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	<title>Dor Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Dor Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Dor crônica terá 5 de julho como dia nacional de conscientização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:10:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei publicada nesta segunda-feira (8) define diretrizes básicas para a melhoria do atendimento de saúde a pessoas que convivem com a dor e institui 5 de julho o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica. A norma assegura atendimento integral no Sistema Único de Saúde (SUS) e prevê orientações prévias sobre riscos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lei publicada nesta segunda-feira (8) define diretrizes básicas para a melhoria do atendimento de saúde a pessoas que convivem com a dor e institui 5 de julho o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dor-cronica-tera-5-de-julho-como-dia-nacional-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A norma assegura atendimento integral no Sistema Único de Saúde (SUS) e prevê orientações prévias sobre riscos e possíveis efeitos adversos dos tratamentos.</p>
<p>De acordo com a Associação Internacional para o Estudo da Dor, dor crônica é aquela com duração maior que 30 dias.</p>
<h2>Campanhas anuais</h2>
<p>A data será representada pela cor verde e deverá mobilizar o Poder Público na promoção de campanhas de conscientização todos os anos. </p>
<p>A iniciativa busca ampliar o acesso a informações qualificadas sobre opções terapêuticas disponíveis no SUS, combater o preconceito e estimular gestores de saúde a adotarem abordagens multiprofissionais humanizadas e eficazes.</p>
<h2>Impacto na população</h2>
<p>Estima-se que a dor crônica afete cerca de 60 milhões de brasileiros. Ao reconhecer a dimensão do problema, a lei pretende fortalecer políticas públicas voltadas ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento desses pacientes.<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/dor-cronica-tera-5-de-julho-como-dia-de-conscientizacao-e-enfrentamen" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Três é demais: médicos alertam para dor de cabeça recorrente</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/tres-e-demais-medicos-alertam-para-dor-de-cabeca-recorrente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 17:01:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste Dia Nacional de Combate à Cefaleia (dor de cabeça), médicos chamam a atenção para a sétima dor mais incapacitante do mundo e fazem um alerta àquelas pessoas que costumam ter três ou mais episódios de dor de cabeça por mês, durante pelo menos três meses, para que procurem um especialista. Embora muitas vezes a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste Dia Nacional de Combate à Cefaleia (dor de cabeça), médicos chamam a atenção para a sétima dor mais incapacitante do mundo e fazem um alerta àquelas pessoas que costumam ter três ou mais episódios de dor de cabeça por mês, durante pelo menos três meses, para que procurem um especialista.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tres-e-demais-medicos-alertam-para-dor-de-cabeca-recorrente.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Embora muitas vezes a cefaleia esteja associada a fatores comuns, como estresse, desidratação ou uma noite mal dormida, ela também pode ter origem em condições mais graves, como sinusite, enxaqueca crônica ou até mesmo aneurisma.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) os transtornos de dor de cabeça estão entre as condições neurológicas mais comuns no mundo, afetando milhões de pessoas e impactando diretamente na qualidade de vida de quem sofre com o problema.</p>
<p>Ainda de acordo com a OMS as cefaleias estão entre as três principais condições neurológicas para a faixa etária dos 5 anos aos 80 anos. A organização estima que cerca de 40% da população mundial (3,1 bilhões de pessoas) sofra com dor de cabeça regularmente. Por isso, quando os episódios se tornam frequentes ou prolongados é fundamental redobrar a atenção. </p>
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<p>A enxaqueca, especificamente, é considerada a segunda maior causa de incapacidade no mundo e afeta aproximadamente 15% da população global, sendo que mulheres são significativamente mais afetadas devido a fatores hormonais. No Brasil, mais de 30 milhões de brasileiros sofrem de enxaqueca crônica.</p>
<p>“Pode se tratar de enxaqueca crônica, caracterizada por crises que ocorrem 15 dias ou mais por mês, frequentemente acompanhadas de náuseas e sensibilidade à luz e ao som. A dor de cabeça é um sintoma comum no dia a dia, mas quando deixa de ser episódica e passa a ser constante, precisa ser investigada”, explica o neurocirurgião Orlando Maia.</p>
