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	<title>DPU Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>DPU Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>DPU defende absolvição de Eduardo Bolsonaro no processo do tarifaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[absolvição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O defensor público federal Esdras dos Santos Carvalho pediu nesta terça-feira (16) a absolvição do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo.  A manifestação do defensor ocorreu durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) da ação penal na qual Eduardo é réu por articular o tarifaço dos Estados Unidos contra as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O defensor público federal Esdras dos Santos Carvalho pediu nesta terça-feira (16) a absolvição do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DPU-defende-absolvicao-de-Eduardo-Bolsonaro-no-processo-do-tarifaco.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A manifestação do defensor ocorreu durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) da ação penal na qual Eduardo é réu por articular o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras. O caso é analisado pela Primeira Turma da Corte. </p>
<p>De acordo com a acusação da Procuradoria-Geral da República, Eduardo incentivou os Estados Unidos a decretarem, no ano passado, o tarifaço contra as exportações brasileiras, a revogação de vistos de ministros da Corte e do governo federal e a aplicação das sanções econômicas da Lei Magnitsky para tentar evitar a condenação ex-presidente Jair Bolsonaro no processo da trama golpista. </p>
<p>Durante a sustentação, o defensor disse que Eduardo não teve ingerência na decretação das medidas do presidente Donald Trump contra o Brasil. Segundo Esdras, Eduardo realizou &#8220;interlocução política&#8221;. </p>
<p>&#8220;Eduardo não teve poder de decisão sobre a política externa dos Estados Unidos, não integra o governo norte-americano e não exerce função pública naquele país&#8221;, afirmou. </p>
<h2>Impedimento </h2>
<p>Esdras Carvalho também defendeu o impedimento do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, de participar do julgamento. </p>
<p>Para o defensor, o ministro foi vítima do cancelamento de vistos e das sanções da Lei Magnitsky. </p>
<p>&#8220;Se o juiz está impedido, ele não poderia sequer exercer a jurisdição para dizer que não estaria [impedido]&#8221;, afirmou. </p>
<h2>Notificação </h2>
<p>O defensor também argumentou que Eduardo Bolsonaro deveria ter sido notificado a apresentar defesa por meio de uma carta rogatória, instrumento jurídico para notificação de pessoas que estão no exterior. </p>
<p>&#8220;Retirou-se do réu o direito de conhecer formalmente a imputação que está sendo feita, ainda que se diga que, pelas redes sociais, já conhece os fundamentos. Não importa o conhecimento por outros meios&#8221;, afirmou. </p>
<p>Durante a tramitação do processo, o STF determinou a notificação do ex-deputado por edital, mas ele não foi encontrado nem indicou advogado particular.</p>
<p>Após a manifestação da DPU, a palavra foi concedida ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, que votará pela condenação ou absolvição do ex-deputado.</p>
<p>Os demais votos serão proferidos pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e o presidente do colegiado, Flávio Dino.</p>
<p>Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/dpu-defende-absolvicao-de-eduardo-bolsonaro-no-processo-do-tarifaco" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>DPU alerta para ação de golpistas que fingem ser defensores públicos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dpu-alerta-para-acao-de-golpistas-que-fingem-ser-defensores-publicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 19:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Defensoria Pública da União (DPU) alerta para a ação de criminosos que estão agindo para se passar por defensores públicos federais e enganar assistidos que tiveram casos ajuizados pelo órgão.  No golpe, os criminosos enviam mensagens por meio do aplicativo WhatsApp para assistidos da DPU que têm ou tiveram processos judiciais ajuizados pelo órgão. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Defensoria Pública da União (DPU) alerta para a ação de criminosos que estão agindo para se passar por defensores públicos federais e enganar assistidos que tiveram casos ajuizados pelo órgão. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DPU-alerta-para-acao-de-golpistas-que-fingem-ser-defensores.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No golpe, os criminosos enviam mensagens por meio do aplicativo WhatsApp para assistidos da DPU que têm ou tiveram processos judiciais ajuizados pelo órgão.</p>
<p>Nessas mensagens, golpistas usam o nome e a imagem de defensores públicos federais para induzir as vítimas a realizar pagamentos indevidos sob a falsa promessa de liberação de valores no processo. </p>
<p>Outra estratégia é dizer que há necessidade de pagar tributos e dívidas para recebimento da quantia prevista no processo. Também são usadas justificativas como custas de cartório e honorários advocatícios. </p>
<p>“A abordagem por contatos telefônicos ou mensagens costuma explorar a expectativa por boas notícias, mas inclui pedidos indevidos, como envio de dados bancários ou pagamento de taxas. A DPU reforça que os seus serviços são totalmente gratuitos. As pessoas assistidas pela instituição são isentas do pagamento de qualquer valor em todas as fases do processo”, explica a Defensoria. </p>
<p>O caso mais recente aconteceu em Aracaju, mas também há registros de golpes nos últimos meses, em Brasília. Em 2025, fraudes envolvendo nomes de defensores ocorreram em maior número nas regiões Sul e Sudeste.</p>
<h2>Como evitar golpes</h2>
<ul>
<li>Diante de qualquer comunicação supostamente da DPU, entre em contato pelos meios de contato já convencionais para verificar a veracidade das informações, ou vá diretamente a uma unidade da Defensoria;</li>
