares e abdominais. Embora comuns, esses sinais podem evoluir e comprometer de forma significativa a rotina do paciente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dor vai além do sintoma físico</h2>
<p>A médica Bruna Borges, especialista em cuidados paliativos e coordenadora do curso de Medicina da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itacoatiara, explica que a dor deve ser compreendida de forma ampla.</p>
<p>“A dor não é um sintoma isolado. Ela envolve dimensões física, emocional, social e espiritual, que interagem entre si”, afirma.</p>
<p>De acordo com a especialista, essa abordagem, conhecida como “dor total”, ajuda a entender melhor a complexidade do problema.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fatores emocionais e sociais influenciam a dor</h2>
<p>A dor física está relacionada a lesões e inflamações. Já a dor emocional envolve sentimentos como ansiedade, medo e tristeza. Além disso, fatores sociais, como isolamento e mudanças na rotina, também interferem na percepção do desconforto.</p>
<p>Por fim, a dor espiritual está ligada a questões existenciais, como sentido da vida e sofrimento.</p>
<p>Segundo Bruna Borges, esses elementos se interligam e podem intensificar o quadro doloroso.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar ajuda médica</h2>
<p>Nem toda dor exige intervenção imediata, porém alguns sinais merecem atenção. Sheila Ramos destaca que é importante observar intensidade, duração e frequência.</p>
<p>“Quanto mais tempo a dor persiste e quanto mais limita as atividades do dia a dia, maior é a necessidade de avaliação profissional”, afirma.</p>
<p>Outros sinais de alerta incluem piora progressiva, dificuldade de movimento e sintomas como formigamento ou fraqueza.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tratamento deve ser individualizado</h2>
<p>O tratamento da dor deve considerar cada paciente de forma individual. Segundo Bruna Borges, o cuidado não se limita ao sintoma.</p>
<p>“A gente não trata só o sintoma, mas a história daquela pessoa e o impacto da dor na vida dela”, explica.</p>
<p>Além disso, o tratamento pode incluir medicamentos, seguindo protocolos como a escada analgésica da OMS, e abordagens não farmacológicas, como fisioterapia, apoio psicológico e práticas integrativas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fisioterapia ajuda na prevenção e no tratamento</h2>
<p>Nesse cenário, a fisioterapia desempenha papel essencial tanto na prevenção quanto no tratamento das dores.</p>
<p>“A abordagem fisioterapêutica busca prevenir lesões antes que elas ocorram, além de aliviar a dor e melhorar a funcionalidade do paciente”, afirma Sheila Ramos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Hábitos diários influenciam no surgimento da dor</h2>
<p>O sedentarismo e o uso excessivo de celular estão entre os principais fatores associados a dores na coluna cervical e lombar. Além disso, a má postura durante longos períodos diante de telas contribui para sobrecarga muscular e dores recorrentes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Uso de medicamentos exige cautela</h2>
<p>Embora os analgésicos possam aliviar o desconforto momentaneamente, eles não tratam a causa do problema. Além disso, o uso contínuo pode trazer riscos.</p>
<p>“Além de mascarar a dor, o uso contínuo de medicamentos pode causar gastrite, úlceras e até agravar outras patologias”, alerta Sheila Ramos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Procurar ajuda precoce evita complicações</h2>
<p>A recomendação dos especialistas é não esperar a dor se intensificar para buscar atendimento. O ideal é procurar avaliação ao surgirem sinais persistentes ou limitações funcionais.</p>
<p>“Sentir dor não deve ser normalizado. O corpo sempre está tentando comunicar que algo precisa de atenção”, conclui Sheila Ramos.</p>
<p>Leia mais:</p>
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