<p>Ele ressalta que a maioria das cefaleias tem origem benigna, como nos casos de tensão. Ainda assim, existe uma linha clara entre o que é habitual e o que exige investigação. Segundo ele, dores de cabeça constantes podem ser um quadro primário, mas podem estar relacionadas a outras condições.</p>
<p>“Podem ser condições neurológicas, infecções ou alterações estruturais que demandam avaliação especializada. Essa diferença nem sempre é percebida. Em muitos casos, a dor persistente é tratada apenas com analgésicos, ignorada ou incorporada à rotina, o que pode atrasar diagnósticos importantes”, alerta.</p>
<h2>Alerta</h2>
<p>Os sinais de alerta são dores frequentes e até diárias, mudança no padrão habitual da dor, início súbito e muito intenso, intensidade fora do comum, associação com alterações visuais, na fala ou na força, episódios acompanhados de confusão mental, perda de consciência ou desequilíbrio.</p>
<p>“Esses sinais não devem ser normalizados, pois indicam a necessidade de investigação. A maioria das dores de cabeça não está relacionada ao AVC, por exemplo, mas o problema surge quando o sintoma foge do padrão habitual”, afirma o neurologista.</p>
<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC), alguns hábitos e comportamentos podem contribuir para o desenvolvimento das dores de cabeça: má alimentação, jejum prolongado, excesso de gordura e álcool e, atualmente, principalmente o estresse.</p>
<p>“A enxaqueca tem uma relação muito grande com o estilo de vida, com o sedentarismo, tabagismo, obesidade, alimentação inadequada, transtornos do humor (depressão e ansiedade) e alterações orofaciais, que são as disfunções temporomandibulares. Por isso, geralmente o tratamento dos pacientes é realizado de maneira multidisciplinar, ou seja, com a atuação não apenas do neurologista, mas também do odontólogo, nutricionista, psicólogo, enfermeira e fisioterapeuta”, explica a SBC.</p>
<h2>Automedicação</h2>
<p>A entidade aponta como um dos principais erros para tratar essas dores, a automedicação, já que no Brasil o acesso a analgésicos e anti-inflamatórios é muito fácil, permitindo que a população se automedique. </p>
<p>“Quando a frequência da cefaleia é baixa, dois ou menos episódios por mês, isto não acarreta maiores problemas. Porém, quando as dores de cabeça aparecem em uma frequência superior, o paciente possui indicação de tratamento preventivo e a automedicação pode até piorar tanto a frequência quanto a intensidade dos seus sintomas”, diz a SBC.</p>
<p>A SBC informa ainda que cerca de 90% de quem sofre com a cefaleia tem algum prejuízo no trabalho, estudos, atividade de lazer e vida sexual.</p>
<p>“Por isso entre as diversas formas de tratamento existentes como medicamentos, fitoterápicos, neuroestimuladores periféricos, bloqueios anestésicos, acupuntura, toxina botulínica, entre outros, é preciso estudar cada caso para personalizar o tratamento, fazendo um planejamento terapêutico a cada consulta”.</p>
<h2>Maio bordô</h2>
<p>O Maio Bordô foi instituído pela Sociedade Brasileira de Cefaleia como o mês de conscientização sobre o assunto e esta terça-feira (19) marca o Dia Nacional de Combate à Cefaleia.</p>
<p>Com a campanha <em>3 é Demais</em>, a entidade reforça que quem sofre três episódios mensais de dor de cabeça, por três meses seguidos, deve buscar ajuda profissional. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/quem-tem-episodios-frequentes-de-dor-de-cabeca-deve-procurar-o-medico" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Diarreia e dor abdominal acendem alerta para doenças intestinais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/diarreia-e-dor-abdominal-acendem-alerta-para-doencas-intestinais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 17:50:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para conscientizar a população e dar visibilidade a doenças inflamatórias intestinais (DIIs), o mês de maio recebe a campanha Maio Roxo, promovida pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia e outras instituições. No Brasil, cerca de 0,1% da população tem a doença. A iniciativa chama atenção para a importância do diagnóstico precoce e da busca por tratamento adequado.  [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para conscientizar a população e dar visibilidade a doenças inflamatórias intestinais (DIIs), o mês de maio recebe a campanha Maio Roxo, promovida pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia e outras instituições. No Brasil, cerca de 0,1% da população tem a doença. A iniciativa chama atenção para a importância do diagnóstico precoce e da busca por tratamento adequado. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Diarreia-e-dor-abdominal-acendem-alerta-para-doencas-intestinais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A inflamação intestinal, a princípio sem causa definida, pode ser ocasionada pelo organismo do próprio paciente. É o caso, por exemplo, da doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, que podem surgir a qualquer momento, porém com maior prevalência em adultos na faixa dos 20 a 30 anos, e emidosos por volta de 60 e 70 anos. </p>