<li>Nunca realize pagamentos por boleto, PIX, depósitos ou cartão de crédito como suposta condição para receber precatórios. A liberação de valores judiciais é feita em bancos credenciados, mediante alvará judicial, presencialmente pelo beneficiário ou por advogado com procuração;</li>
<li>Fique atento diante de qualquer comunicação suspeita e atente aos detalhes de documentos que podem ser falsos, como logomarcas erradas, formatação estranha, erros de português, entre outros. </li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/dpu-alerta-para-acao-de-golpistas-que-fingem-ser-defensores-publicos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Univaja e DPU denunciam tortura de indígena no Vale do Javari</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/univaja-e-dpu-denunciam-tortura-de-indigena-no-vale-do-javari/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 21:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) e a Defensoria Pública da União (DPU) denunciaram às autoridades federais que um integrante do povo marubo teria sofrido um &#8220;ato de tortura&#8221; cometido por invasores da terra indígena. Segundo a Univaja, o caso ocorreu no último dia 3, quando a vítima do “ataque brutal” estava pescando próximo à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) e a Defensoria Pública da União (DPU) denunciaram às autoridades federais que um integrante do povo marubo teria sofrido um &#8220;ato de tortura&#8221; cometido por invasores da terra indígena.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Univaja-e-DPU-denunciam-tortura-de-indigena-no-Vale-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a Univaja, o caso ocorreu no último dia 3, quando a vítima do “ataque brutal” estava pescando próximo à aldeia Beija-Flor, sozinho, e foi cercado por pescadores ilegais que invadiram a Terra Indígena do Vale do Javari.</p>
<p>De acordo com a entidade, os agressores acusaram o indígena de ter roubado seus pertences. Após ameaçá-lo de morte, amarram suas mãos e pés e o amordaçaram para que não conseguisse pedir socorro. E o abandonaram à deriva, em sua canoa, levando sua espingarda e seu telefone celular.</p>
<p>Ainda segundo a entidade, o indígena só foi encontrado após cerca de 24 horas, tendo permanecido por todo o tempo à deriva, exposto à “situação de grave perigo”.</p>
<p>A Univaja afirma que soube da ocorrência no último dia 6. E que acionou imediatamente a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) para que enviassem servidores ao local a fim de deter os suspeitos, que permaneciam na área.</p>
<p>“No entanto, mesmo se colocando à disposição da PF para dar suporte na logística de eventual diligência na região, o departamento da PF em Tabatinga [AM] informou não ter contingente para tal operação”, afirmou a Univaja.</p>
<p>Além de criticar a atuação das autoridades, alegando que a demora prejudicou a coleta de provas, a possível identificação e a consequente detenção dos agressores, a Univaja cobrou providências contra a “presença de organizações criminosas fortemente armadas que seguem circulando livremente e praticando atos de tortura e tentativas de homicídios” na região &#8211; a mesma onde o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips foram assassinados, em 2022.</p>
<p>“Cumpre destacar, com a mais absoluta urgência e gravidade, que a calha do alto Rio Ituí e suas imediações abrigam não apenas as comunidades que já mantém um largo grau de contato com a sociedade externa à Terra Indígena do Vale do Javari, mas também os de recente contato”, destacou a Univaja, cobrando “atenção especial” para a região, considerada uma área de ocupação e trânsito de povos em isolamento voluntário.</p>
<p>“A invasão dessas áreas rompe o cordão sanitário e de segurança que deveria ser garantido pelo Estado, expondo populações de altíssima vulnerabilidade imunológica e sociocultural a contatos forçados, epidemias e massacres”, acrescentou a Univaja.</p>
<h2>Defensoria Pública da União </h2>
<p>Em nota, a Defensoria Pública da União (DPU) informou que também foi acionada pela Univaja e que já pediu que o Ministério da Justiça e Segurança Pública &#8211; ao qual a PF está subordinada &#8211; adote “providências urgentes” para reforçar a proteção territorial na região, conter possíveis invasões à terra indígena e proteger as comunidades da região.</p>
<p>Além de informações sobre o caso específico, a DPU afirma ter solicitado ao ministério dados de operações de fiscalização e repressão à pesca ilegal na calha do rio Ituí e da eventual mobilização da Força Nacional de Segurança Pública ou de outras estruturas federais para reforçar a proteção do território indígena.</p>
<p>Para a Defensoria, a gravidade do mais recente caso denunciado pela Univaja ultrapassa um crime individual, revelando “a atuação de grupos organizados envolvidos em pesca ilegal dentro da terra indígena, além da presença de agentes armados em área constitucionalmente protegida”.</p>
<h2>Ministério da Justiça </h2>
<p>Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que está acompanhando o episódio, &#8220;em articulação com os órgãos federais competentes&#8221;, como a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), responsável por coordenar as ações de proteção territorial em terras indígenas, e a PF, à qual compete a investigação dos fatos.</p>
<p>Ainda de acordo com a pasta, o local dos fatos mencionados está fora da área de atuação do efetivo que a Força Nacional de Segurança Pública mantém na região, atuando em apoio aos órgãos responsáveis pelas atividades de proteção territorial, em conformidade com o planejamento operacional estabelecido pela Funai, &#8220;inclusive por meio de patrulhamento fluvial&#8221;.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/univaja-e-dpu-denunciam-tortura-de-indigena-no-vale-do-javari" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/univaja-e-dpu-denunciam-tortura-de-indigena-no-vale-do-javari/">Univaja e DPU denunciam tortura de indígena no Vale do Javari</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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