<p>Em entrevista ao programa <em>Tarde Nacional</em>, da Rádio Nacional Amazônia, a médica e integrante da Sociedade Brasileira de Coloproctologia, Mariane Savio, destacou sobre a necessidade de  identificar e diferenciar os sintomas com a ajuda de um especialista.</p>
<p>“É muito importante procurar um especialista. Às vezes os sintomas podem passar batidos, e a doença progredir. Então, diarreia persistente, principalmente por mais de quatro semanas, mais de um mês, merece investigação, dor abdominal que esteja incomodando também merece uma visita ao médico, emagrecimento, anemia, tudo isso tem que ser investigado”, explica. </p>
<h2>Diagnóstico </h2>
<p>Identificados os sintomas de alerta, a médica explica que é necessário buscar um especialista para realizar exames complementares antes de ter certeza do diagnóstico. Na maioria dos casos esse exame é a colonoscopia, mas também são utilizados exames de imagem, que auxiliam principalmente quando a doença está no intestino delgado ou no intestino fino, tomografia, ressonância, até o ultrassom. </p>
<p>Mariane​ indica que o paciente procure por um coloproctologista ou um gastroenterologista e explica a diferença de como cada doença age no corpo. </p>
<p>“A doença de Crohn pode acometer qualquer parte do trato gastrointestinal, da boca ao ânus. Então, pode causar desde aftas orais, acometimento do intestino fino, do intestino grosso e, no ânus, fístulas e fissuras. A retocolite ulcerativa pega apenas o reto e o cólon e acomete mais a mucosa, enquanto a doença de Crohn pega toda a parede do intestino.”</p>
<p>Muitos tratamentos servem para as duas doenças, no entanto alguns medicamentos são específicos só para uma delas. A médica acredita que o acesso ao especialista ainda é a maior barreira para um diagnóstico precoce. </p>
<p>“A gente sabe que tem muitos locais com filas de mais de um ano para fazer colonoscopia, um exame que poderia dar o diagnóstico a um paciente, e que às vezes acaba perdendo o que a gente chama de &#8216;janela de oportunidade&#8217;. Nesse momento é que o tratamento vai ser mais eficaz, na fase inicial da doença&#8221;, disse. </p>
<h2>Tratamento </h2>
<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) possui os chamados protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas voltadas para o tratamento de DIIs, com fornecimento de remédios. Em casos mais graves pode ser necessário o uso de uma bolsa de colostomia — um dispositivo médico externo usado para coletar fezes e gases. </p>
<p>Com o aumento de casos ao redor do mundo, alguns fatores de risco estão sendo analisados no desencadeamento dessas doenças, entre eles: estresse, dieta com aumento de alimentos ultraprocessados e tabagismo. É possível que, controlando esses fatores, uma pessoa possa diminuir o risco de ter uma doença inflamatória. </p>
<p>Na falta de um especialista, Mariane Savio indica que se busque um médico da atenção primária para garantir o diagnóstico e o início do tratamento o mais rápido possível, evitando complicações do quadro. </p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/diarreia-e-dor-abdominal-acendem-alerta-para-doencas-intestinais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Dor persistente pode indicar problemas de saúde mais graves</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dor-persistente-pode-indicar-problemas-de-saude-mais-graves/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 20:43:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A dor faz parte da experiência humana e, em muitos casos, surge como resposta natural do organismo a lesões, cirurgias ou infecções. No entanto, quando o desconforto se prolonga por dias ou meses, ele deixa de ser considerado normal e passa a ser um sinal de alerta para a saúde. Nesse contexto, especialistas reforçam que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor faz parte da experiência humana e, em muitos casos, surge como resposta natural do organismo a lesões, cirurgias ou infecções. No entanto, quando o desconforto se prolonga por dias ou meses, ele deixa de ser considerado normal e passa a ser um sinal de alerta para a saúde.</p>
<p>Nesse contexto, especialistas reforçam que a persistência da dor pode indicar problemas mais complexos e exige atenção médica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dor prolongada pode evoluir para quadro crônico</h2>
<p>De acordo com a professora Sheila Ramos, do curso de Fisioterapia da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Manacapuru, a continuidade da dor é um dos principais sinais de que algo não está bem.</p>
<p>“Quando a dor continua por dias ou meses, é importante procurar um profissional de saúde para uma avaliação”, orienta. Além disso, ela alerta que a falta de tratamento adequado pode agravar o quadro.</p>
<p>“Uma dor aguda pode evoluir para uma dor crônica quando não é tratada adequadamente”, explica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dor crônica atinge milhões no mundo</h2>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30% da população mundial convive com dor crônica. Esse tipo de condição, além de comprometer a qualidade de vida, também está associado a transtornos como ansiedade e depressão.</p>
<p>Uma revisão da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, aponta ainda que até 40% das pessoas com dor crônica apresentam quadros de ansiedade ou depressão.</p>
<p>No Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que 37% dos brasileiros com mais de 50 anos sofrem com o problema. Entre eles, aproximadamente 30% recorrem ao uso de opióides para controle da dor.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dores comuns também podem indicar problemas</h2>
<p>Entre os sintomas mais frequentes ignorados pela população estão dores de cabeça, nas costas, musculares, articulares e abdominais. Embora comuns, esses sinais podem evoluir e comprometer de forma significativa a rotina do paciente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dor vai além do sintoma físico</h2>
<p>A médica Bruna Borges, especialista em cuidados paliativos e coordenadora do curso de Medicina da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itacoatiara, explica que a dor deve ser compreendida de forma ampla.</p>
<p>“A dor não é um sintoma isolado. Ela envolve dimensões física, emocional, social e espiritual, que interagem entre si”, afirma.</p>
<p>De acordo com a especialista, essa abordagem, conhecida como “dor total”, ajuda a entender melhor a complexidade do problema.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fatores emocionais e sociais influenciam a dor</h2>
<p>A dor física está relacionada a lesões e inflamações. Já a dor emocional envolve sentimentos como ansiedade, medo e tristeza. Além disso, fatores sociais, como isolamento e mudanças na rotina, também interferem na percepção do desconforto.</p>
<p>Por fim, a dor espiritual está ligada a questões existenciais, como sentido da vida e sofrimento.</p>
<p>Segundo Bruna Borges, esses elementos se interligam e podem intensificar o quadro doloroso.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar ajuda médica</h2>
<p>Nem toda dor exige intervenção imediata, porém alguns sinais merecem atenção. Sheila Ramos destaca que é importante observar intensidade, duração e frequência.</p>
<p>“Quanto mais tempo a dor persiste e quanto mais limita as atividades do dia a dia, maior é a necessidade de avaliação profissional”, afirma.</p>
<p>Outros sinais de alerta incluem piora progressiva, dificuldade de movimento e sintomas como formigamento ou fraqueza.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tratamento deve ser individualizado</h2>
<p>O tratamento da dor deve considerar cada paciente de forma individual. Segundo Bruna Borges, o cuidado não se limita ao sintoma.</p>
<p>“A gente não trata só o sintoma, mas a história daquela pessoa e o impacto da dor na vida dela”, explica.</p>
<p>Além disso, o tratamento pode incluir medicamentos, seguindo protocolos como a escada analgésica da OMS, e abordagens não farmacológicas, como fisioterapia, apoio psicológico e práticas integrativas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fisioterapia ajuda na prevenção e no tratamento</h2>
<p>Nesse cenário, a fisioterapia desempenha papel essencial tanto na prevenção quanto no tratamento das dores.</p>
<p>“A abordagem fisioterapêutica busca prevenir lesões antes que elas ocorram, além de aliviar a dor e melhorar a funcionalidade do paciente”, afirma Sheila Ramos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Hábitos diários influenciam no surgimento da dor</h2>
<p>O sedentarismo e o uso excessivo de celular estão entre os principais fatores associados a dores na coluna cervical e lombar. Além disso, a má postura durante longos períodos diante de telas contribui para sobrecarga muscular e dores recorrentes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Uso de medicamentos exige cautela</h2>
<p>Embora os analgésicos possam aliviar o desconforto momentaneamente, eles não tratam a causa do problema. Além disso, o uso contínuo pode trazer riscos.</p>
<p>“Além de mascarar a dor, o uso contínuo de medicamentos pode causar gastrite, úlceras e até agravar outras patologias”, alerta Sheila Ramos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Procurar ajuda precoce evita complicações</h2>
<p>A recomendação dos especialistas é não esperar a dor se intensificar para buscar atendimento. O ideal é procurar avaliação ao surgirem sinais persistentes ou limitações funcionais.</p>
<p>“Sentir dor não deve ser normalizado. O corpo sempre está tentando comunicar que algo precisa de atenção”, conclui Sheila Ramos.</p>
<p>Leia mais:</p>
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